Relatório Diagnóstico

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório Diagnóstico"

Transcrição

1 Santa Casa da Misericórdia Soure Relatório Diagnóstico Área Gestão Global Consultor: Júlio César Estrelinha

2 2 Trabalho desenvolvido no âmbito do programa de formação acção da União das Misericórdias Portuguesas denominado Gestão Sustentável e financiado pelo POPH Financiamento Execução Avaliação Template Plataforma Consultor: Júlio César Estrelinha

3 3 Conteúdo Sumário Executivo... 5 Identificação da Misericórdia... 5 Programa Formação-Acção... 5 Decurso dos trabalhos... 7 Principais Conclusões... 8 Principais Propostas de Medidas de Acção Cronograma geral Caracterização da Misericórdia Análise Global Perspectiva Interna Análise por Área Estratégia Análise Desagregada Pontos Fortes e Pontos Fracos Governance Gestão Financeira Análise Agregada Gestão Recursos Humanos Gestão Aprovisionamentos Gestão Património Gestão Sistemas Informação & TIC s.60 Respostas Sociais.. 69 Ameaças & Oportunidades Plano Global de Formação

4 4 Comentários do Consultor Comentários do Representante da Misericórdia Validação do Relatório Consultor Misericórdia Coordenação UMP... 88

5 5 Sumário Executivo Identificação da Misericórdia Não é conhecida a data exacta da fundação da Misericórdia de Soure embora se disponha de vária documentação histórica com referências expressas à sua existência em datas mais ou menos próximas da sua provável origem. A mais antiga referência à fundação Misericórdia de Soure encontra-se num mapa estatístico inserto na obra de Costa Godolphim As Misericórdias Na sequência da revolução de 1974, a Misericórdia passou a ser dirigida por uma Comissão Administrativa, empossada a 12 de Junho de 1974; a posse é conferida pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Soure. A dinâmica das transformações sociais de então acabou por conduzir à elaboração dos Estatutos de 1982, aprovados em Assembleia Geral de 22 de Outubro desse ano, os quais definiam a Misericórdia como associação de solidariedade social de carácter perpétuo. Doze anos depois, o Compromisso de 1994, aprovado em Assembleia Geral de 18 de Dezembro de1994, veio revogar total e expressamente aqueles estatutos. O seu reconhecimento pela Diocese de Coimbra marcou o regresso da Misericórdia de Soure à normalidade institucional. Tal como a maioria das suas congéneres, a Misericórdia de Soure entrou no séc. XX a exercer a sua actividade a partir das infra-estruturas normalmente afectas as seguintes instituições: a Igreja da Misericórdia (a que já nos referimos), em cujos anexos funcionava a sede social da instituição e o Hospital da Misericórdia. Programa Formação - Acção Constituem objectivos da presente tipologia de intervenção: a) A melhoria dos processos de gestão das entidades de economia social e o reforço das competências dos seus dirigentes, quadros e trabalhadores, com prioridade acrescida para a formação dirigida aos que não tenham uma qualificação de nível secundário, podendo as competências adquiridas no âmbito da formação - acção ser objecto de processos de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC); b) A promoção de formação orientada para o apoio ao desenvolvimento organizacional, para a adopção de modelos de organização da formação favoráveis ao envolvimento na formação dos activos das entidades da economia social com baixas qualificações e para processos que

6 6 conduzam à redução das disparidades entre homens e mulheres em meio laboral, em particular através da sua articulação com os centros «Novas oportunidades» (CNO); c) A promoção do desenvolvimento das entidades da economia social, através do desenvolvimento de acções que promovam a optimização de metodologias e processos de modernização e inovação ao nível da gestão e da prestação de serviços sociais, no sentido de serem uniformizados procedimentos técnicos. Este programa é constituído por duas fases a de Consultoria para elaboração do Diagnóstico e Plano de Intervenção, em curso, com duração até 37,5 horas e a de Formação, a realizar após a conclusão da primeira e de acordo com este Plano, com um total de 75 horas. Na 1ª fase Consultoria, foi preparado um Diagnóstico e um Plano de Intervenção pelo Consultor, através da análise documental e reuniões com os Dirigentes, Técnicos e Coordenadores da Misericórdia. Foram igualmente respondidos questionários disponíveis na Plataforma Aptus.com.pt, que deram origem a relatórios incluídos neste documento, muito centrados na metodologia de Balanced Score Card e Benchmarking. Na 2ª fase Formação, serão levados a cabo Módulos de Formação que dêem resposta às necessidades evidenciadas na 1ª fase, destinados a Mesários, Directores Técnicos, Coordenadores, Técnicos Administrativos, Chefes de Secção, Técnicos de Contabilidade, Técnicos de Recursos Humanos, Técnicos de Tesouraria e outros. Estes módulos contemplarão formação em Sala e em Contexto de Trabalho. A metodologia utilizada teve como base o Benchmarking como instrumento de apoio à melhoria do desempenho organizacional. Assim sendo, num cenário de crescentes exigências ao nível da gestão, as organizações são cada vez mais confrontadas com a necessidade de implementarem ferramentas de gestão que lhes permitam diagnosticar os factores críticos do negócio, com o objectivo de corrigir rotas e de fazer mais e melhor. Este instrumento é então utilizado para melhorar a actividade de gestão propriamente dita, mediante a realização contínua e sistemática de levantamentos, comparações e análises de práticas, processos, produtos e serviços prestados por outras organizações, do mesmo sector. O processo de benchmarking gera informações importantes para que as organizações conheçam diferentes metodologias de lidar com situações e problemas semelhantes e, desta forma, contribui para que as mesmas possam aperfeiçoar os seus próprios processos de trabalho. Os principais interlocutores da instituição Provedor: Reinaldo Ramos Directora Técnica: Dr.ª Célia Godinho

7 7 Decurso dos trabalhos Os objectivos do Programa Formação/Acção para Entidades de Economia Social, promovido e coordenado pela União das Misericórdias Portuguesas, foram considerados prioritários pelos responsáveis da Instituição, no sentido em que demonstraram total disponibilidade e participação na quer quanto à disponibilização documental, nas reuniões de trabalho e na resposta aos questionários da Plataforma APTUS. Neste sentido, presume-se tratar de uma acção capaz de cumprir integralmente com os objectivos do Programa. A União das Misericórdias consciente da necessidade de implementar regras de gestão e princípios organizacionais nas cerca das 400 Misericórdias Portuguesas, suas associadas, tem desenvolvido esforços para proporcionar respostas adequadas a esta realidade. A especificidade das Misericórdias no panorama da Economia Social portuguesa justifica que tenhamos, fundamentadas, preocupações em disponibilizar a estas instituições os melhores instrumentos de gestão e organização. Move-nos o objectivo de tornar as Misericórdias financeiramente sustentáveis elevando se possível, os padrões de qualidade da sua actividade. Nesta determinação dedicaremos especial atenção aos recursos humanos, pois sem trabalhadores qualificados, não poderemos alcançar os objectivos essenciais da nossa missão. O projecto, Misericórdias Gestão Sustentável vai desenvolver um trabalho em diferentes níveis, envolvendo dirigentes, técnicos e trabalhadores de 75 Misericórdias distribuídas pelas regiões Norte, Centro, Alentejo e Algarve. Numa primeira fase o consultor especialista irá, juntamente com os dirigentes, nomeadamente o Provedor da Misericórdia, avaliar a estrutura funcional da instituição. Perante o diagnóstico efectuado, que será analisado também pelos principais técnicos, será concebido um plano de intervenção para a Misericórdia. Nesta estratégia a carga horária de formação assumirá especial importância, pois tanto ao nível do sector administrativo como do sector financeiro há que reorientar os técnicos para novos procedimentos e regras mais eficazes.

8 8 Principais Conclusões e Proposta de Medidas de Acção Saliente-se o facto de que a entidade apresenta uma performance mínima ao nível das áreas de Governance, Gestão Financeira Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Aprovisionamento e Respostas Sociais. Apresenta níveis insuficientes e abaixo da média da amostra nas aras de Gestão de Património e Sistemas de Informação e TIC s A estratégia de Comunicação e Marketing, é um indicador que merece especial atenção Seria importante a realização de Briefings quadrimestrais entre representantes de Misericórdias, a nível distrital, no sentido da partilha de boas práticas Seria importante que entidade considerasse sobre a utilização de plataformas de gestão documental De notar que a existência de um Software de Gestão de Compras e Stocks, seria uma mais-valia para a entidade Seria importante equacionar um sistema de telecomunicações Voip buster, que implicará uma redução de custos a 90 % quanto a telecomunicações Ao nível da Gestão dos Sistemas seria interessante propor o seguinte: o Um inventário do hardware e sua relação com o software com referência às respectivas licenças o Plano de Recovery nos sistemas informáticos o Palavras-chave padronizadas para acesso aos sistemas informáticos A área de Gestão Financeira desta entidade é uma das que apresenta melhores resultados quando comparada com a amostra, contudo seria interessante que adoptasse ferramentas de controlo de gestão financeira mais vantajosas, tais como o Tableaux de Bord com vista à elaboração de um plano de tesouraria mensal que identifique as necessidades de fundo de maneio, a origem e as aplicações dos fundos, dentro do planing. Quanto da Gestão de Recursos Humanos, seria vantajoso que a entidade considerasse: o Subcontratar serviços de Recrutamento e Selecção uma vez que lhe permitirá reduzir ao mínimo risco, hipótese de contratação inadequada com todas as desvantagens dai decorrentes; Deste modo, um processo de Recrutamento e Selecção profissional, envolve as seguintes fases a considerar:

9 9 Análise Curricular e Entrevista de Selecção Teste de personalidade, por ex. ITGZ Teste de Follow-up e Dinâmica de Grupo o Implementar um modelo de Avaliação de Desempenho no sentido de avaliar a performance de equipas de trabalho em detrimento da avaliação individual, o Rever a sua politica de captação e acolhimento de voluntários, no sentido da redução de custos de mão-de-obra, criando por exemplo o que poderíamos designar de quadro de pessoal de honra o Implementar questionários de avaliação da satisfação do colaborador, incluindo os voluntários o Uma maior atenção quanto à avaliação quantificada dos serviços prestados, através de inquéritos, entrevistas e caixas de sugestões/reclamações. o Implementar um registo de cadastro de formação, que permita avaliar o grau de eficácia da acção de formação bem como da evolução de competências dos formandos/colaboradores A Área da Gestão de Aprovisionamentos será espectável que se equacione implementar: o Um instrumento formal de análise e preparação de encomendas o Um sistema de monitorização de Stocks o Suporte informático para controlo de stocks o Suporte que permita analisar discrepâncias entre o stock real e o informático o A Criação de uma cooperativa de compras a nível nacional (Ex: Cooperativa UMP), com ramificações distritais, no sentido de se ganharem sinergias de escala A Área da Gestão do Património também teria melhores performance caso se valorizasse as seguintes medidas: o Nomear um responsável pela gestão do património e proporcionar formação em conformidade o Adquirir software adequado à gestão do património e Adquirir um sistemas de código de barras e/ou RTI para gestão de património

10 10 Principais Propostas de Medidas de Acção Objectivo Acção Impacto Gestão Impacto Financeiro Melhorar a Marketização da missão junto da comunidade Formação-acção ou Consultoria Especializada em Plano Estratégico de Marketing Captação de potenciais utentes Maior segurança e acesso documental Formação-acção ou Consultoria Especializada em plataformas de gestão documental Segurança Documental Redução de Custos com consumíveis Redução de Custos com telecomunicações Implementar plataformas de telecomunicação Voip Buster Redução de Custos com telecomunicações 90% Redução nos custos em telecomunicações Melhorar a gestão dos sistemas informáticos e Cumprimento de obrigações legais Implementar Inventário de hardware/licenças Implementar Planos de Recovery Cumprimento de obrigações legais Melhorar o apoio aos órgãos de decisão Formação-acção ou Consultoria Especializada em plataformas de gestão financeira, tipo Tableaux de Bord Melhoria quanto ao output de dados de apoio á Gestão Apoio à Decisão Profissionalizar o processo de Recrutamento e Selecção de Recursos Humanos Formação-acção ou Consultoria Especializada em Recrutamento e Selecção Mais Produtividade Redução de custos pela via da inadequação ao cargo Profissionalizar o processo de Avaliação de Desempenho Formação-acção ou Consultoria Especializada em Avaliação de Desempenho por equipas Mais Produtividade Redução de custos improdutivos Melhor enquadramento do pessoal Voluntario Implementar Politicas de Reconhecimento Implementar questionários da avaliação da satisfação do colaborador Mais Produtividade Redução de custos improdutivos Melhorar Gestão do património Formação-acção em gestão do património Melhor identificação do valor patrimonial Melhorar Gestão de Compras Estabelecimento de parcerias Ganhos por efeito de economia de escala Redução de custos

11 11 Cronograma geral Medidas Agosto Setembro Outubro Novembro Formação em Gestão Administrativa de Pessoal / actualização da Lei 7 de 2009 novo Código do Trabalho Formação em Custeio Homogéneo. Formação em marketing Comunicacional Caracterização da Misericórdia Com a progressiva normalização do seu funcionamento e com a racionalização dos seus efectivos de pessoal, a Misericórdia de Soure passou a desenvolver actividades culturais e recreativas com reflexos directos no bem-estar dos idosos, proporcionando-lhes terapia ocupacional, favorecendo a interacção geracional, combatendo o isolamento social, satisfazendo anseios espirituais - em resumo, melhorando a qualidade de vida e o equilíbrio emocional e espiritual dos idosos, promovendo o envelhecimento com dignidade. De acordo com o actual Compromisso, A Irmandade da, também designada por Santa Casa da Misericórdia, ou simplesmente Misericórdia de Soure, é uma Associação Pública de Fiéis, constituída na ordem jurídica canónica, com o objectivo de praticar a solidariedade social, concretizada nas Obras de Misericórdia e realizar actos de culto católico, de harmonia com o disposto neste Compromisso. As valências operativas, capacidades instaladas e possibilidades de apoio são as que se indicam nos quadros seguintes: VALÊNCIAS DE APOIO UTENTES APOIADOS TOTAL Lar 86 Apoio Domiciliário 72 Centro de Dia 19 Centro de Convívio CATEGORIAS QUADRO DE PESSOAL EFECTIVOS TOTAL Técnico superior 2 Assistente administrativo 2 Ajudante de Lar e C Dia 34 Ajudante Familiar e Domiciliária 3 Cozinheira 2 Ajudante de cozinha 2 45 Análise Global

12 12 Perspectiva Interna Área Entidade Benchmarking Pontuação Classificação Sinal Amostra Classificação Sinal Estratégia 2.19 Atenção Especial 2.85 Normal Gestão Aprovisionamentos 2.96 Normal 3.26 Normal Gestão Financeira 3.10 Normal 2.99 Normal Gestão Património 1.82 Insuficiente 2.24 Atenção Especial Gestão Recursos Humanos 2.65 Normal 2.80 Normal Governance 3.32 Normal 2.98 Normal Respostas Sociais 3.23 Normal 3.37 Normal Sistemas de Informação e TIC's 2.31 Atenção Especial 2.80 Normal TOTAL 2.82 Normal 2.97 Normal Obteve assim uma pontuação global de 2,82 numa escala de 0 a 5, considerada uma classificação global de Normal, apesar de, relativamente á amostra apresentar valores abaixo daquela em quase todas as áreas, com excepção da área de gestão Financeira e Governance. Apresenta um comportamento a justificar especial atenção, nas áreas de Estratégia, e Sistemas de Informação e TIC s, apresentando maior afastamento em relação à amostra ao nível da Gestão do Património. Identificam-se resultados normais, relativamente à amostra (apesar de ligeiramente abaixo), ao nível da Governance, Respostas Sociais, Gestão Financeira e Gestão de Recursos Humanos. Em termos absolutos, a pior pontuação deu-se ao nível da Área de Gestão de Património.

13 13 Análise por Área Estratégia Questionário Pontuação Classificação Sinal Benchmarking Número de Entidades Amostra Sinal < Média Média COD Área Estratégia - Nível I 2.02 Atenção Especial COD Área Estratégia - Nível II 1.90 Insuficiente COD Área Estratégia - Criação de Valor 2.64 Normal TOTAL 2.19 Atenção Especial Ao nível da estratégia a performance justifica uma Especial Atenção uma vez que apresenta valores abaixo da média da amostra. Ilustração 1 Pontuação da entidade e da amostra em função do máximo possível Regista-se uma performance muito sofrível em todos os itens de estratégia, com especial relevo para a área de estratégia Nível I onde se regista o pior desempenho relativamente à amostra, com uma diferença negativa de 15%. Conclui-se assim, que a Direcção deverá investir na implementação de ferramentas ao nível das variáveis estratégicas, respectivo planeamento e práticas de gestão.

14 14 Análise Desagregada Estratégia - Gestão/Práticas Estratégia Questionário COD 008/COD Área Estratégia I e II Questões Conhecimento do posicionamento e das variáveis chave 1.86 Práticas de gestão 2.09 Implementação da Estratégia 1.83 Observamos, que existe uma Sofrível identificação do posicionamento da entidade, e na sua proactividade relativamente à utilização das suas forças para se confrontar com as ameaças com que se depara, hipotecando o estabelecimento de algumas parcerias e o recurso a algum voluntariado, assumindo que genericamente o seu posicionamento estratégico, respectiva reflexão e a implementação da estratégia é consideravelmente insatisfatório, também ao nível da identificação de objectivos de médio e longo prazo, calendarização e responsabilização. Questionário: COD Área Estratégia - Nível I Benchmarking Questão Resposta Não Responde Podia ser melhor Necessita de atenção Normal Razoável Muito Excelente Não pode ser melhor 32 - Estão identificadas as "Forças", "Fraquezas", "Ameaças" e "Oportunidades" actuais da entidade? 33 - Existe uma atitude proactiva no que diz respeito à utilização das forças para combater as ameaças? 34 - Existe uma atitude proactiva no que diz respeito ao aproveitamento das oportunidades para suprir as fraquezas? A missão e visão da entidade encontram-se escritas formalmente? Normal Razoável Razoável Excelente A entidade possui métodos para comparar o seu desempenho com entidades similares? Podia ser melhor O balanço "Cumprimento da Missão" Vs "Sustentabilidade Económico-financeira" encontra-se bem equilibrado? Razoável Existe algum processo de reflexão que permita antecipar evoluções (previsíveis) futuras? A entidade têm alguma estratégia explícita de captação e integração de voluntários? Podia ser melhor Podia ser melhor A entidade procura o estabelecimento de parcerias estratégicas? Os "gestores" da entidade empenham-se no planeamento? São estabelecidos objectivos de m.l.p. prazo? Podia ser melhor São considerados cenários alternativos? Podia ser

15 O processo de implementação da estratégia é claro na responsabilização? O processo de implementação da estratégia é claro na calendarização das actividades? O processo de implementação da estratégia é claro na distribuição dos recursos? O processo de implementação da estratégia é claro na definição de prioridades dos colaboradores? melhor Podia ser melhor Podia ser melhor Podia ser melhor Podia ser melhor Questionário : COD Área Estratégia - Nível II Questão A direcção analisa regularmente o desempenho da entidade com o intuito concreto de avaliar a eficácia das estratégias? A direcção formula estratégias considerando as necessidades e/ou capacidades dos agentes intervenientes, definindo acções para potenciar o seu desempenho? A entidade define indicadores para avaliar a implementação das estratégias e estabelece metas periodificadas? As estratégias são traduzidas em planos de acção com identificação dos recursos necessários à sua implementação? A entidade possui métodos para comparar o seu desempenho com entidades similares? Os recursos encontram-se perfeitamente alinhados e enquadrados com os vectores chave da estratégia preconizada pela entidade? A entidade tem por norma a recolha formal de informações actualizadas sobre a Respos ta Podia ser melhor Podia ser melhor Podia ser melhor Necessit a de atenção Podia ser melhor Não Respon de Podia ser melh or Necessi ta de atençã o Benchmarking Norm al Razoá vel Bo m Muit o Bo m Excelen te Não pode ser melh or

16 16 evolução da comunidade, de potenciais utentes e das suas necessidades? A entidade já recorreu ou recorre a algum agente externo no sentido de procurar apoio para o desenvolvimento e consolidação de novas estratégias? As metas e indicadores de realização/cumprimento/a lcance da estratégia são frequentemente revistos e discutidos? Muito Podia ser melhor Quando existem desvios ao cumprimento da estratégia são tomadas atempadamente acções correctivas? Podia ser melhor Deste modo se confirma com base nos quadros anteriores que um adequado planeamento estratégico da actividade da instituição, bem como uma envolvente conseguida em termos de apoio nessa área favoreceria fortemente a performance global da entidade. De salientar o aspecto francamente positivo quanto á iniciativa que a entidade promoveu no sentido de procurar estabelecer parcerias com um agente externo no sentido de desenvolver e consolidar novas estratégias. Questionário COD Área Estratégia Criação de Valor Questões Identificação 2.83 Medição 2.20 Divulgação 2.00 Do mesmo modo, ou seja, actuando na mesma direcção, confirma-se que existe uma fraca noção das necessidades da comunidade, assim como também dos impactes conseguidos pelas acções da instituição, acompanhado de um fraco desempenho quanto à divulgação das acções promovidas e quanto à auscultação dos utentes e familiares, no sentido do desenvolvimento da missão da entidade, entendida como estratégia chave para o reconhecimento da criação de valor.

17 17 Questionário : COD Área Estratégia - Criação de Valor Questão 8 - A entidade consegue identificar bem as externalidades que gera para a comunidade? 9 - A entidade consegue "medir" bem as externalidades que gera para a comunidade? 10 - O valor das externalidades positivas geradas é bem percebido pelos mecenas/potenciais financiadores? 12 - A entidade já efectou algum estudo que lhe permitisse quantificar o valor gerado na comunidade (externalidades positivas)? Como classifica a percepção que a comunidade tem do valor criado pela entidade? Existe uma preocupação constante da entidade, com a melhoria dos processos chave que criam efectivamente valor para os seus utentes (actuais e potenciais)? Os utentes são "ouvidos e achados" no processo de desenvolvimento da missão da entidade, enquanto elementos chave para o reconhecimento da criação de valor? Como se apresenta a satisfação dos agentes com os quais a entidade se relaciona, nomeadamente os familiares e outros grupos de referência dos utentes? Como se apresenta a satisfação dos agentes com os quais a entidade se relaciona, Resposta Não Responde Benchmarking Deficiente Insuficiente Normal Muito Normal Deficiente Deficiente Deficiente Deficiente

18 Gestão Sustentável - Diagnóstico de Gestão - Relatório 18 nomeadamente os colaboradores da entidade? Como avalia o cumprimento da missão por parte da entidade? Como avalia a "Marketização"/Divulgação do valor acrescentado proporcionado à comunidade/utentes? Insuficiente A entidade apresenta como principal ponto Forte a relação Qualidade / Preço que disponibiliza aos seus utentes. Já relativamente aos pontos Fracos focaliza no facto de não conseguir no momento organizar serviços de enfermagem e médico em regime de horário completo. Pontos Fortes/Fracos Serviços Médicos 2 Serviços de Enfermagem 3 Pessoal Técnico 5 Prestação de Serviços 5 Preço Praticados

19 19 Governance Questionário Pontuação Classificação Sinal Benchmarking Número de Entidades COD Área Governance - Como se organiza a gestão de topo directores eleitos e processo de tomada de decisão? COD Área Governance - Grau de conhecimento/percepção que existe dos utentes COD Área Governance - Transparência, Liderança e Etica de Gestão COD Área Governance - Qualidade & Inovação COD Área Governance - Comunicação & Marketing I COD Área Governance - Comunicação & Marketing II COD Área Governance - Relações com a Comunidade Amostra Sinal < Média Média 5.00 Muito Normal Normal Muito Insuficiente Normal TOTAL 3.32 Normal A performance a este nível é considerada Normal, é inclusive um dos dois sectores onde a entidade apresenta melhor classificação face aos restantes indicadores, assumindo um indicador superior à média da amostra quanto à organização da gestão de topo, directores eleitos e processo de tomada de decisão, com o correspondente impacto positivo quanto á performance da entidade. Porém, ao nível da Comunicação e Marketing a entidade apresenta uma forte penalização, em especial quanto á forma de comunicação e quanto á utilização das novas tecnologias via Internet aspecto deficiente também em termos da amostra.

20 20 Para além do já referido em termos da Comunicação e Marketing, verifica-se uma acentuada e generalizada superioridade em relação à média da amostra, principalmente em termos da organização da gestão de topo, directores eleitos e processo de tomada de decisão, com uma diferença positiva de 18%.

21 21 Questionário COD Área Governance - Modelo de funcionamento da direcção Questões Processo tomada decisão 4.17 Intervenção da direcção na gestão operacional 5.00 Organização interna da direcção 5.00 Como se pode demonstrar através dos resultados obtidos nestes quadros, podemos concluir duma excelente boa prática de gestão, até no que se refere à agilidade no processo de tomada de decisão, bem como ao nível do apoio da estrutura organizacional para o processo de tomada de decisão e de comunicação interna, e muito principalmente pelo adequado acompanhamento na implementação das decisões por parte da direcção, que provavelmente se reflecte pelo facto de existir na entidade em permanência quase constante, na figura do Sr. Provedor. Questionário : COD Área Governance - Como se organiza a gestão de topo directores eleitos e processo de tomada de decisão? Questão 40 - As decisões importantes da entidade são tomadas por mais que uma 1 pessoa? 41 - Existe um registo (actas/memorandos/ ) das reuniões e decisões tomadas pela direcção? Resposta Benchmarking Sim Não Sim 72 4 Sim O processo de tomada de decisão é muito moroso? Não A estrutura organizacional da entidade facilita os processos de comunicação internos? A estrutura organizacional da entidade facilita os processos de tomada de decisão? A direcção revê periodicamente os seus princípios de actuação de forma a melhora-los? Sim Sim 66 8 Sim A direcção têm normas de funcionamento? Sim É procurado o consenso entre directores na tomada de decisões importantes? A maioria dos directores têm cargos de responsabilidade executiva? Sim 74 0 Sim Em mais de 90% do tempo existe em permanência na Sim 60 14

22 22 entidade pelo menos 1 director? A direcção reúne regularmente? Sim As normas instituidas para o funcionamento da direcção são cumpridas? A direcção concentra as suas preocupações/decisões nas áreas estratégicas, delegando as questões operacionais nas chefias intermédias? A direcção reune regularmente com as chefias intermédias? A direcção no processo de tomada de decisões solicita opiniões e/ou pareceres às chefias intermédias? A direcção acompanha a implementação das decisões que toma? Sim 73 1 Sim Sim Sim 70 4 Sim 73 1 Questionário COD Área Governance - Grau de conhecimento/percepção que existe dos utentes Questões Conhecimento 3.50 Relacionamento 4.17 Compreensão da realidade familiar do utente 4.00 Existindo um cumprimento da missão Muito por parte da entidade, que assume uma relevante importância junto da comunidade, alguns aspectos favorecem claramente o resultado desta análise principalmente tendo em conta o esforço que a entidade promove no sentido de procurar estabelecer boas praticas de relacionamento com os utentes e familiares e em sequência conseguindo um aceitável feedback quanto á compreensão da realidade familiar dos mesmos. Questionário : COD Área Governance - Grau de conhecimento/percepção que existe dos utentes Questão Respo sta Não Respon de Podi a ser melh or Necess ita de atençã o Benchmarking Norm al Razoá vel Bo m Mui to Bo m Excele nte Não pode ser melh or 1 - Como considera o

Relatório Diagnóstico

Relatório Diagnóstico Santa Casa da Misericórdia da Lousã Relatório Diagnóstico Área Gestão Global Consultor: Júlio César Estrelinha 2009-07-31 2 Trabalho desenvolvido no âmbito do programa de formação acção da União das Misericórdias

Leia mais

Financiamento. Execução. Template. Plataforma. Consultor: Cristina Ferreira. Gestão Sustentável Diagnóstico de Gestão Relatório

Financiamento. Execução. Template. Plataforma. Consultor: Cristina Ferreira. Gestão Sustentável Diagnóstico de Gestão Relatório Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Gaia Relatório Diagnóstico Área Gestão Global Consultor: Cristina Ferreira 2009-07-31 2 Trabalho desenvolvido no âmbito do programa de formação acção da União

Leia mais

Financiamento. Execução. Template. Plataforma. Consultor: Cristina Ferreira. Gestão Sustentável Diagnóstico de Gestão Relatório

Financiamento. Execução. Template. Plataforma. Consultor: Cristina Ferreira. Gestão Sustentável Diagnóstico de Gestão Relatório Santa Casa da Misericórdia Relatório Diagnóstico Área Gestão Global Consultor: Cristina Ferreira 31-12-2010 2 Trabalho desenvolvido no âmbito do programa de formação acção da União das Misericórdias Portuguesas

Leia mais

Execução Avaliação Template

Execução Avaliação Template Relatório Diagnóstico Área Gestão Global Consultor: Fernando J.R. Brazão 2009 2 Trabalho desenvolvido no âmbito do programa de formação acção da União das Misericórdias Portuguesas denominado Gestão Sustentável

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA PARTE I - MISSÃO, VALORES, VISÃO E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DO COMISSARIADO DA AUDITORIA O Comissariado da Auditoria (CA) funciona como órgão independente na

Leia mais

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Auditoria do Tribunal de Contas à Direcção Geral do Tesouro no âmbito da Contabilidade do Tesouro de 2000 (Relatório n.º 18/2002 2ª Secção) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

A auditoria à Conta Geral da. Regiã o Administrativa Especial de Macau. no â mbito da prestaçã o de contas

A auditoria à Conta Geral da. Regiã o Administrativa Especial de Macau. no â mbito da prestaçã o de contas A auditoria à Conta Geral da Regiã o Administrativa Especial de Macau no â mbito da prestaçã o de contas São Tomé e Príncipe, 11-14 de Outubro de 2010 VI Assembleia Geral da OISC/CPLP Índice 1. Introdução

Leia mais

Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS

Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para se focalizar na concretização dos objectivos do serviço e garantir que

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

A Nossa Oferta Formativa para a Administração Pública

A Nossa Oferta Formativa para a Administração Pública A Nossa Oferta Formativa para a Administração Pública 2011 DESIGNAÇÃO A inscrição poderá DO CURSO ser efectuada Nº através DE do PREÇO site POR www.significado.pt Para mais informações, por favor contacte

Leia mais

Consultoria de Gestão Sistemas Integrados de Gestão Contabilidade e Fiscalidade Recursos Humanos Marketing e Comunicação Consultoria Financeira JOPAC SOLUÇÕES GLOBAIS de GESTÃO jopac.pt «A mudança é a

Leia mais

POLÍTICA E CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA

POLÍTICA E CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA POLÍTICA E CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA POLÍTICA DE ÉTICA A Política de Ética do CPCBeja está reflectida no Código de Conduta e Ética e integra os seguintes Princípios e Orientações: - Direitos e Dignidade

Leia mais

A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE NA CERCIMARCO. Dra. Paula Lima

A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE NA CERCIMARCO. Dra. Paula Lima A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE NA CERCIMARCO Dra. Paula Lima Breve apresentação da CERCIMARCO MISSÃO Desenvolver respostas ajustadas às necessidades das pessoas com deficiência ou com problemas de inserção

Leia mais

Tipologia de Intervenção 6.4

Tipologia de Intervenção 6.4 Documento Enquadrador Tipologia de Intervenção 6.4 Qualidade dos Serviços e Organizações Acções de consultoria inseridas no processo que visa conferir uma certificação de qualidade às organizações que

Leia mais

Fazer hoje melhor do que ontem. Manual da Qualidade. Versão 19 de 20100122

Fazer hoje melhor do que ontem. Manual da Qualidade. Versão 19 de 20100122 Fazer hoje melhor do que ontem Manual da Qualidade Índice Parte 1 - Estrutura da organização Breve enquadramento histórico Organograma Parte 2 - Personalidade da organização Modelo de enquadramento da

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade e Auditorias (Mestrado em Engenharia Alimentar) Gestão da Qualidade (Mestrado em Biocombustívies) ESAC/João Noronha Novembro

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS

2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS - DOCUMENTO 15 Extractos dos Referentes Externos e Internos que suportam o Referencial 2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS REFERENTES EXTERNOS LEGISLAÇÃO Lei nº 31/2002 de 20 de Dezembro CAPÍTULO I Sistema

Leia mais

BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS

BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS -1- AGENDA Quem somos Modelo de Gestão Gestão por Objectivos - BSC Conclusões e Resultados -2- AGENDA Quem somos -3- O QUE FAZEMOS

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Governação Hospitalar

Governação Hospitalar Aviso: Este projecto encontra-se em fase-piloto e, sem autorização, não pode ser usado para outros fins. Se necessário, contacte o coordenador do DUQuE através de duque@fadq.org Governação Hospitalar em

Leia mais

RECURSOS HUMANOS. Gestão Estratégica de. RH Management Series. www.iirangola.com LUANDA. Planificação Estratégica de Recursos Humanos

RECURSOS HUMANOS. Gestão Estratégica de. RH Management Series. www.iirangola.com LUANDA. Planificação Estratégica de Recursos Humanos RH Management Series Advanced Training for Strategic Advantage CICLO DE FORMAÇÃO EM Gestão Estratégica de RECURSOS HUMANOS Planificação Estratégica de Recursos s SEMINÁRIO Recrutamento, Selecção & Entrevista

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação Câmara Municipal do Funchal Divisão de Atendimento e Informação INDICE Promulgação Âmbito Exclusões Hierarquia da documentação do Sistema de Gestão da Qualidade Política da Qualidade Missão e Visão Apresentação

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento orientações Rede Bibliotecas Escolares Sumário Nota introdutória... 2 Orientações Director... 3 Professor bibliotecário... 5 Docentes... 10

Leia mais

Capítulo Descrição Página

Capítulo Descrição Página MANUAL DA QUALIIDADE ÍNDICE Capítulo Descrição Página 1 Apresentação da ILC Instrumentos de Laboratório e Científicos, Lda Dados sobre a ILC, sua história, sua organização e modo de funcionamento 2 Política

Leia mais

Advisory(Assessoria de Gestão)

Advisory(Assessoria de Gestão) Advisory(Assessoria de Gestão) Explorar a floresta aproveitando a incerteza, sem se perder entre as árvores As empresas que estão claramente focadas na criação de valor demonstram que sabem o que fazem,

Leia mais

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE 1. REFERÊNCIAS [1] - Bases Gerais para a Implementação de Sistemas de Gestão da Manutenção de Material Circulante, Instrução Técnica 5, INCFA

Leia mais

Controlo interno das instituições de auditoria do governo

Controlo interno das instituições de auditoria do governo SEMINÁRIO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE TÉCNICAS DE AUDITORIA 26 27.02.2009 Controlo interno das instituições de auditoria do governo Autor: Lau Tak Kun (Terence) Comissariado da Auditoria de Macau Índice

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

«As organizações excelentes gerem, desenvolvem e libertam todo o potencial dos seus colaboradores ao nível individual, de equipa e organizacional.

«As organizações excelentes gerem, desenvolvem e libertam todo o potencial dos seus colaboradores ao nível individual, de equipa e organizacional. A melhoria não é um acontecimento pontual ( ) um processo que necessita de ser planeado, desenvolvido e concretizado ao longo do tempo em sucessivas vagas, produzindo uma aprendizagem permanente. De acordo

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão da Qualidade

Manual do Sistema de Gestão da Qualidade Formamos Pessoas! Concebemos Soluções! Manual do Sistema de Gestão da Qualidade Elaborado por Revisto por Aprovado por GT-ISO GT-ISO DT 17 de Novembro de 2011 Código do Documento : MP_DG_MSGQ Versão 2.1

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-ACÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE 3. Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete 65 66 3.1 Objectivos e Princípios Orientadores O sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete, adiante designado

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

QUALIDADE NO 3.º SECTOR EXPERIÊNCIA DE CERTIFICAÇÃO DA RESPOSTA SOCIAL CRECHE. 20 de Maio 2008 Qualidade e Qualificação 3º Sector

QUALIDADE NO 3.º SECTOR EXPERIÊNCIA DE CERTIFICAÇÃO DA RESPOSTA SOCIAL CRECHE. 20 de Maio 2008 Qualidade e Qualificação 3º Sector QUALIDADE NO 3.º SECTOR EXPERIÊNCIA DE CERTIFICAÇÃO DA RESPOSTA SOCIAL CRECHE 20 de Maio 2008 Qualidade e Qualificação 3º Sector Enquadramento para a Qualidade Estratégia de Desenvolvimento; Diferenciação;

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO PROGRAMA FORMAÇÃO-ACÇÃO PME

CARACTERIZAÇÃO DO PROGRAMA FORMAÇÃO-ACÇÃO PME CARACTERIZAÇÃO DO PROGRAMA FORMAÇÃO-ACÇÃO PME NATUREZA DO PROGRAMA O Programa Formação-Acção PME consiste num itinerário de Formação e Consultoria Especializada (Formação-Acção Individualizada), inteiramente

Leia mais

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como SISTEMA DE DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO DAS OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO EM REDE Nota: documento elaborado pela INTELI Inteligência em Inovação, no âmbito da consultadoria prestada

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

Após as já distantes datas de

Após as já distantes datas de C o n t a b i l i d a d e TOC 90 - Setembro 2007 A implementação do POCP e dos planos sectoriais nos serviços autónomos da Administração Central: estudo e análise Por José Araújo Partindo de um trabalho

Leia mais

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Decreto-Lei estabelece o regime jurídico da carreira dos

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI)

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) Setembro de 2009/ Dezembro de 2010 Índice Introdução.. 3 Etapas de intervenção... 4 Âmbito de intervenção.. 5 Objectivos estratégicos..... 5 Metas.. 5 Equipa....

Leia mais

Referencial técnico-pedagógico da intervenção

Referencial técnico-pedagógico da intervenção Referencial técnico-pedagógico da intervenção De seguida explicitamos os referenciais técnico-pedagógicos das fases do MOVE-PME que carecem de uma sistematização constituindo factores de diferenciação

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

Manual Prático de Avaliação do Desempenho

Manual Prático de Avaliação do Desempenho Tendo em conta o planeamento das actividades do serviço, deve ser acordado conjuntamente entre o superior hierárquico e o trabalhador, o plano individual e os objectivos definidos para o período em avaliação.

Leia mais

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO 10 O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO António Gonçalves REVISOR OFICIAL DE CONTAS 1. Introdução O presente artigo procura reflectir o entendimento

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Exposição de motivos Tendo em consideração que a Administração Pública tem como objectivo fundamental

Leia mais

ISEL REGULAMENTO DO GABINETE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA. Aprovado pelo Presidente do ISEL em LISBOA

ISEL REGULAMENTO DO GABINETE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA. Aprovado pelo Presidente do ISEL em LISBOA REGULAMENTO DO DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Aprovado pelo Presidente do ISEL em INTRODUÇÃO No âmbito da gestão pública a Auditoria Interna é uma alavanca de modernização e um instrumento

Leia mais

Empenhamo-nos no que fazemos e fazemos bem

Empenhamo-nos no que fazemos e fazemos bem Empenhamo-nos no que fazemos e fazemos bem Localização: Amadora, Venda Nova, Rua Henrique de Paiva Couceiro (Sede), (onde se encontra o CNO) Colaboradores : Total: Funcionários: 84 Formadores: 58 CNO:

Leia mais

2011/07/07 MQ-01/02 01/02-2011/07/07

2011/07/07 MQ-01/02 01/02-2011/07/07 MQ-01/02 01/02-2011/07/07 2011/07/07 NOTA: No caso de imprimir este documento, o mesmo passa automaticamente a Cópia Não Controlada ; a sua utilização implica a confirmação prévia de que corresponde à

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de Pessoas) na Gestão Empresarial Marketing Interno Licenciatura de Comunicação Empresarial 3º Ano Docente: Dr. Jorge Remondes / Discente: Ana Teresa Cardoso

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

Gestão da Qualidade. Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1

Gestão da Qualidade. Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Gestão da Qualidade Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Indicador de Desempenho definição Um Indicador de Desempenho é uma

Leia mais

Sílvia Pereira Marketing e Comunicação Joana Santos SI de Gestão Estratégica

Sílvia Pereira Marketing e Comunicação Joana Santos SI de Gestão Estratégica Sílvia Pereira Marketing e Comunicação Joana Santos SI de Gestão Estratégica www.quidgest.com quidgest@quidgest.com Quem somos Desenvolvemos SI desde 1988 Trabalhamos com Grandes Empresas e Organismos

Leia mais

A Câmara Municipal de Rio Maior e o papel do Curso de Educação e Comunicação Multimédia no Gabinete de Imagem, Comunicação e Relações Públicas

A Câmara Municipal de Rio Maior e o papel do Curso de Educação e Comunicação Multimédia no Gabinete de Imagem, Comunicação e Relações Públicas A Câmara Municipal de Rio Maior e o papel do Curso de Educação e Comunicação Multimédia no Gabinete de Imagem, Comunicação e Relações Públicas Psicologia organizacional A Psicologia Organizacional, inicialmente

Leia mais

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N. Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.º 32603 INTRODUÇÃO Na área do controlo de gestão chamamos atenção para

Leia mais

Políticas 2013. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos

Políticas 2013. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos Sistema de Gestão da Qualidade Políticas 2013 1 Índice 1. Enquadramento 2. Visão, Missão e Políticas 3. Posicionamento Estratégico 4. Políticas 5. Mapa de controlo das alterações efetuadas 2 1. Enquadramento

Leia mais

ASSOCIAÇÃO AMIGOS DA GRANDE IDADE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

ASSOCIAÇÃO AMIGOS DA GRANDE IDADE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ASSOCIAÇÃO AMIGOS DA GRANDE IDADE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ÁREAS DE INTERVENÇÃO REFLEXÃO E REGISTO (PLATAFORMA) INVESTIGAÇÃO EM FUNÇÃO DE NECESSIDADES INTERVENÇÃO PUBLICA, POLITICA E INFLUÊNCIA FORMAÇÃO

Leia mais

O controlo de gestão nas unidades de saúde: o Balanced Scorecard

O controlo de gestão nas unidades de saúde: o Balanced Scorecard O controlo de gestão nas unidades de saúde: o Balanced Scorecard P o r C a r l o s M a n u e l S o u s a R i b e i r o O Balanced Scorecard apresenta-se como alternativa viável aos tradicionais sistemas

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

Relatório de Avaliação. Curso: Liderança para Chefias Intermédias e Jovens Quadros

Relatório de Avaliação. Curso: Liderança para Chefias Intermédias e Jovens Quadros Relatório de Avaliação Curso: Liderança para Chefias Intermédias e Jovens Quadros Praia, 01 de Novembro de 2010 Índice 1. ENQUADRAMENTO 2. OBJECTIVOS DO DOCUMENTO PARTE I - ENQUADRAMENTO DO CURSO E METODOLOGIA

Leia mais

Política de Responsabilidade Social

Política de Responsabilidade Social Política de Responsabilidade Social e Programa 2015 I. ENQUADRAMENTO A criação da Fábrica do Chocolate materializa por si só o sentido de responsabilidade social da empresa e das pessoas envolvidas na

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

SIADAP Lei n.º 66-B/07. Gestão Por Objectivos (GPO)

SIADAP Lei n.º 66-B/07. Gestão Por Objectivos (GPO) SIADAP Lei n.º 66-B/07 Gestão Por Objectivos (GPO) Novas e Melhores Políticas Públicas para novas necessidades. ONTEM AP: Vertical hierarquizada, inflexível A logica da oferta: serviço compartimentalizado

Leia mais

T&E Tendências & Estratégia

T&E Tendências & Estratégia FUTURE TRENDS T&E Tendências & Estratégia Newsletter número 1 Março 2003 TEMA deste número: Desenvolvimento e Gestão de Competências EDITORIAL A newsletter Tendências & Estratégia pretende ser um veículo

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO Pág. 2 de 16 Se está a receber este documento, isto já significa que é alguém especial para a UEM Unidade de Estruturas Metálicas SA. Convidamo-lo

Leia mais

FICHA TÉCNICA. TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Relatório de Sustentabilidade 2008

FICHA TÉCNICA. TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Relatório de Sustentabilidade 2008 FICHA TÉCNICA TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Relatório de Sustentabilidade 2008 EDITOR INAC Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Rua B Edifícios 4 e Santa Cruz Aeroporto de Lisboa

Leia mais

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional 1024036 - PROFIFORMA, GABINETE DE CONSULTADORIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, LDA Missão É missão do CQEP Profiforma: -

Leia mais

8226 Diário da República, 1.ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007

8226 Diário da República, 1.ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007 8226 Diário da República, ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007 da Madeira os Drs. Rui Nuno Barros Cortez e Gonçalo Bruno Pinto Henriques. Aprovada em sessão plenária da Assembleia Legislativa da Região

Leia mais

E q n u q a u dr d a r me m n e t n o S st s e t m e a m d e d e Ge G s e t s ã t o d a d Q u Q a u lida d de

E q n u q a u dr d a r me m n e t n o S st s e t m e a m d e d e Ge G s e t s ã t o d a d Q u Q a u lida d de Sistema de Gestão e de Garantia da Qualidade Agenda Enquadramento Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Garantia da Qualidade 2 Enquadramento Estatutos da ESHTE Prossecução de objectivos de qualificação

Leia mais

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM por Engº João Barata (jbarata@ctcv.pt), CTCV Inovação Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro 1. - INTRODUÇÃO Os sub-sistemas de gestão, qualquer que seja o seu

Leia mais

Manual de Procedimentos das Entidades Beneficiárias

Manual de Procedimentos das Entidades Beneficiárias Manual de Procedimentos das Entidades Beneficiárias ÍNDICE Introdução...2 Capítulo I Programa Formação Ação para PME...3 I.1 Objetivos...3 I.2 Metodologia de Intervenção...4 I.3 Equipas de Intervenção...11

Leia mais

European Foundation for Quality Management na Secretaria-Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

European Foundation for Quality Management na Secretaria-Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior European Foundation for Quality Management na Secretaria-Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 1 ÍNDICE 1. A Secretaria-Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Leia mais

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e Ética 6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e de Ética ETICA COMPROMISSO CONDUTA EMPRESAS PROFISSIONAL PRINCÍPIOS INDEPENDÊNCIA DEVERES CLIENTES EXIGÊNCIAS PÚBLICO

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA 1/21 ANÁLISE DA ENVOLVENTE EXTERNA À EMPRESA... 3 1. Análise do Meio Envolvente... 3 2. Análise da Evolução do Mercado... 7 3. Análise da Realidade Concorrencial...

Leia mais

Executive breakfast Planeamento, Controlo e Gestão de Recursos Públicos. 24 de Fevereiro de 2015

Executive breakfast Planeamento, Controlo e Gestão de Recursos Públicos. 24 de Fevereiro de 2015 Executive breakfast Planeamento, Controlo e Gestão de Recursos Públicos 24 de Fevereiro de 2015 1 Agenda 08:00-8:30 Recepção 08:30-8:45 Abertura Margarida Bajanca, Partner Deloitte 08:45-9:30 Melhores

Leia mais

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito

Leia mais

Finanças para Não Financeiros

Finanças para Não Financeiros www.pwc.pt/academy Finanças para Não Financeiros Academia da PwC Este curso permite-lhe compreender melhor as demonstrações financeiras, os termos utilizados e interpretar os principais indicadores sobre

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

Casos de Estudo nacionais Traduzir a estratégia em ação com o BSC. Joana Miguel Santos

Casos de Estudo nacionais Traduzir a estratégia em ação com o BSC. Joana Miguel Santos Casos de Estudo nacionais Traduzir a estratégia em ação com o BSC Joana Miguel Santos Caso de Sucesso: Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social

Leia mais

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria PROGRAMA Qualidade Produto Marca Própria - Distribuição Princípios da Qualidade/ ISO 9001 Certificação/Processo de Certificação

Leia mais

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS questionários de avaliação da satisfação creche CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS 2ª edição (revista) UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Governo da República Portuguesa SEGURANÇA SOCIAL INSTITUTO DA

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Lei nº 10/96 De 18 de Outubro A actividade petrolífera vem assumindo nos últimos tempos importância fundamental no contexto da economia nacional, constituindo por isso,

Leia mais

O modelo de balanced scorecard

O modelo de balanced scorecard O modelo de balanced scorecard Existe um modelo chamado balanced scorecard que pode ser útil para medir o grau de cumprimento da nossa missão. Trata-se de um conjunto de medidas quantificáveis, cuidadosamente

Leia mais

Regulamento das Consultas Externas. Índice

Regulamento das Consultas Externas. Índice Índice CAPÍTULO I...4 DISPOSIÇÕES GERAIS...4 ARTIGO 1º...4 (Noção de Consulta Externa)...4 ARTIGO 2º...4 (Tipos de Consultas Externas)...4 ARTIGO 3º...4 (Objectivos do Serviço de Consulta Externa)...4

Leia mais

www.pwc.com/ao Auditoria interna Os desafios da Auditoria Interna em Angola 09 de Junho de 2014

www.pwc.com/ao Auditoria interna Os desafios da Auditoria Interna em Angola 09 de Junho de 2014 www.pwc.com/ao Auditoria interna Os desafios da Auditoria Interna em Angola Estrutura 1. Introdução ao tema 2. Estado actual da profissão 3. Definindo o caminho para aumentar o valor da auditoria interna:

Leia mais

VINIPORTUGAL Plano Estratégico 2012 / 2014 VINIPORTUGAL. Associação Interprofissional. para a. Promoção dos Vinhos de Portugal

VINIPORTUGAL Plano Estratégico 2012 / 2014 VINIPORTUGAL. Associação Interprofissional. para a. Promoção dos Vinhos de Portugal VINIPORTUGAL Plano Estratégico 2012 / 2014 VINIPORTUGAL Associação Interprofissional para a Promoção dos Vinhos de Portugal I - PLANO ESTRATÉGICO (CORPORATE BUSINESS PLAN) Desenvolver e executar estratégias

Leia mais

Código de Conduta para as Estatísticas Europeias

Código de Conduta para as Estatísticas Europeias Código de Conduta para as Estatísticas Europeias Adotado pelo Comité do Sistema Estatístico Europeu em 28 de setembro de 2011 Tradução realizada pelo INE, IP Preâmbulo Visão do Sistema Estatístico Europeu

Leia mais