Nos primórdios da informática os computadores não tinham algo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Nos primórdios da informática os computadores não tinham algo"

Transcrição

1

2

3 editorial Editorial THE CLUB Av. Profº Celso Ferreira da Silva, 190 Jd. Europa - Avaré - SP - CEP Informações: (14) Suporte: (14) Fax: (14) Internet Cadastro: Suporte: Informações: Dúvidas Correspondência ou fax com dúvidas devem ser enviados ao - THE CLUB, indicando Suporte. Opinião Se você quer dar a sua opinião sobre o clube em geral, mande a sua correspondência para a seção Tire sua dúvida. Queridos leitores da The Club Megazine, Nossa revista está cheia de matérias interessantes este mês, como sempre, começando com o artigo de nosso amigo Mauro Sant anna, sobre o Silverlight. Este programa lançado não há muito tempo pela Microsoft começa a se disseminar e tem potencial para se tornar uma importante ferramenta para os desenvolvedores. O Fábio Câmara também publica um artigo sobre o MSF, com as 10 perguntas que as pessoas mais fazem a respeito do assunto. Não deixe de ler também as matérias Criação de integridade referencial, Interatividade com Intraweb, a matéria do Marcelo Nogueira, Obtendo vantagem competitiva com a implementação do business inteligent e outras, sem esquecer é claro, das Dicas e Truques. Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da revista The Club Megazine são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Impressão e acabamento: HIPERGRAF Indústria Gráfica Tel.: (14) Cep Rua Francisca A. Pereira Borges, 436 Barra Bonita - Vila São Caetano Tiragem: exemplares Nos vemos no mês que vem. Boa leitura! sumário - Editorial A Evolução das Interfaces com usuário e o Microsoft Silverlight Copyright The Club Megazine perguntas sobre MSF Criação de Integridade Referencial Diretor Técnico Mauro Sant Anna Colaboradores Mauto Sant Anna Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários. - Interatividade com Intraweb Usando o TOleContainer para integrar o MS-Word a aplicações Delphi Obtendo vantagem competitiva com a implementação do business inteligent Dicas & Truques

4 silverlight Nos primórdios da informática os computadores não tinham algo que pudesse ser chamado de interface com o usuário da maneira que conhecemos hoje: a entrada de dados era feita com cartões perfurados e a saída através de outros cartões perfurados ou impressora. Fitas de papel perfurado também eram uma alternativa aos cartões. Não tardou para que alguém tivesse a idéia de ligar ao computador um teletipo uma máquina eletromecânica que existe desde o início do século XX usada para enviar telegramas através de linhas de comunicação telegráficas. O teletipo consumia bastante papel, o que levou à criação do teletipo de vidro, onde o papel era substituído por uma tela de televisão, onde os caracteres rolavam. O passo seguinte foi permitir endereçar qualquer posição, para uma manipulação bidimensional da tela. Esta é a tecnologia usada pelos terminais IBM 3270 e também pelo IBM PC original. Como os dados exibidos eram sempre caracteres, essa interface recebeu o nome de CUI Caracter User Interface. Embora obsoleta, ela ainda é usada em várias aplicações, notoriamente em automação comercial. O passo seguinte foram as interfaces gráficas. Uma tecnologia desenvolvida originalmente pela XEROX e popularizada inicialmente pela Apple e depois pela Microsoft, no Windows 3.0. Até agora a evolução foi linear, com a etapa seguinte substituindo a anterior com vantagens. No entanto, quando a Internet apareceu, ela tinha vantagens e desvantagens sobre as interfaces gráficas como a do Windows. As principais vantagens da Web eram a facilidade de distribuição dos aplicativos (basta colocar o aplicativo em um único lugar, o web) e a independência de plataforma no cliente (vários sistemas operacionais e navegadores). Por outro lado, os aplicativos Web têm várias desvantagens: são lentos, exigem o uso de mouse, não funcionam sem a conexão Internet e têm dificuldade em controlar precisamente a impressão. Ao longo do tempo foram feitas algumas tentativas de melhorar a interface com usuário dos aplicativos Web através de código rodando no cliente. Uma das alternativas é o JavaScript (com ou sem AJAX), uma linguagem interpretada que roda no cliente e permite melhorar a interface. O Google é notório por utilizar muito bem os recursos do JavaScript, por exemplo no Google Maps ou GMail. Uma outra alternativa é o Flash, um plug-in da Macromedia/Adobe que interpreta uma linguagem e permite gráficos mais avançados. Seu uso mais notório é em sites infantis com jogos, como e Tanto o JavaScript como o Flash permitem uma interface com usuário melhor. O problema é que desenvolver para eles é algo pouco produtivo e que exige novas habilidades dos desenvolvedores Em 2007 a Microsoft lançou o Silverlight 1.0. O Silverlight 1.0 é basicamente um concorrente do Flash. Ele permite manipulações de gráficos e vídeo sofisticadas, usando JavaSctipt como linguagem de programação. É um passo na direção certa, mas ainda assim é um ambiente trabalhoso. Recentemente a Microsoft colocou em Beta o Silverlight 2.0. O Silverlight 2.0 é bastante diferente do 1.0, pois inclui uma implementação do.net Framework. Ou seja, você pode programar com as linguagens C# ou VB.NET, utilizando uma biblioteca bastante rica que inclui Web Services, gráficos, áudio, vídeo, armazenamento local e muitas outras características. O Silverlight estará disponível diretamente da Microsoft para Windows e MacIntosh. A Novell está desenvolvendo uma versão para Linux chamada Moonlight. Acredito que o Silverlight irá revolucionar a maneira como desenvolvemos aplicativos. Ele resolve diversos dilemas na escolha de arquiteturas Windows versus Web. Penso que a maioria dos aplicativos a serem desenvolvidos na plataforma Microsoft usará o Silverlight. Veja maiores informações em Sobre o autor Mauro Sant Anna nunca trabalhou na Microsoft, mas conhece bastante a empresa, já que é MVP e Regional Director of the Year. Ele coordena os cursos na M. A. S. Informática (www.mas.com.br) e bloga em Português em blogs.vstsrocks.com.br e em inglês em spaces.live.com. 04

5 msf Dez perguntas sobre MSF Já se passaram muitos anos desde os primeiros documentos sobre MSF que datam do ano de De lá para cá, o que aconteceu? Como ficou o passado e como será o futuro? O que muda no MSF por causa do Visual Studio Team System? Estas são as perguntas: Respondendo estas e outras questões, decidimos simular uma entrevista real neste artigo. Apostamos que a objetividade desta proposta será muito mais eficiente que qualquer texto narrativo. Em nossa proposta, simplesmente numeramos as perguntas e colocamos o autor, ou seja o próprio que escreve agora, para responder. 1) Qual a definição do MSF, metodologia ou disciplina? Resp.: Na minha leitura, está mais para metodologia do que para disciplina. Uma disciplina de engenharia de software se propõe a tratar um tema vertical com profundidade. O MSF apresenta assuntos horizontais e em muitos deles numa superficialidade maior do que eu gostaria. Da mesma forma, muitas pessoas me perguntam se é um framework como o próprio nome sugere. Ao meu ver, falta muito para ser um framework pois está mais na sugestão, modelo e direção do que na proposta prática de documentos e técnicas. 2) Qual o seu tempo de expêriencia com o MSF? Resp.: Comecei em 1998 a estudar e em 2000 tive a oportunidade de praticar em um gigantesco projeto. Na época fui felizardo em trabalhar com pessoas da Microsoft que conhecem profundamente o MSF, como por exemplo o Otávio Pêcego e o Ricardo Mendes (técnicos que sou fã até hoje). De lá para cá tenho estudado muito e questionado muito o modelo de ciclo iterativo incremental, pois mesmo funcionando em meus históricos, tenho gostado mais de praticar ciclos empíricos. 3) Qual foi a melhor versão do MSF já lançada? Resp.: Sinceramente tenho dúvidas se é a versão 2.5 ou a 3.0, as duas eram extremamente de vanguarda com os melhores príncipios de agilidade numa época que só se falava em ciclo waterfall e processos prescritivos para projetos de software. Quanto a pior, certamente é a 4.2 que acompanha o Visual Studio Team System hoje. Seja a instância para CMMi como a instância para Agile, conseguiram fazer algo complexo demais e incompleto demais. Fico triste pela metodologia, que está precisando de novos (velhos) gurus, fico triste pelo efeito disso no VSTS, pois acredito que para uma empresa usar esta excelente ferramenta na plenitude obrigatoriamente terá que personalizar seu próprio modelo de processos (Process Template). 4) Qual o diferencial principal do MSF do seu ponto de vista em relação ao RUP e PMI? Resp.: As duas propostas se assemelham mais do que se diferem. O RUP é mais formal, mais completo e mistura um pouco de ciclo iterativo incremental com pitadas de ciclo waterfall. Já o MSF é mais informal, incompleto em diversos aspectos, porém com atitudes mentais (em inglês, mindset) muito positivas visando produtividade e qualidade fundamento isso nos valores foco no cliente e foco no produto do MSF. O modelo de equipe do MSF é também um belo exemplo a ser seguido, pois formaliza uma série de responsabilidades imprescindíveis para um projeto de software. O fato do MSF ser incompleto em diversos aspectos pode ser bom ou ruim, dependendo do ponto de vista. Por exemplo, se você quer usar algumas técnicas de XP (extreme Programming) com MSF certamente será mais simples que usar XP com RUP. Comento isso considerando que você quer preservar a origem e a essência do modelo MSF e do modelo XP. No caso do RUP, certamente você estaria criando um processo personalizado e desfiguraria a essência e o modelo. No meu caso prático, eu gosto muito de usar o modelo de equipes do MSF, com métodos de gestão e ciclo empíricos do SCRUM, com técnicas de levantamento de requisitos do APM Agile Project Management e do Agile Modelling (Scott Ambler), com técnicas de codificação do XP (exceto Pair Programming) e TDD Test Driven Development. 5) O modelo de equipe do MSF, sem hierarquia, funciona na prática? Resp.: A resposta sincera está mais para não do que para sim. O problema, na minha leitura, não é o MSF Team Model. É a cultura de nosso país, de nosso povo. Modelos democráticos não funcionam no Brasil, somos acostumados a ser ordenados, a seguir outros e não a liderar. Somos acostumados com a Lei de Gerson e outros predicados que não funcionam numa equipe. Tem também a questão da formação acadêmica. Os cursos de ciências exatas não trazem nenhuma disciplina humana, por isso o aluno sai do curso uma fera em algoritmos e linguagens de programação, mas não sabe lidar com o amigo de trabalho ao lado da mesa, com seu cliente e com o seu chefe. Enfim, não quero fazer desta entrevista um manifesto político. Em resumo, o modelo não hierárquico do MSF tem como funcionar na prática, desde que 05

6 msf forme-se um modelo de auto-gestão individual em cada membro da equipe. Entenda-se aqui como auto-gestão, o próprio individuo se responsabilizar pelas suas atividades e por seus check-lists. 6) Você poderia citar um caso de sucesso, no qual foi utilizado o MSF para guiar o projeto? Resp.: Primeiro vamos definir o que é um caso de sucesso. Se para você caso de sucesso é um projeto entregue no prazo previsto no primeiro momento e com o orçamento previsto na primeira estimativa, isso não faz parte de minhas crenças. O plano perfeito (ou seja, o cronograma imútavel e os requisitos congelados) são fábulas de livros de engenharia de software. Todo projeto evolui em comparação a sua primeira estimativa e por isso, para mim, caso de sucesso é entregar um projeto que teve requisitos, orçamento e prazo alterados conservando a satisfação do cliente contratante do projeto. Agora que alinhamos o que é caso de sucesso, posso afirmar que o MSF Essentials orienta uma série de valores que conduzem ao resultado positivo. Mais uma vez, os valores foco no cliente e foco no produto, se corretamente compreendidos pela equipe do projeto, proporcionarão uma série de atitudes e técnicas comprometidas com a satisfação do cliente e com a entrega do produto final. 7) Quais os grandes diferenciais no modelo de times do MSF? Resp.: Certamente é a formalização das responsabilidades do usuário em um projeto de software. O papel User Experience traz valores que adicionam muito mais uma parceria real do que o papel Product Manager e seus similares em outras metodologias. Traduzindo a frase anterior: inserir no projeto o papel formalizado do que o usuário deve fazer em um projeto de software transcende as outras propostas metodológicas que apresentam apenas o papel de Product Manager, ou Business Analyst, ou Product Onwer, ou qualquer stakeholder com a finalidade de definir e especificar o que deve ter o produto. Com este papel, atendemos uma série de expectativas de usuários reais, como usabilidade, ergonomia, requisitos não funcionais relacionados com desempenho e facilidade de uso. Outro diferencial é o papel Release Manager. Apesar de, na minha leitura, haver uma certa superficialidade na formalização deste papel pela metodologia, considerar em seu projeto um membro responsável por infra-estrutura para o desenvolvimento, por controle dos códigos fontes (administração da ferramenta) e por máquinas de compilação (administração de versões) pode significar a diferença entre resultados previsíveis e desastres de última hora. 8) Do seu ponto de vista, o MSF é realmente eficaz, ou possui pontos que podem ser aperfeiçoados? Resp.: No meu ponto de vista, usar uma só metodologia em seus projetos é torná-los míopes. As receitas mudam de resultado conforme quem as implementa. É fundamental permitir-se a revisão se o método do MSF ou de qualquer outra metodologia é o mais adequado para determinado projeto constantemente. Em meus históricos de projetos, conclui que o fator mais importante é o líder do projeto e não importa muito qual metodologia ele usa. As metodologias são importante para formalizar procedimentos e permitir uma cultura única no desenvolver de um projeto. A metodologia formal também facilita a entrada de novos participantes, pois pode-se contratar técnicos com os conhecimentos necessários para a cultura do projeto. A metodologia é também uma espécie de braço direito do líder, pois orienta-o procedimentos, gestão e check-lists. Agora respondendo exclusivamente sua pergunta, o MSF é bastante maduro, fato que patrocina sua eficácia, porém perdeu muito da indentidade Microsoft nos útimos anos. Muita gente competente, como Steve McConnell, Randy Miller e David Anderson entre muitos outros que injustamente não estou citando, contribuíram para o enriquecimento do MSF como uma metodologia de mercado. No meu entender, este foi o problema. Quando o MSF não estava preocupado com o mercado e simplesmente em ser a forma como a Microsoft desenvolvia seus produtos internamente, a metodologia era muito autêntica. Hoje, depois de tantas transformações, temo que as empresas que usam MSF (incluindo a própria Microsoft) na verdade usem uma versão própria derivada do MSF. O problema disso é que em breve não teremos mais os fundamentos essenciais do MSF para personalizar e utilizar em nossos projetos teremos algo sem predigree. Acreditando nisso, rogo para que o MSF não tenha mais aperfeiçoamentos, mas sim recupere sua matrizes genéticas, tornando-se novamente o MSF, uma metodologia ímpar. 9) O que muda no MSF por causa do Visual Studio Team System e qual o futuro do MSF? Resp.: O VSTS enriquece o MSF. De certa forma, todas as empresas que desenvolvem projetos possuem algum tipo de ciclo fabril, seja tácito aos participantes ou muito bem formalizado. Este ciclo fabril, corretamente mapeado e cobrindo todas as necessidades para a construção do projeto pode ser chamado de ciclo de vida de desenvolvimento de software (em inglês SDLC ). O VSTS é uma ferramenta para automatizar o ciclo vida de desenvolvimento de software. Como todo o SDLC é inspirado em alguma metodologia, podemos afirmar que o VSTS automatiza o MSF amplificando os possíveis resultados propostos pelos princípios e valores da metodologia. Sobre o futuro, acredito na sensibilização de gestores da Microsoft para a continuidade evolutiva (como comentei na resposta 8, voltando as raízes) do MSF. Acredito nisso porque o MSF vai se tornar mais popular do que nunca foi em virtude de sua distribuição e primeira opção de utilização junto do VSTS. 10) É possível usar o MSF sem o Visual Studio Team System? Resp.: De novo, o VSTS enriquece o MSF. O VSTS não canibaliza nenhuma metodologia, simplesmente a automatiza. Respondendo assim afirmamos que você pode usar o VSTS com SCRUM, com RUP ou com XP assim como você pode usar o MSF com StarTeam (da Borland) ou sem nenhuma ferramenta de automação de processos fabris. Minha recomendação para as empresas que desejam utilizar o MSF sem o VSTS, que baseiem-se na versão 3.0 do MSF. Quero registrar meu agradecimento ao aluno Anderson Suzuki, de um curso de Ciência da Computação de alguma universidade no nosso país, que resolveu fazer seu TCC sobre MSF e de tanto me enviar perguntas, me inspirou a fazer este artigo (principalmente neste formato). Sucesso em seus projetos. Sobre o autor Fabio Camara é MCT, MCP, MCSA, MCAD Charter, MCITP, MCTS, MCSD.NET, MSF Practitioner, Certified ITIL Foundations e Certified SCRUM Master Acredita em bons resultados em projetos com técnicas ágeis, principalmente para as características do mercado brasileiro. 06

7 integridade referencial O modelo relacional, assim como os próprios bancos de dados, nasceram com a necessidade de compartilhar dados entre usuários, com diferentes visões da mesma informação. Um banco de dados de alto desempenho é a base do ambiente de informação relacional e é justamente o banco de dados que irá determinar com que rapidez uma organização será capaz de responder a novas oportunidades de negócios, a novas estratégias competitivas, a novos mercados, etc. Se preocupa, básicamente, em armazenar a informação uma única vez em um único lugar, com regras específicas de validação, manutenção e integração das informações armazenadas nas diferentes tabelas. Regras devem ser impostas para a aceitação dos dados. - que não aceite na tabela PEDIDOS nenhum valor para o campo CHAVE_CLIENTE que não possa ser encontrado no campo CHAVE da tabela CLIENTES; - que não deixe ser excluído da tabela CLIENTES nenhum registro que contenha correspondentes pelo campo CHAVE_CLIENTE da tabela PEDIDOS. Neste exemplo temos um relacionamento de 1 para N, ou seja: - para cada pedido podemos ter apenas 1 cliente, mas - para cada cliente podemos ter N pedidos. Agora podemos usar as ferramentas de integridade referencial do Oracle para construirmos um relacionamento seguro e confiável para essas duas tabelas, baseado em regras inteligentes... Elas estão, enfim, relacionadas! Como exemplo, na figura abaixo, temos abaixo uma tabela de CLIENTES e uma tabela de PEDIDOS: Como você pode notar, embora precisemos relacionar PEDIDOS com CLIENTES, não iremos colocar na tabela PEDIDOS nenhuma informação da tabela CLIENTES além da CHAVE correspondente àquele determinado cliente. Esse valor será anotado na coluna CHAVE_CLIENTE da tabela PEDIDOS. Através dele, usando consultas SQL com o relacionamento das tabelas, poderemos obter toda e qualquer informação relativa aos pedidos do cliente em questão. E qualquer atualização de cadastro para um determinado cliente, será automaticamente visualizada para todos os seus pedidos. Além disso, teremos a condição de ordenar ao banco de dados: E todas essas regras não implicam em nenhuma linha de código no Delphi, mesmo porque não é do front-end a responsabilidade de manter esse relacionamento, ao qual chamamos integridade referencial. E embora esses conceitos possam à primeira vista parecerem óbvios, essas regras geralmente não são respeitadas, principalmente por aqueles desenvolvedores que se formaram com o Clipper, que não oferece recursos para integridade referencial. E como construimos então a integridade referencial? Depois de criadas as duas tabelas, podemos utilizar o comando ALTER TABLE para criar uma INTEGRITY CONSTRAINT, da seguinte forma: ALTER TABLE NOME DA TABELA ADD( CONSTRAINT NOME DA CONSTRAINT FOREIGN KEY (CAMPO) REFERENCES NOME DA TABELA(CAMPO)); Que no caso do nosso exemplo resultaria em: 07

8 integridade referencial ALTER TABLE PEDIDOS ADD( CONSTRAINT PEDIDOS_CLIENTE_FK FOREIGN KEY (CHAVE_CLIENTE) REFERENCES CLIENTES(CHAVE)); Para excluir posteriormente uma integridade referencial, podemos também utilizar o comando ALTER TABLE: ALTER TABLE PEDIDOS DROP CONSTRAINT PEDIDOS_CLIENTES_FK; DICA: Note que estamos propondo um padrão de trabalho: A chave-primária de qualquer tabela terá o nome CHAVE, será do tipo NUMBER e terá seus valores gerados por uma SEQUENCE. Já o campo de outras tabelas que se relacionarem com essa chaveprimária (porque somente uma chave-primária pode fundamentar uma integridade referencial), terá o nome CHAVE_ + NOME DA TABELA DE ORIGEM, que no nosso exemplo resultaria em CHAVE_CLIENTE, já que a tabela em questão é CLIENTES. DICA: Para todo e qualquer campo de relacionamento, no caso do nosso exemplo o campo CHAVE_CLIENTE da tabela PEDIDOS, crie um ÍNDICE. É fundamental para um bom desempenho na resolução de consultas (SELECT s)! Sobre o autor Mário Camilo Bohm - Bohm,Interal 08

9 intraweb Interatividade com Intraweb Salve amigos do The Club. Será que esta revista é real? O computador que você utiliza existe mesmo? Sejam bem-vindos ao Mundo de Matrix. Vocês podem escolher: pílula azul levará vocês para um mundo de interatividade, onde o sexto sentido é apenas um coadjuvante, ou a pílula vermelha, onde você aprenderá alguns truques sobre Intraweb. Agora, falando apenas com você, isso mesmo, você amigo! Sabia que você é inteligente e capaz de mudar coisas ao seu redor? Fazer com que o amor da sua vida, que nem sabe que você existe, se apaixone por você através de simples palavras? Isto é interatividade. Você pode, você deve fazê-lo. Não deixe para amanhã, pois o amanhã foi ontem! Vamos aproveitar a era da interatividade, e desenvolver um simples projeto utilizando o Intraweb. Simples projeto? Amigos essa é a chave para o sucesso: interatividade. Interaja, imagine, faça. Apesar de simples, recomendo tomar a pílula azul (não estou falando do Viagra, hein!) e aproveitar melhor o objetivo do projeto. OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWHRule Left 56 Top 40 Width 225 OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWLabel Name IWLabel2 Caption Insira dois números e selecione a operação Left 56 Top 56 Let s go friends!!! Crie um novo projeto, através das opções File/New/Other..., selecione a seção Intraweb e escolha o modelo Stand Alone Application. Em seguida, selecione o diretório do nosso projeto (exemplo c:\intraweb\ theclub). Insira a unit SysUtils, na cláusula uses da aplicação, para que possamos fazer algumas operações. OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWEdit Name edn1 Left 56 Text (deixe em branco) Top 80 Grave toda a aplicação, e insira os componentes que seguem no FormMain: OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWLabel Name IWLabel1 Caption Calculadora Left 112 Top 16 OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWEdit Name edn2 Left 56 Text (deixe em branco) Top

10 intraweb OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWHRule Left 56 Top 114 Width 73 OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWEdit Name edtotal Left 56 Text (deixe em branco) Top 152 OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWButton Name btdivisao Caption : Left 240 Importante >>> Tag 4 Width 25 A figura 1 ilustra nosso formulário. OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWButton Name btadicao Caption + Left 144 Importante >>> Tag 1 Width 25 OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWButton Name btsubtracao Caption - Left 172 Importante >>> Tag 2 Width 25 OBJETO Objeto Propriedade Valor TIWButton Name btmultiplicacao Caption x Left 208 Importante >>> Tag 3 Width 25 figura 1 formulário do projeto Agora vamos codificar o botão btadicao. No evento OnClick do botão, insira o código que segue: var n1,n2,total:single; operacao:integer; try n1:=strtofloat(edn1.text); n2:=strtofloat(edn2.text); total:=0; operacao:=(sender as TIWButton).Tag; case operacao of 10

11 intraweb 1:total:=n1+n2; 2:total:=n1-n2; 3:total:=n1*n2; 4:total:=n1/n2; edtotal.text:=floattostr(total); except on EZeroDivide do WebApplication. ShowMessage( Divisão por zero! ); on EOverFlow do WebApplication. ShowMessage( Aconteceu OverFlow! ); // var n1,n2,total:single; operacao:integer; Neste primeiro bloco estamos declarando variáveis para execução da operação matemática (n1, n2 e total), bem como uma variável auxiliar (operação) com o intuito de associar o botão que estão chamando o evento. Em cada botão, definimos valores diferentes para a propriedade TAG, que será facilmente assimilado por nossa aplicação. Antes de analisar o código, selecione os demais botões, e associe o código do evento OnClick, como ilustra a figura 2. try n1:=strtofloat(edn1.text); n2:=strtofloat(edn2.text); total:=0; operacao:=(sender as TIWButton).Tag; Em seguida, iniciamos um bloco protegido (try), e convertemos o conteúdo dos campos de edição edn1 e edn2, para o tipo float. Neste mesmo bloco estamos iniciando a variável total, e atribuindo à variável operacao, o valor contido na propriedade TAG de um objeto do tipo TIWButton, que em nosso caso, são representados pelos botões btadicao, btsubtracao, btmultiplicacao e btdivisao. case operacao of 1:total:=n1+n2; 2:total:=n1-n2; 3:total:=n1*n2; 4:total:=n1/n2; Figura 2 associação do evento OnClick aos demais botões. Neste bloco, fazemos as devidas operações de acordo com o botão pressionado. Vamos analisar o código. 11

12 intraweb edtotal.text:=floattostr(total); Em seguida temos nossa mensagem de erro. A figura 4 ilustra um erro de divisão por zero. Em seguida, atribuímos ao objeto edtotal o resultado da operação. except on EZeroDivide do WebApplication. ShowMessage( Divisão por zero! ); on EOverFlow do WebApplication. ShowMessage( Aconteceu OverFlow! ); // Por fim, tratamos duas exceções EZeroDivide (divisão por zero), e EOver- Flow (Overflow na operação). Repare que em caso de erro, estamos apresentando mensagens ao usuário. É muito parecido com o famoso Application. ShowMeesage. Neste caso, utilizamos o WebApplication.ShowMessage. A figura 3, ilustra nossa aplicação em tempo de execução. figura 4 - erro [ divisão por zero ] O poder está em suas mãos. Quem sabe esta calculadora possa oferecer inúmeras operações, científicas, financeiras, entre outras, e conquistar um novo mundo. Não desistam, o Arquiteto tem um plano para nós. Muita luz e sucesso a todos!!! Sobre o autor Emerson Facunte figura 3 projeto em execução 12

13 delphi Usando o TOleContainer para integrar o MS-Word a aplicações Delphi 1. Introdução É comum nos depararmos com a necessidade de desenvolver aplicações Delphi nas quais haja a possibilidade da edição de documentos de texto. Nestes casos, temos como possível solução, a construção de um pseudo editor de textos usando componentes do próprio Delphi, como por exemplo o TRichEdit. No entanto, esta solução pode implicar em tempo adicional para conclusão do aplicativo em questão e, além disso, há também o fato de que a maioria dos usuários de computadores já está acostumada a usar o Microsoft Word como editor de textos. Então, para que reinventar a roda? De modo a poupar trabalho para a implementação de um novo editor de textos, como, também, para permitir que o usuário continue dispondo de todos os recursos oferecidos pelo Microsoft Word, sem ter a necessidade de executá-lo paralelamente a aplicação Delphi, podemos utilizar o componente TOleContainer, que permitirá embutir o Word em nossa aplicação. 2. O Componente TOleContainer O componente TOleContainer se encontra disponível a partir da paleta System do Delphi e, como se pode constatar através do próprio Help deste componente, o mesmo dispõe de várias propriedades e métodos. Para efeito de exemplo de utilização das principais propriedades e métodos envolvidos na utilização do TOleContainer como ferramenta para a integração de aplicativos Delphi e o MS-Word, desenvolveu-se uma aplicação exemplo, conforme descrito abaixo. 3. A Aplicação Exemplo A aplicação foi desenvolvida utilizando um Form, no qual foi inserido um Menu (TMainMenu), conforme a Figura 1. Figura 1 Opção Arquivo do menu da aplicação. Somente foi inclusa no menu a opção Arquivo, visto que, no momento em que for criado um objeto no OleContainer, o menu da aplicação embutida (nesse caso o Word) é mesclado com o menu da aplicação Delphi. Dessa maneira, o menu da aplicação Delphi se encarrega das opções referentes às operações de criação, abertura, fechamento, salvamento e impressão do documento, bem como do encerramento da aplicação. O menu da aplicação embutida trará as demais opções, tais como: Editar, Inserir, Formatar, Ferramentas, etc. O objeto OleContainer deve ser inserido sobre um panel para que este, no momento da criação de um objeto, fique restrito às dimensões do panel. A opção align do OleContainer deve ser configurada como alclient, de forma que o OleContainer ocupe todo o espaço disponível no panel, como também pode ser visto na Figura 1. 13

14 delphi 3.1. O Funcionamento da Aplicação A fim de ilustrar a utilização do componente TOleContainer, nossa aplicação implementou as operações de criação, a abertura, o fechamento, o salvamento (através das opções Salvar e Salvar como...) e a impressão de um documento A criação de um novo documento A operação de criação de um documento foi implementada a partir da opção Novo, do menu Arquivo. A criação se dá a partir do método CreateObject do OleContainer, conforme a Figura 2. A diferença entre este método e o utilizado anteriormente para a criação de um documento, está no fato de que não informamos como parâmetro a classe do objeto, mas sim o caminho de um arquivo, a partir do qual um novo objeto será criado no OleContainer. Ao informarmos o caminho do arquivo, o próprio OleContainer se encarrega de determinar qual a classe do documento que estamos abrindo. Assim como ocorre no método CreateObject, podemos comandar a criação do objeto em forma de ícone ou modo normal. Quando criamos um objeto a partir de um arquivo, o mesmo não é exibido através da interface da sua aplicação de origem (no nosso caso, o Word), mas sim, disposto como se fosse simplesmente um Memo, como se pode notar a partir da Figura 4. Figura 2 Procedimento executado pela opção Novo, do menu Arquivo. Esse método tem como parâmetros OleClassName e Iconic. O parâmetro OleClassName é do tipo string e se refere à classe do objeto que desejamos criar. Por exemplo, para criarmos um documento do Word, precisamos definir o parâmetro OleClassName como Word.Document.8. Esses nomes de classes podem ser pesquisados a partir da chave HKEY_CLASSES_ROOT do registro do Windows, utilizando-se do editor de registros (Regedit). A partir dessa chave do registro é possível saber o nome da classe associada a qualquer tipo de documento, como por exemplo, uma imagem jpg (.jpg), um arquivo html (.htm ou.html), uma planilha do excel (.xls) e vários outros. Já o parâmetro Iconic é do tipo boolean. Se Iconic for definido como True, o objeto do OleContainer será criado em forma de um ícone e seu conteúdo somente poderá ser editado através do duplo-clique do mouse. Já, se for definido como False, o parâmetro Iconic determina que o objeto criado estará disponível imediatamente para a edição. No caso da nossa aplicação exemplo, imediatamente após clicar a opção Novo, do menu Arquivo, o usuário já tem a sua disposição um novo documento do Word para editar. Figura 4 Abertura de documento usando o método CreateObjectFromFile. A interface da aplicação de origem somente será acionada se o OleContainer receber um duplo-clique do mouse. No entanto, pode não ser conveniente que deixemos a cargo do usuário executar este duplo-clique sobre o OleContainer, a fim de exibir o documento na sua interface original. Para solucionar este problema, podemos fazer uso do método Perform, herdado pelo OleContainer da classe TControl. Utilizando o método Perform, juntamente com a mensagem WM_LBUTTONDBLCLK da Api do Windows, podemos simular o duplo-clique do mouse sobre um componente. É exatamente isso que ocorre imediatamente após a abertura do documento pelo OleContainer em nossa aplicação exemplo, como também pode ser visto acima, na Figura A abertura de um arquivo existente De forma semelhante a criação de um documento, a abertura de um já existente ocorre através do acionamento da opção Abrir..., do menu Arquivo, que faz uma chamada ao método CreateObjectFromFile, como se pode ver através da Figura 3. Figura 3 Procedimento executado pela opção Abrir, do menu Arquivo. Figura 5 Documento aberto com o envio da mensagem WM_ LBUTTONDBLCLK. 14

15 delphi A fim de facilitar a interação com o usuário, foi utilizado um OpenDialog, presente na guia de componentes Dialogs, para que o mesmo informe a localização e o nome do arquivo que deseja abrir O Fechamento de um Documento referente a cada uma as teclas enviadas antes de enviar a próxima. A Figura 7 ilustra a utilização da função SendKeys para a simulação do pressionamento da tecla de atalho do comando de impressão do Word, dessa maneira, o OleContainer exibirá a caixa de diálogo de impressão. Em algum momento, pode ser necessário fechar um documento que se encontra aberto. Para isso, acionamos o método DestroyObject do OleContainer, através da opção Fechar, do menu Arquivo, conforme Figura 6. Figura 7 Uso da função SendKeys para a impressão do documento. 4. OleContainer para Gravação de Documentos em Banco de Dados Figura 6 Procedimento executado pela opção Fechar, do menu Arquivo. O único detalhe a ser considerado neste ponto, é que se o usuário não salvou o documento antes de solicitar o fechamento do mesmo, perderá todas as informações. O componente não dispõe de nenhum método ou propriedade explícitos que permitem identificar se houve alteração no documento desde o último salvamento. Esse é um problema que merece ser estudado a parte O Salvamento de um Documento O menu arquivo dispõe as opções Salvar e Salvar como... destinadas a gravação física do conteúdo do documento atual. Caso o usuário se utilize da opção Salvar, sem ter salvo o documento nenhuma vez desde a sua criação, a própria aplicação se encarregará de disparar a opção Salvar como..., que interage com o usuário através de um SaveDialog, também disponível na guia de componentes Dialogs, de modo que o mesmo informe a localização e o nome do arquivo com que deseja que o documento seja salvo. Ambas as opções de salvamento chamam o método SaveAsDocument do OleContainer. Esse método, ao contrário do SaveToFile, faz com que o arquivo seja salvo com toda a formatação necessária para que o mesmo possa ser lido pela sua aplicação de origem (a qual estamos apenas embutindo em nossa aplicação Delphi) Imprimindo um Documento Dado que o OleContainer não substituirá nossa opção de menu Arquivo pela original, da aplicação embutida, temos de implementar uma maneira de acionar o comando de impressão da aplicação. No caso do Word, uma das formas de comandar a impressão é através do pressionamento das teclas CTRL+P. Mais uma vez, vamos simular uma ação do usuário de forma que nosso documento possa ser impresso. Para enviar uma seqüência de teclas para um componente de nossa aplicação, ou até mesmo para outra aplicação que está rodando, podemos utilizar a função SendKeys, disponível a partir da unit SndKey32.pas, que se encontra dentro da pasta \Info\Extras\SendKeys do CD de instalação do Delphi. A sintaxe dessa função prevê como parâmetros a seqüência de teclas a ser enviada e um flag, indicando se a função deve aguardar o processamento da mensagem O OleContainer pode ser utilizado para interfacear o armazenamento de documentos num banco de dados. Através do uso dos métodos LoadFromStream e SaveToStream, aliados a um objeto TStream, podemos ler documentos no OleContainer a partir de um campo Blob de uma base de dados, bem como gravar documentos do OleContainer para o campo da base de dados. 5. Considerações Finais Como pode ser visto acima, o OleContainer pode facilitar a vida do programador em muitas situações e, até mesmo, incrementar as aplicações desenvolvidas em Delphi. Um ponto, que pode ser visto por muitos como desvantagem para o uso do OleContainer é o fato de que o mesmo causará a execução do Word (ou de outra aplicação) paralelamente ao aplicativo Delphi. No entanto, o mesmo ocorreria se fosse necessário utilizar o Word como editor de textos separado da aplicação Delphi, sendo que, nesse caso, ainda teríamos o inconveniente de ficar alternando entre as duas aplicações. Dessa forma, para o usuário, trata-se de uma única aplicação rodando, uma única interface e, além do mais, se precisarmos tratar de alguma forma o conteúdo dos documentos editados no OleContainer, podemos faze-lo diretamente, como, por exemplo, a inclusão desse numa base de dados, como foi citado acima. Este artigo, bem como a aplicação implementada para exemplo, limitaram-se a demonstrar o uso do OleContainer apenas para a criação/edição de documentos do Word. No entanto, utilizando-se dos conceitos aqui abordados e dos métodos empregados para as operações com o OleContainer, pode-se utilizá-lo para a integração com outras aplicações, como, por exemplo, Corel Draw, Excel, Power Point e muitas outras. Sobre o autor Reginaldo Rubens da Silva. Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI. Mestrando em Ciência da Computação na Universidade Federal de Santa Catarina. Professor Substituto do Curso Técnico em Informática do Colégio Agrícola de Camboriú (CAC/UFSC). Analista/Programador na Universidade do Vale do Itajaí. Co-Autor do Livro Métodos de Ordenação Implementação, Análise e Desempenho em Delphi. Editora Visual Books. 15

16 business inteligent Obtendo vantagem competitiva com a implementação do business inteligent Resumo - Num ambiente competitivo e de mudança cada vez mais complexo, a gestão adequada da informação assume uma importância decisiva no processo de tomada de decisão nas organizações. Com a implementação do Business Intelligence, além do avanço tecnológico, cria-se a real possibilidade de extrair de um sistema, informações relevantes que venham não só contribuir com as decisões empresariais, bem como ser um fator de excelência empresarial, permitindo novos negócios, permanência e sobrevivência num mercado atuante. Palavras-chave: BI, CRM, OLAP, Data Mining e Data Warehouse. 1. Objetivo Este trabalho tem por objetivo principal apresentar a importância da implementação do Business Intelligence (BI), como um dos fatores críticos de sucesso na obtenção de vantagens competitivas para as organizações. Este artigo pretende contribuir com outros estudos de implementação do BI nas empresas. 2. Introdução Com o advento da globalização, cada vez mais as empresas, buscam apoiar-se em sistemas de informações que possam trazer relevantes contribuições aos negócios. O grande desafio está em buscar tecnologias que possam de forma real, organizar operacionalmente o processo de informação, centralizar dados de forma que possam ser analisados agrupadamente, e conseqüentemente encontrar nessa base de dados, ligações e possíveis informações que levarão a estabelecer estratégias de negócios em mercados ainda não explorados ou não enxergados, obtendo diferenciação e vantagens competitivas. FIGURA 1 VANTAGEM COMPETITIVA. O ambiente da era da informação, tanto para as organizações do setor de produção quanto para as do setor de serviços, exige novas capacidades para assegurar o sucesso competitivo. A capacidade de mobilização e exploração dos ativos intangíveis ou invisíveis tornou-se muito mais decisiva do que investir e gerenciar ativos físicos tangíveis. Os ativos intangíveis permitem que uma empresa: Desenvolva relacionamentos que conservem a fidelidade dos clientes existentes e permitam que novos segmentos de clientes e áreas de mercado que sejam atendidos com eficácia e eficiência. Lance produtos e serviços inovadores desejados por seus clientesalvo. Produza bens e serviços customizados de alta qualidade a preços baixos e com ciclos de produção mais curtos. Mobilize as habilidades e a motivação dos funcionários para a melhoria contínua de processos, qualidade e os tempos de resposta. Utilize tecnologia da informação, bancos de dados e sistemas. Com a implementação do BI, as empresas enfrentarão o ambiente de competição com maiores possibilidades de obtenção de êxito nas suas operações, diante das possibilidades reveladas pelas informações omitidas pelo aglomerado de dados esquecidos em suas bases. 16

17 3. Sistemas de Informação & Vantagem Competitiva Segundo Laudon, um dos papéis mais importantes para os sistemas de informação tem sido a sua aplicação em problemas que se relacionam à vantagem competitiva de uma empresa. Esses sistemas são chamados de sistemas de informação estratégicos, porque concentram suas operações em resolver problemas relacionados com a prosperidade da empresa a longo prazo e sobrevivência. Tais problemas podem significar a criação de novos produtos e serviços, o estabelecimento de novas relações com clientes e fornecedores, ou a descoberta de meios mais eficientes e mais eficazes de se administrar às atividades internas da empresa. Os sistemas de informação estratégicos fornecem informações que vão possibilitar um apoio aos processos decisórios e operacionais. Esses processos, ocorrendo da forma mais consciente e correta, vão fornecer vantagem competitiva. O objetivo desses sistemas é fornecer soluções que permitirão às empresas derrotar e frustrar concorrentes. Embora qualquer aplicação de um sistema de informação seja importante no sentido que ele resolve algum problema empresarial importante, um sistema estratégico de informação é aquele que coloca a empresa em uma vantagem competitiva. Os sistemas estratégicos de impacto têm ação de grande alcance e estão profundamente arraigados; eles mudam fundamentalmente os objetivos, produtos, serviços ou relações internas e externas da empresa. FIGURA 2 ABORDAGEM SISTÊMICA NA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS. business inteligent FIGURA 3 ESTRUTURA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Conforme Porter, existem 5 forças competitivas para serem analisadas: Riscos de novos concorrentes Poder de barganha dos fornecedores Poder de barganha dos compradores Risco de produtos substitutos Rivalidade entre empresas existentes Ainda estabelece 3 alternativas estratégicas genéricas: Liderança Global de custos Diferenciação Enfoque Através dos sistemas de informação estratégicos, as empresas terão as informações que apoiarão para a tomada de decisão nos aspectos favoráveis e direcionados ao seu posicionamento estratégico adotado, obtendo assim vantagens competitivas. 17

18 business inteligent FIGURA 4 POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO. de obtenção de informações consolidadas e a inconsistência de dados redundantes armazenados em mais de um sistema. Os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) solucionam esses problemas ao agregar, em um só sistema integrado, funcionalidades que suportam as atividades dos diversos processos de negócio das empresas. Após a implantação do ERP, o passo seguinte é a implementação das tecnologias para inteligência empresarial, ou Business Intelligence (BI), entre elas Data Warehouse, Data Mining, CRM entre outras. A informação é a chave para o sucesso neste novo milênio. Com ela é possível prever tendências, antecipar fatos e guiar com mais segurança as ações empresarias. 4. Tipos De Vantagens Competitivas As vantagens competitivas tornaram-se a base do pensamento estratégico moderno. As demais técnicas de apoio à decisão são dignas de respeito, porém devem ser relegadas a um segundo plano. É extremamente importante entender a racionalidade das vantagens competitivas, seu valor e seu uso. Zaccarelli ainda distingue cinco tipos de vantagens competitivas (VC) e dois tipos de posições privilegiadas (PP) para o sucesso de uma organização: VC por ter preferência dos clientes / consumidores; VC por custos internos relativamente baixos; VC por custos externos relativamente baixos; VC por ter diferenciação no negócio; VC por ter na empresa pessoas com extraordinária capacidade de localizar e aproveitar oportunidades de negócios; PP por estar em um bom negócio em si; PP por administrar invenções em monopólio temporário; Para a implementação do BI com sucesso, faz-se necessário à utilização dos conceitos de inteligência competitiva. 6. Inteligência Competitiva Inteligência Competitiva é um processo sistemático e poderoso para decifrar os sinais do mercado em tempo de salvar uma empresa do declínio. Este processo, ou metodologia que permitirá a uma empresa evitar pontos cegos, que conseguiriam derrubar até mesmo os gigantes do mercado. FIGURA 5 INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS. 5. Sistemas Integrados de Gestão Com o avanço da Tecnologia da Informação as empresas passaram a utilizar sistemas computacionais para suportar suas atividades. Geralmente, em cada empresa, vários sistemas foram desenvolvidos para atender aos requisitos específicos das diversas unidades de negócio, plantas, departamentos e escritórios. Por exemplo, o departamento de planejamento da produção utiliza um sistema próprio e o departamento de vendas utiliza outro. Dessa forma, a informação fica dividida entre diferentes sistemas. O principal problema dessa fragmentação da informação é a dificuldade 18 SHAPE \* MERGEFORMAT No fluxo real da inteligência competitiva, podemos ressaltar três pontos básicos: A informação precisa ser pesquisada e coletada, pois nem sempre estará disponível; O processo de inteligência competitiva, para dar resultados precisa ser permanente e não esporádico; O quadro de referência competitiva evolui no tempo e, por isso,

19 business inteligent precisa ser avaliado historicamente; Essas ferramentas disponíveis no mercado tecnológico são responsáveis pela viabilização da implementação do BI nas organizações. Serra afirma que existem cinco fatores essenciais para o sucesso de um processo de inteligência competitiva: Regionalidade; Dinamismo; Regulamentação; Concentração; Integração; E para iniciar um projeto de inteligência competitiva nas organizações, há um conjunto básico de passos a serem seguidos: Definir temas de interesse; Mapear o ambiente competitivo relativo a cada tema; Identificar as fontes de informação pertinentes; Efetuar uma pesquisa preparatória de material básico a respeito de cada tema, para que possa estabelecer um contexto de análise; Definir a estratégia de coleta de informações; Implantar a atividade de pesquisa, coleta e registro das informações; Identificar experts para darem apoio técnico à análise; Definir os métodos de análise que serão empregados; Criar bases de dados de referência para cada tema; A inteligência competitiva pode ser vista como uma pirâmide. Os quatro lados da pirâmide têm a seguinte interpretação: Pessoas Processos Informações Tecnologia As quatro camadas, da base para o topo, correspondem a cinco processos fundamentais da inteligência competitiva: 7. BI A história do Business Intelligence teve início na década de 70, quando alguns produtos de BI foram fornecidos para os analistas de negócio. O grande problema era que esses produtos exigiam intensa e exaustiva programação, não disponibilizavam informação em tempo hábil nem de forma flexível, e além de tudo tinha alto custo de implantação. Com o surgimento dos bancos de dados relacionais, dos PC`s e das interfaces gráficas como Windows, aliados ao aumento de complexidade dos negócios, começaram a surgir os primeiros produtos realmente direcionados aos analistas de negócios, que possibilitavam rapidez e uma maior flexibilidade de análise. Características dos sistemas de BI: Extrair e integrar dados de múltiplas fontes; Fazer uso da experiência; Analisar dados contextualizados; Trabalhar com hipóteses; Procurar relações e causa e efeito; Transformar os registros obtidos em informação útil para o conhecimento empresarial. Os sistemas de informação desenvolvidos com as tecnologias citadas respeitam as técnicas e os objetivos característicos dos sistemas de BI. 8. Arquitetura do Bi Pode-se entender uma visão geral de uma arquitetura BI, através da figura a seguir: FIGURA 6 ARQUITETURA DO BI. 1. Planejamento e direção 2. Pesquisa e coleta de informações 3. Análise e contextualização 4. Disseminação e uso 5. Gestão e avaliação, que atravessa todas as outras camadas verticalmente. 19

20 business inteligent 9. Tecnologias do Bi São ferramentas / Tecnologias de BI: Database Marketing, CRM, Data Mart, Data Warehouse, OLAP, Data Mining e Balanced scorecard. A seguir, serão demonstradas as principais tecnologias de BI e suas definições e funcionalidades. 9.1 DATABASE MARKETING Database Marketing é uma abordagem interativa para marketing, que usa canais e meios de comunicação de marketing. Serve para: Ampliar a ajuda a um púbico-alvo da empresa; Estimular sua demanda; Para estar perto deles, registrando e mantendo uma memória eletrônica de banco de dados de clientes, a fim de ajudar a melhorar todos os contatos futuros. 9.3 DATA WAREHOUSE Um banco de dados voltado para suporte à decisão de usuários finais, derivado de diversos outros bancos de dados operacionais. É um conjunto de tecnologias com o objetivo de converter uma grande quantidade de dados em informações utilizáveis. É um ambiente e não um produto. 9.4 DATA MART Os Data Marts têm escopo mais limitado e são identificados com grupos de necessidades dos usuários, o que se traduz em esforço concentrado. Um Data Mart é um pequeno Data Warehouse que fornece suporte à decisão de um pequeno grupo de pessoas, somente para algumas áreas funcionais da empresa. FIGURA 7 O Database Marketing oferece alguns tipos de vantagens competitivas: Mensurável = Respostas de campanhas são medidas; Passível de ser testado = Testar eficácia de diferentes elementos de uma abordagem; Seletivo = Direcionar campanhas com exatidão; Personalizar = Aumento da taxa de resposta com a personalização com cada cliente; Flexível = Programar novas campanhas para obter efeito no momento exato; CRM O Customer Relationship Management (CRM), ou gerenciamento do relacionamento com clientes, é referir-se a um conceito amplo, complexo e que ainda está em construção. Sua filosofia pode ser aplicada em todas as soluções que dizem respeito às relações empresa / cliente: Pontos de contato, Call Center, central de atendimento, canais de ofertas etc. Os objetivos a serem alcançados com a implantação do CRM são: Adquirir, reter e aumentar a lucratividade por cliente. DATA MART.S. 9.5 DATA MINING É a exploração e análise de grande quantidade de dados classificados para descobrir significativamente modelos e regras. O Data Mining é uma tecnologia usada para revelar informação estratégica escondida em grandes massas de dados. Um Data Mining, garimpa os dados revelando informações preciosas que levam a organização a obter vantagens competitivas. 9.6 OLAP O termo OLAP (On-line Analytic Processing) refere-se ao tipo de processamento e ferramentas voltadas para análise de dados típica do suporte à decisão, onde os dados são apresentados por meio de uma visão multidimensional. Essa visão é independente de como os dados estão armazenados.

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Volpe Enterprise Resource Planning

Volpe Enterprise Resource Planning Volpe Enterprise Resource Planning Este manual não pode, em parte ou no seu todo, ser copiado, fotocopiado, reproduzido, traduzido ou reduzido a qualquer mídia eletrônica ou máquina de leitura, sem a expressa

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning www.pwi.com.br 1 Volpe Enterprise Resource Planning Este manual não pode, em parte ou no seu todo, ser copiado, fotocopiado,

Leia mais

BUSINESS INTELLIGENCE -Inteligência nos Negócios-

BUSINESS INTELLIGENCE -Inteligência nos Negócios- UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, HUMANAS E SOCIAIS BUSINESS INTELLIGENCE -Inteligência nos Negócios- Curso: Administração Hab. Sistemas de Informações Disciplina: Gestão de Tecnologia

Leia mais

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Apresentação da ferramenta Professor: Danilo Giacobo Página pessoal: www.danilogiacobo.eti.br E-mail: danilogiacobo@gmail.com 1 Introdução Visual

Leia mais

15 Conceitos de Bancos de Dados com o LibreOffice Base

15 Conceitos de Bancos de Dados com o LibreOffice Base Introdução a Informática - 1º semestre AULA 14 Prof. André Moraes Objetivos desta aula: Explorar as propriedades na criação de bancos de dados no LibreOffice Base; Criar e explorar tabelas; Criar e explorar

Leia mais

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário Sumário Conceitos Microsoft Access 97... 01 Inicialização do Access... 02 Convertendo um Banco de Dados... 03 Criando uma Tabela... 06 Estrutura da Tabela... 07 Propriedades do Campo... 08 Chave Primária...

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 INICIANDO O EXCEL Para abrir o programa Excel,

Leia mais

Auto Treinamento. Versão 10.05.13

Auto Treinamento. Versão 10.05.13 Auto Treinamento Versão 10.05.13 Sumário 1. OBJETIVO... 3 2. CONCEITO DE BUSINESS INTELLIGENCE... 3 3. REALIZANDO CONSULTAS NO BI-PUBLIC... 4 3.2. Abrindo uma aplicação... 4 3.3. Seleções... 6 3.4. Combinando

Leia mais

mvbuilder - Manual do Usuário

mvbuilder - Manual do Usuário mvbuilder - Manual do Usuário mvbuilder Editor de mapas para o meavox Parte integrante da Suite meavox de comunicação alternativa. Manual do Usuário do mvbuilder Autor: Gustavo Furtado Versão deste documento:

Leia mais

Dicas para usar melhor o Word 2007

Dicas para usar melhor o Word 2007 Dicas para usar melhor o Word 2007 Quem está acostumado (ou não) a trabalhar com o Word, não costuma ter todo o tempo do mundo disponível para descobrir as funcionalidades de versões recentemente lançadas.

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I APRESENTAÇÃO... 1 AMBIENTE DE TRABALHO... 2 A folha de cálculo... 2 O ambiente de trabalho do Excel... 3 Faixas de Opções do Excel... 4 - Guia

Leia mais

Publicação web. Será ativado um assistente de publicação que lhe guiará em todas as etapas a seguir apresentadas.

Publicação web. Será ativado um assistente de publicação que lhe guiará em todas as etapas a seguir apresentadas. Publicação web Pré requisitos: Lista de questões Formulário multimídia Este tutorial tem como objetivo, demonstrar de maneira ilustrativa, todos os passos e opções que devem ser seguidos para publicar

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA 17 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA QUESTÃO 21 Analise as seguintes afirmativas sobre as ferramentas disponíveis no Painel de Controle do Microsoft Windows XP Professional, versão

Leia mais

Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 3

Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 3 AULA Conhecendo o Visual FoxPro 8.0 Parte 3 Continuando nossa saga pelas ferramentas do Visual FoxPro 8.0, hoje vamos conhecer mais algumas. A Ferramenta Class Designer A Class Designer é a ferramenta

Leia mais

Sistema operacional Windows 7, Windows Live Mail e Adobe Reader. Sistemas operacionais em concursos públicos

Sistema operacional Windows 7, Windows Live Mail e Adobe Reader. Sistemas operacionais em concursos públicos Sistema operacional Windows 7, Windows Live Mail e Adobe Reader Sistemas operacionais em concursos públicos Antes de tudo é importante relembrarmos que o sistema operacional é um tipo de software com a

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice Índice Apresentação...2 Barra de Título...2 Barra de Menus...2 Barra de Ferramentas Padrão...2 Barra de Ferramentas de Formatação...3 Barra de Fórmulas e Caixa de Nomes...3 Criando um atalho de teclado

Leia mais

Microsoft Excel 2000. Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br. http://www.pcs.usp.br/~alan

Microsoft Excel 2000. Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br. http://www.pcs.usp.br/~alan Microsoft Excel 2000 Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br http://www.pcs.usp.br/~alan Microsoft Índice 1.0 Microsoft Excel 2000 3 1.1 Acessando o Excel 3 1.2 Como sair do Excel 3 1.3 Elementos da

Leia mais

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa Manual do Usuário Sistema Financeiro e Caixa - Lançamento de receitas, despesas, gastos, depósitos. - Contas a pagar e receber. - Emissão de cheque e Autorização de pagamentos/recibos. - Controla um ou

Leia mais

DESAFIO ETAPA 1 Passo 1

DESAFIO ETAPA 1 Passo 1 DESAFIO Um dos maiores avanços percebidos pela área de qualidade de software foi comprovar que a qualidade de um produto final (software) é uma consequência do processo pelo qual esse software foi desenvolvido.

Leia mais

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Iniciando o Windows XP...2 Desligar o computador...3 Área de trabalho...3

Leia mais

Autor: Júlio Battisti www.juliobattisti.com.br

Autor: Júlio Battisti www.juliobattisti.com.br Autor: Júlio Battisti www.juliobattisti.com.br Livro: Aprenda com Júlio Battisti: Excel 2010 Avançado, Análise de Dados e Cenários, Tabelas e Gráficos Dinâmicos, Macros e Programação VBA - Através de Exemplos

Leia mais

Algoritmos em Javascript

Algoritmos em Javascript Algoritmos em Javascript Sumário Algoritmos 1 O que é um programa? 1 Entrada e Saída de Dados 3 Programando 4 O que é necessário para programar 4 em JavaScript? Variáveis 5 Tipos de Variáveis 6 Arrays

Leia mais

MICROSOFT WORD 2007. George Gomes Cabral

MICROSOFT WORD 2007. George Gomes Cabral MICROSOFT WORD 2007 George Gomes Cabral AMBIENTE DE TRABALHO 1. Barra de título 2. Aba (agrupa as antigas barras de menus e barra de ferramentas) 3. Botão do Office 4. Botão salvar 5. Botão de acesso à

Leia mais

Noções de Informática

Noções de Informática Noções de Informática 2º Caderno Conteúdo Microsoft Excel 2010 - estrutura básica das planilhas; manipulação de células, linhas e colunas; elaboração de tabelas e gráficos; inserção de objetos; campos

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com.

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com. Sumário Principais Características...5 Configuração necessária para instalação...6 Conteúdo do CD de Instalação...7 Instruções para Instalação...8 Solicitação da Chave de Acesso...22 Funcionamento em Rede...26

Leia mais

Sistemas de Informações

Sistemas de Informações Sistemas de Informações Prof. Marco Pozam- mpozam@gmail.com A U L A 0 5 Ementa da disciplina Sistemas de Informações Gerenciais: Conceitos e Operacionalização. Suporte ao processo decisório. ERP Sistemas

Leia mais

Livro Caixa. www.controlenanet.com.br. Copyright 2015 - ControleNaNet

Livro Caixa. www.controlenanet.com.br. Copyright 2015 - ControleNaNet www.controlenanet.com.br Copyright 2015 - ControleNaNet Conteúdo Tela Principal... 3 Como imprimir?... 4 As Listagens nas Telas... 7 Clientes... 8 Consulta... 9 Inclusão... 11 Alteração... 13 Exclusão...

Leia mais

ASP.NET 2.0 - Visual Studio 2005 (Whidbey) Ramon Durães

ASP.NET 2.0 - Visual Studio 2005 (Whidbey) Ramon Durães ASP.NET 2.0 - Visual Studio 2005 (Whidbey) Ramon Durães O ASP.NET que é a camada de desenvolvimento de aplicações web da plataforma.net vem agradando em muito os desenvolvedores de todo o mundo desde o

Leia mais

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding Unindo a estratégia às operações com sucesso Visão Geral O Scorecarding oferece uma abordagem comprovada para comunicar a estratégia de negócios por toda a

Leia mais

Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados

Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados slide 1 1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Como um banco de dados

Leia mais

Microsoft Office Excel

Microsoft Office Excel 1 Microsoft Office Excel Introdução ao Excel Um dos programas mais úteis em um escritório é, sem dúvida, o Microsoft Excel. Ele é uma planilha eletrônica que permite tabelar dados, organizar formulários,

Leia mais

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES w w w. i d e a l o g i c. c o m. b r INDICE 1.APRESENTAÇÃO 2.ESPECIFICAÇÃO DOS RECURSOS DO SOFTWARE SAXES 2.1. Funcionalidades comuns a outras ferramentas similares 2.2. Funcionalidades próprias do software

Leia mais

Principais Característic

Principais Característic Principais Característic Características as Software para agendamento e controle de consultas e cadastros de pacientes. Oferece ainda, geração de etiquetas, modelos de correspondência e de cartões. Quando

Leia mais

Impressão e Fotolito Oficina Gráfica da EDITORA VIENA. Todos os direitos reservados pela EDITORA VIENA LTDA

Impressão e Fotolito Oficina Gráfica da EDITORA VIENA. Todos os direitos reservados pela EDITORA VIENA LTDA Autores Karina de Oliveira Wellington da Silva Rehder Consultores em Informática Editora Viena Rua Regente Feijó, 621 - Centro - Santa Cruz do Rio Pardo - SP CEP 18.900-000 Central de Atendimento (0XX14)

Leia mais

Edições Edge do SAP InfiniteInsight Visão geral Viabilizando insights preditivos apenas com cliques de mouse, sem códigos de computador

Edições Edge do SAP InfiniteInsight Visão geral Viabilizando insights preditivos apenas com cliques de mouse, sem códigos de computador Soluções de análise da SAP Edições Edge do SAP InfiniteInsight Visão geral Viabilizando insights preditivos apenas com cliques de mouse, sem códigos de computador Índice 3 Um caso para análise preditiva

Leia mais

Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign

Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Apresentação, Fluxo de Desenvolvimento e Arquitetura da Informação Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE IV: Fundamentos da Inteligência de Negócios: Gestão da Informação e de Banco de Dados Um banco de dados é um conjunto de arquivos relacionados

Leia mais

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Índice 1 Introdução...2 1.1 Versão... 2 1.2 Licenciamento...2 1.3 Mensagem do Projeto

Leia mais

Moodle FTEC Versão 2.0 Manual do Usuário Acesse a área de LOGIN do site da FTEC www.ftec.com.br

Moodle FTEC Versão 2.0 Manual do Usuário Acesse a área de LOGIN do site da FTEC www.ftec.com.br Moodle FTEC Versão 2.0 Manual do Usuário Acesse a área de LOGIN do site da FTEC www.ftec.com.br Índice Como acessar o Moodle Editando seu PERFIL Editando o curso / disciplina no Moodle Incluindo Recursos

Leia mais

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1 MANUAL DO USUÁRIO Índice 1. Introdução... 3 2. Acesso ao Sistema... 4 2.1. Instalação... 4 2.1.1. Servidor - Computador Principal... 4 2.1.2. Estação - Computador na Rede... 6 2.1.3. Estação - Mapeamento

Leia mais

Tecnologia com Máxima Economia. RECURSO EXCLUSIVO INOVANDO SEMPRE. Balança Computadora Urano Maximus II. Automação Comercial e Balanças Eletrônicas

Tecnologia com Máxima Economia. RECURSO EXCLUSIVO INOVANDO SEMPRE. Balança Computadora Urano Maximus II. Automação Comercial e Balanças Eletrônicas Tecnologia com Máxima Economia. RECURSO EXCLUSIVO INOVANDO SEMPRE Comunicação po r Cabo ou Rádio Frequência Etiquetador conjugado Produt o patenteado P I 8502136 Balança Computadora Urano Maximus II Automação

Leia mais

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services - Windows SharePoint Services... Page 1 of 11 Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Ocultar tudo O Microsoft Windows

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundação Getúlio Vargas Estudantes na Escola de Administração da FGV utilizam seu laboratório de informática, onde os microcomputadores estão em rede

Leia mais

Versão 1.0 CARBON SYSTEM. Manual do Software Ponto Legal. Manual do PONTO LEGAL

Versão 1.0 CARBON SYSTEM. Manual do Software Ponto Legal. Manual do PONTO LEGAL Versão 1.0 CARBON SYSTEM Manual do Software Ponto Legal Manual do PONTO LEGAL S O F T W A R E P A R A E M I S S Ã O D O R E L A T Ó R I O E S P E L H O D E P O N T O Manual do Ponto Legal Versão 1.0 Carbon

Leia mais

ÁREA DE TRABALHO. Área de Trabalho ou Desktop Na Área de trabalho encontramos os seguintes itens: Atalhos Barra de tarefas Botão iniciar

ÁREA DE TRABALHO. Área de Trabalho ou Desktop Na Área de trabalho encontramos os seguintes itens: Atalhos Barra de tarefas Botão iniciar WINDOWS XP Wagner de Oliveira ENTRANDO NO SISTEMA Quando um computador em que trabalham vários utilizadores é ligado, é necessário fazer login, mediante a escolha do nome de utilizador e a introdução da

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

Manual do usuário (v 1.2.0) E-commerce

Manual do usuário (v 1.2.0) E-commerce Manual do usuário (v 1.2.0) E-commerce Sumário Acessando o sistema gerencial... 1 Enviando logomarca, banners e destaques... 1 Logomarca... 1 Destaques... 2 Banners... 3 Cadastrando produtos... 4 Embalagem...

Leia mais

Excel 2010 Modulo II

Excel 2010 Modulo II Excel 2010 Modulo II Sumário Nomeando intervalos de células... 1 Classificação e filtro de dados... 3 Subtotais... 6 Validação e auditoria de dados... 8 Validação e auditoria de dados... 9 Cenários...

Leia mais

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com.

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com. Sumário Principais Características... 5 Configuração necessária para instalação... 6 Conteúdo do CD de Instalação... 7 Instruções para Instalação... 8 Solicitação da Chave de Acesso... 22 Funcionamento

Leia mais

LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA CAPÍTULO 1 APRESENTANDO O C#

LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA CAPÍTULO 1 APRESENTANDO O C# LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA CAPÍTULO 1 APRESENTANDO O C# 1.1 - Apresentação Quando fazemos nossas compras em um supermercado, é comum encontrarmos um código de barras impresso nos produtos expostos

Leia mais

Manual de Operação do Mercanet HelpDesk

Manual de Operação do Mercanet HelpDesk Manual de Operação do Mercanet HelpDesk Preparada por: Jaime Fenner Revisada por: Kelen Turmina Versão Documento: 02 Data: 12 de Maio de 2009 Sumário Executivo Este documento visa divulgar todas as funcionalidades

Leia mais

Manual de Instalação e Configuração

Manual de Instalação e Configuração e Configuração MyABCM 4.0 Versão 4.00-1.00 2 Copyright MyABCM. Todos os direitos reservados Reprodução Proibida Índice Introdução... 5 Arquitetura, requisitos e cenários de uso do MyABCM... 7 Instalação

Leia mais

SAMUEL SEAP 01-04-2015 INFORMÁTICA. Rua Lúcio José Filho, 27 Parque Anchieta Tel: 3012-8339

SAMUEL SEAP 01-04-2015 INFORMÁTICA. Rua Lúcio José Filho, 27 Parque Anchieta Tel: 3012-8339 SEAP 01-04-2015 SAMUEL INFORMÁTICA Microsoft Windows 7 O Windows 7 é um sistema operacional que trás uma melhor performance não apenas em recursos sistêmicos como também nos atrai pelo seu belo visual

Leia mais

Publicação de uma pesquisa na web

Publicação de uma pesquisa na web Publicação de uma pesquisa na web Pré-requisitos: Lista das questões Formulário multimídia A publicação de pesquisas na web possibilita que pesquisas sejam respondidas de qualquer computador com acesso

Leia mais

G-Bar. Módulo Básico Versão 4.0

G-Bar. Módulo Básico Versão 4.0 G-Bar Software para Gerenciamento de Centrais de Corte e Dobra de Aço Módulo Básico Versão 4.0 Pedidos de Vendas Manual do Usuário 1 As informações contidas neste documento, incluindo links, telas e funcionamento

Leia mais

AVISO. Treinamento GVcollege Módulo Ficha Complementar

AVISO. Treinamento GVcollege Módulo Ficha Complementar AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida nem transmitida

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 1: Fundamentos dos SI. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 1: Fundamentos dos SI. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 1: Fundamentos dos SI Resposta do Exercício 1 Fundação Getúlio Vargas Leia o texto e responda o seguinte: a) identifique os recursos de: Hardware: microcomputadores,

Leia mais

GABARITO B. 1 manuel@carioca.br MPRJ TSAD TSPR TNAI/2007

GABARITO B. 1 manuel@carioca.br MPRJ TSAD TSPR TNAI/2007 EDITORA FERREIRA PROVAS MPRJ TÉCNICO SUPERIOR ADMINISTRATIVO TSAD TÉCNICO SUPERIOR PROCESSUAL TSPR TÉCNICO DE NOTIFICAÇÃO E ATOS INTIMATÓRIOS TNAI NCE UFRJ NOÇÕES DE INFORMÁTICA CORREÇÃO GABARITO COMENTADO

Leia mais

Pedido de Bar Sistema para controle de pedido de bar

Pedido de Bar Sistema para controle de pedido de bar Pedido de Bar Sistema para controle de pedido de bar Desenvolvido por Hamilton Dias (31) 8829.9195 Belo Horizonte hamilton-dias@ig.com.br www.h-dias.cjb.net ÍNDICE Introdução...3 Implantação...3 Instalação...3

Leia mais

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09 ÍNDICE Sobre o SabeTelemarketing 03 Ícones comuns à várias telas de gerenciamento Contato Verificar registros 09 Telas de cadastro e consultas 03 Menu Atalho Nova pessoa Incluir um novo cliente 06 Novo

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 4

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 4 Mic crosoft Excel 201 0 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 4 Interface... 4 Guias de Planilha... 5 Movimentação na planilha... 6 Entrada de textos e números... 7 Congelando painéis... 8 Comentários nas Células...

Leia mais

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características:

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características: Cerne Tecnologia www.cerne-tec.com.br Conhecendo o NSBASIC para Palm Vitor Amadeu Vitor@cerne-tec.com.br 1. Introdução Iremos neste artigo abordar a programação em BASIC para o Palm OS. Para isso, precisaremos

Leia mais

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C#

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# Camila Sanches Navarro 1,2, Wyllian Fressatti 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sanchesnavarro@gmail.com wyllian@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010 Tutorial do Iniciante Excel Básico 2010 O QUE HÁ DE NOVO O Microsoft Excel 2010 é um programa de edição de planilhas eletrônicas muito usado no mercado de trabalho para realizar diversas funções como;

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA CONVERSÃO DE IMAGENS DIGITALIZADAS EM DOCUMENTO PDF ÚNICO UTILIZANDO A IMPRESSORA FREEPDF XP.

PROCEDIMENTOS PARA CONVERSÃO DE IMAGENS DIGITALIZADAS EM DOCUMENTO PDF ÚNICO UTILIZANDO A IMPRESSORA FREEPDF XP. PROCEDIMENTOS PARA CONVERSÃO DE IMAGENS DIGITALIZADAS EM DOCUMENTO PDF ÚNICO UTILIZANDO A IMPRESSORA FREEPDF XP. O objetivo deste manual é orientar os usuários do sistema de Processo Eletrônico a transformar

Leia mais

Automação do Processo de Instalação de Softwares

Automação do Processo de Instalação de Softwares Automação do Processo de Instalação de Softwares Aislan Nogueira Diogo Avelino João Rafael Azevedo Milene Moreira Companhia Siderúrgica Nacional - CSN RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar

Leia mais

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido.

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Sumário Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Introdução ao Project Um projeto é uma seqüência bem definida de eventos, com um início e um final identificável. O foco de um projeto é obter

Leia mais

GerNFe 1.0 Sistema de Gerenciador de Notas Fiscais Eletrônicas

GerNFe 1.0 Sistema de Gerenciador de Notas Fiscais Eletrônicas GerNFe 1.0 Manual do usuário Página 1/13 GerNFe 1.0 Sistema de Gerenciador de Notas Fiscais Eletrônicas O programa GerNFe 1.0 tem como objetivo armazenar em local seguro e de maneira prática para pesquisa,

Leia mais

OPCEM 1.0. Versão 1.0 Copyright 2013 OpServices 1

OPCEM 1.0. Versão 1.0 Copyright 2013 OpServices 1 OPCEM 1.0 Versão 1.0 Copyright 2013 OpServices 1 OpCEM CONCEITO... 4 REQUISITOS MÍNIMOS... 4 INSTALANDO... 4 CONHECENDO A INTERFACE DO OPCEM... 7 CONFIGURAÇÃO DO GERENCIADOR... 7 ADICIONAR NOVO ROBÔ...

Leia mais

Interatividade aliada a Análise de Negócios

Interatividade aliada a Análise de Negócios Interatividade aliada a Análise de Negócios Na era digital, a quase totalidade das organizações necessita da análise de seus negócios de forma ágil e segura - relatórios interativos, análise de gráficos,

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS - PRH DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS - DRH

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS - PRH DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS - DRH UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS - PRH DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS - DRH DIVISÃO DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO - TDE Apostila do BrOffice.org

Leia mais

1. EXCEL 7 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS 1.2. CARREGAMENTO DO EXCEL 7

1. EXCEL 7 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS 1.2. CARREGAMENTO DO EXCEL 7 1. EXCEL 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS As planilhas eletrônicas ficarão na história da computação como um dos maiores propulsores da microinformática. Elas são, por si sós, praticamente a causa da explosão

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA

4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA 4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA Vinicius A. de Souza va.vinicius@gmail.com São José dos Campos, 2011. 1 Sumário Tópicos em Microsoft Excel 2007 Introdução à criação de macros...3 Gravação

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. - INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Apresentação do produto Versão Premium 9.0 (GMPE)

Apresentação do produto Versão Premium 9.0 (GMPE) Apresentação do produto Versão Premium 9.0 (GMPE) Qual a importância que o relacionamento com os clientes tem para a sua empresa? Goldmine CRM é para as empresas que atribuem importância máxima à manutenção

Leia mais

Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5

Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5 Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5 09 de julho de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação

Leia mais

Introdução ao X3. Exercício 1: Criando um registro de Contato

Introdução ao X3. Exercício 1: Criando um registro de Contato Introdução ao X3 Exercício 1: Criando um registro de Contato Inicie por adicionar um novo registro de Contato. Navegue para a tabela de Contato clicando na aba de Contato no alto da página. Existem duas

Leia mais

Escolhendo recursos de Ajuda

Escolhendo recursos de Ajuda Você pode dar um toque profissional ao aplicativo adicionando um arquivo de Ajuda gráfica. A Ajuda gráfica pode incluir gráficos e texto formatado; a Ajuda no estilo.dbf limita-se a uma única fonte sem

Leia mais

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Enterprise Resource Planning 1 Agenda Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Com o avanço da TI as empresas passaram a utilizar sistemas computacionais

Leia mais

LASERJET ENTERPRISE M4555 SÉRIE MFP. Guia de instalação do software

LASERJET ENTERPRISE M4555 SÉRIE MFP. Guia de instalação do software LASERJET ENTERPRISE M4555 SÉRIE MFP Guia de instalação do software HP LaserJet Enterprise M4555 MFP Series Guia de instalação do software Direitos autorais e licença 2011 Copyright Hewlett-Packard Development

Leia mais

Manual do Usuário. Cadastro e Manutenção de Pacientes Controle de Consultas Acompanhamento Gráfico Montagem de Plano Alimentar.

Manual do Usuário. Cadastro e Manutenção de Pacientes Controle de Consultas Acompanhamento Gráfico Montagem de Plano Alimentar. Cadastro e Manutenção de Pacientes Controle de Consultas Acompanhamento Gráfico Montagem de Plano Alimentar Manual do Usuário Página 1 de 45 PowerNet Guia do Usuário Página 2 de 45 PowerNet Tecnologia

Leia mais

Sumário INTRODUÇÃO 3 DICAS PARA CRIAR UM BOM SITE 4

Sumário INTRODUÇÃO 3 DICAS PARA CRIAR UM BOM SITE 4 Sumário Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 5.988 de 14/12/73. Nenhuma parte deste livro, sem prévia autorização por escrito de Celta Informática, poderá ser reproduzida total ou parcialmente,

Leia mais

1. Introdução... 2. 2. Instalação máquinas cliente... 2. 3. Configurações gerais... 3. 4. Cadastro de pessoas... 4

1. Introdução... 2. 2. Instalação máquinas cliente... 2. 3. Configurações gerais... 3. 4. Cadastro de pessoas... 4 MANUAL DE UTILIZAÇÃO Conteúdo 1. Introdução... 2 2. Instalação máquinas cliente... 2 3. Configurações gerais... 3 4. Cadastro de pessoas... 4 5. Cadastro de usuários para o sistema... 6 6. Cadastro de

Leia mais

SisLegis Sistema de Cadastro e Controle de Leis

SisLegis Sistema de Cadastro e Controle de Leis Sistema de Cadastro e Controle de Leis Desenvolvido por Fábrica de Software Coordenação de Tecnologia da Informação Pág 1/22 Módulo: 1 Responsável: Desenvolvimento Ti Data: 01/11/2012 Versão: 1.0 Empresa:

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO DO M3

MANUAL DO USUÁRIO DO M3 MANUAL DO USUÁRIO DO M3 1 CADASTROS 1.1 Clientes Abre uma tela de busca na qual o usuário poderá localizar o cadastro dos clientes da empresa. Preencha o campo de busca com o nome, ou parte do nome, e

Leia mais

Apostilas OBJETIVA Escrevente Técnico Judiciário TJ Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - Concurso Público 2015. Índice

Apostilas OBJETIVA Escrevente Técnico Judiciário TJ Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - Concurso Público 2015. Índice Índice Caderno 2 PG. MS-Excel 2010: estrutura básica das planilhas, conceitos de células, linhas, colunas, pastas e gráficos, elaboração de tabelas e gráficos, uso de fórmulas, funções e macros, impressão,

Leia mais

Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign

Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Conteúdos Os materiais de aula, apostilas e outras informações estarão disponíveis em: www.thiagomiranda.net Tópicos da Aula 1. Design 2. Importância do

Leia mais

inux Sistemas Ltda. MANUAL DO USUÁRIO www.inux.com.br

inux Sistemas Ltda. MANUAL DO USUÁRIO www.inux.com.br 2013 inux Sistemas Ltda. s MANUAL DO USUÁRIO www.inux.com.br Sumário 1 Introdução... 2 2 Visão Geral do Sistema... 2 3 Tela de Configuração... 3 4 Tela de Mensagens... 5 5 Tela de Importação... 8 6 Tela

Leia mais