PROTECÇÃO DE REDES WIRELESS. Os melhores tutoriais e dicas essenciais PESQUISAS RÁPIDAS

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1 Os melhores tutoriais e dicas essenciais TELEFONE NO PC Comece a fazer chamadas para telefones fixos e para telemóveis do seu PC sem gastar um tostão... ou quase! PESQUISAS RÁPIDAS Com o Windows Desktop Search vai poder encontrar rapidamente qualquer ficheiro que tenha no PC. Depois de o instalar, nunca mais vai conseguir viver sem ele. AJUDA...3 As respostas mensais às dúvidas mais comuns dos nossos leitores. SEGURANÇA NO WI-FI...6 Aprenda a proteger o seu router de acessos estranhos. Dicas essenciais para quem tem um acesso sem fios em casa. Este suplemento faz parte da Revista Exame Informática n.º 129, edição de Março de 2006, e não pode ser vendido separadamente. PROTECÇÃO DE REDES WIRELESS Aprenda a fechar a sua rede wireless a estranhos INTERNET Aprenda a aceder ao espólio da Biblioteca Nacional Digital SITES EM FLASH Este mês voltamos ao início do Flash para concluirmos este tema. A MEMÓRIA DO COMPUTADOR Como funciona este componente vital do PC COMO FUNCIONA: MEMÓRIA DO PC...9 Entenda o funcionamento de um dos componentes essenciais do computador. NET SITES...13 Análise aos sites enviados pelos nossos leitores NET PRÁTICA...14 Aceda ao espólio da Biblioteca Nacional Digital FLASH MX Voltamos aos conceitos mais básicos do Flash. Para o mês que vem entramos no mundo dos jogos em Flash. VOIP Aprenda a utilizar o seu PC para fazer chamadas telefónicas para telefone fixo e telemóveis. Tudo isto a custo quase zero. WINDOWS DESKTOP SEARCH Instale este programa a partir do CD/DVD deste mês e prepare-se para começar a fazer as pesquisas mais eficazes que alguma vez fez no seu sistema.

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3 MARÇO 2006 / EDIÇÃO SOLUÇÕES I AJUDA PERGUNTE A SÉRGIO MAGNO Cada deverá conter apenas uma dúvida. Seja o mais completo possível na descrição do problema e indique a configuração do seu PC (componentes principais e sistema operativo). UM SEGREDO BEM GUARDADO Tenho um computador desktop, com uma placa de rede Linksys WUSB54G, e um portátil Acer Travelmate 2413, ambos com o Windows XP Home Edition. Criei uma rede wireless peer-to-peer de modo a ligar estes dois computadores. Configurei os computadores para partilha de ficheiros, impressora e Internet, sendo o desktop o servidor. Estas partilhas estão a funcionar sem qualquer problema. Todavia, verifico que a ligação wireless está a funcionar a 11Mbps, ou seja na norma b. Ambas as placas têm a indicação de compatibilidade com as normas b/g. Sendo assim, não deveriam estar a trabalhar na norma g, a 54Mbps? Miguel Luís A sua dúvida levanta uma questão muito interessante. É um pormenor pouco conhecido e raramente mencionado, mas a verdade é que a norma IEEE indica que, no modo ad-hoc (ligação directa entre dois controladores de redes wireless, também conhecido por peer-to-peer), a largura de banda deve atingir os 11Mbps, não di- ferenciando entre adaptadores b e g. Ou seja, para cumprirem a norma, os adaptadores de rede, mesmo aqueles com a versão g, só têm de garantir uma largura de banda máxima de 11Mbps no modo ad-hoc. E a verdade é que existem muitos dispositivos wireless g no mercado que, no modo adhoc, só funcionam até 11Mbps, recusando-se a funcionar a velocidades superiores. E por razões relacionadas com a interoperabilidade, esta limitação é ainda mais frequente quando se utilizam dois dispositivos de fabricantes e séries diferentes, como parece ser o seu caso. Ou seja, segundo a norma que os seus dispositivos deverão respeitar, não há qualquer obrigatoriedade de ultrapassar os 11Mbps. Não é defeito, é feitio. E é também um aspecto tão ignorado que se transformou quase num segredo das redes sem fios No modo ad-hoc, a largura de banda pode baixar significativamente Bloqueio de segurança Há já algum tempo que, quando abro algumas pastas do computador, aparece o aviso de que foi feita um Data Execution Prevention e o explorer do Windows deixa de responder até fazer ctrl+alt+del e encerrar a pasta. Já fiz scan com o antivírus actualizado (Norton) e com o Spydoctor, mas o problema permanece. O que devo fazer? O meu PC é um AMD X , com 1GB de RAM DDR, disco rígido de 160GB e Windows XP Profissional SP2. Nuno de Oliveira Sesta A Data Execution Prevention (DEP) é uma tecnologia com componentes de hardware e software criada para evitar a execução de código malicioso (vírus, por exemplo). Em poucas palavras, evita que determinado software seja executado em zonas da memória reservadas ao armazenamento de dados. Este sistema pode ser implementado através do hardware e software (processador compatível com tecnologia DEP) ou apenas através de software. Em qualquer um dos casos, o DEP só funcionará com o Service Pack 2 instalado no Windows XP. Na versão de hardware, que exige um processador AMD com No-execute Page-protection (NX), como é o caso do seu, ou Intel com Execute Disable Bit (XD), o DEP é muito mais eficiente. Provavelmente, o erro que está a acontecer é produzido por uma tentativa de execução de código numa zona não permitida. Poderá ser consequência de um vírus ou outro código malicioso ou de um programa que não seja compatível com o DEP existem programas não maliciosos que executam código em zonas reservadas. Poderá verificar a compatibilidade dos programas com o DEP e o SP2 através de um utilitário de verificação de compatibilidade disponível em technet/prodtechnol/windows/ appcompatibility/default.mspx. Em última análise poderá desactivar o DEP, embora a consequência seja a diminuição da protecção do sistema. Para o fazer siga as instruções disponíveis em support.microsoft.com/kb/875352/pt. Outra opção será desactivar o Noexecute Page-protection (NX) do processador através da configuração do BIOS. Uma vez mais, esta é uma alternativa que diminui a segurança do sistema.

4 4 MARÇO 2006 / EDIÇÃO 129 SOLUÇÕES I AJUDA PERGUNTE A SÉRGIO MAGNO Onde estão os 4,6GB? Ao efectuar uma cópia de um DVD através do Nero Burning Room, tendo escolhido a opção de apagar o ficheiro de imagem tempimage.nrg após a gravação, dei conta ao aceder ao disco rígido da minha máquina que os 4,6GB do ficheiro em questão não haviam desaparecido. O pior é que já procurei em todo o disco e não consigo encontrar o ficheiro, nem mesmo em pastas ocultas no sistema. Gostaria de saber se pode dar alguma dica para conseguir encontrar este ficheiro para o conseguir apagar e com isto libertar espaço em disco. Rolando Assunção Se não encontra o ficheiro, como verificou que os 4,6GB ainda lá estão? Provavelmente está a fazer contas à informação do espaço disponível antes e depois de efectuar a cópia, o que não é um método 100% fiável. O desaparecimento de espaço em disco é uma dúvida muito comum entre os mails que me chegam mensalmente. Parece que muitos utilizadores ainda medem constantemente o espaço em disco ao milímetro, mesmo quando utilizam discos rígidos de grande capacidade. O problema é que, nos dias de hoje, é fácil surgir e desaparecer alguns GB no disco rígido. Passo a explicar porquê. É possível que o espaço tenha sido ocupado por ficheiros temporários ou por dados desfragmentados. E não nos podemos esquecer que existem ficheiros de sistema que podem aparecer ou alterar a sua dimensão. É, por exemplo, o caso dos ficheiros de memória virtual do Windows, os ficheiros utilizados pela ferramenta de Restauro do sistema (guarda dados para recuperar o sistema para um estado anterior), entre outros. E, é claro, ainda existe a reciclagem do próprio Windows XP. Isto para não falar dos sistemas de backup e de recuperação de terceiros. Existe um sem número de programas deste género que guardam temporariamente, por razões de segurança, cópias de ficheiros que apagamos. Até existe software, nomeadamente jogos, que incham com a utilização, seja através dos saves, seja porque descomprimem dados que foram necessários durante determinada sessão por exemplo, é possível que ao progredirmos num jogo determinados mapas sejam descomprimidos ocupando, assim, mais espaço em disco. Para ganhar espaço, verifique se está a utilizar qualquer tipo de salvaguarda de dados e, se sim, qual a percentagem do disco reservada para o efeito. Verifique ainda o estado do disco ou discos: clique com a tecla direita do rato sobre o disco rígido, escolha Propriedades e Limpeza do disco. Aqui poderá remover os temporários, ficheiros da reciclagem, entre outros. Para ganhar espaço poderá ainda diminuir a percentagem do disco que pode ser ocupada pelo Restauro do sistema ou mesmo desactivar esta ferramenta. Claro que se o fizer, deixará de ter a hipótese de recuperar o sistema para um estado anterior caso suceda algum imprevisto. O Windows XP inclui um utilitário para fazer a limpeza do disco Correr CD e DVD a partir do disco rígido Gostaria de pedir a sua ajuda para encontrar o link no site da Microsoft para o download do Virtual CD-Rom Control Panel v para o Windows XP. Já agora, gostaria de saber se recomenda este software para emular CD... Como viajo muito e no avião não deixam utilizar CD, gostaria, mesmo assim, de passar o tempo a jogar um pouco... Nelson Gama Será mais fácil encontrar o software que procura em outros sites que não o da Microsoft, como, por exemplo, em html. Existem outras aplicações do género que poderá experimentar. Recomendo o DAEMON Tools, disponível em www. daemon-tools.cc.

5 MARÇO 2006 / EDIÇÃO O regresso do preto e branco Tenho um portátil Acer 4002 WLMI. O problema é que ao ligá-lo a qualquer televisão pela saída S-Video a imagem aparece a preto e branco. Qual será o problema? Hugo Pinto Considerando que a imagem surge a preto e branco, é bem provável que o problema esteja na selecção errada do sistema de televisão. Verifique se a saída de TV está configurada para utilizar o formato do seu televisor que, considerando que estamos em Portugal, deverá se o PAL, mais especificamente a versão B. Para o fazer, terá de abrir o menu de configuração do controlador gráfico. Um problema de medidas Adquiri um scanner da Canon, mais concretamente o Canoscan 4200F. Comecei a testar o seu funcionamento, acabando por me deparar com um problema. Recorro assim ao seu conhecimento e experiência. Quando digitalizo uma qualquer imagem de formato quadrado ou rectangular, as dimensões da imagem digital obtida coincidem rigorosamente com as dimensões da imagem original. No entanto, com formas circulares, o caso muda de figura. As imagens obtidas não coincidem, em dimensão, com a imagem original. Para ser mais específico, se digitalizar uma circunferência perfeita desenhada a compasso e de traço fino, com um diâmetro de 10cm, a imagem que obtenho apresenta as seguintes dimensões: diâmetro medido na vertical 10cm, diâmetro medido na horizontal 10,3cm. Ora julgo que uma diferença de 3mm em três metros seria aceitável, agora 3mm em 10cm já é notório. Testei ainda em diferentes resoluções e o resultado foi idêntico. A medição digital das imagens foi efectuada através dos programas Corel Draw e Paint Shop Pro, com as grelhas activas. Estará o equipamento danificado e será melhor devolvê-lo ou trocar por outro? Este efeito é normal, mesmo em equipamentos com esta resolução? Porquê? Paulo Fernandes É habitual em scanners planos, especialmente nos modelos de consumo, surgirem diferenças nas dimensão verticais relativamente ao original porque a digitalização vertical depende do sistema mecânico do scanner, que faz arrastar a cabeça de leitura onde está o sensor. Na horizontal isso não acontece, pois a distância horizontal entre cada pixel não muda porque está numa grelha fixa. Na verdade, as falhas das medidas verticais até poderão ser agravadas com a utilização, à medida que o motor do scanner for envelhecendo ou a correia de transmissão for ganhando folgas. O que torna a situação particular é o facto de indicar que o problema só surge na digitalização de circunferências. O erro, a existir, devia ser evidente em todo o tipo de imagens. É muito provável que a falha não seja apenas do seu modelo em concreto, mas sim de toda a série. Também pode ser do modelo em concreto: uma pancada durante o transporte poderá ser suficiente para desafinar o scanner. Recomendo que tente obter informações adicionais junto ao representante da Canon em Portugal, a Copicanola. Sem fios, piores pontuações Comprei recentemente um conjunto teclado e rato sem fios da Microsoft: Wireless Optical Mouse 2.0 e Wireless Comfort Keyboard 1.0A. O conjunto funciona bem, excepto em jogos simuladores de corridas como NFS Most Wanted ou Juiced. Independentemente da tecla que escolha para a função de acelerar, ela deixa de o fazer após alguns segundos e só retoma a função se a carregar novamente, e isto várias vezes sendo impossível jogar este tipo de jogos. Já desinstalei e instalei os jogos e o próprio software do conjunto wireless mas o problema persiste. Existira algum conflito de software ou de sistema? Tony Tavares Como já mencionámos na Exame Informática, os ratos e teclados sem fios não são normalmente boas opções para os jogadores. Embora existam algumas excepções, o sistema de rádio aumenta o tempo de comunicação entre os periféricos e computador. Ou seja, o tempo entre, por exemplo, o pressionar da tecla e a efectiva execução do comando pedido é habitualmente maior num teclado sem fios do que num teclado convencional. São mais uns milésimos de segundo que podem fazer toda a diferença num combate ou corrida virtual. Como a autonomia das baterias é um dos aspectos importantes dos teclados e ratos sem fios, os fabricantes costumam utilizar técnicas para baixar o consumo energético, como a diminuição da taxa de repetição (o intervalo de repetição do comando quando mantemos uma tecla pressionada) e o adormecimento do teclado ou rato após alguns segundos sem alteração de estado. Em alguns casos, como parece ser o seu, o sinal simplesmente deixa de ser enviado se uma tecla fica pressionada após determinado tempo - o teclado considera que a tecla ficou acidentalmente em baixo e, como tal, desactiva a emissão do comando para poupar energia. Parece não haver solução para este problema. A única coisa que posso sugerir será aumentar para o máximo a taxa de repetição do teclado: Painel de controlo > Teclado.

6 6 MARÇO 2006 / EDIÇÃO 129 SOLUÇÕES I REDES SEM FIOS PÔR TRANCAS AO WI-FI As comunicações sem fios são inseguras por natureza. No entanto, há formas de melhorar os níveis de segurança. Basta que tenha em atenção alguns pormenores mais básicos, e outros que não o são tanto. N ão José Parreira podemos deixar de reforçar a seguinte ideia: as comunicações sem fios (wireless ou Wi-Fi) são inseguras por natureza, e se a segurança não for levada a sério pode ter problemas que podem ir do desagradável ao problemático. Todos sabemos que a ocasião faz o ladrão, e no caso do wireless este adágio popular não podia estar mais certo. Quando comunica via wireless, está a comunicar através de uma transmissão que usa sinais de rádio para funcionar. Assim, qualquer um que esteja ao alcance da transmissão pode interceptá-la se esta não for segura. Por isso, é muito importante que tome as medidas que puder para o impedir. Por exemplo, se não proteger a sua rede com uma password, poderá ver a sua conta de Internet crescer no final do mês, porque os oportunistas usaram o seu sinal para se ligar à Net. Existem vários passos que pode tomar para melhorar a segurança da sua rede Wi-Fi. Vamos começar pelos mais básicos. Se usa um router, a primeira coisa que deveria ter feito depois de o comprar é mudar o nome de utilizador e password que dão acesso às definições da máquina. Todos os routers de uma marca usam o mesmo nome de utilizador e password. Portanto, é fácil ver como este será o primeiro ponto de ataque para alguém que esteja decidido a derrubar as suas defesas. Veja no manual como mudar estas informações no router. O quadro deve assemelhar-se à figura 1. Outra dica básica: use o mais forte protocolo de encriptação que o router suportar. Evite o WEP (Wired Equivalent Privacy) a todo custo, já que este protocolo é bastante fraco e existem várias ferramentas gratuitas no ciberespaço para o quebrar. Claro que se só tiver este protocolo de segurança é melhor do que não ter nada mas, se possível, use o WPA (Wi-Fi Protected Access). Este protocolo é muito mais seguro. Por outro lado, não se esqueça de usar a mais longa passphrase (frase-chave) que se lembrar (figura 2). Não vale de nada ter um protocolo de encriptação seguro, se depois a sua password

7 MARÇO 2006 / EDIÇÃO É imperativo que defina a sua própria palavra-passe para aceder ao router Escolha o protocolo WPA e estabeleça a passphrase mais longa que puder... ou passphrase for Dê preferência a sequências aleatória de caracteres, números e símbolos, e evite palavras. Existem programas que percorrem todas as palavras existentes no dicionário, até encontrar a certa. PONTOS MENOS BÁSICOS DE SEGURANÇA Agora que já falámos dos dois aspectos mais básicos a ter em consideração na protecção da sua rede wireless, falemos de aspectos mais complexos, que ajudam a melhorar bastante a sua segurança. DEFINA UMA GAMA DE IP Esta é uma dica importante. Não deixe que seja o router a definir automaticamente os endereços de IP das máquinas que se ligam a ele. Apesar de cómoda, esta definição não é segura. Se alguém de fora conseguir passar as primeiras barreiras de segurança do router, irá também conseguir ligar-se à sua rede porque ser-lhe-á atribuído um IP. Se só tem dois computadores, defina uma gama com dois IP, um para cada máquina (figura 3). DESACTIVE O SSID BROADCAST No router, insira o nome para a sua rede (convém alterar o nome predefinido que vem com o router, e inserir um da sua lavra) mas desactive o SSID (figura 4). Se o fizer, o seu router deixa de transmitir a informação de que está ali para quem o quiser encontrar. Isto torna mais difícil a um hacker amador encontrar a sua rede e, logo, efectuar um ataque. No entanto, também dificulta a correcta ligação entre o seu PC e o router. Para que tudo funcione, tem de usar uma ligação directa, ou seja, tem de usar IP fixos (como dissemos no tópico anterior) e inserir o SSID na placa de rede do cliente. UTILIZE AS FUNCIONALIDADES DE FILTRAGEM MAC Os endereços MAC (ou Media Access Control, também conhecidos como os endereços do har- Não deixe que seja o router a definir automaticamente os endereços IP Insira um nome seu para a rede e desactive o SSID

8 8 MARÇO 2006 / EDIÇÃO 129 SOLUÇÕES I REDES SEM FIOS Estabeleça quais os endereços MAC que podem aceder à sua rede dware) são únicos para cada placa de rede, pelo que esta é uma funcionalidade bastante útil. Se definir quais os endereços MAC que são permitidos, apenas as placas de rede com esses endereços serão autorizadas a ligar-se ao router, deixando de fora todos os outros (figura 5). Se não sabe qual é o endereço MAC da sua placa de rede, não se preocupe. Vá a Iniciar>Executar e escreva cmd (sem as plicas) para abrir a linha de comandos. Depois, escreva ipconfig/all. O sistema apresenta uma lista com diversas informações. O Endereço físico (ou Physical Address, no caso de o seu sistema operativo ser em inglês) mostra-lhe o endereço MAC das placas de rede do computador (figura 6). COLOQUE O ROUTER NO CENTRO DA CASA Este pode parecer um conselho estranho, mas considere o seguinte: quanto maior for o número de obstáculos entre as ondas de rádio do router e o exterior da sua casa, menor será a intensidade do sinal que chega à rua. Desta forma, também está a proteger-se, porque um sinal fraco inviabiliza qualquer tentativa de ataque ou de gente a tentar pendurar-se na sua rede para aceder à Internet. Claro que não fica 100% seguro (existem antenas que aumentam bastante a sensibilidade dos equipamentos wireless), mas diminui as hipóteses de haver sequer tentativas de ataque. Se não tem o mau hábito de deixar o computador ligado durante dias e noites a fio (a factura de electricidade mas, principalmente, o ambiente agradecem se não o fizer), também não deve deixar o router a funcionar nos períodos em que não precisa de usar a rede. Desta forma, limita os períodos em que a sua rede está exposta a potenciais ataques. VERIFICAÇÃO CONTÍNUA Com este conjunto de dicas, deverá conseguir aumentar bastante o nível de segurança da sua rede wireless. No entanto, lembre-se de que não há sistemas perfeitos e que até a melhor das configurações pode ceder perante a insistência de um hacker. Portanto, verifique periodicamente o seu sistema em busca de situações suspeitas. Por outro lado, é também aconselhável que mude frequentemente as passwords, tanto a de acesso ao router, como a de encriptação da rede se só tiver acesso a encriptação WEP deve ter especial atenção a este último conselho, visto que as passwords são facilmente quebráveis. Por outro lado, não se esqueça de dar uma vista de olhos ocasional ao site da marca do seu router, não vá dar-se o caso de ser necessário actualizar o firmware por questões de segurança. Fique a saber aqui quais os endereços MAC da placa de rede do seu computador DESLIGUE A REDE NOS PERÍODOS EM QUE NÃO A USA

9 MARÇO 2006 / EDIÇÃO SOLUÇÕES I COMO FUNCIONA: MEMÓRIA DO COMPUTADOR MEMÓRIA DE ELEFANTE É um dos componentes essenciais do seu computador, mas não só! Há memória em todo o tipo de equipamentos electrónicos. Conheça a forma como funciona. Poderá nem fazer ideia, mas a verdade é que está cercado por produtos electrónicos que dependem de um componente de memória para funcionarem da melhor forma. Por exemplo, a sua televisão da sala e o autorádio do seu carro utilizam um tipo de memória específico que lhes permite efectuar as suas funcionalidades com eficácia. No caso do computador pessoal, a memória é dos elementos vitais para que tudo funcione da melhor forma. Basta pensar no que seria a CPU do computador ter de aceder constantemente ao disco rígido do computador para de lá retirar os dados requisitados a velocidade de desempenho do PC iria descer consideravelmente. Ao integrar-se um componente de memória no sistema, estamos a fazer com que os dados aí fiquem armazenados possam ser acedidos de forma muito mais rápida. Claro que este armazenamento é, na sua grande parte, temporário. Por isso, a maioria das memórias utilizadas é criada com a intenção de albergar um determinado número de dados durante Pedro Miguel Oliveira um tempo específico. Neste artigo, vamos explicar-lhe como é que o seu sistema aí em casa depende da memória para trabalhar. ESFORÇO DE EQUIPA Imagine que o seu computador é uma equipa de futebol. Temos o sistema operativo que é o treinador, a CPU que é o ataque, os discos rígidos são a defesa e a memória é o meio-campo. Ou seja, é à memória que cabe a distribuição do jogo. Todos têm de traba-

10 10 MARÇO 2006 / EDIÇÃO 129 SOLUÇÕES I COMO FUNCIONA: MEMÓRIA DO COMPUTADOR lhar em harmonia para que o sistema funcione da melhor forma. O mais importante é que desde o momento em que liga o computador, que começa o jogo, a memória está constantemente a ser solicitada até ao momento em que desliga e dá por terminada a partida. Para ter uma ideia de como a memória está relacionada com tudo o que se passa no computador, atente ao seguinte. Quando pressiona o botão para ligar o PC, o computador vai carregar os dados que estão na ROM (Read Only Memory) e efectuar um POST (Power On Self-Test), que é como quem diz: efectua a verificação total dos principais componentes do sistema para se certificar que tudo está nas melhores condições para a máquina arrancar. Durante este processo, a memória é igualmente testada. O controlador de memória efectua alguns procedimentos de leitura e de escrita de forma a confirmar que não existem quaisquer erros nos chips da memória. Agora é carregada o BIOS (Basic Input/ Output System) a partir, também, da ROM. É o BIOS que fornece ao sistema as informações básicas acerca das unidades de armazenamento, segurança, sequência de arranque (qual o disco que deve ser lido primeiro ou a unidade que tem primazia), a capacidade de reconhecer automaticamente alguns equipamentos quando estes são ligados (o famoso plug and play) e uma série de outros elementos. Ou seja, dá para perceber que estamos a utilizar constantemente o acesso à memória. Depois, carregamos o sistema operativo do disco onde está residente e colocamo-lo na RAM (Random Acess Memory) do sistema. Vai ser aqui que ficará durante todo o tempo em que o computador permaneça ligado. Porquê? Porque desta forma o sistema pode ser acedido de forma muito rápida pela CPU sempre que seja necessário. Este é um dos factores-chave para a optimização do funcionamento de toda a equipa. É exactamente este o mesmo princípio que está na base do que se passa sempre que carregamos um programa. Ou seja, sempre que abre o Word, por exemplo, os seus componentes principais vão ficar carregados na memória RAM. Desta forma, garantimos que lhe podemos aceder rapidamente sempre que necessitarmos de o utilizar. De- A IMPORTÂNCIA DA CACHE Mesmo com um bus rápido e com vasta largura de banda, a verdade é que o tempo que os dados demoram a ir da memória para a CPU é maior que o tempo que este último os demora a processar. De forma a aliviar estes possíveis congestionamentos de tráfego, foram criadas as caches. Estas são responsáveis por disponibilizar rapidamente os dados utilizados com maior frequência pelo sistema. Isto é concretizado pela criação de uma pequena quantidade de memória a que se chama cache de nível 1 e é colocada directamente na CPU. Esta memória é bastante pequena e pode ter 64Kilobytes. A cache de nível 2, ou secundária, está localizada numa placa de memória situada perto da CPU e com uma ligação directa a esta. Existe mesmo um circuito na placa-mãe que tem por missão controlar a utilização desta cache. Aliás, algumas das CPU mais avançadas já têm a cache de nível 2 embutida, o que determina a sua capacidade de desempenho. O que acontece na quase totalidade das vezes é que a CPU retira da cache os dados que precisa, reduzindo assim consideravelmente, o tempo de espera pelos mesmos.

11 MARÇO 2006 / EDIÇÃO pois, à medida que vamos utilizando a aplicação os seus restantes elementos acabam por ser carregados na totalidade. Os ficheiros a que recorremos quando executamos um determinado programa também são carregados para a RAM. É por esta razão que, muitas vezes, sistemas mais parcos em memória RAM perdem grande parte da sua eficácia (chegando mesmo a bloquear) quando estamos a trabalhar com muitas aplicações em simultâneo. Os ficheiros e aplicações só saem da RAM depois de o utilizador os fechar na totalidade. Se, por exemplo, estiver a trabalhar um ficheiro que não é gravado antes de fechar a aplicação... ele perder-se-á para sempre. Como pode imaginar, por aquilo que lhe acabámos de dizer, as relações entre a RAM e a CPU são vitais para o funcionamento do sistema e estes dois componentes trocam informações entre si milhares de vezes desde que liga o computador até ao momento que o desliga. Estamos perante uma troca contínua de informações onde é efectuada a gestão do que é ou não carregado para a RAM (que não é mais que uma área de armazenamento temporária) para que a CPU lhe possa aceder rapidamente. A HIERARQUIA DA MEMÓRIA A RAM Quando olhamos para os sistemas de memória de um computador encontramo-los segmentados em vários tipos. O computador que tem aí em casa, é composto tipicamente por: caches de nível 1 e nível 2, memória RAM, memória virtual e pelos discos rígidos. São necessários sistemas tão variados porque as CPU exigem, cada vez mais, mais informação de forma mais rápida. E se esta não lhe é disponibilizada, a CPU pode parar o que implica a paragem do sistema. Volta a funcionar quando surgem os dados pedidos. De forma a prevenir esta situação, os engenheiros conceberam vários sistemas de memória que são utilizados em funções específicas e que garantem a continuidade do fluxo dos dados. Esta solução implicou utilizar componentes de memória mais dispendiosos em junção Existe uma hierarquia no processo que efectua a gestão entre a forma como a CPU pede dados aos diferentes tipos de memória presentes no sistema do seu computador. Este funcionamento não está dependente da localização de onde provêm os dados requisitados. Ou seja, quer estes tenham a sua origem a partir de uma das áreas de armazenamento permanente ou a partir do armazenamento temporário, estes dados vão passar sempre primeiro pela RAM. A CPU armazena alguns excertos dos dados que serão necessários utilizar com maior frequência. Esse armazenamento é efectuado, na grande maiora das vezes, na cache. Algumas das instruções mais importantes são mantidas no Registo da CPU. Esta hierarquia de acesso e gestão de memória é essencial para a optimização do funcionamento do sistema.

12 12 MARÇO 2006 / EDIÇÃO 129 SOLUÇÕES I COMO FUNCIONA: MEMÓRIA DO COMPUTADOR com outros bastante baratos (de forma a conseguir fazer um sistema que pudesse ser comprado pelo utilizador). Assim, temos nos computadores os pequenos chips de memória a funcionar em conjunto com os grandes (em termos de capacidade) discos rígidos. Aliás, os discos rígidos são uma das formas de memória mais baratas do mercado. Por alguns euros, conseguimos armazenar uma quantidade considerável de GB que podem ser acedidos pelo sistema. No entanto, esse acesso demora tempo. Cerca de um segundo para ler um megabyte. Por ser tão barato e existir em tanta quantidade, o espaço de armazenamento disponibilizado por um disco rígido representa o degrau final na hierarquia da memória. Ou seja, é aquilo que designamos habitualmente por memória virtual. De seguida, na hierarquia, encontramos a RAM. A Random Acess Memory é importantíssima e a sua capacidade deve tentar equiparar-se às capacidades de desempenho da CPU. Por exemplo, se a sua CPU for de 64 bit, isto vai significar que consegue processar 8 bytes de cada vez. Ou seja, é esta a quantidade de bytes que a CPU é capaz de tirar da RAM de uma só vez (a conta é simples de fazer. Se um byte é igual a 8 bits então 64 bits é igual a 8 bytes). Aqui, a RAM tem de lidar igualmente com a velocidade de ciclo de relógio da CPU. Esta é medida em MHz (MegaHertz). Por isso, quanto mais rápida for a RAM que o utilizador comprar e instalar, melhor será o desempenho do sistema, permitindo que estes componentes se relacionem da forma mais eficaz. A RAM de sistema tem a sua velocidade controlada pelo bus. É a rapidez desta e a sua largura de banda que determinam a velocidade da memória RAM. Por rapidez do bus consideramos o número de vezes que um grupo de bits pode ser enviado no espaço de um segundo. Por largura, consideramos o número de bits que pode ser enviado para a CPU em simultâneo. Por isso, um ciclo de bus ocorre sempre que os dados viajam da memória para o A RELAÇÃO ENTRE A ENERGIA E OS TIPOS DE MEMÓRIA A memória pode ser tipificada em duas categorias principais: volátil e não-volátil. A volátil é aquela que perde os dados assim que o sistema é desligado. Requer alimentação eléctrica constante de forma a manter-se activa. É aqui que podemos integrar a grande maioria das memórias RAM. Como seria de esperar, a memória não-volátil é aquela que mantém os dados mesmo após desligar o sistema. A ROM é a mais comum, mas os seus cartões de memória da máquina fotográfica digital também são um bom exemplo deste tipo de memória. CPU. Imagine, um bus de 100MHz e a 32 bits consegue enviar 4 bytes de dados 100 milhões de vezes por segundo para a CPU. Bastar-lhe-á a si mudar estes valores para ter taxas de transferência de dados superior. Infelizmente, a transcrição desta equação não pode ser efectuada com esta exactidão. Temos de contar com o período de latência exigido para se começar a ler o primeiro bit. Isto faz com que se percam alguns ciclos de relógio até o bus passar o primeiro bit de informação. Para dar a volta a este problema, os engenheiros criaram um técnica que lhes permite compensar o período de latência: o burst mode. JOGAR NA ANTECIPAÇÃO Este burst mode funciona na premissa de que os dados que vão ser carregados provêm de uma sequência lógica. Ou seja, o controlador da memória antecipa que o que quer que a CPU esteja a carregar vai continuar a ter a sua proveniência do mesmo endereço de memória. Com este facto em mente, o controlador da memória carrega em simultâneo vários bits de informação. Isto faz com que apenas o primeiro bit de dados seja realmente afectado pelo período de latência já referido. Pode encontrar a taxa de burst mode do seu sistema encontrando um código de quatro números. O primeiro diz-lhe quantos ciclos são necessários para ler o primeiro bit, e os restantes os outros que se lhe sucedem. Claro que, quanto menor forem esses números, melhor será o desempenho da memória do sistema. Outra das formas utilizadas para compensar o período de latência é o pipelining. Este, não é mais que uma forma de organizar o método pelo qual os dados são extraídos. O pipelining assemelha-lhe muito ao que pode testemunhar numa linha de montagem de uma fábrica. Os dados são todos organizados e o controlador de memória consegue ler e escrever pedaços de informação em simultâneo para a CPU.

13 MARÇO 2006 / EDIÇÃO INTERNET I SELECÇÃO NACIONAL Sites e mais sites! Todos têm uma característica em comum: são criados por portugueses. Mande também o seu! A caixa postal mantém-se: OS SITES DESTE MÊS Valter Costa criou esta página pessoal onde explora e partilha alguns dos seus temas preferidos. Para manter A apresentação gráfica é dominada pela elegância e sobriedade A colecção de links para sites a partir dos quais é possível efectuar downloads de programas e aplicações várias As ligações para a rádio e TV on-line A galeria de imagens Para corrigir A pouca quantidade de conteúdos próprios Tiago Ferreira é o autor deste site dedicado às actividades musicais da banda Sorrow Breed. Para manter O grafismo excelente e totalmente adequado ao perfil da banda O puzzle na homepage para o visitante resolver A área de downloads de actuações e de canções da banda O calendários de actuações ao vivo Para corrigir As secções que ainda estão em desenvolvimento Miguel Pereira é autor desta página que funciona como um cartão de visita pessoal, das suas habilitações e hobbies. Para manter A boa organização dos conteúdos, agrupados por temas e em áreas bem definidas A excelente colecção de links para sites relacionados com os principais interesses do autor Para corrigir A secção Formação não está disponível As áreas de acesso reservado César Prata criou e mantém este endereço inteiramente dedicado ao projecto musical Chuchurumel. Para manter A enorme originalidade e dinâmica da apresentação gráfica A qualidade e quantidade dos conteúdos apresentados A secção Recolha onde se disponibilizam canções e músicas tradicionais portuguesas A versão em inglês Para corrigir Nada a assinalar Bruno Almeida é o responsável pela criação deste portal dedicado aos gatos e aos seus donos. Para manter A boa organização dos temas A facilidade de navegação A grande quantidade de conteúdos disponibilizados A natureza muito prática do site com muitos conselhos e informação A interacção através do Livro de Visitas Para corrigir Nada a assinalar Pedro Branco é o webmaster deste portal dedicado à domótica e às "tecnologias para o lar moderno". Para manter Os vários canais temáticos Media Center, Domótica, Casa Digital e Home Cinema PC O directório de empresas fornecedoras de soluções O fórum de discussão A galeria de fotos de sistemas de domótica dos utilizadores Para corrigir O grafismo algo monótono

14 14 MARÇO 2006 / EDIÇÃO 129 SOLUÇÕES I GUIA PRÁTICO DOCUMENTOS LIVRES Saiba como aceder ao espólio da Biblioteca Nacional Digital. Isabel Infante Biblioteca Nacional Digital resulta de uma iniciativa A da Biblioteca Nacional (BN) que, assim, pretende tornar acessível ao público uma parte do espólio da instituição, através de um simples acesso à Internet. São já milhares os documentos assim disponibilizados mapas do mundo datados desde o séc. XVI, obras literárias que cobrem toda a história da literatura portuguesa, publicações periódicas várias e impressionantes elementos iconográficos. Atendendo às principais necessidades e desejos dos frequentadores regulares da BN, este projecto on-line está nesta primeira fase a privilegiar o acesso livre às chamadas fontes documentais, ou seja, aqueles textos que habitualmente funcionam como referência para o estudo e trabalho de investigadores e estudantes. No entanto, a oferta de obras é já tão vasta e variada que qualquer pessoa, facilmente, aqui encontrará um motivo de interesse. O acesso é feito de forma absolutamente gratuita e sem necessidade sequer de um registo prévio. Tudo o que precisa fazer é aceder ao site, pesquisar e guardar. Acesso directo às obras mais recentemente digitalizadas e depositadas na BN Digital. Barra de autores ou temas periodicamente em destaque na BN Digital. Acesso directo à área onde estão concentradas todas as obras digitalizadas da BN. Área de divulgação de autores e personalidades da literatura portuguesa. Área de subscrição da mailing list da BN Digital para acesso imediato e directo a todas as novidades. Acesso às edições digitalizadas dedicadas a eventos, celebrações ou temáticas especifícas. Autores e títulos em destaque e que, por isso, possuem um site próprio dentro da BN Digital.

15 MARÇO 2006 / EDIÇÃO ACESSO AO ESPÓLIO TOTAL 2. ESCOLHA DE AUTORES A partir da ligação do site da BN ao URL poderá conhecer todos os títulos já digitalizados e disponíveis para livre acesso. Os conteúdos estão divididos por autores ou datas. 3. PESQUISA POR DATAS Os nomes aparecem distribuídos por ordem alfabética através de várias páginas acompanhados pela referência do número de obras disponíveis e tempo de vida do autor. 4. CARTOGRAFIA Na secção Datas, os conteúdos disponíveis referem-se à reprodução de documentos oficiais referentes à História do nosso país e, por isso, de grande interesse público. Os mapas são, talvez, os documentos que mais interessam aos curiosos que visitam a BN Digital. A colecção é excelente e pode ser livremente acedida em formato PDF ou JPEG. 5. ICONOGRAFIA 6. PORTUGALIAE MATHEMATICA Imagens, desenhadas e pintadas, de cidades e acontecimentos históricos ou retratos e fotografias de personalidades de relevo cultural são aqui acessíveis e podem ser copiadas. Esta prestigiada publicação académica, destinada ao estudo das teorias da Matemática, está disponível para consulta e download desde o seu primeiro número.

16 16 MARÇO 2006 / EDIÇÃO 129 SOLUÇÕES I FLASH 8 NO CD E DVD ANIMAÇÃO NO FLASH "Back to Basics" Aqui ficam as noções básicas que devem orientar a concretização de uma animação, utilizando o Flash... Volvidos seis meses de tutoriais de Flash, onde abordámos temáticas tão "simples" como a construção de um Portafólio (edição de Setembro nº123) a temas um pouco mais "complexos" como a elaboração de uma Jukebox (edição de Outubro nº124), surge a oportunidade de se iniciar uma nova temática Gaming construção de jogos em Flash para publicação on-line e off-line. Sendo esse tema altamente específico, achou-se por bem que nesta edição se registasse um "regresso às origens", onde não se abordasse código ActionScript. O Flash ainda com o nome de FutureSplash tinha na sua essência a criação de pequenas animações para publicação na Internet. Nessa fase, ainda se utilizando técnicas de animação frame-a-frame foi possível recriar animações idênticas aos "desenhos animados". Com o evoluir da ferramenta, exigiu-se técnicas que visassem facilitar a criação de animações. Essas opções designam- -se por "TWEEN" (animação assistida pelo computador). Existem dois tipos de Tween "Motion Tween" e "Shape Tween", e uma série de regras necessárias para o correcto processamento por parte do computador. Pequeno StoryBoard da animação que pretendemos construir sem recurso à técnica Frame-a-Frame Pretende-se que as rodas sejam animadas independentemente das restantes animações. A nuvem será animada de modo a entrar em cena da direita para a esquerda. Nesse sentido, só a desenhei no seu estado final. O comboio irá se deslocar sobre os montes. Estamos perante uma animação não- -linear.

17 MARÇO 2006 / EDIÇÃO A nova opção da ferramenta EASE permite controlar o tempo de animação de várias propriedades. Controlando o tempo através de curvas de Bezier, é possível termos velocidades diferentes em períodos distintos Antes de começar... PARA COMEÇAR... O leitor atento terá, certamente, questionado o porquê da existência de dois nomes distintos para a animação tween e, se revirmos os nomes, a resposta será breve. Sempre que se desenha no Flash estamos perante desenho vectorial ou "Shape" como é reconhecido pelo software. Este tipo de animação obriga a cálculos contínuos da posição dos vectores, traduzindo-se em intenso trabalho para o processador. Desse modo, aconselha- -se a uma utilização moderada e somente quando se pretende transformar uma forma noutra. No entanto, existem outros objectos no Flash, nomeadamente symbols que se subdividem em "Graphics", "Buttons" e "MovieClips", Definições do Documento: Width:550, Height:400, Fps:12, Background: #FFFFFF. As definições do trabalho poderão ser encontradas no menu Modify > Document.... Estas dimensões estão relacionadas somente com as dimensões da imagem escolhida. Este tutorial foi elaborado com a versão 8 do Flash. Somente com essa versão é possível abrir o ficheiro comboio.fla que se encontra no CD/DVD. cujas propriedades podem ser "animadas". Nesse sentido, surge o "Motion Tween" que, ao contrário do nome, não se restringe a movimentação. De todas as propriedades dos symbols, a que exige mais do processador em caso de animação é o "Alpha" ou opacidade. Aconselha-se o utilizador a criar efeitos "FadeOut" e "FadeIn" (transições de opacidade) de vários objectos em simultâneo para experimentar a intensidade de processamento, apartir do qual poderá optar por utilizar mais ou menos vezes nos seus trabalhos. Tornando-se mais fácil de criar animações, era necessário recorrer a técnicas "frame-a-frame" para se controlar os "tempos" da animação.

18 18 MARÇO 2006 / EDIÇÃO 129 SOLUÇÕES I FLASH 8 "TEMPOS" DE ANIMAÇÃO A importância da Ferramenta EASE no filme Perante um público tão exigente a Macromedia cria a opção Ease que permite alterar a linearidade do "tempo" do tween. Os valores do "ease" variam entre 100 e -100 ou por outras palavras, Ease Out e Ease In. É possível, então, que uma animação tween com 10 frames de duração tenha um "arranque" rápido, suavizando no final, ou vice-versa. Nesse preciso momento surge a questão dos tweens poderem não ser lineares. Mais uma vez, a resposta surgiria com a aplicação de técnicas "frame-a-frame". Nesta nova versão do Flash, fomos brindados com a opção Edit, permitindo com recurso a curvas se configurar os "tempos" da animação. O leitor deverá experimentar livremente a utilização dessas curvas com vista a uma rápida familiarização com as mesmas. Neste tutorial iremos recriar uma pequena animação de um comboio a percorrer uns vales. Para tal, iremos utilizar Motion Tween e MovieClips para controlarmos facilmente o "tempo" de cada animação. Como prometido, será um tutorial sem qualquer recurso a código ActionScript. Espero que o leitor se divirta a animar. PASSO 1 PASSO 2 PASSO 3 Adicionar cinco layers e, de cima para baixo, atribuir os seguintes nomes: "fumo", "nuvem", "comboio", "ceu", "chao". Na layer "chao", desenhar o terreno por onde o nosso comboio irá passar. Seleccionar toda a shape e clicando com o botão direito sobre o mesmo vamos a Convert to Symbol... e escolhemos Graphic. PASSO 4 PASSO 5 PASSO 6 Na layer "ceu" vamos repetir as mesmas instruções do passo 2. Seleccionar todo o grafismo do céu e converter em "Graphic" (ver passo 3). Note que o céu ficou em "frente" ao chão. Clicar uma vez na layer "ceu" e arrastar para baixo da layer "chao".

19 MARÇO 2006 / EDIÇÃO PASSO 7 PASSO 8 PASSO 9 Na layer "comboio" iremos repetir o processo realizado no passo 2. Converter a shape do comboio num "MovieClip" (ver passo 3). Clicando duas vezes sobre o symbol do comboio acederemos ao seu conteúdo. Criamos uma layer adicional: "rodas" PASSO 10 PASSO 11 PASSO 12 Desenhar a roda do comboio, à semelhança do passo 2. Seleccionar a shape da roda e converter para "Graphic" (ver passo 3). No frame 12, inserir um keyframe na layer "roda" e um frame na layer "comboio". PASSO 13 PASSO 14 PASSO 15 Seleccionar o frame 1 da layer "roda" e aceder ao painel "Properties Inspector". Na opção "Tween" escolher "Motion". Na opção "Rotate" seleccionar "CW" e especificar o número de voltas que a roda dará. Quanto maior o número, maior velocidade. Adicionar uma terceira layer, e acedendo à "Library" (CTRL+Enter) poderemos arrastar o "Graphic" da roda. Repetir os passos 12, 13 e 14 para animar a segunda roda do comboio.

20 20 MARÇO 2006 / EDIÇÃO 129 SOLUÇÕES I FLASH 8 PASSO 16 PASSO 17 PASSO 18 Retornar ao filme principal, clicando em "Scene1". Vamos adicionar uma nova layer que servirá como guia do comboio. Desenhar nessa layer o percurso que o comboio irá fazer. PASSO 19 PASSO 20 PASSO 21 Clicar duas vezes no ícone da layer "guia" para aceder às suas propriedades. Escolher "Guide". Efectuar o mesmo processo para a layer "comboio", desta vez seleccionando "Guided". No frame 20 vamos inserir um keyframe na layer "comboio" e um frame em todas as outras layers. No frame 1 vamos colocar o "comboio" preso ao início do caminho e no frame 20 colocamo-lo no final do percurso. PASSO 22 PASSO 23 PASSO 24 ATENÇÃO: quando estiver a posicionar o comboio, no início e no final do percurso, deverá ter a opção "SNAP" activada. Na layer "nuvem" vamos desenhar uma nuvem e convertê-la para "Graphic" (ver passo 3). Inserir um keyframe no frame 20 e criamos "Motion Tween" da nuvem. Deixarei a layer do fumo ao critério do leitor. Funcionará como um pequeno exercício extra. O essencial é que se divirta a animar no Flash.

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