Para Viver de Bem com os Bichos PVBB-BH Ou Melhores Amigos Ou Nosso Mundo dos Animais Ou Um Belo Horizonte com os Animais

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1 Para Viver de Bem com os Bichos PVBB-BH Ou Melhores Amigos Ou Nosso Mundo dos Animais Ou Um Belo Horizonte com os Animais A moderna cosmologia nos fez, pois, compreender que o universo é um imenso processo único, complexo, contraditório e complementar que une todos os seres vivos e inertes, por uma teia de relações de tal maneira que nada existe fora da relação. (Boff 1994, p.36) 1. INTRODUÇÃO O processo de sujeição dos diversos componentes que constituem a Terra durante a formação e crescimento das sociedades humanas chegou em uma etapa superior de discussão, onde a harmonia entre os diferentes componentes desse imenso mosaico está cada vez mais privilegiado em detrimento da visão estritamente antropocêntrica. Esta perspectiva evolutiva, biocêntrica, é fundamental até mesmo para assegurar a sobrevivência da espécie humana na Terra, remetendo à importância de todos os seres e dos seus papéis no planeta. Dessa forma, ao invés do incômodo gerado pelo desequilíbrio, faz-se necessária a compreensão do princípio da reciprocidade e do papel das sociedades humanas em assegurar o restabelecimento do equilíbrio entre sociedade humana, meio ambiente e animais. A superpopulação de cães e gatos em centros urbanos ocasiona inúmeros problemas: transmissão de zoonoses, como raiva, leptospirose, leishmaniose, entre outras; agressões envolvendo pessoas ou outros animais; contaminação ambiental por dejetos e pelos e dispersão de lixo; distúrbios de trânsito de veículos, determinantes de acidentes, atropelamentos; danos à propriedade pública ou particular. O controle destas populações representa um desafio constante para todas as sociedades, independentemente do grau de desenvolvimento sócio-econômico, devido ao

2 grande laço afetivo que caracteriza a relação do homem com animais, sejam de raça ou não, filhotes ou adultos, machos ou fêmeas, soltos ou domiciliados. A necessidade de controlar animais de estimação sempre envolve dois atores sociais. Ao proprietário cabe exercer o direito de manter um animal sob sua guarda, desde que de maneira responsável, ou seja, zelando pela sua saúde, pelo controle reprodutivo, pela destinação de filhotes e mantendo-o domiciliado. Ao poder público destinam-se as ações de controle dos animais não domiciliados, com vistas à proteção da saúde pública, porém, com posturas humanitárias em relação a eles. Ao longo de anos muitos Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) trabalharam com a captura e a eutanásia de cães e gatos de forma sistemática sustentada por um pensamento equivocado da sociedade e da própria Organização Mundial de Saúde (OMS). Havia o entendimento sobre a importância do controle do aumento da população através da retirada de animais das ruas de forma continuada, além da necessidade de controlar determinadas doenças como a raiva canina (OMS, ). Em função de estudos mais recentes realizados pela OMS em países onde o sacrifício de cães foi intenso, concluiu-se que a ação fora totalmente ineficaz, pois a taxa de eliminação de animais era rapidamente superada pela taxa de reposição, dada a dinâmica populacional da espécie, ou seja, o alto potencial de reprodução e mobilidade dos animais. Ainda, segundo a OMS, não existem provas de que a eliminação de cães tenha gerado impactos significativos na densidade das populações caninas e mesmo na propagação da raiva. Então a OMS publica o 8º Informe Técnico em 1992, apontando métodos aceitáveis para o controle da população canina baseados em: a) Programas educativos para a guarda responsável; b) Restrição de movimentação; c) Controle do habitat; e d) Regulação da reprodução. Entretanto as medidas indicadas devem ser tratadas de forma integrada e principalmente fundamentada na percepção e modificação comportamental adotada quanto à responsabilidade individual frente ao coletivo. O Ministério da Saúde considera a escola um ambiente educacional e social propício para se trabalhar conhecimentos e mudanças de comportamento, onde adolescentes assumem o papel de agentes multiplicadores.

3 Assim, em função da complexidade do assunto, o planejamento de políticas municipais para a defesa e proteção dos animais deverá compreender ações de curto prazo, objetivando promover o entendimento do cidadão que possui animais sobre sua responsabilidade pela guarda responsável, bem como apresentar soluções de médio e longo prazo para que se efetive a redução do problema (GIAROLLA, 1986). Porém sua adoção precisa ser contundentemente dirigida, sob o risco de ferir-se a intenção ao se dispersar as ações entre os setores envolvidos na sua implantação de forma não sintonizada. Os objetivos pretendidos só poderão ser alcançados pela interação e integração da ação governamental de diversas secretarias e da coletividade. Além da necessidade de programas permanentes visando o controle populacional, faz-se necessária a implantação de ações educativas que promovam mudanças de valores e atitudes, de conscientização da população para uma convivência harmoniosa com os animais. 1. ASPECTOS HISTÓRICOS Alguns marcos históricos e resultados importantes foram obtidos em trabalhos com a população animal em Belo Horizonte, envolvendo o setor público e a participação popular (BRANDÃO, 2009): Em 2005 inicia-se o programa de esterilização animal, com a adequação de uma sala para cirurgias no Centro de Controle de Zoonoses - CCZ e cirurgias realizadas apenas em machos. A participação popular de forma organizada é oficializada com a criação, dentro do Conselho Municipal de Saúde - CMS, da Comissão Interinstitucional de Saúde Humana na sua Relação com os Animais - CISHRA em É composta por representantes da Secretaria Municipal de Saúde- SMSA, do CMS, do Conselho Regional de Medicina Veterinária - CRMV-MG, da Polícia Militar de Meio Ambiente, do Conselho Municipal de Meio Ambiente e do fórum de entidades e ativistas da causa animal. Este processo de gestão participativa favoreceu uma série de avanços na política pública de bem estar e saúde animal; Adequação de uma sala do CCZ para realizar as cirurgias de castração de cães e gatos, machos e fêmeas, ainda em 2006; Liberação de recursos pela Prefeitura e SMSA para construção de dois Centros de Castração, contratação de equipes e aquisição de insumos e equipamentos (processo

4 inicia no final de 2006 e em outubro de 2008 as duas unidades são inauguradas). Todo o projeto foi feito a quatro mãos serviço público e Organizações não Governamentais (ONG); Capacitação dos veterinários do CCZ, de ONG e de prefeituras da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) para execução de técnica cirúrgica adequada; Em 2008 a SMSA inicia uma ampla reforma das instalações do CCZ, com vistas a adequá-lo à nova proposta de trabalho; Aquisição e adequação de veículo (unidade móvel) para realizar castrações em áreas carentes (início em 2007 e finalização em 2008); Capacitação de todos os profissionais do CCZ para realizar o controle ético da população de cães e gatos realização do curso de Formação de Oficiais de Controle Animal, ocorrido em novembro de 2008; Interrupção de envio de animais do CCZ para ensino e pesquisa (desde 2007, oficialmente com a Portaria SMSA/SUS-BH nº 020/2008); Fim da eutanásia dos animais capturados e não resgatados por seus proprietários (Portaria SMSA/SUS-BH nº 020/2008). A triagem clínica de todos os animais capturados nas vias públicas passa a acontecer como rotina no CCZ, além da realização dos exames de leishmaniose visceral. Os animais sadios não resgatados por seus proprietários são então castrados, microchipados, vacinados e retornam ao local de origem (projeto TNR); Elaboração de material educativo de qualidade sobre a guarda responsável dos animais de forma conjunta com ativistas da causa animal e CRMV-MG, disponibilizando também em meio eletrônico no site da Prefeitura. Início do projeto de adoção animal Adote um Amigo em 2011, parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde, Conselho Municipal de Saúde/ Comissão Interinstitucional de Saúde Humana na sua relação com os animais e a ONG Teia de Textos Projeto Ninho dos Bichos. O projeto prevê a realização de feiras semanais de adoção com animais advindos do CCZ e outras ONG de proteção animal. Cães capturados nas ruas da capital passam por uma triagem clínica, realiza-se a sorologia para leishmaniose visceral, esterilização (castração), identificação através de microchip, vermifugação, vacinação multivalente e antirrábica, antes de serem colocados para adoção.

5 3. OBJETIVOS 3.1 Objetivo Geral O Programa PVBB-BH tem como objetivo principal formar pessoas mais conscientes e responsáveis para com seus animais de estimação, fauna urbana e meio ambiente. Desta forma evita-se a transmissão de doenças, a reprodução, o abandono e o sofrimento dos animais, atuando na preservação ambiental, em especial na defesa e proteção animal e no controle de populações para atingir o equilíbrio ambiental e o convívio harmonioso dos munícipes com os animais, quer sejam cães, gatos, cavalos, pombos, morcegos ou outras espécies que possam vir a interferir desfavoravelmente nesta relação. 3.2 Objetivos Específicos Desenvolver ações de Educação Ambiental sobre a fauna junto à sociedade, buscando-se criar consciência sobre a responsabilidade da guarda dos animais e a necessidade de conservação e respeito à fauna urbana, além da alteração da percepção antropocêntrica por uma consciência da interdependência para o equilíbrio: a) Estimular o desenvolvimento a) Buscar o maior equilíbrio na população animal, diminuindo o índice de abandono e maustratos de modo a prevenir agravos à saúde pública e as agressões ao meio ambiente; b) Trazer as questões ambientais e do respeito à fauna vivenciadas pelos alunos em seu cotidiano como temas transversais nas disciplinas oficiais. 4. METODOLOGIA Pela sua concepção básica, o Programa PVBB-BH, estabelece um grau de importância elevado da educação para a mudança de comportamento daqueles que serão os cidadãos com responsabilidade sobre a guarda e respeito aos animais de estimação e ao cuidado com o meio ambiente. Baseado nas diretrizes de educação em saúde da Fundação Nacional de Saúde FUNASA, temos que a prática de saúde, enquanto prática educativa, tem por base o

6 processo de capacitação de indivíduos e grupos para atuarem sobre a realidade e transformá-la (Brasília, 2007). Assim propõe-se a aplicação de técnicas de abordagem de assuntos muito relevantes, tais como: A interrelação entre saúde humana, saúde animal e meio ambiente; O processo de formação de conceitos sociais e éticos e sua relação com a convivência saudável com animais domésticos; O abandono de animais; Maus tratos e bem-estar animal; Aspectos sanitários dos animais de estimação (zoonoses e suas implicações); Segurança pública relacionada a cães perigosos e eqüinos soltos em vias públicas; Aspectos relacionados ao comportamento animal; Riscos ambientais causados pela fauna exótica. Para tanto, são sugeridas algumas ações que deverão ser discutidas com a equipe interinstitucional para o desenvolvimento de um programa para o ensino fundamental e educação infantil: Formação de multiplicadores para atuação nas escolas de ensino infantil e fundamental da rede municipal (profissionais da rede e alunos de pedagogia); Inserção do tema nos programas da Secretaria Municipal de Educação - SMED/PBH (Escola Aberta, Saúde na Escola, etc.) Inserção da abordagem sobre Guarda Responsável e Zoonoses em temas transversais nas escolas municipais. Estas ações podem ser divididas em 2 fases: Fase I: projeto piloto de aplicação básica em uma escola da rede municipal de ensino fundamental; e Fase II: expansão do Programa PVBB-BH para a rede, mediante adesão.

7 4.1. Fase I Apresentação do Programa Educacional e capacitação de pedagogos, professores e educadores infantis com o objetivo de desenvolvimento da proposta em uma escola da rede municipal de ensino Capacitação dos educadores Ministrar curso de 20 horas/aula sendo que destas, 10 horas/aulas serão destinadas ao módulo de posse responsável, objeto do presente estudo e as demais pertencerão ao módulo de fauna sinantrópica. O material a ser distribuído aos educadores constitui-se de manuais, cartilhas e vídeos (anexos- acrescentar o projeto dos origamis) abordando temas relacionados ao PVBB-BH, projeto desenvolvido pela SMSA de Belo Horizonte e pelo CRMV-MG, com o apoio da SMED e CMS. Ao final do curso os educadores deverão apresentar um projeto de atividade a ser desenvolvido na escola. O tempo de desenvolvimento ficará a critério do educador, compreendendo um prazo entre um semestre e um ano letivo. Este projeto deve ser construído com base no respeito ao universo cultural das pessoas e às formas de organização da comunidade, considerando que todas as pessoas acumulam experiências, valores, crenças, conhecimentos e são detentoras de um potencial para se organizar e agir (Brasília,1989) Conteúdo técnico O conteúdo técnico aborda os seguintes tópicos: Importância do relacionamento do homem com animais, em especial com animais domésticos de estimação; Conceito da posse ou guarda responsável de cães e gatos no meio urbano; Prevenção da agressão, enfocando principalmente o conhecimento do comportamento básico de cães e gatos; Principais zoonoses transmitidas; Esclarecimentos sobre os serviços prestados pelo CCZ BH;

8 Legislação municipal e outras vigentes. Considerando as limitações individuais para adoção do comportamento de realizar a guarda responsável, material deverá ter sua linguagem adaptada conforme as características sócio-econômicas do público ouvinte Avaliação da assimilação do conteúdo técnico pelos educadores A proposta de avaliação é baseada na aplicação de um questionário (Anexo 1) antes e após a realização do curso. Serão abordadas três áreas de interesse: Características de motivação dos professores: aspectos individuais facilitadores e impedientes do papel de multiplicador das informações; Conhecimento relacionado à guarda responsável: o que sabe e o que faz para exercer a guarda responsável; Identificação de fatores limitantes para execução das práticas de guarda responsável, com especial destaque para percepção da capacidade individual de modificar a realidade e a percepção dos serviços de apoio à escola e comunidades. Os questionários serão analisados para estabelecer um perfil dos profissionais participantes, e assim apurar se o grau de assimilação do conteúdo possibilitou a mudança de percepção dos temas abordados a fim de atingir os objetivos do presente Programa Observação das atividades desenvolvidas pelos educadores Os educadores deverão apresentar como resultado do programa os projetos desenvolvidos com seus alunos durante o período letivo. Além disso, será aplicado, antes e depois das aulas, um questionário (anexo 2) aos alunos para comparar o conhecimento sobre o conteúdo abordado nestes dois momentos Fase II Oferecer o Programa para toda rede de ensino municipal para ser desenvolvido por pedagogos, professores e educadores infantis mediante adesão voluntária.

9 A fim de que haja uma maior adesão ao programa, propõem-se incentivos aos profissionais, tais como: Pontuação no plano de cargos e salários; Premiação para a escola que desenvolver o melhor projeto em cada ano letivo Capacitação dos educadores Ministrar curso de 20 horas/aula sendo que destas, 10 horas/aulas serão destinadas ao módulo de posse responsável, objeto do presente estudo e as demais pertencerão ao módulo de fauna sinantrópica. O material a ser distribuído aos educadores constitui-se de manuais, cartilhas e vídeos (anexos) abordando temas relacionados ao Programa PVBB-BH, desenvolvido pela SMSA/PBH e pelo CRMV-MG, com o apoio da SMED e CMS. Ao final do curso os educadores deverão apresentar um projeto de atividade a ser desenvolvido nas escolas. O tempo de desenvolvimento ficará a critério do educador, compreendendo um prazo entre um semestre e um ano letivo. Este projeto deve ser construído com base no respeito ao universo cultural das pessoas e às formas de organização da comunidade, considerando que todas as pessoas acumulam experiências, valores, crenças, conhecimentos e são detentoras de um potencial para se organizar e agir (Brasília,1989) Conteúdo técnico O conteúdo técnico abordará os seguintes tópicos: Importância do relacionamento do homem com animais, em especial com animais domésticos de estimação; Conceito da posse ou guarda responsável de cães e gatos no meio urbano;

10 Prevenção da agressão, enfocando principalmente o conhecimento do comportamento básico de cães e gatos; Principais zoonoses transmitidas; Esclarecimentos sobre os serviços prestados pelo CCZ BH; Legislação municipal e outras vigentes. Considerando as limitações individuais para adoção do comportamento de realizar a guarda responsável, o material deverá ter sua linguagem adaptada conforme as características sócio-econômicas do público ouvinte Avaliação da assimilação do conteúdo técnico pelos educadores A proposta de avaliação é baseada na aplicação de um questionário (Anexo 1) antes e após ministrado o curso. Serão abordadas três áreas de interesse: Características de motivação dos professores: aspectos individuais facilitadores e impedientes do papel de multiplicador das informações; Conhecimento relacionado à guarda responsável: o que sabe e o que faz para exercer a guarda responsável; Identificação de fatores limitantes para execução das práticas de guarda responsável, com especial destaque para percepção da capacidade individual de modificar a realidade e a percepção dos serviços de apoio à escola e comunidades. Os questionários serão analisados para estabelecer um perfil dos profissionais participantes, a fim de apurar se o grau de assimilação do conteúdo possibilitou a mudança de percepção dos temas abordados a fim de atingir os objetivos do presente Programa Observação das atividades desenvolvidas pelos educadores Os educadores deverão apresentar como resultado do programa os projetos desenvolvidos com seus alunos durante o período letivo. Além disso será aplicado aos alunos um questionário (anexo 2), antes e após o projeto, para comparar o conhecimento sobre o conteúdo abordado nestes dois momentos.

11 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Ministério da Saúde/ Fundação Nacional de Saúde - Educação em Saúde Diretrizes. Brasília: FUNASA, Ministério da Saúde. Educação em Saúde Diretrizes. Brasília: Ministério da Saúde/Divisão Nacional de Educação em Saúde, (ALMACHIO,2010). (6º e 7º Informes Técnicos do Comite de Experts em Raiva da OMS, ). 8º Informe Técnico em 1992 (GIAROLLA, 1986). (BRANDÃO, 2009): Portaria SMSA/SUS-BH nº 020/2008; (VIARO, 2009)

12 ANEXO 1 Programa Educativo PVBB-BH Entrevista/questionário professores Data: Dados da escola Nome da escola: Regional: Dados do professor Nome: Telefone: Idade: Escolaridade: Cargo na Prefeitura: Função na escola: Já participou desse curso anteriormente? ( ) sim ( ) não Em que ano? 01. Qual a importância de aprender sobre o convívio entre animais e o homem para você? 02. O que você já ouviu falar sobre a carrocinha? 03. O que você já ouviu falar sobre o que acontece aos cães apreendidos pela carrocinha? 04. O que é guarda responsável de animais de estimação. 05. Quais os cuidados básicos que os proprietários de cães e gatos devem ter com seus animais? 06. Ser um proprietário responsável de cães e gatos é O que é Centro de Controle de Zoonoses CCZ? 08. Cite as doenças que os animais podem transmitir e como evitá-las. 09. O que fazer para controlar a reprodução de cães e gatos? Por quê? 10. Como evitar a agressão por cães e gatos? 11. Quais os cuidados que devem ser tomados após a agressão por cães e gatos? Por quê? 12. O que são animais sinantrópicos? Cite alguns exemplos. 13. Qual sua expectativa em relação ao conteúdo destas aulas para a sua comunidade?

13 ANEXO 2 Programa Educativo PVBB-BH Entrevista/questionário alunos Data: Dados da escola Nome da escola: Regional: Dados do professor Nome: Dados do aluno Nome: Idade Endereço: Telefone: Série: 01. Ainda existe a carrocinha? O que acontecia com os cães recolhidos pela carrocinha? 02. Quais os serviços prestados pelo Centro de Controle de Zoonoses CCZ? 03. Quais os cuidados básicos que devemos ter com nossos animais? 04. Cite as doenças que os animais podem transmitir e como preveni-las 05. Como evitar a agressão por cães e gatos? 06. Quais os cuidados que devem ser tomados após a agressão por cães e gatos? Por quê? 07. Qual medida é mais importante para o controle da reprodução de cães e gatos? Por quê? 08. Dos animais abaixo, marque um (x) nos que são sinantrópicos: ( ) gato ( ) papagaio ( ) rato ( ) coelho ( ) escorpião ( ) gavião ( ) barata ( ) morcego ( ) pombo ( ) cavalo 09. Como evitar o aparecimento de animais sinantrópicos na sua casa? 10. Qual sua expectativa em relação ao conteúdo deste curso na sua vida e da sua família?

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