ALEXSSANDER AUGUSTO DIREITO PROCESSUAL CIVIL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ALEXSSANDER AUGUSTO DIREITO PROCESSUAL CIVIL"

Transcrição

1

2 ALEXSSANDER AUGUSTO DIREITO PROCESSUAL CIVIL

3 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS (TEORIA DAS TRÊS IDADES) 3

4 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS 4

5 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS 1ª IDADE 2ª IDADE 3ª IDADE 5

6 (CESPE-UNB/SEE-DF) De acordo com a teoria das três idades, arquivos podem ser correntes, intermediários ou permanentes. 6

7 (ESAF/ANAC) O Ciclo de vida dos documentos está dividido em três fases: a) fase corrente; b) fase intermediária; c) fase permanente. 7

8 (IADES/GDF) As tre s idades documentais podem ser denominadas de corrente, semiativa e informativa. 8

9 (CESPE-UNB/IPAJM) Com relação à idade, os arquivos são chamados arquivo corrente, arquivo temporário e arquivo permanente. 9

10 (CESPE-UNB-TCE/AC) As fases do ciclo de vida de um arquivo são duas: corrente e permanente. (CESPE-UNB/TRE-PA) O ciclo documental é constituído por somente duas fases básicas: os arquivos correntes e os arquivos intermediários. 10

11 (CESPE-UNB/TRE-TO) Atualmente, com a evolução da arquivística, o ciclo vital dos documentos passa por 4 fases: arquivos setoriais, correntes, inativos e permanentes. 11

12 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS 1ª IDADE 2ª IDADE 3ª IDADE 12

13 (CESPE-UNB/STM) A teoria das três idades refere-se à sistematização do ciclo de vida dos documentos arquivísticos. 13

14 VALORES DOS DOCUMENTOS: Primário ou Administrativo; Secundário ou histórico. 14

15 VALOR PRIMÁRIO (ADMINISTRATIVO): Documentos vinculados a atividades em andamento ou que ainda podem ser questionados administrativa, legal ou juridicamente; Todo documento nasce com este valor e depois o perde; Compreende os documentos das fases corrente (alto valor primário) e intermediária baixo valor primário). 15

16 VALOR SECUNDÁRIO (HISTÓRICO): Documentos vinculados a fatos históricos para a instituição ou para a sociedade; Poucos documentos atingirão este valor; É um valor imprescritível; Compreende os documentos da fase permanente; Também é chamado na bibliografia arquivística de valor probatório ou informativo. 16

17 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Valor secundário ou histórico 17

18 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Valor secundário ou histórico Eliminação ou Descarte 18

19 (IADES/CEITEC) O arquivo permanente é formado por documentos com valor (A) administrativo. (B) primário. (C) informativo. (D) legal. (E) fiscal. 19

20 (CESPE-UNB/FUB) Um documento de arquivo com valor primário pertence ao arquivo corrente ou arquivo intermediário. (CESPE-UNB/DPF) Por meio do valor primário dos documentos, é possível identificar os prazos de guarda nos arquivos corrente e intermediário. (CESPE-UNB/FUB) A identificação do valor primário dos documentos de arquivo fornece as informações necessárias para a determinação dos prazos de guarda nos arquivos corrente e intermediário. 20

21 (FUNCAB/EMURB-AC) São arquivos de valor secundário, nos quais os documentos são utilizados como fonte de pesquisa e informação: (A) intermediários. (B) gerais. (C) permanentes. (D) correntes. (E) setoriais. 21

22 (CESPE-UNB/ANAC) Os arquivos correntes armazenam documentos de valor secundário. (CESPE-UNB/ANATEL) A fase corrente é definida de acordo com os valores históricos dos documentos. (CESGRANRIO/BNDES) Os arquivos intermediários guardam documentos oficiais ou de valor histórico em caráter permanente. 22

23 (CESPE-UNB/EBC) Os documentos de arquivo são imprescritíveis, ou seja, não podem ser eliminados. (CESPE-UnB/SEE-DF) Todo documento que tenha esgotado seu valor primário pode ser eliminado. 23

24 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Valor secundário ou histórico Eliminação ou Descarte 24

25 1ª IDADE: FASE CORRENTE Constituída por documentos mais novos; Documentos sujeitos a consultas frequentes; Documentos em tramitação (em curso ou em andamento); Deve se localizar junto aos setores ou em locais próximos e de fácil acesso. 25

26 2ª IDADE: FASE INTERMEDIÁRIA: Documentos menos utilizados; Otimiza o espaço dos setores; Atende às solicitações das diversas áreas da instituição; Não há necessidade de ser instalado junto à instituição (questão de economia); Os documentos aguardam a sua destinação final (eliminação ou guarda permanente). 26

27 3ª IDADE: FASE PERMANENTE Documentos de valor histórico; Seus documentos já possuíram valor administrativo anteriormente; Não elimina seus documentos; Deve disponibilizar seus documentos para consulta tanto pelo público interno quanto ao público externo e a consulta não depende de autorização da área acumuladora. 27

28 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Valor secundário ou histórico Eliminação ou Descarte 28

29 (QUADRIX/CRA-GO) O arquivo que é definido como conjunto de documentos consultados frequentemente, indispensáveis à manutenção das atividades quotidianas, devendo ser de fácil acesso fisicamente é denominado de: (A) arquivo híbrido. (B) arquivo corrente. (C) arquivo analítico. (D) arquivo descarte. (E) arquivo permanente. 29

30 (QUADRIX/CRO-PE) Os arquivos correntes são constituídos de documentos em curso ou frequentemente consultados. 30

31 (CESPE-UNB/MTE) Os arquivos correntes, por serem formados pelos documentos com grande possibilidade de uso, devem ficar próximos aos usuários direto. 31

32 (CESGRANRIO/BNDES) Os arquivos intermediários reúnem documentos que precisam estar acessíveis, apesar de menos consultados. 32

33 (CESPE-UNB/TCDF) Por atenderem a necessidades especiais, os documentos do arquivo corrente podem permanecer distante de seus usuários diretos. 33

34 (CESGRANRIO/ANP) Os chamados arquivos de primeira idade constituem-se de documentos que deixaram de ser consultados. 34

35 (FCC/CNMP) Arquivo Intermediário é o conjunto de documentos indispensáveis à manutenção das atividades cotidianas de uma administração, por isso seu acesso deve ser fácil e rápido. 35

36 (CETRO/EMBRAPA) São considerados arquivos intermediários os conjuntos de documentos com curso em andamento, os quais constituem objeto de esporádicas ou raras consultas. 36

37 (NCE-UFRJ/CVM) A especialidade dos arquivos pode ser identificada por sua localização física. Portanto, os arquivos de primeira e segunda idade estão localizados, normalmente: (A) fora da cidade, arquivo nacional; (B) longe do corrente, lugar descentralizado; (C) acima da estrutura, área de segurança; (D) em torno da capital, perto do centro; (E) junto ao produtor, local afastado.

38 (FUNCAB/SESC-BA) No âmbito da teoria arquivística, julgue os itens a seguir: I. No arquivo permanente são arquivados os documentos que perderam todo o valor de natureza administrativa. II. O ciclo vital dos documentos compreende as idades: provisória, inicial, corrente, temporária e permanente. III. O arquivo corrente é constituído de documentos de valor secundário que deixaram de ser consultados frequentemente. Está(ão) correto(s) o(s) item(ns): (A) Somente o I. (B) Somente I e II. (C) Somente I e III. (D) Somente II e III. (E) Somente o III.

39 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Valor secundário ou histórico Eliminação ou Descarte

40 AVALIAÇÃO DOCUMENTAL É a análise dos documentos da instituição, a fim de definir seus prazos de guarda e destinação final a partir de seus valores; É realizada por uma Comissão Permanente de Avaliação de documentos e resulta na Tabela de Temporalidade da instituição.

41 TABELA DE TEMPORALIDADE É o instrumento que define os prazos de guarda e a destinação final dos documentos da instituição; É criada por uma Comissão Permanente de Avaliação de documentos e deve ser aprovada por uma autoridade Competente para ser aplicada na instituição.

42 Art. 1º A eliminação de documentos no âmbito dos órgãos e entidades integrantes do SINAR ocorrerá depois de concluído o processo de avaliação e seleção conduzido pelas respectivas Comissões Permanentes de Avaliação de Documentos - CPAD e será efetivada quando cumpridos os procedimentos estabelecidos nesta Resolução. Resolução 40 - Conarq

43 TABELA DE TEMPORALIDADE

44 (QUADRIX/CRA-GO) A Tabela de Temporalidade registra o ciclo dos documentos e sua função é determinar o prazo de guarda dos documentos, além de definir critérios para eliminação, feitos por meio de uma análise documental sobre a importância, a legalidade e a necessidade. 44

45 (CESPE-UNB/BACEN) A tabela de temporalidade de documentos é instrumento de gestão aprovado por autoridade competente que permite gerenciar a massa documental acumulada e controlar o prazo de guarda e a destinação final dos documentos produzidos ou recebidos por uma instituição. (CESPE-UNB/SEE-DF) A tabela de temporalidade é um instrumento resultante do processo de avaliação. 45

46 (FUNCAB/PREF.MACHADINHO D OESTE- RO) A eliminação de documentos oficiais ou públicos só deverá ocorrer se a mesma estiver prevista na tabela de temporalidade do órgão, aprovada pela autoridade competente. (CESPE-UNB/DFTRANS) Os documentos de guarda temporária devem ser mantidos por cinco anos. 46

47 TABELA DE TEMPORALIDADE

48 (CESPE-UNB/DPF) Por sua natureza, os processos possuem valor secundário, devendo ser recolhidos à guarda permanente. (CESPE-UNB/TRT10a REG) Um dos critérios estabelecidos nos processos de avaliação documental é indicar o descarte dos documentos que tenham sido produzidos no prazo superior a 20 anos. 48

49 (CESPE-UNB/FUNCAP-PA) Todo documento com mais de cinco anos arquivado em um arquivo corrente deve ser eliminado. (CESPE-UNB/MME-CPRM) O prazo máximo de retenção de documentos na fase corrente é de seis meses. 49

50 (CESPE-UNB/TRE-AL) O prazo indicado para o arquivamento de documentos na fase intermediária é de 10 a 20 anos. (CESPE-UNB/TRE-AL) Por suas características de produção, os autos de todos os processos com origem no TRE/AL serão de guarda permanente. 50

51 (CESPE-UNB/FUNAG) Um dos critérios adotados pela comissão responsável pela avaliação dos documentos nos órgãos públicos é descartar os conjuntos documentais que tenham sido produzidos há mais de 50 anos. 51

52 TABELA DE TEMPORALIDADE

53 (ESAF/DNIT) A tabela de temporalidade de documentos é um instrumento arquivístico que gerencia os prazos de guarda dos documentos. Em uma tabela de temporalidade, indique quais são as opções para a destinação final de documentos. (A) Guarda corrente ou intermediária. (B) Guarda permanente ou temporária. (C) Guarda permanente ou eliminação. (D) Guarda corrente ou permanente. (E) Guarda administrativa ou eliminação. 53

54 TABELA DE TEMPORALIDADE

55 (CESPE-UNB/ANATEL) Por meio da tabela de temporalidade, determina-se a destinação final dos documentos de arquivo: a eliminação ou a guarda permanente dos documentos acumulados pelas atividades meio e fim das instituições. (CESPE-UnB/ANVISA) A aplicação da tabela de temporalidade resulta na definição do destino final dos documentos de arquivo, que pode ser a guarda corrente ou intermediária. 55

56 VANTAGENS DA AVALIAÇÃO Ganho de espaço físico; Agilidade ao organizar e recuperar a informação; Economia de recursos humanos e materiais; Preservação da história.

57 (CESPE-UNB/EBC) Constituem objetivos da etapa de avaliação de documentos a redução da massa documental e a liberação de espaço físico. (CESPE-UNB/MI) Os resultados esperados de um processo de avaliação de arquivo incluem o aumento do índice de recuperação da informação. 57

58 (CESPE-UNB/DPF) A avaliação documental provoca, necessariamente, aumento de recursos humanos e de materiais. 58

59 (ESAF/ANEEL) A atividade de avaliação documental tem por finalidade I - orientar o usuário sobre o acesso aos documentos de seu interesse. II - permitir a eliminação de documentos destituídos de valor primário e secundário. III - distribuir os documentos de um arquivo conforme sua classificação. IV- otimizar recursos humanos e materiais. A quantidade itens certos é igual a (A) 0. (B) 1. (C) 2. (D) 3. (E) 4. 59

60 TRANSFERÊNCIA É a entrada de documentos no arquivo intermediário. RECOLHIMENTO É a entrada de documentos no arquivo permanente.

61 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Valor secundário ou histórico Eliminação ou Descarte 61

62 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Transferência Valor secundário ou histórico Eliminação ou Descarte 62

63 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Valor secundário ou histórico Transferência Recolhimento Eliminação ou Descarte 63

64 TABELA DE TEMPORALIDADE

65 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Valor secundário ou histórico Transferência Recolhimento Eliminação ou Descarte Recolhimento 65

66 (CESPE-UNB/SEE-DF) Um documento passou que pela atividade de recolhimento não pode ser mais eliminado. 66

67 (QUADRIX/CRBS) Julgue as afirmativas seguintes I. Os arquivos corrente (1ª idade) e intermediário (2ª idade) são os responsáveis pela guarda dos documentos desde o momento de sua criação até a prescrição para fins administrativos. II. Alguns documentos, mesmo depois de prescritos para fins administrativos, são conservados pela instituição por serem considerados importantes para preservar a memória ou história da empresa ou da sociedade. São os chamados documentos de valor secundário ou histórico. Na prática, nem todos os documentos apresentarão esse valor. III. A eliminação de documentos deve ser feita de forma racional. Antes de eliminados, deve-se elaborar a listagem de eliminação de documentos, que conterá a relação de todos os documentos submetidos a este processo. 67

68 (QUADRIX/CRM-PI) Leia as afirmativas a seguir I. Os documentos podem ser eliminados nas fases corrente e intermediária. Todo documento passa pela fase corrente, mas nem sempre pelas fases intermediária e permanente. II. Os processos de envio de documentos do arquivo corrente para o intermediário e deste para o permanente são denominados, respectivamente, transferência e recolhimento. III. O prazo de guarda varia de documento para documento e estará expresso na tabela de temporalidade da instituição. Mas é recomendável o prazo de 10 a 20 anos para o arquivamento de documentos na fase intermediária. 68

69 (FUNCAB FACELI) Em um órgão, um documentos que estava localizado em um arquivo intermediário foi passado para um arquivo permanente. Neste caso, pode-se dizer que houve um. (A) integralidade. (B) interposição. (C) recolhimento. (D) transferência. (E) descarte. 69

70 (CESPE-UNB/DPF) Os documentos de arquivo, após cumprirem o prazo de guarda nos arquivos correntes, devem ser transferidos para o arquivo permanente. (CESPE-UNB/SERPRO) Os documentos que já cumpriram o prazo previamente determinado de permanência no arquivo corrente devem ser automaticamente eliminados. 70

71 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS Valor primário ou administrativo Transferência Valor secundário ou histórico Recolhimento Eliminação ou Descarte Recolhimento 71

72 TABELA DE TEMPORALIDADE

73 ( CESPE - TRE-PE - Analista Judiciário - Área Judiciária) O juiz não pode decidir com base em fundamento a respeito do qual não tenha sido dada oportunidade de manifestação às partes, ressalvado o caso de matéria que deva decidir de ofício. ( CESPE - TRE-PE - Analista Judiciário - Área Judiciária) Os juízes e tribunais terão de, inexoravelmente, atender à ordem cronológica de conclusão para proferir sentença ou decisão.

74 ( CESPE - SEDF Direito) O novo Código de Processo Civil que entrou em vigor em março de 2016 não se aplica aos processos que já estavam tramitando na data da sua vigência. ( CESPE - PGE-AM - Procurador do Estado) O novo CPC aplica-se aos processos que se encontravam em curso na data de início de sua vigência, assim como aos processos iniciados após sua vigência que se referem a fatos pretéritos.

75 ( CESPE - TCE-PA - Auditor de Controle Externo Direito) Em observância ao princípio da primazia da decisão de mérito, o magistrado deve conceder à parte oportunidade para, se possível, corrigir vício processual antes de proferir sentença terminativa. ( CESPE - TCE-RN - Auditor) O princípio da cooperação processual se relaciona à prestação efetiva da tutela jurisdicional e representa a obrigatoriedade de participação ampla de todos os sujeitos do processo, de modo a se ter uma decisão de mérito justa e efetiva em tempo razoável.

76 ( CESPE - TJ-PR - Juiz federal) O magistrado deve indeferir o requerimento de ingresso de amicus curiae em processo que esteja em primeira instância, porque essa hipótese de intervenção de terceiro somente pode ocorrer em causa que tramite no tribunal.

77

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG CEP Fone: (35)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG CEP Fone: (35) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG CEP 37130-000. Fone: (35) 3299-1000 PROCESSO DE SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIO EDITAL 082/2016 PROGEPE Orientações

Leia mais

2. ATOS DO DIRETOR-GERAL

2. ATOS DO DIRETOR-GERAL 2.1. INSTRUÇÃO NORMATIVA 2. ATOS DO DIRETOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA DE 7 DE MARÇO DE 2010 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo

Leia mais

METODOLOGIA NA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CLASSIFICAÇÃO E TABELA DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS DO PODER JUDICIÁRIO PCTTDA

METODOLOGIA NA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CLASSIFICAÇÃO E TABELA DE TEMPORALIDADE DE DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS DO PODER JUDICIÁRIO PCTTDA O Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade de Documentos Administrativos(PCTTDA) do Poder Judiciário é um instrumento que visa classificar a documentação administrativa produzida e recebida pelos

Leia mais

ÍNDICE DE TERMOS. Guia Guia de remessa

ÍNDICE DE TERMOS. Guia Guia de remessa ÍNDICE DE TERMOS Acervo documental Acesso à informação Arquivo Arquivo Central Arquivo Corrente Arquivo definitivo Arquivo geral Arquivo histórico Arquivo intermédio Arquivo público Auto de eliminação

Leia mais

Natureza do assunto:

Natureza do assunto: Natureza do assunto: DOCUMENTOS SIGILOSOS E OSTENSIVOS Ostensivo ou Ordinário documentos cuja divulgação não prejudica a administração Sigilosos documentos que devem ser de conhecimento restrito, e requerem

Leia mais

TRATAMENTO DE PRODUTOS NÃO CONFORMES NA CENTRAL DE DÍVIDA ATIVA

TRATAMENTO DE PRODUTOS NÃO CONFORMES NA CENTRAL DE DÍVIDA ATIVA Proposto por: Equipe da Central de Dívida Ativa (CADAT) Analisado por: RAS Coordenador da Central de Dívida Ativa (CADAT) Aprovado por: Juiz Coordenador da Central de Dívida Ativa (CADAT) 1 OBJETIVO Estabelecer

Leia mais

INTERDICIPLINARIEDADE NA ORGANIZAÇÃO DE ACERVOS ESTUDO DE CASO DO NÚCLEO DE ESTUDO, CULTURA, ORALIDADE, IMAGEM E MEMÓRIA NECOIM

INTERDICIPLINARIEDADE NA ORGANIZAÇÃO DE ACERVOS ESTUDO DE CASO DO NÚCLEO DE ESTUDO, CULTURA, ORALIDADE, IMAGEM E MEMÓRIA NECOIM ENCONTRO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS INTERDICIPLINARIEDADE NA ORGANIZAÇÃO DE ACERVOS ESTUDO DE CASO DO NÚCLEO DE ESTUDO, CULTURA, ORALIDADE, IMAGEM E MEMÓRIA NECOIM Faro/Portugal 5 Out. de 2013 Imagem disponível

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA Nível superior Cargo 1: Contador DF Brasília/Sede da Administração Central 35 1820 52,00 Nível médio Cargo 2: Agente Administrativo AC Rio Branco/Sede da SRTE 2 1496 748,00 Nível médio Cargo 2: Agente

Leia mais

Programa de Gestão Documental da Justiça Eleitoral PGD/JE. o Sistema Eletrônico de Informações (SEI)

Programa de Gestão Documental da Justiça Eleitoral PGD/JE. o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) Programa de Gestão Documental da Justiça Eleitoral (PGD-JE) e o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) Programa de Gestão Documental da Justiça Eleitoral PGD/JE Fundamentação legal: Art. 11 da Lei nº

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR EM CARGOS DE E DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO Administrador AC 1 14 14.00 Administrador AL 1 53 53.00 Administrador AP 1 18 18.00 Administrador BA 1 75 75.00 Administrador DF 17 990 58.24 Administrador MT 1 55

Leia mais

Aspectos Jurídicos do Arquivamento Eletrônico de Documentos. José Henrique Barbosa Moreira Lima Neto

Aspectos Jurídicos do Arquivamento Eletrônico de Documentos. José Henrique Barbosa Moreira Lima Neto Aspectos Jurídicos do Arquivamento Eletrônico de Documentos José Henrique Barbosa Moreira Lima Neto Lei 8.159/91 Art. 2º Consideram-se arquivos, para os fins desta lei, os conjuntos de documentos produzidos

Leia mais

TEMA 1 : Prisão Preventiva para evitar a dissipação do dinheiro desviado (arts. 16 do PL) CPP PL 4.850/16 SUBSTITUTIVO Art (...

TEMA 1 : Prisão Preventiva para evitar a dissipação do dinheiro desviado (arts. 16 do PL) CPP PL 4.850/16 SUBSTITUTIVO Art (... CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSULTORIA LEGISLATIVA ÁREA XXII - DIREITO PENAL, PROCESSUAL PENAL E PROCEDIMENTOS INVESTIGATÓRIOS PARLAMENTARES COMISSÃO ESPECIAL PL 4.850/16 10 MEDIDAS CONTRA A CORRUPÇÃO MEDIDA

Leia mais

CURSO de ARQUIVOLOGIA - Gabarito

CURSO de ARQUIVOLOGIA - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2009 e 1 o semestre letivo de 2010 CURSO de ARQUIVOLOGIA - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique se este caderno contém : PROVA

Leia mais

IMPACTOS CORPORATIVOS SOBRE AS ALTERAÇÕES DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Carolina Sayuri Nagai Calaf

IMPACTOS CORPORATIVOS SOBRE AS ALTERAÇÕES DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Carolina Sayuri Nagai Calaf IMPACTOS CORPORATIVOS SOBRE AS ALTERAÇÕES DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Carolina Sayuri Nagai Calaf O QUE MUDOU EM LINHAS GERAIS Parágrafo 5º, no art. 46: Execução Fiscal sempre será proposta no domicílio

Leia mais

GERIR O TRÂMITE DE EXPEDIENTES 1 OBJETIVO

GERIR O TRÂMITE DE EXPEDIENTES 1 OBJETIVO Proposto por: Serviço de Mensageria () Analisado por: Diretor do Departamento de Infraestrutura Operacional (DEIOP) Aprovado por: Diretor Geral da Diretoria- Geral de Logística (DGLOG) 1 OBJETIVO Estabelecer

Leia mais

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO Nº 20, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2004

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO Nº 20, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2004 RESOLUÇÃO Nº 20, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2004 Fixa o valor a ser recolhido para o pagamento do porte de remessa e retorno de autos. O PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

Olá, pessoal! Chegamos ao nosso sétimo módulo. Falaremos da petição inicial, da(s) resposta(s) do réu e do fenômeno da revelia.

Olá, pessoal! Chegamos ao nosso sétimo módulo. Falaremos da petição inicial, da(s) resposta(s) do réu e do fenômeno da revelia. CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE PROCESSO CIVIL PONTO A PONTO PARA TRIBUNAIS MÓDULO 7 PETIÇÃO INICIAL. RESPOSTA DO RÉU. REVELIA. Professora: Janaína Noleto Curso Agora Eu Passo () Olá, pessoal! Chegamos

Leia mais

Protocolo Judicial de 1º Grau

Protocolo Judicial de 1º Grau PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade PROCEDIMENTO 45 Protocolo Judicial de 1º Grau Elaborado por: Ronaldo Gomes Pereira

Leia mais

REGISTRO DE IMÓVEIS brasileiro

REGISTRO DE IMÓVEIS brasileiro Modernização do REGISTRO DE IMÓVEIS brasileiro Sérgio Jacomino Modernização do Registro de Imóveis brasileiro e-folivm comissão especial para a gestão documental do Foro Extrajudicial e-ri - Registro Eletrônico

Leia mais

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas

Leia mais

Art. 92 ÓRGÃOS: Tribunais Superiores Tribunais de 2º grau (2ª instância) 1º grau (1ª instância) facebook.com/prof.rodrigomenezes Justiça Estadual / DFT Justiça Federal O STF, o CNJ e os Trib. Sup. têm

Leia mais

4 - A LOA compreende, entre outros, o orçamento de investimento de todas as empresas de que a União participe.

4 - A LOA compreende, entre outros, o orçamento de investimento de todas as empresas de que a União participe. Orçamento Público CF/88 (CESPE SAD/PE Analista de Controle Interno Especialidade: Finanças Públicas/2010) - A seção II do capítulo referente às finanças públicas, estabelecido na CF, regula os denominados

Leia mais

20 anos do APCBH Organização do arquivo do Arquivo. Cintia Aparecida Chagas Arreguy

20 anos do APCBH Organização do arquivo do Arquivo. Cintia Aparecida Chagas Arreguy 20 anos do APCBH Organização do arquivo do Arquivo Cintia Aparecida Chagas Arreguy Comemoração dos 20 anos do APCBH Há 2 anos, iniciaram-se as discussões de como seria comemorado o aniversário de 20 anos

Leia mais

CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL. Processo Eletrônico

CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL. Processo Eletrônico CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL Processo Eletrônico Lúcio Melre da Silva STI - CJF Justiça Federal Brasileira Processos em Tramitação na Justiça Federal Período: 2002 a setembro de 2007 Ano TRFs (1) SJs (1)

Leia mais

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF Atualizado em 09/11/2016 RESOLUÇÃO Nº 581, DE 8 DE JUNHO DE 2016 Dispõe sobre as Tabelas de Custas e a Tabela de Porte de Remessa e Retorno dos Autos e dá outras providências.

Leia mais

Programa de Aceleração do Crescimento. Modelo de Aferição por Parcelas e Portaria 130/2013

Programa de Aceleração do Crescimento. Modelo de Aferição por Parcelas e Portaria 130/2013 Programa de Aceleração do Crescimento Modelo de Aferição por Parcelas e Portaria 130/2013 Modelo de Aferição Por Parcelas Histórico: Com o advento do PAC2 foram estabelecidas algumas medidas a fim de otimizar

Leia mais

Cadastro Nacional dos Integrantes do SIGA Manual de Preenchimento

Cadastro Nacional dos Integrantes do SIGA Manual de Preenchimento 1 Ministério da Justiça Arquivo Nacional Cadastro Nacional dos Integrantes do SIGA Manual de Preenchimento Dá instruções, campo por campo, sobre o preenchimento do formulário digital acessível pelo sítio

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos referentes ao Processamento de Licença Prêmio e Férias.

Estabelecer critérios e procedimentos referentes ao Processamento de Licença Prêmio e Férias. Proposto por: Analisado por: Chefe do Serviço de Lotação, Diretor da Divisão de Pessoal Movimentação e Designação (DIPES) (SELOD) ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet Aprovado por: Diretorl da

Leia mais

CADERNO DE ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO DE LEI

CADERNO DE ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO DE LEI CADERNO DE ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO DE LEI REGIME JURIDICO ÚNICO LEI 8.112/90 2016 4 ABRANGÊNCIA Disciplina sobre o regime estatutário dos servidores civis (efetivo ou em comissão) da União, Autarquias Federais

Leia mais

02/11/2016 ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO

02/11/2016 ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO ÓRGÃO E ENTIDADE, DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO Lei 9.784/99: Art. 1º, 2º. Para os fins desta Lei, consideram-se: I - órgão - a unidade de atuação

Leia mais

MGS. Gestão de Documentos

MGS. Gestão de Documentos MGS CATÁLOGO DE SERVIÇOS Gestão de Documentos SUMÁRIO 1- Apresentação...4 2- Gestão de Documentos...5 3- Missão...6 4- Objetivos...6 5- Conceitos gerais...7 6- Legislação arquivística...8 7- Serviços

Leia mais

Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes

Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes Curso de Dicas Direito Administrativo Giuliano Menezes 2014 2014 Copyright. Curso Agora Eu Eu Passo - - Todos os direitos reservados ao ao autor. AGENTE ADMINISTRATIVO POLÍCIA FEDERAL - 2014 37 A instituição

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para verificar e atualizar cálculos.

Estabelecer critérios e procedimentos para verificar e atualizar cálculos. Proposto por: Diretores de Secretaria de Vara do Trabalho Analisado por: Diretor Geral de Coordenação Judiciária Aprovado por: Presidente TRT/RJ ATENÇÃO: Cópias impressas não são controladas. 1 OBJETIVO

Leia mais

Avaliação e Classi cação de Documentos de Arquivo. Programa de Gestão Documental

Avaliação e Classi cação de Documentos de Arquivo. Programa de Gestão Documental Avaliação e Classi cação de Documentos de Arquivo Programa de Gestão Documental Avaliação e Classi cação de Documentos de Arquivo Slides Escola de Serviço Público do Espírito Santo ESESP EIXO CONHECIMENTO

Leia mais

Manual de utilização do Sistema Hórus

Manual de utilização do Sistema Hórus Manual de utilização do Sistema Hórus Telas do Sistema: Objetivo: Introduzir o usuário ao ambiente do Sistema Hórus. Informações disponibilizadas: Significado da palavra Hórus ; Versão do sistema; Data

Leia mais

PROVIMENTO Nº 32 / 2016

PROVIMENTO Nº 32 / 2016 PROVIMENTO Nº 32 / 2016 Altera a Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça - Parte Judicial para estabelecer as rotinas que devem ser adotadas pelo Departamento de Depósito Público, para

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação ORGANIZAÇÃO BÁSICA DAS DISCIPLINAS CURRICULARES

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação ORGANIZAÇÃO BÁSICA DAS DISCIPLINAS CURRICULARES 2007/1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação ORGANIZAÇÃO BÁSICA DAS DISCIPLINAS CURRICULARES Disciplina: DIREITO PROCESSUAL PENAL I Curso: DIREITO Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito

Leia mais

COPA DO BRASIL DE FUTEBOL FEMININO/ 2014 REGULAMENTO ESPECÍFICO DA COMPETIÇÃO. CAPÍTULO I Da Denominação e Participação

COPA DO BRASIL DE FUTEBOL FEMININO/ 2014 REGULAMENTO ESPECÍFICO DA COMPETIÇÃO. CAPÍTULO I Da Denominação e Participação COPA DO BRASIL DE FUTEBOL FEMININO/ 2014 CAPÍTULO I Da Denominação e Participação Art. 1º A Feminino 2014, doravante denominada Copa, é regida por dois regulamentos mutuamente complementares identificados

Leia mais

Aula 00. Lincoln Barros. ARQUIVOLOGIA Aula Demonstrativa Professor: Lincoln Barros. Prof.

Aula 00. Lincoln Barros. ARQUIVOLOGIA Aula Demonstrativa Professor: Lincoln Barros.  Prof. Aula 00 ARQUIVOLOGIA Aula Demonstrativa Professor: Lincoln Barros www.pontodosconcursos.com.br 1 Aula 00 Aula Demonstrativa Aula Conteúdo Programático Data 00 01 02 03 04 05 06 Noções de Arquivologia:

Leia mais

RESOLUÇÃO MPC-MG Nº 001, DE 11 DE MAIO DE 2011

RESOLUÇÃO MPC-MG Nº 001, DE 11 DE MAIO DE 2011 RESOLUÇÃO MPC-MG Nº 001, DE 11 DE MAIO DE 2011 Revogada pela RMPC 2/11 O Procurador-Geral do Ministério Público de Contas, com fundamento direto nos artigos 32 e 119 da Lei Complementar nº 102, de 17 de

Leia mais

REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB

REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB Estabelece a Política para Manutenção e Guarda do Acervo Acadêmico da Escola de Direito de Brasília

Leia mais

Orientações gerais para preenchimento da Listagem de Eliminação de Documentos do Exército:

Orientações gerais para preenchimento da Listagem de Eliminação de Documentos do Exército: Orientações gerais para preenchimento da Listagem de Eliminação de Documentos do Exército: 010.3 Audiências. Despachos. Reuniões. 2001-2003 20 Cx 3,0 012.2 Divulgação interna 2001-2003 10 Cx 1,5 021.2

Leia mais

PORTARIA N.º 002 / 2007

PORTARIA N.º 002 / 2007 PORTARIA N.º 002 / 2007 Portaria n. 002, de 14 de maio de 2007, da Vara Federal da Subseção Judiciária de Carazinho/RS: dispõe sobre o horário do setor de execução de mandados de sua Secretaria. OS EXCELENTÍSSIMOS

Leia mais

Tropa de Elite - Polícia Civil Direito Administrativo Ato Administrativo Clovis Feitosa

Tropa de Elite - Polícia Civil Direito Administrativo Ato Administrativo Clovis Feitosa Tropa de Elite - Polícia Civil Direito Administrativo Ato Administrativo Clovis Feitosa 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. (CESPE - 2013 - TRE-MS - Técnico Judiciário

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul DECRETO Nº 18.289, DE 13 DE JULHO DE 2016. Aprova o Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade de s da Secretaria Municipal de Gestão e Finanças atividadesfim, para efeitos legais. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

TRANSPARÊNCIA PÚBLICA: Portal da Transparência dos Poderes Municipais e TAG's. Gestão Responsável em último ano de mandato

TRANSPARÊNCIA PÚBLICA: Portal da Transparência dos Poderes Municipais e TAG's. Gestão Responsável em último ano de mandato TRANSPARÊNCIA PÚBLICA: Portal da Transparência dos Poderes Municipais e TAG's PAOLA CALS A. DAHER Analista de Controle Externo / TCM-PA Diretoria de Planejamento DIPLAN (91) 3210-7814 e 3210-7570 paolacals@gmail.com

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para a manutenção corretiva de veículos oficiais do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (PJERJ).

Estabelecer critérios e procedimentos para a manutenção corretiva de veículos oficiais do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (PJERJ). Proposto por: MANUTENÇÃO CORRETIVA DE CARROS OFICIAIS Equipe do Serviço de Coordenação de Manutenção de Veículos (SEMAV) Analisado por: Diretor do Departamento de Transportes (DETRA) Aprovado por: Diretor-Geral

Leia mais

AUXÍLIO-FUNERAL 1 OBJETIVO

AUXÍLIO-FUNERAL 1 OBJETIVO Proposto por: Equipe do Departamento de Administração de Pessoal (DEAPS) Analisado criticamente por: Diretora do Departamento de Administração de Pessoal (DEAPS) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria-

Leia mais

Gestão de Projetos e Processos

Gestão de Projetos e Processos Gestão de Projetos e Processos Metas do CNJ Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Gestão de Projetos e Processos METAS DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA As Metas Nacionais do Poder Judiciário

Leia mais

O QUE É O FRBL meio ambiente consumidor, economia popular, bens e direitos de valor artístico, histórico, estético, turístico e paisagístico,

O QUE É O FRBL meio ambiente consumidor, economia popular, bens e direitos de valor artístico, histórico, estético, turístico e paisagístico, O QUE É O FRBL O Fundo para Reconstituição de Bens Lesados é um fundo estadual gerido pelo MPSC e destinado à reparação dos danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, à economia popular, a bens e

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RESOLUÇÃO STJ N. 4 DE 1º DE FEVEREIRO DE 2013. Dispõe sobre o pagamento de custas judiciais e porte de remessa e retorno de autos no âmbito do Superior Tribunal de Justiça. O PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL

Leia mais

TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO A PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E/OU TECNOLÓGICA

TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO A PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E/OU TECNOLÓGICA 1 / 7 TERMO DE CONCESSÃO E ACEITAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO A PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA E/OU TECNOLÓGICA CONCEDENTE: NOME: CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NATUREZA JURÍDICA:

Leia mais

ACOMPANHAR A LEGISLAÇÃO, NORMAS E DECISÕES JUDICIAIS DE RECURSOS HUMANOS. HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: José Carlos S Pereira

ACOMPANHAR A LEGISLAÇÃO, NORMAS E DECISÕES JUDICIAIS DE RECURSOS HUMANOS. HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: José Carlos S Pereira Ministério da Saúde FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz ACOMPANHAR A LEGISLAÇÃO, NORMAS E DECISÕES JUDICIAIS DE RECURSOS HUMANOS. HISTÓRICO DE REVISÕES Data Revisão Descrição da Revisão 00 Emissão Inicial 10/03/2012

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Seção de São Paulo SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA STJ. Atualizado em 09/11/2016

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Seção de São Paulo SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA STJ. Atualizado em 09/11/2016 SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA STJ Atualizado em 09/11/2016 RESOLUÇÃO STJ/GP N. 1 DE 18 DE FEVEREIRO DE 2016. Dispõe sobre o pagamento de custas judiciais e porte de remessa e retorno dos autos no âmbito

Leia mais

QUESTÕES COMENTADAS DE PROCESSO DO TRABALHO PARTE 1 TEORIA GERAL DO PROCESSO.

QUESTÕES COMENTADAS DE PROCESSO DO TRABALHO PARTE 1 TEORIA GERAL DO PROCESSO. www.brunoklippel.com.br QUESTÕES COMENTADAS DE PROCESSO DO TRABALHO PARTE 1 TEORIA GERAL DO PROCESSO. 1. MEUS CURSOS NO ESTRATÉGIA CONCURSOS: Estão disponíveis no site do Estratégia Concursos (www.estrategiaconcursos.com.br),

Leia mais

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância CURSO DIS1209 1 - OBJECTIVOS: Curso: INFRACÇÕES TRIBUTÁRIAS O curso de Infracções Tributárias tem como objectivo dar conhecer aos TOC

Leia mais

Primeira Edição: 20/08/2010 Página 1 de 10 Revisão 01 POP.ADM.001 PROCEDIMENTO ELABORAÇÃO E CONTROLE DE DOCUMENTOS

Primeira Edição: 20/08/2010 Página 1 de 10 Revisão 01 POP.ADM.001 PROCEDIMENTO ELABORAÇÃO E CONTROLE DE DOCUMENTOS Página 1 de 10 REGISTRO DE ALTERAÇÕES REV. DATA ALTERAÇÃO EFETUADA 00 20/08/2010 Emissão do Documento 01 08/11/2011 Alteração logomarca e revisão do procedimento Claudiane Freire de Oliveira Coordenador

Leia mais

O NOVO MODELO DE EXECUÇÃO FISCAL

O NOVO MODELO DE EXECUÇÃO FISCAL O NOVO MODELO DE EXECUÇÃO FISCAL EXECUÇÃO FISCAL Legislação aplicável: Lei 6.830/80 e aplicação subsidiária do CPC. OBJETIVOS DA LEI 6.830/80: Regular a execução judicial para a cobrança da dívida ativa

Leia mais

DESTAQUE PARA OS EXEMPLOS PRÁTICOS ENVOLVENDO AS EMPRESAS E O GOVERNO

DESTAQUE PARA OS EXEMPLOS PRÁTICOS ENVOLVENDO AS EMPRESAS E O GOVERNO DESTAQUE PARA OS EXEMPLOS PRÁTICOS ENVOLVENDO AS EMPRESAS E O GOVERNO ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA NO BRASIL A Lei 12.527, sancionada em 18 de novembro de 2011, pela Presidenta da República, Dilma Rousseff,

Leia mais

Considerando que a tramitação dos processos administrativos deve ser dada a maior celeridade possível, para, sempre, alcançar os seus objetivos;

Considerando que a tramitação dos processos administrativos deve ser dada a maior celeridade possível, para, sempre, alcançar os seus objetivos; Decreto nº 018/2013 Dispõe sobre o fluxograma processual no âmbito da Administração Pública Municipal. O Prefeito Municipal no uso das suas atribuições constitucionais e legais, c/c os incisos IV e VI

Leia mais

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS COPPETEC. Regimento Interno. 01 de outubro de 2007

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS COPPETEC. Regimento Interno. 01 de outubro de 2007 FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS COPPETEC. 01 de outubro de 2007 Regimento elaborado e aprovado pelo Conselho de Administração da Fundação COPPETEC em 01/10/2007, conforme

Leia mais

Manual do Módulo Protocolo Portal do Sistema de Informações para o Ensino da Universidade Federal de Alagoas

Manual do Módulo Protocolo Portal do Sistema de Informações para o Ensino da Universidade Federal de Alagoas Manual do Módulo Protocolo Portal do Sistema de Informações para o Ensino da Universidade Federal de Alagoas 1 Módulo Protocolo Este módulo foi idealizado para atender à rotina dinâmica de tramitações

Leia mais

#pública. Risco Operacional

#pública. Risco Operacional #pública Risco Operacional Estrutura de Gerenciamento 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo 3 2. Estrutura Organizacional 3 3. Governança para a Gestão do Risco Operacional 4 3.1 Conselho de Administração 4 3.2 Diretoria

Leia mais

ALTERAÇÕES NO RICMS/MG

ALTERAÇÕES NO RICMS/MG ALTERAÇÕES NO RICMS/MG Marcelo Jabour Rios Jabour Brandão Alkmin Advogados associados IMPORTAÇÃO DE MERCADORIAS COM O DIFERIMENTO DO ICMS (ITEM 41 DO ANEXO II) Decreto 46.920 28/12/2015 Importação de MP,

Leia mais

EDITAL n.º 01 de 03/07/2014

EDITAL n.º 01 de 03/07/2014 EDITAL n.º 01 de 03/07/2014 A Escola Técnica Estadual de Francisco Morato, município de Francisco Morato, atendendo o disposto no 2.º do Artigo 61 do Regimento Comum das Escolas Técnicas Estaduais do Centro

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA

REGULAMENTO DA OUVIDORIA REGULAMENTO DA OUVIDORIA Ribeirão Preto - SP 1 Sumário CAPÍTULO I... 3 Da Natureza, Objetivos e Finalidade... 3 CAPÍTULO II... 4 Da Vinculação Administrativa... 4 CAPÍTULO III... 4 Da Competência e Atribuições

Leia mais

SECRETARIADO EXECUTIVO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Minuta de

SECRETARIADO EXECUTIVO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Minuta de SECRETARIADO EXECUTIVO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Minuta de PROTOCOLO entre O FUNDO ESPECIAL DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) e (ENTIDADE PROPONENTE) Para a implementação

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul DECRETO Nº 18.290, DE 13 DE JULHO DE 2016. Aprova o Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade de s da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Proteção Social atividadesfim, para efeitos legais.

Leia mais

PROJETO FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES E APLUB CAP

PROJETO FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES E APLUB CAP PROJETO FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES E APLUB CAP 2014 CONTROLADORIA FENAPAES-RS Projeto APLUB e Federação Nacional das APAES- Nome do projeto Projeto de apoio as Federações Estaduais dos recursos provenientes

Leia mais

Da Advocacia Pública arts , e Seção III Da Advocacia e da Defensoria Pública arts

Da Advocacia Pública arts , e Seção III Da Advocacia e da Defensoria Pública arts ADVOCACIA CF/1988 - Título IV - Da Organização dos Poderes; Capítulo IV - Das Funções Essenciais à Justiça; Seção II Da Advocacia Pública arts. 131-132, e Seção III Da Advocacia e da Defensoria Pública

Leia mais

NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL

NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL 1 Constituição. 1.1 Conceito, classificações, princípios fundamentais. 2 Direitos e garantias fundamentais. 2.1 Direitos e deveres individuais e coletivos, Direitos sociais,

Leia mais

Alternativas para o financiamento da educação básica no Brasil

Alternativas para o financiamento da educação básica no Brasil Alternativas para o financiamento da educação básica no Brasil Profª. Me. Manuelina Martins da Silva Arantes Cabral Dirigente Municipal de Educação de Costa Rica/ MS e Vice-presidente da Undime O que apenas

Leia mais

TEMA Nº 3: AGÊNCIAS REGULADORAS NO DIREITO BRASILEIRO

TEMA Nº 3: AGÊNCIAS REGULADORAS NO DIREITO BRASILEIRO TEMA Nº 3: AGÊNCIAS REGULADORAS NO DIREITO BRASILEIRO Modelo brasileiro A REGULAÇÃO NO BRASIL Compreende uma pluralidade de entes com função regulatória Entes reguladores em geral -> Autarquias comuns

Leia mais

Sistema de Citação e Intimação Eletrônica Versão 2.0. Breves Considerações

Sistema de Citação e Intimação Eletrônica Versão 2.0. Breves Considerações Sistema de Citação e Intimação Eletrônica Versão 2.0 Breves Considerações Generalidades Sistema de transmissão eletrônica de atos processuais = e-proc Sistema de citação e intimação eletrônica = e-cint

Leia mais

Acesso ao patrimônio genético: novos procedimentos institucionais

Acesso ao patrimônio genético: novos procedimentos institucionais Acesso ao patrimônio genético: novos procedimentos institucionais Lei da Biodiversidade: Desafios e regulamentação Encontros do Conhecimento: Gestão e Governança Bio-Manguinhos/Fiocruz 07 de Julho de 2016

Leia mais

SEMINÁRIO LEGALIDADE E AUTENTICIDADE DE DOCUMENTOS EM MEIO DIGITAL

SEMINÁRIO LEGALIDADE E AUTENTICIDADE DE DOCUMENTOS EM MEIO DIGITAL SEMINÁRIO LEGALIDADE E AUTENTICIDADE DE DOCUMENTOS EM MEIO DIGITAL INSTRUÇÃO NORMATIVA APE/SAESP 1, de 10 de março de 2009, que estabelece diretrizes e define procedimentos para a gestão, a preservação

Leia mais

EDITAL nº 002/2016-PPGCJ

EDITAL nº 002/2016-PPGCJ Programa Nacional do Pós-Doutorado CAPES (Portaria Capes nº 86/2013) EDITAL nº 002/2016-PPGCJ Seleção de Projetos de Pesquisa de Pós-doutorado O Coordenador do Programa de Pós-graduação em Ciências Jurídicas

Leia mais

DAF/DGM-Coordenação de Patrimônio CARTILHA COMODATO E DOAÇÃO DAF/DGM/PAT

DAF/DGM-Coordenação de Patrimônio CARTILHA COMODATO E DOAÇÃO DAF/DGM/PAT DAF/DGM-Coordenação de Patrimônio CARTILHA DO COMODATO E DOAÇÃO 1 Normas de Registro e Controle de Bens Patrimoniais Móveis da FUB CAPÍTULO X Da Doação de Bens Móveis à FUB Art. 56º Antes de dar início

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO PROCESSUAL CIVIL EXECUTIVO E RECURSOS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO PROCESSUAL CIVIL EXECUTIVO E RECURSOS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular DIREITO PROCESSUAL CIVIL EXECUTIVO E RECURSOS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular DIREITO

Leia mais

CRITÉRIOS PARA A CONCESSÃO DO SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA PARA SISTEMAS E EQUIPAMENTOS PARA AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA

CRITÉRIOS PARA A CONCESSÃO DO SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA PARA SISTEMAS E EQUIPAMENTOS PARA AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA CRITÉRIOS PARA A CONCESSÃO DO SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA PARA SISTEMAS E EQUIPAMENTOS PARA AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA Revisão I 27/02/2007 ELETROBRÁS/PROCEL DTD DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DA

Leia mais

ANEXO II METAS DE DESEMPENHO INTERMEDIÁRIAS CICLO METAS INTERMEDIÁRIAS SE Descrição da meta Indicador Fórmula de cálculo

ANEXO II METAS DE DESEMPENHO INTERMEDIÁRIAS CICLO METAS INTERMEDIÁRIAS SE Descrição da meta Indicador Fórmula de cálculo ANEXO II METAS DE DESEMPENHO INTERMEDIÁRIAS CICLO 2015 2016 METAS INTERMEDIÁRIAS SE Executar o limite orçamentário disponível até o final de outubro de 2016. (CGOF) Executar os projetos elencados no Plano

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL PODER JUDICIÁRIO MALOTE DIGITAL

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL PODER JUDICIÁRIO MALOTE DIGITAL REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL PODER JUDICIÁRIO MALOTE DIGITAL Tipo de documento: Informações Processuais Código de rastreabilidade: 40420162019974 Nome original: 700002194190 - e-proc.pdf Data: 14/07/2016

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE APARECIDA DE GOIÂNIA

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE APARECIDA DE GOIÂNIA PROCESSO Nº : 5854-46.2015.4.01.3504 CLASSE 51209 : CÍVEL/PREVID / OUTROS/JEF AUTOR(A) : ANA MARIA ALVES CINTRA ABDÃO RÉU : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL SENTENÇA (Tipo A) Dispensando o relatório,

Leia mais

Clarissa Costa de Lima- Maio/2013

Clarissa Costa de Lima- Maio/2013 O TRATAMENTO DO SUPERENDIVIDAMENTO NO BRASIL E O PL 283 : TENDÊNCIAS DE FUTURO Clarissa Costa de Lima- Maio/2013 clarissalima@tj.rs.gov.br Causas Comuns Democratização do crédito; Redução do estado de

Leia mais

AULA 04 - TABELA DE TEMPORALIDADE

AULA 04 - TABELA DE TEMPORALIDADE AULA 04 - TABELA DE TEMPORALIDADE 4.1 - Tabela de Temporalidade Como é cediço todos os arquivos possuem um ciclo vital, composto pelas fases corrente, intermediária e permanente. Mas como saber quando

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 11ª REGIÃO RELATÓRIO DE PESQUISA PATRIMONIAL ## EXECUTADA ATUALIZADO EM / /

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 11ª REGIÃO RELATÓRIO DE PESQUISA PATRIMONIAL ## EXECUTADA ATUALIZADO EM / / RELATÓRIO DE PESQUISA PATRIMONIAL ## EXECUTADA ATUALIZADO EM / / 1. DADOS DA EXECUTADA Em foi autuado o primeiro processo contra a executada. Atualmente tramitam #### 1 processos em execução contra a empresa

Leia mais

22/11/ ( CESPE - PC-GO - Agente de Polícia) A administração direta da União inclui

22/11/ ( CESPE - PC-GO - Agente de Polícia) A administração direta da União inclui 1. (2016 - CESPE - PC-GO - Agente de Polícia) A administração direta da União inclui a) a Casa Civil. b) o Departamento Nacional deinfraestrutura detransportes (DNIT). c) as agências executivas. d) o Instituto

Leia mais

Licenciamento de Exploração de Massas Minerais (Pedreiras)

Licenciamento de Exploração de Massas Minerais (Pedreiras) NORMA DE PROCEDIMENTOS Outubro de 2012 13 / AM Tramitação dos processos de Licenciamento de Exploração de Massas Minerais (Pedreiras) 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação dos processos

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete da Presidência INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010.

PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete da Presidência INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010. PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete da Presidência INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010. EMENTA: Regulamenta a concessão e o pagamento de auxílio funeral no

Leia mais

FACULDADE DE REABILITAÇÃO DA ASCE FRASCE Associação de Solidariedade à Criança Excepcional - ASCE

FACULDADE DE REABILITAÇÃO DA ASCE FRASCE Associação de Solidariedade à Criança Excepcional - ASCE Processo Seletivo 2015/02 O Diretor Geral da Faculdade de Reabilitação da ASCE faz saber, através do presente Edital, que estarão abertas, no período de 04 de maio de 2015 a 19 de junho de 2015, as inscrições

Leia mais

NOVAS QUESTÕES DE CONCURSO. 1 - Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: TCE-RS Prova: Auditor Público Externo - Engenharia Civil - Conhecimentos Básicos

NOVAS QUESTÕES DE CONCURSO. 1 - Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: TCE-RS Prova: Auditor Público Externo - Engenharia Civil - Conhecimentos Básicos NOVAS QUESTÕES DE CONCURSO PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 1 - Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: TCE-RS Prova: Auditor Público Externo - Engenharia Civil - Conhecimentos Básicos Os princípios que regem a

Leia mais

Ato TRT GP nº 120/2012 Seg, 04 de junho de :51 -

Ato TRT GP nº 120/2012 Seg, 04 de junho de :51 - TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO - 13ª REGIÃO PARAÍBA DOC: ATO NUM: 120 ANO: 2012 DATA: 07-05-2012 DEJT DATA: 08-05-2012 ATO TRT GP Nº 120/2012 João Pessoa, 07 de maio de 2012 Modifica o Projeto Negócio Legal,

Leia mais

Plano de Cargos, Carreiras e Salários CONTROLE DE REVISÕES

Plano de Cargos, Carreiras e Salários CONTROLE DE REVISÕES Plano de Cargos, Carreiras e Salários Abril de 2013 CONTROLE DE REVISÕES Versão Data Responsável Descrição 0 15/04/2013 Tríade RH Desenvolvimento e Implantação do Plano 1 26/06/2013 Tríade RH Revisão do

Leia mais

EDITAL Nº 13/UNOESC-R/2016

EDITAL Nº 13/UNOESC-R/2016 EDITAL Nº 13/UNOESC-R/2016 Dispõe sobre processo de seleção de acadêmico(s) do Curso de Direito da Unoesc Campus de Joaçaba, para realizar estágio não obrigatório na Defensoria Pública. A UNIVERSIDADE

Leia mais

PARECER. Trata-se de consulta formulada acerca da obrigatoriedade ou não dos Regimes Próprios de Previdência de contribuírem com o PASEP.

PARECER. Trata-se de consulta formulada acerca da obrigatoriedade ou não dos Regimes Próprios de Previdência de contribuírem com o PASEP. PARECER EMENTA: Contribuição PASEP. Regimes Próprios de Previdência. Trata-se de consulta formulada acerca da obrigatoriedade ou não dos Regimes Próprios de Previdência de contribuírem com o PASEP. As

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL PROFESSOR: Fábio Ramos 2015 FGV TJ/PI Analista Judiciário Escrivão Judicial 1. A Constituição de 1988, ao enunciar os seus princípios fundamentais, fez menção, em seu art. 1º, à

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO 8º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NOS CARGOS DE ANALISTA E DE TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO 8º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NOS CARGOS DE ANALISTA E DE TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO Cargo 1: Analista do MPU Área de Atividade: Apoio Técnico-Administrativo Especialidade: Arquivologia Distrito Federal / DF 596 4 149,00 Especialidade: Biblioteconomia Acre / AC 147 1 147,00 Especialidade:

Leia mais

Tânia Maria Françosi Santhias Professora e Advogada

Tânia Maria Françosi Santhias Professora e Advogada Tânia Maria Françosi Santhias Professora e Advogada Conceito Processo X Procedimento Processo Tributário Administrativo X Processo Tributário Judicial Legalidade Oficialidade Devido Processo Legal Formalismo

Leia mais

CARGOS EFETIVOS, CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES COMISSIONADAS CRIADOS NAS SUBSEÇÕES JUDICIÁRIAS E VARAS

CARGOS EFETIVOS, CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES COMISSIONADAS CRIADOS NAS SUBSEÇÕES JUDICIÁRIAS E VARAS RESOLUÇÃO PRESI/SECGE 33 DE 19/12/2013 Autoriza a instalação, na 1ª Região, no ano de 2014, de 18 varas federais criadas pela Lei 12.011/2009. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO, no

Leia mais