CONTABILIDADE AVANÇADA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTABILIDADE AVANÇADA"

Transcrição

1 1 CASOS PRÁTICOS de EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL e FUSÕES Docente: Carlos António Rosa Lopes I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

2 2 Casos Práticos Equivalência Patrimonial Nota : A resolução dos casos práticos deve ter por base as seguintes hipóteses: Hipótese i) Não considerar efeito de impostos diferidos Hipótese ii) Considerar efeito de impostos diferidos (com base numa taxa de 30 %) I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

3 3 Caso prático1.) equivalência patrimonial associada criada Em 01/01/N a empresa M subscreveu e realizou uma participação de 30 %no capital da sociedade A, a qual foi constituída com um capital social de Em 31/12/N a sociedade A registou um resultado positivo de 500, e no decorrer do ano N+1 distribuiu dividendos no valor de 200. Em 31/12/N+1 a sociedade A apurou um resultado negativo de 100. Pretende-se: Contabilização no diário analítico da sociedade M dos factos anteriormente referidos, considerando as hipóteses de a sociedade M contabilizar as participações financeiras pelo método do custo e da equivalência patrimonial. Resolução: Hipótese i) - [Não considerando efeito de impostos diferidos] MÉTODO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL MÉTODO DO CUSTO Nº Descrição Débito Crédito Nº Descrição Débito Crédito 1 Subscrição e realização da participação financeira 1 Subscrição e realização da participação financeira 4112 Investimentos financeiros em associadas Investimentos financeiros em associadas Depósitos à ordem Depósitos à ordem Registo da quota-parte dos resultados do ano "N" (500 X 0,3) 2 NÃO SE EFECTUA QUALQUER LANÇAMENTO 4112 Investimentos financeiros em associadas Proveitos financeiros em associadas recebimento dividendos no ano N+1 (200 X 0,3) 3 recebimento dividendos no ano N+1 (200 x 0,3) 121 Depósitos à ordem Depósitos à ordem Investimentos financeiros em associadas Proveitos financeiros de associadas 60 4 Registo da quota-parte dos resultados do ano "N+1" (100 X 0,3] 4 NÃO SE EFECTUA QUALQUER LANÇAMENTO 682 Custos financeiros em associadas Investimentos financeiros em associadas 30 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

4 4 Resolução: Caso prático1) equivalência patrimonial associada criada Hipótese ii) [considerando efeito de impostos diferidos] MÉTODO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL MÉTODO DO CUSTO Nº Descrição Débito Crédito Nº Descrição Débito Crédito 1 Subscrição e realização da participação financeira 1 Subscrição e realização da participação financeira 4112 Investimentos financeiros em associadas Investimentos financeiros em associadas Depósitos à ordem Depósitos à ordem Registo da quota-parte dos resultados do ano "N" (500 X 0,3) 2 NÃO SE EFECTUA QUALQUER LANÇAMENTO 4112 Investimentos financeiros em associadas Proveitos financeiros em associadas registo de impostos diferidos referentes ao lançamento 2) [150 X0,3] 3 NÃO SE EFECTUA QUALQUER LANÇAMENTO 862 Imposto s / Rendimento exercício - imposto diferido Acréscimos e diferimentos-impostos diferidos passivos 45 4 recebimento dividendos no ano N+1 (200 X 0,3) 4 recebimento dividendos no ano N+1 (200 x 0,3) 121 Depósitos à ordem Depósitos à ordem Investimentos financeiros em associadas Proveitos financeiros de associadas 60 5 Regularização dos impostos diferidos transitados do ano N 5 NÃO SE EFECTUA QUALQUER LANÇAMENTO 2762 Acréscimos e diferimentos-impostos diferidos passivos Imposto s / Rendimento exercício - imposto diferido [60 X 0,3] Resultados transitados [90 X 0,3] 27 6 Registo da quota-parte dos resultados do ano "N+1" (100 X 0,3] 6 NÃO SE EFECTUA QUALQUER LANÇAMENTO 682 Custos financeiros em associadas Investimentos financeiros em associadas 30 7 registo de impostos diferidos referentes ao lançamento 6) 7 NÃO SE EFECTUA QUALQUER LANÇAMENTO 2761 Acréscimos e diferimentos-impostos diferidos activos (30 X 0,3) Imposto s / Rendimento exercício - imposto diferido 9 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

5 5 2 CASO PRÁTICO DE APLICAÇÃO DO MÉTODO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL A FILIAIS ADQUIRIDAS 2.1.-sem operações internas Em 01/01/N a empresa M adquiriu por 2 520, uma participação financeira na sociedade A, representando uma percentagem de participação de 40%, cuja situação líquida (de A ) à data da aquisição da participação era a seguinte: Capital Reservas No quadro seguinte apresentam-se as diferenças de avaliação referentes aos elementos patrimoniais corpóreos da empresa A, excepto goodwill (100%) : DIFERENÇAS DE AVALIAÇÃO EMPRESA "A" N Justo Valor Diferença vida útil Valor Contabilístico (1) (2) (1) - (2) ACTIVO Imobilizações corpóreas anos Mercadorias Clientes Depósitos à ordem TOTAL ACTIVO [A] PASSIVO Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e o. entes públicos TOTAL PASSIVO [B] [A] - [B] No quadro seguinte apresenta-se a evolução da situação líquida de A Anos Rubricas N N N+1 Capital Reservas Resultado líquido TOTAL PRETENDE-SE: Registos no razão esquemático (T s das contas) da sociedade M, relativos a: A) Aquisição da participação financeira B) quota-parte dos resultados do ano N referentes à participação na sociedade A. C) quota-parte dos resultados do ano N+1 referentes à participação na sociedade A. Notas: Apresente a resolução tendo por base: Hipótese A) Normas Internacionais de Contabilidade ( O goodwill não é amortizado) Hipótese B) Normas Portuguesas de Contabilidade (POC e DC 28) [goodwill amortizado em 5 anos] I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

6 6 Resolução 2.1.-sem operações internas Hipótese i) Não considerando efeito de impostos difeirodos HIPÓTESE A) - NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE HIPÓTESE B) -NORMAS NACIONAIS DE CONTABILIDADE [POC e DC 28] Diferença de aquisição = preço aquisição da participação - quota-parte sit.líquida Diferença de aquisição = preço aquisição da participação - quota-parte sit.líquida (1 500 X 0,4) = (1 500 X 0,4) = Imputação da diferença de aquisição Imputação da diferença de aquisição 900 (diferença avaliação imobilizaões corpóreas) 900 (diferença avaliação imobilizaões corpóreas) (2 250 X 0,4) (2 250 X 0,4) [D.Aq.] [D.Aq.] Goodwill? ( ) ( ) goodwill Quota-parte resultados ano N Quota-parte resultados ano N Resultados líquidos Resultados líquidos (0,4 X 400) = 160 (0,4 X 400) = 160 Amort. Imob. Corpóreas Amort. Imob. Corpóreas 900 : 10 = : 10 = -90 TOTAL 70 SUB-TOTAL 70 Amortização goodwill = -204 (1 020 :5) TOTAL -134 Quota-parte resultados ano N+1 Quota-parte resultados ano N+1 Resultados líquidos Resultados líquidos (0,4 X 150) = 60 (0,4 X 150) = 60 Amort. Imob. Corpóreas Amort. Imob. Corpóreas 900 : 10 = : 10 = -90 TOTAL -30 SUB-TOTAL -30 Amortização goodwill = -204 (1 020 :5) TOTAL -234 REGISTOS NO RAZÃO ESQUEMÁTICO HIPÓTESE A) - NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE REGISTOS NO RAZÃO ESQUEMÁTICO RESOLUÇÃO: HIPÓTESE B) - NORMAS NACIONAIS DE CONTABILIDADE (POC e DC28) Partcip. financ.em associadas 12 - Depósitos à ordem Partcip. financ.em associadas 12 - Depósitos à ordem 1) ) 40 3) 40 1) ) ) 134 3) 40 1) ) 70 4) 30 3) 40 4) custos financeiros de associadas 682-custos financeiros de associadas Ganhos financeiros em associadas 682-Perdas financeiras em associadas (Anos N) (Anos N+1) 2) 70 4) 30 2) 134 4) 234 (1) aquisição da participação financeira (1) aquisição da participação financeira (2) quota-parte resultados ano N (2) quota-parte resultados ano N (3) dividendos [40 = 100 X 0,4] (3) dividendos [40 = 100 X 0,4] (4) quota-parte resultados ano N+1 (4) quota-parte resultados ano N+1 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

7 7 Resolução: CASO PRÁTICO 2. - APLICAÇÃO DO MÉTODO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL A FILIAIS ADQUIRIDAS [2.1.-sem operações internas] Hipótese ii) [considerando efeito de impostos diferidos] HIPÓTESE A) - NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE HIPÓTESE B) -NORMAS NACIONAIS DE CONTABILIDADE [POC e DC 28] Diferença de aquisição = preço aquisição da participação - quota-parte sit.líquida Diferença de aquisição = preço aquisição da participação - quota-parte sit.líquida (1 500 X 0,4) = (1 500 X 0,4) = Imputação da diferença de aquisição Imputação da diferença de aquisição 900 (diferença avaliação imobilizaões corpóreas) 900 (diferença avaliação imobilizaões corpóreas) (2 250 X 0,4) (2 250 X 0,4) [D.Aq.] [D.Aq.] Goodwill? ( ) ( ) goodwill (900 X 0,3) 270 Impostos diferidos de diferenças avaliação (I.C.) Godwill total Quota-parte resultados ano N Quota-parte resultados ano N Resultados líquidos Resultados líquidos (0,4 X 400) = 160 (0,4 X 400) = 160 Amort. Imob. Corpóreas Amort. Imob. Corpóreas 900 : 10 = : 10 = -90 TOTAL 70 SUB-TOTAL 70 Impostos diferidos (70 X 0,3) -21 Amortização goodwill = -258 (1 290 :5) TOTAL -188 Quota-parte resultados ano N+1 Impostos diferidos ( 70 X 0,3) -21 Resultados líquidos (0,4 X 150) = 60 Quota-parte resultados ano N+1 Amort. Imob. Corpóreas Resultados líquidos 900 : 10 = -90 (0,4 X 150) = 60 TOTAL -30 Amort. Imob. Corpóreas 900 : 10 = -90 Impostos diferidos (- 30 X 0,3) 9 SUB-TOTAL -30 Amortização goodwill = -258 (1 290 :5) TOTAL -288 Impostos diferidos (- 30 X 0,3) 9 REGISTOS NO RAZÃO ESQUEMÁTICO HIPÓTESE A) - NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE REGISTOS NO RAZÃO ESQUEMÁTICO RESOLUÇÃO: HIPÓTESE B) - NORMAS NACIONAIS DE CONTABILIDADE (POC e DC28) Partcip. financ.em associadas 12 - Depósitos à ordem Partcip. financ.em associadas 12 - Depósitos à ordem 1) ) 40 4) 40 1) ) ) 188 4) 40 1) ) 70 6) 30 4) 40 6) impostros diferidos passivos 682-custos financeiros de associadas Ganhos financeiros em associadas 5) 21 3) 21 (Anos N) 2762-impostros diferidos passivos 2) 70 2) 188 5) 21 3) impostros diferidos activos 862-impostos diferidos (Ano N) 862-impostos diferidos (Ano N+1) 682-Perdas financeiras em associadas 7) 9 3) 21 5) 12 6) 30 7) custos financeiros de associadas 862-impostos diferidos (Ano N) 862-impostos diferidos (Ano N+1) (Anos N+1) 59-Resultados transitados 3) 21 5) 12 6) 288 5) 9 7) impostros diferidos activos (1) aquisição da participação financeira 59-Resultados transitados (1) aquisição da participação financeira Ano N+1 (2) quota-parte resultados ano N 5) 9 (2) quota-parte resultados ano N 7) 9 (3) imposto diferido resultados ano N ( 70 X 0,3) (3) imposto diferido resultados ano N (70 X 0,3) (4) dividendos [40 = 100 X 0,4] (4) dividendos [40 = 100 X 0,4] (5) regularização i.d.dividendos (40 X 0,3) (5) regularização impostos diferidos dos dividendos [40 X 0,3] (6) quota-parte resultados ano N+1 (6) quota-parte resultados ano N+1 (7) imposto diferido resultados ano N+1 (- 30 X 0,3) (7) imposto diferido resultados ano N+1 (- 30 X 0,3) I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

8 8 Caso 2.2. com operações internas Em 01/01/N a empresa M adquiriu por 2 520, uma participação financeira na sociedade A, representando uma percentagem de participação de 40%, cuja situação líquida (de A ) à data da aquisição da participação era a seguinte: Capital Reservas No quadro seguinte apresentam-se as diferenças de avaliação referentes aos elementos patrimoniais corpóreos da empresa A, excepto goodwill (100%) : DIFERENÇAS DE AVALIAÇÃO EMPRESA "A" N Justo Valor Diferença vida útil Valor Contabilístico (1) (2) (1) - (2) ACTIVO Imobilizações corpóreas anos Mercadorias Clientes Depósitos à ordem TOTAL ACTIVO [A] PASSIVO Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e o. entes públicos TOTAL PASSIVO [B] [A] - [B] ) No ano N a empresa A registou um resultado líquido positivo de ) No decorrer do ano N a empresa "M" vendeu mercadorias a "A" no valor de 1 000, verificando-se que em N, parte das mesmas ainda se encontravam em stock e que registavam um lucro de 50. 3) No ano N a empresa "M" vendeu a "A" uma máquina por 210, a qual tinha sido adquirida por 1 000, e que na altura da venda registava amortizações acumuladas no valor de 700. A máquina vinha sendo amortizada à taxa de 10%, e não se verificou alteração da vida útil. 4) Em 31/12/N+1 a situação líquida da empresa A apresentava a seguinte composição: - Capital Reservas 800 [dividendos = 400 ( )] - Resultados líquidos (N+1) PRETENDE-SE: Registos no razão esquemático (T s das contas) da sociedade M, relativos a: i) Aquisição da participação financeira ii) quota-parte dos resultados do ano N referentes à participação na sociedade A. iii) quota-parte dos resultados do ano N+1 referentes à participação na sociedade A. Notas: Apresente a resolução tendo por base: Hipótese A) Normas Internacionais de Contabilidade ( O goodwill não é amortizado) I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

9 9 Hipótese B) Normas Portuguesas de Contabilidade (POC e DC 28) [goodwill amortizado em 5 anos] Resolução caso 2.2) Hipótese i) Não considerando efeito de impostos diferidos: HIPÓTESE A) - NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE HIPÓTESE B) -NORMAS NACIONAIS DE CONTABILIDADE [POC e DC 28] Diferença de aquisição = preço aquisição da participação - quota-parte sit.líquida Diferença de aquisição = preço aquisição da participação - quota-parte sit.líquida (1 500 X 0,4) = (1 500 X 0,4) = Imputação da diferença de aquisição Imputação da diferença de aquisição 900 (diferença avaliação imobilizaões corpóreas) 900 (diferença avaliação imobilizaões corpóreas) (2 250 X 0,4) (2 250 X 0,4) [D.Aq.] [D.Aq.] Goodwill? ( ) ( ) goodwill Quota-parte resultados ano N Quota-parte resultados ano N Resultados líquidos Resultados líquidos (0,4 X 400) = 160 (0,4 X 400) = 160 Amort. Imob. Corpóreas Amort. Imob. Corpóreas 900 : 10 = : 10 = -90 Lucro existências finais = -20 Lucro existências finais = X 0,4 250 X 0,4 Anulação menos-valia 36 Anulação menos-valia 36 ( ) X 0,4 = ( ) X 0,4 = Correcção amortizações referente Correcção amortizações referente anulação menos-valia -12 anulação menos-valia : 3 X 0,4 (90 : 3) X 0,4 SUB-TOTAL 74 TOTAL 74 Amortização goodwill = -204 (1 020 : 5) TOTAL -130 Quota-parte resultados ano N+1 Quota-parte resultados ano N+1 Resultados líquidos (0,4 X 150) = 60 Resultados líquidos Amort. Imob. Corpóreas (0,4 X 150) = : 10 = -90 Amort. Imob. Corpóreas 900 : 10 = -90 Lucro existências iniciais X 0,4 Lucro existências iniciais X 0,4 Correcção amortizações referente anulação menos-valia -12 Correcção amortizações referente 30 X 0,4 anulação menos-valia : 3 X 0,4 TOTAL -22 SUB-TOTAL -22 Amortização goodwill = -204 (1 020 :5) TOTAL -226 REGISTOS NO RAZÃO ESQUEMÁTICO HIPÓTESE A) - NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE REGISTOS NO RAZÃO ESQUEMÁTICO RESOLUÇÃO: HIPÓTESE B) - NORMAS NACIONAIS DE CONTABILIDADE (POC e DC28) Partcip. financ.em associadas 12 - Depósitos à ordem Partcip. financ.em associadas 12 - Depósitos à ordem 1) ) 40 3) 40 1) ) ) 130 3) 40 1) ) 74 4) 22 3) 40 4) custos financeiros de associadas 682-custos financeiros de associadas Ganhos financeiros em associadas 682-Perdas financeiras em associadas (Anos N) (Anos N+1) 2) 74 4) 22 2) 130 4) 226 (1) aquisição da participação financeira (1) aquisição da participação financeira (2) quota-parte resultados ano N (2) quota-parte resultados ano N (3) dividendos [40 = 100 X 0,4] (3) dividendos [40 = 100 X 0,4] (4) quota-parte resultados ano N+1 (4) quota-parte resultados ano N+1 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

10 10 ResoluçãoCaso 2.2.) com operações internas Hipótese ii) [considerando efeito de impostos diferidos] HIPÓTESE A) - NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE HIPÓTESE B) -NORMAS NACIONAIS DE CONTABILIDADE [POC e DC 28] Diferença de aquisição = preço aquisição da participação - quota-parte sit.líquida Diferença de aquisição = preço aquisição da participação - quota-parte sit.líquida (1 500 X 0,4) = (1 500 X 0,4) = Imputação da diferença de aquisição Imputação da diferença de aquisição 900 (diferença avaliação imobilizaões corpóreas) 900 (diferença avaliação imobilizaões corpóreas) (2 250 X 0,4) (2 250 X 0,4) [D.Aq.] [D.Aq.] Goodwill? ( ) ( ) goodwill (900 X 0,3) 270 Impostos diferidos de diferenças avaliação (I.C.) Godwill total Quota-parte resultados ano N Quota-parte resultados ano N Resultados líquidos Resultados líquidos (0,4 X 400) = 160 (0,4 X 400) = 160 Amort. Imob. Corpóreas Amort. Imob. Corpóreas 900 : 10 = : 10 = -90 Lucro existências finais = -20 Lucro existências finais = X 0,4 250 X 0,4 Anulação menos-valia 36 Anulação menos-valia 36 ( ) X 0,4 = ( ) X 0,4 = Correcção amortizações referente Correcção amortizações referente anulação menos-valia -12 anulação menos-valia : 3 X 0,4 (90 : 3) X 0,4 SUB-TOTAL 74 TOTAL 74 Amortização goodwill = -258 (1 290 :5) Impostos diferidos (74 X 0,3) -22,2 TOTAL -184 Impostos diferidos (74 X 0,3) -22,2 Quota-parte resultados ano N+1 Quota-parte resultados ano N+1 Resultados líquidos (0,4 X 150) = 60 Resultados líquidos Amort. Imob. Corpóreas (0,4 X 150) = : 10 = -90 Amort. Imob. Corpóreas 900 : 10 = -90 Lucro existências iniciais X 0,4 Lucro existências iniciais X 0,4 Correcção amortizações referente anulação menos-valia -12 Correcção amortizações referente 30 X 0,4 anulação menos-valia : 3 X 0,4 TOTAL -22 SUB-TOTAL -22 Impostos diferidos (-22 X 0,3) 6,6 Amortização goodwill = -258 (1 290 :5) TOTAL -280 Impostos diferidos (-22 X 0,3) 6,6 REGISTOS NO RAZÃO ESQUEMÁTICO HIPÓTESE A) - NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE REGISTOS NO RAZÃO ESQUEMÁTICO RESOLUÇÃO: HIPÓTESE B) - NORMAS NACIONAIS DE CONTABILIDADE (POC e DC28) Partcip. financ.em associadas 12 - Depósitos à ordem Partcip. financ.em associadas 12 - Depósitos à ordem 1) ) 40 4) 40 1) ) ) 184 4) 40 1) ) 74 6) 22 4) 40 6) impostros diferidos passivos 682-custos financeiros de associadas Ganhos financeiros em associadas 5) 22,2 3) 22,2 (Anos N) 2762-impostros diferidos passivos 2) 74 2) 184 5) 22,2 3) 22, impostros diferidos activos 862-impostos diferidos (Ano N) 862-impostos diferidos (Ano N+1) 682-Perdas financeiras em associadas 7) 6,6 3) 22,2 5) 12 6) 22 7) 6,6 682-custos financeiros de associadas 862-impostos diferidos (Ano N) 862-impostos diferidos (Ano N+1) (Anos N+1) 59-Resultados transitados 3) 22,2 5) 12 6) 280 5) 10,2 7) 6, impostros diferidos activos (1) aquisição da participação financeira 59-Resultados transitados (1) aquisição da participação financeira Ano N+1 (2) quota-parte resultados ano N 5) 10,2 (2) quota-parte resultados ano N 7) 6,6 (3) imposto diferido resultados ano N (74 X 0,3) (3) imposto diferido resultados ano N (74 X 0,3) (4) dividendos [40 = 100 X 0,4] (4) dividendos [40 = 100 X 0,4] (5) regularização i.d.dividendos (40 X 0,3) (5) regularização impostos diferidos dos dividendos [40 X 0,3] (6) quota-parte resultados ano N+1 (6) quota-parte resultados ano N+1 (7) imposto diferido resultados ano N+1 (-22 X 0,3) (7) imposto diferido resultados ano N+1 (-22 X 0,3) I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

11 11 Caso 3.) TRANSIÇÃO DO MÉTODO DO CUSTO PARA EQUIVALÊNCIA PARIMONIAL Caso prático Em 1/1/N-3 a empresa M adquiriu por 700, uma participação financeira na sociedade A, representando uma percentagem de participação de 30%, cuja situação líquida (de A ) apresenta a seguinte evolução: 1/1/N-3 31/12/N Capital Resultados transitados - (200) Reservas Resultados líquidos A diferença de aquisição respeita unicamente ao goodwill, que é amortizado no prazo de 5 anos. A empresa M vinha contabilizando as participações financeiras pelo método do custo, no entanto no ano N, decidiu passar a aplicar o método da equivalência patrimonial. Nota: Considera o efeito de impostos diferidos com base numa taxa de Imposto sobre Rendimento de 30%. PRETENDE-SE: Registos no razão esquemático (T s das contas) da sociedade M, relativos a: A) transição do método do custo para o método da equivalência patrimonial B) quota-parte dos resultados do ano N referentes à participação na sociedade A. Notas : A) Referencial: Normas Nacionais de Contabilidade I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

12 12 RESOLUÇÃO CASO 3): Cálculo da diferença de aquisição: - Custo da aquisição 700 (-) Quota-parte situação líquida 450 (1 500 X 0,3) Diferença aquisição (goodwill)[d.a.] 250 (1) - Ajustes referentes a resultados de anos anteriores ao ano N Reservas e resultados transitados (200 X 0,3) 60 (-) Amortização do goodwill dos anos (n-3 a n-1) (250 : 5 X 3) Ajustes de anos anteriores - 90 (2) - Quota-parte dos resultados do ano N Quota-parte resultados do exercício (300 X 0,3) 90 (-) Amortização do goodwill do ano N (250 : 5) - 50 Ajustes de anos anteriores Investimentos financeiros Ajustamentos de em associadas transição i) (1) (1) (1) (2) Proveitos financeiros em associadas 40 (2) I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

13 13 RESOLUÇÃO CASO 3) TRANSIÇÃO DO MÉTODO DO CUSTO PARA EQUIVALÊNCIA PARIMONIAL Hipótese ii) [considerando efeito de impostos diferidos] Cálculo da diferença de aquisição: - Custo da aquisição 700 (-) Quota-parte situação líquida 450 (1 500 X 0,3) Diferença aquisição (goodwill)[d.a.] 250 (1) - Ajustes referentes a resultados de anos anteriores ao ano N Reservas e resultados transitados (200 X 0,3) 60 (-) Amortização do goodwill dos anos (n-3 a n-1) (250 : 5 X 3) Ajustes de anos anteriores - 90 (2) - Quota-parte dos resultados do ano N Quota-parte resultados do exercício (300 X 0,3) 90 (-) Amortização do goodwill do ano N (250 : 5) - 50 Ajustes de anos anteriores + 40 (3) cálculo dos impostos diferidos referentes à quota-parte dos resultados do ano N Impostos diferidos = 90 X 0,3 = Investimentos financeiros Ajustamentos de em associadas transição i) (1) (1) (1) (2) Proveitos financeiros 862- Imposto sobre rendimento em associadas Imposto diferido passivo 40 (2) (3) Acréscimos e diferimentos Passivos por impostos diferidos 27 (3) I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

14 14 FUSÕES I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

15 15 CASOS PRÁTICOS CONTABILIZAÇÃO DE FUSÕES DE EMPRESAS Caso 1 Em n, a empresa ALFA fundiu-se com a empresa BETA. No quadro seguinte apresentam-se as demonstrações financeiras (balanço e demonstração de resultados) que serviram de base à fusão: CÓD. ACTIVO "ALFA" "BETA" CÓD. CAP.PRÓPRIO e PASSIVO "ALFA" "BETA" 42 Imobilizações corpóreas 100,000 40,000 CAPITAL PRÓPRIO 482 Amort.acum.imob.corpóreas -60,000-24, Capital 20,000 8,000 40,000 16, Reservas 10,000 7, Mercadorias 13,000 6,000 TOTAL C.PRÓPRIO 30,000 15, Clientes 12,000 9, Depósitos à ordem 1,000 1,000 PASSIVO 22 Fornecedores 18,000 12, Empréstimos bancários 17,000 5, Estado e o e. Públicos 1, ,000 17,500 TOTAL ACTIVO 66,000 32,500 TOTALC.P.e PASSIVO 66,000 32,500 O capital social de ALFA estava representado por acções de valor nominal 1, e com o valor de mercado de 1,75 cada uma. O capital social da empresa BETA estava representado por acções com o valor nominal de 1 cada. A empresa BETA foi avaliada , com base no justo valor. No quadro seguinte apresenta-se a discriminação das diferenças de avaliação dos elementos patrimoniais de ALFA e BETA (excepto goodwill): ALFA Rubrica A Valor contabilístico B Justo valor Diferença B A Imobilizações corpóreas (líquido) Clientes TOTAL BETA Rubrica A Valor contabilístico B Justo valor Diferença B A Imobilizações corpóreas (líquido) Mercadorias Empréstimos bancários TOTAL I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

16 16 PRETENDE-SE: A) - Cálculo do goodwill das empresas ALFA e BETA da relação de troca de acções B) - Lançamentos de concentração e elaboração do balanço de fusão de acordo com as seguintes hipóteses: método da compra incorporação reconhecimento do goodwill nas sociedades incorporante e incorporada reconhecimento do goodwill apenas na sociedade incorporada constituição de nova sociedade método da comunhão de interesses (fusão) incorporação constituição nova sociedade Nota: na hipótese de incorporação a sociedade incorporante é ALFA I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

17 17 RESOLUÇÃO i) MÉTODO DA COMPRA - A) INCORPORAÇÃO Hipótese 1 Reconhecimento do goodwill nas sociedades incorporante e incorporada Cálculo da relação de troca das acções Valor da empresa BETA com base no justo valor = Valor (unitário) de mercado das acções de ALFA = 1,75 Número de acções de ALFA a atribuir aos accionista de BETA = ,75 Cálculo da relação de troca: = 1, Os accionistas de BETA por cada 5 acções detidas, recebem 4 novas acções de ALFA Os accionistas de BETA recebem acções (8 000 X 1,25), procedendo-se para o efeito ao aumento de capital de ALFA no valor de com prémio de emissão de = ( ). I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

18 18 Cálculo do goodwill de Alfa e Beta Goodwill de ALFA Diferença de aquisição = preço de aquisição (1,75 X ) (-) valor sit.líquida DIFª AQUISIÇÃO DIFª AQUISIÇÃO [A] Difªs avaliação [B] goodwill C = A B = Goodwill de BETA Diferença de aquisição = preço de aquisição (-) valor sit.líquida DIFª AQUISIÇÃO DIFª AQUISIÇÃO [A] Difªs avaliação [B] 500 goodwill C = A B = I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

19 19 Lançamentos de consolidação na sociedade ALFA e balanço de fusão ) Hipótese 1 Reconhecimento do goodwill nas sociedades incorporante e incorporada Nota: Esta resolução contraria as normas internacionais de contabilidade, pois está a reconhecer-se o goodwill gerado internamente (vide nº 36 da IAS 38) 1) Reavaliação dos activos e passivos de ALFA para justo valor 42 Imobilizações corpóreas 1, Clientes Imobilizações incorpóreas (goodwill) 4,000 a) 56 Reservas de reavaliação (fusão) 5,000 2) Reconhecimento impostos diferidos referentes à actualização de valor dos activos e passivos da sociedade ALFA 435 Imobilizações incorpóreas (goodwill) [1000 X 0,3] Passivos por impostos diferidos 300 3) Compra de acções de "BETA" com emissão de acções por "ALFA" 419 Fusão "BETA" 17,500 a 51 Capital 10,000 a 54 Prémios de emissão 7,500 * Prémio emissão = Valor avaliação "BETA" - valor aumento capital 4) Integração dos activos e passivos de BETA em ALFA 42 Imobilizações corpóreas 40, Mercadorias 5, Clientes 9, Depósitos à ordem 1, Imobilizações incorpóreas (goodwill) 2,000 a 482 Amortizações acumuladas 24,000 a 22 Fornecedores 12,000 a 23 Empréstimos bancários 5,100 a 24 Estado e o. Entes públicos 500 a 419 Fusão "BETA" 17,500 5) Reconhecimento impostos diferidos referentes à actualização de valor dos activos e passivos da sociedade BETA 435 Imobilizações incorpóreas (goodwill) [500 X 0,3] Passivos por impostos diferidos ,150 82,150 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

20 20 BALANÇO DE FUSÃO [Método da compra - incorporação] [Reconhecimento do goodwill nas sociedades incorporante e incorporada] ALFA CORRECÇÕES ALFA após CÓD. Débito Crédito Fusão ACTIVO 419 Fusão 3) ) Imobilizações incorpóreas (goodwill) 1) ) 300 4) ) Imobilizações corpóreas ) ) Amort.acum.imob.corpóreas ) Mercadorias ) Clientes ) ) Depósitos à ordem ) TOTAL ACTIVO CAPITAL PRÓPRIO 51 Capital ) Prémio emissão acções/quotas 3) Reservas reavaliação (fusão) 1) Reservas TOTAL CAPITAL PRÓPRIO PASSIVO 22 Fornecedores ) Empréstimos bancários ) Estado e o. entes públicos ) Acr.e diferimentos-impostos diferidos passivos 2) ) 150 TOTAL CAPITAL PASSIVO TOTAL CAPITAL PRÓPRIO e PASSIVO I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

21 ) MÉTODO DA COMPRA - A) INCORPORAÇÃO Hipótese 2 Reconhecimento do goodwill apenas na sociedade incorporada 1) Compra de acções de "BETA" com emissão de acções por "ALFA" 419 Fusão Beta 17,500 a 51 Capital 10,000 a 54 Prémios de emissão 7,500 17,500 17,500 2) Integração dos activos e passivos de BETA em ALFA 42 Imobilizações corpóreas 40, Mercadorias 5, Clientes 9, Depósitos à ordem 1, Imobilizações incorpóreas (goodwill) 2,000 a 482 Amortizações acumuladas 24,000 a 22 Fornecedores 12,000 a 23 Empréstimos bancários 5,100 a 24 Estado e o.e.públicos 500 a 419 Fusão Beta 17,500 59,100 59,100 3) Reconhecimento impostos diferidos referentes à valorização dos activos e passivos de Beta com base no justo valor 435 Imobilizações incorpóreas (goodwill) [500 x 0,3] 150 a 2762 Acr. E diferimentos-impostos diferidos passivos 150 BALANÇO DE FUSÃO [Método da compra - incorporação] [Reconhecimento do goodwill apenas na sociedade incorporada] ALFA CORRECÇÕES ALFA após CÓD. Débito Crédito Fusão ACTIVO 419 Fusão Beta 1) 17,500 3) 17, Imobilizações incorpóreas (goodwill) 2) 2,000 2,150 3) Imobilizações corpóreas 100,000 2) 40, , Amort.acum.imob.corpóreas -60,000 2) 24,000-84,000 40,000 56, Mercadorias 13,000 2) 5,800 18, Clientes 12,000 2) 9,500 21, Depósitos à ordem 1,000 2) 1,000 2,000 TOTAL ACTIVO 66, ,250 CAPITAL PRÓPRIO 51 Capital 20,000 1) 10,000 30, Prémio emissão acções/quotas 1) 7,500 7, Reservas 10,000 10,000 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO 30,000 47,500 PASSIVO 22 Fornecedores 18,000 2) 12,000 30, Empréstimos bancários 17,000 2) 5,100 22, Estado e o. entes públicos 1,000 2) 500 1, Acr. E diferimentos-impostos diferidos passivos 3) TOTAL CAPITAL PASSIVO 36,000 53,750 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO e PASSIVO 66,000 76,750 76, ,250 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

22 ) MÉTODO DA COMPRA B) CONSTITUIÇÃO NOVA SOCIEDADE RESOLUÇÃO: Nota: em primeiro lugar procede-se à actualização dos activos e passivos em cada sociedade de acordo com o justo valor, elaborando-se os respectivos balanços pré-fusão. Débito Crédito 1) Reavaliação dos activos e passivos de BETA para justo valor 42 Imobilizações corpóreas Mercadorias Imobilizações incorpóreas (goodwill) 2,000 a) 23 Émpréstimos bancários 100 a) 56 Reserva de reavaliação (fusão) 2,500 2,800 2,800 2) Reconhecimentos impostos diferidos referente à actualização dos activos e passivos de Beta para justos valor 435 Imobilizações incorpóreas (goodwill) 150 [500 X 03] 2762 Acr.e dif. - impostos diferidos passivos 150 BALANÇO DA SOCIEDADE BETA [PRÉ-FUSÃO] INICIAL CORRECÇÕES FINAL CÓD. Crédito ACTIVO 435 Imobilizações incorpóreas 1) 2,000 2,150 2) Imobilizações corpóreas 40,000 1) , Amort.acum.imob.corpóreas -24,000-24,000 16,000 16, Mercadorias 6,000 1) 200 5, Clientes 9,500 9, Depósitos à ordem 1,000 1,000 TOTAL ACTIVO 32,500 35,250 CAPITAL PRÓPRIO 51 Capital 8,000 8, Reservas reavaliação (fusão) 1) 2,500 2, Reservas 7,000 7,000 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO 15,000 17,500 PASSIVO 22 Fornecedores 12,000 12, Empréstimos bancários 5,000 1) 100 5, Estado e o. entes públicos Acr. e diferimentis-impostos diferidos passivos 2) TOTAL CAPITAL PASSIVO 17,500 17,750 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO e PASSIVO 32,500 35,250 2,950 2,950 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

23 23 Débito Crédito 1) Reavaliação dos activos e passivos de ALFA para justo valor 42 Imobilizações corpóreas 1, Clientes Imobilizações incorpóreas (goodwill) 4,000 a) 56 Reserva de reavaliação (fusão) 5,000 5,100 5,100 2) Reconhecimentos impostos diferidos referente à actualização dos activos e passivos de ALFA para justo valor 435 Imobilizações incorpóreas (goodwill) 300 [1000 X 0,3] 2762 Acr e diferim..impostos diferidos passivos 300 REGISTOS DA SOCIEDADE ALFA INICIAL CORRECÇÕES FINAL CÓD. Crédito ACTIVO 435 Imobilizações incorpóreas 1) 4,000 4,300 2) Imobilizações corpóreas 100,000 1) 1, , Amort.acum.imob.corpóreas -60,000-60,000 40,000 41, Mercadorias 13,000 13, Clientes 12,000 1) , Depósitos à ordem 1,000 1,000 TOTAL ACTIVO 66,000 71,300 CAPITAL PRÓPRIO 51 Capital 20,000 20, Rervas reavaliação (fusão) 1) , Reservas 10,000 10,000 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO 30,000 35,000 PASSIVO 22 Fornecedores 18,000 18, Empréstimos bancários 17,000 17, Estado e o. entes públicos 1,000 1, Acr.e diferimentos-impsotos diferidos passivos 2) TOTAL CAPITAL PASSIVO 36,000 36,300 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO e PASSIVO 66,000 71,300 5, I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

24 24 REGISTOS NA NOVA SOCIEDADE ALFABETA Débito Crédito 1) Compra de acções de "BETA" com emissão de acções de "ALFABETA" 419 Fusão 17,500 a 51 Capital 10,000 a 54 Prémio emissão acções/quotas 7,500 17,500 17,500 2) Integração dos activos e passivos de BETA em ALFABETA 435 Imobilizações incorpóreas (goodwill) 2, Imobilizações corpóreas 40, Mercadorias 5, Clientes 9, Depósitos à ordem 1,000 a 482 Amortizações acumuladas 24,000 a 22 Fornecedores 12,000 a 23 Empréstimos bancários 5,100 a 24 Estado e o. entes públicos 500 a 2762 Acr.e diferimentos-impostos diferidos passivos 150 a 419 Fusão 17,500 59,250 59,250 3) Compra de acções de "ALFA" com emissão de acções de "ALFABETA" 419 Fusão 35,000 a 51 Capital 20,000 a 54 Prémio emissão acções/quotas 15,000 35,000 35,000 4) Integração dos activos e passivos de ALFA em ALFABETA 435 Imobilizações incorpóreas (goodwill) 4, Imobilizações corpóreas 101, Mercadorias 13, Clientes 11, Depósitos à ordem 1,000 a 482 Amortizações acumuladas 60,000 a 22 Fornecedores 18,000 a 23 Empréstimos bancários 17,000 a 24 Estado e o. entes públicos 1,000 a 2762 Acr.e diferimentos-impostos diferidos passivos 300 a 419 Fusão 35, , ,300 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

25 25 BALANÇO DE FUSÃO DE ALFABETA [Método compra - contituição nova sociedade] CORRECÇÕES CÓD. Débito Crédito ACTIVO ALFABETA 419 Fusão 1) ) ) ) Imobilizações incorpóreas 2) ) Imobilizações corpóreas 2) ) Amort.acum.imob.corpóreas 2) ) Mercadorias 2) ) Clientes 2) ) Depósitos à ordem 2) ) TOTAL ACTIVO CAPITAL PRÓPRIO 51 Capital 1) ) Prémio emissão acções/quotas 1) ) TOTAL CAPITAL PRÓPRIO PASSIVO 22 Fornecedores 2) ) Empréstimos bancários 2) ) Estado e o. entes públicos 2) ) Acr.e diferim.-impostos diferidos passivos 2) ) 300 TOTAL PASSIVO TOTAL CAPITAL PRÓPRIO e PASSIVO Coeficiente de relação de troca de acções: Sociedade BETA = / = 1,6 Sociedade ALFA = / = 1 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

26 ) MÉTODO DA COMUNHÃO DE INTERESSES (Fusão) ) INCORPORAÇÃO Débito Crédito 1) Integração dos activos e passivos de BETA em ALFA 42 Imobilizações corpóreas 40, Mercadorias 6, Clientes 9, Depósitos à ordem 1,000 a 51 Capital 15,000 a 482 Amortizações acumuladas 24,000 a 22 Fornecedores 12,000 a 23 Empréstimos bancários 5,000 a 24 Estado e o. entes públicos ,500 56,500 BALANÇO DE FUSÃO [Método comunhão inetresses - incorporação] "ALFA" CORRECÇÕES ALFA após CÓD. Débito Crédito Fusão ACTIVO 42 Imobilizações corpóreas 100,000 1) 40, , Amort.acum.imob.corpóreas -60,000 1) 24,000-84,000 40,000 56, Mercadorias 13,000 1) 6,000 19, Clientes 12,000 1) 9,500 21, Depósitos à ordem 1,000 1) 1,000 2,000 TOTAL ACTIVO 66,000 98,500 CAPITAL PRÓPRIO 51 Capital 20,000 1) 15,000 35, Reservas 10,000 10,000 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO 30,000 45,000 PASSIVO 22 Fornecedores 18,000 1) 12,000 30, Empréstimos bancários 17,000 1) 5,000 22, Estado e o. entes públicos 1,000 1) 500 1,500 TOTAL CAPITAL PASSIVO 36,000 53,500 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO e PASSIVO 66,000 56,500 56,500 98,500 Coeficiente de relação de troca de acções de BETA por ALFA : β β = Coeficiente = / = 1,71707 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

27 ) MÉTODO DA COMUNHÃO DE INTERESSES (Fusão) CONSTITUIÇÃO NOVA SOCIEDADE REGISTOS NA NOVA SOCIEDADE ALFABETA 1) Integração dos activos e passivos de BETA em ALFABETA 42 Imobilizações corpóreas 40, Mercadorias 6, Clientes 9, Depósitos à ordem 1,000 a 482 Amortizações acumuladas 24,000 a 22 Fornecedores 12,000 a 23 Empréstimos bancários 5,000 a 24 Estado e o. entes públicos 500 a 51 Capital 15,000 56,500 56,500 2) Integração dos activos e passivos de ALFA em ALFABETA 42 Imobilizações corpóreas 100, Mercadorias 13, Clientes 12, Depósitos à ordem 1,000 a 482 Amortizações acumuladas 60,000 a 22 Fornecedores 18,000 a 23 Empréstimos bancários 17,000 a 24 Estado e o.. entes públicos 1,000 a 51 Capital 30, , ,000 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

28 28 BALANÇO DE FUSÃO [Método comunhão interesses - constituição nova sociedade] CORRECÇÕES ALFABETA CÓD. Débito Crédito ACTIVO 42 Imobilizações corpóreas 1) 40, ,000 2) 100, Amort.acum.imob.corpóreas 1) 24,000-84,000 2) 60,000 56, Mercadorias 1) 6,000 19,000 2) 13, Clientes 1) 9,500 21,500 2) 12, Depósitos à ordem 1) 1,000 2,000 2) 1,000 TOTAL ACTIVO 98,500 CAPITAL PRÓPRIO 51 Capital 1) 15,000 45,000 2) 30,000 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO 45,000 PASSIVO 22 Fornecedores 1) 12,000 30,000 2) 18, Empréstimos bancários 1) 5,000 22,000 2) 17, Estado e o. entes públicos 1) 500 1,500 2) 1,000 TOTAL PASSIVO 53,500 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO e PASSIVO 182, ,500 98,500 Coeficiente de relação de troca de acções Sociedade Beta: β β= Coeficiente = / ,9122 Sociedade Alfa: Nº acções da nova sociedade ALFABETA atribuídas = = Coeficiente = / = 1,1951 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

29 29 Exercício 2) Sociedade incorporante participa na incorporada A sociedade ALFA (A), que detém participação de 70% na sociedade BETA, vai fundir-se com esta sociedade [ BETA (B)], por incorporação de BETA em ALFA. 70% A B No quadro seguinte apresenta-se o balanço das duas empresas que serviram de base à fusão: CÓD. ACTIVO "ALFA" "BETA" CÓD. CAP.PRÓPRIO e PASSIVO "ALFA" "BETA" 42 Imobilizações corpóreas CAPITAL PRÓPRIO 482 Amort.acum.imob.corpóreas Capital Reservas Investimentos financeiros TOTAL C.PRÓPRIO Mercadorias Clientes PASSIVO 12 Depósitos à ordem Fornecedores Empréstimos bancários Estado e o e. Públicos TOTAL ACTIVO TOTALC.P.e PASSIVO A participação de ALFA (A) em BETA (B) foi adquirida por A sociedade BETA foi avaliada em e a ALFA em No quadro seguinte apresenta-se a discriminação das diferenças de avaliação dos elementos patrimoniais corpóreos de BETA Rubricas A - valor B - justo Diferença contabilístico valor B - A Imobilizações corpóreas (líquido) 16,000 26,000 10,000 TOTAL 16,000 26,000 10,000 O capital social de ALFA estava representado por acções de valor nominal 1, e o de BETA por acções de valor nominal 1. A sociedade BETA será incorporada em ALFA, recebendo os accionistas de BETA acções de ALFA (para o efeito será efectuado aumento de capital). Pretende-se: A) Cálculo do goodwill de BETA. B) Cálculo do aumento de capital a efectuar em ALFA para efeitos de atribuição de acções aos accionistas de BETA. C) Lançamentos de fusão na contabilidade de ALFA e elaboração do balanço de fusão I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

30 30 Resolução exercício 2) A) Cálculo do goodwill de Beta Justo valor BETA (-) Valor Sit.líquida Difª aquisição (D.Aq.) Difª Aquisição (difªs avaliação) [30 000] Godwill? (20 000) B) Cálculo do aumento de capital social em ALFA Nos termos do disposto no nº3 do artº 104º do Código das Sociedades Comerciais a sociedade incorporante não recebe partes, acções ou quotas de si própria em troca de partes, acções ou quotas na sociedade incorporada, de que sejam titulares aquela ou esta sociedade ou ainda pessoas que actuem em nome próprio, mas por conta de uma ou de outra dessas sociedades. O valor unitário das acções da sociedade incorporante é igual a: Sit.líquida = = 4,5 Nº acções A sociedade A-incorporante deverá atribuir aos accionistas da sociedade B (absorvida) acções com o valor contabilístico de = x 0,3 O aumento de capital da sociedade ALFA será de = / 4,5 JV = SL i + Difªs.Av. + GW JV = Justo valor SL i = Situação líquida inicial Difªs. Av. = diferenças avaliação GW = goodwill JV = = O prémio de emissão de acções é igual a: Pr = JV ( capital + VPF) VPF = valor da participação financeira Pr = ( ) Pr = C) Lançamentos de fusão na sociedade ALFA e elaboração do balanço de fusão I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

31 31 Débito Crédito 1) Aumento de capital de "ALFA" p/ efeitos de atribuição de acções aos accionistas de "BETA" 419 Fusão "A" 45,000 a 51 Capital 3, Prémio de emissão de acções /quotas 10,500 a 411 Investimentos financeiros 31,500 45,000 45,000 2) Integração dos activos e passivos de "BETA" 42 Imobilizações corpóreas 50, Imobilizações incorpóreas-goodwiill 20, Mercadorias 6, Clientes 9, Depósitos à ordem 1,000 a 482 Amort.acum.imob.corpóreas 24,000 a 22 Fornecedores 12,000 a 23 Empréstimos obtidos 4,500 a 24 Estado e outros entes públicos 500 a 419 Fusão "A" 45,000 86,000 86, ) Reconhecimento impostos diferidos referentes à actualização dos activos e passivos de Beta para justo valor 435 Imobilizações incorpóreas-goodwiill 3,000 [ X 0,3] 2762 Acr.e diferim.impostros diferidos passivos 3,000 BALANÇO DE FUSÃO ALFA CORRECÇÕES ALFA após CÓD. Débito Crédito Fusão ACTIVO 419 Fusão 1 45, , Imobilizações incorpóreas (goodwill) 2 20,000 23,000 3) 3, Imobilizações corpóreas 100, , , Amort.acum.imob.corpóreas -60, ,000-84,000 40,000 66, Investimentos financeiros 31, , Mercadorias 13, ,000 19, Clientes 12, ,000 21, Depósitos à ordem 1, ,000 2,000 TOTAL ACTIVO 97, ,000 CAPITAL PRÓPRIO 51 Capital 20, ,000 23, Prémio emissão acções/quotas 1 10,500 10, Reservas 10,000 10,000 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO 30,000 43,500 PASSIVO 22 Fornecedores 18, ,000 30, Empréstimos bancários 48, ,500 53, Estado e outros entes púb licos 1, , Acr.e diferim.-impostos diferidos passivos 3) 3,000 3,000 TOTAL PASSIVO 67,500 87,500 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO e PASSIVO 97, , , ,000 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

32 32 Exercício 3) Participações recíprocas cas A sociedade A vai fundir-se com a sociedade B, por incorporação de B em A, verificando-se que a sociedade A detém uma participação de 80% na sociedade B, e que por sua vez B detém uma participação de 10% em A A 80% 10% B No quadro seguinte apresenta-se o balanço das duas empresas para efeitos de fusão: CÓD. ACTIVO "ALFA" "BETA" CÓD. CAP.PRÓPRIO e PASSIVO "ALFA" "BETA" 42 Imobilizações corpóreas CAPITAL PRÓPRIO 482 Amort.acum.imob.corpóreas Capital Reservas Investimentos financeiros TOTAL C.PRÓPRIO Mercadorias Clientes PASSIVO 12 Depósitos à ordem Fornecedores Empréstimos bancários Estado e o e. Públicos TOTAL ACTIVO TOTALC.P.e PASSIVO No quadro seguinte apresenta-se a discriminação das diferenças de avaliação dos elementos patrimoniais corpóreos de BETA (excepto goodwill). Rubricas A - valor B - justo Diferença contabilístico valor B - A Imobilizações corpóreas (líquido) 16,000 17,000 1,000 TOTAL 16,000 17,000 1,000 A sociedade Alfa foi avaliada em , e a sociedade BETA em , e as participações financeiras registadas nos balanços respeitam unicamente às participações entre as empresas. O capital social de ALFA estava representado por acções de valor nominal 1, e o de BETA por acções de valor nominal 1. A sociedade BETA será incorporada em ALFA, recebendo os seus accionistas acções de ALFA, e para o efeito será efectuado aumento de capital. Pretende-se: D) Cálculo do goodwill de BETA. E) Cálculo do aumento de capital a efectuar em ALFA para efeitos de atribuição de acções aos accionistas de BETA. F) Lançamentos de fusão na contabilidade de ALFA e elaboração do balanço de fusão I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

33 33 Resolução exercício III 3) Como existem participações recíprocas as percentagens de participação alteraram-se. A percentagem de participação do grupo passou a ser inferior à unidade. Seguidamente apresenta-se cálculo das percentagens de participação corrigidas G A (1-f) A 80% 10% B G = percentagem de participação do grupo A = percentagem de participação do grupo em A B = percentagem de participação do grupo em B A = 0,1B + 0,9 B = 0,8A A = 0, B = 0, I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

34 34 A) Cálculo do goodwill de BETA Justo valor BETA (-) Valor Sit.líquida Difª aquisição (D.Aq.) DifªAq (difªs avaliação) [3 000] Godwill? (2 000) B) Cálculo do aumento de capital a efectuar em ALFA para efeitos de atribuição de acções aos accionistas de BETA Face à existência de participações recíprocas iremos calcular o valor corrigido da situação líquida das empresas. Para o cálculo da situação líquida corrigida vamos recorrer a um sistema de equações A = SL(A) + ab - X B = SL(B) + ba - Y em que: A = situação líquida corrigida da empresa A B = situação líquida corrigida da empresa B SL(A) = situação líquida da empresa A SL(B) = situação líquida da empresa B a = percentagem de participação de A em B b = percentagem de participação de B em A X = valor de balanço da participação de A em B Y = valor de balanço da participação de B em A A = ,8B A = ,17 B = ,1A B = ,22 Aumento capital de Alfa = [17 565,22 X ( 1 0,7826)] / 1,7326 = 2 204,02 (1,7326 = justo valor acção Alfa) (34 652,17/ ) I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

35 35 C) Lançamento de fusão na sociedade ALFA e elaboração do bablanço de fusão O Valor de transferência (VT) da sociedade Beta é igual a: JV = SL i + Difªs.Av. + GW JV = justo valor SL i = Situação líquida inicial Difªs Av. = diferenças avaliação GW = goodwill JV = = O prémio de emissão de acções é igual a: Pr = VT ( capital + VPF) VPF = valor da participação financeira Pr = ( 2 204, ) Pr = 1 395,98 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

36 36 1) Aumento de capital de "ALFA" p/ efeitos de atribuição de acções aos accionistas de "BETA" Contas Débito Crédito 419 Fusão "A" 18, a 51 Capital 2, a 411 Investimentos financeiros 14, a 54 Prémios de emissão/desconto 1, , , ) Integração dos activos e passivos de "BETA" 42 Imobilizações corpóreas 41, Imobilizações incorpóreas-goodwiill 2, investimentos financeiros 3, Mercadorias 6, Clientes 9, Depósitos à ordem 1, a 482 Amort. Ac.imob.corpóreas 24, a 22 Fornecedores 12, a 24 Estado e º Entes Públicos a 23 Empréstimos obtidos 8, a 419 Fusão "A" 18, , , ) Reconhecimento de impostos diferidos referente à actualização activos e passivos de Beta para justo valor 435 Imobilizações incorpóreas-goodwiill [1000 X 0,3] a 2762 Acr.e dif.-.impostos diferidos passivos ) Eliminação da participação financeira de "BETA" em "ALFA" 57 Reservas 3, a 411 Investimentos financeiros 3, , , BALANÇO DE FUSÃO ALFA CORRECÇÕES ALFA após CÓD. Débito Crédito Fusão ACTIVO 419 Fusão 1) ,00 2) ,00 0, Imobilizações incorpóreas (goodwill) 2) 2.000, ,00 3) 300,00 42 Imobilizações corpóreas ,00 2) , , Amort.acum.imob.corpóreas ,00 2) , , , , Investimentos financeiros ,00 2) 3.900,00 1) ,00 0,00 4) 3.900,00 32 Mercadorias ,00 2) 6.000, ,00 21 Clientes ,00 2) 9.000, ,00 12 Depósitos à ordem 1.000,00 2) 1.000, ,00 TOTAL ACTIVO , ,00 CAPITAL PRÓPRIO 51 Capital ,00 1) 2.204, ,02 54 Prémio emissão acções/quotas 1) 1.395, ,98 57 Reservas ,00 4) 3.900, ,00 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO , ,00 PASSIVO 22 Fornecedores ,00 2) , ,00 23 Empréstimos bancários ,00 2) 8.400, ,00 24 Estado e outros entes púb licos 1.000,00 2) 500, , Acr.e dif.-impostos diferidos passivos 3) 300,00 300,00 TOTAL PASSIVO , ,00 TOTAL CAP. + I.M. e PASSIVO , , , ,00 0,00 I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes

Contabilidade. Aprimeira parte deste trabalho é dedicada. Consolidação de contas. versus fusões de empresas

Contabilidade. Aprimeira parte deste trabalho é dedicada. Consolidação de contas. versus fusões de empresas TOC Outubro 2006 #79 21 Consolidação de contas versus fusões de empresas Qual o valor por que devem ser reconhecidas as diferenças de avaliação e o goodwill? Na consolidação de contas, e de acordo com

Leia mais

Aequivalência patrimonial é um método

Aequivalência patrimonial é um método 32 Fiscalidade A equivalência patrimonial eosimpostos diferidos A equivalência patrimonial e o método do custo têm particularidades que é conveniente ter em conta. Na aplicação dos métodos de contabilização

Leia mais

As recentes alterações das normas contabilísticas no âmbito da concentração de actividades empresariais (SNC e IFRS)

As recentes alterações das normas contabilísticas no âmbito da concentração de actividades empresariais (SNC e IFRS) As recentes alterações das normas contabilísticas no âmbito da concentração de actividades empresariais (SNC e IFRS) Por Carlos António Rosa Lopes O IASB aprovou em 2008 alterações à IFRS 3 sobre concentração

Leia mais

ACTIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Ano de 2006 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO

ACTIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Ano de 2006 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Imobilizado ACTIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Ano de 2006 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Capital Próprio Imobilizações Incorpóreas 0,00 Capital 49.879,79 49.879,79 0,00 Imobilizações

Leia mais

MESTRADO EM GESTÃO (MBA) (2005/2006)

MESTRADO EM GESTÃO (MBA) (2005/2006) MESTRADO EM GESTÃO (MBA) (2005/2006) DISCIPLINA: CONTABILIDADE Docente: Professor Auxiliar Convidado do ISEG/UTL jlacunha@iseg.utl.pt CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS (continuação) Síntese: 1. Concentração de empresas

Leia mais

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CONTAS ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PARAQUEDISMO RUA DA UNIDADE, 9 7000-719

Leia mais

Lançamento nº 2 - Eliminação de operações internas (VNDs e CMPs) entre A e B

Lançamento nº 2 - Eliminação de operações internas (VNDs e CMPs) entre A e B LEC11 CONTABILIDADE II CAPÍTULO IV CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS COMENTÁRIOS À RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 1 Lançamento nº 1 - Eliminação de saldos entre empresas do grupo As empresas do Grupo efectuaram operações

Leia mais

TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1

TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1 Os procedimentos contabilísticos a adoptar nas operações de concentração de actividades empresariais são definidos nas seguintes

Leia mais

Informação Financeira

Informação Financeira Informação Financeira Balanço Polis Litoral Ria Aveiro das ACTIVO BALANÇO ANALÍTICO Dezembro 09 Dezembro 08 ACTIVO BRUTO AMORT. E AJUST. ACTIVO LIQUIDO ACTIVO LIQUIDO IMOBILIZADO Imobilizações Incorpóreas

Leia mais

As novas regras de concentração de actividades empresariais

As novas regras de concentração de actividades empresariais Índice ABREVIATURAS 11 Parte 1 Conceitos gerais Capítulo 1 As novas regras de concentração de actividades empresariais 1. Introdução 15 2. Regulamentação das concentrações de actividades empresariais 18

Leia mais

! " # $%&' (") *+)( *+)* , " # - %. " / 012 $ )"* *+)( 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6! ! " '.! " 7 . % "' *+)( $%, % " ## *++* -. - ! $ ." )+#.

!  # $%&' () *+)( *+)* ,  # - %.  / 012 $ )* *+)( 012+4 # *+)( 012 55  6! !  '.!  7 . % ' *+)( $%, %  ## *++* -. - ! $ . )+#. !! " # $%&' (") *+)( *+)*, " # %. " / 012 $ )"* *+)( 3 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6!! " '.! " 7. % "' *+)(!, $%, % " ## *++*. 7! $." )+#. *+)*!! 28" *+)(. "' $%981!5": *+)(*+);!)5) *++**++

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS CONTABILIDADE GERAL I V - CADERNO DE EXERCÍCIOS Imobilizações ANO LECTIVO 2004/2005 1º SEMESTRE Exercício 29 A empresa Sempre a dever,

Leia mais

PLC Corretores Seguros SA Pág. 1 de 4 BALANÇO ANALÍTICO. Exercícios ACTIVO AB AA AL AL. Imobilizado:

PLC Corretores Seguros SA Pág. 1 de 4 BALANÇO ANALÍTICO. Exercícios ACTIVO AB AA AL AL. Imobilizado: PLC Corretores Seguros SA Pág. 1 de 4 Imobilizado: ACTIVO AB AA AL AL Imobilizações incorpóreas: Despesas de Instalação... 770,64 770,64 Despesas de investigação e de desenvolvimento... Propriedade industrial

Leia mais

PARTE I ESCOLHA MÚLTIPLA

PARTE I ESCOLHA MÚLTIPLA - SOLUÇÕES - 1 PARTE I ESCOLHA MÚLTIPLA 1. Considere os seguintes elementos A empresa XPTO adquiriu 80% da empresa Beta em 30.06.2003 por 300k. A empresa mãe manteve as suas reservas estáveis nos últimos

Leia mais

- Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL. Por incorporação de Reservas. Por entrada de Dinheiro

- Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL. Por incorporação de Reservas. Por entrada de Dinheiro AULA 10 Capital Próprio Aumentos de capital Demonstração de fluxos de caixa Construção da DFC - Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL Por incorporação de Reservas Por

Leia mais

Informação Financeira

Informação Financeira Informação Financeira Balanço Código das contas POCMS Imobilizado ACTIVO Exercícios AB AP AL AL Bens de domínio público: 451 Terrenos e Recursos naturais 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas

Leia mais

Contabilidade II (LEC110)

Contabilidade II (LEC110) Contabilidade II (LEC110) IV. Consolidação de contas III. Consolidação de Contas 1. Perímetro de consolidação 1º ANO ANO LECTIVO 7/8 1. Perímetro de Consolidação A definição do perímetro de consolidação

Leia mais

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO De acordo com as disposições legais e estatuárias venho submeter á apreciação dos senhores accionistas o Relatório de Gestão e as

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS

CADERNO DE EXERCÍCIOS CONTABILIDADE II CADERNO DE EXERCÍCIOS CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS Ano Lectivo 2009/2010 Maio de 2010 EXERCÍCIO N º 1C A sociedade M possui 60% de voto da sociedade A, a qual possui, por sua vez, 40% de direitos

Leia mais

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014 Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Capital Próprio CAPITAL PRÓPRIO Conceitos Gerais Aplicação de resultados Valor nominal, contabilístico e de mercado Demonstração das Alterações do C.P. Aumentos de

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

CÓDIGO DE CONTAS DO SNC

CÓDIGO DE CONTAS DO SNC CÓDIGO DE CONTAS DO SNC 1 MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros instrumentos financeiros 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412 Potencialmente

Leia mais

Análise Financeira 2º semestre

Análise Financeira 2º semestre ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios CAP II Luís Fernandes Rodrigues António Manuel F Almeida CAPITULO II 2011 2012 Página

Leia mais

Enquadramento Page 1. Objectivo. Estrutura do documento. Observações. Limitações

Enquadramento Page 1. Objectivo. Estrutura do documento. Observações. Limitações Objectivo No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições")

Leia mais

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos Contabilidade Financeira Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos 3º TESTE INTERMÉDIO NOME: NÚMERO: Atenção

Leia mais

Exame de 2.ª Chamada de Contabilidade Financeira Ano letivo 2013-2014

Exame de 2.ª Chamada de Contabilidade Financeira Ano letivo 2013-2014 PARTE A (13,50v) Realize as partes A e B em folhas de teste separadas devidamente identificadas I A empresa A2, SA dedica-se à compra e venda de mobiliário, adotando o sistema de inventário periódico.

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 2009.12.31

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 2009.12.31 00 - Introdução a) Objecto social e identificação da Empresa HABECE Cooperativa de Habitação e Construção de Cedofeita, Crl., tem por objecto a construção ou a sua promoção e a aquisição de fogos para

Leia mais

BALANÇO INDIVIDUAL. Dezembro 2011

BALANÇO INDIVIDUAL. Dezembro 2011 BALANÇO INDIVIDUAL ACTIVO Activo não corrente: Activos fixos tangíveis... 5 52.063,72 63.250,06 Propriedades de investimento... Goodwill... Activos intangíveis. Activos biológicos.. Participações financeiras

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA Exame Época Normal 04 de Julho de 0 Duração: H 00M Deve identificar-se nesta folha de prova, indicando o nome completo, número de matrícula e turma em que se encontra inscrito(a). As opções de resposta

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.063 NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO

Leia mais

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A demonstração de fluxos de caixa é um mapa de fluxos que releva a entradas e as saídas de caixa, durante um exercício. A Demonstração de fluxos de caixa é estruturada

Leia mais

Exame para Contabilista Certificado. Contabilidade Financeira Aprofundada. Duração: 2 horas

Exame para Contabilista Certificado. Contabilidade Financeira Aprofundada. Duração: 2 horas Nome: Nº do BI/ Passaporte Duração: 2 horas Leia atentamente as questões. Depois, coloque no quadradinho que fica na parte superior direito de cada questão, a alínea correspondente à melhor resposta. Se

Leia mais

DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES

DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES Perspectiva Contabilística e Fiscal Fases DISSOLUÇÃO LIQUIDAÇÃO PARTILHA Formalidades da Dissolução A dissolução deve obedecer a uma das seguintes formas: Por escritura

Leia mais

1. Activos Fixos Intangíveis (IAS 38) 2. Propriedades de Investimento (IAS 40)

1. Activos Fixos Intangíveis (IAS 38) 2. Propriedades de Investimento (IAS 40) AULA 08 1. Activos Fixos Intangíveis (IAS 38) 2. Propriedades de Investimento (IAS 40) 3. Capital Próprio - Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 Activos Fixos Intangíveis Activo intangível:

Leia mais

Anexo ao balanço e à Demonstração de Resultados

Anexo ao balanço e à Demonstração de Resultados Anexo ao balanço e à Demonstração de Resultados 8.2 Notas ao balanço e à demonstração de Resultados 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excepcionais devidamente fundamentados

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEFIR ANGOLA

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEFIR ANGOLA ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANO : 2012 1 - Actividade 1.1 Breve descrição das actividades da empresa ÍNDICE 2 - Bases de preparação das demonstrações financeiras e derrogações 2.1 Bases de apresentação

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 30 de Junho de 2005 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

4. Acções (Quotas) Próprias

4. Acções (Quotas) Próprias 4. Acções (Quotas) Próprias Sociedades por quotas (art. 220.º do CSC) Sociedades anónimas (arts. 316.º a 325.º - B do CSC) Propósitos: 1. Suprimir o reduzir certas categorias de acções (acções privilegiadas)

Leia mais

DC15 - Remição e Amortização de Acções (1) Directriz Contabilística n.º 15

DC15 - Remição e Amortização de Acções (1) Directriz Contabilística n.º 15 DC15 - Remição e Amortização de Acções (1) Directriz Contabilística n.º 15 Dezembro de 1994 Índice 1. Introdução 2. Remição de acções - Entidade emitente 3. Remição de acções - Entidade detentora 4. Amortização

Leia mais

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo. Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS relativo às contas individuais do exercício de dois mil e quatro, do Conselho Geral da Ordem dos Advogados, pessoa colectiva de direito público nº 500 965

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Designação da Entidade: CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS Gerência de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 8.2.1 Não se aplica. 8.2.2 Os conteúdos das contas

Leia mais

Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados

Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados (ponto 8.2 e 8.3 do Dec-Lei 54-A/99 de 22 de fevereiro) 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excecionais e devidamente fundamentados

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2008/09 Data: 19 de Junho de 2009 Início: 12h30m Duração: 2h00m Cotação e tempo esperado de resolução:

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 31 de Dezembro de 2006 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8.2 - NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excecionais, devidamente fundamentados e sem

Leia mais

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS NOTA INTRODUTÓRIA A Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais), dispõe no seu Artigo 46.º o seguinte: «1 - Sem prejuízo dos documentos

Leia mais

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 8 PROVEITOS POR NATUREZA. As contas desta classe registam os proveitos correntes do exercício.

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 8 PROVEITOS POR NATUREZA. As contas desta classe registam os proveitos correntes do exercício. Anexo à Instrução nº 4/96 IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 8 PROVEITOS POR NATUREZA As contas desta classe registam os proveitos correntes do exercício. 80 - JUROS E PROVEITOS EQUIPARADOS Proveitos

Leia mais

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Nota Introdutória A Manuel Rodrigues Gouveia, S.A. ( MRG ou Empresa ) tem sede em Seia, foi constituída em 1977 e tem como actividade principal a Construção Civil

Leia mais

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I Aprova o Código de Contas para Microentidades O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as microentidades, tendo previsto a publicação, em portaria

Leia mais

Noções de Contabilidade

Noções de Contabilidade Noções de Contabilidade 1 1. Noção de Contabilidade A contabilidade é uma técnica utilizada para: registar toda a actividade de uma empresa (anotação sistemática e ordenada da qualidade e quantidade de

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS A Penafiel Verde, E.M. é uma empresa municipal, com sede em Penafiel, constituída em Maio de 2006 e que tem como actividades principais a gestão e exploração

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais

LIVRO SNC CONTABILIDADE FINANCEIRA: SUA APLICAÇÃO

LIVRO SNC CONTABILIDADE FINANCEIRA: SUA APLICAÇÃO LIVRO SNC CONTABILIDADE FINANCEIRA: SUA APLICAÇÃO P. 2 Sistema de Normalização Contabilística Prático SNC Contabilidade Financeira: sua aplicação CAPÍTULO 1 CONTABILIDADE E O SEU PAPEL PARTE I P. 28 (QUESTÃO

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS CONTABILIDADE GERAL I III - CADERNO DE EXERCÍCIOS Terceiros e Antecipações Exercício 17 A empresa

Leia mais

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Exercício de 2011 Notas às Demonstrações Financeiras 31 De Dezembro de 2011 e 2010 1. Identificação da entidade Accendo, Lda, inscrita na conservatória

Leia mais

AB AP AL AL 2013 2013 2013 2012

AB AP AL AL 2013 2013 2013 2012 Balanço - Activo Dados atuais 23.04.2014 13:48:11 Organismo: 1012 ADSE Página: 1 Exercício:2013 Emissão:23.04.2014 13:48:17 Balanço - Activo Activo Imobilizado Bens de domínio público: 451 Terrenos e recursos

Leia mais

7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo:

7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo: Considere os seguintes limites fixados para os funcionários públicos (P 30-A/2008): Subsídio de Refeição (4,11 ); Transporte em automóvel próprio ( 0,39 por quilómetro). O SP A está sujeito à seguinte

Leia mais

Enquadramento Página 1

Enquadramento Página 1 No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições") neste processo

Leia mais

Contabilidade Financeira I

Contabilidade Financeira I Contabilidade Financeira I INVESTIMENTOS É constituído pelos recursos que a empresa detém com carácter de continuidade, não se destinando a ser vendidos ou transformados no decorrer das suas actividades

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA II. 2ª Frequência. Responda a cada grupo em folha separada

CONTABILIDADE FINANCEIRA II. 2ª Frequência. Responda a cada grupo em folha separada CONTABILIDADE FINANCEIRA II Equipa Docente: Data: 8 de Janeiro de 2008 Cristina Neto de Carvalho Duração: 2 horas Sofia Pereira 2ª Frequência Responda a cada grupo em folha separada A Ibersol tem como

Leia mais

Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados

Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Introdução EXERCÍCIO DE 2009 A Empresa «ANTONIO MARQUES, CORRETOR DE SEGUROS EIRL» tem sede na Rua António José Baptista, n.º 16 2.º Dto., em Setúbal, foi

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

RELATÓRIO E INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL

RELATÓRIO E INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL 2015 RELATÓRIO E INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL EM 1 - Introdução 2 - Análise dos Documentos Previsionais 2.1 - Plano Plurianual de Investimentos 2.2 - Orçamento Anual de Exploração 2.3. Demonstração

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados 1. Relativo às contas individuais do exercício de dois mil e sete, do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados, pessoa colectiva de direito público

Leia mais

PHC Consolidacão. Execute de uma forma simples e eficaz a consolidação contabilística de grupos de empresas

PHC Consolidacão. Execute de uma forma simples e eficaz a consolidação contabilística de grupos de empresas PHCConsolidacão DESCRITIVO O módulo PHC Consolidação foi desenhado para executar a consolidacão contabilística, no que diz respeito à integração de contas e respectivos ajustamentos de consolidação. PHC

Leia mais

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ ------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ Fluxos empresariais: Tipos de fluxos Perspectiva Quadros demonstrativos contabilísticos Externos: Despesas Receitas

Leia mais

3 NOTAS DE ENQUADRAMENTO. Na preparação do presente código de contas teve-se em atenção o seguinte:

3 NOTAS DE ENQUADRAMENTO. Na preparação do presente código de contas teve-se em atenção o seguinte: 3 NOTAS DE ENQUADRAMENTO CONSIDERAÇÕES GERAIS Na preparação do presente código de contas teve-se em atenção o seguinte: Tomar como referência o código de contas constante do POC e proceder apenas às alterações

Leia mais

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas

Leia mais

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Indicação e justificação das disposições do POC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras,

Leia mais

SPMS, E.P.E. Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 3 3. Orçamento de Tesouraria... 8 4. Orçamento de Investimento...

SPMS, E.P.E. Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 3 3. Orçamento de Tesouraria... 8 4. Orçamento de Investimento... 2012 Orçamento Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 3 3. Orçamento de Tesouraria... 8 4. Orçamento de Investimento... 8 1 Plano Estratégico 2011-2013 1. Enquadramento O presente documento

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Balanço IMOBILIZADO: ACTIVO BALANÇO ANALITICO E X E R C I C I O S ACTIVO BRUTO AMORT / PROV ACTIVO LIQUIDO ACTIVO LIQUIDO Imobilizações Incorpóreas: 431 Despesas de Instalação

Leia mais

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as microentidades, tendo previsto a publicação, em portaria do membro

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Demonstração de Fluxos de Caixa Demonstração de Fluxos de Caixa Conceitos gerais Métodos directo e indirecto Análise de uma DFC - Contabilidade Financeira II 2008/

Leia mais

Interhotel Sociedade Internacional de Hotéis, S.A.

Interhotel Sociedade Internacional de Hotéis, S.A. Interhotel Sociedade Internacional de Hotéis, S.A. Sociedade Aberta Rua Misericórdia, 12 a 20, Piso 3, Esc. 7 1200-273 Lisboa Capital Social: 34.719.990,86 Euros Registada na Conservatória do Registo Comercial

Leia mais

NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO

NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 27 Demonstrações

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225 INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Empresa: COFINA, SGPS, S.A. Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225 Período de referência: Valores em Euros 1º Trimestre 3º Trimestre

Leia mais

MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF. 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras

MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF. 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras Nos termos do previsto no ponto 2.1.4. das Bases para a Apresentação das Demonstrações

Leia mais

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do terceiro trimestre

Leia mais

UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas

UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas C O M P I L A Ç Ã O D E M A T E R I A I S Conteúdo programático Código das contas Meios Financeiros Líquidos Contas a receber e a pagar

Leia mais

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 1/91 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÃO DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 1/91 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÃO DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 1/91 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÃO DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1 Objectivo A presente directriz visa normalizar os procedimentos contabilísticos necessários para

Leia mais

2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação:

2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação: 1. A aplicação do princípio da prudência está exclusivamente relacionada com o registo de perdas de imparidade em activos e provisões : a) Verdadeira; b) Falsa 2. Regra geral, o IVA não dedutível deve

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I)

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) Ano de 2007 CC ÂÂMM AARR AA MM UU NN I IICC IIPP I AALL DD EE GG OONN DD OOMM AARR R EE LL AA TT ÓÓ RR II IOO EE C OO NN TT AA SS / 22

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 NOTA INTRODUTÓRIA A RUMO 2020, E.M. é uma empresa pública de âmbito municipal constituída em 16 de Outubro de 2006. Tem a sua

Leia mais

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta

COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do exercício de 2014 (não

Leia mais

MAPAS FISCAIS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANALÍTICA EXERCICIOS 2009 2008. Custos e perdas

MAPAS FISCAIS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANALÍTICA EXERCICIOS 2009 2008. Custos e perdas MAPAS FISCAIS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANALÍTICA Contas POC Descricao Custos e perdas EXERCICIOS 2009 2008 Custo mercadorias vendidas mater.consu 611+612 Mercadorias 62,08 31,56 616a619 Materias 62,08

Leia mais

Folha de cálculo para Plano de Negócios. 7 de Novembro 2009

Folha de cálculo para Plano de Negócios. 7 de Novembro 2009 Folha de cálculo para Plano de Negócios 7 de Novembro 2009 9 de Novembro de 2009 Modelo 9 de Novembro de 2009 2 Objectivos ferramenta Disponibilizar uma ferramenta que possibilite a um empreendedor efectuar

Leia mais

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação;

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação; 14.5 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS I - Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras 1. Relativamente às empresas incluídas na consolidação a)

Leia mais

O MEP nos Investimentos em Associadas e Subsidiárias

O MEP nos Investimentos em Associadas e Subsidiárias O MEP nos Investimentos em Associadas e Subsidiárias Enquadramento em SNC Influência e Controlo Controlo exclusivo a sociedade dominante tem mais de 50% dos direitos de voto da filial; Controlo conjunto

Leia mais

Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235

Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235 Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235 Contabilidade das sociedades e fundos de capital de risco A alteração do Decreto-Lei n.º 319/2002, de 28 de Dezembro, pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

A prestação de contas de 2011 é elaborada de acordo com o SNC 1, não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade.

A prestação de contas de 2011 é elaborada de acordo com o SNC 1, não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade. INTERPRETAÇÃO DAS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2011 Nota Introdutória: A prestação de contas de 2011 é elaborada de acordo com o SNC 1, não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade.

Leia mais

RESOLUÇÃO EXAME CONTABILIDADE FINANCEIRA I

RESOLUÇÃO EXAME CONTABILIDADE FINANCEIRA I RESOLUÇÃO EXAME CONTABILIDADE FINANCEIRA I 1 1 Elaboração da Reconciliação Bancária (Anexo I) Reconciliação Bancária 3112N Saldo da Empresa 4.102,50 Saldo do Banco 4.102,50 2911N Emp. Bancário C/Prazo

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. 6148 Diário da República, 1.ª série N.º 175 9 de Setembro de 2009

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. 6148 Diário da República, 1.ª série N.º 175 9 de Setembro de 2009 6148 Diário da República, 1.ª série N.º 175 9 de Setembro de 2009 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Portaria n.º 1011/2009 de 9 de Setembro O Decreto -Lei n.º 158/2009, de 13 de Julho,

Leia mais

ASSUNTO: Plano de Contas (Caixa Central e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo)

ASSUNTO: Plano de Contas (Caixa Central e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo) Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 118/96 ASSUNTO: Plano de Contas (Caixa Central e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo) Tendo presente as alterações introduzidas no Código do Mercado de Valores

Leia mais

SEMINÁRIO CROWE HORWATH O CIRC E SUA ADAPTAÇÃO AO SNC. Seminário Crowe Horwath Fevereiro 2011. 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH O CIRC E SUA ADAPTAÇÃO AO SNC. Seminário Crowe Horwath Fevereiro 2011. 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH O CIRC E SUA ADAPTAÇÃO AO SNC 1 1 APRESENTAÇÃO A revogação do POC e o novo Sistema de Normalização Contabilística (SNC) Aspectos fiscais mais relevantes decorrentes da adopção do

Leia mais