O Impacto do MES na Rentabilidade das Indústrias EMEPRO 2009

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1 O Impacto do MES na Rentabilidade das Indústrias Excelência Operacional no Chão de Fábrica EMEPRO 2009

2 PPI-Multitask missão Integrar tecnologia e pessoas para promover a melhoria do desempenho dos processos dos nossos clientes. São 20 de anos de experiência em: Desenvolvimento de sistemas e projetos voltados para o planejamento e controle das atividades industriais e melhoria de produtividade; Projetos de automação, controle e supervisão de processos, máquinas e linhas de produção; Pioneirismo em soluções MES (Manufacturing Execution Systems) no Brasil, com o desenvolvimento do software PC-Factory MES. Para fornecer uma solução MES completa e integrada ao ERP, SCM e Sistemas de Automação: Equipe multidisciplinar, composta por Consultores de Negócio, Engenheiros de Produção, Engenheiros de Automação, Engenheiros de Software, Analistas Programadores e Project Management Professionals (PMPs); Parcerias com empresas fabricantes de sistemas da camada MES, como a ASI Datamyte, Preactor e Astrein e empresas de Automação, como Atos, Elipse e Rockwell.

3 Clientes MES x tipos de produção JOB SHOP ETO MTO SIMISA Diferenciação INTERMITENTE REPETITIVO MTO MTS MTS //AUDILAB ZARAPLAST PROCESSO Volume

4 O Impacto do MES na Rentabilidade

5 Nossa Realidade Crise financeira e retração do crédito Aumento do custo do capital Mudança da prioridade de Aquisições para o resultado das Operações Recessão nos EUA e Europa Expectativa de resultados no Brasil => remessas para cobrir perdas corporativas Pressão para manter os preços devido ao impacto da queda das vendas

6 Nossa Missão = Excelência Operacional Enquanto cortes de custos drásticos podem melhorar os resultados no curto prazo, só a excelência operacional otimiza o uso dos recursos para entregar produtos a preços competitivos de forma sustentável.

7 Nossa Missão Otimizar a utilização dos ativos existentes para reduzir necessidade de novos investimentos Reduzir custos de produção para aumentar margens O que significa proporcionar um impacto positivo tanto no Demonstrativo de Resultados (DRE) como no Balanço Patrimonial da empresa E aumentar a Taxa de Retorno Sobre o Ativo Total (ROA)

8 Nossa Missão x Fórmula DuPont Lucro Vendas Margem Líquida Vendas Ativos Giro do Ativo Lucro Ativos O desafio é reduzir custos, produzir mais, mantendo ou reduzindo ativos Fonte GITMAN, 1997

9 O Caminho para a Excelência Operacional Reduzir os estoques de MP, WIP, SA e PA sem afetar o atendimento dos clientes, reduz o Ativo Circulante Inventário Iniciativas Lean, APS e MES

10 O Caminho para a Excelência Operacional Aumentar o OEE para produzir a mesma quantidade com menos recursos, ou produzir mais com os mesmos recursos, permite otimizar o ativo permanente Máquinas Iniciativas de OEE e MES

11 O Caminho para a Excelência Operacional Transformar ganhos de OEE em redução de custos, aumenta a margem do negócio Custos da Ineficiência Multas por atraso Horas/Turnos Extras Custos da não qualidade Custos de manutenção Etc... Iniciativas de Melhoria Contínua

12 Resultados Top 50 US Manufacturers Remaining 450 US Manufacturers Giro do Ativo Lucratividade ROA 1,3 0,9 8% 2,10% O Aumento do Giro do Ativo promove um aumento significativo da lucratividade e ROA! 12,50% 2,40% Source: Industry week.com article by David Drickhamer

13 Conceito MES

14 CONCEITO MES Manufacturing Execution Systems (MES) geram INFORMAÇÕES que POSSIBILITAM a OTIMIZAÇÃO das atividades de PRODUÇÃO desde a emissão de uma ordem até o despacho de produtos acabados. Utilizando dados precisos e em tempo real; MES é um conjunto integrado de funções estabelecendo uma ligação direta entre o Planejamento e a Execução Fonte: MESA (Manufacturing Enterprise Solutions Association)

15 Funcionalidades do MES ERP SCM Despacho Unidades de Produção Gerenciamento Mão-de- Obra Scheduling Rastreabilidade MES Controle de Documentos Alocação e Status de Recursos Gerenciamento de Manutenção CRM Análise de Desempenho Gerenciamento do Processo PLM Gerenciamento da Qualidade Coleta de Dados Controls Fonte: MESA (Manufacturing Enterprise Solutions Association)

16 Fluxo de Informações ERP<>MES<>Processo Fonte: MESA (Manufacturing Enterprise Solutions Association)

17 Specific Activity Models of Manufacturing Operations Mgmt - ANSI/ISA-95 Part 3 Fonte: Instrumentation, Systems, and Automation Society (ISA)

18 Novo Modelo MESA P2E Fonte: MESA (Manufacturing Enterprise Solutions Association)

19 O papel do MES para a Excelência Operacional

20 Por que MES? DORES 1 Baixa qualidade do apontamento manual de produção e consumo de matéria-prima gera diferença de Inventário, prejudica o cálculo do MRP e o planejamento de Materiais Falta visibilidade do andamento das Ordens de Produção no piso de fábrica, dificultando o atendimento do cliente

21 Coleta de Dados/Aquisição ERP MES Chão de Fábrica RF PC-Factory Database & Application Server Balanças Microterminais Fixos Impressoras. PC-Factory View WEB Machine PLC TCP/IP SCADA TCP/IP Data Collection Devices MES Workstation TCP/IP I/O Module Sensores Coletar dados de produção e sobre o processo, manual ou automaticamente, em tempo real.

22 Foco Coleta de Dados de Materiais Recebimento RF Identificação Armazenagem RF Inventário RF Requisição e Movimentação de Materiais RF Coleta de Produção Identificação de SA/PA Armazenagem RF Embarque RF Inventário RF MP jjj MP O-10 B A MP jjj O-20 C MP jjj A O-30 D MP jjj A PA jjj PA EMB jjj Consumo de MP Código do Material Lote ou No. de Série Quantidade Apontamento por Operação Quantidade de peças Boas Quantidade do Refugo & Retrabalho Reporte de Produção Lote de Produto Acabado Quantidade produzida

23 Data Collection Ordem de Produção Início de Trabalho Quem usa? A Ordem de Produção pode ser impressa com código de barras para apontamento das operações através de leitura do código de barras

24 Data Collection Consumo de Materiais Consumo de Matéria-Prima com Código de Barras Quem usa? Etiquetas com código de barras podem ser utilizadas para registrar o consumo de Matéria-Prima no piso de fábrica e realizar o reporte do Produto Elaborado

25 Data Collection Quantidade Produzida Quantidade Produzida Quem usa? Coleta automática ou apontamento manual de quantidade produzida e refugo, por operação da Ordem de Produção

26 Data Collection Identificação & Report de Materiais Reporte de produção com Código de Barras Quem usa? Etiquetas com código de barras podem ser utilizadas para realizar o reporte do Produto Acabado (Entrada no Estoque)

27 View WEB Production Tracking (Orders) Visualização do andamento da Ordem de Produção Quem usa? O módulo Production Tracking permite controlar em tempo real o fluxo das unidades de produção na forma de ordens/operações.

28 View WEB Material Tracking (Genealogy) Rastreabilidade Quem usa? O módulo Material Tracking permite rastrear a movimentação de materiais, gerando a genealogia do produto acabado.

29 View WEB Material Tracking (Inventory) Controle dos Saldos de WIP ou Estoque Quem usa? O módulo Material Tracking permite controlar em tempo real os saldos de WIP e Estoque

30 Por que MES? DORES 2 Demora na tomada de ação para resolver problemas durante o turno (Paradas por Manutenção, Problemas de Qualidade, Falta de Materiais...) 1 Baixa qualidade do apontamento manual de produção e consumo de matéria-prima gera diferença de Inventário, prejudica o cálculo do MRP e o planejamento de Materiais Falta visibilidade do andamento das Ordens de Produção no piso de fábrica, dificultando o atendimento do cliente

31 Foco Coleta de Dados de Recursos Automação da Coleta de Dados em processos repetitivos Coleta de dados de Produção Paradas, Performance, Qualidade Manutenção Processo MP O-10 IHM O-20 O-30 PA PLC MES Workstation

32 Data Collection Alocação e Status de Recursos Identificação do Motivo da Parada Quem usa? Ao utilizar a MES Workstation, para justificar o motivo da parada do recurso, o operador pode também inserir comentários, ou informar horário retroativo.

33 Data Collection Painel de Produção Gestão à Vista da Produção: Meta x Real Road Map 2009 Quem usa? Display de produção para indicar a Meta de Produção x Realizado no Turno, assim como o status atual do recurso e indicadores de desempenho.

34 View WEB Alocação e Status de Recursos Monitoramento On-line das máquinas Quem usa? O monitoramento on-line permite o acompanhamento em tempo real do status dos recursos produtivos e disponibiliza históricos detalhados de todos os eventos ocorridos.

35 Alarm Engine - Paradas e Perda de Velocidade Alarm Engine net-send; SMS Quem usa? Alarmes são disparados, permitindo o reconhecimento imediato dos eventos que causam perdas de disponibilidade e performance.

36 Data Collection Manutenção Registro da Ocorrência de Manutenção Quem usa? Mantenedor Mantenedor Mantenedor Mantenedor Mantenedor Mantenedor Mantenedor Mantenedor Alarmes de manutenção permitem controlar paradas de manutenção que não receberam ocorrência (registro da falha). O controle das ocorrências de manutenção pode ser feito de modo stand-alone ou integrado com o sistema de Gerenciamento da Manutenção da empresa.

37 Data Collection Add-on CEP On-Line Controle Estatístico de Processo Quem usa? Coleta de dados manual ou automática permite o controle do processo através de medição e carta de controle de variáveis. Alarmes indicam tendência das variáveis saírem dos limites de controle.

38 Por que MES? DORES 3 2 Não existe uma base de conhecimento das principais perdas de produção, que levam a baixa produtividade e conseqüentemente ao aumento do custo industrial e redução da capacidade produtiva Demora na tomada de ação para resolver problemas durante o turno (Paradas por Manutenção, Problemas de Qualidade, Falta de Materiais...) 1 Baixa qualidade do apontamento manual de produção e consumo de matéria-prima gera diferença de Inventário, prejudica o cálculo do MRP e o planejamento de Materiais Falta visibilidade do andamento das Ordens de Produção no piso de fábrica, dificultando o atendimento do cliente

39 View WEB Pareto de Paradas Análise das Paradas Quem usa? O Pareto de Paradas aponta os principais motivos de paradas para priorizar as iniciativas de melhoria de disponibilidade.

40 View WEB Pareto de Perdas de Velocidade Análise de Perdas de Velocidade Quem usa? O Pareto de perdas de velocidade permite avaliar os principais motivos de perda de performance.

41 View WEB Pareto de Qualidade Análise de Perdas de Refugo e Retrabalho por Recurso Quem usa? O Pareto de refugo e retrabalho, permite avaliar os motivos de maior incidência para ação da equipe de qualidade.

42 Por que MES? DORES Desconhece a sua eficiência e conseqüentemente a real capacidade produtiva Necessita de ganhos sustentáveis de produtividade para manutenção da competitividade e rentabilidade do negócio Não existe uma base de conhecimento das principais perdas de produção, que levam a baixa produtividade e conseqüentemente ao aumento do custo industrial e redução da capacidade produtiva Demora na tomada de ação para resolver problemas durante o turno (Paradas por Manutenção, Problemas de Qualidade, Falta de Materiais...) 1 Baixa qualidade do apontamento manual de produção e consumo de matéria-prima gera diferença de Inventário, prejudica o cálculo do MRP e o planejamento de Materiais Falta visibilidade do andamento das Ordens de Produção no piso de fábrica, dificultando o atendimento do cliente

43 Conceito OEE TEMPO TOTAL 24 HORAS X 365 DIAS TEMPO DISPONÍVEL TEMPO OPERACIONAL TEMPO TRABALHADO TEMPO PRODUTIVO BRUTO PARADA NÃO PLANEJADA PARADA PLANEJADA TEMPO FORA DE TURNO TEMPO PERDIDO POR VARIAÇÃO DE RITMO TEMPO PRODUTIVO LÍQUIDO TEMPO PERDIDO POR PEÇAS A RETRABALHAR TEMPO PERDIDO POR PEÇAS REFUGADAS

44 Conceito OEE FTT = TEMPO PRODUTIVO LÍQUIDO TEMPO PRODUTIVO BRUTO PERFORMANCE = TEMPO PRODUTIVO BRUTO TEMPO TRABALHADO UTILIZAÇÃO = TEMPO TRABALHADO TEMPO OPERACIONAL DISPONIBILIDADE = TEMPO TRABALHADO TEMPO DISPONÍVEL Produtividade = FTT x Performance x Utilização OEE (overall equipment efectiveness) = FTT x Performance x Disponibilidade AE AE (asset (asset efectiveness) efectiveness) = OEE OEE x Tempo Tempo Disponível Disponível Tempo Tempo Total Total

45 View WEB Indicadores de Desempenho Análise do OEE e Produtividade de Mão de Obra Quem usa? O gráfico de Sumarização de Tempos permite visualizar a participação de cada uma das principais perdas de produção, segundo o conceito do OEE.

46 View WEB Análise de Eficiência de Setup O Relatório Comparativo de Setup indica a eficiência do setup por produto e recurso. Quem usa?

47 View WEB Indicadores de Manutenção Análise de Confiabilidade e Manutenabilidade Quem usa? O relatório de disponibilidade técnica de manutenção, MTTR e MTBF, permite priorizar as ações de melhoria da manutenção e de confiabilidade dos equipamentos.

48 View Web- Add-on CEP On-line Análise de Capacidade do Processo Quem usa? Qualidade Qualidade No Histograma é possível analisar a normalidade da distribuição, bem como todos cálculos de Capacidade do Processo Controlado (Cp, CpK, etc)

49 Por que MES? DORES 5 Alto mix de produtos e falta de visibilidade da programação da produção, dificulta a promessa de entrega, aumenta a incidência de setup, horas extras e níveis de estoque, e ainda ocorrem atrasos e multas Desconhece a sua eficiência e conseqüentemente a real capacidade produtiva Necessita de ganhos sustentáveis de produtividade para manutenção da competitividade e rentabilidade do negócio Não existe uma base de conhecimento das principais perdas de produção, que levam a baixa produtividade e conseqüentemente ao aumento do custo industrial e redução da capacidade produtiva Demora na tomada de ação para resolver problemas durante o turno (Paradas por Manutenção, Problemas de Qualidade, Falta de Materiais...) 1 Baixa qualidade do apontamento manual de produção e consumo de matéria-prima gera diferença de Inventário, prejudica o cálculo do MRP e o planejamento de Materiais Falta visibilidade do andamento das Ordens de Produção no piso de fábrica, dificultando o atendimento do cliente

50 Finite Capacity Scheduling Gráfico de Gantt Quem usa? Comercial Comercial PPCP PPCP Presidente Presidente O APS programa a produção com o o conceito capacidade finita. Gera programas de produção confiáveis que levam em consideração a real capacidade dos recursos.

51 Só Tecnologia Não Basta

52 FAZER Mudança Comportamental ESFORÇO COMPORTAMENTO TEMPO PROCESSO PARTICIPATIVO QUERER PROCESSO IMPOSITIVO ATITUDE CONHECIMENTO SABER

53 MES E PRODUTIVIDADE PLANEJAMENTO MONITORAMENTO MEDIÇÃO AVALIAÇÃO Atendimento ao Programa COLETA DE DADOS Metas de Indicadores Metas de Produção SINOPTICO DE STATUS DAS LINHAS ACOMPANHAMENTO DE VARIAÇÃO DE RITMO CÁLCULO DE INDICADORES: - PERFORMANCE - FTT - DISPONIBILIDADE - OEE ESTRATIFICAÇÃO DE MOTIVOS DE PARADA E DE VARIAÇÃO ANÁLISE DE ATINGIMENTO DE METAS ANÁLISE DE TENDÊNCIAS TOMADA TOMADA DE DE AÇÃO AÇÃO TOMADA TOMADA DE DE TOMADA TOMADA DE DE AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO TREINAMENTO TOMADA TOMADA DE DE AÇÃO AÇÃO

54 BENEFÍCIOS E RESULTADOS

55 Benefícios Operacionais Redução do tempo de produção e tempos de espera Redução de material em processo Melhoria da qualidade Melhoria de produtividade Minimização de papel Redução de tempo de digitação Tomadas de decisões mais rápidas Fonte: MESA (Manufacturing Enterprise Solutions Association)

56 Benefícios Corporativos Aumento do retorno sobre ativos Aumento do retorno sobre investimentos em TI e automação Melhoria do atendimento Redução do custo operacional Redução de devoluções Menor custo de inventário Sincronização com a demanda Tomadas de decisões mais rápidas Fonte: MESA (Manufacturing Enterprise Solutions Association)

57 Resultados do MES USO GANHOS OPERACIONAIS 5 APS Melhoria de 80% na Performace de Entrega 4 3 Pró-ação Aumento de 15% na produtividade média 2 Melhoria Contínua Reação Aumento de 16% do OEE nos primeiros 4 meses do projeto, gerando um ganho equivalente a 1,5 mês de produção no primeiro ano. Redução das paradas por manutenção para apenas 3% 1 Qualidade da Informação Redução de diferenças de inventário: de 10% para 0,5% Redução de 11% do estoque de matérias primas

58 PERGUNTAS Marcelo F. Pinto Comercial

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