MERCADO DE HOTÉIS AS LOW COST E A HOTELARIA DO PORTO AEROPORTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO

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1 7 MERCADO DE HOTÉIS AS LOW COST E A HOTELARIA DO PORTO Abril 29 Sumário Executivo Aeroporto Francisco Sá Carneiro Hotelaria da Cidade do Porto 4 As Low Cost e a Hotelaria do Porto 5 Conclusões 6 Contactos 7 Cushman & Wakefield Av. da Liberdade, 3 2º 25-4 Lisboa, Portugal Em 28, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro foi o que registou o maior crescimento de entre os aeroportos nacionais, cerca de 4%, apontando-se para esse feito a evolução bastante favorável do segmento low cost. O impacto desta actividade na hotelaria do Porto é visível pelo forte crescimento dos hóspedes estrangeiros. Entre 2 e 25, o número de dormidas de estrangeiros crescia a uma média de 5,2% por ano, tendo subido para 2,4% nos anos de 26 e 27. Em 28, e ainda que não disponíveis os dados por concelho, espera-se novo crescimento das dormidas de estrangeiros no concelho do Porto, não obstante a crise que já se fazia sentir na segunda metade do ano. Inaugurado em 945, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro localiza-se na zona do Grande Porto, a km da cidade do Porto. Sujeito a uma profunda remodelação, cuja conclusão se deu em 27, tem actualmente uma capacidade de cerca de 5,5 milhões de passageiros por ano. Em 26, foi considerado nos inquéritos da Associação Internacional de Aeroportos como o terceiro melhor aeroporto da Europa e o terceiro melhor do mundo na sua categoria. A sua localização permite-lhe ter uma área de influência de 3,8 milhões de habitantes até 9 minutos de distância 2, a maior quando comparada com os principais aeroportos de Portugal Continental e do Noroeste de Espanha. O Aeroporto Francisco Sá Carneiro serve não só o Norte de Portugal, mas também a zona sul da Galiza, sendo o principal concorrente dos três aeroportos desta região espanhola - Vigo, Santiago e Corunha. De acordo com os últimos dados, cerca de 5 mil passageiros originários da Galiza usam actualmente o Aeroporto Sá Carneiro para as suas deslocações, sendo uma aposta da sua administração o aumento deste número. Airports Council International (ACI), 2 Plano Director do Aeroporto Francisco Sá Carneiro BUSINESS BRIEFING A BRIL 29

2 AS LOW COST E A HOTELARIA DO PORTO UMA PUBLICAÇÃO DA CUSHMAN & WAKEFIELD PASSAGEIROS TRANSPORTADOS 2-28 O número de passageiros transportados no Aeroporto Sá Carneiro situou-se nos 4,5 milhões em 28, verificando-se um aumento de 72% entre 22 e 28. Em 25, ano em que as companhias low cost começaram a operar a partir deste aeroporto, o crescimento foi de 42% no período de 25 a Fonte: ANA, análise Cushman & Wakefield Outros Voos Comerciais Voos Low Cost O crescimento desde 22 é facilmente explicado pelas obras de melhoria no aeroporto, mas é também notório o impacto no número de passageiros com a abertura do mesmo ao segmento low cost. No ano de 28,,9 milhões de passageiros voaram em companhias low cost, o que representa 42% do total do número de passageiros. Estes valores incluem não só passageiros estrangeiros que passaram a deslocar-se ao nosso país (ou ao Norte de Espanha), mas também passageiros que deixaram de optar por viajar em voos comerciais normais, por uma questão de poupança. Parte deste crescimento é também explicado pelos passageiros portugueses e espanhóis que se servem destes voos para viajar para o resto da Europa. A quantificação do número de novos passageiros que o segmento low cost conseguiu atrair é difícil de efectuar. No entanto, este não deixa de ser significativo se atentarmos num estudo realizado pela NFO Infratest (22), em que se conclui que 59% do tráfego de passageiros em voos low cost é constituído por pessoas que de outra forma não se deslocariam de avião para estes destinos, correspondendo, portanto, a uma nova procura. Outra conclusão interessante deste estudo é o facto de que a maioria dos passageiros optam por viajar numa companhia low cost, poupa na viagem para depois gastar uma maior quantia no destino. PASSAGEIROS TRANSPORTADOS POR PAÍS DE ORIGEM/DESTINO Portugal França Espanha Reino Unido Alemanha Suíça Outros Fonte: ANA, análise Cushman & Wakefield Outros Voos Comerciais 28 - Voos Low Cost Comparando a evolução dos passageiros transportados por país no Aeroporto Sá Carneiro, entre 2 e 28 Portugal, França e Espanha mantiveram-se sempre nos primeiros lugares. Neste período, Portugal foi o único país a diminuir de passageiros, sendo ultrapassado pela França. Para tal poderá ter contribuído um maior uso do Alfa Pendular para viagens de negócios e o aumento de voos directos desde este aeroporto, diminuindo a necessidade de escala em Lisboa. 2 BUSINESS BRIEFING A BRIL 29

3 Relativamente aos cinco principais países de origem/destino estrangeiros, todos verificaram um aumento notório no número de passageiros, sendo que Espanha, Reino Unido e Alemanha chegaram mesmo a mais que duplicar os seus valores. A esmagadora maioria deste aumento verificou-se após 24, quando as operadoras low cost começaram a voar a partir do Porto. Nestes três países, o impacto dos voos low cost é evidente, chegando a atingir os 65% do total de passageiros como é o caso do Reino Unido, um bom exemplo da aderência a este tipo de voos. Em conjunto com a Alemanha, Espanha e Bélgica, foi um dos primeiros destinos para onde se começou a operar em 25. Logo nesse ano chegaram ao Porto cerca de 26 mil passageiros em voos low cost, o que correspondeu a 5% do total de passageiros. França é o país com mais voos low cost com destino/partida a partir do Aeroporto Sá Carneiro, tendo ultrapassado no ano de 28 os 5 mil passageiros. Em 28, os aeroportos geridos pela ANA registaram um aumento de 3% no número de passageiros face ao ano anterior. O Aeroporto do Porto foi aquele que mais se destacou, com um crescimento de 3,7%, apontando-se para esse feito a evolução bastante favorável do segmento low cost. LIGAÇÕES VOOS LOW COST A PARTIR DO Face à conjuntura económica actual, os dados de Fevereiro deste ano apontam para uma descida no tráfego de passageiros. Não obstante, o Aeroporto Sá Carneiro foi o que apresentou a menor quebra, de cerca de 2,9%. Actualmente são 7 as companhias aéreas low cost a operar no Aeroporto Sá Carneiro: Air Berlin, Brussels Airlines, Easyjet Airlines, Easyjet Switzerland, Ryanair, Transavia e TUIfly. Num total de 23 destinos regulares, os países para onde se pode viajar incluem a Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Irlanda, Itália, Reino Unido e Suíça. Fonte: World Map; ANA, análise Cushman & Wakefield Apesar dos benefícios que os voos low cost trazem para a economia local dos países onde operam, existe um factor menos positivo neste fenómeno. Ao operarem numa base de custos baixos, a enorme facilidade que têm em substituir rotas leva a que o desenvolvimento turístico de uma região não possa depender unicamente destes voos. Apesar de apenas ter voos low cost desde 25, o Aeroporto Sá Carneiro já viu algumas das suas rotas serem entretanto encerradas. No entanto, é inegável que o saldo é positivo e, sendo o Aeroporto Sá Carneiro um aeroporto secundário com uma apelativa área de influência e boas infra-estruturas, tornase atractivo para estas operadoras. Por esta razão, uma aposta por parte da gestora aeroportuária ANA na concessão de cada vez melhores condições a estas operadoras só deverá trazer benefícios à economia local. Aeroportos de Lisboa, Faro, Porto e Açores BUSINESS BRIEFING ABRIL 29 3

4 AS LOW COST E A HOTELARIA DO PORTO UMA PUBLICAÇÃO DA CUSHMAN & WAKEFIELD CONCELHO DO PORTO DORMIDAS E ESTADA MÉDIA EM ESTAB. HOTELEIROS 2-27 Nº Dormidas Fonte: INE, análise Cushman & Wakefield HOTELARIA DA CIDADE DO PORTO A oferta hoteleira do concelho do Porto é caracterizada por cerca de 9.5 camas, distribuídas por 85 estabelecimentos hoteleiros, dos quais 28 são hotéis. Durante alguns anos, esta oferta sofreu alguma desqualificação e degradação, abrindo espaço para a entrada de novos produtos no mercado. São de destacar, desde 23, a abertura do Sheraton Porto (5*, 266 quartos), Eurostar das Artes (4*, 89 quartos), AC Porto (4*, 89 quartos), Bessa (4*, 9 quartos), Star Inn (3*, 26 quartos) e, aberto já durante este ano, Axis Porto (4*, 45 quartos). Geograficamente, a maior parte da oferta actual localiza-se ao longo do eixo Avenida da Boavista e zona central da cidade , 2,5 2,,5 Estada Média Em termos de procura, o número de dormidas em estabelecimentos hoteleiros cresceu a uma média de 7,4% por ano entre 2 e 27, tendo somente diminuído em 23. Os maiores aumentos deram-se em 26 e 27, com taxas de crescimento acima dos %., Para este facto contribuiu a procura de hóspedes estrangeiros,,5 que subiu 86% desde 2, o que, compara com as dormidas de portugueses, que aumentaram Dormidas - Portugueses Dormidas - Estrangeiros 35%. No final de 27, por cada Estada Média - Portugueses Estada Média - Estrangeiros português havia,6 estrangeiros a ocupar a oferta hoteleira no Porto. Relativamente à estada média, 2 os valores respeitantes aos hóspedes portugueses têm vindo a diminuir ligeiramente, situando-se em 27 nos,69 dias, o valor mais baixo desta série histórica. O caso inverso sucedeu com os hóspedes estrangeiros, cuja estadia média se manteve a níveis estáveis, tendo aumentado em 27 para o valor mais alto da série (2,4 dias). Apesar de não existirem ainda dados de 28 para o concelho do Porto, desde já se antecipa que este tenha sido mais um ano de crescimento dos níveis de procura. Segundo dados do Turismo de Portugal, o número de dormidas na Região Norte de Portugal situouse nos 4,2 milhões, valor semelhante ao do ano anterior. No entanto, este crescimento foi impulsionado pelas dormidas de estrangeiros, que aumentaram 4,2%, compensando o decréscimo das dormidas de nacionais. Se tivermos em conta que em 27 mais de 5% do número de dormidas de estrangeiros na Região Norte se verificaram no concelho do Porto, podemos prever um aumento, embora a níveis inferiores, nas dormidas nesta cidade. INE, Inquérito à Permanência de Hóspedes e Outros Dados na Hotelaria (27) 2 Número de Dormidas / Número de Hóspedes 4 BUSINESS BRIEFING A BRIL 29

5 Analisando mais detalhadamente a procura estrangeira no concelho do Porto, os espanhóis revelaram ser os mais activos, destacando-se claramente em relação aos outros países. Entre 2 e 27, o número de dormidas mais que duplicou, traduzindo-se em 254 mil dormidas no último ano. A proximidade geográfica ao nosso país potencia não só o turismo de lazer como de negócio, com estadias geralmente mais curtas (a estada média em 27 foi de,9 dias). Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Países Baixos são os outros principais mercados emissores de procura no concelho do Porto. Entre estes, o destaque vai para a França e Reino Unido, que tiveram um aumento de perto de 9%, entre 2 e 27. O caso francês é o mais surpreendente, com a maior fatia de aumento a dar-se entre em 27. Este dado é interessante se atentarmos ao facto de que esse foi o ano com maior aumento de passageiros transportados no Aeroporto do Porto desde 2, 4%, com 39% destes a voar em voos low cost. CONCELHO DO PORTO DORMIDAS DE ESTRANGEIROS EM ESTABELECIMENTOS HOTELEIROS Espanha Alemanha Reino Unido França Itália Países Baixos Outros Fonte: INE, análise Cushman & Wakefield 2 27 AS LOW COST E A HOTELARIA DO PORTO O impacto no turismo do concelho do Porto da abertura do Aeroporto Sá Carneiro ao segmento das low cost encontra alguns entraves na sua medição por diversas razões. Primeiro, os dados estatísticos disponibilizados pela ANA não incluem informação acerca da nacionalidade dos passageiros transportados, desta forma sabemos apenas quantos passageiros foram transportados entre o Aeroporto do Porto e outro país. Adicionalmente, uma importante parcela dos viajantes que chegam ao aeroporto, não se hospedam em estabelecimentos hoteleiros no concelho do Porto, deslocando-se para o Norte de Portugal ou Galiza em turismo ou negócios, havendo ainda o caso dos imigrantes a visitar a sua terra natal, não usando a oferta hoteleira. Quanto à informação disponibilizada pelo INE, não existem ainda dados de 28 para as dormidas de estrangeiros nos estabelecimentos hoteleiros do concelho do Porto, sendo o impacto da consolidação das rotas low cost difícil de medir. Finalmente, ainda em relação às dormidas estrangeiras na hotelaria, apesar da maioria se deslocar ao nosso país através de avião, outras usarão o veículo automóvel, e uma escassa percentagem o autocarro ou o comboio. Desta forma, uma análise comparativa entre passageiros transportados em low cost para o Aeroporto do Porto e dormidas em estabelecimentos hoteleiros terá lacunas mas não deixam de ser significativas as correlações encontradas. Antes do mais, é claro o aumento das dormidas estrangeiras na hotelaria do Porto desde que se iniciaram os voos low cost no Aeroporto Sá Carneiro. Se entre 2 e 25 o número de dormidas crescia a uma média de 5,2% por ano, nos anos de 26 e 27 este valor subiu para os 2,4% ao ano. BUSINESS BRIEFING ABRIL 29 5

6 AS LOW COST E A HOTELARIA DO PORTO UMA PUBLICAÇÃO DA CUSHMAN & WAKEFIELD Os principais países com voos em companhias aéreas low cost desde o Porto em 28 foram França, Espanha e Reino Unido. Estes são igualmente os principais emissores de procura na hotelaria do Porto. Como já referido, Espanha será um mercado cuja relação entre low cost e dormidas em estabelecimentos hoteleiros será difícil de medir, uma vez que muitos dos turistas usarão o veículo automóvel para se deslocar ao Porto, e o Aeroporto do Porto concorre directamente com os três existentes na região da Galiza. No entanto, de entre aqueles que usem o nosso aeroporto, alguns poderão ficar pelo menos uma noite no Porto, antes ou depois de voar com de uma companhia de baixo custo. Adicionalmente, do Porto voa-se actualmente em low cost para Barcelona, Madrid e Palma de Maiorca. Turistas oriundos destas localidades não se deslocarão de automóvel, pelo que o recurso às operadoras em análise é provável. CONCELHO DO PORTO PASSAGEIROS TRANSP. E DORMIDAS EM ESTAB. HOTELEIROS 2-28 Passageiros Transportados Passageiros - Outros Voos Comerciais Passageiros - Voos Low Cost Dormidas - Estrangeiros Fonte: ANA, INE, análise Cushman & Wakefield efectivamente tido impacto no turismo do concelho do Porto. Em 28, foi feito um estudo pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo conducente à Estratégia de Marketing Turístico para o Porto e Norte de Portugal por encomenda da ADETURN. Neste estudo, foi realizado um inquérito a cerca de 7 visitantes da cidade do Porto, na sua esmagadora maioria, estrangeiros. Estes são divididos entre turistas de negócios e de lazer. Entre as diversas questões que colocam, uma diz respeito à companhia aérea utilizada para se deslocar ao destino, caso tenham vindo de avião. Enquanto que as principais companhias aéreas usadas pelos visitantes de negócios foram companhias de bandeira como a TAP (38%), no caso dos turistas de lazer, a primazia foi da Ryanair (33%), operadora low cost. CONCLUSÕES Não obstante a dificuldade de encontrar uma relação directa sustentada entre os voos low cost e o crescimento da hotelaria portuense, é de algum modo evidente o impacto que estas novas rotas aéreas trouxeram aos hotéis da cidade do Porto. O crescimento da procura tem sido uma constante no período analisado, com especial enfoque nos turistas estrangeiros, e precisamente nos países para onde hoje existem voos low cost. Pode, portanto, afirmar-se que o Porto tem hoje uma procura crescente por parte do segmento de turismo e lazer, que em muito se deve aos voos low cost. Associação para o Desenvolvimento do Turismo na Região Norte Nº. Dormidas França e Reino Unido, como já referido, foram os países com maior aumento percentual de dormidas desde 2, cerca de 9% cada um. França foi o país com mais voos a partir do Porto em 28, sendo 6% destes voos low cost. Actualmente, é o terceiro pais estrangeiro com maior número de dormidas no Porto, sendo que o maior aumento ocorreu entre 25 e 27. Quanto ao Reino Unido, é o terceiro país com mais voos low cost e o segundo em dormidas no Porto. Este país é daqueles onde o recurso a voos por estas operadoras para turismo de lazer está mais enraizado, pelo que é de esperar que o impacto de novas rotas low cost para o Reino Unido tenha 6 BUSINESS BRIEFING ABRIL 29

7 SOBRE A EQUIPA DE HÓTÉIS A Cushman & Wakefield Hospitality está presente em 3 países, contando com a experiência de mais de profissionais. A equipa é composta por especialistas que compreendem bem a dinâmica do mercado hoteleiro, dedicados à consultoria e à venda/aquisição de todos os tipos de hotéis e resorts. A C&W Hospitality presta serviços de apoio à compra, venda, financiamento e exploração hoteleira de empreendimentos em projecto ou já existentes; bem como ao nível das avaliações, do planeamento estratégico, análise de portfólios, selecção de localizações e viabilidade/estudos de mercado. Para mais informações sobre este estudo, por favor contacte: Jorge Catarino Partner Director de Hotéis SOBRE A EQUIPA DE RESEARCH & CONSULTORIA A equipa de Research & Consultoria da C&W opera a nível mundial, compreendendo um total de 5 colaboradores. Presta serviços de consultoria e estudos de mercado a nível local ou internacional, tanto a promotores, retalhistas, ocupantes, investidores ou autoridades locais. O seu trabalho baseia-se na experiência dos profissionais da C&W através das várias equipas e países do grupo. Marta Leote MRICS Associate Directora de Research & Consultoria SERVIÇOS PRESTADOS: Análise económica, demográfica e imobiliária Estudos de mercado Estudos de Viabilidade económica e financeira Consultoria na promoção Consultoria a ocupantes Consultoria na aquisição (investidores A Cushman & Wakefield é a maior empresa privada de serviços imobiliários do mundo. Fundada em 97, a firma tem 23 escritórios em 58 países, contando com mais de 5. profissionais de imobiliário. A Cushman & Wakefield fornece soluções integradas aos seus clientes, ao aconselhar, implementar e gerir activamente todas as etapas do processo imobiliário, em representação de proprietários, inquilinos e investidores. Estas soluções incluem não só aconselhamento para venda, compra, financiamento, arrendamento e gestão de activos imobiliários, mas também avaliações, planeamento estratégico e research, análise de portfólios e assistência na selecção de localizações, entre muitos outros serviços. Somos reconhecidos mundialmente pela qualidade dos nossos estudos sobre os mais variados sectores de imobiliário, que pode encontrar no Knowledge Center no nosso website em Para cópias adicionais deste ou de outros relatórios, por favor contacte: Ana Silva Associate Director, Marketing Cushman & Wakefield Av. da Liberdade, 3-2º 25-4 Lisboa, Portugal 29 Cushman & Wakefield Todos os direitos reservados Este relatório contém informação publicamente disponível, e foi utilizada pela Cushman & Wakefield no pressuposto de ser correcta e verdadeira. A Cushman & Wakefield declina qualquer responsabilidade, caso se venha a verificar o contrário. Nenhuma garantia ou representação, expressa ou implícita, é feita à veracidade da informação contida neste relatório, e a mesma é disponibilizada sujeita a erros. 7 BUSINESS BRIEFING ABRIL 29

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