NACIONALIDADE. Em qualquer hipótese, a nacionalidade deverá ser requerida pelo estrangeiro.

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1 Aluno(a): Educador(a): VALDIRENE Componente Curricular: DIREITO CONSTITUCIONAL Ano/Turma: 1º Ano Turno: ( X ) Matutino ( ) Vespertino Data: / /17 TEXTO 02 NACIONALIDADE Nacionalidade é o vínculo jurídico-político que liga uma pessoa a um Estado (nação). É um direito fundamental e cada Estado é soberano para definir suas regras. São, basicamente, duas as suas formas de aquisição: originária e secundária. 1. Nacionalidade originária (primária) Resulta do nascimento em determinado Estado (nação) e obedece aos seguintes critérios: da territorialidade (decorre do local do nascimento), da ascendência (decorre dos laços de consanguinidade). A Constituição Federal dispõe que: Art. 12. São brasileiros: I natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país. b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil. c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira. 2. Nacionalidade secundária Tem natureza bilateral: um estrangeiro pede e o Estado concede ou não. De acordo com o art. 12, inciso II, são brasileiros: II naturalizados: a) os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade brasileira, exigidas aos originários de países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral; b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira. Em qualquer hipótese, a nacionalidade deverá ser requerida pelo estrangeiro. 3. Português equiparado a brasileiro (naturalizado) Em conformidade com o princípio da reciprocidade:

2 1 Aos portugueses com residência permanente no País, se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos nesta Constituição. 4. Igualdade entre brasileiros natos e naturalizados Sempre que a Constituição menciona brasileiro, sem qualquer outro qualificativo, está se referindo aos natos e naturalizados, é o princípio da igualdade, com base no parágrafo segundo do art. 12 da CF, que dispõe: 2 A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos nesta Constituição. Só poderá dar tratamento diferenciado, nas hipóteses estabelecidas na Constituição: 4.1. Em relação aos cargos Art. 12, 3º - São privativos de brasileiro nato os cargos: I de Presidente e Vice-Presidente da República; II de Presidente da Câmara dos Deputados; III de Presidente do Senado Federal; IV de Ministro do Supremo Tribuna Federal; V da carreira diplomática; VI de oficial das Forças Armadas; VII de Ministro de Estado de Defesa Em relação ao Conselho da República Deve ser composto por seis cidadãos brasileiros natos (art. 89, VII) Extradição Segundo o art. 5º, inciso LI: brasileiro nato: não pode ser extraditado; brasileiro naturalizado: não pode ser extraditado, salvo em caso de crime comum, praticado antes da naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei (antes ou depois) Propriedade O art. 222 da CF dispõe que: A propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens é privativa de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no País. 1º - Em qualquer caso, pelo menos setenta por cento do capital total e do capital votante das empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens deverá pertencer, direta ou indiretamente, a brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, que exercerão obrigatoriamente a gestão das atividades e estabelecerão o conteúdo da programação. (grifo nosso) 5. Perda da nacionalidade A CF em seu art. 12 4º, afirma que será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro quando: I tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial, em virtude de atividade nociva ao interesse social.

3 Veja que, tal hipótese depende de sentença judicial proferida em processo, assegurada a ampla defesa. Não se trata de anulação e sim de cancelamento do registro de naturalização, sendo necessário o trânsito em julgado. Só poderá readquirir a nacionalidade por meio de ação rescisória. II adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos: a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira; b) de imposição de naturalização, pela norma estrangeira, ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis. Idioma oficial: Nos termos do art. 13 da CF, A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil. Símbolos Nacionais (art. 13) 1º - São símbolos da República Federativa do Brasil a bandeira, o hino, as armas e o selo nacionais. 2º - Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão ter símbolos próprios. DIREITOS POLÍTICOS Direitos políticos ou de cidadania formam um conjunto de direitos que regulam a forma de intervenção popular no Governo. Compreendem os institutos constitucionais correspondentes ao direito de sufrágio, aos sistemas eleitorais, às hipóteses de perda e suspensão dos direitos políticos e às regras de inelegibilidade. Voto é o instrumento que qualifica o cidadão para participar da vida política do Estado. Deve ser direto, livre, secreto, universal, periódico e personalíssimo (constitui cláusula pétrea). 1. Direito de sufrágio Sufrágio é o direito público subjetivo, de natureza política, que tem o cidadão para eleger, ser eleito e participar do governo. Estende-se a todos os de nacionalidade brasileira com capacidade política, bem como aos portugueses equiparados a brasileiros. É universal, conforme dispõe o art. 14, caput: A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I plebiscito; II referendo: III iniciativa popular. Plebiscito consulta popular a todos os eleitores sobre um ou mais assuntos anterior ao processo de elaboração de determinada norma. Referendo também é uma consulta, mas com a finalidade de aprovação de textos de projetos legislativos. Iniciativa popular apresentação pelo povo, de um projeto de lei federal na Câmara dos Deputados. É necessário que seja subscrito por, pelo menos, 1% do eleitorado nacional, dividido em pelo menos cinco estados, com não menos que 0,3% dos eleitores de cada um deles.

4 2. Capacidade eleitoral ativa O exercício do sufrágio ativo dá-se pelo voto, pressupõe (art. 14): alistamento eleitoral; nacionalidade brasileira; idade mínima de 16 anos; não ser conscrito. Conforme o 1º, incisos I e II, do art. 14, o alistamento eleitoral e o voto são: obrigatório para os maiores de 18 anos; facultativos para os analfabetos, os maiores de 70 anos, os maiores de 16 e menores de 18 anos. Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e, durante o serviço militar obrigatório, os conscritos. 3. Capacidade eleitoral passiva Trata-se da possibilidade de eleger-se. De acordo com o art. 14, 3º: São condições de elegibilidade, na forma da lei: I a nacionalidade brasileira; II o pleno exercício dos direitos políticos; III o alistamento eleitoral; IV o domicílio eleitoral na circunscrição; V a filiação partidária; VI a idade mínima de: a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador; b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal; c) vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz; d) dezoito anos para Vereador. A idade mínima deve ser completada até a data da posse. 4. Inelegibilidades As circunstâncias que impedem os cidadãos do exercício da capacidade eleitoral passiva estão elencadas no art. 14. Podem ser: Inelegibilidade absoluta ( 4º) impede a capacidade eleitoral passiva para qualquer cargo de inalistáveis e analfabetos; Inelegibilidade relativa impede de eleger-se para alguns cargos ante as seguintes circunstâncias ( 5º a 9º): reeleição; outros cargos; em razão de parentesco; militar; outros casos. 5. Impugnação do mandato eletivo Art. 14: (...) 10 O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação, instruída a ação com provas de abuso do poder econômico. 11 A ação de impugnação de mandato tramitará em segrego de justiça, respondendo o autor, na forma da lei, se temerária ou de manifesta má-fé. 6. Perda e suspensão dos direitos políticos Perda é a privação definitiva dos direitos políticos enquanto que suspensão é a privação temporária; e a cassação é a retirada arbitrária dos direitos políticos.

5 De acordo com o art. 15 da CF, é vedada a cassação de direitos públicos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de: Cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado; Incapacidade civil absoluta; Condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos; Recusa de cumprir obrigação a todos impostas ou prestação alternativa, nos termos do art. 5º, VIII Improbidade administrativa, nos termos do art. 37 4º. 7. Princípio da anterioridade da lei eleitoral Em conformidade com o art. 16 da CF: A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência. A tua misericórdia, Senhor, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às mais excelsas nuvens. Sl. 36:5.

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