Uma alternativa ao financiamento comum. Autores. João Pedro Röseler Soares de Oliveira José Afonso Figueiredo Dias Coelho Susana Alexandra Job Pinto

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1 Autores João Pedro Röseler Soares de Oliveira José Afonso Figueiredo Dias Coelho Susana Alexandra Job Pinto Orientador Helder Valente da Silva

2 Resumo Este trabalho académico procura elucidar o leitor sobre a temática do investimento business angel. A incidência recaiu sobre todos os elementos caracterizadores deste tipo de investimento, bem como sobre a sua potencial importância para as empresas nascentes. Para além de um simples financiamento, que pode ser em muitos casos o único possível, o investimento angel pode ser um motor de desenvolvimento das economias. O tipo de empresas financiadas tem, geralmente, um alto potencial tecnológico gerador de verdadeiras mudanças estruturais na sociedade moderna. A análise versará sobre o encontro de interesses entre as empresas e os investidores angel, sobre as dificuldades e, por fim, sobre os resultados. Classificação JEL: G24; M13; O32. Palavras-chave: ; Start-ups; Capitais de Risco; Empreendedorismo.

3 Índice I. Introdução... 1 II. O que é um Business Angel... 2 III. O Mercado de Investimento Business Angel Procura: Empresas que Procuram Financiamento Angel Investimento Angel Versus Formas Convencionais de Financiamento Investimento Angel Versus Capital de Risco Oferta: os Sectores com mais Investimento Angel IV. O Processo de Investimento A Primeira Abordagem Avaliação do Negócio Processo de Negociação Após o Investimento Saída ou Desinvestimento V. Estudo empírico Primeiro caso: Pratical Way Segundo caso: Ideia.m VI. Conclusão VII. Bibliografia Anexos... 25

4 I. Introdução Este trabalho é resultado de uma investigação na área do investimento business angel. Pelas suas características este pode assumir um papel preponderante para as empresas de cariz inovador e que se encontram numa fase de arranque. É com o intuito de dar a conhecer como estas duas forças de mercado operam, de um lado os business angels e do outro as empresas que os procuram, que realizamos este trabalho. A nossa análise está dividida em cinco secções principais que se vislumbraram mais pertinentes no decorrer do nosso estudo. A primeira secção pretende introduzir o leitor nesta temática oferecendo-lhe toda a conceptualização necessária. Na segunda secção discute-se o papel dos investimentos business angel no mercado de financiamento, assim como as relações e contrastes que estabelecem com os diversos produtos financeiros que coexistem no mercado. Serão abordadas a procura e a oferta e caracterizados os agentes que se encontram em cada um dos lados deste mercado. Na terceira secção dissecar-se-á todo o processo de investimento que envolve business angels e empresas. Relatar-se-á as várias fases que existem neste tipo de financiamento, desde o primeiro contacto entre os dois agentes, o promotor e o business angel, até à saída ou desinvestimento. A ponte entre a teoria e a realidade empresarial será feita na quarta secção onde apresentaremos duas spin-offs, incubadas no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC), com experiências diferentes relativamente ao investimento angel. A quinta e última secção está consagrada às conclusões. Este estudo constata a importância deste tipo de financiamento para as empresas nascentes, cujas alternativas de financiamento são tão difíceis que esta se impõe como a única acessível. É também de realçar que a teoria nem sempre se revela igual na prática e que, portanto, existem razões que contribuem para que o financiamento via business angel nem sempre seja bem sucedido. 1

5 II. O que é um Business Angel são investidores individuais que investem de forma profissional, directamente ou através de sociedades veículo, no capital de pequenas e médias empresas com elevado potencial de valorização. Além do investimento monetário, aportam também aos projectos empresariais conhecimentos técnicos ou de gestão bem como redes de contactos. Invicta Angels Associação de do Porto O investidor angel, ao contrário de outros tipos de financiadores, passa a ter uma participação social na empresa em que investe. Aliada a esta consequência formal do seu investimento, o investidor pode desempenhar várias funções na empresa consoante o grau de intervenção que ele considere desejável para a actividade empresarial e o acordo contratual estabelecido. O mais comum é que o business angel não se envolva de forma executiva na actividade da empresa. O seu papel passa mais por uma ligação informal de ajuda e cooperação com os verdadeiros gestores da empresa. Contudo, a pouca formalidade do contrato pode conduzir a múltiplos cenários de intervenção, basta que para isso haja acordo entre as partes contratuais. Este tipo de financiamento/investimento não se comporta como os habituais pois não exige juros nem os respectivos reembolsos da dívida. Por se assemelhar a uma entrada normal no capital de uma empresa, tem o retorno estritamente dependente do sucesso da mesma. III. O Mercado de Investimento Business Angel Esta secção tem como objectivo dar a entender ao leitor a forma como este mercado de financiamento se desenvolve, nomeadamente as razões que estarão por detrás da formação da procura e da oferta deste tipo de financiamento e o modo como se processa o encontro dos interesses destes dois tipos de agentes económicos. Não é demais salientar que este mercado não é novo, há séculos que os agentes económicos financiam e participam socialmente empresas de terceiros. Só se pode 2

6 atribuir o carácter de novidade à terminologia utilizada e à crescente formalização que este mercado tem vindo a estar sujeito. Existem, hoje, associações de business angels que se preocupam em facilitar o encontro entre empresas e investidores e em adquirir direitos e benefícios fiscais que tornem este mercado mais atractivo. 1. Procura: Empresas que Procuram Financiamento Angel Não podemos falar em investidores sem darmos conta do tipo de negócio em que arriscam o seu capital. Os projectos são, geralmente, de empresas start-ups ou capital semente que apresentam perspectivas de elevado crescimento no mercado e, por conseguinte, promissoras de enormes rentabilidades. 1 O investidor tem consciência de que o risco neste tipo de participação é elevado e que pode resultar na perda total do capital investido. Uma start-up é uma empresa já instalada ou em processo de instalação que possui uma boa ideia e um projecto bem definido para a sua implementação. O capital surge para financiar o ciclo de exploração da empresa. Apesar de originalmente as startups serem empresas de pequena dimensão, há agora um crescente interesse por parte das indústrias tradicionais de criar conceitos inovadores a partir destas empresas. Desta forma, podemos subdividir as start-ups em dois grupos: o primeiro dado por pequenos projectos empresariais suportados por ideias inovadoras e o segundo constituído por projectos associados a conglomerados empresariais de grande dimensão como são os casos da indústria automóvel e das telecomunicações. O Capital Semente é aquele que se dirige a projectos ainda em desenvolvimento, antes da própria instalação do negócio e que envolve, em grande parte das vezes, o financiamento e o apoio a estudos de mercado que avaliam a viabilidade do produto ou serviço inovador. O investimento é, portanto, dirigido ao ciclo de inovação e de exploração do negócio. Trata-se de um investimento desafiador e extremamente arriscado porque existe uma enorme carência de financiamento e de apoio na gestão. Para o investidor abre-se uma grande porta para a sua participação na gestão e organização do projecto empresarial. 1 Este trabalho irá incidir sobre empresas start-up ou capital semente o que não implica que o investimento angel seja também concedido a empresas já sólidas no mercado, nomeadamente, ele poderá acontecer quando o objectivo da empresa é a expansão. 3

7 1.1. Investimento Angel Versus Formas Convencionais de Financiamento 2 O motivo que estimula a procura de business angels não se reduz à satisfação da carência unicamente financeira deste tipo de empresas. Na sua grande parte, estas empresas são constituídas por jovens empreendedores, com ideias inovadoras, fortemente tecnológicas, mas que nas áreas económica e comercial apresentam fortes carências de aptidão e experiência. Aspectos como o processo produtivo, o marketing, o desenvolvimento do produto, a gestão empresarial, as soluções de negócio, a administração, a distribuição e a comercialização são tão ou mais importantes como a própria ideia ou produto inovador. O investidor que arrisca neste tipo de investimento deverá ser experiente e ter uma vasta rede de contactos que crie sinergias positivas na empresa. Esta intervenção activa do investidor na empresa que recebe o seu capital é um dos pontos distintivos deste tipo de financiamento face ao convencional. Estas empresas de grande carácter inovador encontram sérias dificuldades em encontrar financiamento junto das instituições financeiras uma vez que, pelo carácter revolucionário do negócio, estas não são capazes de avaliar o potencial do projecto por não possuírem dados históricos ou negócios similares com os quais possam fazer comparação. Espera-se do business angel uma ligação mais profunda com o projecto que lhe permita tirar previsões fundamentadas sobre a evolução do negócio e, nomeadamente sobre a atractividade que ele terá para o mercado. O investimento torna-se ainda mais arriscado pelo facto da previsão ter de ser feita para um universo temporal de médio-longo prazo. A criação de equipas multidisciplinares é fundamental para a percepção do nível de risco do projecto e, se o projecto avançar, em todas as suas fases posteriores. O estudo do ciclo de vida do produto e do negócio impõe-se para perspectivar a viabilidade do negócio e a duração das 5 fases deste ciclo (inovação, introdução, crescimento, maturidade e declínio). A dificuldade de financiamento convencional não advém apenas do carácter inovador do projecto mas também das características destas empresas. Estão na fase de arranque, têm fracos ou nenhuns resultados, apresentam debilidade financeira e uma quase inexistente capacidade de cumprir obrigações financeiras. O interesse das 2 As formas de financiamento designadas de convencionais são as bancárias, o leasing, etc. 4

8 instituições financeiras é ver os seus investimentos seguros no que toca ao reembolso do principal e aos juros. Relativamente a outras formas de financiamento, como o crédito bancário, os subsídios públicos, as ofertas em mercado de bolsa, entre outras, o investimento angel distingue-se, como anteriormente foi dito, pela análise objectiva dos projectos de investimento em termos de expansão no mercado e de relação com o risco. O investimento angel, ao contrário de outras formas de financiamento, assume os desafios do mercado, uma vez que a rentabilidade depende do sucesso do negócio e não dos juros pelo capital investido. O investidor reconhece o grande risco do seu investimento e, por isso, espera e exige uma rentabilidade elevada. O capital de risco, como o próprio nome pretende elucidar, não é capital garantido e esta é uma das principais diferenças entre o financiamento deste tipo e o tradicional. No primeiro, a recompensa provem do sucesso empresarial e a retirada dos ganhos resulta da alienação da participação ou do desinvestimento. No segundo, existe uma garantia normalmente associada há existências de fiadores/avalistas e a um enquadramento legal que protege o credor. A Banca e empresas financeiras como as sociedades de leasing figuram-se como as habituais e mais procuradas formas de financiamento. A sua acção, apesar de tudo, é bastante selectiva o que abre um espaço para outros tipos de produtos de financiamento, naturalmente com uma componente de risco mais elevada. É nesta categoria que se encontram os investidores angel. Investimento Angel Financiamento Convencional Investimentos de médio e longo prazo. O financiamento pode revestir qualquer prazo. Participação activa do investidor em todo o projecto. Não há participação no negócio, a única preocupação prende-se com a solvabilidade e com as garantias patrimoniais. O objectivo é o crescimento e a valorização do negócio para que se criem mais-valias com O objectivo da instituição financeira é minimizar o risco. Quanto mais estável a a alienação ou desinvestimento. situação financeira da empresa, mais facilitado é o recurso ao crédito. A rentabilidade está associada ao sucesso do negócio. O retorno depende do cumprimento dos pagamentos estabelecidos e da manutenção das garantias patrimoniais. O investidor não tem garantias especiais se o Caso o negócio seja inviável, as garantias 5

9 negócio for um fracasso. A sua posição é igual à de um sócio. legais fazem das instituições financeiras credores privilegiados. Devido a esta posição defensiva, contra o risco, aparecem no mercado novas formas de financiamento que, por um lado incorporam uma forte presença de risco e, por outro exigem outros tipos de contraprestações e rentabilidades esperadas mais elevadas. É este tipo de financiamento que é protagonizado por business angels. Estes são atraídos por maiores taxas de rentabilidade de aplicação dos seus capitais, por uma participação num projecto inovador onde obtêm um maior controlo da posição dos seus investimentos. Da outra parte, o benefício resulta de uma solução para o problema de financiamento que as empresas estreantes enfrentam por não terem quaisquer garantias de cumprimento de um empréstimo bancário ou equiparável Investimento Angel Versus Capital de Risco Um investidor angel não é um investidor formal de capital de risco. As diferenças entre um e outro ocorrem a vários níveis e, portanto, importa distingui-los. Sistematizando, essas diferenças podem dar-se ao nível da fase e do montante do investimento, da motivação do investidor, do critério de investimento, dos requisitos e do desinvestimento. O business angel investe os seus próprios fundos na empresa, enquanto a empresa de capital de risco investe em nome de outros investidores, ou seja, investe fundos institucionais. O Australian Institute of Company Directors considera, por isso, o business angel um investidor directo e o investidor de risco um investidor indirecto. As empresas de capital de risco costumam investir em qualquer fase de progresso da empresa, já os business angels são mais selectivos quanto ao timing de investimento; eles preferem investimentos em start-ups ou em capital semente. O investidor de capital de risco tem um preferência por investimento semente muito reduzida quando comparada com a preferência do angel. O conflito entre business angels e investidores de risco é raro porque o destino e o montante dos seus 6

10 investimentos é diferente. Os business angels investem em capital semente quando o conceito da empresa perspectiva um forte crescimento e o investidor de risco costuma actuar quando a empresa se torna uma verdadeira start-up. Existe espaço para que os dois tipos de investimento ocorram sem conflitos. Em termos de montante não existe qualquer semelhança entre as duas fontes de financiamento. No mercado norte-americano os montantes investidos por business angels estão entre os 50 mil dólares e os 200 mil dólares, enquanto os capitalistas de risco investem cerca de 2 a 10 milhões de dólares. Esta diferença substancial de meios financeiros decorre do que foi enunciado anteriormente: como o business angel é um investidor directo e singular tem uma menor capacidade de investimento do que a empresa de capital de risco que investe fundos institucionais. O capitalista de risco é um gestor de dinheiro profissional. Tem uma vasta experiência no mundo financeiro e lida com grandes montantes de dinheiro de terceiros. O facto dos fundos serem institucionais confere-lhe um forte poder negocial, nomeadamente com outros parceiros institucionais de financiamento, retirando daí a vantagem de um financiamento adicional para a sua carteira de empresas. Para além desta enorme vantagem, eles usufruem de sistemas muito sofisticados de avaliação do risco dos investimentos. Apesar de atribuirmos estas mesmas características ao investidor angel, não nos podemos esquecer que o facto de ele investir fundos próprios e actuar sozinho coloca-o numa situação menos privilegiada face ao capitalista de risco que tem todas as ferramentas permanentemente ao seu dispor. Os investidores de risco, como investem dinheiro de terceiros, têm de ser mais prudentes nos requisitos e nos acordos com as empresas onde investem capital. Por essa razão é que tipicamente o investimento destina-se a start-ups ou a empresas em fases de expansão, pois são elas as consideradas menos arriscadas dentro das empresas earlystage. Os empreendedores que preferem requisitos menos exigentes vão optar pelo investimento angel. O próprio desinvestimento acontece de forma mais simples e, por vezes, não planeada no contrato. Contrariamente, uma empresa de capital de risco não permite contratos onde todas as questões não sejam devidamente determinadas e acauteladas, daí o uso incontornável do advogado na definição de todas as cláusulas. Resumidamente, o que distingue o business angel do investidor de capital de risco é a vontade de ser parte integrante e activa no processo de desenvolvimento do negócio. A experiência operacional de estar à frente de um negócio toda a vida dá-lhe 7

11 vantagem face a um investidor de risco cuja experiência é estar sentado na sala dos directores. O angel tem uma empresa ou algumas a seu cargo, enquanto o capitalista de risco tem de responder às necessidades de uma vasta carteira de empresas. Obviamente que o acompanhamento dado vai ser muito mais personalizado e minucioso no caso do business angel. 2. Oferta: Um Business Angel é tipicamente um indivíduo que quer investir o seu dinheiro, mas não satisfeito com os produtos que o mercado financeiro lhe oferece, procura um investimento de alta rentabilidade, alto risco, de médio longo prazo e que lhe possibilite ser parte activa do negócio. Business angels are usually successful cash-out entrepreneurs who invest in emerging companies. They represent the first step in which the entrepreneur who must deal with outside investors. Thus, they serve as a bridge between the earliest forms of informal investment, where it is nearly impossible to separate the act of providing capital from other aspects of developing a product and starting and managing a company and the later phases of the life of a company where the separation of functions becames sharper. The SME Financing Gap: Theory and evidence, Organisation for Economic Co-operation and Development, Fonte OCDE A característica mais relevante, e que diferencia este tipo de investimento de outros, é o envolvimento do investidor na empresa que vai financiar. O seu intuito não passa apenas pela procura de elevados retornos, mas também pelo entusiasmo e vontade de pertencer a um projecto inovador, dinâmico e empreendedor. Em Portugal, à excepção do Decreto-Lei nº 375/2007 de 8 de Novembro de adesão facultativa, não existe revestimento legal quanto à forma contratual deste género de financiamento. Por esse motivo, aspectos como a entrada, a estruturação do capital social, o governance da empresa, os termos de reembolso, a saída de sociedade, assim como outros factores inerentes aos procedimentos comuns de uma empresa podem assumir diferentes formas. Não havendo regra, a tendência é para que haja um contrato 8

12 parassocial que regule estas situações. Na próxima secção abordaremos detalhadamente esta questão. Em grande parte dos casos, os investimentos realizam-se em empresas que se enquadram no espaço de experiência profissional do investidor e, que por isso, constituem verdadeiras motivações. A ligação afectiva ao tipo de negócio e o conhecimento privilegiado do espaço económico em que se desenrola concretizam uma ajuda preciosa no encontro do caminho para o sucesso. É neste sentido que a literatura anglo-saxónica atribui também ao business angel a designação de coacher. Os angels possuem uma série de contactos valiosos decorrentes das suas carreiras empresariais. Esses contactos podem ajudar a empresa a angariar novos clientes, a contratar trabalhadores que se sobressaem no mundo empresarial, a obter recursos financeiros em condições atractivas, a criar associações com parceiros de capital de risco. Todo este território é extremamente familiar para o investidor angel, mas o mesmo não acontece para o empreendedor. São várias as situações em que o angel pode cooperar com o empreendedor para que ambos consigam monitorizar o negócio garantindo o equilíbrio financeiro. A experiência do investidor passa por um conjunto complexo de elementos. Ele selecciona trabalhadores, motiva-os, procura negociações vantajosas com as instituições financeiras e com os clientes, analisa relatórios, negoceia com consultoras, participa na estratégia de marketing entre outras variadíssimas coisas. A experiência permite-lhe percepcionar oportunidades, antecipar desafios e aumentar a rapidez das concretizações. Evidencia-se então as duas grandes motivações do investidor: a rentabilidade elevada do seu capital e o desejo de pertencer a um projecto empreendedor. A segunda motivação assume, em muitos casos, uma importância superior à simples procura pelo retorno do investimento. O business angel tem perfeita noção de que o seu investimento é de elevado risco e de que o seu retorno depende do sucesso da empresa, e não, como nas formas convencionais de financiamento, da simples garantia do reembolso do montante financiado e dos respectivos juros. Consequentemente, é do interesse do investidor ajudar e apoiar a empresa, tanto quanto possível, no processo de criação de valor. Este género de investimento exige uma grande compatibilidade entre o investidor e o empreendedor, uma compreensão mútua e uma comunhão de ideias acerca do projecto. Esta conciliação de interesses pode ser difícil e morosa, mas é de elevada importância. Muitas vezes a crença de um investidor num projecto provém mais 9

13 da empatia do que de aspectos económicos importantes mas de difícil mensuração. Qualquer um perceberá a importância do bom relacionamento interpessoal dos participantes de uma empresa. Em resposta à primeira conciliação de interesses criaram-se várias organizações, que têm o intuito de promover o contacto entre investidores e empreendedores, funcionando como um ponto de encontro privilegiado para a selecção dos intervenientes. A actividade das associações possibilita um encontro mais rápido e fácil dos perfis adequados ao investidor e ao empreendedor. Mas nem todas as histórias são de sucessos! Não é necessariamente na primeira procura que o investidor encontra um projecto do seu interesse. A velocidade e clareza dos processos têm também a vantagem de atrair novos empreendedores e investidores. O processo de selecção de um projecto por parte do investidor envolve inúmeras variáveis, tais como: as características do projecto, a proximidade geográfica à empresa e o sector de actividade da mesma. Relativamente à proximidade geográfica, esta é privilegiada porque o investidor é mais influente no seu espaço regional e porque o seu desejo é de manter contacto com o projecto e o empreendedor. Como qualquer investidor, o business angel gosta de estar a par da evolução do negócio. Do livro Angel Financing for Entrepreneurs retira-se uma boa caracterização geral dos business angels: Têm sentido de responsabilidade social e gostam do envolvimento com a comunidade; Têm um papel no processo empresarial; Agem como mentores e consultores do empreendedor; Providenciam financiamento na fase de arranque da empresa ou projecto; Investem regionalmente; Investem pequenos montantes de cada vez; Investem o seu próprio dinheiro; Têm consciência que podem perder todo o dinheiro investido; Têm a consciência de que se trata de um investimento de médio-longo prazo, são pacientes; Têm um portfólio diversificado. 10

14 Naturalmente que estas características se inserem num quadro geral e, como tal, não podem ser atribuídas de forma discricionária a todos os business angels. A título de exemplo, a preferência por um portfólio diversificado está relacionada, em maior medida, com o perfil de risco do investidor e com o tempo que dispõe para apoiar estes projectos do que com o facto de ser business angel. A propósito desta última característica geral falaremos no modo como o investidor angel pode reduzir o risco 3 do seu investimento. Ora estes investidores têm plena noção que podem perder a totalidade do dinheiro investido e que o risco associado é significativamente elevado. Como estão a jogar com o seu próprio dinheiro procuram que o investimento se torne o menos arriscado possível. A solução passa por reduzir o risco específico diversificando a carteira de investimentos e repartindo o montante do investimento entre eles. Dada a experiência do investidor num determinado tipo de negócio, que o leva a preferir esse sector de actividade, e dado o carácter inovador do projecto e a participação que se espera de um business angel e que toma muito tempo, não é de esperar que o investidor consiga uma diversificação passível de reduzir substancialmente este tipo de risco. Apesar disso, em simultâneo, retira da diversificação duas coisas: diminui algum risco, e varia a sua vida empresarial, isto é, os vários projectos de uma só vez dinamizam e aliciam a sua participação Sectores com mais Investimento Angel Não há regras quanto ao tipo de sector que beneficia de investimento angel, mas existem princípios teóricos que atribuem o business angel aos sectores altamente tecnológicos. Cada investidor tem uma história de vida diferente e, como tal, domina melhor alguns ramos do que outros. O investidor ou investe porque acredita no potencial do negócio ou porque este se insere no sector que ele domina. A inovação e a tecnologia não são condições necessárias à obtenção de business angels mas figuram-se mais atraentes. 3 O risco específico é aquele que é susceptível de ser reduzido através de uma carteira de investimentos diversificada. Se ele for reduzido a zero, o projecto apenas terá risco de mercado. Este, por sua vez, não é passível de ser reduzido. 11

15 Não é obrigatório haver uma tecnologia fantástica mas há uma coisa que sabemos: as empresas que mais crescem são aquelas que têm maior capacidade de globalização e a tecnologia é muito importante para disseminação. Se alguém tiver uma boa ideia e uma tecnologia inovadora facilmente conseguirá que esse negócio cresça a nível global e, portanto, tornar-se-á muito mais propício a atrair investimento do que outros. Entrevista a Ricardo Luz Presidente da Invicta Angels O gráfico 1, em anexo, sinaliza uma tendência para o investimento angel se concentrar em sectores altamente tecnológicos nos Estados Unidos da América. Ele privilegia o equipamento médico, o software, a biotecnologia e os produtos e serviços empresariais. Relativamente ao equipamento médico 33% do investimento efectuado provém de business angels. Em todos os sectores nomeados, o capital de risco ocupa uma posição menos relevante quando comparada com o investimento angel. Apenas no sector do software existe um peso semelhante dos dois tipos de investimento. IV. O Processo de Investimento Existem quatro etapas em todo o processo que envolve o business angel e a empresa investida. 1. A Primeira Abordagem Neste ponto dá-se o primeiro encontro destas duas forças de mercado. É aqui que se percebe a necessidade do empresário em recorrer ao financiamento e o interesse dos angels em aplicar os seus recursos financeiros. Tipicamente, os empresários começam por procurar financiamento junto de amigos e familiares (FFF Family Friends and Fools) para em fases posteriores, entregarem o seu projecto a associações de que os avaliam e procuram um ou vários investidores interessados. 12

16 Em todo este processo de angariação de fundos para a criação ou desenvolvimento de um negócio convém enfatizar a grande ponte para o sucesso: a rede de contactos. Como foi referido atrás, estes anjos dos negócios têm um amplo leque de contactos que possibilita a cooperação com outros agentes, facilidades de aquisição de crédito, etc. Não obstante, o empresário tem de criar também uma rede fora da do anjo. É de extrema importância o papel dos referrals, ou seja, dos conhecedores da realidade do negócio. Estas pessoas têm uma posição bastante credível no mercado financeiro e são possuidoras de uma vasta rede de contactos e, muitas vezes, à custa dela, aconselham investidores seus conhecidos a participar num determinado negócio. Para captar fundos de investidores, cabe ao empreendedor elaborar um Plano de Negócios, um documento que contém a ideia e fundamentação do projecto, pontos fortes e fracos do negócio e, entre outras informações, os prazos esperados para a obtenção de lucros. É a primeira imagem do projecto. Contudo, há um grande obstáculo inerente ao processo de negociação do financiamento: a apropriação da invenção. Estas empresas nascentes não têm fundos suficientes nem o projecto está desenvolvido de modo a ser patenteado. Este medo dificulta a procura de investimento mas a ocultação da ideia impossibilita, por outro lado, a atractividade do projecto para o investidor. A disposição dos angels para oferecer fundos varia de projecto para projecto. Normalmente estas pessoas interessam-se mais por negócios ligados à sua área profissional ou do seu interesse pessoal. No processo de screening dos projectos, os anjos dão preferência a várias características: Projectos ligados à Indústria; Proximidade Geográfica; Potencial de crescimento e posição de mercado; Atributos dos elementos constituintes da empresa. Todos estes factores são importantes para o agente. O investimento em indústrias onde o angel possui experiência ou que lhe suscitam interesse são pontos a favor para a aposta no financiamento. A localização do negócio também tem grande peso na decisão do investidor porque, muitas vezes, estes agentes não estão dispostos a 13

17 demorar muito tempo em deslocações para acompanhar o projecto, principalmente quando têm outros que também necessitam desse acompanhamento. Para um projecto ser atraente tem que ter um potencial de mercado e de crescimento elevado de modo a ter grandes expectativas de retorno do investimento. Pessoas inovadoras, cooperantes, líderes e objectivas são outros dos critérios que os angels definem para a escolha da empresa em que investirem o seu dinheiro. 2. Avaliação do Negócio De modo a prosseguir para a negociação dos termos do contrato do investimento, é necessário antes, avaliar a sua viabilidade e as suas potencialidades. Para isso é desenvolvido o processo de Due Diligence. Este processo, muito parecido com uma auditoria interna, consiste numa análise exaustiva e detalhada do projecto e da empresa. São estudados o plano de Marketing da empresa, assim como os dados financeiros, comerciais e tudo o que diz respeito à empresa em que o investidor vai aplicar os seus fundos. A elaboração desta análise pode contar com a ajuda de contabilistas, advogados, outros investidores, bem como de especialistas na área de negócio. Se este processo tiver um resultado positivo, maiores serão as probabilidades de o investimento prosseguir. Muitas vezes são detectadas falhas nas empresas que impedem que o negócio se torne atractivo e, por consequência, o investimento também. É, portanto, importante que este processo de Due Diligence seja feito pela empresa antes de procurar investimento externo, de modo a corrigir eventuais pontos fracos para poder expor com mais confiança o seu projecto no seio dos investidores. 3. Processo de Negociação Após a demonstração de interesse de ambas as partes dá-se início ao acordo dos termos e à redacção do contracto. O investidor deterá uma participação da sociedade que terá em conta o risco da operação e a própria valorização da empresa. Normalmente, os promotores têm preferência por mais de 50% da participação da empresa após o investimento pois, assim, conciliam o controlo da gestão com a 14

18 capacidade financeira garantida pelo investidor. Desta forma, a quantidade investida pelo angel não será proporcional ao capital social em balanço da empresa nesse momento. No contrato estará definido o montante de capital investido e a sua forma, podendo o investimento ser feito de imediato ou em várias fases. O contrato é uma ferramenta de gestão para o futuro, uma vez que nele são definidas as condições de determinação do preço de venda dos títulos assim como um conjunto de cláusulas que servirão para regular a relação entre as partes. Após este passo, são discutidos os aspectos jurídicos da negociação e elaboramse os acordos parassociais como as funções de cada sócio, os direitos de voto, os termos de saída, os objectivos da empresa e as cláusulas contratuais. Não existe uma estrutura de contrato standard, nem as condições de entrada e saída são sempre as mesmas ou têm uma definição padrão, no entanto, é vantajoso que exista um contrato que regule a acção do investidor e do promotor. Não havendo regra, a tendência é para que haja um contrato parassocial que regule da melhor forma os termos de entrada e de saída das partes contratantes. Enquanto numa Capital de Risco os acordos são muito mais formais, nos business angels essa formalidade contratual pode não existir. O meu conselho é que se defina contratualmente o mais possível, é melhor para todas as partes que desde o início se regule um conjunto de aspectos. Não podem nem devem regular tudo porque tem de haver muita confiança entre as partes, mas pelo menos devem conter os princípios básicos que regulam aquela relação e os termos de saída. Entrevista a Ricardo Luz Presidente da Invicta Angels É nesta etapa que se define o tipo de influência e participação que o business angel irá ter na empresa. Ele pode estar presente nos órgãos de administração, na tomada de decisões ou simplesmente contribuir com o seu networking e ter pouca importância na vida empresarial activa. 4. Após o Investimento Após o investimento, é opção dos investidores terem uma participação mais ou menos activa na empresa. 15

19 Actuando duma forma menos participativa na empresa, não fazem parte dos quadros da própria. Têm pouco contacto com a mesma, reuniões periódicas com grande distanciamento de tempo (mês a mês) de modo a tomarem conhecimento do crescimento e performance da mesma e poderem decidir sobre possíveis novos investimentos. Do outro extremo temos os investidores super activos e grandes entusiastas. Estes agentes têm geralmente grande experiência no ramo de actuação da empresa, assim como um importante leque de contactos que terão uma grande importância no sucesso desta. O envolvimento dos anjos com a empresa é mais acentuado com a proximidade geográfica, assim como em fases de desenvolvimento e épocas de crise. Este tipo de participação é caracterizado tanto por posições nos quadros da empresa como por conselhos ao nível de consultoria. Ajudam no recrutamento de gestores e membros para os quadros porque, dada a sua experiência no sector, conseguem identificar candidatos com as qualidades que julgam ser importantes para integrar a empresa. Os angels continuam a ser bastante importantes na vertente financeira da empresa pois, mais uma vez, devido à sua rede de contactos, conseguem atrair novos financiamentos, ou recorrendo à banca ou a novos investidores. Segundo um estudo do MIT Entrepreneurship Center (2000), à medida que vão participando na empresa investidores profissionais, os investidores angels tendem a sair dos quadros da mesma. Estes novos investidores vão tendo uma importância cada vez maior no negócio e dão preferência a quadros mais profissionais e experientes no ramo. Assim, os business angels têm cada vez menos importância no seio da empresa mas continuam a dar suporte, embora de modo menos visível. 5. Saída ou Desinvestimento Após todo o processo de investimento, pode o investidor decidir cessar ou diminuir a sua participação na empresa, sempre de acordo com as cláusulas estipuladas aquando do investimento, conseguindo assim, ou não, reaver o capital inicial acrescido da sua parte dos rendimentos do negócio. O meio de término da relação do business angel pode já estar determinado no contrato redigido inicialmente. Sendo assim, são estas as possibilidades de saída do investidor da empresa: 16

20 A realização de IPO s (Initial Public Offering). Esta colocação das acções da empresa em bolsa de valores tem como vantagem a valorização da empresa, assim como a expansão ainda maior do negócio; A venda da sua participação aos restantes sócios da empresa, tendo estes a vantagem de serem conhecedores da empresa e dos seus pontos fortes e fracos; A venda a novos investidores ou a um fundo de capital de risco; A liquidação da Empresa. Normalmente esta situação ocorre quando o projecto não corre como era esperado e a situação financeira se torna insustentável. V. Estudo empírico Foi recolhida uma amostra de empresas incubadas no UPTEC (Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto) com o intuito de perceber quais destas foram participadas por business angels. Este parque tem um total de 37 projectos a decorrer dos quais 14 são desenvolvidos por start-ups, 12 por spin-offs 4, 6 por empresas já instituídas, e 5 por centros de inovação. As áreas de investigação são as nanociências, nanotecnologias, materiais e produção de tecnologias, saúde, alimentação, agricultura, biotecnologia e as tecnologias de comunicação e informação. Desde a existência deste parque somam-se 30 projectos internacionais, 21 filiais internacionais, 11 patentes e 36 artigos científicos publicados. Apenas cerca de 10% destes projectos são financiados por investimento angel. Para se perceber as razões que estão por detrás desta taxa iremos analisar seguidamente duas spin-offs incubadas no UPTEC com experiências diferentes na procura por business angels. 4 Spin-off é o termo utilizado para empresas que surgem a partir de um grupo de pesquisa de uma empresa, universidade ou centro de pesquisa público ou privado, normalmente com o objectivo de explorar um novo produto ou serviço de alta tecnologia. É comum que estas se estabeleçam em incubadoras. 17

Regulamento. Preâmbulo

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