Circuitos Sequenciais

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Circuitos Sequenciais"

Transcrição

1 1 Circuitos Sequenciais Elementos de estado ou elementos de memória Exemplos de circuitos sequenciais: Latches Flip-flops Registradores Conjunto de registradores Memória

2 Conjunto de Registradores Parte do datapath do processador Possui: m registradores: Numerados de 0 a m 1 Cada registrador com n bits Portas de leitura: Cada porta permite leitura de um registrador Entrada: Número do registrador a ser lido Saída: Valor lido do registrador Portas de escrita: Cada porta permite escrita em um registrador Entradas: Número do registrador a ser escrito Valor a ser escrito no registrador Sinal que habilita escrita no registrador 2

3 3 Conjunto de Registradores Construído com: m registradores: Replicação do registrador Cada registrador: n flip-flops tipo D Cada porta de leitura: Multiplexador m:1 de dados de n bits Cada porta de escrita: Decodificador log 2 m:m

4 4 Exemplo: Conjunto de Registradores Possui: 16 registradores: numerados de 0 a 15, cada registrador com 32 bits 2 portas de leitura: Pode ler 2 registradores ao mesmo tempo 1 porta de escrita

5 5 Exemplo: Interface do Conjunto de Registradores Sinais de entrada: Read register 1: n o do reg a ser lido pela porta de leitura 1 (4 bits) Read register 2: n o do reg a ser lido pela porta de leitura 2 (4 bits) Write register: n o do registrador a ser escrito (4 bits) Write data: dado a ser escrito (32 bits) Write enable: habilita escrita (1 bit) Clock Sinais de saída: Read data 1: dado lido pela porta de leitura 1 (32 bits) Read data 2: dado lido pela porta de leitura 2 (32 bits)

6 6 Exemplo: Implementação do Conjunto de Registradores 16 registradores: numerados de 0 a 15 Replicação do registrador Cada registrador de 32 bits: 32 flip-flops tipo D

7 7 Exemplo: Implementação do Conjunto de Registradores 2 portas de leitura Para cada porta: Mux 16:1 de dados de 32 bits: seleciona reg a ser lido Entradas do mux: Dados: valores dos regs Controle: n o do reg a ser lido Saída do mux: valor do reg selecionado

8 8 Exemplo: Implementação do Conjunto de Registradores 1 porta de escrita: Decodificador 4:16: seleciona reg a ser escrito Entrada do decodificador: n o do reg a ser escrito Saídas do decodificador: habilitação do reg selecioando

9 9 Memória RAM RAM: Random Access Memory Provê tempo de acesso igual para qualquer posição da memória Em geral, possui uma única porta de acesso para leitura ou escrita Memória volátil Ligada ao processador por barramento Armazena programa sendo executado (instruções de máquina e dados) Chamada de memória principal Pode ser: Estática: SRAM Implementada com flip-flops Mais rápida Dinâmica: DRAM Implementada com capacitores Precisa de refresh Maior capacidade de armazenamento

10 10 Configuração de uma Memória RAM Altura da memória: n o de posições endereçáveis Largura da memória: n o de bits de cada posição Exemplo: Memória RAM de 256K 1 Altura: 256K = = 2 18 posições Endereçadas de 0 a Largura: 1 bit Total de bits da memória: 2 18 bits Sinais de entrada: Endereço a ser acessado: 18 bits Dado a ser escrito: 1 bit Sinais de controle Sinal de saída: Dado lido: 1 bit

11 11 Exemplo: Memória RAM de 32K 8 Altura: 32K = = 2 15 posições Largura: 8 bits Total de bits da memória: = 2 18 bits Sinais de entrada: Address: endereço da posição a ser acessada (15 bits) Din: dado a ser escrito (8 bits) OutputEnable: habilita leitura na memória Controla se dado selecionado é direcionado para saída WriteEnable: habilita escrita na memória Sinal de saída: Dout: dado lido (8 bits)

12 12 Conjunto de registradores: Memória Conjunto de Registradores Possui um multiplexador para cada porta de leitura Exemplo: Memória RAM 64K 1 Se fosse construída da mesma forma que conjunto de registradores: Precisaria de mux 64K:1 para porta de leitura Inviável Memória RAM: Usa linha de saída compartilhada que várias posições da memória setam Usa buffer tri-state (circuito 3 estados) ao invés de multiplexador Buffer tri-state: Permite que vários sinais sejam encaminhados para uma mesma linha compartilhada

13 13 Buffer Tri-state Circuito Sinais de entrada: In: dado de entrada (1 bit) OutputEnable: sinal de controle (1 bit) Sinais de saída: Out: dado de saída (1 bit) Funcionamento: Se OutputEnable = 1, então Out recebe valor de In Se OutputEnable = 0, então Out fica no estado de alta impedância Permite que outro buffer tri-state determine o valor da linha de saída compartilhada

14 14 Exemplo: Buffer Tri-state 4 buffers tri-state ligados a uma linha de saída compartilhada Apenas um buffer tri-state tem sinal OutputEnable em 1 Demais buffers tri-state têm sinal OutputEnable em 0 Funciona como multiplexador 4:1: Com sinais de seleção decodificados

15 15 Exemplo: Memória RAM 4 2 Altura: 4 = 2 2 posições (endereçadas de 0 a 3) Largura: 2 bits Total de bits da memória: = 8 bits Sinais de entrada: Address: endereço da posição a ser acessada (2 bits) Din: dado a ser escrito (2 bits) WriteEnable: habilita escrita na memória Sinal de saída: Dout: dado lido (2 bits)

16 16 Exemplo: Implementação da Memória RAM 4 2 Possui: 1 flip-flop tipo D para cada bit 1 decodificador 2-para-4 Cada flip-flop possui: Um buffer tri-state na saída Q Um sinal de entrada de controle Enable que habilita seu buffer tri-state Flip-flops correspondentes ao mesmo bit de saída: Ligados à mesma linha de saída compartilhada

17 Exemplo: Implementação da Memória RAM 4 17

Professor: Vlademir de Oliveira Disciplina: Microcontroladores e DSP. Memórias de Dados e de Programa

Professor: Vlademir de Oliveira Disciplina: Microcontroladores e DSP. Memórias de Dados e de Programa 4. Memórias de Dados e de Programa Professor: Vlademir de Oliveira Disciplina: Microcontroladores e DSP 4.1 Memórias Semicondutoras Algumas definições Célula: Dispositivo de armazenamento de 1 bit. Palavra:

Leia mais

Memórias Parte 1. SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores. Aula 4. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira

Memórias Parte 1. SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores. Aula 4. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Memórias Parte 1 Aula 4 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Memória Semicondutora Elemento Básico

Leia mais

Usadas para manter os dados e programas a serem acessados diretamente pelo microprocessador.

Usadas para manter os dados e programas a serem acessados diretamente pelo microprocessador. 1 Usadas para manter os dados e programas a serem acessados diretamente pelo microprocessador. Os bits são armazenados em células de memória implementadas em pastilha semicondutora. A identificação das

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MEMÓRIA. Prof. Dr. Daniel Caetano

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MEMÓRIA. Prof. Dr. Daniel Caetano ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MEMÓRIA Prof. Dr. Daniel Caetano 2014-1 Objetivos Compreender o que é a memória e sua hierarquia Compreender os diferentes tipos de memória Entender como é feito o acesso à

Leia mais

Arduino Lab 08 Banco de teste para memória RAM HM6116 de 16k

Arduino Lab 08 Banco de teste para memória RAM HM6116 de 16k Arduino Lab 08 Banco de teste para memória RAM HM6116 de 16k Neste Lab iremos descrever a implementação de um sistema para testar antigas memórias RAM, estática, modelo HM6116LP-4 que ainda são utilizadas

Leia mais

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;

Leia mais

Circuitos Lógicos. Profa. Grace S. Deaecto. Faculdade de Engenharia Mecânica / UNICAMP , Campinas, SP, Brasil.

Circuitos Lógicos. Profa. Grace S. Deaecto. Faculdade de Engenharia Mecânica / UNICAMP , Campinas, SP, Brasil. Circuitos Lógicos Profa. Grace S. Deaecto Faculdade de Engenharia Mecânica / UNICAMP 13083-860, Campinas, SP, Brasil. grace@fem.unicamp.br Segundo Semestre de 2013 Profa. Grace S. Deaecto ES572 DMC / FEM

Leia mais

COMPUTADOR. Adão de Melo Neto

COMPUTADOR. Adão de Melo Neto COMPUTADOR Adão de Melo Neto 1 PROGRAMA É um conjunto de instruções LINGUAGEM BINÁRIA INTRODUÇÃO Os caracteres inteligíveis não são A, B, +, 0, etc., mas apenas zero(0) e um (1). É uma linguagem de comunicação

Leia mais

Introdução I. Organização e Arquitetura de Computadores. Sequência 15 Parte Operativa do MIPS - I. Introdução II.

Introdução I. Organização e Arquitetura de Computadores. Sequência 15 Parte Operativa do MIPS - I. Introdução II. Organização e Arqitetra de Comptadores Seqência 15 Parte Operativa do IPS - I Introdção I O desempenho de ma máqina pode ser determinado por três fatores: Número de instrções eectadas. Período do clock

Leia mais

09 Unidade de controlo. v0.1

09 Unidade de controlo. v0.1 09 Unidade de controlo v0.1 Introdução Um micro-processador pode consistir apenas em alguns elementos: ALU Registers Lógica de controlo (ou unidade de controlo) 18 December 2014 Sistemas Digitais 2 Lógica

Leia mais

Multiplexadores e Demultiplexadores Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara

Multiplexadores e Demultiplexadores Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Multiplexadores e Demultiplexadores Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 2h/60h Multiplexadores 2 Multiplexadores 3 Multiplexadores 4 Multiplexadores 4 entradas de dados I0, I1, I2, I3 2

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES MEMÓRIA PRINCIPAL CAPÍTULO 4. Cristina Boeres

FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES MEMÓRIA PRINCIPAL CAPÍTULO 4. Cristina Boeres FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES MEMÓRIA PRINCIPAL CAPÍTULO 4 Cristina Boeres Memória! É um dos componentes de um sistema de computação! Sua função é armazenar informações que são ou serão manipuladas

Leia mais

Capítulo 14. Expandindo as portas de comunicação 8031 com a PPI Interface PPI 8255

Capítulo 14. Expandindo as portas de comunicação 8031 com a PPI Interface PPI 8255 Capítulo 14 Expandindo as portas de comunicação 8031 com a PPI 8255 Como discutido ao longo do livro, o 8031 deixa 8 bits para controle genérico de dispositivos. Em situações nas quais se necessita um

Leia mais

Uma CPU simples para fins didáticos

Uma CPU simples para fins didáticos Uma CPU simples para fins didáticos WILIN SORES LCERD UFL Universidade Federal de Lavras DCC Departamento de Ciência da Computação Cx. Postal 37 CEP 37.200-000 Lavras (MG) lacerda@ufla.br Resumo: Este

Leia mais

Memória Interna. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Memória Interna. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Memória Interna Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Sistema de Memória de Computadores; Hierarquia de Memória; Memória Principal de Semicondutores; Memória Cache; Organizações das Memórias

Leia mais

Interrupções e DMA. Mecanismos de I/O

Interrupções e DMA. Mecanismos de I/O Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Curso de Extensão em Arquitetura de Computadores Pessoais Interrupções e DMA 1 Mecanismos de I/O Programmed

Leia mais

Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização

Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Sistema de

Leia mais

Eletrônica Digital. Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br

Eletrônica Digital. Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br Eletrônica Digital Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br Memórias Semicondutoras Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br Memórias Digitais Magnética Fitas K7, discos 3½, etc

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores AULA 4 Organização de Sistemas de Computadores s Bits Sumário de Ordem de Bytes Conceitos Básicos Secundária Códigos de Correção de Erros Prof. Edilberto M. Silva Edilberto

Leia mais

ESTRUTURA GERAL DE UMA RAM

ESTRUTURA GERAL DE UMA RAM ESTRUTURA GERAL UMA RAM 0 Célula K,L A 0 A 1 A M-1 Decodificador X 1 K Linha de Palavra Linha de Bit Profundidade = 8,16 bits, etc... 2 M -1 0 1... L 2 N -1 Amplificadores sensores / drivers A M A M+1

Leia mais

Armazenar dados e programas que serão utilizados pelo processador (CPU Unidade Central de Processamento)

Armazenar dados e programas que serão utilizados pelo processador (CPU Unidade Central de Processamento) Armazenar dados e programas que serão utilizados pelo processador (CPU Unidade Central de Processamento) Tempo de acesso: maior que o tempo de acesso da cache, 50 a 70 ns; Capacidade: bem maior que a cache;

Leia mais

Organização de Computadores

Organização de Computadores Organização de Computadores Aula 28 Operação da Unidade de Controle Rodrigo Hausen 17 de novembro de 2011 http://cuco.pro.br/ach2034 1/44 Apresentação 1. Bases Teóricas 2. Organização de computadores...

Leia mais

Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 06

Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 06 Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 06 Prof. Max Santana Rolemberg Farias max.santana@univasf.edu.br Colegiado de Engenharia de Computação COMO UM PROGRAMA ESCRITO

Leia mais

INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES. Função e Estrutura. Introdução Organização e Arquitetura. Organização e Arquitetura

INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES. Função e Estrutura. Introdução Organização e Arquitetura. Organização e Arquitetura Introdução Organização e Arquitetura INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Eduardo Max Amaro Amaral Arquitetura são os atributos visíveis ao programador. Conjunto de instruções, número

Leia mais

ARITMÉTICA BINÁRIA. Adão de Melo Neto

ARITMÉTICA BINÁRIA. Adão de Melo Neto ARITMÉTICA BINÁRIA Adão de Melo Neto 1 Sumário Adição Multiplicação Subtração Divisão Complemento de 1 Complemento de 2 Representação de um número com sinal Sinal magnitude Complemento de 2 Valor em decimal

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Circuitos Lógicos Sequenciais (Parte

Leia mais

Implementação da UCP. Construção do caminho de dados Controle Implementação monociclo. Organização de Computadores

Implementação da UCP. Construção do caminho de dados Controle Implementação monociclo. Organização de Computadores Implementação da UCP Construção do caminho de dados Controle Implementação monociclo Conceitos Gerais para Implementação do Processador Conceito de caminho de dados e controle Caminho dos bits de instrução

Leia mais

Lista de Exercícios 2 Prof. Daniel Caetano Solução

Lista de Exercícios 2 Prof. Daniel Caetano Solução Unidade 4 Lista de Exercícios 2 Prof. Daniel Caetano Solução 4.1) Converta os seguintes números decimais para hexadecimal: 145, 226, 1043, 3456 91h, E2h, 413h, D80h 4.2) Sem converter as bases, faça as

Leia mais

Sequência 17 Organização e Hierarquia de Memória

Sequência 17 Organização e Hierarquia de Memória Arquitetura de Computadores Os cincos componentes clássicos do computador Sequência 17 Organização e Hierarquia de Memória Seq.17 Memórias - conceitos 1 Seq.17 Memórias - conceitos 2 Memória A memória

Leia mais

Tiago Alves de Oliviera

Tiago Alves de Oliviera Tiago Alves de Oliviera 1 Capítulo 6 do Livro do Mario Monteiro Capítulo 5 (5.1, 5.2, 5. e 5.4) do Livro do Patterson 2 Processador executa instruções CPU (central processing unit) UCP (unidade central

Leia mais

4.3 - DMA & Chipset. CEFET-RS Curso de Eletrônica. Profs. Roberta Nobre & Sandro Silva. e

4.3 - DMA & Chipset. CEFET-RS Curso de Eletrônica. Profs. Roberta Nobre & Sandro Silva. e CEFET-RS Curso de Eletrônica 4.3 - DMA & Chipset Profs. Roberta Nobre & Sandro Silva robertacnobre@gmail.com e sandro@cefetrs.tche.br Unidade 04.3.1 DMA Dados podem ser transferidos entre dispositivos

Leia mais

AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador

AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador Karina Girardi Roggia karina.roggia@udesc.br Departamento de Ciência da Computação Centro de Ciências Tecnológicas Universidade do Estado de Santa Catarina 2016

Leia mais

MULTIPLEXADOR E DEMULTIPLEXADOR

MULTIPLEXADOR E DEMULTIPLEXADOR MULTIPLEXADOR E DEMULTIPLEXADOR Organização Básica de Computadores - LAB 2 OBJETIVOS: Adquirir conhecimentos em dispositivos de lógica programável; Estudo do circuito multiplexador; Estudo do circuito

Leia mais

Introdução a Tecnologia da Informação

Introdução a Tecnologia da Informação Introdução a Tecnologia da Informação Arquitetura de Computadores Aula 03 Prof. Msc Ubirajara Junior biraifba@gmail.com www.ucljunior.com.br Características do computador sistema eletrônico é rápido e

Leia mais

Sistemas Digitais II DISPOSITIVOS DE MEMÓRIA. Prof. Marlon Henrique Teixeira julho/2014

Sistemas Digitais II DISPOSITIVOS DE MEMÓRIA. Prof. Marlon Henrique Teixeira julho/2014 Sistemas Digitais II DISPOSITIVOS DE MEMÓRIA Prof. Marlon Henrique Teixeira julho/2014 Memórias Conteúdo Terminologia de memórias Princípios de operação Conexões CPU-Memória Memórias apenas de leitura

Leia mais

EL68E Sistemas Embarcados Prof. Douglas RENAUX

EL68E Sistemas Embarcados Prof. Douglas RENAUX EL68E Sistemas Embarcados Prof. Douglas RENAUX Memórias Tecnologias de Memórias Voláteis x Não-Voláteis Estáticas x Dinâmicas Tipos: ROM PROM EPROM Flash SRAM SDRAM DDR Conceitos Organização externa x

Leia mais

Multiplexadores e Demultiplexadores

Multiplexadores e Demultiplexadores Multiplexadores e Demultiplexadores Multiplexador (MUX) é um circuito combinacional dedicado com a finalidade de selecionar, por meio de variáveis de seleção, uma de suas entradas, conectando-a à uma saída.

Leia mais

Processador: Conceitos Básicos e Componentes

Processador: Conceitos Básicos e Componentes Processador: Conceitos Básicos e Componentes Cristina Boeres Instituto de Computação (UFF) Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Material baseado nos slides de Fernanda Passos Cristina Boeres (IC/UFF)

Leia mais

O Hardware Dentro da Unidade do Sistema

O Hardware Dentro da Unidade do Sistema Memória RAM Random Access Memory Memória de Acesso Aleatório Armazena: programas em execução dados dos programas em execução alguns programas do sistema operacional O objetivo é tornar mais rápido o acesso

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores. Hugo Barros

Organização e Arquitetura de Computadores. Hugo Barros Organização e Arquitetura de Computadores Hugo Barros email@hugobarros.com.br Introdução Instruções Primitivas L0 Linguagem de máquina; Divergência de capacidades: Os pc's podem fazer x As pessoas querem

Leia mais

Célula, Palavra, Ciclo de Instruções e Lógica Temporizada

Célula, Palavra, Ciclo de Instruções e Lógica Temporizada Célula, Palavra, Ciclo de Instruções e Lógica Temporizada IFBA Instituto Federal de Educ. Ciencia e Tec Bahia Curso de Analise e Desenvolvimento de Sistemas Arquitetura de Computadores 20 e 21/30 Prof.

Leia mais

Memórias. Memórias: Utilização:

Memórias. Memórias: Utilização: 1 : São dispositivos que armazenam informações codificadas digitalmente que podem representar números, letras, caracteres quaisquer, comandos de operações, endereços ou ainda qualquer outro tipo de dado.

Leia mais

Programador/a de Informática

Programador/a de Informática 481040 - Programador/a de Informática UFCD - 0770 Dispositivos e periféricos Sessão 4 SUMÁRIO Memórias Primárias RAM ROM Cache Comunicam diretamente com o processador; Armazenam pequenas quantidades de

Leia mais

16ª AULA OBJETIVOS: MEMÓRIAS EVOLUÇÃO FREQÜÊNCIA TECNOLOGIA BARRAMENTO TEMPO/ACESSO ARMAZENAMENTO BANCO DE MEMÓRIA APOSTILA PÁGINA: 176 A 186.

16ª AULA OBJETIVOS: MEMÓRIAS EVOLUÇÃO FREQÜÊNCIA TECNOLOGIA BARRAMENTO TEMPO/ACESSO ARMAZENAMENTO BANCO DE MEMÓRIA APOSTILA PÁGINA: 176 A 186. HARDWARE Montagem e Manutenção de Computadores Instrutor: Luiz Henrique Goulart 16ª AULA OBJETIVOS: MEMÓRIAS EVOLUÇÃO FREQÜÊNCIA TECNOLOGIA BARRAMENTO TEMPO/ACESSO ARMAZENAMENTO BANCO DE MEMÓRIA APOSTILA

Leia mais

Dispositivos de Entrada e Saída

Dispositivos de Entrada e Saída Departamento de Ciência da Computação - UFF Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Marcos A. Guerine mguerine@ic.uff.br 1 Dipositivos periféricos ou simplesmente periféricos permitem a comunicação da máquina

Leia mais

Aula 2. Dispositivos de entrada. Dispositivos controladores. Memórias. Processador

Aula 2. Dispositivos de entrada. Dispositivos controladores. Memórias. Processador 13 Aula 2 Dispositivos de entrada São dispositivos basicamente elétricos que são os responsáveis pela tradução da linguagem natural, humana para sinais elétricos, que posteriormente serão convertidos em

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores

Organização e Arquitetura de Computadores Organização e Arquitetura de Computadores Hierarquia de Memória: Introdução Alexandre Amory Edson Moreno Nas Aulas Anteriores Computação Organização interna de CPU Parte operativa: Lógica combinacional

Leia mais

Disciplina: Arquitetura de Computadores

Disciplina: Arquitetura de Computadores Disciplina: Arquitetura de Computadores Estrutura e Funcionamento da CPU Prof a. Carla Katarina de Monteiro Marques UERN Introdução Responsável por: Processamento e execução de programas armazenados na

Leia mais

Na segunda aula vamos falar sobre o Processador, funcionamento e seus tipos.

Na segunda aula vamos falar sobre o Processador, funcionamento e seus tipos. AULA 2 Na segunda aula vamos falar sobre o Processador, funcionamento e seus tipos. 1. PROCESSADOR O Processador (CPU) é um chip normalmente que serve para realizar todas as tarefas feitas pelo computador..

Leia mais

3. Unidade Central de Processamento

3. Unidade Central de Processamento 3. Unidade Central de Processamento Um microprocessador é um chip responsável por buscar e executar instruções e dados existentes na memória RAM. Vai de regra as instruções são bastante simples, como por

Leia mais

Aula 03. Componentes Básicos de um Computador, Dispositivos de Entrada e Saída, Dispositivos de Armazenamento de Dados, Periféricos.

Aula 03. Componentes Básicos de um Computador, Dispositivos de Entrada e Saída, Dispositivos de Armazenamento de Dados, Periféricos. Aula 03 Componentes Básicos de um Computador, Dispositivos de Entrada e Saída, Dispositivos de Armazenamento de Dados, Periféricos. Máquina de Von Neuman Memória Entrada Unidade Central de Processamento

Leia mais

A) A C + A B D + A B C D B) A B + A B D + A B C D C) A C + A C D + A B C D D) A C + A B D + A B C D

A) A C + A B D + A B C D B) A B + A B D + A B C D C) A C + A C D + A B C D D) A C + A B D + A B C D luno nº: Nome: LEI-T, LER, LEE Sistemas igitais 2º Exame - 9 de Fevereiro de 212 uração: 2h3. Identifique todas as folhas. Responda a cada pergunta no quadrado à direita ou deixe em branco. ada resposta

Leia mais

Modelo de Von Neumann: conceito do programa armazenado

Modelo de Von Neumann: conceito do programa armazenado Arquitetura de computador Modelo de Von Neumann: conceito do programa armazenado Arquitetura de Von Neuman A arquitetura de computador proposta por Von Neumann é composta basicamente por: Computadores

Leia mais

3/14/2012. Programação de Computadores O Computador. Memória Principal representação binária

3/14/2012. Programação de Computadores O Computador. Memória Principal representação binária Programação de Computadores O Computador Memória Principal representação binária Prof. Helton Fábio de Matos hfmatos@dcc.ufmg.br Agenda Memória principal. Memória secundária. O que são bytes e bits. Tecnologias

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Organização de Computadores ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Curso: Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação Ano: 2011 Definição São dispositivos que permitem armazenamento de dados, seja temporários

Leia mais

- Arquitetura de sistemas digitais- Cap 2 Arquitetura de computadores

- Arquitetura de sistemas digitais- Cap 2 Arquitetura de computadores - Arquitetura de sistemas digitais- Cap 2 Arquitetura de computadores Prof. Alan Petrônio - www.ufsj.edu.br/alan Evolução e desempenho do computador Primeira geração: ENIAC 20 acumuladores de 10 dígitos

Leia mais

Arquitetura de Computadores Circuitos Combinacionais, Circuitos Sequênciais e Organização de Memória

Arquitetura de Computadores Circuitos Combinacionais, Circuitos Sequênciais e Organização de Memória Introdução Arquitetura de Computadores Circuitos Combinacionais, Circuitos Sequênciais e O Nível de lógica digital é o nível mais baixo da Arquitetura. Responsável pela interpretação de instruções do nível

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 9

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 9 ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 9 Índice 1. A Organização do Computador - Continuação...3 1.1. Processadores - II... 3 1.1.1. Paralelismo - II... 3 1.2 Memória Primária... 4 1.2.1. Bits, bytes e terabytes...

Leia mais

Prof. Benito Piropo Da-Rin. Arquitetura, Organização e Hardware de Computadores - Prof. B. Piropo

Prof. Benito Piropo Da-Rin. Arquitetura, Organização e Hardware de Computadores - Prof. B. Piropo Prof. Benito Piropo Da-Rin memória é o local onde se armazenam dados Será???? Memória é um local ou dispositivo onde podem se armazenar dados e que permite que sejam recuperados quando deles se precisar

Leia mais

SISTEMAS DIGITAIS MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL

SISTEMAS DIGITAIS MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL Sistemas Digitais MEMÓRIAS -! SUMÁRIO:! MEMÓRIAS INTEGRADAS! RAMs! ROMs! LÓGICA PROGRAMÁVEL! PROMs! PLAs! PALs! FPGAs! IMPLEMENTAÇÃO DE MÁQUINAS DE ESTADO UTILIZANDO

Leia mais

SISTEMAS DIGITAIS. Memórias. Prof. Guilherme Arroz Prof. Carlos Sêrro Alterado para lógica positiva por Guilherme Arroz.

SISTEMAS DIGITAIS. Memórias. Prof. Guilherme Arroz Prof. Carlos Sêrro Alterado para lógica positiva por Guilherme Arroz. SISTEMAS DIGITAIS Memórias Alterado para lógica positiva por Guilherme Arroz Sistemas Digitais 1 Tipos de memórias Existem vários tipos de memórias em sistemas digitais As memórias internas dos dispositivos,

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

ARQUITETURA DE COMPUTADORES ARQUITETURA DE COMPUTADORES Aula 05: Memória Principal MEMÓRIA PRINCIPAL Elementos de uma memória principal (célula, bloco, tamanho total); Cálculo dos elementos de memória (tamanho dos barramentos de

Leia mais

Hierarquia de Memória (1) Organização de Computadores (Aula 4) Memória. Registradores. Hierarquia de Memória (2)

Hierarquia de Memória (1) Organização de Computadores (Aula 4) Memória. Registradores. Hierarquia de Memória (2) Hierarquia de Memória (1) Organização de Computadores (Aula 4) Velocidade e custo Capacidade de armazenamento Memória Flash memory Magnetic disk Roberta Lima Gomes - LPRM/DI/UFES Sistemas de Programação

Leia mais

Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal. Memória principal

Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal. Memória principal Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal Organização Operações de leitura e escrita Capacidade http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 2 Componente de um sistema

Leia mais

Sistemas Digitais II MEMÓRIA RAM. Prof. Marlon Henrique Teixeira agosto/2014

Sistemas Digitais II MEMÓRIA RAM. Prof. Marlon Henrique Teixeira agosto/2014 Sistemas Digitais II MEMÓRIA RAM Prof. Marlon Henrique Teixeira agosto/2014 Memórias de acesso aleatório Qualquer endereço de memória possui a mesma facilidade de acesso que qualquer outro. As RAMs são

Leia mais

Introdução a Sistemas Digitais

Introdução a Sistemas Digitais Introdução a Sistemas Digitais Definição Sistemas Digitais Projeto Revisão: Circuitos Combinacionais Circuitos Sequênciais Máquinas de Estados Sistemas Digitais Definição Um sistema digital é um sistema

Leia mais

Aula 17. Máquina de Estados Parte 1. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira

Aula 17. Máquina de Estados Parte 1. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Aula 17 Máquina de Estados Parte 1 SEL 0414 - Sistemas Digitais Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Bibliografia l l l Tocci, R. J.; Widmer, N. S. Sistemas Digitais Princípios e Aplicações. 8ª Ed.,

Leia mais

Laboratório de Hardware

Laboratório de Hardware Laboratório de Hardware Prof. Marcel Santos Silva RAM e ROM CARACTERÍSTICAS MEMÓRIA ROM MEMÓRIA RAM Nomenclatura Read Only Memory Random Access Memory Nome / Significado Memória somente Leitura Memória

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Circuitos Lógicos Combinacionais (Parte

Leia mais

12/11/13. Obje%vos do laboratório. SST20707 Síntese de Sistemas de Telecomunicações. Síntese de máquinas de estado (FSM) Finite State Machine (FSM)

12/11/13. Obje%vos do laboratório. SST20707 Síntese de Sistemas de Telecomunicações. Síntese de máquinas de estado (FSM) Finite State Machine (FSM) Instituto Federal de Santa Catarina Área de Telecomunicações SST20707 Síntese de Sistemas de Telecomunicações Prof. Roberto de Matos Aviso de direitos Autorais: Transparências baseadas no trabalho do Prof.

Leia mais

Sistemas Operacionais I

Sistemas Operacionais I Sistemas Operacionais I Revisão de conceitos Sistemas Operacionais I Dionisio Gava Junior Componentes básicos Componentes Básicos da Tecnologia da Informação Hardware CPU, Memória e Periféricos de E/S.

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores. Ivan Saraiva Silva

Organização e Arquitetura de Computadores. Ivan Saraiva Silva Organização e Arquitetura de Computadores Hierarquia de Memória Ivan Saraiva Silva Hierarquia de Memória A Organização de Memória em um computador é feita de forma hierárquica Registradores, Cache Memória

Leia mais

RAM e ROM. Laboratório de Hardware. Memórias. Memórias. Memórias. Memórias. Memórias. Memória ROM. Memória ROM. Memória ROM. Memória RAM.

RAM e ROM. Laboratório de Hardware. Memórias. Memórias. Memórias. Memórias. Memórias. Memória ROM. Memória ROM. Memória ROM. Memória RAM. RAM e ROM Laboratório de Hardware Prof. Marcel Santos Silva CARACTERÍSTICAS MEMÓRIA ROM MEMÓRIA RAM Nomenclatura Read Only Memory RandomAccess Memory Nome / Significado omente Leitura Memória de acesso

Leia mais

Sistemas Operacionais. Rodrigo Rubira Branco rodrigo@kernelhacking.com rodrigo@fgp.com.br. www.fgp.com.br

Sistemas Operacionais. Rodrigo Rubira Branco rodrigo@kernelhacking.com rodrigo@fgp.com.br. www.fgp.com.br Sistemas Operacionais Rodrigo Rubira Branco rodrigo@kernelhacking.com rodrigo@fgp.com.br Tipos de Sistemas Operacionais De Sistemas Embarcados (PalmOS,WinCE,WinXPEmbbeded,Linux) Hardware simples, especifico

Leia mais

Processador nanopcs-1

Processador nanopcs-1 Processador nanopcs-1 E.T.M./2002 (adaptação) E.T.M./2003 (revisão) E.T.M./200 (revisão) E.T.M./2006 (revisão) E.T.M./2010 (revisão) E.T.M./2011 (revisão) RESUMO Esta experiência tem por objetivo o projeto

Leia mais

Portas lógicas e circuitos digitais. Sistemas da Computação Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007

Portas lógicas e circuitos digitais. Sistemas da Computação Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007 Portas lógicas e circuitos digitais Sistemas da Computação Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007 Tópicos Portas Circuito somador Circuito subtrator flip-flops (registradores)

Leia mais

Organização de Sistemas de Computadores

Organização de Sistemas de Computadores Organização de Sistemas de Computadores Cap. 2 (Tanenbaum), Cap. 3 (Weber) 2.1 Processadores 1 CPU UC = buscar instruções na memória principal e determinar o seu tipo ULA = adição e AND Registradores =

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Cristina Boeres página do curso: http://www.ic.uff.br/~boeres/so.html boeres@ic.uff.br Sistemas Operacionais O que é um SO?! um gerenciador de recursos?! uma interface?! máquina virtual?

Leia mais

Introdução. Os mesmos princípios se aplicam a processadores. No MIPS as instruções são divididas normalmente em cinco etapas:

Introdução. Os mesmos princípios se aplicam a processadores. No MIPS as instruções são divididas normalmente em cinco etapas: CAPÍTULO 5 PIPELINE Introdução Ciclo único versus pipeline Projetando o conjunto de instruções Pipeline Hazards Caminho de dados usando o pipeline Diagramas de Pipeline Controle do Pipeline Hazard de dados

Leia mais

Prof. Leonardo Augusto Casillo

Prof. Leonardo Augusto Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Aula 2 Estrutura de um processador Prof. Leonardo Augusto Casillo Arquitetura de Von Neumann: Conceito de programa armazenado; Dados

Leia mais

Circuitos de Memória: Tipos e Funcionamento. Fabrício Noveletto

Circuitos de Memória: Tipos e Funcionamento. Fabrício Noveletto Circuitos de Memória: Tipos e Funcionamento Fabrício Noveletto Memória de semicondutores São dispositivos capazes de armazenar informações digitais. A menor unidade de informação que pode ser armazenada

Leia mais

SISTEMAS DIGITAIS MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL

SISTEMAS DIGITAIS MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL Setembro de 4 MEMÓRIAS - SUMÁRIO: MEMÓRIAS INTEGRADAS RAM ROM PROM EPROM LÓGICA PROGRAMÁVEL PLAs PALs FPGAs Setembro de 4 MEMÓRIAS - MEMÓRIAS Na sequência do

Leia mais

Visão geral do sistema de memória de computadores

Visão geral do sistema de memória de computadores Visão geral do sistema de memória de computadores 1 Capacidade da memória Humana Pesquisas concluem que o armazenamento de informações na memória humana se dá a uma taxa de aproximadamente 2 bits por segundo

Leia mais

Hardware Conceitos Básicos. Introdução*à*Informática 14

Hardware Conceitos Básicos. Introdução*à*Informática 14 Hardware Conceitos Básicos Introdução*à*Informática 14 Hardware Conceitos Básicos Componentes principais de um computador Introdução*à*Informática 15 Hardware Conceitos Básicos CPU (Unidade Central de

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Circuitos Lógicos Sequenciais (Parte

Leia mais

Trabalho Prático Nº3 Porta Paralela

Trabalho Prático Nº3 Porta Paralela Trabalho Prático Nº3 Porta Paralela 1. OBJECTIVOS - Utilização da porta paralela como porto genérico de Entrada e Saída. 2. INTRODUÇÃO A porta paralela é um meio frequentemente utilizado para efectuar

Leia mais

Capítulo 6 Nível do Sistema Operacional

Capítulo 6 Nível do Sistema Operacional Capítulo 6 Nível do Sistema Operacional - Sistema Operacional: Programa que, do ponto de vista do programador, adiciona uma grande quantidade de instruções e funcionalidades bem além das disponibilizadas

Leia mais

16/8/2010. A arquitetura de um sistema computacional representa o modelo da organização e funcionamento de um sistema de processamento

16/8/2010. A arquitetura de um sistema computacional representa o modelo da organização e funcionamento de um sistema de processamento Arquitetura de es Organização de um Sistema Computacional Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Introdução A arquitetura de um sistema computacional representa o modelo da organização

Leia mais

Organização de Computadores

Organização de Computadores Organização de Computadores Aula 20 Memória Principal Rodrigo Hausen 20 de outubro de 2011 http://cuco.pro.br/ach2034 1/63 Apresentação 1. Bases Teóricas 2. Organização de computadores... 2.2. Execução

Leia mais

Gerência de memória III

Gerência de memória III Gerência de memória III Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2016 1 / 45 Sumário 1 Memória Virtual Segmentação Paginação 2 Alocação de páginas

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Organização de Computadores ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Curso: Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação Ano: 2011 Conhecida como Processador ou é o cerebro do computador Unifica todo sistema e

Leia mais

Estrutura de um Computador

Estrutura de um Computador SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Estrutura de um Computador Aula 7 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira MODELO DE VON NEUMANN PRINCÍPIOS A arquitetura de um computador consiste de

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA 1 CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA Montagem e Manutenção de Computadores Prof.: Denis Willian de Moura Diniz PROCESSADORES PARTE II 2 ULA UNIDADE LÓGICA E ARITMÉTICA A ULA - Arithmetic Logic Unit - que em

Leia mais

Conceitos e Gerenciamento de Memória

Conceitos e Gerenciamento de Memória Conceitos e Gerenciamento de Memória Introdução Num sistema computacional, temos diferentes tipos de memórias, para diferentes finalidades, que se interligam de forma estruturada e que formam o subsistema

Leia mais

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO INFORMÁTICA BÁSICA AULA 03. Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 25/06/2014

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO INFORMÁTICA BÁSICA AULA 03. Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 25/06/2014 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE INFORMÁTICA BÁSICA AULA 03 Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 25/06/2014 Unidades de armazenamento

Leia mais

Circuitos Digitais. Tipos de circuitos digitais: Circuitos combinacionais Circuitos sequenciais

Circuitos Digitais. Tipos de circuitos digitais: Circuitos combinacionais Circuitos sequenciais Circuitos Digitais Tipos de circuitos digitais: Circuitos combinacionais Circuitos sequenciais Circuito combinacional: Possui portas lógicas conectadas para produzir valor dos sinais de saída Não possui

Leia mais

VHDL Lógica Síncrona. Sinais de Saída. Sinais de Entrada. barreira. carg. VHDL -Lógica Síncrona

VHDL Lógica Síncrona. Sinais de Saída. Sinais de Entrada. barreira. carg. VHDL -Lógica Síncrona VHDL Lógica Síncrona Circuitos combinacionais respondem a estímulos com um atraso que depende de sua implementação Para sincronizar subsistemas em lógica combinacional utiliza-se barreiras temporais, que

Leia mais

MEMÓRIAS. Sistemas Digitais II Prof. Marcelo Wendling Set/10

MEMÓRIAS. Sistemas Digitais II Prof. Marcelo Wendling Set/10 MEMÓRIAS Sistemas Digitais II Prof. Marcelo Wendling Set/10 1 Definição São blocos que armazenam informações codificadas digitalmente números, letras, caracteres quaisquer, comandos de operações, endereços

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC

FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivos Ao final desta apostila,

Leia mais

28/8/13. Processadores. Introdução

28/8/13. Processadores. Introdução Processadores 1 Introdução 2 1 Data path 3 Data Path Composto pelo conjunto de registradores e o ULA Instruções register-memory Operações diretamente na memória Transferências entre memória e registrador

Leia mais