Mestranda em Direito Empresarial na Faculdade de Direito Milton Campos, Advogada

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mestranda em Direito Empresarial na Faculdade de Direito Milton Campos, Advogada"

Transcrição

1 A RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS E A BUSINESS JUDGMENT RULE (ART. 159, 6º DA LEI 6.404/76) Michelle Poubel Catta Preta Leal Mestranda em Direito Empresarial na Faculdade de Direito Milton Campos, Advogada SUMÁRIO: Introdução. 1. Deveres de conduta dos administradores; 1.1. Dever de diligência (art. 153 da LSA); 1.2. Dever de agir de acordo com a finalidade das atribuições (art. 154 da LSA); 1.3. Dever de lealdade e dever de sigilo (art. 155 da LSA); 1.4. Conflito de interesses (art. 156 da LSA); 1.5. Dever de informar (art. 157 da LSA); 2. A responsabilidade civil dos administradores; 3. As ações de responsabilidade dos administradores; 4. A exclusão da responsabilidade dos administradores (Business Judgment Rule). Conclusão. Referências Bibliográficas. INTRODUÇÃO Uma das relevantes caraterísticas das sociedades anônimas é a grande dispersão das participações societárias, o que confere aos seus administradores uma maior autonomia no exercício das suas funções. Assim é que, a Lei 6.404/76, Lei das Sociedades Anônimas (LSA), prescreve uma série de deveres que devem ser observados pelos administradores das companhias, sobretudo por exercerem funções essenciais para o bom funcionamento de uma empresa. Por outro lado, a responsabilização civil dos administradores pela prática de atos contrários à lei ou ao estatuto ou, ainda, realizados com culpa ou dolo, é um importante instrumento de tutela das relações que cercam as atividades empresariais, equilibrando e controlando os poderes da administração. O presente artigo visa analisar os principais aspectos que envolvem a responsabilidade dos administradores de sociedade anônima em relação à própria sociedade e os seus acionistas. 1

2 1. DEVERES DE CONDUTA DOS ADMINISTRADORES A Lei 6.404/76, Lei das Sociedades Anônimas (LSA), estabelece uma série de deveres e responsabilidades aos administradores das companhias, que se aplicam tanto aos membros do Conselho de Administração quanto aos da Diretoria. Isto porque o papel do administrador é de fundamental importância para o sucesso de uma companhia, sobretudo por serem os órgãos administrativos (Conselho de Administração e Diretoria) os que dão vida à sociedade, fazendoa funcionar. MARLON TOMAZETTE sintetiza a responsabilidade dos administradores da seguinte forma: os administradores de uma sociedade anônima têm diversos poderes, que devem ser exercidos no interesse da companhia satisfeitas as exigências do bem público e da função social da empresa. Para garantir o bom exercício desses poderes, a lei impõe uma série de deveres para os acionistas (TOMAZETTE, 2012: 538). Os principais deveres impostos aos administradores pela LSA são: 1.1. Dever de diligência (art. 153 da LSA): O dever de diligência é aquele que impõe aos administradores da companhia a condução cuidadosa e zelosa da gestão dos negócios sociais, desempenhando de forma adequada as suas funções. Cumpre ressaltar, entretanto, que o que é levado em conta não é o resultado obtido pela empresa, mas sim o fato do administrador ter se esforçado para alcançá-lo. Assim, caso a companhia obtenha um resultado negativo não significa que o administrador tenha faltado com o seu dever de diligência. 2

3 Por outro lado, o dever de diligência deve ser analisado caso a caso, afinal, segundo NELSON EIZIRIK não se pode, por exemplo, exigir de um conselheiro de administração o mesmo conhecimento sobre a gestão da companhia do que o de um diretor; como o dever de diligência constitui um standard, ele deve ser apreciado, no caso concreto, tendo em vista a posição ocupada pelo administrador. (EIZIRIK, 2011: 349) Dever de agir de acordo com a finalidade das atribuições (art. 154 da LSA): Os administradores das companhias devem, ainda, exercer as suas atribuições, legais e estatutárias, visando os fins e o interesse da companhia, ou seja, atuando para alcançar o objetivo social da forma mais lucrativa possível. Portanto, tais objetivos, embora predominantes, devem ser perseguidos ao menor custo possível para a comunidade. Por isso é que o art. 154 da LSA faz menção às exigências do bem público e da função social da empresa. Assim, embora os administradores anseiem a realização do objeto social e a maximização dos lucros, estes devem atendê-los ao menor custo para a coletividade, respeitando, por exemplo, os direitos dos trabalhadores e o meio ambiente. Em contrapartida os administradores que praticam atos que não visem atingir o interesse social, o bem público ou a função social da empresa, agem com desvio de poder Dever de lealdade e dever de sigilo (art. 155 da LSA): É notório, ainda, que os administradores não devem sobrepor seus interesses pessoais aos da companhia e, por isso, requer-se deles uma conduta de boa-fé e sempre no melhor interesse da companhia. 3

4 O art. 155 da LSA, em seu caput, estabelece o padrão genérico da conduta de lealdade do administrador e, em seguida, exemplifica as condutas vedadas ao mesmo, senão vejamos: (i) usar, em benefício próprio ou de outrem, com ou sem prejuízo para a companhia, as oportunidades comerciais de que tenha conhecimento em razão do exercício de seu cargo; (ii) omitir-se no exercício ou proteção de direitos da companhia ou, visando à obtenção de vantagens, para si ou para outrem, deixar de aproveitar oportunidades de negócio de interesse da companhia; (iii) adquirir, para revender com lucro, bem ou direito que sabe necessário à companhia, ou que esta tencione adquirir e (iv) utilizar de informação relevante ainda não divulgada, por qualquer pessoa que a ela tenha tido acesso, com a finalidade de auferir vantagem, para si ou para outrem, no mercado de valores mobiliários. A modalidade mais relevante de infração ao dever de lealdade, no caso das companhias abertas, é a do insider tranding, que nas palavras de NELSON EIZIRIK constitui o uso indevido de informações confidenciais para negociar com valores mobiliários por parte de pessoas que estão por dentro dos negócios da companhia, como é o caso dos administradores, a preços que ainda não estão refletindo o impacto de certas informações relevantes, que são de seu exclusivo conhecimento. Assim agindo, o insider obtém o melhor preço: mais alto se estiver vendendo, mais baixo se estiver comprando. (EIZIRIK, 2011: 370) Conflito de interesses (art. 156 da LSA): A LSA inseriu, em seu art. 156, mais um dever ao administrador que, em hipótese alguma, pode agir em conflito de interesse com a companhia. Assim, caso haja conflito de interesses entre a companhia e o administrador, este não poderá intervir no negócio objeto da divergência de interesses, cabendo-lhe informar aos demais administradores do seu impedimento e sua extensão. Nada mais é que uma consequência do dever de lealdade. 4

5 1.5. Dever de informar (art. 157 da LSA): Ligado ao dever de sigilo está o dever de informar, atribuído aos administradores de companhias abertas. O art. 157 da LSA indica as oportunidades nas quais o administrador deve prestar informações. São elas: (i) ao firmar o termo de posse, deve declarar o número de ações, bônus de subscrição, opções de compra de ações e debêntures conversíveis em ações, de emissão da companhia e de sociedades controladas ou do mesmo grupo, de que seja titular; (ii) na assembleia geral ordinária, a pedido de acionistas que representem 5% (cinco por cento) ou mais do capital social, devem revelar: a) o número dos valores mobiliários de emissão da companhia ou de sociedades controladas, ou do mesmo grupo, que tiver adquirido ou alienado, diretamente ou através de outras pessoas, no exercício anterior; b) as opções de compra de ações que tiver contratado ou exercido no exercício anterior; c) os benefícios ou vantagens, indiretas ou complementares, que tenha recebido ou esteja recebendo da companhia e de sociedades coligadas, controladas ou do mesmo grupo; d) as condições dos contratos de trabalho que tenham sido firmados pela companhia com os diretores e empregados de alto nível e e) quaisquer atos ou fatos relevantes nas atividades da companhia; e (iii) à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), às bolsas de valores ou entidades do mercado de balcão os fatos relevantes que possam influir na cotação dos valores mobiliários. As informações prestadas pelo administrador têm, como principais objetivos, resguardar os interesses dos acionistas e investidores no mercado de capitais, uma vez que demonstra a realidade da companhia. 5

6 2. A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES Salienta-se, desde já, que os administradores são considerados órgãos da companhia e não mandatários. Desta maneira, os administradores não são terceiros em relação à companhia, mas ela própria, responsáveis pela manifestação da vontade da pessoa jurídica. Em regra, os administradores não são pessoalmente responsáveis pelas obrigações que assumirem em nome da companhia e em virtude de ato regular de gestão. Entretanto, nem sempre o administrador age de acordo com os parâmetros legais e estatutários podendo, em determinadas circunstâncias, extrapolar seus poderes ou violar seus deveres, ou ainda agir com dolo ou culpa (art. 158 da LSA). Nesses casos, é necessário que se responsabilize pessoalmente o administrador, com o objetivo de reparar o dano causado, recompondo-se, desta maneira, o patrimônio do lesado. Dispõe o art. 158 da LSA: Art O administrador não é pessoalmente responsável pelas obrigações que contrair em nome da sociedade e em virtude de ato regular de gestão; responde, porém, civilmente, pelos prejuízos que causar, quando proceder: I - dentro de suas atribuições ou poderes, com culpa ou dolo; II - com violação da lei ou do estatuto. Há, portanto, na doutrina, uma discussão acerca da natureza da responsabilidade dos administradores: subjetiva ou objetiva? 6

7 Recorda-se que, na responsabilidade subjetiva é imprescindível demonstrar (i) o dano causado; (ii) o ato ilícito praticado pelo administrador; (iii) o nexo de causalidade entre o dano causado e o ato ilícito praticado e (iv) o dolo ou a culpa. Já na responsabilidade objetiva não há a necessidade de se examinar a intenção do administrador de provocar o dano ou a falta de cuidado para evitar que o mesmo ocorra. Basta o nexo de causalidade entre o dano causado e a conduta ilícita praticada para que o administrador responda objetivamente pelo prejuízo causado, independente de dolo ou culpa. Para a grande maioria, o inciso I do art. 158 da LSA aborda a responsabilidade subjetiva, uma vez que expõe categoricamente a necessidade da presença da culpa ou do dolo na conduta do administrador. Destarte, caberá ao sujeito lesado provar o elemento subjetivo, já que não se presume a responsabilidade do administrador que tenha agido dentro das suas atribuições. Já o inciso II do art. 158 da LSA aborda a responsabilidade objetiva, uma vez que, o fato de o administrador agir ilicitamente, seja infringindo a lei, seja o estatuto, enseja a presunção relativa de sua culpa. Neste caso, caberá ao administrador demonstrar que, embora tenha violado a lei ou estatuto, agiu de boa-fé para atender ao interesse social. Portanto, quanto aos incisos I e II do art. 158 da LSA, MODESTO CARVALHOSA entende que para as duas condutas não há distinção. Para ambos os casos aplica-se a moderna teoria da responsabilidade presumida, em que se conciliam o elemento moral subjetivo a imputabilidade moral com a teoria objetiva da conduta. (CARVALHOSA, 2003: 158). 7

8 3. AS AÇÕES DE RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES O administrador que agir com dolo ou culpa ou, ainda, violar a lei ou o estatuto, causando danos a alguém, será responsabilizado, por meio de ação própria, que deverá ser proposta pelo lesado. Caso o dano seja causado à companhia, esta, mediante deliberação da assembleia geral, promoverá ação de reparação (art. 159 da LSA). É a denominada ação uti universi, visto que será proposta pela própria companhia. É a assembleia geral, pela maioria do capital votante presente, que decidirá a favor ou contra o ajuizamento da ação de reparação contra o administrador causador do dano. Caso se decida pelo ajuizamento, o administrador será automaticamente destituído e substituído por outro. Admite-se, também, a legitimidade subsidiária de acionistas para o ajuizamento da ação de reparação mencionada, no caso de inércia dos administradores por 90 (noventa) dias, contados da deliberação que aprovou o ajuizamento. Nesta oportunidade, qualquer acionista poderá, em nome próprio, ajuizar a ação em benefício da companhia, atuando em autêntica substituição processual. Nossa legislação possibilita, além disso, o ajuizamento da ação de reparação pelos acionistas que representem 5% do capital social, mesmo que a assembleia geral delibere pelo não ajuizamento da mesma. É a ação denominada uti singuli. Alguns doutrinadores entendem ser esta outra hipótese de substituição processual, uma vez que os sócios agem em nome próprio, porém em benefício da companhia. MODESTO CARVALHOSA, todavia, entende que Na ação social ut singuli o acionista ingressa em juízo em nome da companhia, na 8

9 defesa do patrimônio social e do restabelecimento da observância da lei ou do estatuto, Não há, portanto, substituição processual, tal como prevista no art. 6º do Código de Processo Civil. Na ação social ut singuli a lei outorga à minoria representação da companhia, para intentar ação contra seus administradores. (CARVALHOSA, 2003: 380 e 381) 4. A EXCLUSÃO DA RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES (A BUSINESS JUDGMENT RULE, ART. 159, 6º DA LSA) Consagrada pelo direito societário norte-americano, a business judgment rule, instituto adotado pela nossa legislação (art. 159, 6º da LSA), presume que, ao tomar uma decisão empresarial, o administrador age com os conhecimentos e informações adequadas e de boa-fé, acreditando que tal decisão satisfaça os interesses sociais da companhia. Não caberá ao poder judiciário, portanto, analisar se as decisões tomadas pelos administradores foram ou não corretas, mas, tão-só, se estes agiram dentro dos poderes que lhes foram atribuídos e em atenção aos deveres que lhes são impostos pela lei. Nas palavras de ALEXANDRE COUTO SILVA, as decisões ou julgamentos dos negócios honestos e tomados de boa-fé e com base em investigações razoáveis não serão questionáveis judicialmente, ainda que a decisão seja enganada, infeliz ou até mesmo desastrosa. (SILVA, 2007: 143). CONCLUSÃO Com o presente trabalho procurou-se analisar os deveres dos administradores das sociedades anônimas, bem como a responsabilidade dos mesmos diante do exercício culposo ou doloso de suas funções ou, ainda, em desconformidade com a lei ou ao estatuto. 9

10 Fez-se uma abordagem da responsabilidade subjetiva e objetiva da, esclarecendo-se suas principais distinções. Concluiu-se que, no direito positivo brasileiro predomina a utilização do sistema de responsabilidade subjetiva, avaliando a culpa ou dolo do administrador como pressuposto indispensável de responsabilização, seja na esfera comercial ou cível. Para fins de imputação da responsabilização dos administradores, será ajuizada ação social, por deliberação da Assembleia Geral, conhecida por ut universi ou, em nome da sociedade, por acionista que represente pelo menos 5% (cinco por cento) do capital social, denominada uti singuli. Também há previsão de ação individual por acionista diretamente prejudicado ou terceiro pelo ato prejudicial do administrador, chamada de ação social individual. Portanto, como pôde ser constado, o presente trabalho teve por fim a abordagem de aspectos de suma importância para o mundo jurídico, buscando detalhar as polêmicas que giram em torno da responsabilização dos administradores de sociedades anônimas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BORBA, José Edwaldo Tavares. Direito societário. 8ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, CARVALHOSA, Modesto. Comentários à lei das sociedades anônimas. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, v. 3, COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito comercial. 13ª ed. São Paulo: Saraiva, v. II, CORRÊA-LIMA, Osmar Brina. Responsabilidade civil dos administradores de sociedade anônima. Rio de Janeiro: Aide,

11 EIZIRIK, Nelson. A lei das S/A comentada. São Paulo: Quartier Latin, v. II, FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Manual de direito comercial. 13ª ed. São Paulo: Atlas, MENEZES CORDEIRO, António. Da responsabilidade civil dos administradores das sociedades comerciais. Lisboa: Lex, NERILO, Lucíola Fabrete Lopes. Responsabilidade civil dos administradores nas sociedades por ações. 1ª ed. Curitiba: Juruá, NEVES, Vanessa Ramalhete Santos. Responsabilidade dos administradores de sociedades anônimas. Rio de Janeiro: Lumen Juris, SILVA, Alexandre Couto. Responsabilidade dos administradores de S/A: business judgment rule. Rio de Janeiro: Elsevier, TOMAZETTE, Marlon. Teoria geral e direito societário. 4ª ed. São Paulo: Atlas,

b) Função: dar maior agilidade ao processo de tomada de decisão no interior da organização empresarial.

b) Função: dar maior agilidade ao processo de tomada de decisão no interior da organização empresarial. 1. Conselho de Administração a) Conceito: é órgão deliberativo e fiscalizador, integrado por no mínimo três pessoas físicas, com competência para qualquer matéria do interesse social, exceto as privativas

Leia mais

O PAPEL DO CONSELHEIRO DE ADMINISTRAÇÃO DEVERES E RESPONSABILIDADES. APIMEC SUL Valéria Kasabkojian Schramm POA, junho de 2009

O PAPEL DO CONSELHEIRO DE ADMINISTRAÇÃO DEVERES E RESPONSABILIDADES. APIMEC SUL Valéria Kasabkojian Schramm POA, junho de 2009 O PAPEL DO CONSELHEIRO DE ADMINISTRAÇÃO DEVERES E RESPONSABILIDADES APIMEC SUL Valéria Kasabkojian Schramm POA, junho de 2009 2 Conselho de Administração Órgão de deliberação colegiada. Tem como objetivo

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br O objeto social e os limite da atuação do administrador da sociedade empresarial. A teoria do ato ultra vires Amanda Alves Moreira* 1. INTRODUÇÃO As sociedades comerciais, na situação

Leia mais

Responsabilidade Civil nas Atividades Empresariais. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Responsabilidade Civil nas Atividades Empresariais. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Responsabilidade Civil nas Atividades Empresariais Para Reflexão Ao indivíduo é dado agir, em sentido amplo, da forma como melhor lhe indicar o próprio discernimento, em juízo de vontade que extrapola

Leia mais

DEVERES E RESPONSABILIDADES DOS ADMINISTRADORES: UMA VISÃO PRÁTICA. A responsabilidade dos administradores na lei societária. 19 de março de 2014

DEVERES E RESPONSABILIDADES DOS ADMINISTRADORES: UMA VISÃO PRÁTICA. A responsabilidade dos administradores na lei societária. 19 de março de 2014 DEVERES E RESPONSABILIDADES DOS ADMINISTRADORES: UMA VISÃO PRÁTICA A responsabilidade dos administradores na lei societária 19 de março de 2014 AGENDA Contexto atual Visão geral dos deveres dos administradores

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Estácio Participações S.A. 1. Propósito Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados pelos (i) Administradores

Leia mais

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO Disciplina: Direito Empresarial II JUR 1022 Turma: C02 Prof.: Luiz Fernando Capítulo VI SOCIEDADES ANÔNIMAS 1. Evolução Legal: a) Decreto n. 575/49;

Leia mais

1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado:

1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS 1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: 1.1. Companhia : Braskem S.A. 1.2. Controladora

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

Responsabilidade Civil dos Administradores e Sócios da Sociedade E Teoria da Perda de uma Chance 15.08.13

Responsabilidade Civil dos Administradores e Sócios da Sociedade E Teoria da Perda de uma Chance 15.08.13 Responsabilidade Civil dos Administradores e Sócios da Sociedade E Teoria da Perda de uma Chance 15.08.13 I) INTRODUÇÃO Administração da sociedade Responsabilidade civil dos sócios e administradores Teoria

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. CNPJ 02.328.280/0001-97 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 02.238.280/0001-97 Rua Ary Antenor de Souza, nº 321,

Leia mais

A RESPONSABILIDADE CIVIL DO ADMINISTRADOR DE SOCIEDADE ANÔNIMA

A RESPONSABILIDADE CIVIL DO ADMINISTRADOR DE SOCIEDADE ANÔNIMA A RESPONSABILIDADE CIVIL DO ADMINISTRADOR DE SOCIEDADE ANÔNIMA Fernanda Marçal Pontes Resende 1 RESUMO: A definição de um contexto axiológico de referência para a conduta dos administradores foi um dos

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A. 1 PROPÓSITO A presente Política de Negociação de Valores Mobiliários tem como propósito estabelecer regras para

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COPASA MG

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COPASA MG Companhia de Saneamento de Minas Gerais REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COPASA MG Adequado conforme Estatuto Social aprovado pela AGE de 28/03/2011 2 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COPASA

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. I. PROPÓSITO 1.1 A presente Política visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS GERAIS 2. DEFINIÇÕES 3. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 4. PERÍODO DE VEDAÇÕES ÀS NEGOCIAÇÕES 5. AUTORIZAÇÃO

Leia mais

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A.

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 27 de abril de 2012

Leia mais

Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades Administrador Administrador é a pessoa a quem se comete a direção ou gerência de qualquer negócio ou serviço, seja de caráter público ou privado,

Leia mais

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA

Leia mais

RESUMO. A responsabilidade da sociedade é sempre ilimitada, mas a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas.

RESUMO. A responsabilidade da sociedade é sempre ilimitada, mas a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas. RESUMO 1)Sociedade Limitada Continuação 1.1) Responsabilidade do sócio dentro da sociedade limitada. A responsabilidade da sociedade é sempre ilimitada, mas a responsabilidade de cada sócio é restrita

Leia mais

POLÍTICAS DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÃO SOBRE ATO OU FATO RELEVANTE E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES ABRANGÊNCIA

POLÍTICAS DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÃO SOBRE ATO OU FATO RELEVANTE E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES ABRANGÊNCIA A Diretoria da Participações Industriais do Nordeste S.A. ( Companhia ) comunica que, por deliberação do Conselho de Administração, em reunião extraordinária realizada em 30.06.2002, foram aprovadas as

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A.

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A. I - DEFINIÇÕES 1. As definições utilizadas na presente Política de Divulgação de

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES:

RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES: RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES: E A CORPORATE GOVERNANCE MARIA DA CONCEIÇÃO CABAÇOS ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO MINHO 18 de Novembro de 2015 PRESSUPOSTOS DA RESPONSABILIDADE CIVIL Para que os

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA TRISUL S.A. Companhia Aberta CNPJ nº o8.811.643/0001-27 / NIRE 35.300.341.627 Av. Paulista, 37 15º andar Bairro Paraíso, CEP 01311-000 - São

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Objetivos da POLÍTICA 1. Esta POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS ( POLÍTICA ) estabelece as diretrizes e os procedimentos que orientam a WEG S.A., as empresas

Leia mais

Avaliação de Investimentos pelo Método de Equivalência Patrimonial. Contabilidade Avançada I Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares

Avaliação de Investimentos pelo Método de Equivalência Patrimonial. Contabilidade Avançada I Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares Avaliação de Investimentos pelo Método de Equivalência Patrimonial Contabilidade Avançada I Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares Aspectos Introdutórios No Método de Equivalência Patrimonial, diferentemente

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA Invest Tur Brasil Desenvolvimento Imobiliário Turístico S.A. Companhia Aberta CNPJ nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 Rua Ramos Batista,

Leia mais

1.Introdução... 2. 2. Definições... 2. 3. Objetivos e Princípios... 3. 4. Negociação por meio de Corretoras Credenciadas e Períodos de Bloqueio...

1.Introdução... 2. 2. Definições... 2. 3. Objetivos e Princípios... 3. 4. Negociação por meio de Corretoras Credenciadas e Períodos de Bloqueio... Índice 1.Introdução... 2 2. Definições... 2 3. Objetivos e Princípios... 3 4. Negociação por meio de Corretoras Credenciadas e Períodos de Bloqueio... 4 5. Restrições à Negociação na Pendência de Divulgação

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES

MANUAL DE INSTRUÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES MANUAL DE INSTRUÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES 1. CARACTERIZAÇÃO O presente documento destina-se a estabelecer a Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante da Companhia Aberta Companhia

Leia mais

Thúlio Poubel Catta Preta Leal Mestrando em Direito Empresarial na Faculdade de Direito Milton Campos, Advogado

Thúlio Poubel Catta Preta Leal Mestrando em Direito Empresarial na Faculdade de Direito Milton Campos, Advogado CLASSIFICAÇÕES DAS AÇÕES DE UMA SOCIEDADE ANÔNIMA E A RELATIVIZAÇÃO DA PROIBIÇÃO DE ATRIBUIR VOTO PLURAL PELA AÇÃO DE CLASSE ESPECIAL (ARTS. 17, 7º E 110, 2º DA LEI 6.404/76) Thúlio Poubel Catta Preta

Leia mais

Diretrizes de Governança Corporativa

Diretrizes de Governança Corporativa Diretrizes de Governança Corporativa DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&FBOVESPA Objetivo do documento: Apresentar, em linguagem simples e de forma concisa, o modelo de governança corporativa da

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. 1. OBJETIVO, ADESÃO E ADMINISTRAÇÃO 1.1 - A presente Política de Negociação tem por objetivo estabelecer

Leia mais

UNICASA INDÚSTRIA DE MÓVEIS S.A.

UNICASA INDÚSTRIA DE MÓVEIS S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE DA COMPANHIA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E MANUTENÇÃO DE SIGILO POR POTENCIAIS OU EFETIVOS DETENTORES DE INFORMAÇÃO RELEVANTE, NOS TERMOS DA INSTRUÇÃO CVM Nº

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. O presente Código de Conduta da Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (a Companhia ), visa cumprir com as disposições do Regulamento

Leia mais

Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante da Marisa Lojas S.A.

Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante da Marisa Lojas S.A. Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante da Marisa Lojas S.A. A presente Política de Divulgação de Informações relevantes tem como princípio geral estabelecer o dever da Marisa Lojas S.A. ( Companhia

Leia mais

Deveres e Responsabilidades dos Membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal. Os Deveres dos Conselheiros na Instrução CVM nº 358/02

Deveres e Responsabilidades dos Membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal. Os Deveres dos Conselheiros na Instrução CVM nº 358/02 1 Deveres e Responsabilidades dos Membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal Os Deveres dos Conselheiros na Instrução CVM nº 358/02 Elizabeth Lopez Rios Machado SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÕES

Leia mais

MAESTRO LOCADORA DE VEÍCULOS S.A. NIRE 35.300.414.284 CNPJ/MF nº 08.795.211/0001-70

MAESTRO LOCADORA DE VEÍCULOS S.A. NIRE 35.300.414.284 CNPJ/MF nº 08.795.211/0001-70 MAESTRO LOCADORA DE VEÍCULOS S.A. NIRE 35.300.414.284 CNPJ/MF nº 08.795.211/0001-70 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO E FATO RELEVANTE DA MAESTRO LOCADORA DE VEÍCULOS S.A. A presente Política de Divulgação

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES 2 I. Finalidade A presente Política de Divulgação de Informações e de Negociação de Ações tem como finalidade estabelecer as práticas de divulgação

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES SOBRE ATO OU FATO RELATIVO À EMPRESA DE INFOVIAS S/A

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES SOBRE ATO OU FATO RELATIVO À EMPRESA DE INFOVIAS S/A POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES SOBRE ATO OU FATO RELATIVO À EMPRESA DE INFOVIAS S/A 1. Introdução e Objetivo A Empresa de Infovias S/A sempre pautou a sua conduta pelo princípio da transparência,

Leia mais

Aprovada na Reunião do Conselho de Administração de 10.05.2012. Sumário

Aprovada na Reunião do Conselho de Administração de 10.05.2012. Sumário POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES Aprovada na Reunião do Conselho de Administração de 10.05.2012 Sumário I. Finalidade... 3 II. Abrangência... 3 III. Divulgação de Informação

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA TOTVS S.A. I. DEFINIÇÕES E ADESÃO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA TOTVS S.A. I. DEFINIÇÕES E ADESÃO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA TOTVS S.A. I. DEFINIÇÕES E ADESÃO 1. As definições utilizadas na presente Política de Negociação têm os significados que lhes são atribuídos

Leia mais

Indice CAPÍTULO 1. MERCADO DE CAPITAIS. NOÇÕES INTRODUTÓRIAS, 1. 1.1. A intermediação financeira... 1 1.2. O mercado de capitais...

Indice CAPÍTULO 1. MERCADO DE CAPITAIS. NOÇÕES INTRODUTÓRIAS, 1. 1.1. A intermediação financeira... 1 1.2. O mercado de capitais... , Indice CAPÍTULO 1. MERCADO DE CAPITAIS. NOÇÕES INTRODUTÓRIAS, 1 1.1. A intermediação financeira............. 1 1.2. O mercado de capitais........... 8 CAPÍTULO 2. A REGULAÇÃO DO MERCADO DE CAPITAIS,

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA SATIPEL INDUSTRIAL S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA SATIPEL INDUSTRIAL S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA SATIPEL INDUSTRIAL S.A. 1. Princípio Geral: Escopo 1.1 A POLÍTICA estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados pela Companhia e pessoas

Leia mais

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES 1 ÍNDICE I. Finalidade... 3 II. Abrangência... 3 III. Definições... 4 IV. Divulgação de

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA TECNISA S.A., OU A ELES REFERENCIADOS, POR POTENCIAIS OU EFETIVOS DETENTORES DE INFORMAÇÃO

Leia mais

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão 1. As definições utilizadas no presente instrumento têm os significados que lhes são atribuídos

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEAcc-SP 2/2005

RESOLUÇÃO CONSEAcc-SP 2/2005 RESOLUÇÃO CONSEAcc-SP 2/2005 ALTERA AS EMENTAS E CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DAS DISCIPLINAS CH1301 - COMERCIAL I, CH1306 - COMERCIAL II E CH1308 - COMERCIAL III, DO CURSO DE, DO CÂMPUS DE SÃO PAULO, DA UNIVERSIDADE

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE E DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA WEG S.A.

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE E DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA WEG S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE E DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA WEG S.A. Objetivos da POLÍTICA 1. Esta POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE E DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES

Leia mais

DIREITO SOCIETÁRIO. Sociedades não personificadas

DIREITO SOCIETÁRIO. Sociedades não personificadas DIREITO SOCIETÁRIO As sociedades são classificadas como simples ou empresárias (art. 982, CC). As sociedades empresárias têm por objeto o exercício da empresa: as sociedades simples exercem uma atividade

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO

DIREITO ADMINISTRATIVO DIREITO ADMINISTRATIVO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO Atualizado até 13/10/2015 RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO NOÇÕES INTRODUTÓRIAS Quando se fala em responsabilidade, quer-se dizer que alguém deverá

Leia mais

Empresas de Capital Fechado, ou companhias fechadas, são aquelas que não podem negociar valores mobiliários no mercado.

Empresas de Capital Fechado, ou companhias fechadas, são aquelas que não podem negociar valores mobiliários no mercado. A Ação Os títulos negociáveis em Bolsa (ou no Mercado de Balcão, que é aquele em que as operações de compra e venda são fechadas via telefone ou por meio de um sistema eletrônico de negociação, e onde

Leia mais

Amanda dos Santos Saraiva, Júlio César Campioni Lima, Tatiana Vieira dos Santos, Pedro Teófilo de Sá

Amanda dos Santos Saraiva, Júlio César Campioni Lima, Tatiana Vieira dos Santos, Pedro Teófilo de Sá Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 409 ASPECTOS DAS SOCIEDADES ANÔNIMA E LIMITADA Amanda dos Santos Saraiva, Júlio César Campioni Lima, Tatiana Vieira

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL B Código: DV 450

PLANO DE ENSINO. Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL B Código: DV 450 PLANO DE ENSINO Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL B Código: DV 450 Pré-requisito: Direito Civil A, B. Carga horária: 90 (noventa) horas aula Créditos: 6 (seis) Natureza: anual Docente: EMENTA Sociedades

Leia mais

MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA.

MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA. MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA. 1 Objetivos e Princípios Este Manual tem por objeto o estabelecimento de padrões de conduta e transparência

Leia mais

OAB 1ª Fase Direito Civil Responsabilidade Civil Duarte Júnior

OAB 1ª Fase Direito Civil Responsabilidade Civil Duarte Júnior OAB 1ª Fase Direito Civil Responsabilidade Civil Duarte Júnior 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. RESPONSABILIDADE CIVIL É A OBRIGAÇÃO QUE INCUMBE A ALGUÉM DE

Leia mais

Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante do BRB BANCO DE BRASÍLIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 00.000.208/0001-00 NIRE 5330001430 CVM 01420-6

Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante do BRB BANCO DE BRASÍLIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 00.000.208/0001-00 NIRE 5330001430 CVM 01420-6 Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante do BRB BANCO DE BRASÍLIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 00.000.208/0001-00 NIRE 5330001430 CVM 01420-6 FINALIDADE 1. - São regulados pelas disposições da presente

Leia mais

Radar Stocche Forbes Março 2015

Radar Stocche Forbes Março 2015 Março 2015 RADAR STOCCHE FORBES - SOCIETÁRIO Ofício-Circular CVM-SEP 2015 Principais Novidades No dia 26 de fevereiro de 2015, a Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) emitiu o Ofício-Circular nº 02/2015

Leia mais

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES Versão: 02 Aprovação: 130ª RCA, de 20.02.2014 ÍNDICE I. FINALIDADE... 3 II. ABRANGÊNCIA...

Leia mais

GRUPOS ECONÔMICOS E A ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA. José Marcelo Martins Proença marcelo.proenca@usp.br

GRUPOS ECONÔMICOS E A ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA. José Marcelo Martins Proença marcelo.proenca@usp.br GRUPOS ECONÔMICOS E A ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA José Marcelo Martins Proença marcelo.proenca@usp.br Apresentação - objetivo Verificação legislações (societária e concorrencial) Comparação das legislações

Leia mais

"Assim é sempre o coração do homem, a revolver-se no constante ser e não ser em que se escoa a vida humana."

Assim é sempre o coração do homem, a revolver-se no constante ser e não ser em que se escoa a vida humana. Segunda-feira, 24 de abril de 2006 - Migalhas nº 1.398 - Fechamento às 11h. "Assim é sempre o coração do homem, a revolver-se no constante ser e não ser em que se escoa a vida humana." (...) Cabo-de-guerra

Leia mais

Os termos e expressões relacionados abaixo e utilizados no âmbito desta Política, terão o seguinte significado

Os termos e expressões relacionados abaixo e utilizados no âmbito desta Política, terão o seguinte significado Políticas de Divulgação 1) Definições Os termos e expressões relacionados abaixo e utilizados no âmbito desta Política, terão o seguinte significado 1.1. Acionistas Controladores ou Controladora : o acionista

Leia mais

DAS SOCIEDADES: (A) A PERSONALIZAÇÃO DAS SOCIEDADES EMPRESARIAIS (PRINCÍPIOS DO DIREITO SOCIETÁRIO) GERA TRÊS CONSEQÜÊNCIAS:

DAS SOCIEDADES: (A) A PERSONALIZAÇÃO DAS SOCIEDADES EMPRESARIAIS (PRINCÍPIOS DO DIREITO SOCIETÁRIO) GERA TRÊS CONSEQÜÊNCIAS: DAS SOCIEDADES: CONCEITO: A sociedade empresária pode ser conceituada como a pessoa jurídica de direito privado não estatal, que explora empresarialmente seu objeto social ou a forma de sociedade por ações.

Leia mais

Acordo de Acionistas. ou Fato Relevante CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.

Acordo de Acionistas. ou Fato Relevante CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Acordo de Acionistas Política de da Divulgação CPFL Energia de S.A. Ato ou Fato Relevante CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Sumário I Ii Iii Iv V Vi Vii Viii Público-Alvo

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES E D&O INSURANCE PROBLEMAS ESCOLHIDOS

RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES E D&O INSURANCE PROBLEMAS ESCOLHIDOS RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES E D&O INSURANCE PROBLEMAS ESCOLHIDOS Curso de Mestrado em Direito dos Contratos e da Empresa Escola de Direito da Universidade do Minho 11 de Novembro de 2011

Leia mais

AS NOVAS REGRAS DE REGISTRO DE EMISSORES DE VALORES MOBILIÁRIOS NO MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO

AS NOVAS REGRAS DE REGISTRO DE EMISSORES DE VALORES MOBILIÁRIOS NO MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Conjuntura Walter Douglas Stuber Sócio Fundador de Walter Stuber Consultoria Jurídica, atuando como advogado especializado em direito empresarial, societário, financeiro

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações envolvendo emissores de valores mobiliários registrados na categoria A. O PRESIDENTE

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A POLÍTCA DE DVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A A Política estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados na divulgação de ato ou fato relevante e na manutenção do sigilo de tais

Leia mais

São Paulo - SP Av. Nove de Julho, 5.109 3º Andar (55 11) 3254 0050 www.porto.adv.br

São Paulo - SP Av. Nove de Julho, 5.109 3º Andar (55 11) 3254 0050 www.porto.adv.br São Paulo - SP Av. Nove de Julho, 5.109 3º Andar (55 11) 3254 0050 www.porto.adv.br 86º ENIC: 2014 Comissão de Obras Públicas - COP Lei Anticorrupção Lei nº 12.846, de 01/08/2013 PORTO ADVOGADOS www.porto.adv.br

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MPX ENERGIA S/A

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MPX ENERGIA S/A POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MPX ENERGIA S/A 1 1. Objetivo A presente Política de Negociação de es Mobiliários de emissão da MPX ( Política ) tem por objetivo estabelecer

Leia mais

COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS CEDAE CNPJ/MF: 33.352.394/0001-04 Companhia Aberta

COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS CEDAE CNPJ/MF: 33.352.394/0001-04 Companhia Aberta COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS CEDAE CNPJ/MF: 33.352.394/0001-04 Companhia Aberta POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO I DEFINIÇÕES As definições utilizadas

Leia mais

A. DEFINIÇÕES E ADESÃO

A. DEFINIÇÕES E ADESÃO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA CYRELA BRAZIL REALTY S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES APROVADA PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM REUNIÃO NO DIA 10 DE MAIO DE 2012 A. DEFINIÇÕES

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 29 de agosto de 2013. 1 POLÍTICA

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06 TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N os 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06. Dispõe sobre a Constituição de funcionamento de Clubes

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES E DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES E DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES E DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES I OBJETO Este instrumento disciplina as práticas diferenciadas de negociação de ações e divulgação de atos ou fatos relevantes da

Leia mais

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da CPFL Energia S.A.

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da CPFL Energia S.A. Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da CPFL Energia S.A. I. FINALIDADE 1. O objetivo da Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da CPFL Energia S.A. (a Companhia )

Leia mais

Manual de Política de Divulgação e Uso de Informações Relevantes da Claro Telecom Participações S.A.

Manual de Política de Divulgação e Uso de Informações Relevantes da Claro Telecom Participações S.A. Claro Telecom Participações S.A. É compromisso da zelar pela qualidade, consistência, suficiência, transparência e celeridade na divulgação das informações disponíveis a respeito de suas atividades. O

Leia mais

Transformação, incorporação, fusão e cisão de sociedades no Código Civil de 2002

Transformação, incorporação, fusão e cisão de sociedades no Código Civil de 2002 Transformação, incorporação, fusão e cisão de sociedades no Código Civil de 2002 Priscila Ramos Fragoso Aluna do 2º ano do curso de Direito da Unesp (Franca-SP) Sumário: 1. Aspectos gerais das operações

Leia mais

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 MANUAL DA ADMINISTRAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA VULCABRAS AZALEIA S. A. DE 31 DE JANEIRO DE 2011. O

Leia mais

AULA 10 Sociedade Anônima:

AULA 10 Sociedade Anônima: AULA 10 Sociedade Anônima: Conceito; características; nome empresarial; constituição; capital social; classificação. Capital aberto e capital fechado. Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Bolsa de Valores.

Leia mais

PLANO DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA OU SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES DA CAMBUCI S.A. CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

PLANO DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA OU SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES DA CAMBUCI S.A. CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS PLANO DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA OU SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES DA CAMBUCI S.A. CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Artigo 1º. Os objetivos deste Plano de Opção de Compra ou Subscrição de Ações (o "Plano") da Cambuci

Leia mais

Administração Financeira

Administração Financeira Administração Financeira MÓDULO 11: DECISÕES DE FINANCIAMENTO A LONGO PRAZO As empresas dispõem de fontes internas e fontes externas de recursos financeiros para o financiamento de suas atividades. Com

Leia mais

Manual da Política de Divulgação

Manual da Política de Divulgação Manual da Política de Divulgação BM&F BOVESPA S.A. BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS MANUAL DA POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS I. Definições II.

Leia mais

Aula 5 Pressupostos da responsabilidade civil (Culpa).

Aula 5 Pressupostos da responsabilidade civil (Culpa). Aula 5 Pressupostos da responsabilidade civil (Culpa). Pressupostos da responsabilidade civil subjetiva: 1) Ato ilícito; 2) Culpa; 3) Nexo causal; 4) Dano. Como já analisado, ato ilícito é a conduta voluntária

Leia mais

O O CONFLITO ENTRE O PODER DE DIREÇÃO DA EMPRESA E A INTIMIDADE/PRIVACIDADE DO EMPREGADO NO AMBIENTE DE TRABALHO. Adriana Calvo

O O CONFLITO ENTRE O PODER DE DIREÇÃO DA EMPRESA E A INTIMIDADE/PRIVACIDADE DO EMPREGADO NO AMBIENTE DE TRABALHO. Adriana Calvo O O CONFLITO ENTRE O PODER DE DIREÇÃO DA EMPRESA E A INTIMIDADE/PRIVACIDADE DO EMPREGADO NO AMBIENTE DE TRABALHO Adriana Calvo Professora de Direito do Trabalho do Curso Preparatório para carreiras públicas

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Artigo 1º - O Comitê de Pessoas ( Comitê ) de Lojas Renner S.A. ( Companhia ), órgão estatutário, de caráter consultivo

Leia mais

Pessoa Jurídica de Direito Privado como Sujeito de Direitos e Obrigações

Pessoa Jurídica de Direito Privado como Sujeito de Direitos e Obrigações 1 Pessoa Jurídica de Direito Privado como Sujeito de Direitos e Obrigações Maria Bernadete Miranda Mestre em Direito das Relações Sociais, sub-área Direito Empresarial, pela Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

TOTVS S.A. CNPJ/MF nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 11 DE SETEMBRO DE 2006

TOTVS S.A. CNPJ/MF nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 11 DE SETEMBRO DE 2006 TOTVS S.A. CNPJ/MF nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 11 DE SETEMBRO DE 2006 1. - DATA, HORA E LOCAL DA REUNIÃO: Realizada às 10h00 do dia

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL VII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL VII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Mate Gelado Refrescos Ltda. celebrou contrato de compra e venda com Águas Minerais da Serra S.A., pelo qual esta deveria fornecer 100 (cem) litros d água por dia

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL DO EMPREGADOR EM ACIDENTE DE TRABALHO

RESPONSABILIDADE CIVIL DO EMPREGADOR EM ACIDENTE DE TRABALHO RESPONSABILIDADE CIVIL DO EMPREGADOR EM ACIDENTE DE TRABALHO Rafael Bratfich GOULART 1 Cleber Affonso ANGELUCI 2 RESUMO: O presente trabalho pretende buscar a melhor teoria de responsabilidade civil a

Leia mais

VIVO PARTICIPAÇÕES S.A. Companhia Aberta CNPJ MF 02.558.074/0001 73 NIRE 35.3.001.587 92 TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A. TELESP FATO RELEVANTE

VIVO PARTICIPAÇÕES S.A. Companhia Aberta CNPJ MF 02.558.074/0001 73 NIRE 35.3.001.587 92 TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A. TELESP FATO RELEVANTE FATO RELEVANTE As administrações da Vivo Participações S.A. ( Vivo Part. ) e da Telecomunicações de São Paulo S.A. Telesp ("Telesp") (conjuntamente referidas como Companhias ), na forma e para os fins

Leia mais

UNIPAR UNIÃO DE INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS S.A.

UNIPAR UNIÃO DE INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS S.A. UNIPAR UNIÃO DE INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS S.A. (POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE APROVADA NA RCA DE 2002) FINALIDADE A política de divulgação de Ato ou Fato Relevante da Unipar observará

Leia mais

O Acionista Controlador e os Direitos dos Acionistas Minoritários

O Acionista Controlador e os Direitos dos Acionistas Minoritários 1 O Acionista Controlador e os Direitos dos Acionistas Minoritários Maria Bernadete Miranda Mestre em Direito das Relações Sociais, sub-área Direito Empresarial, pela Pontifícia Universidade Católica de

Leia mais

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 443, DE 2008 NOTA DESCRITIVA

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 443, DE 2008 NOTA DESCRITIVA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 443, DE 2008 NOTA DESCRITIVA NOVEMBRO/2008 Nota Descritiva 2 SUMÁRIO Constituição de subsidiárias integrais ou controladas para o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal...4 Aquisição

Leia mais

Do direito de recesso

Do direito de recesso BuscaLegis.ccj.ufsc.br Do direito de recesso Flávio Barbosa Quinaud Pedron Mestre e Doutorando em Direito pela UFMG. Especialista em Direito Processual pela PUC-Minas. Professor de Teoria Geral do Processo

Leia mais

A Importância do RI na Abertura de Capital. Etapas do Processo de IPO. José Luiz Homem de Mello 03 de outubro de 2007

A Importância do RI na Abertura de Capital. Etapas do Processo de IPO. José Luiz Homem de Mello 03 de outubro de 2007 A Importância do RI na Abertura de Capital Etapas do Processo de IPO José Luiz Homem de Mello 03 de outubro de 2007 Agenda Registro Inicial de Companhia Aberta Registro de Oferta Pública de Distribuição

Leia mais

8º SEMINÁRIO ANBIMA DE DIREITO DO MERCADO DE CAPITAIS São Paulo 23 agosto. PULVERIZAÇÃO DO CONTROLE ACIONÁRIO NO BRASIL Modesto Carvalhosa

8º SEMINÁRIO ANBIMA DE DIREITO DO MERCADO DE CAPITAIS São Paulo 23 agosto. PULVERIZAÇÃO DO CONTROLE ACIONÁRIO NO BRASIL Modesto Carvalhosa 8º SEMINÁRIO ANBIMA DE DIREITO DO MERCADO DE CAPITAIS São Paulo 23 agosto PULVERIZAÇÃO DO CONTROLE ACIONÁRIO NO BRASIL Modesto Carvalhosa A recente pulverização da propriedade acionária projeta questionamentos

Leia mais

Nota do autor, xix. 5 Dissolução e liquidação, 77 1 Resolução da sociedade em relação a um sócio, 77

Nota do autor, xix. 5 Dissolução e liquidação, 77 1 Resolução da sociedade em relação a um sócio, 77 Nota do autor, xix 1 Empresa, 1 1 Empreender, 1 2 Noções históricas, 2 3 Teoria da empresa, 3 4 Registro, 8 4.1 Redesim, 10 4.2 Usos e práticas mercantis, 14 4.3 Empresário rural, 15 5 Firma individual,

Leia mais

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL Direito Societário É subárea do direito empresarial que disciplina a forma de exercício coletivo de atividade econômica empresária; Importante observação sobre as questões da primeira fase da OAB: 25%

Leia mais

www.estudodeadministrativo.com.br

www.estudodeadministrativo.com.br DIREITO ADMINISTRATIVO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO I - CONCEITO - A responsabilidade civil se traduz na obrigação de reparar danos patrimoniais, sendo que com base em tal premissa podemos afirmar

Leia mais