CORE CloseOut Risk Evaluation Apresentação para mercado

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1 CORE CloseOut Risk Evaluation Apresentação para mercado Novembro de 2012 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia autorização dos órgãos reguladores. CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL USO INTERNO X PÚBLICO

2 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE

3 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE

4 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS DEFININDO UM MODELO DE RISCO ROBUSTO E EFICIENTE CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS OPORTUNIDADE DE AUMENTO DE EFICIÊNCIA VIA COMPENSAÇÃO DE RISCOS MAS COMO ASSEGURAR QUE OS GANHOS DE EFICIÊNCIA SÃO ROBUSTOS? Ganhos de eficiência não são considerados robustos quando as hipóteses empregadas pelo modelo de compensação de riscos possuem baixo nível de aderência à realidade, resultando em insuficiência de recursos para o cumprimento de obrigações pela Câmara. NECESSIDADE DE CONSTRUÇÃO DE UM MODELO DE RISCO QUE REFLETE DE FORMA FIEL O PROBLEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA 4

5 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS O PROBLEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DE UMA CÂMARA O PROBLEMA DA ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DE UMA CÂMARA, NA HIPÓTESE DE INADIMPLEMENTO DE UM PARTICIPANTE, CONSISTE EM TER OS RECURSOS E A LIQUIDEZ NECESSÁRIOS PARA REALIZAR O ENCERRAMENTO (CLOSEOUT) ORDENADO DO CONJUNTO DE POSIÇÕES DETIDAS PELO PARTICIPANTE DENTRO DAS CONDIÇÕES DE MERCADO VIGENTES AO LONGO DE UM HORIZONTE DE TEMPO MÍNIMO (HOLDING PERIOD). PROCESSO DE ENCERRAMENTO DE UMA CARTEIRA D+0 D+1 D+2 D+3 D+4... D+T PRINCIPAIS ASPECTOS QUE DEVEM SER CONSIDERADOS PELO MODELO EVOLUÇÃO (DINÂMICA INTERTEMPORAL) DOS FATORES DE RISCO QUE DEFINEM OS VALORES DOS ATIVOS E CONTRATOS QUE COMPÕEM A CARTEIRA, BEM COMO DA PRÓPRIA COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA MODELO DE NEGOCIAÇÃO ELETRÔNICO VS. OTC MODELO DE LIQUIDAÇÃO RTGS VS. DNS FRICÇOES, RESTRIÇÕES E CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS ASSOCIADAS A CADA ATIVO PERTENTECENTE À CARTEIRA LIQUIDEZ/PROFUNDIDADE DE MERCADO ESTRUTURA DE FLUXOS DE CAIXA DO ATIVO POSSIBILIDADE DE LIQUIDAÇÃO FRACIONADA 5

6 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS ABORDAGEM MAIS COMPLEXA QUE MODELOS A LA VAR A MODELAGEM DO PROBLEMA DA ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DE UMA CÂMARA PRECISA CONSIDERAR, DE FORMA CONJUNTA, A EVOLUÇÃO DAS VARIÁVEIS DE MERCADO (PREÇOS E TAXAS) E DA COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA, RESPEITANDO UM CONJUNTO DE RESTRIÇÕES RELEVANTES IMPOSTAS PELAS CARACTERÍSTICAS DE CADA ATIVO CONSIDERADO. RISCO DE ENCERRAMENTO DA CARTEIRA CÁLCULO DE PERDAS E GANHOS D+0 D+1 D+2 D+3 D+4... D+T PROCESSO DINÂMICO, COM FRICÇÕES ESSA MODELAGEM REQUER CONCEITOS E FERRAMENTAS MAIS COMPLEXOS DO QUE AQUELES TIPICAMENTE EMPREGADOS NA INDÚSTRIA FINANCEIRA (I.E. MODELOS A LA VAR). COM EFEITO, ESSES MODELOS FREQUENTEMENTE CONCENTRAM-SE NA MENSURAÇÃO DA VARIAÇÃO POTENCIAL DO VALOR DE UMA CARTEIRA ESTÁTICA, NÃO CONSIDERANDO UM PROCESSO DINÂMICO E COM FRICÇÕES DE ENCERRAMENTO A MERCADO. RISCO DE VARIAÇÃO DO VALOR DA CARTEIRA D+0 D+T CÁLCULO DE PERDAS E GANHOS PROCESSO ESTÁTICO, SEM FRICÇÕES 6

7 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS ABORDAGEM MAIS COMPLEXA QUE MODELOS A LA VAR (CONT.) EMBORA MODELOS A LA VAR POSSAM SER ADAPTADOS PARA A ESTIMAÇÃO DE RISCO DE ENCERRAMENTO, SUA PLAUSABILIDADE FICA COMPROMETIDA NO CASO DE CARTEIRAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS (I.E. ALTAMENTE HETEROGÊNEAS) MODELO DE ENCERRAMENTO IMPLÍCITO D+0 D+T HIPÓTESE SUBJACENTE: TODOS ATIVOS E CONTRATOS SÃO LIQUIDADOS AO MESMO TEMPO, SEM FRICÇÕES E COM TOTAL COINCIDÊNCIA DE FLUXOS DE CAIXA UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA CONSISTE NA UTILIZAÇÃO DE UM MODELO COM MÚLTIPLOS SILOS, ONDE CADA SILO CONTÉM APENAS ATIVOS E/OU CONTRATOS COM CARACTERÍSTICAS COMUNS (I.E. HOMOGÊNEOS). NESSE CASO, O RISCO TOTAL DA CARTEIRA É DADO PELA SOMA ALGÉBRICA DOS RISCOS DE CADA SILO. MODELO DE ENCERRAMENTO IMPLÍCITO D+0 D+T D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 SILO 2 SILO 3... SOMA DE RISCOS 7

8 MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS MODELAGEM EM SILO E AUMENTO DO RISCO SISTÊMICO MESMO UM MODELO EM SILOS, COM SUPERCOLATERALIZAÇÃO VIA SOMA DE RISCOS, NÃO É NECESSARIAMENTE GARANTIA DE UM SISTEMA MAIS ROBUSTO. DE FATO, O MODELO EM SILOS PODE OCULTAR IMPORTANTES RISCOS DE ESGARÇAMENTO DE LIQUIDEZ E DIMINUIR INCENTIVOS A COMPORTAMENTOS DILIGENTES EM MOMENTOS DE CRISE. SITUAÇÃO ORIGINAL, AGENTES A E B D+0 D+T D+0 D+T MARGEM (RISCO) = 100 SILO 1 SILO 2 AUMENTO NA VOLATILIDADE DE MERCADO AGENTE A EFETUA HEDGE NO MERCADO COM RISCO NO SILO 2 AGENTE B NÃO REALIZA QUALQUER OPERAÇÃO DE HEDGE D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 SILO 2 D+0 D+T D+0 D+T MARGEM (RISCO) = 200 MARGEM (RISCO) = 100 DESINCENTIVO AO COMPORTAMENTO DILIGENTE. AUMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ NO SISTEMA. CENÁRIOS LTCM (1998) E CRISE DAS NTN-Ds (2002). SILO 1 SILO 2 8

9 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE

10 O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO O MODELO CORE O MODELO CORE CLOSEOUT RISK EVALUATION FOI ESPECIALMENTE DESENVOLVIDO PELA BM&FBOVESPA COM O INTUITO DE PERMITIR A ESTIMAÇÃO ROBUSTA E EFICIENTE DE RISCOS EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS CONSIDERA A DINÂMICA INTERTEMPORAL DO PROCESSO DE ENCERRAMENTO DE UMA CARTEIRA DE ATIVOS E CONTRATOS. PREVÊ IMPORTANTES FRICÇÕES E RESTRIÇÕES ASSOCIADAS AO PROCESSO DE LIQUIDAÇÃO DE ATIVOS E CONTRATOS DINÂMICA DE NEGOCIAÇÃO, LIQUIDEZ E PROFUNDIDADE DE MERCADO, ESTRUTURA DE FLUXOS DE CAIXA, ETC. ESTIMA, DE FORMA CONJUNTA E CONSISTENTE, OS RISCOS DE MERCADO E DE LIQUIDEZ ASSOCIADOS AO PROCESSO DE ENCERRAMENTO (CLOSEOUT) DE UMA CARTEIRA. 10

11 A METODOLOGIA CORE PARA CÁLCULO DE RISCO VISÃO GERAL: CÁLCULO DE RISCO DE ENCERRAMENTO (CLOSEOUT) EM 3 ETAPAS 1 - DETERMINAÇÃO DA ESTRATÉGIA ENCERRAMENTO D+0 D+1 D+2 D+3 D+4... D+T Determinação da estratégia de encerramento da carteira que, respeitando as restrições de liquidação de seus ativos/mercados, minimiza o risco de perdas associadas ao processo de closeout, preservando estratégias de hedge existentes. 2 - AVALIAÇÃO DE RISCO D+0 D+1 D+2 D+3 D+4... D+T Definição de cenários (estresse) associados às dinâmicas de cada um dos fatores de risco relevantes para a carteira. Todos ativos e contratos são reavaliados considerando os cenários definidos nessa etapa (full valuation). 3 - DETERMINAÇÃO DE PERDAS E GANHOS POTENCIAIS D+0 D+1 D+2 D+3 D+4... D+T Cálculo e agregação intertemporal das perdas e ganhos associados a cada um dos cenários considerando a estratégia de encerramento definida. RISCO DE ENCERRAMENTO (CLOSEOUT) PERDA PERMANENTE PERDA TRANSIENTE Resultado: duas medidas de risco, de mercado e de liquidez, estimadas conjuntamente e consistentes entre si. 11

12 VALORES DOS FLUXOS DE CAIXA MÁXIMO ENTRE O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO VISÃO GERAL: PERDAS PERMANENTES E PERDAS TRANSIENTES 3 - DETERMINAÇÃO DE PERDAS E GANHOS POTENCIAIS D+0 D+1 D+2 D+3 D+4... D+T V0 + V1 + V2 + V3 + V VT NECESSIDADE DE CAIXA EM D+T IGUAL PERDA PERMANENTE V0 NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+0 V0 + V1 NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+1 V0 + V1 + V2 V0 + V1 + V2 + V3 NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+2 NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+3 PERDA TRANSIENTE V0 + V1 + V2 + V3 + V4 NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+4 V0 + V1 + V2 + V3 + V VT NECESSIDADE DE CAIXA ATÉ D+T 12

13 RISCO O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO DETALHE: DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA DE ENCERRAMENTO D+0 D+1 D+2 D+3 D+4 D+5 CARTEIRA ENCERRAMENTO/CLOSEOUT FUTUROS, COMPRA, ADMITE LIQUIDAÇÃO IMEDIATA OPÇÕES, VENDA, ADMITE LIQUIDAÇÃO APENAS EM D+3 SWAP, VENDA, ADMITE LIQUIDAÇÃO APENAS EM D ESTRATÉGIA NAÏVE DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA ÓTIMA RISCO MÍNIMO 3 ESTRATÉGIA ÓTIMA ITERAÇÃO 13

14 PERDAS E GANHOS AO LONGO DO PROCESSO O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO DETALHE: COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA E EVOLUÇÃO DOS FATORES DE RISCO D+0 D+1 D+2 D+3 D+4 D+5 D+6 CARTEIRA ENCERRAMENTO/CLOSEOUT FATOR 1 FATOR 2 FATOR N D+0 D+1 D+2 D+3 D+4 D+5 D+6 MERCADO EVOLUÇÃO DOS FATORES DE RISCO 14

15 # CENÁRIO O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO DETALHE: EVOLUÇÃO DOS FATORES DE RISCO E GERAÇÃO DE CENÁRIOS MULTIVARIADOS FATOR 1 FATOR 2... FATOR N GERADOR DE CENÁRIOS MULTIVARIADOS FATOR N FATOR 1 FATOR D+0 D+1 D D+T D+0 D+1 D D+T CENÁRIOS PARA DETERMINAÇÃO DE PERDAS E GANHOS AO LONGO DO PROCESSO DE CLOSEOUT D+0 D+1 D+2... D+T 15

16 PIOR CASO O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO DETALHE: DETERMINAÇÃO DAS PERDAS E GANHOS AO LONGO DO PROCESSO PERDA PERMANENTE #1 PERDA TRANSIENTE PERDA PERMANENTE #2 PERDA TRANSIENTE PERDA PERMANENTE #3 PERDA TRANSIENTE PERDA PERMANENTE #NCEN PERDA TRANSIENTE CENÁRIOS D+1 D+2 D+3 D+4 D+5 D+6 16 FLUXO POSITIVO FLUXO NEGATIVO

17 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE

18 ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE PRINCIPAIS EXEMPLOS HEDGE DE POSIÇÃO EM DERIVATIVOS OTC NO MERCADO DE DERIVATIVOS LISTADOS RISCO CORE D+0 D+1 D+2 D+3 D+4... D+T RISCO DE ENCERRAMENTO MODELO ATUAL SOMA DE RISCOS D+0 D+T D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 POSIÇÃO OTC SILO 2 DERIVATIVOS LISTADOS SILO 3 COLATERAL (GARANTIAS) RISCO CORE: CUSTO DE ENCERRAMENTO DA CARTEIRA (POSIÇÕES + COLATERAL) DEVE SER MENOR OU IGUAL A ZERO MODELO ATUAL: COLATERAL-HAIRCUT MAIOR OU IGUAL RISCO (OTC) + RISCO (DERIVATIVOS LISTADOS) 18

19 ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE PRINCIPAIS EXEMPLOS (CONT.) ATIVO OBJETO DE HEDGE DEPOSITADO COMO COLATERAL RISCO CORE D+0 D+1 D+2 D+3 D+4... D+T RISCO DE ENCERRAMENTO MODELO ATUAL SOMA DE RISCOS D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 DERIVATIVOS LISTADOS SILO 2 COLATERAL (GARANTIAS) RISCO CORE: CUSTO DE ENCERRAMENTO DA CARTEIRA (POSIÇÕES + COLATERAL) DEVE SER MENOR OU IGUAL A ZERO MODELO ATUAL: COLATERAL-HAIRCUT MAIOR OU IGUAL RISCO (DERIVATIVOS LISTADOS) 19

20 ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE PRINCIPAIS EXEMPLOS (CONT.) TOMADOR DE EMPRÉSTIMO DE AÇÕES COM COLATERAL EM AÇÕES DA MESMA COMPANHIA, CLASSE DIFERENTE (PN x ON) RISCO CORE D+0 D+1 D+2 D+3 D+4... D+T RISCO DE ENCERRAMENTO MODELO ATUAL SOMA DE RISCOS D+0 D+T D+0 D+T SILO 1 EMPRÉSTIMO DE AÇÕES SILO 2 COLATERAL (GARANTIAS) RISCO CORE: CUSTO DE ENCERRAMENTO DA CARTEIRA (POSIÇÕES + COLATERAL) DEVE SER MENOR OU IGUAL A ZERO MODELO ATUAL: COLATERAL-HAIRCUT MAIOR OU IGUAL RISCO (EMPRÉSTIMO) 20

21 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE

22 IMPLEMENTAÇÃO DO CORE COMPONENTES DO MODELO E ARQUITETURA DE TI DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA ÓTIMA DE ENCERRAMENTO SOFTWARE ESPECÍFICO PARA TRATAMENTO DE PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO GERAÇÃO DE PREÇOS COM BASE EM CENÁRIOS MULTIVARIADOS ARQUITETURA PARALELA DE ALTÍSSIMA PERFORMANCE UTILIZANDO UNIDADES GRÁFICAS COM MÚLTIPLOS PROCESSADORES (GPUs) AGREGAÇÃO DE RISCOS E CONTROLE SOFTWARE DE ALTA PERFORMANCE DESENVOLVIDO EM C++ PELA BM&FBOVESPA INTERFACE COM A PLATAFORMA RTC (CINNOBER) PLUG-IN DE RISCO DESENVOLVIDO PELA BM&FBOVESPA EM PARCERIA COM A CINNOBER 22

23 IMPLEMENTAÇÃO DO CORE EQUIPES ENVOLVIDAS DEFINIÇÃO DO MODELO, CONSTRUÇÃO DO PROTÓTIPO, TESTES DO MODELO DEFINITIVO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO FINANCE CONCEPTS (MARCO AVELLANEDA-NYU E RAMA CONT- COLUMBIA) PARECER INDEPENDENTE, ANÁLISE DE VIABILIDADE, APOIO NA DEFINIÇÃO DO MODELO DIRETORIA DE TI PÓS-NEGOCIAÇÃO DESENVOLVIMENTO DO CORE 23

24 IMPLEMENTAÇÃO DO CORE STATUS DO PROJETO - MACRO MODELO CONCEITUAL MODELO MATEMÁTICO PROTÓTIPO PLUG-IN RISCO/CORE DEZ/2010 JUL/2010 DEZ/2011 JUL/2011 DEZ/2012 MAR/2013 APRESENTAÇÃO DO PROTÓTIPO 24

25 AGENDA MODELAGEM DE RISCO EM CÂMARAS MULTIATIVOS E MULTIMERCADOS O MODELO CORE PARA CÁLCULO DE RISCO EM CÂMARAS ESTRATÉGIAS DE HEDGE BENEFICIADAS PELO CORE IMPLEMENTAÇÃO DO CORE PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO MODELO CORE

26 PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DERIVADOS DO CORE DESENVOLVIDO ESPECIALMENTE PARA TRATAMENTO DO PROBLEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO EM CÂMARAS MODELAGEM ROBUSTA, QUE OFERECE GANHOS DE EFICIÊNCIA SEM ABRIR MÃO DA SEGURANÇA MODELO TRANSPARENTE E INTUITIVO FACILIDADE NA VALIDAÇÃO DAS PREMISSAS RISCOS DE MERCADO E DE LIQUIDEZ SÃO TRATADOS DE FORMA CONSISTENTE E CONJUNTA MAIOR EFICIENCIA NA ALOCAÇÃO DE CAPITAL PARA CARTEIRAS COM ESTRATÉGIAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO (HEDGE) OFERECE INCENTIVOS À ADOÇÃO DE MEDIDAS PRUDENCIAIS DE CONTENÇÃO DE RISCOS EVITA ESGARÇAMENTO DE LIQUIDEZ AO DISPENSAR A ADOÇÃO DE MODELOS EM SILO, MITIGANDO RISCO SISTÊMICO 26

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