a área de oportunidade emergente

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "a área de oportunidade emergente"

Transcrição

1 C a d e r n o s L i n k Entrevista B2B a área de oportunidade emergente Os processos de negócio que tiram partido das tecnologias ligadas à Web e ao comércio electrónico optimizando a proposta de valor para o cliente vão ser decisivos na competição global. Fornecer as arquitecturas adequadas é a missão da Link, particularmente no emergente segmento do B2B José Alves Marques Presidente do Conselho de Administração da Link 4 N1 - Novembro de 1999

2 Entrevista C a d e r n o s L i n k A Link pretende posicionar-se na vanguarda da consultadoria no segmento de maior crescimento do comércio electrónico nos próximos anos, que ficou conhecido por «B2B», o diminutivo de «business to business», ou seja as relações de mercado entre empresas. As enormes oportunidades que se abrem neste campo em Portugal justificam a aposta feita pela Link. José Alves Marques, presidente do Conselho de Administração da empresa, explica as razões da estratégia seguida. Qual o balanço que faz da vossa estratégia de posicionamento no campo da consultadoria de «e-business»? A Link conseguiu neste primeiro ano de existência posicionar-se claramente como uma empresa focada na Arquitectura do Negócio Electrónico. Na nossa visão, o Negócio Electrónico pode ser visto como uma extensão da organização, e, consequentemente, dos seus processos de negócio em três direcções - os clientes na vertente B2C («business to consumer»), os parceiros de negócio na vertente B2B («business to business») e uma outra faceta, frequentemente esquecida, que consiste na extensão aos seus próprios colaboradores, e que recentemente se tem designado por B2P («business to people»). Até agora, a vertente mais desenvolvida no mercado, e portanto a que maior importância teve na actuação da Link, foi na área do B2C na Web, com numerosas empresas a dotarem-se de portais e de mecanismos de contacto com os seus clientes. Apesar de ainda não estar estruturada na sua globalidade, a vertente B2P materializa-se no desenvolvimento de Intranets com as grandes empresas a perceberem a importância do conhecimento, da sua divulgação interna e da sua gestão. Mas o que é que poderá consolidar a vossa vantagem competitiva na área de consultadoria? A nosso ver, é a vertente B2B que vai começar, daqui para diante, a fazer a diferença nos negócios na rede - todos os analistas e estudos internacionais o têm salientado. O «business to business» terá a maior percentagem no comércio electrónico e vai ser o sector de maior crescimento na Nova Economia. Há imensas coisas para fazer neste campo junto das empresas que têm de fazer esta evolução do negócio tradicional para o negócio electrónico. Na Link estamos, por isso, a dotarmo-nos dos meios conceptuais para efectuar a consultadoria neste domínio e a criar as parcerias necessárias ao desenvolvimento de soluções. Qual é a importância económica real do «B2B» para as empresas? Esta questão é complexa e tem a ver com uma pergunta conceptual da teoria económica: qual a razão porque se criam empresas? A resposta básica é que as empresas se constituíram e se desenvolveram porque as operações necessárias para produzir um dado serviço ou produto são mais eficientes quando realizadas internamente do que quando são efectuadas recorrendo ao mercado. Esta razão justifica a integração vertical das empresas que foram sucessivamente incorporando funções de modo a efectuarem o maior número possível de operações internamente. Veja-se o caso das grandes empresas que se envolviam na produção, logística, distribuição, para além de terem diversos departamentos para tratar dos aspectos de recursos humanos, legais, aprovisionamento, etc.. A tecnologia ajudou imenso este crescimento, criando mecanismos, como o telégrafo, o telefone e mais recentemente os sistemas informáticos, que permitiram integrar empresas de escala inicialmente nacional, depois continental e finalmente globais. A grande diferença que a Internet e as Tecnologias de Informação estão a criar é tornar as transacções mais económicas quando realizadas directamente no mercado do que quando são efectuadas dentro da empresa. E porque é que o mercado se está a tornar mais eficiente do que a cadeia de valor dentro da empresa? A resposta radica em duas leis empíricas que justificam o aparecimento da Nova Economia. A tecnologia dos computadores N2 - Setembro de

3 está a evoluir desde a invenção dos circuitos integrados, seguindo uma curva de crescimento geométrico verificada empiricamente e justificada pela chamada lei de Moore (de Gordon Moore, um dos fundadores da Intel) basicamente, o poder de cálculo dos computadores duplica de ano e meio em ano e meio e o preço mantém-se constante. Não existiu, até à data, em mais nenhuma tecnologia, ao longo da história, uma progressão semelhante. Esta evolução tecnológica justifica o desenvolvimento explosivo no campo dos computadores propriamente ditos, mas também no das aplicações e estende-se a outros domínios como as telecomunicações digitais, a televisão digital, etc.. A segunda lei quantifica o efeito do estabelecimento de redes de utilizadores que partilham plataformas comuns. Este princípio conhecido como a lei de Metcalf (de Robert Metcalf, investigador do Xerox PARC e fundador da 3Com) calcula o valor de uma rede como sendo uma função do quadrado do número de utilizadores - de uma forma simplista, uma rede tem um efeito multiplicador económico que se torna exponencial- mente maior com a adesão de mais utilizadores. A Internet é o exemplo claro da convergência desses dois fenómenos e daí o potencial que lhe é reconhecido para poder gerar algo tão radical como um novo sistema económico. A Nova Economia provem do facto do mercado acreditar nestas duas leis que prevêem o crescimento a que se assiste. Mas qual é o impacto dessas «leis» nos custos esperados na cadeia de valor? Basta pensar nos custos em que se incorre numa transacção simples: encontrar fornecedores, obter características dos produtos, verificar as especificações, negociar preços, autorizar a encomenda, verificar os prazos de entrega, etc.. Estes custos podem ser claramente reduzidos quando se utilizam mecanismos electrónicos para manter a informação, pesquisá-la, encontrar valores de equilíbrio entre a oferta e a procura, etc.. 6 N2 - Setembro de 2000

4 Entrevista C a d e r n o s L i n k Basta pensar nos custos em que se incorre numa transacção simples: encontrar fornecedores, obter características dos produtos, verificar as especificações, negociar preços, autorizar a encomenda, verificar os prazos de entrega, etc. [...] com meios informáticos poderosos e de custo reduzido somados a redes com cada vez mais empresas compradoras e fornecedoras, é previsível que as empresas possam efectuar as suas transacções de forma mais eficiente directamente num mercado electrónico do que efectuando as operações internamente. Portanto, com meios informáticos poderosos e de custo reduzido somados a redes com cada vez mais empresas compradoras e fornecedoras, é previsível que as empresas possam efectuar as suas transacções de forma mais eficiente directamente num mercado electrónico do que efectuando as operações internamente. E acha que as empresas portuguesas têm consciência dessa evolução que está a ocorrer? A realidade está a mudar muito rapidamente e o quadro da nova concorrência colocou em causa a tradicional concepção da empresa «vertical». Novos protagonistas, que podem vir dos sítios mais inesperados, estão rapidamente a absorver ou capturar uma parte da cadeia de valor e a obrigar a mudanças radicais na forma de estar no mercado e na organização das empresas. A maioria das grandes empresas está atenta a esta evolução - verifica-se mesmo um grande número de iniciativas horizontais e em determinados sectores de actividade. Nas PME, o problema é um pouco mais complexo, porque muitas não têm a infraestrutura informática de base necessária para poderem integrar-se nestes novos sistemas. Contudo, estas evoluções vão necessariamente ser fundamentais para poderem vir a competir nos mercados do futuro. Mas como é que a Link vê a mudança concreta das empresas portuguesas para esta nova realidade? As empresas portuguesas, dependendo do seu posicionamento, têm vários tipos de relações com o mercado electrónico. As grandes empresas, em geral, são sensíveis aos custos de aprovisionamento pelo que procurarão reduzi-los se encontrarem mecanismos eficientes e que interliguem com os seus sistemas operacionais. As grandes empresas de sectores verticais, como a Distribuição, Indústria e Construção, vão procurar agregar à sua volta comunidades de compradores e fornecedores para constituírem mercados verticais. As PME, sobretudo as exportadoras, têm de fazer parte desta novas cadeias de valor electrónicas sob pena de ficarem excluídas do mercado onde os grandes compradores vão estar. Devido à fragmentação do tecido de PME em Portugal, poderão aparecer ainda entidades agregadoras que permitam a pequenas empresas agregar quer as compras quer a capacidade de fornecimento, em particular para mercados internacionais. Mas em que é que essas famosas leis podem «afectar» os empresários portugueses? Implicam uma mudança de paradigma na ideia de negócio. A introdução destas novas tecnologias e a percepção da nova economia vão mudar significativamente o N2 - Setembro de

5

6 Entrevista C a d e r n o s L i n k modo de fazer negócios. Isto gerou uma nova dinâmica em 50 anos tivemos a gestação e criação de uma Nova Economia, enquanto que o capitalismo industrial levou 250 anos a amadurecer. Quem não estiver «dentro» desta dinâmica não sobreviverá. Esta situação histórica que temos vivido consubstancia uma terceira «lei» de que tenho falado a da ruptura. Há uma disrupção com o modelo económico anterior. As empresas que não forem capazes de se adaptar sofrerão o mesmo destino das que não souberam adaptar-se às transformações económicas do passado. Há, claramente, um desafio aos empresários para perceberem os novos paradigmas do funcionamento do mercado e para se prepararem tendo em atenção que as constantes de tempo são agora diferentes e que a velocidade a que é preciso tomar decisões se acelerou consideravelmente. Mas que tipo de plataformas se estão a estruturar no mercado electrónico português do «B2B» que possam favorecer essa mudança? Basicamente creio que se estão a desenvolver diversos tipos de abordagem, particularmente visíveis desde meados deste ano: há entidades que pretendem estruturar um espaço de mercado na Web, que tem sido designado de «marketsites» ou «marketplaces». Estas entidades gerem os catálogos de produtos e serviços, executam as transacções básicas, dinamizam leilões, efectuam interligações a sistemas de pagamentos e a logística. Sob estas plataformas surgirão dois tipos de mercados: os Verticais focados num segmento de negócio e os Horizontais. Os Horizontais actuam na agregação da oferta e procura de serviços para o que se designa na gíria de gestão N2 - Setembro de

7 C a d e r n o s L i n k Entrevista Mas crê que o mercado português suporta tanta diversidade de plataformas, particularmente quatro ou mais alternativas no campo dos mercados electrónicos horizontais? Tanto quanto já foi noticiado, vão surgir mercados electrónicos Horizontais, que já estão anunciados a Tradecom, de iniciativa da PT Prime (com parcerias com a Caixa Geral de Depósitos, o Bes.com do grupo Espírito Santo e a Commerce One), o «Bizdirect», com a Sonae.com em aliança com a AITEC e o BPI, e a iniciativa da EDP, Galp e BCP (Forum b2b). Uma outra agregando a AIP, a Pricewaterhouse Coopers e a CASE foi também, ainda mais recentemente, anunciada. Como se trata de grandes compradores, estas plataformas poderão dinamizar bastante o B2B. Também, a nível de mercados verticais, há já algumas iniciativas anunciadas. Estamos atentos ao evoluir da situação, apesar de nesta fase inicial do mercado aparecerem muitas iniciativas que não têm o necessário suporte para se materializar. Dessas áreas emergentes do «e-business», a que se referiu, quais são as que estão menos desenvolvidas em Portugal, onde há oportunidades de consultadoria óbvias? por MRO - Manutenção, Reparação e Operações, uma «rubrica» que chega a representar 30% dos custos das empresas. Os mercados Verticais constituem-se em redor de empresas dominantes num determinado mercado e que se juntam para tornar a sua relação comercial mais eficiente. É provável o aparecimento de Verticais nas áreas da Construção Civil, Distribuição, Peças de Automóveis, etc.. A resposta mais abrangente seria todas! Porque na realidade a transformação que o B2B implica levará à reformulação dos processos de negócio das empresas. A cadeia de valor deixa de ser a clássica dentro de uma empresa para se interligar múltiplos intervenientes. Os processos de negócio que tirem partido da tecnologia optimizando a proposta de valor vão ser decisivos na competição global. Para suportar estes processos de negócio são necessárias arquitecturas coer- 10 N2 - Setembro de 2000

8 Entrevista C a d e r n o s L i n k Modelos de Plataformas no B2B. Sensíveis ao mecanismo do preço - «agoras» (mercados baseados no preço dinâmico entre oferta e procura, nomeadamente leilões inversos). Agregadoras do lado da oferta (optimização da selecção, organização, preço, conveniência, cruzamento entre oferta e procura e satisfação da encomenda). Agregadores da procura - grupos de compradores que se juntam em mercados específicos sensíveis ao preço para pressionar a oferta. «Market places» horizontais dedicadas ao MRO. «Market places» verticais, geralmente de catálogo, por indústria (nomeadamente química, plásticos, etc.) e neutrais. «Market places» verticais neutrais por certo tipo de indústrias (aço, papel, energia, etc.) que funcionam segundo o mercado «spot» entes que tirem partido das ofertas existentes no mercado não perdendo a coerência global. Mas é fundamental que não fiquem fechadas em sistemas de um f o r n e c e d o r, dado que a evolução torna impossível que alguém consiga ser o mais competitivo nos múltiplos sectores que constituem uma arquitectura de suporte ao Negócio Electrónico. Finalmente, existe um grande número de subsistemas que têm de evoluir para que o mercado funcione - destaco a logística e os pagamentos. Justamente, no campo das plataformas para pagamentos seguros, que oportunidades existem? Há ainda soluções que estão por implementar entre nós. Aliás, neste campo, a Europa está atrás dos Estados Unidos em certos casos, como o da divulgação do «purchase card». Trata-se de um cartão de crédito com características especiais que existe nos departamentos de compra das empresas e que é distribuído aos funcionários responsáveis pelas «compras» para terem capacidade de aquisição de determinados produtos, até determinados montantes, com determinados fornecedores. Seria possível delegar a execução de muitas das compras -sobretudo no segmento de que falámos à bocado, do MRO. Isso faria desaparecer, num ápice, «circuitos burocráticos de papel» dentro das empresas. Estes cartões poderiam ser puramente virtuais e usados dentro dessas plataformas de «e-commerce» de que temos estado a falar.. Plataformas plurimercados verticais. «Corporate» B2B plataformas de aprovisionamento de grandes empresas que interactuam directamente com os vendedores Fontes: Don Tapscott in «Digital Capital» e Steven Kaplan e Mohambir Sawhney em «E-Hubs: The New B2B Marketplaces». Reviews em N2 - Setembro de

Aproveitar a janela de oportunidade da Nova Economia

Aproveitar a janela de oportunidade da Nova Economia C a d e r n o s L i n k Entrevista Aproveitar a janela de oportunidade da Nova Economia A emergência da economia digital implicou um outro conceito de empresa que exige uma nova arquitectura dos sistemas

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

O Case Study da Tradecom 30 MARÇO 2004_CULTURGEST_LISBOA

O Case Study da Tradecom 30 MARÇO 2004_CULTURGEST_LISBOA O ase Study da Tradecom Evolução dos modelos de negócio B2B B2B e-marketplaces Soluções de compras B2B Redes de EDI Distribuição de Informação Acesso restrito, caro, não escalável endas em sítios na WEB

Leia mais

Em início de nova fase, forumb2b.com alarga a oferta

Em início de nova fase, forumb2b.com alarga a oferta Em início de nova fase, alarga a oferta Com o objectivo de ajudar as empresas a controlar e reduzir custos relacionados com transacções de bens e serviços, o adicionou à sua oferta um conjunto de aplicações

Leia mais

A Internet nas nossas vidas

A Internet nas nossas vidas Economia Digital A Internet nas nossas vidas Nos últimos anos a internet revolucionou a forma como trabalhamos, comunicamos e até escolhemos produtos e serviços Economia Digital Consumidores e a Internet

Leia mais

A plataforma de software modular ud121 E-Business, oferece uma das mais sofisticadas ferramentas para comunicações integradas multi-canal.

A plataforma de software modular ud121 E-Business, oferece uma das mais sofisticadas ferramentas para comunicações integradas multi-canal. A plataforma de software modular ud121 E-Business, oferece uma das mais sofisticadas ferramentas para comunicações integradas multi-canal. Adoptada por diversas empresas líderes de mercado em vários sectores

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem Capítulo 6 1 Telecomunicações e redes 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Identificar as principais tendências e os grandes desenvolvimentos nas empresas, nas tecnologias e nas aplicações de negócio, das telecomunicações

Leia mais

E-BUSINESS AGENDA. Profª. Kelly Hannel

E-BUSINESS AGENDA. Profª. Kelly Hannel E-BUSINESS Profª. Kelly Hannel AGENDA Evolução da internet nos negócios Conceitos de E-BUSINESS e COMÉRCIO ELETRÔNICO Identificando tendências do E-BUSINESS Quadro das interações possíveis no meio eletrônico

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA Quem Somos Somos um grupo de empresas de prestação de serviços profissionais nas áreas das Tecnologias de Informação, Comunicação e Gestão. Estamos presente em Portugal,

Leia mais

A vantagem competitiva através do desenvolvimento do e-business

A vantagem competitiva através do desenvolvimento do e-business A vantagem competitiva através do desenvolvimento do e-business Artigo original redigido por: Dien D. Phan Extraído do Information & Management, Vol.40, 2003 (pág.581-590) Introdução * E-business O seu

Leia mais

Síntese do estudo sobre A ADESÃO DAS PME NACIONAIS À PRÁTICA DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO

Síntese do estudo sobre A ADESÃO DAS PME NACIONAIS À PRÁTICA DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO Síntese do estudo sobre A ADESÃO DAS PME NACIONAIS À PRÁTICA DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO 1. PRINCIPAIS CONCLUSÕES Há um entendimento razoável das vantagens da prática do comércio electrónico no seio das PME

Leia mais

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Outras conclusões: Recrutamento na área de Marketing Digital registou crescimento de 15%. Área de E- commerce cresceu 6% Remuneração dos profissionais

Leia mais

Seminário de apresentação da Rede Gestus

Seminário de apresentação da Rede Gestus Seminário de apresentação da Rede Gestus Rede Gestus O LOGOTIPO Rede Gestus Internacionalização Zona 4 Gestus Compras Cartão ECOTUR Portal Gestus Cartão Gestus Contact Center CRM Zona 4 O LOGOTIPO Características:

Leia mais

Consultoria de Gestão Sistemas Integrados de Gestão Contabilidade e Fiscalidade Recursos Humanos Marketing e Comunicação Consultoria Financeira JOPAC SOLUÇÕES GLOBAIS de GESTÃO jopac.pt «A mudança é a

Leia mais

Consortia e-market da Fileira Moda. para o Mercado Externo

Consortia e-market da Fileira Moda. para o Mercado Externo Consortia e-market da Fileira Moda para o Mercado Externo O que é? Consórcio entre empresas da Fileira Moda e a Exponor Digital destinado a criar e explorar uma ou mais lojas online, orientada(s) para

Leia mais

José Alves Marques Presidente do Conselho de Administração da Link Consulting

José Alves Marques Presidente do Conselho de Administração da Link Consulting José Alves Marques Presidente do Conselho de Administração da Link Consulting A integração de SI é uma questão de Alinhamento de Processos e Sistemas Nos dias de hoje, as tecnologias deixaram de ser um

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA 1/21 ANÁLISE DA ENVOLVENTE EXTERNA À EMPRESA... 3 1. Análise do Meio Envolvente... 3 2. Análise da Evolução do Mercado... 7 3. Análise da Realidade Concorrencial...

Leia mais

28 DOSSIER MODELO DE NEGÓCIO PERSPECTIVAS DE GESTÃO NO

28 DOSSIER MODELO DE NEGÓCIO PERSPECTIVAS DE GESTÃO NO 28 DOSSIER MODELO DE NEGÓCIO PERSPECTIVAS DE GESTÃO NO APÓS-VENDA DOSSIER 29 JORGE ZÓZIMO DA FONSECA Se fosse um concessionário, o meu negócio era o após-venda Ao longo das duas últimas décadas o mercado

Leia mais

INFORMÁTICA PARA GESTÃO I Curso Superior de Gestão de Marketing

INFORMÁTICA PARA GESTÃO I Curso Superior de Gestão de Marketing INFORMÁTICA PARA GESTÃO I Curso Superior de Gestão de Marketing Docente (Teóricas): E-mail: vmnf@yahoo.com Web: http://www.vmnf.net/ipam Aula 13 Sumário A Internet: Modelos de Negócio, Publicidade e Meios

Leia mais

NORMALIZAÇÃO Comércio Electrónico e a sua Importância na Cadeia de Distribuição 14 de Dezembro 2010 Nuno Miranda

NORMALIZAÇÃO Comércio Electrónico e a sua Importância na Cadeia de Distribuição 14 de Dezembro 2010 Nuno Miranda NORMALIZAÇÃO Comércio Electrónico e a sua Importância na Cadeia de Distribuição 14 de Dezembro 2010 Nuno Miranda The global language of business O que é ecommerce? Da perspectiva de processo de negócio,

Leia mais

2ª Conferência. Internet, Negócio e Redes Sociais Financiar, Inovar e Empreender. 21 de novembro de 2013 Auditório do ISEGI

2ª Conferência. Internet, Negócio e Redes Sociais Financiar, Inovar e Empreender. 21 de novembro de 2013 Auditório do ISEGI 2ª Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais Financiar, Inovar e Empreender 21 de novembro de 2013 Auditório do ISEGI Patrocinador Principal Patrocinadores Globais APDSI Internet, Negócio e Redes Sociais

Leia mais

ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY

ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY _ CURRICULUM Composta por uma equipa multidisciplinar, dinâmica e sólida, Sobre Nós A ilimitados - the marketing company é uma empresa de serviços na área do Marketing,

Leia mais

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP 1. Sobre a ACEP A ACEP - Associação de Comércio Electrónico em Portugal é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo e a implementação das diversas

Leia mais

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP 1. Sobre a ACEP A ACEP - Associação de Comércio Electrónico em Portugal é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo e a implementação das diversas

Leia mais

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL 38 PME Líder SOLUÇÕES FINANCEIRAS BES Helen King/CORBIS APOIO FINANCEIRO ÀS EMPRESAS O BES disponibiliza uma vasta oferta de produtos financeiros e serviços, posicionando-se como o verdadeiro parceiro

Leia mais

Marketing de Serviços

Marketing de Serviços Marketing de Serviços Distribuição de Serviços 1 Objectivos Discutir as formas de distribuição de serviços e os seus desafios Avaliar as implicações da distribuição de serviços através de canais físicos

Leia mais

4º Congresso brasileiro de meios eletrônicos de pagamento, São Paulo - Brasil, 15/10/2009 4º Congresso brasileiro de meios eletrônicos de pagamento

4º Congresso brasileiro de meios eletrônicos de pagamento, São Paulo - Brasil, 15/10/2009 4º Congresso brasileiro de meios eletrônicos de pagamento Solução Made by Um cartão à medida de cada cliente, São Paulo - Brasil, 15/10/2009 São Paulo, 15-10-2009 1 Agenda Overview Os mercado de meios eletrônicos de pagamento em Portugal Posicionamento da Caixa

Leia mais

Luís Magalhães Presidente, UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento

Luís Magalhães Presidente, UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento A Internet,os computadores, os telefones móveis, a TV digital estão a transformar profundamente a maneira como as pessoas vivem - como aprendem, trabalham, ocupam os tempos livres e interagem, tanto nas

Leia mais

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP 1. Sobre a ACEP A ACEP - Associação de Comércio Electrónico em Portugal é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo e a implementação das diversas

Leia mais

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO UM BREVE HISTÓRICO COMÉRCIO ELETRÔNICO O comércio sempre existiu desde que surgiram as sociedades. Ele é dito como o processo de comprar, vender e trocar produtos e serviços. Inicialmente praticado pelos

Leia mais

O que é comércio eletrônico?

O que é comércio eletrônico? COMÉRCIO ELETRÔNICO O que é comércio eletrônico? O comércio eletrônico ou e-commerce é a compra e venda de mercadorias ou serviços por meio da Internet, onde as chamadas Lojas Virtuais oferecem seus produtos

Leia mais

Inovação TECNOLÓGICA DAS MOTORIZAÇÕES

Inovação TECNOLÓGICA DAS MOTORIZAÇÕES Inovação EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DAS MOTORIZAÇÕES DOSSIER 13 JORGE LIZARDO NEVES O futuro é sem dúvida eléctrico Vem aí a Era de motores menos poluentes e mais eficientes. Quem o diz é o Jorge Lizardo Neves,

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

Secção I. ƒ Sistemas empresariais cruzados

Secção I. ƒ Sistemas empresariais cruzados 1 Secção I ƒ Sistemas empresariais cruzados Aplicações empresariais cruzadas 2 ƒ Combinações integradas de subsistemas de informação, que partilham recursos informativos e apoiam processos de negócio de

Leia mais

Objetivos. Universo. Transformação. Administração 10/10/2012. Entender as definições de e-business e e- commerce;

Objetivos. Universo. Transformação. Administração 10/10/2012. Entender as definições de e-business e e- commerce; Objetivos Administração Profª Natacha Pouget Módulo: Gestão de Inovação e Ativos Intangíveis Tema da Aula: E-Business e Tecnologia da Informação I Entender as definições de e-business e e- commerce; Conhecer

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita Foi aprovado pela tutela no ano de 2008 o Regulamento Interno do Centro Hospitalar do Porto que passou a reger a

Leia mais

O SECTOR A SOLUÇÃO Y.make Num mundo cada vez mais exigente, cada vez mais rápido e cada vez mais competitivo, o papel dos sistemas de informação deixa de ser de obrigação para passar a ser de prioridade.

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR +

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + Ponta Delgada, 28 de Abril de 2014 Intervenção do Presidente do Governo Regional

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

Rastreabilidade e Eficiência dos Negócios na Agro-indústria

Rastreabilidade e Eficiência dos Negócios na Agro-indústria A origem e a qualidade dos alimentos estão na mira do Consumidor. Cada vez mais conscientes e exigentes, os Consumidores têm em conta uma série de atributos na hora de decidir o que vai para o carrinho

Leia mais

SISTEMAS DEGESTÃO EMPRESARIAL

SISTEMAS DEGESTÃO EMPRESARIAL SISTEMAS DEGESTÃO EMPRESARIAL Imagine um mundo onde a sua Empresa se desenvolve facilmente, onde a cooperação entre os seus funcionários, as suas filiais e o seu ambiente de negócio é simples e em que

Leia mais

E-BUSINESS: O USO CORPORATIVO DA INTERNET

E-BUSINESS: O USO CORPORATIVO DA INTERNET ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 - AO2 GERÊNCIA SETORIAL DE COMÉRCIO E SERVIÇOS Data: Junho/2000 N o 15 E-BUSINESS: O USO CORPORATIVO DA INTERNET INTRODUÇÃO As empresas que, de alguma forma, estão envolvidas

Leia mais

As empresas estão hoje em ciclos económicos em que existe uma competitividade crescente e ciclos de vida mais curtos para os produtos

As empresas estão hoje em ciclos económicos em que existe uma competitividade crescente e ciclos de vida mais curtos para os produtos C a d e r n o s L i n k Arquitectura do negócio electrónico José Alves Marques Presidente do Conselho de Administração da Link A arquitectura do negócio electrónico As empresas estão hoje em ciclos económicos

Leia mais

Wagner K. Arendt Coordenador de TI FCDL/SC

Wagner K. Arendt Coordenador de TI FCDL/SC Wagner K. Arendt Coordenador de TI FCDL/SC sua empresa na Internet A criação de um site é uma regra geral para empresas que querem sobreviver em um mercado cada vez mais agressivo e um mundo globalizado,

Leia mais

Comércio Eletrônico. Comércio Eletrônico. Grau de digitalização. Caracteriza-se Comércio eletrônico pelo grau de digitalização:

Comércio Eletrônico. Comércio Eletrônico. Grau de digitalização. Caracteriza-se Comércio eletrônico pelo grau de digitalização: Comércio Eletrônico FTS Faculdade Taboão da Serra Curso de Administração de Sistemas de Informações Disciplina: Comércio Eletrônico Comércio Eletrônico Caracteriza-se Comércio eletrônico pelo grau de digitalização:

Leia mais

PALAVRAS CHAVE RESUMO

PALAVRAS CHAVE RESUMO ESIG2001 SPATIAL INTELLIGENCE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA COMO MEIO DE SUPORTE À DECISÃO João Machado Costa, Rui Marques Ferreira Novabase www.novabase.pt joao.machado@novabase.pt PALAVRAS CHAVE Spatial Information

Leia mais

SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais

SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais Derechos Quem Somos O Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos, organizada e posicionada para a oferta integrada de Serviços Partilhados para o sector da Saúde.

Leia mais

Capítulo. Sistemas de comércio electrónico

Capítulo. Sistemas de comércio electrónico Capítulo 9 Sistemas de comércio electrónico 1 2 Objectivos de aprendizagem Identificar as principais categorias e tendências das aplicações de comércio electrónico (e-commerce). Identificar os processos

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

FACTURA ELECTRÓNICA Impactos nas organizações

FACTURA ELECTRÓNICA Impactos nas organizações 2º SEMINÁRIO EUROPAPER DIGITAL Impactos da Adopção da Factura Electrónica: Económicos, Sociais e Organizacionais Alexandre Nilo Fonseca Presidente Aliança Digital FACTURA ELECTRÓNICA Impactos nas organizações

Leia mais

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como SISTEMA DE DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO DAS OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO EM REDE Nota: documento elaborado pela INTELI Inteligência em Inovação, no âmbito da consultadoria prestada

Leia mais

Objectivos. e explicar de que formas as TI podem ser utilizadas para ganhar vantagens competitivas. tecnologias da informação.

Objectivos. e explicar de que formas as TI podem ser utilizadas para ganhar vantagens competitivas. tecnologias da informação. Capítulo 2 1 Enfrentar a concorrência com tecnologias da informação 2 Objectivos ƒ Identificar estratégias de concorrência básicas e explicar de que formas as TI podem ser utilizadas para ganhar vantagens

Leia mais

Dinâmicas de exportação e de internacionalização

Dinâmicas de exportação e de internacionalização Dinâmicas de exportação e de internacionalização das PME Contribuição da DPIF/ Como fazemos? 1. Posicionamento e actuação da DPIF A DPIF tem como Missão: Facilitar o acesso a financiamento pelas PME e

Leia mais

Gestão do conhecimento

Gestão do conhecimento 1 Gestão do conhecimento Inteligência empresarial Aproveitar o saber-fazer organizacional Apoio ao desempenho Interacção com as bases de dados operacionais Construção de redes periciais Criação, partilha

Leia mais

Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor

Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor Lisboa, 20 de Junho Comércio electrónico, segurança dos dados pessoais, regulação e mecanismos de protecção foram alguns dos temas discutidos

Leia mais

A ADESÃO DE PORTUGAL E AS IMPLICAÇÕES NO SECTOR FINANCEIRO

A ADESÃO DE PORTUGAL E AS IMPLICAÇÕES NO SECTOR FINANCEIRO A ADESÃO DE PORTUGAL E AS IMPLICAÇÕES NO SECTOR FINANCEIRO 1. Breve panorama da evolução histórica Em 1 de Janeiro de 1986, quando Portugal entra na então Comunidade Económica Europeia (CEE), o sector

Leia mais

Perspetivas de colaboração Portugal China, Apoios à internacionalização e o papel da AICEP

Perspetivas de colaboração Portugal China, Apoios à internacionalização e o papel da AICEP Perspetivas de colaboração Portugal China, Apoios à internacionalização e o papel da AICEP AIMINHO Braga, 24 de Outubro, 2014 1 P a g e Distintas Entidades aqui presentes, Senhores Empresários, Minhas

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação na empresa

Os novos usos da tecnologia da informação na empresa Os novos usos da tecnologia da informação na empresa Internet promoveu: Transformação Novos padrões de funcionamento Novas formas de comercialização. O maior exemplo desta transformação é o E- Business

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP 1. Sobre a ACEP A ACEP - Associação de Comércio Electrónico em Portugal é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo e a implementação das diversas

Leia mais

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões:

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 7.1 Conclusões De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 1 - Descrever os instrumentos/modelos de gestão e marketing estratégicos

Leia mais

e-business Novas Tendências Tecnologias da Informação com aplicabilidade ao RH

e-business Novas Tendências Tecnologias da Informação com aplicabilidade ao RH Tecnologias da Informação com aplicabilidade ao RH e-rh / Recursos Humanos Virtual Novas Tendências Como já foi visto com o advento da globalização e do crescimento da tecnologia e a difusão da Internet,

Leia mais

A EMPRESA DIGITAL: COMÉRCIO E NEGÓCIOS ELETRÔNICOS

A EMPRESA DIGITAL: COMÉRCIO E NEGÓCIOS ELETRÔNICOS A EMPRESA DIGITAL: COMÉRCIO E NEGÓCIOS ELETRÔNICOS 1 OBJETIVOS 1. Como a tecnologia de Internet mudou propostas de valor e modelos de negócios? 2. O que é comércio eletrônico?? Como esse tipo de comércio

Leia mais

E-PME. Iniciativa para a Modernização Tecnológica e Competitividade Global das PMEs. Lisboa, 03 de Abril de 2009

E-PME. Iniciativa para a Modernização Tecnológica e Competitividade Global das PMEs. Lisboa, 03 de Abril de 2009 E-PME Iniciativa para a Modernização Tecnológica e Competitividade Global das PMEs Lisboa, 03 de Abril de 2009 1 Preâmbulo A economia portuguesa é cada vez mais aberta Exportações são 33% do PIB e importações

Leia mais

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de Pessoas) na Gestão Empresarial Marketing Interno Licenciatura de Comunicação Empresarial 3º Ano Docente: Dr. Jorge Remondes / Discente: Ana Teresa Cardoso

Leia mais

OLIVEIRA, Helena. Como gerir a informação. DIGITAL ON LINE, v.5, n.5, Mai, 1999

OLIVEIRA, Helena. Como gerir a informação. DIGITAL ON LINE, v.5, n.5, Mai, 1999 COMO GERIR A INFORMAÇÃO OLIVEIRA, Helena. Como gerir a informação. DIGITAL ON LINE, v.5, n.5, Mai, 1999 RESUMO:"O mundo dos negócios vai mudar mais nos próximos 10 anos do que nos últimos 50 anos. O êxito

Leia mais

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda.

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. RELATÓRIO DE GESTÃO Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. 2012 ÍNDICE DESTAQUES... 3 MENSAGEM DO GERENTE... 4 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO... 5 Economia internacional... 5 Economia Nacional... 5

Leia mais

Comércio Electrónico B2B

Comércio Electrónico B2B g e s t ã o d a informação 3 Comércio Electrónico B2B Paulo Rita O comércio electrónico business to business (B2B) que consiste nas transacções entre empresas conduzidas na Internet, extranets, intranets

Leia mais

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Ficha Informativa 1 Janeiro 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Compras na Internet:

Leia mais

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação O GRUPO AITEC Breve Apresentação Missão Antecipar tendências, identificando, criando e desenvolvendo empresas e ofertas criadoras de valor no mercado mundial das Tecnologias de Informação e Comunicação

Leia mais

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas?

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas? Que Private Label na Era das Marcas? Vila Nova de Famalicão, 26 de Novembro de 2008 Manuel Sousa Lopes Teixeira 1 2 INTELIGÊNCIA TÊXTIL O Sector Têxtil e Vestuário Português e o seu enquadramento na Economia

Leia mais

Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. 15. Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. 17

Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. 15. Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. 17 Copyright 2003, SAS Institute Inc. All rights reserved. Agenda Supplier Relationship Management Ana Rita Cunha Janeiro de 2004 Definição do conceito Problemas no relacionamento com fornecedores Como é

Leia mais

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo.

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. Cristian Carlos Vicari (UNIOESTE) viccari@certto.com.br Rua Engenharia, 450 Jd. Universitário C.E.P. 85.819-190 Cascavel Paraná

Leia mais

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa Como implementar Social Media na empresa 1 As razões: Empresas ainda desconhecem benefícios do uso de redes sociais Das 2,1 mil empresas ouvidas em estudo do SAS Institute e da Harvard Business Review,

Leia mais

CONFIANÇA NA ECONOMIA DIGITAL

CONFIANÇA NA ECONOMIA DIGITAL CONFIANÇA NA ECONOMIA DIGITAL AMADEU PAIVA 12 Outubro 2010 Forum para a Sociedade de Informação ECONOMIA DIGITAL AGENDA Desconfiança Cross border Portugal Unicre Segurança AGENDA Desconfiança Cross border

Leia mais

O que é a Rede Gestus?

O que é a Rede Gestus? O que é a Rede Gestus? A Rede Gestus é uma união estratégica que tem em vista a revitalização e dinamização do comércio local das zonas de Bragança, Chaves e Viseu. A Rede destina-se às Pequenas e Médias

Leia mais

» apresentação. WORKFLOW que significa?

» apresentação. WORKFLOW que significa? » apresentação WORKFLOW que significa? WORKFLOW não é mais que uma solução que permite sistematizar de forma consistente os processos ou fluxos de trabalho e informação de uma empresa, de forma a torná-los

Leia mais

CENTRAL DE COMPRAS PORTUGAL MAIS

CENTRAL DE COMPRAS PORTUGAL MAIS CENTRAL DE COMPRAS PORTUGAL MAIS APRESENTAÇÃO PARCEIROS: Introdução Preparámos-lhe esta apresentação porque acreditamos que são importantes para si e para a sua Entidade os seguintes princípios: OPORTUNIDADE

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

1/7 *UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR* (A classificação desta prova será publicada neste site)

1/7 *UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR* (A classificação desta prova será publicada neste site) Classificação: Valores *UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR* Dep. de Gestão e Economia Exame de 1.ª Chamada de Gestão da Informação Ano lectivo 2007-2008 Licenciatura em: Data: 2008-07-26 Gestão Docente: Francisco

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Barómetro Travelstore American Express 2011 Sergio Almeida

Barómetro Travelstore American Express 2011 Sergio Almeida Barómetro Travelstore American Express 2011 Sergio Almeida Director de Negócio Travelstore American Express Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à 1. Amostra 2. Caracterização

Leia mais

ACEPI/Netsonda Barómetro Trimestral do Comércio Electrónico em Portugal 2º Trimestre 2012. Página 1

ACEPI/Netsonda Barómetro Trimestral do Comércio Electrónico em Portugal 2º Trimestre 2012. Página 1 Página 1 Sobre a ACEPI A ACEPI - Associação de Comércio Electrónico e Publicidade Interactiva, é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo

Leia mais

ANA obtém certificação em quatro áreas críticas com apoio da VP Consulting

ANA obtém certificação em quatro áreas críticas com apoio da VP Consulting ANA obtém certificação em quatro áreas críticas com apoio da VP Consulting Contactos: Isabel Fonseca Marketing VP Consulting Telefone: +351 22 605 37 10 Fax: +351 22 600 07 13 Email: info@vpconsulting.pt

Leia mais

Comércio eletrônico 05/05/15. Objetivos de estudo. Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as aplicações mais importantes?

Comércio eletrônico 05/05/15. Objetivos de estudo. Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as aplicações mais importantes? Escola Superior de Gestão e Tecnologia Comércio eletrônico Mercados digitais, mercadorias digitais Prof. Marcelo Mar3ns da Silva Objetivos de estudo Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as

Leia mais

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Pedro Miguel Barros Morgado Índice Introdução... 3 Ponto.C... 4 Descrição do Problema... 5 Bibliografia... 7 2 Introdução No mundo

Leia mais

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP

Síntese. de Resultados. 1. Sobre a ACEP 1. Sobre a ACEP A ACEP - Associação de Comércio Electrónico em Portugal é uma organização independente sem fins lucrativos, de pessoas individuais e colectivas, visando o estudo e a implementação das diversas

Leia mais

Trabalho realizado no âmbito da cadeira. Gestão Estratégica de Sistemas de Informação. Mestrado em Engenharia Informática

Trabalho realizado no âmbito da cadeira. Gestão Estratégica de Sistemas de Informação. Mestrado em Engenharia Informática COMÉRCIO ELECTRÓNICO Trabalho realizado no âmbito da cadeira Gestão Estratégica de Sistemas de Informação. Mestrado em Engenharia Informática Departamento de Engenharia Informática Universidade de Coimbra

Leia mais

GUIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS

GUIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS GUIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS Decidir sem informação é como navegar em mar-alto sem bússola As decisões, sejam elas de abrangência política, económica, social ou empresarial, têm que se apoiar em informação

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

A PHC atingiu recentemente os 400 clientes Licença Garantida. No mercado há pouco mais de um ano, a modalidade que permite os clientes PHC renovarem a licença do seu software por três anos já representa

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS ASSESSORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Professora Iara Silva INTRANET E EXTRANET

FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS ASSESSORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Professora Iara Silva INTRANET E EXTRANET FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS ASSESSORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS Professora Iara Silva INTRANET E EXTRANET CONCEITOS, OBJETIVOS, BENEFÍCIOS E TENDÊNCIAS Renato Schumacher

Leia mais

ARKETING INTERNET SEO CRIATIVIDADE AGÊNCIA CRIAÇÃO

ARKETING INTERNET SEO CRIATIVIDADE AGÊNCIA CRIAÇÃO DESIGN CRIAÇÃO AGÊNCIA USABILIDA ARKETING INTERNET SEO DIGIT CRIATIVIDADE DESDE 1999 NO MERCADO, A M2BRNET É UMA AGÊNCIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM SOLUÇÕES PERSONALIZADAS. SI ARQ Desde 1999

Leia mais

O COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL O quadro legal e o negócio

O COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL O quadro legal e o negócio O COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL O quadro legal e o negócio Março, 2004 SONAE COM SONAE DISTRIBUIÇÃO Comunicações Móveis Comunicações Fixas Software &S.I. Media & Internet Optimus Novis ecommerce Mainroad

Leia mais

Quem são os prestadores de serviços digitais e que serviços são tributados?

Quem são os prestadores de serviços digitais e que serviços são tributados? Como se delimitam as fronteiras no e- commerce? Se tem uma loja online, plataforma digital ou marketplace, e é prestador de serviços digitais abrangidos pelo MOSS, saiba o que muda no seu processo de facturação.

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE - AUTOMÓVEL OBJECTIVO GLOBAL - Planear, organizar, acompanhar e efectuar

Leia mais

DOSSIER DE IMPRENSA 2015

DOSSIER DE IMPRENSA 2015 DOSSIER DE IMPRENSA 2015 A Empresa A Empresa A 2VG é uma empresa tecnológica portuguesa criada em 2009, que surgiu para colmatar uma necessidade detetada no mercado das tecnologias de informação e comunicação

Leia mais