Aula 1 -Importância e Objetivos do Melhoramento Genético

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aula 1 -Importância e Objetivos do Melhoramento Genético"

Transcrição

1 Aula 1 -Importância e Objetivos do Melhoramento Genético Piracicaba, 2011

2 Início do Melhoramento (início do desenvolvimento de cultivares) Domesticação de plantas e animais: homem deixou as coletas para praticar agricultura Exemplo: arroz, trigo, milho Seleção contra a deiscência e dormência de sementes Melhoramento (desenvolvimento de cultivares) passou a ciência com a redescoberta das leis da genética no início do século XX

3 Homem depende das plantas para: Alimentação Vestuário - direta: arroz, feijão, trigo, açúcar, etc -indireta: carne, queijo, leite, ovos, etc Combustível Remédios

4 Aumento da população pressão Aumento da produção - Aumento da produtividade - Expansão da área cultivada Via melhoramento genético Via melhoramento ambiental: solos, entomologia, fitopatologia, adubação, manejo de fertilidade, sementes, etc.

5 Exemplos Expansão da área cultivada no Brasil: Cerrados: cultivares tolerantes a Al +++ Soja: cultivares insensíveis ao fotoperiodismo Ataques de fungos, bactérias, pragas: Uso de pesticidas: melhoramento ambiental Variedades resistentes: melhoramento genético Óleo de milho, soja, girassol: melhoramento ambiental não atua, apenas melhoramento genético Vírus do mosaico (mamoeiro) e fungo da vassoura de bruxa (cacau): melhoramento genético impossível atéo momento, implicando em manejo ambiental como única alternativa.

6 Objetivos do Melhoramento Genético Desenvolver cultivares com maior produtividade, estabilidade de produção, resistência àpragas e doenças, secas, ventos, geadas, e que facilitem os tratos culturais (manejo fitotécnico), além de melhor qualidade nutricional (óleo, proteína, etc) para atender produtores e consumidores

7 2 Bancos de Germoplasma e Centros de Diversidade das Plantas Cultivadas

8 Germoplasma Conjunto de genótipos compreendendo raças, cultivares antigos e novos, materiais não cultivados, coletas, etc, abrangendo a biodiversidade genética de uma espécie ou gênero.

9 Bancos de Germoplasma Agricultura atual: substituição de cultivares locais por cultivares melhorados, causando aumento da homogeneidade de genótipos (poucos cultivares empregados). Como consequência, aumento da vulnerabilidade (suscetibilidade) a novas pragas e doenças. Exemplo: Milho diminuição da variabilidade genética, ou seja, do número de cultivares com genótipos diferentes.

10 Bancos de Germoplasma Solução: formar BANCOS DE GERMOPLASMA Bancos de Germoplasma: locais onde são guardadas raças, cultivares antigos, de diversas espécies vegetais que poderão ser utilizadas

11 Bancos de Germoplasma -Exemplos CENARGEN Centro Nacional de Recursos Genéticos coordena os bancos de germoplasma no Brasil amendoim, café, palmito IAC, Campinas milho e sorgo CNPMS, Sete Lagoas (Brasil) soja e girassol CNPSo, Londrina arroz e feijão CNPAF, Goiânia espécies não cultivadas Centros de estudos botânicos milho e trigo CIMMYT, México (Mundial)

12 Bancos de Germoplasma variabilidade

13 Centros de Diversidade das Plantas Cultivadas Locais onde existe maior variabilidade (tipos diferentes) são chamados de centros de diversidade das espécies, sendo portanto os locais em que as coletas para os bancos de germoplasma devem ser efetuadas.

14 Centros de Diversidade das Plantas Cultivadas Problemas na manutenção de coletas: 1. espécies anuais com sementes 2. espécies perenes 3. ocorrência de pragas e doenças 4. número de sementes ou partes vegetativas que devem ser coletadas e mantidas

15 Centros de Diversidade principais Culturas

16 Centros de Diversidade principais Culturas

17 Contribuições - Melhoramento Genético Lavras MG, 1993/1994

18 Contribuições Melhoramento Genético

19 Contribuições Melhoramento Genético

20 Contribuições Melhoramento Genético

21 Contribuições - Melhoramento Genético

22 Contribuições - Melhoramento Genético

Importância e objetivos do melhoramento de plantas

Importância e objetivos do melhoramento de plantas Universidade Federal de Rondônia Curso de Eng. Florestal Melhoramento genético Florestal Importância e objetivos do melhoramento de plantas Emanuel Maia emanuel@unir.br www.lahorta.acagea.net Introdução

Leia mais

MELHORAMENTO DE PLANTAS AUTÓGAMAS POR SELEÇÃO

MELHORAMENTO DE PLANTAS AUTÓGAMAS POR SELEÇÃO MELHORAMENTO DE PLANTAS AUTÓGAMAS POR SELEÇÃO 6 INTRODUÇÃO A seleção é uma das principais ferramentas do melhorista independente do tipo de método de melhoramento utilizado. A seleção é utilizada tanto

Leia mais

LGN 313 Melhoramento Genético

LGN 313 Melhoramento Genético LGN 313 Melhoramento Genético Professores: Antonio Augusto Franco Garcia José Baldin Pinheiro Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Genética - ESALQ/USP Segundo semestre - 2010

Leia mais

Eng. Agr. Ederson A. Civardi. Bonito MS 2014

Eng. Agr. Ederson A. Civardi. Bonito MS 2014 Eng. Agr. Ederson A. Civardi Bonito MS 2014 Sumário 1 - Introdução 2 - Importância Soja 3 - Importância Mofo Branco 4 - Ciclo da doença 5 - Métodos de controle 6 - Alguns resultados de experimentos 7 -

Leia mais

LGN 313 Melhoramento Genético

LGN 313 Melhoramento Genético LGN 313 Melhoramento Genético Professores: Antonio Augusto Franco Garcia José Baldin Pinheiro Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Genética - ESALQ/USP Segundo semestre - 2010

Leia mais

Informações básicas sobre os tratos culturais do maracujá

Informações básicas sobre os tratos culturais do maracujá Informações básicas sobre os tratos culturais do maracujá Clima e solo Escolha da cultivar Fábio Gelape Faleiro Posso utilizar sementes de plantios anteriores? Tecnologia do mudão Correção e preparo do

Leia mais

MELHORAMENTO GENÉTICO DO TRITICALE. Palestrante: Allan Henrique da Silva. Introdução

MELHORAMENTO GENÉTICO DO TRITICALE. Palestrante: Allan Henrique da Silva. Introdução MELHORAMENTO GENÉTICO DO TRITICALE Palestrante: Allan Henrique da Silva Introdução Primeiro cereal criado pelo homem; Reduzir a deficiência de alimento; Uso: Forragem verde e feno Silagem Grãos secos para

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA PROGRAMA DE DISCIPLINA OBJETIVOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA PROGRAMA DE DISCIPLINA OBJETIVOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CÓDIGO AGR 066 CARGA HORÁRIA (CRÉDITOS) TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 60

Leia mais

Estado da Arte da Pesquisa de Biodiesel no Brasil

Estado da Arte da Pesquisa de Biodiesel no Brasil Audiência Pública POLÍTICAS DO PROGRAMA DO BIODIESEL Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Câmara dos Deputados Estado da Arte da Pesquisa de Biodiesel no Brasil José Manuel Cabral de

Leia mais

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Hospitalar e Agroindústria AULA 1 Prof.º Cleverson Luis

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Hospitalar e Agroindústria AULA 1 Prof.º Cleverson Luis FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho Módulo de Hospitalar e Agroindústria AULA 1 Prof.º Cleverson Luis Competências a serem trabalhadas nesta aula Conhecer o segmento econômico da Agroindústria

Leia mais

RESSALVA. Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta dissertação será disponibilizado somente a partir de 17/04/2016.

RESSALVA. Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta dissertação será disponibilizado somente a partir de 17/04/2016. RESSALVA Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta dissertação será disponibilizado somente a partir de 17/04/2016. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - UNESP CÂMPUS DE JABOTICABAL ATRIBUTOS PRODUTIVOS

Leia mais

5.9 Controle de Pragas e Doenças

5.9 Controle de Pragas e Doenças 5.9 Controle de Pragas e Doenças 1 5.9.1 Medidas gerais de controle de pragas 2 a) Métodos Legislativos -Realizado pelo serviço de vigilância sanitária; - Consiste na fiscalização de portos, aeroportos,

Leia mais

Currículo do Curso de Agronomia

Currículo do Curso de Agronomia Currículo do Curso de Agronomia Engenheiro Agrônomo ATUAÇÃO Compete ao Engenheiro Agrônomo desempenhar as atividades profissionais previstas na Resolução nº 218, de 29.6.73, do CONFEA, e atuar nos seguintes

Leia mais

Plantio do amendoim forrageiro

Plantio do amendoim forrageiro Plantio do amendoim forrageiro O amendoim forrageiro (Arachis pintoi Krapov. & W.C. Greg.) é uma leguminosa herbácea tropical perene nativa do Brasil. Tem importância na produção de forragem em pastos

Leia mais

PRODUÇÃO DE ALIMENTOS EM ÁREAS DE RENOVAÇÃO DE CANAVIAIS: VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA, POTENCIAL DE PRODUÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL.

PRODUÇÃO DE ALIMENTOS EM ÁREAS DE RENOVAÇÃO DE CANAVIAIS: VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA, POTENCIAL DE PRODUÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL. PRODUÇÃO DE ALIMENTOS EM ÁREAS DE RENOVAÇÃO DE CANAVIAIS: VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA, POTENCIAL DE PRODUÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL. São Paulo, 17/04/07 Silvio Borsari Filho 1 AGRADECIMENTOS é a

Leia mais

FiberMax. Mais que um detalhe: uma genética de fibra.

FiberMax. Mais que um detalhe: uma genética de fibra. FiberMax. Mais que um detalhe: uma genética de fibra. Requisitos para o cultivo de algodoeiro GlyTol LibertyLink, além de boas práticas de manejo integrado de plantas daninhas. Cap 1: Descrição do Produto

Leia mais

Manejo de cafeeiro em áreas infestadas pelos nematoides-das-galhas com uso de cultivar resistente

Manejo de cafeeiro em áreas infestadas pelos nematoides-das-galhas com uso de cultivar resistente Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 10., 2013, Belo Horizonte 1 Manejo de cafeeiro em áreas infestadas pelos nematoides-das-galhas com uso de cultivar resistente Beatriz de Pauli (1), Sônia

Leia mais

BALANÇO DE NUTRIENTES NA AGRICULTURA DO CERRADO. Dr. Eros Francisco Diretor Adjunto do IPNI

BALANÇO DE NUTRIENTES NA AGRICULTURA DO CERRADO. Dr. Eros Francisco Diretor Adjunto do IPNI BALANÇO DE NUTRIENTES NA AGRICULTURA DO CERRADO Dr. Eros Francisco Diretor Adjunto do IPNI IPNI ü O International Plant Nutrition Institute (IPNI) é uma organização nova, sem fins lucrativos, dedicada

Leia mais

CULTIVARES DE SOJA (2005/06) Unidades Demonstrativas

CULTIVARES DE SOJA (2005/06) Unidades Demonstrativas CULTIVARES DE SOJA (2005/06) Unidades Demonstrativas Cultivares da Embrapa Soja: Embrapa 48 Grupo de Maturação: Precoce/Semiprecoce; *Semeadura: a partir de 25/10 até 10/12; Substituiu a cv. BR-16; *Alto

Leia mais

TÉCNICA CULTURAL PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES

TÉCNICA CULTURAL PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES 1 TÉCNICA CULTURAL PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES 1. Introdução Silvio Moure Cicero Instalação de campos de produção de sementes requer planejamento muito criterioso: diferentes espécies requerem técnicas especiais;

Leia mais

Tabela de produtos esquema de rebate 7 (Janeiro 2013) COD PRODUTO CONSIDERAR RELATORIO

Tabela de produtos esquema de rebate 7 (Janeiro 2013) COD PRODUTO CONSIDERAR RELATORIO Tabela de produtos esquema de rebate 7 (Janeiro 2013) COD PRODUTO CONSIDERAR RELATORIO 90001 AVICULTURA INTEGRADA 0.10 1 90002 SUINOCULTURA INTEGRADA 0.10 1 3500 ALHO 0.30 2 11500 CEBOLA 0.30 2 21219 QUEIJOS

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - UNIOSTE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ENERGIA NA AGRICULTURA - PPGEA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - UNIOSTE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ENERGIA NA AGRICULTURA - PPGEA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - UNIOSTE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ENERGIA NA AGRICULTURA - PPGEA CORNELIO PRIMIERI Eng. Agrônomo/Professor/Pesquisador FAG Faculdade Assis Gurgacz

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO DAG4097 - Análise Multivariada Aplicada à Agricultura Ementa: Distribuições multinormal, Wishart e T2 de Hotelling. Análise

Leia mais

Resultados de Pesquisa dos Ensaios de Melhoramento de Soja Safra 2008/09

Resultados de Pesquisa dos Ensaios de Melhoramento de Soja Safra 2008/09 Resultados de Pesquisa dos Ensaios de Melhoramento de Soja Safra 2008/09 Alberto Francisco Boldt; Engenheiro agrônomo, pesquisador do Instituto Mato-Grossense do Algodão IMAmt; Caixa Postal: 149, CEP 78.850-000;

Leia mais

FLO032 - Gênese, Física e Classificação do Solo- 75 h ZOO042 Metodologia Científica xxx

FLO032 - Gênese, Física e Classificação do Solo- 75 h ZOO042 Metodologia Científica xxx MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA Estrutura Curricular - vigência a partir de 2008 (Alteração

Leia mais

Dispêndios com Inseticidas, Fungicidas e Herbicidas na Cultura do Milho no Brasil,

Dispêndios com Inseticidas, Fungicidas e Herbicidas na Cultura do Milho no Brasil, Dispêndios com Inseticidas, Fungicidas e Herbicidas na Cultura do Milho no Brasil, 2000-20009 Alfredo Tsunechiro, Célia R. R. P. T. Ferreira e Maximiliano Miura Instituto de Economia Agrícola (IEA) Caixa

Leia mais

Sementes de. A Linha de Sementes de Soja Dow AgroSciences avança sem parar. Com um portifólio adaptado para as principais regiões do país e variedades

Sementes de. A Linha de Sementes de Soja Dow AgroSciences avança sem parar. Com um portifólio adaptado para as principais regiões do país e variedades Sementes de SOJA A Linha de Sementes de Soja Dow AgroSciences avança sem parar. Com um portifólio adaptado para as principais regiões do país e variedades de alto potencial produtivo, os produtores têm

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SEMENTES E MUDAS. A indústria de sementes no Brasil 67º SIMPAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SEMENTES E MUDAS. A indústria de sementes no Brasil 67º SIMPAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SEMENTES E MUDAS A indústria de sementes no Brasil 67º SIMPAS Mariana Barreto Eng. Agr. MSc. Assessora da Diretoria Sinop-MT, 24 de novembro de 2015 QUEM SOMOS Fundada em 1972,

Leia mais

COLETA DE GERMOPLASMA DE CAJUEIRO COMUM EM PLANTIOS SEGREGANTES INTRODUÇÃO

COLETA DE GERMOPLASMA DE CAJUEIRO COMUM EM PLANTIOS SEGREGANTES INTRODUÇÃO COLETA DE GERMOPLASMA DE CAJUEIRO COMUM EM PLANTIOS SEGREGANTES Joquebede Bezerra Cacau 1 ; João Rodrigues de Paiva 2 ; João Ribeiro Crisóstomo 2 ; José Maurício Magalhães 3 1 Estudante de Graduação de

Leia mais

Melhoramento de. Melhoramento de Espécies Alógamas. (cont.) SELEÇÃO COM TESTE DE PROGÊNIE. Teste de progênie: avaliação do genótipo

Melhoramento de. Melhoramento de Espécies Alógamas. (cont.) SELEÇÃO COM TESTE DE PROGÊNIE. Teste de progênie: avaliação do genótipo Aula 11 SELEÇÃO COM TESTE DE PROGÊNIE Melhoramento de Espécies Alógamas (cont.) Teste de progênie: avaliação do genótipo dos progenitores com base no fenótipo dos seus descendentes. 1. Seleção espiga por

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: Olericultura Orgânica Código da Disciplina: AGR383. Semestre de oferta da disciplina: I e II

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: Olericultura Orgânica Código da Disciplina: AGR383. Semestre de oferta da disciplina: I e II PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Olericultura Orgânica Código da Disciplina: AGR383 Curso: Agronomia Semestre de oferta da disciplina: I e II Faculdade responsável: Agronomia Matriz 120 Programa em vigência

Leia mais

PLANTIO CONSORCIADO DE PIMENTA DEDO-DE-MOÇA COM ADUBOS VERDES: PROMOÇÃO DE CRESCIMENTO E OCORRÊNCIA DE PRAGAS PROJETO DE PESQUISA

PLANTIO CONSORCIADO DE PIMENTA DEDO-DE-MOÇA COM ADUBOS VERDES: PROMOÇÃO DE CRESCIMENTO E OCORRÊNCIA DE PRAGAS PROJETO DE PESQUISA PLANTIO CONSORCIADO DE PIMENTA DEDO-DE-MOÇA COM ADUBOS VERDES: PROMOÇÃO DE CRESCIMENTO E OCORRÊNCIA DE PRAGAS PROJETO DE PESQUISA PROFESSOR: MARCELO TAVARES DE CASTRO ALUNO: FABIOLA DOS REIS LIMA CURSO:

Leia mais

SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS SISTEMAS INTEGRADOS DE PRODUÇÃO

SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS SISTEMAS INTEGRADOS DE PRODUÇÃO SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS E SISTEMAS INTEGRADOS DE PRODUÇÃO AUTORES: FABIANA AQUINO JORGE WERNECK LIMA MARCELA COSTA O que são Serviços Ecossistêmicos? Benefícios diretos e indiretos obtidos pelo Homem a

Leia mais

INSTITUTO AGRONÔMICO DE CAMPINAS IAC

INSTITUTO AGRONÔMICO DE CAMPINAS IAC INSTITUTO AGRONÔMICO DE CAMPINAS IAC *INFORMAÇÕES DO SITE www.iac.sp.gov.br Instituto Agronômico (IAC), órgão de pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura

Leia mais

Hortaliças: Importância e Cultivo. Werito Fernandes de Melo

Hortaliças: Importância e Cultivo. Werito Fernandes de Melo Hortaliças: Importância e Cultivo Werito Fernandes de Melo Importância do agronegócio para o Brasil. Algodão produção de 1,2 milhões/t em 2004 (5º); cresceu 22% em 2003; exportações em de 400 mil t (3º);

Leia mais

Conceituar e discutir os benefícios e os prejuízos da utilização de transgênicos na

Conceituar e discutir os benefícios e os prejuízos da utilização de transgênicos na Transgênicos Objetivo da Aula agricultura. Conceituar e discutir os benefícios e os prejuízos da utilização de transgênicos na Organismos transgênicos ou Organismos Geneticamente Modificados (OGM) são

Leia mais

Alimentos transgênicos. Aluna: Maria Eugênia Araújo

Alimentos transgênicos. Aluna: Maria Eugênia Araújo Alimentos transgênicos Aluna: Maria Eugênia Araújo Sumário O que é um transgênico? Métodos de transgenia Aplicações da transgenia Pontos positivos Pontos negativos Rotulagem dos transgênicos Considerações

Leia mais

GASTOS COM INSETICIDAS, FUNGICIDAS E HERBICIDAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA, BRASIL,

GASTOS COM INSETICIDAS, FUNGICIDAS E HERBICIDAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA, BRASIL, GASTOS COM INSETICIDAS, FUNGICIDAS E HERBICIDAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA, BRASIL, 2008-2012 Maximiliano Miura (1), Alfredo Tsunechiro (2), Célia Regina Roncato Penteado Tavares Ferreira (1) Introdução

Leia mais

CESTA BÁSICA DE CAMPINAS: dezembro de 2007

CESTA BÁSICA DE CAMPINAS: dezembro de 2007 CESTA BÁSICA DE CAMPINAS: dezembro de 2007 Cândido Ferreira da Silva Filho 1 Introdução A pesquisa da cesta básica de Campinas, atividade de extensão realizada pela PUC Campinas, acompanha a evolução dos

Leia mais

Carteira de projetos Manejo da cultura do feijão-comum

Carteira de projetos Manejo da cultura do feijão-comum Carteira de projetos Manejo da cultura do feijão-comum Goiânia, 20 de março de 2013 Objetivo Desenvolver e disponibilizar tecnologia para produção com uso eficiente de recursos e que assegurem a sustentabilidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Matriz Curricular do Curso de Agronomia

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Matriz Curricular do Curso de Agronomia Matriz Curricular do Curso de Agronomia Total 240 120 360 24 2º Período Letivo: Componentes curriculares 1º Período Letivo: Componentes curriculares Prérequisito AGR 100 Biologia Celular Inexistente AGR

Leia mais

PALESTRA O ALGODÃO COMO TRANSFORMADOR ENERGÉTICO. Napoleão E. de M. Beltrão. Pesquisador da EMBRAPA. Uberlândia, MG Agosto de 2007

PALESTRA O ALGODÃO COMO TRANSFORMADOR ENERGÉTICO. Napoleão E. de M. Beltrão. Pesquisador da EMBRAPA. Uberlândia, MG Agosto de 2007 Uberlândia - 13 a 16 de agosto de 2007 PALESTRA O ALGODÃO COMO TRANSFORMADOR ENERGÉTICO Napoleão E. de M. Beltrão Pesquisador da EMBRAPA Uberlândia, MG Agosto de 2007 Uberlândia - 13 a 16 de agosto de

Leia mais

Disponibilidade de Matérias Primas e Oportunidades de Diversificação da Matriz Energética do Biodiesel

Disponibilidade de Matérias Primas e Oportunidades de Diversificação da Matriz Energética do Biodiesel Disponibilidade de Matérias Primas e Oportunidades de Diversificação da Matriz Energética do Biodiesel Bruno Galvêas Laviola Pesquisador, Embrapa Agroenergia bruno.laviola@embrapa.br In: Câmara Setorial

Leia mais

Melhoramento Genético da Alfafa

Melhoramento Genético da Alfafa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Melhoramento Genético da Alfafa Editores Técnicos Reinaldo de Paula Ferreira Daniel Horacio Basigalup Jorge

Leia mais

5 maiores Problemas da Humanidade até 2050

5 maiores Problemas da Humanidade até 2050 5 maiores Problemas da Humanidade até 2050 Água Energia Evolução da População Mundial 1950 2011 2050 2,5 bi 7,5 bi 9,3 bi Evolução dos Famintos 1950 2011 2050 0,5 bi 0,9 bi 1,3 bi Alimentos Lixo Pobreza

Leia mais

01- Analise a figura abaixo e aponte as capitais dos 3 estados que compõem a Região Sul.

01- Analise a figura abaixo e aponte as capitais dos 3 estados que compõem a Região Sul. PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 7º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL - PARTE 1 ============================================================================================= 01- Analise

Leia mais

Resgate de Tradições. Hortaliças não convencionais. Banco de Hortaliças Não Convencionais da EPAMIG Centro-Oeste

Resgate de Tradições. Hortaliças não convencionais. Banco de Hortaliças Não Convencionais da EPAMIG Centro-Oeste Resgate de Tradições Hortaliças não convencionais Banco de Hortaliças Não Convencionais da EPAMIG Centro-Oeste Conhecendo um pouco sobre as hortaliças não convencionais No decorrer dos milênios, os seres

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA EXTERNA CADERNO DE PROVAS

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA EXTERNA CADERNO DE PROVAS PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA EXTERNA 20/10/2013 INSTRUÇÕES CADERNO DE PROVAS 1. Confira, abaixo, seu nome e número de inscrição. Confira, também, o curso e a série correspondentes à sua inscrição.

Leia mais

7 Consórcio. Dino Magalhães Soares Tomás de Aquino Portes

7 Consórcio. Dino Magalhães Soares Tomás de Aquino Portes 7 Consórcio Dino Magalhães Soares Tomás de Aquino Portes 153 Desde quando o consórcio é utilizado no Brasil? O cultivo em consórcio é empregado, na prática, no Brasil, há muito tempo, mas, só a partir

Leia mais

CESTA BÁSICA DE CAMPINAS: abril de 2008

CESTA BÁSICA DE CAMPINAS: abril de 2008 CESTA BÁSICA DE CAMPINAS: abril de 2008 Cândido Ferreira da Silva Filho Introdução A pesquisa da cesta básica de Campinas, atividade de extensão realizada pela PUC Campinas, acompanha a evolução dos preços

Leia mais

Aula 10: Genética Quantitativa II

Aula 10: Genética Quantitativa II LGN215 - Genética Geral Aula 10: Genética Quantitativa II Prof. Dr. Antonio Augusto Franco Garcia Monitora: Maria Marta Pastina Piracicaba SP Caracteres Quantitativos Caracteres controlados por muitos

Leia mais

Progresso genético em 22 anos de melhoramento do feijoeiro-comum do grupo carioca no Brasil.

Progresso genético em 22 anos de melhoramento do feijoeiro-comum do grupo carioca no Brasil. Progresso genético em 22 anos de melhoramento do feijoeiro-comum do grupo carioca no Brasil. Luís Cláudio de Faria 1, Patrícia Guimarães Santos Melo 2, Leonardo Cunha Melo 1, 1, 1, Antônio Joaquim Braga

Leia mais

EJA 3ª FASE PROF.ª CHRISTIANE MELLO PROF.ª QUEILA PATRÍCIA

EJA 3ª FASE PROF.ª CHRISTIANE MELLO PROF.ª QUEILA PATRÍCIA EJA 3ª FASE PROF.ª CHRISTIANE MELLO PROF.ª QUEILA PATRÍCIA REVISÃO DE CONTEÚDOS 2º Bimestre Aula 77 Revisão e Avaliação de Ciências da Natureza 2 REVISÃO 1 Sistema genital feminino e masculino O sistema

Leia mais

Polinização com abelhas: o novo fator de produção agrícola no sertão empreendedor

Polinização com abelhas: o novo fator de produção agrícola no sertão empreendedor XIX Seminário Nordestino de Pecuária PEC Nordeste 2015 Fortaleza CE, 16 a 18 de junho de 2015 Polinização com abelhas: o novo fator de produção agrícola no sertão empreendedor Prof. Breno M. Freitas Breno

Leia mais

Lei8080,19set.1990-Art.3º(BRASIL,1990) A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes,

Lei8080,19set.1990-Art.3º(BRASIL,1990) A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, Superintendência de Políticas de Atenção Integral a Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica Coordenação de Doenças Não-Transmissíveis Área de Alimentação e Nutrição HÁBITOS SAUDÁVEIS Marília A. Rezio

Leia mais

1O que é. A adubação verde é uma prática agrícola utilizada há

1O que é. A adubação verde é uma prática agrícola utilizada há Milton Parron Padovan Rogério Ferreira da Silva Adubação Verde - Opções para Outono/Inverno, Primavera/Verão e Espécies Perenes 1O que é. A adubação verde é uma prática agrícola utilizada há milhares de

Leia mais

EDITAL Nº 06/2016 FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ENSINO SUPERIOR DE BRAGANÇA PAULISTA

EDITAL Nº 06/2016 FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ENSINO SUPERIOR DE BRAGANÇA PAULISTA EDITAL Nº 06/26 FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ENSINO SUPERIOR DE BRAGANÇA PAULISTA O Diretor Presidente da Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista, Adilson Octaviano, torna público o edital

Leia mais

Foto R. Bocci. 10 conceitos chave SOLIBAM - cultivando a diversidade

Foto R. Bocci. 10 conceitos chave SOLIBAM - cultivando a diversidade 10 conceitos chave SOLIBAM - cultivando a diversidade Conceito 1: Resiliência Foto Riccardo Franciolini Foto F. Rey Resiliência é a capacidade de um ecossistema responder a uma perturbação, resistindo

Leia mais

Percursos 27 e 28 Expedições Geográficas - 6ºano Profª Bruna Andrade

Percursos 27 e 28 Expedições Geográficas - 6ºano Profª Bruna Andrade AGRICULTURA E PECUÁRIA Percursos 27 e 28 Expedições Geográficas - 6ºano Profª Bruna Andrade AGRICULTURA CONDIÇÕES NATURAIS: Apesar do grande desenvolvimento técnico e científico ela ainda depende do solo,

Leia mais

UNIDADE: 01. Observe as imagens que representam os quatro grupos de alimentos.

UNIDADE: 01. Observe as imagens que representam os quatro grupos de alimentos. SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 07 / 05 / 03 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE CIÊNCIAS 3.º ANO/EF UNIDADE: ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR: 8,0

Leia mais

A cultura do maracujá: Informações básicas para o produtor

A cultura do maracujá: Informações básicas para o produtor A cultura do maracujá: Informações básicas para o produtor Fábio Gelape Faleiro Cerrados Home-page do minicurso www.cpac.embrapa.br/minicursomaracuja A cultura do maracujá: Informações básicas para o produtor

Leia mais

Prof. Dilson A. Bisognin, PhD. Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas MPVP Universidade Federal de Santa Maria

Prof. Dilson A. Bisognin, PhD. Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas MPVP Universidade Federal de Santa Maria Prof. Dilson A. Bisognin, PhD. Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas MPVP Universidade Federal de Santa Maria 6º CBMP 1 a 4 de agosto de 2011, Búzios, RJ Importância das hortaliças

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SEMENTES E MUDAS SCS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SEMENTES E MUDAS SCS Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 25, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2005. O MINISTRO DE ESTADO, INTERINO, DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO no uso das atribuições

Leia mais

Programa de melhoramento de Pinus da EMBRAPA

Programa de melhoramento de Pinus da EMBRAPA Programa de melhoramento de Pinus da EMBRAPA 4º Workshop EMBRAPA-APRE 14-15/09/2016 Formação da base de recursos genéticos de Pinus da Embrapa Florestas Transferência via convênio Embrapa/IBDF (1978):

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário SEGURO DA AGRICULTURA FAMILIAR

Ministério do Desenvolvimento Agrário SEGURO DA AGRICULTURA FAMILIAR Ministério do Desenvolvimento Agrário DESTAQUES SEAF 2009-2010 Aprovado pelo CMN em 2007 CONTRATAÇÃO. Orçamento Simplificado: Especificar valor de Insumos Tipos de Insumos Sementes, Defensivos, Fertilizantes,

Leia mais

Orientações para elaboração do Contrato de compra e venda de Sementes

Orientações para elaboração do Contrato de compra e venda de Sementes INFORME TÉCNICO APROSOJA Nº 130/2016 22 de agosto de 2016 Orientações para elaboração do Contrato de compra e venda de Sementes Por meio deste Informe Técnico, a Aprosoja orienta o agricultor quanto às

Leia mais

Exercícios Genética e Evolução Curso: Tecnológicos Campus Palotina

Exercícios Genética e Evolução Curso: Tecnológicos Campus Palotina Exercícios Genética e Evolução Curso: Tecnológicos Campus Palotina Professor: Robson Fernando Missio 1ª Avaliação 1) Um pesquisador trabalhando com o melhoramento de milho realizou o cruzamento controlado

Leia mais

c u r s o Biotecnologia Aplicada à Agropecuária 20 a 31 de julho de 2009

c u r s o Biotecnologia Aplicada à Agropecuária 20 a 31 de julho de 2009 c u r s o Biotecnologia Aplicada à Agropecuária 20 a 31 de julho de 2009 Introdução A Biotecnologia, conceitualmente, é a união de biologia com tecnologia, é um conjunto de técnicas que utilizam os seres

Leia mais

O MELHORAMENTO GENÉTICO DAS LEGUMINOSAS PARA GRÃO EM PORTUGAL. Isabel Duarte

O MELHORAMENTO GENÉTICO DAS LEGUMINOSAS PARA GRÃO EM PORTUGAL. Isabel Duarte O MELHORAMENTO GENÉTICO DAS LEGUMINOSAS PARA GRÃO EM PORTUGAL Isabel Duarte REUNIÃO GERAL DA INDÚSTRIA - Fontes de Proteína: Desafios, Oportunidades e Alternativas 14 ABRIL 2016 2 Flores papilionáceas;

Leia mais

Cadeia da Cana de Açúcar. Acadêmicos: Adriana Espinosa, Ricardo Theisen, Victor Ferreira

Cadeia da Cana de Açúcar. Acadêmicos: Adriana Espinosa, Ricardo Theisen, Victor Ferreira Cadeia da Cana de Açúcar Acadêmicos: Adriana Espinosa, Ricardo Theisen, Victor Ferreira ORIGEM DA CANA DE AÇÚCAR A cultura da cana-de-açúcar sempre foi muito importante para a economia brasileira. As primeiras

Leia mais

Eco new farmers. Módulo 1 - Introdução á agricultura biológica. Sessão 2 Princípios da agricultura biológica

Eco new farmers. Módulo 1 - Introdução á agricultura biológica. Sessão 2 Princípios da agricultura biológica Eco new farmers Módulo 1 - Introdução á agricultura biológica Sessão 2 Princípios da agricultura biológica Módulo 1 Introdução à agricultura biológica Sessão 2 Princípios da agricultura biológica www.econewfarmers.eu

Leia mais

Dra. Neucimara Rodrigues Ribeiro - Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso APROSMAT Dr. Waldir Pereira Dias Embrapa/Soja

Dra. Neucimara Rodrigues Ribeiro - Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso APROSMAT Dr. Waldir Pereira Dias Embrapa/Soja DISTRIBUIÇÃO DE FITONEMATÓIDES EM REGIÕES PRODUTORAS DE SOJA DO ESTADO DE MATO GROSSO Dra. Neucimara Rodrigues Ribeiro - Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso APROSMAT Dr. Waldir Pereira

Leia mais

2. FONTE DE RECURSO Projeto/Atividade Fonte de Recurso Natureza da Despesa

2. FONTE DE RECURSO Projeto/Atividade Fonte de Recurso Natureza da Despesa EDITAL CHAMADA PÚBLICA 03-2016 CHAMADA PÚBLICA Nº 03/2016 para aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar para alimentação escolar com dispensa de licitação, Lei nº 11.947, de 16/07/2009,

Leia mais

Lançamento Soja marca Pioneer no Sul do Brasil. Ricardo B. Zottis Ger. Produto RS/SC

Lançamento Soja marca Pioneer no Sul do Brasil. Ricardo B. Zottis Ger. Produto RS/SC Lançamento Soja marca Pioneer no Sul do Brasil Ricardo B. Zottis Ger. Produto RS/SC Agenda 1. Histórico Soja marca Pioneer 2. Pesquisa Soja Brasil 3. Qualidade das Sementes DuPont Pioneer 4. Cultivares

Leia mais

Colégio Nomelini Anglo Barretos - Ensino Fundamental II. CIÊNCIAS PROFª Íris. LISTA EXTRA Recuperação 2 Bimestre Aluno: Série:7º Ano Nº

Colégio Nomelini Anglo Barretos - Ensino Fundamental II. CIÊNCIAS PROFª Íris. LISTA EXTRA Recuperação 2 Bimestre Aluno: Série:7º Ano Nº LISTA EXTRA Recuperação 2 Bimestre Aluno: Série:7º Ano Nº Disciplina : Ciências Professora : Íris Data : 01/08/2011 1. Observe a filogenia abaixo: a) As 3 espécies possuem um ancestral comum? b) Entre

Leia mais

Métodos de Controle de Plantas Daninhas

Métodos de Controle de Plantas Daninhas UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC Centro de Ciências Agroveterinárias CAV, Lages SC Departamento de Agronomia BMPDA54 Biologia e Manejo de Plantas Daninhas Métodos de Controle de Plantas Daninhas

Leia mais

Preço da cesta sobe em 14 capitais

Preço da cesta sobe em 14 capitais 1 São Paulo, 01 de novembro de 2006 NOTA À IMPRENSA Preço da cesta sobe em 14 capitais Quatorze capitais registraram aumento no preço da cesta básica, em outubro, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta

Leia mais

Meio Rural X Meio Agrário:

Meio Rural X Meio Agrário: Introdução Rural X Urbano: Urbano: presença de construções (casas, prédios, comércio, escolas, hospitais, etc.); Rural: presença maior da natureza e atividades agrárias; Meio Rural X Meio Agrário: Rural:

Leia mais

Requisitos de Clima e Solo da espécie

Requisitos de Clima e Solo da espécie Requisitos de Clima e Solo da espécie Clima O amendoim forrageiro apresenta ampla faixa de adaptação, desenvolvendo-se bem desde o nível do mar até aproximadamente 1.800 m de altitude, em áreas com precipitação

Leia mais

PROGRAMA ANALÍTICO DE DISCIPLINA

PROGRAMA ANALÍTICO DE DISCIPLINA PROGRAMA ANALÍTICO DE DISCIPLINA 15/01/2007 COORDENADORIA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOTECNIA Km 47 da BR 110 Bairro Presidente Costa e Silva CEP: 59625-900 C. postal 137 Telefone (084)3315.1796

Leia mais

1. CENSO VARIETAL NO ESTADO DO PARANÁ 2. O PMGCA/UPFR 1. Subestações 2. Locais de seleção 3. Evolução clones

1. CENSO VARIETAL NO ESTADO DO PARANÁ 2. O PMGCA/UPFR 1. Subestações 2. Locais de seleção 3. Evolução clones Out/2011 SUMÁRIO 1. CENSO VARIETAL NO ESTADO DO PARANÁ 2. O PMGCA/UPFR 1. Subestações 2. Locais de seleção 3. Evolução clones 3. CLONES PROMISSORES 1. RB96, RB97, RB98, RB99 4. CLONES PROMISSORES - UFPR

Leia mais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais O desenvolvimento das ações em diferentes projetos poderão identificar

Leia mais

ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE RESÍDUOS QUÍMICOS E EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL NO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES

ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE RESÍDUOS QUÍMICOS E EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL NO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE RESÍDUOS QUÍMICOS E EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL NO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES Simone Aparecida de OLIVEIRA* Marco Eustáquio de SÁ Faculdade de Engenharia, UNESP - Câmpus

Leia mais

Anexo I da IN 01. Proposta de mudança. CEAGESP Centro de Qualidade em Horticultura Anita de Souza Dias Gutierrez

Anexo I da IN 01. Proposta de mudança. CEAGESP Centro de Qualidade em Horticultura Anita de Souza Dias Gutierrez Anexo I da IN 01 Proposta de mudança CEAGESP Centro de Qualidade em Horticultura Anita de Souza Dias Gutierrez Solicitação encaminhada A Instrução Normativa Conjunta nº 1 de 16 de junho de 2014, estabelece

Leia mais

Nutricionista Carolina Cestari De Paoli Bortoletto_ CRN

Nutricionista Carolina Cestari De Paoli Bortoletto_ CRN Nutricionista Carolina Cestari De Paoli Bortoletto_ CRN4 04101236 AVALIE SUA ALIMENTAÇÃO Este teste é sobre a sua alimentação, isto é, aquilo que você come. Se você tiver alguma dificuldade para responder

Leia mais

Currículos dos Cursos UFV AGRONOMIA. COORDENADOR Moacil Alves de Souza

Currículos dos Cursos UFV AGRONOMIA. COORDENADOR Moacil Alves de Souza 74 AGRONOMIA COORDENADOR Moacil Alves de Souza moacil@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2013 75 Engenheiro Agrônomo ATUAÇÃO Compete ao Engenheiro Agrônomo desempenhar as atividades profissionais previstas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: Bacharelado em Nutrição DEPARTAMENTO: Tecnologia dos Alimentos

Leia mais

Alimentação saudável

Alimentação saudável Alimentação saudável Você mais saudável do que nunca! Quem nunca ouviu falar em antioxidantes e radicais livres? Agora, basta saber quem é o vilão e o herói dessa batalha. Os antioxidantes são substâncias

Leia mais

Biofábricas: o potencial de uso de microrganismos em agricultura

Biofábricas: o potencial de uso de microrganismos em agricultura Biofábricas: o potencial de uso de microrganismos em agricultura Eng. Agr. Solon C. de Araujo Consultor da ANPII Apresentado no V Simpósio Brasileiro de Microbiologia Aplicada. UFRGS, setembro 2011 Biofábricas

Leia mais

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Semiárido Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A cultura da cebola

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Semiárido Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A cultura da cebola Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Semiárido Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento A cultura da cebola 2ª edição revista e ampliada Embrapa Brasília, DF 2012 Coleção Plantar,

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: Olericultura Geral Código da Disciplina: AGR 355. Semestre de oferta da disciplina: I e II

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: Olericultura Geral Código da Disciplina: AGR 355. Semestre de oferta da disciplina: I e II PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Olericultura Geral Código da Disciplina: AGR 355 Curso: Agronomia Semestre de oferta da disciplina: I e II Faculdade responsável: Agronomia Programa em vigência a partir

Leia mais

IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADOS PELO USO IRREGULAR DE DEJETOS DE SUÍNOS NO SOLO

IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADOS PELO USO IRREGULAR DE DEJETOS DE SUÍNOS NO SOLO IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADOS PELO USO IRREGULAR DE DEJETOS DE SUÍNOS NO SOLO Rodrigo de Almeida Silva (1) ; Rita Maria de Souza (2) ; Érica Nacif Rufino Vieira (3) ; (1) Graduando do curso de Gestão Ambiental,

Leia mais

EMENTÁRIO. Ementa: Limites. Continuidades de Função. Derivadas. Aplicação de derivadas.

EMENTÁRIO. Ementa: Limites. Continuidades de Função. Derivadas. Aplicação de derivadas. EMENTÁRIO 1º SEMESTRE CALCULO I Limites. Continuidades de Função. Derivadas. Aplicação de derivadas. AGROINFORMÁTICA Conceitos básicos da informação. Organização de máquinas, Sistemas operacionais, Ambiente

Leia mais

A experiência da Embrapa Milho e Sorgo com análises de solo cultivado com milho transgênico

A experiência da Embrapa Milho e Sorgo com análises de solo cultivado com milho transgênico A experiência da Embrapa Milho e Sorgo com análises de solo cultivado com milho transgênico Francisco Adriano de Souza Embrapa Milho e Sorgo - CNPMS Porque nos devemos zelar pela saúde do solo? 1. Nos

Leia mais

REPENSANDO A ADUBAÇÃO NPK EM SISTEMAS DE ALTA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS. Álvaro V. Resende

REPENSANDO A ADUBAÇÃO NPK EM SISTEMAS DE ALTA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS. Álvaro V. Resende REPENSANDO A ADUBAÇÃO NPK EM SISTEMAS DE ALTA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS Álvaro V. Resende Araxá, 19/09/2014 Roteiro Contexto dos sistemas soja-milho Repensando a adubação NPK Considerações finais Contexto

Leia mais

EFEITO DOS NÍVEIS DE SALINIDADE DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO COMUM*

EFEITO DOS NÍVEIS DE SALINIDADE DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO COMUM* EFEITO DOS NÍVEIS DE SALINIDADE DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO COMUM* SILVEIRA, A.L. 1 ; SANTANA, M.J. ; BARRETO, A.C. ; VIEIRA, T.A. 3 * Projeto com apoio da FAPEMIG. 1 Estudante Agronomia

Leia mais

MAIORIA DAS CAPITAIS TEM REDUÇÃO NO CUSTO DA CESTA BÁSICA

MAIORIA DAS CAPITAIS TEM REDUÇÃO NO CUSTO DA CESTA BÁSICA NOTA À IMPRENSA São Paulo, 04 de julho de 2005. MAIORIA DAS CAPITAIS TEM REDUÇÃO NO CUSTO DA CESTA BÁSICA Diferentemente de maio, quando todas as 16 capitais onde o DIEESE Departamento Intersindical de

Leia mais

Aplicação aérea de inseticidas, efeito sobre as abelhas e períodos em que as aplicações são necessárias em soja

Aplicação aérea de inseticidas, efeito sobre as abelhas e períodos em que as aplicações são necessárias em soja Aplicação aérea de inseticidas, efeito sobre as abelhas e períodos em que as aplicações são necessárias em soja Audiência pública Câmara Federal 11 de dezembro de 2012 Alexandre J. Cattelan Chefe-Geral

Leia mais

Estudo da Antixenose da Lagarta-do-Cartucho em Sorgo.

Estudo da Antixenose da Lagarta-do-Cartucho em Sorgo. Estudo da Antixenose da Lagarta-do-Cartucho em Sorgo. Michele Silva Rocha (1) ; Adriano Jorge Nunes dos Santos (2) ; Joao Paulo Dale Costa e Silva (3) ; Lorena de Oliveira Martins (4) ; Jose Avelino Santos

Leia mais