Free Space Optics (FSO): Nova Versão de Software para Enlaces Ópticos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Free Space Optics (FSO): Nova Versão de Software para Enlaces Ópticos"

Transcrição

1 Free Space Optics (FSO): Nova Versão de Software para Enlaces Ópticos Este tutorial apresenta a continuação do estudo de um sistema de comunicação óptico tecnologicamente inovador, com lasers e receptores ópticos, mas substituindo a fibra óptica convencional pelo próprio ar livre como meio de transmissão de dados, voz e imagens. Esta tecnologia é conhecida como FSO (Free Space Optics) e se utiliza da luz emitida por um laser para estabelecer comunicação com um receptor óptico devidamente alinhado. A principal contribuição do trabalho é a atualização do desenvolvimento de um programa, com interface gráfica amigável para o usuário, utilizando a plataforma do aplicativo Matlab, para balanço de potência em enlaces FSO. No programa desenvolvido, parâmetros como potência do laser, sensibilidade do receptor, visibilidade, perdas de cintilação, etc., são avaliados no ambiente das principais cidades brasileiras. José Francisco Meireles Aleixo Júnior Engenheiro de Telecomunicações pelo Instituto de Estudos Superiores da Amazônia IESAM, PA (2007), Mestre (2013) e Doutorando em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas UNICAMP (Campinas, SP). Profissional com mais de 15 anos de experiência em TI, atuou no mercado de Belém PA com prestações de serviços desde 1999 com sua empresa SIGET Serviços em Informática e Telecomunicações. Atuou como técnico de manutenção de micros, impressoras, infraestrutura de redes, estações e servidores, participando de negociações em tomadas de preços e decisões em compras de equipamentos para empresas onde trabalhou como CLT e PJ. Desenvolveu atividades como instrutor de informática para diversos clientes e empresas, desenvolvendo e executando apresentações para treinamentos privados ou em feiras de tecnologia no estado do Pará. Possui sólidos conhecimentos em configurações e manutenção de micros e notebooks, impressoras, infraestrutura de Servidores Windows 2003 e 2008 R2 (Active Directory, DCs, DNS, RODC), Virtual PC e Hyper-V, em Linux com serviços de configurações do Squid, Samba, Apache, SSH, LTSP, Postfix, Iptables, Bind, entre outros, além de conhecimentos em roteadores CISCO e infraestruturas de redes físicas (metálica ou óptica) e wireless (RF ou óptica), com certificação CCNA, ITIL, e participante do Projeto Microsoft S2B Em São Paulo desenvolveu projetos vinculados ao CNPq/FAPESP ligado ao Instituto de Física, com o trabalho Gestão e Manutenção de Cluster CePOF de Computadores, além de atuante como professor de nível tecnológico e universitário. Prestador de serviços em caráter de consultoria para algumas empresas. Atualmente dedica-se ao doutorado realizando pesquisas em Comunicações Ópticas pelo DMO/FEEC/UNICAMP, e exerce atividade de docente na Faculdade Vila Matilde em São Paulo. 1

2 Categoria: Redes Ópticas Nível: Introdutório Enfoque: Técnico Duração: 20 minutos Publicado em: 16/07/2012 2

3 Free Space Optics (FSO): Introdução A História da Humanidade registra que desde o início de sua existência sobre a Terra, o homem procurou formas de se comunicar, as aperfeiçoou com o passar do tempo e conforme sua própria evolução, a fim de estabelecer elos entre ele e o mundo ao seu redor e entre ele e as gerações procedentes. Como em outros trabalhos aqui publicados de minha autoria foi abordado um pouco dos conceitos e histórico do FSO, neste irei enfatizar a participação do Brasil na história das comunicações ópticas, onde tivemos o Padre Landell de Moura [5], que além de seu trabalho religioso foi um homem dedicado a pesquisa, ciência e avanços tecnológicos para sua época. Quando ainda morava em Roma, este padre brasileiro deu início aos estudos de física e eletricidade. Voltando ao Brasil, atuante como autodidata deu continuidade em seus estudos, e realizou as suas primeiras experiências públicas na cidade de São Paulo, no final do século XIX. Figura 1: Ilustração do Brasileiro Padre Landell de Moura e sua invenção No ano 1892, o nosso brasileiro, o padre Roberto Landell de Moura que nasceu na cidade de Porto Alegre RS, mostrou a todos sua contribuição tecnológica, o primeiro transmissor sem fio para transmissões de mensagens. Isso ocorreu em São Paulo. Esse equipamento utilizava o efeito fotoelétrico para a transmissão de informação usando o feixe luminoso. Em 1894, realizou a primeira transmissão pública por meio de ondas hertzianas entre o alto da Av. Paulista e o alto de Sant Anna, na cidade de São Paulo, cobrindo uma distância de oito quilômetros. Nesse evento, o padre brasileiro mostrou ao público suas três invenções: um transmissor de ondas, um telégrafo sem fios e o telefone sem fios. Essas invenções foram pioneiras no Brasil, no campo das comunicações eletrônica-fotônica, mas não foram reconhecidas oficialmente como invenções nacionais pela comunidade científica. Os esforços em pesquisas e desenvolvimentos atuais têm sido orientados para a busca, por um lado, de sistemas de maior capacidade de transmissão e, por outro lado, de sistemas com alcance sem repetidores, cada vez maiores, logo, a importância de um sistema de comunicação através da luz; com isso reduz-se o alto índice de interferência eletromagnética existente nas cidades além de oferecer alta confiabilidade na transmissão de dados. 3

4 Free Space Optics (FSO): O Sistema na Atualidade É incrível como a preferência por uso de fibra ainda é muito grande, pois além da mesma transferir informações com mais rapidez e suportar altas taxas de transmissões, têm-se com a implantação da infraestrutura um grande ganho financeiro. Estabelecer um enlace por fibra não basta apenas querer implantá-la. Para isso existem diversas articulações e parcerias até o momento desta infraestrutura estar em funcionamento. Figura 2: Transtornos causados por obras de infraestrutura para fibra óptica Para uma fibra ser passada de um ponto a outro se faz necessário liberações por parte de prefeituras, governos e grandes empresários, pois, dependendo do local serão necessária a expedição de alvarás que irão permitir as obras. O custo com a fibra exige mão de obra para escavações, uso de máquinas, licença para implantação entre outros, com isso, observa-se que não envolve apenas o custo da tecnologia e sim cálculos de investimentos para liberações, alugueis e contratações temporárias. Para o FSO, apenas é necessário o técnico ou engenheiro habilitado para instalação e a tecnologia, com isso reduz-se o tempo de instalação, custos que seriam aplicados para a infraestrutura e, no final, têm-se a mesma tecnologia aplicada na fibra. No Brasil, após contatos com algumas empresas, percebemos a existência de diversos pontos de instalação. Por questões de sigilo, não foi autorizado a divulgação dessas instalações, por sua vez, na própria internet encontra-se a notícia de que em 2011 a Intelig, em parceria com um fabricante de equipamentos de FSO, implantou alguns aparelhos na cidade do Rio de Janeiro para transmitir e coletar informações durante os jogos Militares. [1] 4

5 Figura 3: Simulação da comparação entre o link de fibra e FSO Essa divulgação na mídia alternativa demonstra que temos, em pleno funcionamento, essa tecnologia, além das coletamos a respeito de instalações em São Paulo, Salvador, Distrito Federal. Outros estados estão previstos para terem estas instalações. Com isso têm-se a prova de que é uma tecnologia totalmente viável para nossas realidades climáticas. Infelizmente, graças ao lobby comercial que RF e Fibra possuem no mercado, deparamo-nos com situações em que um contato de determinada empresa, veio a informar de que o FSO não estaria viável ao Brasil por causa da influência dos raios solares, por esse motivo deixaram de comercializar o produto. Isso se configura como grande erro sobre essa tecnologia, ou seja, a falta de conhecimentos mais sólidos para a comercialização dos equipamentos. Em algumas de nossas apresentações percebemos que a maioria da plateia fica encantada com o funcionamento desse sistema e a maioria, nunca ouviu falar. Um detalhe sobre esse relato, é que, na plateia sempre temos acadêmicos de engenharias, engenheiros, técnicos e público em geral. As atualizações desses sistemas e novos equipamentos são lançados frequentemente, ainda que a maioria seja utilizada fora do Brasil. No exterior é comum encontrar transceptores em janelas, paredes, telhados e torres para efetuar links. Visivelmente, ao se falar em convergência de redes, nota-se a perfeita implantação do FSO nas atualidades. Existe grande demanda pela implantação de serviços com voz, dados e vídeo integrados, ou seja, se pensarmos em reestruturação de toda a infraestrutura terá custos altíssimos, com isso, imagina-se pontos de instalações ópticas satisfazendo essa necessidade. 5

6 Free Space Optics (FSO): Comparação Com Outras tecnologias Abaixo uma ilustração que compara as tecnologias relacionando a distância com a taxa de transmissão. Figura 4: Ilustração de comparação entre tecnologias Tabela 1: Comparação entre tecnologias de Redes Telecom TIPO DE REDE MEIO DE TRANSMISSÃO TIPO DE MODULAÇÃO Dados Cabeados (meios guiados) - Cobre; - Fibra. - Frequência; - Fase; Dados Sem Fio RF: - Radio; - TV; - Telefonia Celular; - LMDS; - MMDS. - Amplitude. - Frequência; - Fase; - Amplitude. Dados Sem Fio Ópticas (Free Space Óptics). - Amplitude. São fatores chave para o uso da tecnologia óptica no espaço livre: Dispensa pedido de licença à Anatel; Uso de tecnologia a Diodo Laser; Led / Detector com grande capacidade de banda. Similaridades A tecnologia óptica no espaço livre possui particularidades semelhantes com outras tecnologias, algumas delas listadas abaixo: Transmite através do ar como Micro-ondas; Usa Lasers e Detectores Óticos como Fibra; Taxas de dados muito altas como Fibra; Livre de licença como Spread Spectrum; Modulado em Amplitude como Cobre. 6

7 Individualmente pode-se citar como características únicas as seguintes: Muito direcional; Deve levar em conta o clima. 7

8 Free Space Optics (FSO): Software Há tempos estamos desenvolvendo o software para cálculo do enlace óptico e principalmente do FSO, com isso surgiu o interesse em atualizá-lo e modificá-lo para cada vez ficar mais prático e acessível; a primeira versão teve início em meados de 2004 e esta última estava praticamente pronta desde o final de 2008, apenas houve uma parada no desenvolvimento devido a problemas externos. Em trabalhos publicados anteriormente no Teleco, podem acompanhar um pouco mais dessa evolução, onde nosso interesse se iniciou ainda na graduação. Nos dias atuais voltamos a melhorá-lo e dedicarmonos ao seu desenvolvimento mais completo. Este software tem como base o Matlab e sempre usando o Guide, uma ferramenta que permite criar todo o ambiente para utilização do programa, adequando botões, marcadores de seleção entre outras ferramentas que viabilizam uma manipulação dos valores a serem adicionados e análises dos gráficos gerados. Primeira Versão A versão com características simples, ainda bem experimental, sem gerar gráficos, apenas exibia resultados. Os gráficos eram gerados a partir da inserção de valores na área de execução do próprio Matlab com as telas abrindo separadamente. Figura 5: Ilustração de comparação entre tecnologias De acordo com os valores de visibilidade para cada região, fazia-se a inserção na área de execução dos comandos no Matlab usando assim o comando plot para gerar os gráficos e analisá-los. 8

9 Segunda Versão Nesta segunda versão, objetivou-se uma apresentação inicial, conforme fig. 6, onde se apresenta o nome da tecnologia e o nome traduzido do FSO, trazendo assim mais informação sobre o objetivo da criação do programa. Figura 6: Tela de apresentação da segunda versão Após essa apresentação, o usuário encontraria outra tela com diversas opções para preenchimento dos valores a serem calculados, com isso, houve a percepção de deixar mais preciso o cálculo. O uso de opções como sliders oferece a escolha de valores conforme se desliza a barra, como exemplo na opção de divergência do feixe e da visibilidade. Figura 7: Segunda tela da segunda versão Ainda nesta versão a geração de gráficos era de forma separada. Como no primeiro, este apenas fornecia os cálculos do enlace. Versão Atual Esta nova versão, conta com a persistência da escolha pelo GUIDE do MATLAB, já que esta é uma linguagem de programação com muita versatilidade e bem simples para trabalhar, além de contar com diversas funções já definidas dispensando dessa maneira a declaração de variáveis, algo comum e padrão na maioria das linguagens de programação. Os parâmetros desta versão atual continuam sendo os mesmos abordados nas anteriores, como: 9

10 Potência média na saída do transmissor: PT (dbm); Comprimento de onda do laser: (nm); Divergência do raio laser: (mrad); Sensibilidade óptica do receptor para a taxa de transmissão e taxa de bits de erros (BER) de interesse: Srx (mrad); Área de abertura da superfície do receptor: AR (m2); Perdas ópticas no receptor: PLRx (db); Perdas ópticas por desalinhamento: Pdes (db); Margem de segurança do sistema: M (db). Os benefícios agora são uma melhor visualização dos resultados com o benefício dos gráficos agregados ao programa, tudo na mesma plataforma. Além de contar com a dinâmica das ferramentas fornecidas pelo GUIDE. Telas da Versão Atual Seguindo a ideia da segunda versão, nesta têm-se a tela inicial Figura8, de apresentação. A entrada conta com a visualização para escolha de qual o cálculo o usuário irá preferir dos valores que são considerados importantes para a concretização de uma melhor disponibilidade para o enlace, verificando-se as opções dispostas logo nesta tela. Figura 8: Tela inicial do software 10

11 Através da seleção de acordo com os indicadores ao lado de cada item, têm-se a abertura de uma nova tela para cálculos das opções. Estas são: Atenuação Atmosférica; Atenuação por Cintilação; Atenuação Geométrica; Atenuação por Chuvas; Transmitância Atmosférica. A parte matemática desse software possui sua base em literaturas específicas de autores como Oliver Bouchet e de Heinz Willebrand [2, 3]. Além destes, outra fonte importante para este desenvolvimento é a tese de doutorado do pesquisador Isaac I. Kim, hoje, participante da empresa MRV Communications, San Diego CA EUA, uma das empresas fabricantes de transceptores FSO. Kim verificou problemas como degradação atmosférica, dificuldade de visada devido à influência de neblina ou presença de fumaça, perda do sinal devido à poluição, valores esses contemplados no software para obtenção de melhores respostas quanto à visibilidade. O cálculo da atenuação atmosférica é apresentado como primeira opção para escolha, assim, o usuário poderá obter o valor da perda atmosférica com inserção de valores como a distância em Km e o comprimento de onda adequado; declarados esses valores, utiliza-se a opção plotar e assim o gráfico será gerado à direita da tela conforme fig.9, visualizando assim o comportamento da atenuação atmosférica. Figura 9: Tela demonstrando a atenuação atmosférica - tela inicial do software Já na atenuação por cintilação fig.10, este campo é importante para decidir qual tipo do sistema FSO a ser utilizado. Nesta opção pode-se escolher o tipo de feixe, único ou múltiplo, que será adequado ao sistema proposto. O gráfico gerado ao lado, após ser acionado o botão plotar, mostra o comportamento dos mesmos em relação à distância e a atenuação. 11

12 Ao informar a distancia e optando pelo tipo de feixe, obtêm-se o parâmetro perda por cintilação. Para melhor interatividade com o software, todas as telas possuem os botões de limpar; este, quando acionado, zera todos os parâmetros preenchidos anteriormente; e o botão sair, que fecha a tela atual voltando para a tela inicial. Abaixo, a imagem da tela com uma simulação de exemplo. Figura 10: Tela da atenuação por cintilação Para a atenuação geométrica na fig.11 efetua o cálculo através de valores, como área da lente transmissora, da lente receptora, o cone de divergência e a distância em metros. 12

13 Figura 11: Tela da atenuação geométrica Há várias preocupações com o funcionamento do FSO, uma das maiores é com as chuvas, ainda quando se trata de regiões brasileiras, que possuem períodos bem chuvosos, intensamente, ao longo do ano, ou em outras regiões que em seu perfil climático a chuva ocorre com menos frequência. Contando com isso fez-se a introdução de cálculo da atenuação de chuvas. Este campo trabalha com previsões do sistema de acordo com as informações da cidade a ser instalado. Através da precipitação chuvosa por região, torna-se possível o cálculo da atenuação, onde, no gráfico na fig. 12, possuímos a representação por pontos vermelhos, ou seja, quanto mais próximos esses pontos mais perda teremos no sinal devido à intensidade das chuvas. Figura 12: Tela da atenuação por chuvas 13

14 Para entender melhor, a transmitância é uma porção de luz que atenua com um comprimento de onda específico, possuindo capacidade de atravessar amostras de matéria, que neste caso, do software, são as condições climáticas. [4] Esta é parte final do software fig.13, com opções para escolha do comprimento de onda e a condição de visibilidade de acordo com a região; através do software, todos os valores a serem considerados estão inseridos nas formulações dessa estrutura. Figura 13: Tela da transmitância em função da visibilidade Este software, desde o início, foi construído e modificado através do Matlab. Nosso grande interesse sempre foi desenvolvê-lo em plataforma independente, contudo, o tempo não ajudou muito apesar do interesse em desenvolver sempre algo melhor. Atualmente, essa última versão apresentada possui seu formato quase independente, ou seja, foi transformada a interface gráfica em um programa de verdade, com extensão.exe, dessa maneira ele poderá ser executado em outros computadores, mesmo sem o MATLAB. Isso se deu graças ao MATLAB Compiler, compilador existente nesse programa matemático, através do comando mcc -m quando digitado na área do prompt. Como havíamos dito, ele será quase independente, pois, será necessária a instalação do MCR (MATLAB Compiler Runtime). Contudo, a distribuição do programa criado e a ferramenta MCR podem ser de forma livre e dentro da lei, pois a empresa do MATLAB, a MathWorks permite a distribuição dessa ferramenta gratuitamente e a vantagem é a existência dela tanto para Windows como para Linux. Logo, esse programa de cálculos para enlace FSO finalmente possui uma versão própria, independente quando utilizada a ferramenta citada acima. Um pouco mais de trabalho, apenas, é ao efetuar odownload do MCR, já que o tamanho do arquivo é em torno dos 150 a 250 MB variando de acordo com versão e para qual sistema operacional será usado. 14

15 Arquitetura Metro: Considerações Finais A persistência nesse trabalho é cada vez mais melhorar o software de cálculo FSO e assim contribuir para a comunidade acadêmica em pesquisas e até mesmo na desmitificação de que este sistema não seja adequado ao Brasil, pois o mesmo possui todas as condições e tecnologia para um perfeito funcionamento em nosso país. Depois de contatos com determinadas empresas que comercializam os equipamentos e além da notícia de saber que a Intelig utilizou essa tecnologia, reforçamos a importância de que o mercado deveria abrir mais oportunidades para implantação desse sistema. Buscamos oportunidades, com esse trabalho, de encontrar parcerias para divulgar mais o Sistema FSO pelo Brasil além de contribuir com pesquisas que comprovem ainda mais essa viabilidade. São muitas as oportunidades para usar os transceptores em nossas regiões, além de contribuir para a diminuição das interferências eletromagnéticas. Referências [1] [2] Willebrand, Heinz, and Ghuman, Baksheesh S., Free-Space Optics: Enabling Optical Connectivity in Today s Network, SAMS, [3] Bouchet, Oliver; at al, Free-Space Optics:Propagation and Communication, ISTE, [4] [5] Almeida, Hamilton; Padre Landell de Moura - Um heroi sem gloria, Record,

16 Free Space Optics (FSO): Teste seu entendimento 1. O Sr. Landell de Moura, citado neste trabalho, foi: Professor de Matemática. Físico e pesquisador. Padre e estudioso autodidata. Cientista europeu. 2. Ao executar o projeto de fibras têm-se: Total legalização para execução. Rápida implantação. Custo barato e viável. Transtornos e gastos com obras. 3. Quando comparadas às tecnologias, afirma-se: Comunicação óptica no espaço livre alcança a mesma distância que a fibras. Comunicação óptica no espaço livre dispensa o pedido de licença à Anatel. Transmissão de Radio, TV, Telefonia Celular, LMDS, MMDS, utilizam apenas Modulação Fase e Amplitude. Comunicação por rádio frequência é totalmente direcional. 16

Infra-Estrutura de Redes

Infra-Estrutura de Redes Faculdade Anhanguera de São Caetano do Sul Infra-Estrutura de Redes Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof:Eduardo M. de Araujo Site-http://www.professoreduardoaraujo.com Objetivos: Camada física

Leia mais

Possíveis soluções para o gargalo da última milha são: instalação de fibra óptica diretamente para todos os clientes; uso de tecnologia de rádio

Possíveis soluções para o gargalo da última milha são: instalação de fibra óptica diretamente para todos os clientes; uso de tecnologia de rádio 1 Introdução O estudo da propagação óptica no espaço livre recebeu considerável impulso após a Segunda Guerra Mundial com a descoberta do laser. Os cientistas iniciaram diversas pesquisas nessa área com

Leia mais

Balanço de Potência em Enlaces FSO

Balanço de Potência em Enlaces FSO Balanço de Potência em Enlaces FSO A pesquisa sobre um sistema de comunicação óptico tecnologicamente inovador, com LASER's e receptores ópticos, mas substituindo a fibra óptica convencional pelo próprio

Leia mais

PROJETO DE DIMENSIONAMENTO DE ENLACE DE RÁDIO

PROJETO DE DIMENSIONAMENTO DE ENLACE DE RÁDIO PROJETO DE DIMENSIONAMENTO DE ENLACE DE RÁDIO Diego de Brito Piau, Gilberto Arantes Carrijo Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Engenharia Elétrica, Uberlândia-MG diegopiau@yahoo.com.br, gilberto@ufu.br

Leia mais

SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO ÓPTICA : INICIAR A PROPOSTA DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM DISCIPLINA OPTATIVA, DURANTE PERÍODO DE AQUISIÇÃO DE CRÉDITOS.

SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO ÓPTICA : INICIAR A PROPOSTA DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM DISCIPLINA OPTATIVA, DURANTE PERÍODO DE AQUISIÇÃO DE CRÉDITOS. SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO ÓPTICA : INICIAR A PROPOSTA DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM DISCIPLINA OPTATIVA, DURANTE PERÍODO DE AQUISIÇÃO DE CRÉDITOS. Sandra Maria Dotto Stump sstump@mackenzie.com.br Maria Aparecida

Leia mais

1 Introduc ao 1.1 Hist orico

1 Introduc ao 1.1 Hist orico 1 Introdução 1.1 Histórico Nos últimos 100 anos, o setor de telecomunicações vem passando por diversas transformações. Até os anos 80, cada novo serviço demandava a instalação de uma nova rede. Foi assim

Leia mais

Local Multipoint Distribuition Service (LMDS)

Local Multipoint Distribuition Service (LMDS) Local Multipoint Distribuition Service (LMDS) Este tutorial apresenta a tecnologia LMDS (Local Multipoint Distribuition Service), acesso em banda larga para última milha por meio de rádios microondas.

Leia mais

Como fazer benchmark do computador

Como fazer benchmark do computador O que é o Índice de Experiência do Windows? O Índice de Experiência do Windows é uma medição que informa como o seu PC funciona com o Windows e usa uma pontuação básica para classificar a experiência que

Leia mais

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1 MANUAL DO USUÁRIO Índice 1. Introdução... 3 2. Acesso ao Sistema... 4 2.1. Instalação... 4 2.1.1. Servidor - Computador Principal... 4 2.1.2. Estação - Computador na Rede... 6 2.1.3. Estação - Mapeamento

Leia mais

Visão geral das redes sem fio

Visão geral das redes sem fio Visão geral das redes sem fio 1 - Introdução O termo redes de dados sem fio pode ser utilizado para referenciar desde dispositivos de curto alcance como o Bluetooth à sistemas de altas taxas de transmissão

Leia mais

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão Os meios físicos de transmissão são compostos pelos cabos coaxiais, par trançado, fibra óptica, transmissão a rádio, transmissão via satélite e são divididos em duas

Leia mais

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço.

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. O que se deve considerar no planejamento de uma rede multi-serviço? Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. Jorge Moreira de Souza Doutor em Informática

Leia mais

Como funciona o site treinamento técnico ON-LINE?

Como funciona o site treinamento técnico ON-LINE? Manual do Usuário INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DO TREINAMENTO ON LINE A ATIC Tecnologia do Brasil Ltda. com o objetivo de atender aos seus diversos clientes, oferece treinamentos EAD - Educação a Distância

Leia mais

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof.

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof. Aula 04 Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados Sistema Operacional Um conjunto de programas que se situa entre os softwares aplicativos e o hardware:

Leia mais

Universidade Católica de Petrópolis Centro de Engenharia e Computação Introdução as Telecomunicações. Professor: Erasmus Couto de Miranda Aluno: Rgu:

Universidade Católica de Petrópolis Centro de Engenharia e Computação Introdução as Telecomunicações. Professor: Erasmus Couto de Miranda Aluno: Rgu: Universidade Católica de Petrópolis Centro de Engenharia e Computação Introdução as Telecomunicações Professor: Erasmus Couto de Miranda Aluno: Rgu: ATIVIDADE 1: REALIZAR PESQUISA A RESPEITO DO SEGUINTE

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Cabeamento Gustavo Reis gustavo.reis@ifsudestemg.edu.br Os cabos são usados como meio de comunicação há mais de 150 anos. A primeira implantação em larga escala de comunicações via

Leia mais

Relatório de Teste de Diferentes Antenas e Equipamentos para o Protocolo NOVUS IEEE 802.15.4

Relatório de Teste de Diferentes Antenas e Equipamentos para o Protocolo NOVUS IEEE 802.15.4 Relatório de Teste de Diferentes Antenas e Equipamentos para o Protocolo NOVUS IEEE 802.15.4 ÍNDICE Índice 1 Introdução 2 Equipamentos Utilizados 3 Modelo de Propagação do Sinal 5 Zona de Fresnel 6 Link

Leia mais

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São

Leia mais

ENLACE DE MICRO-ONDAS RELACIONADO A ATENUAÇÃO DEVIDO À CHUVA

ENLACE DE MICRO-ONDAS RELACIONADO A ATENUAÇÃO DEVIDO À CHUVA ENLACE DE MICRO-ONDAS RELACIONADO A ATENUAÇÃO DEVIDO À CHUVA Caio Matheus Pereira Braga, Diego de Brito Piau, Heitor Ferreira Camargos Silva, Rafael Resende Moraes Dias, Yago Gomes Dos Santos Universidade

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

Nos links abaixo você encontrará maiores informações sobre o AirVIEW: página do produto software de instalação simulador web do AirVIEW

Nos links abaixo você encontrará maiores informações sobre o AirVIEW: página do produto software de instalação simulador web do AirVIEW AIRVIEW 2 - O Analisador espectro AirVIEW da Ubiquiti Networks é uma ferramenta que permite ao administrador de redes wireless determinar canais sobrecarregados e possíveis fontes de interferência que

Leia mais

Informática Aplicada

Informática Aplicada Informática Aplicada SO Windows Aula 3 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2014 APRESENTAÇÃO Todo computador precisa de um sistema operacional. O Windows

Leia mais

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos)

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Guia do Usuário Copyright 2006 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft e Windows são marcas registradas da Microsoft Corporation nos

Leia mais

SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO

SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO Marcelo Pessoa Engenheiro de soluções para saneamento Introdução As indústrias buscam eficiência, aumento da qualidade e a redução de custos. Para alcançar isto investem

Leia mais

COMO REDUZIR O CUSTO NA COMUNICAÇÃO USANDO A INTERNET

COMO REDUZIR O CUSTO NA COMUNICAÇÃO USANDO A INTERNET COMO REDUZIR O CUSTO NA COMUNICAÇÃO USANDO A INTERNET Ao mesmo tempo em que hoje se tornou mais fácil falar a longa distância, pela multiplicidade de opções e operadoras de telefonia, também surgem as

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Serviços de informática. Prefeitura Municipal de Vitória das Missões-RS

TERMO DE REFERÊNCIA. Serviços de informática. Prefeitura Municipal de Vitória das Missões-RS TERMO DE REFERÊNCIA Serviços de informática Prefeitura Municipal de Vitória das Missões-RS 1 I VISITA IN LOCO No dia 24 de junho de 2014 na sede da Prefeitura Municipal de Vitória das Missões-RS realizamos

Leia mais

Redes de Computadores sem Fio

Redes de Computadores sem Fio Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Programa Introdução

Leia mais

Sumário 1. SOBRE O NFGoiana DESKTOP... 3 1.1. Apresentação... 3 1.2. Informações do sistema... 3 1.3. Acessando o NFGoiana Desktop... 3 1.4.

Sumário 1. SOBRE O NFGoiana DESKTOP... 3 1.1. Apresentação... 3 1.2. Informações do sistema... 3 1.3. Acessando o NFGoiana Desktop... 3 1.4. 1 Sumário 1. SOBRE O NFGoiana DESKTOP... 3 1.1. Apresentação... 3 1.2. Informações do sistema... 3 1.3. Acessando o NFGoiana Desktop... 3 1.4. Interface do sistema... 4 1.4.1. Janela Principal... 4 1.5.

Leia mais

REPLICACÃO DE BASE DE DADOS

REPLICACÃO DE BASE DE DADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE FANESE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO - NPGE REPLICACÃO DE BASE DE DADOS BRUNO VIEIRA DE MENEZES ARACAJU Março, 2011 2 FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática. Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos

FTIN Formação Técnica em Informática. Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos FTIN Formação Técnica em Informática Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos Aula 01 SISTEMA OPERACIONAL PROPRIETÁRIO WINDOWS Competências do Módulo Instalação e configuração do

Leia mais

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis 2.1. Histórico e Evolução dos Sistemas Sem Fio A comunicação rádio móvel teve início no final do século XIX [2], quando o cientista alemão H. G. Hertz demonstrou que as

Leia mais

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Fundamentos em Sistemas de Computação Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Camada Física Primeira cada do modelo OSI (Camada 1) Função? Processar fluxo de dados da camada 2 (frames) em sinais

Leia mais

Rede Corporativa. Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro. Introdução

Rede Corporativa. Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro. Introdução Tutorial 10 mar 2009 Fabio Montoro Rede Corporativa Introdução Rede corporativa é um sistema de transmissão de dados que transfere informações entre diversos equipamentos de uma mesma corporação, tais

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás. Disciplina: Gerenciamento de Rede de Computadores. Goiânia, 16 de novembro de 2014.

Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás. Disciplina: Gerenciamento de Rede de Computadores. Goiânia, 16 de novembro de 2014. Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás Disciplina: Gerenciamento de Rede de Computadores : Goiânia, 16 de novembro de 2014. Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás Professor: Marissol Martins Alunos: Edy Laus,

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Fundamentos de Redes de Computadores Parte 2

Projeto e Instalação de Servidores Fundamentos de Redes de Computadores Parte 2 Projeto e Instalação de Servidores Fundamentos de Redes de Computadores Parte 2 Prof.: Roberto Franciscatto CRIMPANDO CABOS DE REDE Crimpagem de cabos de rede Valor aproximado R$ 50,00 CRIMPANDO CABOS

Leia mais

Informática Básica. Microsoft Word XP, 2003 e 2007

Informática Básica. Microsoft Word XP, 2003 e 2007 Informática Básica Microsoft Word XP, 2003 e 2007 Introdução O editor de textos Microsoft Word oferece um conjunto de recursos bastante completo, cobrindo todas as etapas de preparação, formatação e impressão

Leia mais

Câmera CFTV Digital Sem Fio

Câmera CFTV Digital Sem Fio Câmera CFTV Digital Sem Fio Manual do Usuário Você acaba de adquirir um produto Leadership, testado e aprovado por diversos consumidores em todo Brasil. Neste manual estão contidas todas as informações

Leia mais

Potencial de largura de banda de fibras multimodo

Potencial de largura de banda de fibras multimodo REDES ÓPTICAS Potencial de largura de banda de fibras multimodo 124 RTI SET 2007 O minembc é um processo de medição de largura de banda de fibras ópticas otimizadas a laser, que, segundo o autor, é o modo

Leia mais

INTRODUÇÃO BARRAMENTO PCI EXPRESS.

INTRODUÇÃO BARRAMENTO PCI EXPRESS. INTRODUÇÃO BARRAMENTO EXPRESS. O processador se comunica com os outros periféricos do micro através de um caminho de dados chamado barramento. Desde o lançamento do primeiro PC em 1981 até os dias de hoje,

Leia mais

Velocidade, Performance e Estabilidade do cabo de rede com a Flexibilidade do Wireless!

Velocidade, Performance e Estabilidade do cabo de rede com a Flexibilidade do Wireless! Velocidade, Performance e Estabilidade do cabo de rede com a Flexibilidade do Wireless! AirWIRE é um dispositivo versátil para interconexão de equipamentos através de uma rede wireless de alta velocidade

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE REDES REDES DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Material elaborado com base nas apresentações

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

Librix...3. Software Livre...3. Manual Eletrônico...3. Opções de Suporte...3. Configuração de Dispositivos Básicos...4

Librix...3. Software Livre...3. Manual Eletrônico...3. Opções de Suporte...3. Configuração de Dispositivos Básicos...4 Índice Introdução Librix...3 Software Livre...3 Manual Eletrônico...3 Opções de Suporte...3 Dicas para a Instalação Configuração de Dispositivos Básicos...4 Teclado...4 Mouse...5 Vídeo...5 Rede...6 Configuração

Leia mais

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010 Tutorial do Iniciante Excel Básico 2010 O QUE HÁ DE NOVO O Microsoft Excel 2010 é um programa de edição de planilhas eletrônicas muito usado no mercado de trabalho para realizar diversas funções como;

Leia mais

Excel 2010 Módulo i. Incrementando. Seus conhecimentos

Excel 2010 Módulo i. Incrementando. Seus conhecimentos Excel 2010 Módulo i Incrementando Seus conhecimentos Aperfeiçoando A sua prática Página 1/10 ÍNDICE. Histórico... 003. Definição de Planilha Eletrônica... 006. Formas de Ponteiro... 013. Referências...

Leia mais

Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro OS DESAFIOS E BENEFÍCIOS DE UMA REDE PRIVADA DE TRANSMISSÃO DE DADOS

Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro OS DESAFIOS E BENEFÍCIOS DE UMA REDE PRIVADA DE TRANSMISSÃO DE DADOS OS DESAFIOS E BENEFÍCIOS DE UMA REDE PRIVADA DE TRANSMISSÃO DE DADOS BREVE HISTÓRICO DO TJRJ O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro atua em todo o Estado com 96 comarcas, 1694 serventias de

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Rafael Freitas Reale Aluno: Data / / Prova Final de Redes Teoria Base 1) Qual o tipo de ligação e a topologia respectivamente

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

(Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 11/11/2002).

(Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 11/11/2002). ADSL (Speedy, Velox, Turbo) Este tutorial apresenta a tecnologia ADSL (Asymetric Digital Subscriber Line) desenvolvida para prover acesso de dados banda larga a assinantes residenciais ou escritórios através

Leia mais

Apostilas de Eletrônica e Informática SDH Hierarquia DigitaL Síncrona

Apostilas de Eletrônica e Informática SDH Hierarquia DigitaL Síncrona SDH A SDH, Hierarquia Digital Síncrona, é um novo sistema de transmissão digital de alta velocidade, cujo objetivo básico é construir um padrão internacional unificado, diferentemente do contexto PDH,

Leia mais

Construtor de sites SoftPixel GUIA RÁPIDO - 1 -

Construtor de sites SoftPixel GUIA RÁPIDO - 1 - GUIA RÁPIDO - 1 - Sumário Introdução...3 Por que utilizar o Construtor de Sites?...3 Vantagens do Construtor de Sites...3 Conceitos básicos...3 Configuração básica do site...5 Definindo o layout/template

Leia mais

TUTORIAL: INSTALANDO O SKYPE (VOIP - VOZ SOBRE IP) - ATUALIZAÇÃO

TUTORIAL: INSTALANDO O SKYPE (VOIP - VOZ SOBRE IP) - ATUALIZAÇÃO TUTORIAL: INSTALANDO O SKYPE (VOIP - VOZ SOBRE IP) - ATUALIZAÇÃO Com a popularização da banda larga, uma das tecnologias que ganhou muita força foi o VOIP (Voz sobre IP). Você com certeza já deve ter ouvido

Leia mais

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Resumo O projeto tem como objetivo principal promover a inclusão digital dos softwares

Leia mais

Microsoft Office PowerPoint 2007

Microsoft Office PowerPoint 2007 INTRODUÇÃO AO MICROSOFT POWERPOINT 2007 O Microsoft Office PowerPoint 2007 é um programa destinado à criação de apresentação através de Slides. A apresentação é um conjunto de Sides que são exibidos em

Leia mais

Tema: As vantagens de implantar uma rede estruturada em ambiente corporativo.

Tema: As vantagens de implantar uma rede estruturada em ambiente corporativo. 1 TEMA Assunto: Redes de computadores. Tema: As vantagens de implantar uma rede estruturada em ambiente corporativo. 2 PROBLEMA Problema: Qual a importância de criar uma rede estruturada em instituições

Leia mais

02 - Usando o SiteMaster - Informações importantes

02 - Usando o SiteMaster - Informações importantes 01 - Apresentação do SiteMaster - News Edition O SiteMaster foi desenvolvido para ser um sistema simples de gerenciamento de notícias, instalado em seu próprio computador e com configuração simplificada,

Leia mais

Comunicação sem fio - antenas

Comunicação sem fio - antenas Comunicação sem fio - antenas Antena é um condutor elétrico ou um sistema de condutores Necessário para a transmissão e a recepção de sinais através do ar Na transmissão Antena converte energia elétrica

Leia mais

5 SIMULAÇÃO DE UM SISTEMA WDM DE DOIS CANAIS COM O SOFTWARE VPI

5 SIMULAÇÃO DE UM SISTEMA WDM DE DOIS CANAIS COM O SOFTWARE VPI 68 5 SIMULAÇÃO DE UM SISTEMA WDM DE DOIS CANAIS COM O SOFTWARE VPI O software VPI foi originalmente introduzido em 1998 e era conhecido como PDA (Photonic Design Automation). O VPI atualmente agrega os

Leia mais

Informática I. Aula 22. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1

Informática I. Aula 22. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1 Informática I Aula 22 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1 Critério de Correção do Trabalho 1 Organização: 2,0 O trabalho está bem organizado e tem uma coerência lógica. Termos

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES LAN MAN WAN

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES LAN MAN WAN SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES LAN MAN WAN - Prof. Airton / airton.ribeiros@gmail.com - Prof. Altenir / altenir.francisco@gmail.com 1 REDE LOCAL LAN - Local Area Network

Leia mais

MANUAL DO PVP SUMÁRIO

MANUAL DO PVP SUMÁRIO Manual PVP - Professores SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 6 2 ACESSANDO O PVP... 8 3 TELA PRINCIPAL... 10 3.1 USUÁRIO... 10 3.2 INICIAL/PARAR... 10 3.3 RELATÓRIO... 10 3.4 INSTITUIÇÕES... 11 3.5 CONFIGURAR... 11

Leia mais

G-Bar IGV. Instalação Versão 4.0

G-Bar IGV. Instalação Versão 4.0 G-Bar Software para Gerenciamento de Centrais de Corte e Dobra de Aço IGV Software Interpretador/ Gerenciador/ Visualizador de dados digitais de projetos CAD-TQS Instalação Versão 4.0 Manual do Usuário

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Redes de Computadores Possibilita a conexão entre vários computadores Troca de informação Acesso de múltiplos usuários Comunicação de dados

Leia mais

INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA TOUCH SCREEN

INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA TOUCH SCREEN INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA TOUCH SCREEN Eduardo Reis Tomiassi¹, Wyllian Fressatti 2 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí -Paraná- Brasil tomiassi88@hotmail.com, wyllian@unipar.br Resumo: Neste trabalho

Leia mais

Buscamos sempre a solução mais eficaz, de acordo com o avanço tecnológico dos sistemas de Telecomunicações e Tecnologia da Informação.

Buscamos sempre a solução mais eficaz, de acordo com o avanço tecnológico dos sistemas de Telecomunicações e Tecnologia da Informação. A T7 Solutions Informática e Telecomunicações atua como prestadora de serviços de Infraestrutura de TI e Telecom, com foco no desenvolvimento e implementação de soluções de Infraestrutura, Dados e Voz.

Leia mais

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Conceitos Básicos de Redes: parte 1 Neste roteiro são detalhados os equipamentos componentes em uma rede de computadores. Em uma rede existem diversos equipamentos que são responsáveis por fornecer

Leia mais

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente Conceito ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente O Sagres Diário é uma ferramenta que disponibiliza rotinas que facilitam a comunicação entre a comunidade Docente e Discente de uma instituição,

Leia mais

Assunto: Redes Com Menos Gastos

Assunto: Redes Com Menos Gastos Assunto: Redes Com Menos Gastos Christian Luiz Galafassi 09132064 Resumo: Novos modos de Redes estão sendo implantadas e em testes. No artigo vou falar sobre duas delas que são Power of Ethernet (PoE),

Leia mais

REDES SEM FIO. Prof. Msc. Hélio Esperidião

REDES SEM FIO. Prof. Msc. Hélio Esperidião REDES SEM FIO Prof. Msc. Hélio Esperidião WIRELESS O termo wireless, significa sem fio, possui alguns sinônimos tais como: Rede sem fio Comunicação sem fio Computação Móvel Wi-FI? WI-FI? Wi-Fié uma marca

Leia mais

Certificação de redes ópticas de 10GbE

Certificação de redes ópticas de 10GbE CABEAMENTO ESTRUTURADO Certificação de redes ópticas de 10GbE 70 RTI DEZ 2008 JDSU (Brasil) As redes ópticas baseadas em 10GbE exigem um bom processo de certificação. O artigo a seguir detalha os principais

Leia mais

Caso necessite de mais equipamentos ou em caso de dúvidas, favor enviar email para domingolegal@bistecnologia.com.br

Caso necessite de mais equipamentos ou em caso de dúvidas, favor enviar email para domingolegal@bistecnologia.com.br Instalar os equipamentos é tão fácil quanto afixar um quadro. Se você preferir, pode contratar os serviços de qualquer pessoa para afixar os equipamentos. A BIS já envia todos os equipamentos pré-configurados

Leia mais

Índice. Para encerrar um atendimento (suporte)... 17. Conversa... 17. Adicionar Pessoa (na mesma conversa)... 20

Índice. Para encerrar um atendimento (suporte)... 17. Conversa... 17. Adicionar Pessoa (na mesma conversa)... 20 Guia de utilização Índice Introdução... 3 O que é o sistema BlueTalk... 3 Quem vai utilizar?... 3 A utilização do BlueTalk pelo estagiário do Programa Acessa Escola... 5 A arquitetura do sistema BlueTalk...

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Arquitetura Padrão 802.11 Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Arquitetura Wireless Wi-Fi

Leia mais

MANUAL DO GERENCIADOR ESCOLAR WEB

MANUAL DO GERENCIADOR ESCOLAR WEB CNS LEARNING MANUAL DO GERENCIADOR ESCOLAR WEB Versão Online 13 Índice ÍNDICE... 1 VISÃO GERAL... 2 CONCEITO E APRESENTAÇÃO VISUAL... 2 PRINCIPAIS MÓDULOS... 3 ESTRUTURAÇÃO... 3 CURSOS... 4 TURMAS... 4

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Como montar uma rede Wireless

Como montar uma rede Wireless Como montar uma rede Wireless Autor: Cristiane S. Carlos 1 2 Como Montar uma Rede Sem Fio sem Usar um Roteador de Banda Larga Introdução Muita gente não sabe que com o Windows XP ou o Windows Vista é possível

Leia mais

O computador. Sistema Operacional

O computador. Sistema Operacional O computador O computador é uma máquina desenvolvida para facilitar a vida do ser humano, principalmente nos trabalhos do dia-a-dia. É composto basicamente por duas partes o hardware e o software. Uma

Leia mais

W o r d p r e s s 1- TELA DE LOGIN

W o r d p r e s s 1- TELA DE LOGIN S U M Á R I O 1Tela de Login...2 2 Painel......3 3 Post...4 4 Ferramentas de Post...10 5 Páginas...14 6 Ferramentas de páginas...21 7 Mídias...25 8 Links......30 1 1- TELA DE LOGIN Para ter acesso ao wordpress

Leia mais

CASE PRÊMIO ANSP 2005

CASE PRÊMIO ANSP 2005 CASE PRÊMIO ANSP 2005 1 BVP HAND: Mobilidade para fazer cotações através de dispositivos portáteis. Índice...2 Resumo Executivo...3 Clientes no Brasil...4 1. Sinopse...5 2. Problema...6 3. Solução...7

Leia mais

Camada Física: Meios de transmissão não guiados

Camada Física: Meios de transmissão não guiados Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk Camada Física: Meios de transmissão não guiados Transmissão sem Fio Pessoas cada vez mais dependente das redes; Alguns especialistas afirmam

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

Smart Laudos 1.9. A Forma Inteligente de Criar seus Laudos Médicos. Manual do Usuário

Smart Laudos 1.9. A Forma Inteligente de Criar seus Laudos Médicos. Manual do Usuário Smart Laudos 1.9 A Forma Inteligente de Criar seus Laudos Médicos Manual do Usuário Conteúdo 1. O que é o Smart Laudos?... 3 2. Características... 3 3. Instalação... 3 4. Menu do Sistema... 4 5. Configurando

Leia mais

Agência Virtual - O consumidor acessando sua conta de água pela Internet

Agência Virtual - O consumidor acessando sua conta de água pela Internet Agência Virtual - O consumidor acessando sua conta de água pela Internet Autores: Leandro Martini Ribeiro - Engenheiro civil pelo IME - Instituto Militar de Engenharia, 1978, engenheiro da F.SESP/FUNASA

Leia mais

Manual de Operação do Simulador EONSim - Elastic Optical Networks Simulator

Manual de Operação do Simulador EONSim - Elastic Optical Networks Simulator Manual de Operação do Simulador EONSim - Elastic Optical Networks Simulator Autores: Paulo César Barreto da Silva e Marcelo Luís Francisco Abbade Dezembro de 2012 Versão 1 1. Como executa-lo O EONSim foi

Leia mais

Engenheiro de Telecomunicações pelo Instituto de Estudos Superiores da Amazônia IESAM (Belém, Pará).

Engenheiro de Telecomunicações pelo Instituto de Estudos Superiores da Amazônia IESAM (Belém, Pará). Transmissão Digital em Banda Base: Modelagem do Canal Este tutorial apresenta a implementação da formatação de um pulso para transmissão digital em banda base que simule a resposta ao impulso de um canal

Leia mais

MARCOS GEODÉSICOS / REFERÊNCIAS DE NÍVEL

MARCOS GEODÉSICOS / REFERÊNCIAS DE NÍVEL MARCOS GEODÉSICOS / REFERÊNCIAS DE NÍVEL MANUAL DE UTILIZAÇÃO TERMO DE USO E COMPROMISSO As informações contidas neste aplicativo Marcos Geodésicos/Referências de Nível, com exceção às monografias (para

Leia mais

Aplicativo para configuração da interface de celular ITC 4000

Aplicativo para configuração da interface de celular ITC 4000 MANUAL DO USUÁRIO Aplicativo para configuração da interface de celular ITC 4000 Este aplicativo roda em plataforma Windows e comunica-se com a ITC 4000 via conexão USB. Através do ITC 4000 Manager, o usuário

Leia mais

CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ EDITOR DE TEXTO - WORD

CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ EDITOR DE TEXTO - WORD Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo Pós-Graduação em Gestão de Negócios CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ EDITOR DE TEXTO - WORD EMENTA

Leia mais

AULA 4 VISÃO BÁSICA DE CLASSES EM PHP

AULA 4 VISÃO BÁSICA DE CLASSES EM PHP AULA 4 VISÃO BÁSICA DE CLASSES EM PHP Antes de mais nada, vamos conhecer alguns conceitos, que serão importantes para o entendimento mais efetivos dos assuntos que trataremos durante a leitura desta apostila.

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina CAPÍTULO 6 GRÁFICOS NO EXCEL.

Universidade Federal de Santa Catarina CAPÍTULO 6 GRÁFICOS NO EXCEL. CAPÍTULO 6 GRÁFICOS NO EXCEL. Um gráfico no Excel é uma representação gráfica dos números de sua planilha - números transformados em imagens. O Excel examina um grupo de células que tenham sido selecionadas.

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais