Lançamento. Manual para Contratação de Projetos para o Desempenho de Edificações Habitacionais

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1 Lançamento Manual para Contratação de Projetos para o Desempenho de Edificações Habitacionais

2 Manual para Contratação de Projetos para o Desempenho de Edificações Habitacionais Processo de Projeto para o Desempenho de Edificações Habitacionais Profa. Patricia Elizabeth Ferreira Gomes Barbosa Prof. Paulo Roberto Pereira Andery

3 Manual para Contratação de Projetos para o Desempenho de Edificações Habitacionais O fluxo dos projetos no empreendimento para o Desempenho Gestão do Processo de Projeto e Desempenho ROTEIRO Contexto Exigências Desafios Garantia do desempenho Exigências e impactos no mercado Desafios para construtoras/incorporadoras Proposta Fluxo

4 Contexto CONTEXTO O que significa desempenho em um contexto amplo

5 CIB Revaluing Construction Desempenho em uma visão de conjunto

6 Desempenho como VALOR Edifício / Componentes Requisitos - desempenho Critérios de desempenho Avaliação

7 A norma Integração por áreas/temas do conhecimento: Segurança estrutural; Segurança contra o fogo; Segurança na utilização; Estanqueidade; Desempenho térmico; Desempenho Acústico; Desempenho Lumínico; Durabilidade e Manutenabilidade; Saúde, Higiene e Qualidade do ar; Conforto Tátil e Antropodinâmico; Adequação Ambiental

8 A norma

9 Uma visão integrada do empreendimento Tecnologias Construtivas e Produçao Gestão do processo de projeto Incorporação (negócio)

10 Exigências EXIGÊNCIAS Impacto no processo de projeto

11 Integração e Colaboração Não há como falar em soluções integradas de projeto sem falar em um ambiente de colaboração Negócio Tecnologia Pessoas

12 Mapeamento do fluxo de informações e interfaces ( Fabricio et. al, 1998)

13 Gestão de Portifólio Gestão de Portifólio Cultura Construtiva CLIEN T E (necessidades) Montagem Negócio Projeto do Produto arquitetura Projeto para Produção Projeto para Manutenção OBRA U SU ÁRIO (desempenho) Programa de Necessidades engenharias Projeto para Sustentabilidade Design for X INTERFACE 1 - entre os clientes e requisitos de projeto e o projeto do produto INTERFACE 2 - entre os projetos de arquitetura e engenharia e complementares INTERFACE 3 - entre projeto do produto e obra - Projeto para Produção INTERFACE 4 - entre o projeto do produto e o uso e manutenção do edifício (desempenho) INTERFACE 5 - entre o projeto do produto e o meio ambiente do edifício (desempenho) INTERFACE 6 - documentação (as built) e retro-alimentação obra - projetos para produção (futuros) INTERFACE 7 - retro-alimentação uso - requisitos do cliente _Avaliação Pós Ocupação - APO (futuros projetos) Copyright Prof. Márcio Fabrício, USP-SC

14 Desafios DESAFIOS O que precisamos encarar

15 Desafios Torna-se fundamental a função Coordenação de Projetos Modelos de coordenação Formação de coordenadores Mecanismos de avaliação de desempenho de projetistas e do processo de projeto

16 Desafios COORDENAÇÃO DE PROJETO COORDENAÇÃO TÉCNICA COORDENAÇÃO GERENCIAL Foco no produto. Integração interdisciplinar. Contempla dependências associadas a construtibilidade, especificação técnica e desempenho. Lida com necessidades e restrições da lógica de conhecimento Foco no project. Integração interfuncional. Contempla dependências associadas a prazos, custo e escopo. Lida com necessidades e restrições da logística dos recursos.

17 Fortalecimento do papel do coordenador SITUAÇÃO COORDENADOR JUSTIFICATIVAS Empreendimentos residenciais privados Profissional da empresa incorporadora e construtora contratante (engenheiro ou arquiteto) Coordenação terceirizada (engenheiro ou arquiteto) Coordenação forte ; Maior integração ao produto das variáveis da produção; Adequação tecnológica das soluções de projeto. Potencial conflito quanto à legitimidade/ poder do coordenador solução de compromisso; Equilíbrio entre enfoques complementares do projeto; Potencialidade de incorporação de novas tecnologias. Copyright Prof. Márcio Fabrício, USP-SC (2002)

18 Desafios Seleção de fornecedores, materiais e sistemas construtivos Documentação do processo de projeto; Controle do desempenho (plano de ensaios); Sistema de Gestão da Qualidade (SiAC).

19 Tendências de aprimoramento do referencial regulatório / normativo Especificações de desempenho nos empreendimentos de HIS baseadas na NBR Doc 4 Catálogo Doc 1 Especificações Doc 2 Proponente Doc 3 Agente Financeiro Documentos

20 Alterações no SiAC Entrada em vigor da NBR :2013 adequação do referencial normativo Induzir os ajustes necessários para atendimento à Norma de Desempenho Maior ênfase ao processo de projeto e ao controle tecnológico

21 Alterações no SiAC Art 3o - Definiço es: Perfil de Desempenho da Edificação - PDE: Documento de entrada de projeto que registra os requisitos dos usuários e respectivos níveis de desempenho a serem atendidos por uma edificação habitacional, conforme definido no item 4 da ABNT NBR Parte 1: Requisitos Gerais.

22 Desafios A empresa construtora deve garantir o alcance do perfil ao longo das diferentes etapas do processo de projeto. O perfil pode ser modificado, mas isso deve ser justificado e evidenciado por análise crítica específica, sobretudo fazendo referências a oportunidades e restrições não identificadas anteriormente.

23 Desafios Saídas de projeto: Para o caso de obras de edificações habitacionais, a empresa construtora deve apresentar evidências dos meios definidos para o atendimento dos requisitos de desempenho da ABNT NBR 15575, nos níveis indicados no Perfil de Desempenho da Edificação (PDE), mediante análise de desempenho esperado das soluções projetadas. O mesmo se aplica à validação de projetos.

24 Proposta PROPOSTAS A resposta do setor...

25 Manual de escopo para contratação dos projetos Desde 2014, por uma ação coordenada da Secretaria de Desempenho (CIC-SENAI-FIEMG) e Sinduscon, vem sendo realizado um trabalho voluntário e colaborativo de definição dos escopos de projeto para orientar a contratação e desenvolvimento dos projetos visando a garantia do desempenho

26 Manual de escopo para contratação dos projetos

27 Manual de escopo para contratação dos projetos

28 Manual de escopo para contratação dos projetos

29 Manual de escopo para contratação dos projetos

30 Princípios Trabalho colaborativo; Desenvolvimento integrado das disciplinas; Ponto de partida: manuais de escopo (SECOVI SP); Fluxo do processo de projeto em incorporações (Barbosa & Andery 2013); Referência para a contratação, com adequações visando garantia do desempenho.

31 Fases São contempladas as seguintes fases: A. Concepção do Produto B. Definição do Produto C. Identificação e solução de interfaces D. Detalhamento das especialidades E. Pós-entrega dos projetos F. Pós entrega da obra.

32 Integração dos projetos no empreendimento O manual prevê um modelo de referência que apresenta uma possível sequência de ações que integram o desenvolvimento dos projetos no desenvolvimento dos empreendimentos.

33 Disciplinas Fluxo do processo de projeto Arquitetura Estrutura Desempenho térmico Acústica Projeto lumínico AC e ventilação SPDA Instalações elétricas Instalações de telecomunicações Instalações hidrossanitárias

34 Disciplinas Geração de água quente Drenagem Instalações de gás Impermeabilização Sprinkler PCIP

35 Fluxo FLUXO A incorporação imobiliária e o desempenho

36 Fluxograma do processo de projeto

37 ENTRADAS Fluxograma do processo de projeto DECISÃO / PORTÃO ESTRUTURAÇÃO FASES PRODUTOS ATIVIDADES DEMANDA

38 DEMANDA DOS CLIENTES FASE A CONCEPÇÃO DO PRODUTO COMPRA DO TERRENO E ESTRATÉGIAS CONCEPÇÃO DO PRODUTO PRODUTOS ATIVIDADES PROGRAMA DE NECESSIDADES

39 FASE A CONCEPÇÃO DO PRODUTO

40 FASE A CONCEPÇÃO DO PRODUTO

41 ESTRATÉGIAS FASE B DEFINIÇÃO DO PRODUTO PROJETOS LEGAIS DEFINIÇÃO DO PRODUTO PRODUTOS ATIVIDADES PRODUTOS

42 FASE B DEFINIÇÃO DO PRODUTO

43 FASE B DEFINIÇÃO DO PRODUTO

44 PROJETOS LEGAIS FASE C IDENTIFICAÇÃO E SOLUÇÕES DE INTERFACE COMPATIBILIZAÇÃO / EXECUTIVOS / PRODUÇÃO SOLUÇÃO DAS INTERFACES PRODUTOS ATIVIDADES APROVAÇÃO DOS PROJETOS LEGAIS

45 FASE C IDENTIFICAÇÃO E SOLUÇÕES DE INTERFACE

46 FASE C IDENTIFICAÇÃO E SOLUÇÕES DE INTERFACE

47 COMPATIBILIZAÇÃO / EXECUTIVOS / PRODUÇÃO FASE D DETALHAMENTO DAS ESPECIALIDADES ALVARÁ / INÍCIO DE OBRA DETALHAMENTO ESPECIALIDADES PRODUTOS ATIVIDADES PRODUTO FINALIZADO

48 FASE D DETALHAMENTO DAS ESPECIALIDADES

49 FASE D DETALHAMENTO DAS ESPECIALIDADES

50 OBRA FASE E PÓS ENTREGA DO PROJETO HABITE-SE PÓS ENTREGA DO PROJETO PRODUTOS ATIVIDADES VALIDAÇÃO EXECUÇÃO DA OBRA

51 FASE E PÓS ENTREGA DO PROJETO

52 FASE E PÓS ENTREGA DO PROJETO

53 HABITE-SE FASE F PÓS ENTREGA DA OBRA VALIDAÇÃO DO PROCESSO RETROALIZAMENTAÇÃO PÓS ENTREGA DA OBRA PRODUTOS ATIVIDADES ASSISTÊNCIA TÉCNICA DESEMPENHO MEDIDO

54 FASE F PÓS ENTREGA DA OBRA

55 FASE F PÓS ENTREGA DA OBRA

56 Obrigado! PAULO ANDERY PATRICIA BARBOSA

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