Virtualização de Sistemas como Ferramenta para Pequenas. e Médias Empresas. Júlio Francisco da Silva

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1 2011 Virtualização de Sistemas como Ferramenta para Pequenas e Médias Empresas Júlio Francisco da Silva

2 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO JÚLIO FRANCISCO DA SILVA Virtualização de Sistemas como Ferramenta para Pequenas e Médias Empresas Anápolis Novembro, 2011

3 ii UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO JÚLIO FRANCISCO DA SILVA Virtualização de Sistemas como Ferramenta para Pequenas e Médias Empresas Trabalho de Conclusão apresentado ao Departamento de Sistemas de Informação da Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade Estadual de Goiás, como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientadora: Profa. Hellen Carmo de Oliveira Matos Anápolis Novembro, 2011

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6 v Primeiramente dedico esse trabalho a Deus, que me concedeu a oportunidade e o suporte para realização deste curso, aos meus pais pela educação e incentivo aos estudos, e aos meus professores, que sempre estiveram dispostos a compartilhar conhecimento direta ou indiretamente.

7 vi AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pelo dom da vida, pela saúde, pela ajuda em superar as dificuldades, por cuidar e me guardar desde o início da minha caminhada, e pela benção de cada dia. Aos meus pais pela educação, incentivo, persistência, apoio e amor incondicional. A minha orientadora Prof. Hellen Carmo de Oliveira Matos pelos direcionamentos, paciência, disposição e dedicação em sempre ajudar no desenvolvimento deste trabalho, e no meu aprimoramento como estudante. Aos colegas que ganhei ao longo desses anos de estudo, e principalmente aos professores, que pelo esforço em compartilhar conhecimento, passaram horas preparando aulas, trabalhos e provas para proporcionar um aprendizado da melhor forma possível, fizeram de mim e meus colegas pessoas melhores. A todos, os meus sinceros agradecimentos.

8 vii RESUMO A virtualização tem como objetivo otimizar e melhor aproveitar os recursos computacionais. Esse projeto descreve o uso das ferramentas de virtualização aplicadas dentro do contexto de pequenas e médias empresas, com o objetivo de documentar e disseminar o conhecimento levantado, tecendo um estudo com as abordagens nas quais a virtualização pode ser empregada para resolução de problemas. O foco deste trabalho é ser referência no estudo sobre os impactos do processo de migração de servidores físicos convencionais para o ambiente virtual, levantando considerações, vantagens e desvantagens direcionadas para o público de analistas e gestores de tecnologia da informação de pequenas e médias empresas, que representam uma parcela expressiva no mercado de tecnologia. O sucesso da implantação é altamente dependente de análises criteriosas, tendo grande significado na arquitetura da empresa, já que as mudanças efetuadas influenciarão em vários aspectos e por tempo indeterminado. Para ilustrar a aplicação do objeto em estudo, será citado um estudo de caso de uma empresa de porte médio em Anápolis. Palavras-chave Virtualização; VMware; Hyper-V; servidores; máquinas virtuais; sistemas operacionais

9 viii ABSTRACT Virtualization aims to optimize and better use the computing resources. This project describes the use of virtualization tools applied within the context of small and medium enterprises, in order to document and disseminate knowledge, building a study of approaches in which virtualization can be used to solve problems. It is the focus of this essay to be reference in the study of the impacts on the migration process of conventional physical servers to virtual environments, raising considerations, advantages and disadvantages to the target audience of analysts and information technology managers of small and medium enterprises, which represent a significant share in the technology field. The successful implementation is highly dependant on careful analysis, and have great significance in the enterprise s architecture, since the changes made will influence on various aspects indefinitely. Will be referred to a case study of an average company in Anapolis, which will illustrate the application of this virtualization environment. In order to ilustrate the application of the object of study, a case study will be referred in a medium size company in Anápolis. Keywords virtualization; vmware; hyper-v; servers; virtual machine; availability;

10 Sumário Lista de Figuras Lista de Tabelas xi xii Introdução Objetivos Objetivos Gerais Objetivos específicos Metodologia Quanto aos fins Quanto aos meios A estrutura do trabalho 4 1 Virtualização Motivos para adotar a virtualização Terminologias do ambiente de virtualização Diferentes tipos de virtualização Virtualização de sistema operacional Virtualização de aplicação Virtualização de rede Virtualização de desktops Virtualização de Storage Maneiras de criação Fatores que devem ser avaliados Desempenho Gerenciamento Segurança Licenciamento de Máquinas Virtuais Conclusão 23

11 2 Ferramentas de virtualização Surgimento e evolução das ferramentas Red Hat Citrix Hyper-V VMware Conclusão 32 3 Estudo de Caso Detalhamento da empresa Planejando a implantação da virtualização Análise do panorama estrutural da empresa Identificando servidores candidatos a virtualização Atualização dos sistemas operacionais O hardware utilizado Planejamento do Projeto Primeira etapa da seleção da ferramenta de virtualização Segunda etapa da seleção da ferramenta de virtualização Criando as máquinas virtuais Cenário Pós-Virtualização 50 Conclusão e Recomendações 53 Referências Bibliográficas 56 A Cronograma de Atividades do Trabalho de Conclusão de Curso 60 B PÔSTER APRESENTADO NO III SIMPÓSIO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E III SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE SISTEMAS DE INFOR- MAÇÃO UNUCET-UEG/

12 Lista de Figuras 1.1 Virtualização Arquitetura da VMM Arquitetura do Hypervisor Disco rígido virtual Arquitetura de camadas Virtualização de Storage Análise das diferentes performances 49 A.1 Cronograma de atividades proposto no projeto do Trabalho de Conclusão e Curso 60 B.1 Pôster - Virtualização de Sistemas - Ferramenta para Pequenas e Médias Empresas 61

13 Lista de Tabelas 2.1 Edições do Windows Server Serviços e Servidores Relação das bases de dados Configuração do servidor adquirido Resultado XenServer Resultado Hyper-V Resultado VMware Nova estrutura de servidores virtualizados Projeção de preço VMware Projeção de preço XenServer Enterprise Projeção de preço Windows Server 2008 Enterprise Análise das diferentes performances 48

14 INTRODUÇÃO A tecnologia denominada virtualização, consiste em se multiplicar as funções de um servidor ou computador convencional e o fazer funcionar como se fossem vários computadores ao mesmo tempo. Atualmente, tem sido a melhor ferramenta para solução de vários problemas nos Departamentos de Tecnologia da Informação de empresas de todos os tamanhos. Conforme (POLLON, 2008), o Setor de Processamento de dados de uma empresa, geralmente composto de várias máquinas distintas. Por questões de segurança e redução de complexidade, cada uma delas disponibiliza um serviço diferente para empresa, como s, autenticação de senhas, internet, banco de dados, etc. O preço pago por separar essas atividades era o baixo aproveitamento dos recursos das máquinas, já que cada servidor tinha o costume de desempenhar poucas tarefas, no entanto, isso mudou. De acordo com (BLUM, 2011), a virtualização de sistemas computacionais é uma tecnologia que trouxe vários benefícios e possibilidades para o cenário da Tecnologia da Informação. Ela disponibilizou a capacidade de comportar diferentes sistemas operacionais em máquinas e servidores que até então disponibilizavam seus recursos físicos somente a um único ambiente de execução e, consequentemente, a um número reduzido de aplicações. Uma máquina passa a equivaler a várias outras. Na década de 60, os mainframes tinham como principal problema, a subutilização de recursos. Assim, desenvolveu-se a virtualização para melhor aproveitar o hardware daquelas super máquinas de então. Quando os computadores pessoais começaram a apresentar o mesmo problema por volta de 1990, esse conceito foi novamente aproveitado para melhorar a utilização de servidores e desktops, (DEVELOPERWORKS, 2006). Para as empresas, isso trouxe muitas vantagens, porque quebra a restrição que os sistemas operacionais impunham em máquinas e servidores quanto ao uso do hardware. Propiciou o aumento da gama de softwares e serviços que podem ser utilizados através de um mesmo equipamento, e com a velocidade dos processadores atuais, até mesmo um micro computador pessoal consegue simular a si mesmo com velocidade suficiente para um uso satisfatório, (SERVERWATCH, 2003). Ter várias máquinas rodando múltiplos sistemas operacionais de diferentes fornecedores simultaneamente em um único hardware é a grande vantagem. Segundo (THE DATACENTER JOURNAL, 2011), no segmento de empresas que possuem como atividade principal a disponibilização de serviços de tecnologia, virtualizar é algo comum. A maior parte já transitou do cenário físico para o virtual e é possível notar que es-

15 Introdução 2 sas empresas usufruem de certas vantagens. Já em pequenas e médias empresas que possuem servidores ou pequenos datacenters, muitas mudanças ainda acontecem rumo a virtualização. De acordo com a pesquisa feita em outubro de 2010 pelo Gartner Group, grupo internacional de pesquisas de tecnologia da informação, pequenas e médias empresas estão assumindo um ritmo muito agressivo no processo de adoção da virtualização. Estima-se que até 2012, mais de 75% delas irão adotar a tecnologia nos servidores que possuem ou forem adquirir, (VMWARE, 2011a). As empresas fabricantes de processadores também notaram esse crescente envolvimento por parte das pequenas e médias empresas e em razão da virtualização, esse detalhe mudou internamente vários aspectos dessas fabricantes. A AMD, uma das maiores empresas produtoras de processadores do mundo até alterou sua estratégia de virtualização. Mudaram sua maneira de pensar de "As empresas podem virtualizar?"para "Por que não virtualizar?", isso se deve ao fato de a virtualização ser algo de bom proveito para muitas organizações, e só deve ser descartada a menos que haja um bom motivo para não o fazer, (AMD CASE STUDY, 2011). Dada sua importância, e com a quantidade de aplicações onde é possível se empregar a virtualização, a Intel e a AMD investiram maciçamente nessa tecnologia, de modo que seus processadores mais recentes contam com mecanismos e soluções de hardware especialmente voltados a dar suporte à virtualização, (CARISSIMI, 2008). Em virtude desses números, fica evidente a preocupação que as organizações possuem de se atualizar e solucionar os problemas decorrentes da ausência de virtualização. Assim como acontece em grandes empresas, setores de TI de pequenas e médias também possuem desafios a superar, como melhor aproveitar os recursos tecnológicos e crescer com a empresa, garantir disponibilidade e a recuperação de catástrofes. Segundo uma das empresas desenvolvedoras de soluções para virtualização, a VMWare, a virtualização é a ferramenta que mais auxilia as pequenas e médias empresas em reduzir custos e aumentar a produtividade/disponibilidade dos servidores sem a necessidade de adquirir novos equipamentos, (THE DATACENTER JOURNAL, 2011). Mesmo uma infraestrutura de poucas máquinas pode ser virtualizada, resultando em grandes vantagens. No entanto, se faz necessário analisar alguns fatores, como os servidores e serviços para que o desempenho dessas máquinas seja satisfatório. Sem a pretensão de esgotar o mérito da questão, esse trabalho visa analisar e entender quais ferramentas e métodos de virtualização são mais propícios frente a essas futuras mudanças de infraestrutura de pequenas e médias empresas.

16 0.1 Objetivos Objetivos Objetivos Gerais Analisar e efetuar um processo de virtualização de máquinas e servidores como solução para os problemas da Gestão de TI de pequenas e médias empresas, analisar quais os métodos de virtualização são mais propícios, compreendendo vantagens e desvantagens, custos, interoperacionalidade e identificando possíveis estratégias Objetivos específicos Os objetivos específicos desse trabalho consistem em analisar as ferramentas de virtualização, frente às diversas particularidades das pequenas e médias empresas, e efetivar o processo de virtualização, tendo o intuito de documentar, divulgar, servir de base para futuros projetos e análises que venham a surgir, evidenciando vantagens e desvantagens ao longo do processo de efetivação do projeto. 0.2 Metodologia Quanto aos fins Com base em conceitos e referências relacionadas à virtualização, trabalhos de pesquisa, artigos científicos, publicações acadêmicas, publicações eletrônicas e materiais, o projeto proposto seguirá os seguintes tipos de pesquisa: aplicada e metodológica. Segundo (VERGARA, 2006), a pesquisa aplicada é relacionada a resolução de problemas concretos. Esse trabalho procura estabelecer e documentar na prática os pontos decisivos que devem ser levados em conta no processo de virtualização. É também um trabalho de pesquisa metodológica porque está associado a procedimentos para se atingir o resultado esperado Quanto aos meios Quanto aos meios, usaremos dois tipos de pesquisa: bibliográfica e estudo de caso. Pesquisa bibliográfica, pois o estudo depende de artigos, publicações em meios eletrônicos disponibilizados ao público. Pesquisa com estudo de caso, pois será efetuado um estudo em uma empresa de porte médio na qual será implantado o processo de virtualização e seu detalhamento.

17 0.3 A estrutura do trabalho A estrutura do trabalho A estrutura desse trabalho foi dividida da seguinte maneira: O capítulo I apresenta uma abordagem teórica através de tópicos que são estruturados com o intuito de tornar fácil a compreensão do tema, esclarecendo, definindo e estabelecendo os conceitos que serão utilizados no seu decorrer. O Capítulo II se dedica às ferramentas utilizadas para virtualização disponíveis no mercado, elencando caractéristicas principais que as mesmas possuem. No capítulo III é feito um estudo de caso de uma empresa de porte médio, no setor de TI da matriz, onde existem alguns servidores que necessitam ser avaliados quanto a possibilidade e viabilidade de virtualização. São definidos pré-requisitos e análises a respeito das ferramentas e vantagens para a adoção da melhor solução. Dedica-se o capítulo IV à conclusão do trabalho, na qual serão relatadas as considerações finais.

18 CAPÍTULO 1 - VIRTUALIZAÇÃO De acordo com (DATAMATION, 2009), nos últimos anos o termo virtualização deixou de ser um conceito pouco entendido, para se tornar um assunto bastante discutido nas conversas envolvendo tecnologia. Torna-se necessária uma definição do termo virtualização. Segundo (KELBLEY; STERLING; STEWART, 2009), em um significado mais genérico, virtualizar é simplesmente a abstração de recursos. Já na percepção de (LOWE, 2009), a maior parte dos profissionais de tecnologia da informação pensam no termo como a abstração do sistema operacional da camada do hardware, de modo que seja possível executar várias máquinas, com múltiplos sistemas operacionais simultaneamente. Simplificando ainda mais, virtualização é um computador implementado via software, dentro de um computador. Figura 1.1: Virtualização Apesar do conceito parecer simples, através dele houve uma revolução na maneira como as organizações administravam seus datacenters. Ainda segundo (LOWE, 2009), a medida que o tempo passava, os datacenters ficavam cheios de servidores que usavam somente uma fração de sua capacidade de processamento total, e as empresas arcavam com os custos de manutenção e aquecimento que os mesmos geravam. Uma prática bastante comum em datacenters, é o de separar cada serviço (banco de dados, servidor web, servidor arquivos) em uma máquina física. O intuito é isolar cada uma das tarefas, na tentativa de diminuir a complexidade dessas máquinas. Essa separação desacelera a velocidade de possíveis ataques, pois o controle dos serviços estão espalhados pelo datacenter, e não em uma única máquina. Contudo, isso torna os servidores ociosos, pois dependendo do serviço, a taxa de utilização de processamento pode ser pouca durante grandes intervalos de tempo, (MATTOS, 2008).

19 Capítulo 1. Virtualização 6 Esse é justamente um dos problemas mais importantes que a virtualização se propõe a resolver, pois ela permite que o conceito de "uma máquina por serviço"seja mantido, com a vantagem de utilizar um menor número de máquinas. Assim, a lista de serviços que o setor de TI tem que disponibilizar tende a aumentar com o passar do tempo (NEWMAN; WIBERG; BRASWELL, 2005). Atualmente as organizações podem trabalhar com várias aplicações e sistemas operacionais utilizando os equipamentos que possuem ou forem adquirir, empregando os serviços necessários em menos hardware, com isso, há uma redução de custos com uma série de vantagens, que segundo (DATAMATION, 2009), beneficiam o departamento de tecnologia da informação de organizações de todo e qualquer tamanho. Seria impraticável continuar adquirindo equipamentos, licenças e disponibilizando espaço físico para um servidor sempre que uma aplicação ou serviço precisassem ser disponibilizado através da instalação de um novo sistema operacional. O ambiente virtualizado dispõe de isolamento. Essa propriedade é o que impede que erros internos de uma máquina virtual influencie as demais que estejam em funcionamento no mesmo servidor físico. Isso significa que um processo de uma máquina virtual não pode interferir em outra. Evita que aplicações maliciosas ou erros originados em uma máquina virtual consiga interferir ou modificar as demais, (LAUREANO, 2006). Embora funcionem no mesmo hardware, elas estão separadas como se fossem máquinas físicas convencionais na mesma rede. Em caso de problemas, a ação do responsável pela manutenção poderá ser executada somente na máquina que estiver apresentando os erros. A maneira como a máquina virtual é armazenada é algo que também precisa ser mencionado. De acordo com (BALDWIN, 2008), seu armazenamento é basicamente um pacote com o sistema operacional, aplicativos, e todos os seus dados encapsulados e armazenados em um arquivo, ou um conjunto de arquivos. Essa característica permite grande mobilidade, pois é possível transmitir esses dados encapsulados da mesma forma como se move um arquivo de um local para outro. Isso torna o backup da máquina menos complexo e facilita o backup da máquina, facilitando a transferência desse ambiente inteiro para outros lugares, outros servidores e até mesmo para máquinas remotas em outras filiais. Em caso de desastre, a recuperação consiste em restaurar as cópias das máquinas virtuais em outro hardware. É com base nesse encapsulamento, que houve a modernização nas técnicas de recuperação de catástrofes. Conforme (DUBOIS, 2010), as empresas obtém ganhos dessa evolução de duas formas, com vantagens de custo, mobilidade e recuperação, é a sistematização que torna o backup mais simples e eficaz. Através dessa capacidade de se migrar uma máquina virtual de um equipamento físico para outro, é possível contornar o risco de perder vários sistemas virtuais de uma vez

20 1.1 Motivos para adotar a virtualização 7 só, já que um servidor físico hospeda várias servidores virtuais, e uma falha seria catastrófica. Sendo assim, uma boa alternativa é manter um servidor redundante, que em caso de falha, esteja fácil e disponível para restaurar essas configurações, e assim continuar disponibilizando os serviços o mais rápido possível, (BLUM, 2011). Outra capacidade da virtualização muito importante é a possibilidade de se utilizar um conjunto de servidores e formar um cluster, ou também chamado "pool de servidores". Como explica (DAVIS, 2009), um cluster é definido como um grupo de computadores que trabalham de tal forma que são vistos como um único computador. Na virtualização, esse tipo de configuração objetiva balancear a carga, garantir alta performace e disponibilidade. Conforme (POLLON, 2008), sobre a entidade "pool de servidores"são criadas as máquinas virtuais, que não ficam dependentes de um único servidor específico. Caso uma máquina que compõe o pool necessite ser substituída ou falhe, a entidade "pool de servidores" continua a funcionar, embora com perda de performace ocasionada pela ausência de uma das máquinas. Apesar disso fica garantida a disponibilidade dos serviços para a empresa. Os recursos e a performace desse pode ser aumentado acrescentando mais servidores ao pool. 1.1 Motivos para adotar a virtualização De acordo com (TULLOCH, 2010), empresas de todos os tamanhos precisam da virtualização como nunca anteriormente, pois os tempos mudaram e a economia global fez com que a maior preocupação das empresas fosse a sobrevivência em tempos futuros. A virtualização com os seus potenciais ganhos de eficiência e redução de custos agrega mais sucesso nesse desafio de continuar no mercado. Uma empresa sem um ambiente de TI eficiente, confiável, de fácil manuseio e baixo custo, tem poucas chances de sobreviver nos dias de hoje. Maior eficiência significa mais trabalho obtido pelo mesmo hardware. (LOWE, 2009) Destaca que a redução de custos acontece de várias maneiras. A consolidação dos servidores e diminuição do número de máquinas físicas e hardwares associados aos datacenters acarreta na economia dos gastos operacionais, e isso propicia ao operador a capacidade de administrar mais máquinas em menos espaço, aumentando a produtividade do colaborador. Independentemente do tamanho da empresa, nem sempre existe equipamento à disposição toda vez que um novo ambiente operacional precisa entrar em cena. Com a virtualização essa barreira foi quebrada, proporcionando ao departamento de TI mecanismos eficazes de suportar o crescimento da empresa, otimizando o uso dos recursos já existentes, eliminando a ociosidade e reduzindo a necessidade da compra de novos equipamentos, afinal de contas uma máquina virtual pode ser criada sempre que necessário e suportado pelo hardware (CAMP-

21 1.1 Motivos para adotar a virtualização 8 BELL; JERONIMO, 2006). O princípio básico que motiva a adoção da virtualização é o melhor aproveitamento de recursos do servidor. É necessário ressaltar que a virtualização é algo suportado somente por processadores e máquinas recentes, sendo inviável utilizar equipamento antigo para suportar máquinas virtuais. A maior parte dos servidores atualmente precisam estar disponíveis todo o tempo, e isso gera um alto consumo de energia. Na visão de (DATAMATION, 2009), a virtualização é a grande parceira na economia de energia nos setores de TI. Ela proporcionou a capacidade de fazer mais com menos, de extrair das máquinas o máximo possível com o menor consumo. Ter uma rede de computadores com poucas máquinas é ter menos calor dissipado, menos refrigeração e consumo de energia. Fazendo uma análise desses cortes a longo prazo, notase que os números são bastante significativos. Esse é um dos motivos da tecnologia vir sendo tão utilizada, por trazer resultados claros para as finanças da empresa. Um estudo feito por (GREENBERG; MILLS; TSCHUDI, 2006) trata da quantificação gasta de energia em setores de TI e datacenters. Nele, constata-se que a demanda por energia acontece de duas formas: o gasto aumenta com a aquisição de servidores cada vez mais modernos, que consumem mais energia por terem melhor processamento do que seus antecessores, e por serem mais compactos, a refrigeração tem que ser maior. Ainda nesse estudo, é demonstrado que 60% a 70% da energia em um datacenter é utilizada pelos componentes de refrigeração. É nesse círculo vicioso de custo com energia que a virtualização vem sendo adotada como solução. Na percepção de (GOLDEN, 2009), houve um inchaço na quantidade de servidores nas empresas nos últimos 20 anos, principalmente nos datacenters. Houve a utilização de grandes espaços físicos, acarretando grandes dificuldades em comportar essa quantidade de servidores. Empresas instaladas em prédios de grandes centros sofriam com imensas dificuldades em agregar mais servidores em seus setores. A virtualização oferece a habilidade de solucionar isso, reduzir necessidade de espaço físico. Outra evolução advinda da virtualização foi a redução na complexidade de backups, como é mencionado por (LOWE, 2009). A virtualização introduz grandes transformações nos tradicionais processos e procedimentos de backups atuais. É possível fazer o backups de uma máquina virtual inteira, migrar para outro hardware, ou restaurar um servidor inteiro com facilidade, algo que seria extremamente complexo e demorado em uma máquina física convencional. Consequentemente, centralizou-se as rotinas de backups, como por exemplo a possibilidade salvar 12 servidores virtuais somente com alguns cliques, algo inimaginável até pouco tempo atrás. Ainda seguindo o raciocínio de (LOWE, 2009), hoje em dia é possível transformar aquele servidor antigo, mas importante, que ninguém mais tem os cds de instalação em

22 1.1 Motivos para adotar a virtualização 9 uma máquina virtual que funcionará em um equipamento melhor e mais seguro, garantindo assim a perpetuação de funcionalidades importantes para o futuro da organização. Através das ferramentas de migração de máquinas físicas para virtuais, torna-se possível manter softwares antigos que não foram ou não puderam ser atualizados para novas plataformas. Essa evolução ganha chances de ocorrer sem traumas para a organização. Migrar ou substituir um servidor acaba acontecendo de forma transparente para o usuário final, que muitas vezes nem percebe a mudança. Conforme elucida (CAMPBELL; JERONIMO, 2006), uma característica importante sobre o armazenamento de máquinas virtuais é a possibilidade de encapsular um sistema operacional inteiro em um único arquivo, ou em vários, de maneira a tornar rápida a mudança dessas máquinas configuradas de um hardware físico para outro. Essa capacidade de facilitar a recuperação de desastres e garantir a continuidade dos serviços é algo que (TULLOCH, 2010) descreve como um dos maiores atrativos vistos na virtualização. Migrar uma maquina virtual de um servidor para outro sem ocasionar queda no serviço é algo de extrema importância para servidores e datacenters de alta disponibilidade, mesmo que dispersos geograficamente. Essa ferramenta chamada de migração de máquinas virtuais, segundo (DATAMATION, 2009), além da recuperaçáo de desastres, pode servir para solucionar problemas de balanceamento de carga. Trazer um sistema operacional inteiro de volta a maneira como estava a segundos antes é algo muito importante em ambientes de desenvolvimento. De acordo com (DATAMA- TION, 2009), as ferramentas de virtualização trabalham com o conceito de "snapshot", que consegue ser mais rápida do que imagens de backup da máquina virtual. Testes de software que envolvem riscos ao sistema operacional podem ser efetuados de maneira mais segura, caso algum erro ocorra, em segundos é possível retornar ao estado anterior. Segundo (TULLOCH, 2010), a capacidade de proporcionar aos desenvolvedores uma grande variedade de cenários isolados ajuda a maximizar os processos de teste e reduz os custos de desenvolvimento. Para se ter uma ideia da velocidade e crescimento do número de organizações que utilizam servidores virtualizados, (REDMOND CHANNEL PARTNER, 2010) relata que no começo do ano de 2009, em uma visita a empresas da Inglaterra, a maior parte das pequenas e médias empresas nem tinham conhecimento sobre virtualização. Mas no final de dezembro do mesmo ano, em visita a outro grupo de empresas, ele notou que metade das organizações visitadas já estavam em processo de virtualização, a maior parte motivada em garantir mais segurança na recuperação de desastres. Para ele, o fato de pequenas e médias organizações estarem aptas a abraçar a virtualização indica que o momento é oportuno que todas as empresas usufruam desses benefícios.

23 1.2 Terminologias do ambiente de virtualização Terminologias do ambiente de virtualização É fácil ficar confuso acerca dos diferentes termos utilizados ao descrever características e componentes de virtualização. Além do mais, os fabricantes sempre escolhem propositalmente terminologias para descrever um produto que se encaixe às necessidades do mercado. Na opinião de (CAMPBELL; JERONIMO, 2006), com o crescimento de empresas interessadas em fornecer produtos de virtualização, a tendência é a padronização desses termos. A seguir, uma lista dos termos e definições. Máquina host ou Hospedeiro Também conhecido como sistema anfitrião, é a máquina física que executa o software de virtualização, e comporta as máquinas virtuais. É ela que contém os recursos físicos, como espaço em disco, processadores, memória, interfaces de rede, e outros recursos que serão utilizados pelas máquinas virtuais. De acordo com (POLLON, 2008), o termo se resume ao computador que hospeda as máquinas virtuais. Máquina Virtual (VM) Uma máquina virtual é uma representação de uma máquina física mantida por um software de virtualização. Cada máquina virtual é implementada em um agrupamento de arquivos ou um único arquivo, sendo um ambiente operacional auto-suficiente, pois funciona em uma máquina hospedeira, e no entanto, é independente dela. Conforme explica (CAMPBELL; JERONIMO, 2006), é uma implementação via software de uma máquina que executa programas como se fosse uma máquina real. Software de Virtualização É um termo genérico acerca do software que permite à máquina física executar máquinas virtuais. Monitor de Máquina Virtual (VMM) O monitor de máquina virtual é o software que confere a execução da virtualização em conjunto com o sistema operacional. É através dele que certos recursos de hardware como CPU, memória e disco físico são criados virtualmente para o uso das máquinas virtuais. É o monitor de máquinas virtuais que determina quais recursos devem ser alocados, virtualizados e oferecidos para as máquinas virtuais da máquina host. É uma camada de software localizada entre o host e as máquinas virtuais. Esse é o método que a maioria das soluções de virtualização utiliza atualmente, (KELEM, 1991).

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