CONSULTA Nº /2013

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONSULTA Nº 157.262/2013"

Transcrição

1 1 CONSULTA Nº /2013 Assunto: Sobre armazenamento de imagens médicas usando sistema de cloud computing, e se é permitido o armazenamento em data center fora do País. Relator: Conselheiro Nacime Salomão Mansur. Ementa: O Conselho Federal de Medicina deverá estudar a possibilidade de obter o credenciamento com Autoridade Certificadora, vinculada à AC- Raiz da ICP-Brasil, com o objetivo de oferecer a todos os médicos brasileiros uma assinatura eletrônica, que poderia ser entregue junto com o seu registro no Conselho Regional de Medicina. O consulente Dr. R.C.C., solicita parecer do CREMESP sobre armazenamento de imagens médicas usando sistema de cloud computing, e se é permitido o armazenamento em data center fora do País. E, também, se existe a obrigatoriedade de armazenamento das imagens médicas no País. PARECER Encontram-se anexos os seguintes pareceres: PROCESSO CONSULTA Nº 4.728/08-CFM (10/09): Os exames radiológicos e seus respectivos laudos são documentos produzidos em decorrência das atividades especificas das Clínicas de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, quer sejam unidades isoladas, quer sejam vinculadas a estabelecimento hospitalar, portanto a responsabilidade da sua guarda segue a norma vigente para os prontuários dos pacientes. Nesta consulta existe um quesito: após a digitalização dos exames pelas regras estabelecidas na Resolução CFM nº 1.821/2007, é possível a destruição dos originais antes de decorrido o tempo de guarda, tal qual é permitido no caso de microfilmagem? com a seguinte resposta: Sim, desde que o sistema informatizado atenda integralmente aos requisitos do Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2) estabelecidos no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, aprovado pelo Conselho Federal de Medicina.

2 2 RESOLUÇÃO CFM nº 1.821/2007: Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos dos prontuários dos pacientes, autorizndo a eliminação do papel e a troca de informação identificada em Saúde. PROCESSO CONSULTA Nº 1.401/02-CFM (30/02): Os prontuários elaborados em meio eletrônico poderão assim permanecer, bem como os novos a serem criados, desde que obedeçam ao disposto em Resolução especifica do CFM. Os prontuários médicos atualmente existentes em papel somente podem ser destruídos após serem microfilmados observados os tramites legais. As unidades de saúde deverão constituir Comissão Permanente de Avaliação de Documentos e Comissão de Revisão de Prontuários. O que é imagem médica? Pode ser uma biblioteca digital de imagens médicas, permitindo a organização, catalogação, disponibilização de acesso, conservação e apoio ao ensino e pesquisa. Um arquivo destinado ao ensino, sem qualquer identificação do paciente, de responsabilidade de quem o utiliza paras este fim (docente ou instituição), enquanto material didático pode ser guardado fora do País, num sistema de nuvem, mas isso não é REGISTRO ELETRÔNICO EM SAÚDE e muito menos PRONTUÁRIO MÉDICO ou PRONTUÁRIO do PACIENTE, que é um documento oficial com valor de guarda permanente (art. 7º da Resolução CFM nº 1.821/2007) de propriedade do paciente, mas com obrigação de guarda da instituição que o atendeu (seja uma unidade de saúde ou um consultório privado). Assim, ao paciente pertencem os dados ali contidos, os quais só podem ser divulgados com a sua autorização, ou a de seu responsável, ou por dever legal, ou, ainda, justa causa. Estes dados devem estar permanentemente disponíveis, de modo que, quando solicitados por ele ou seu representante legal, permitam o fornecimento de cópias autênticas das informações a ele pertinentes. Em relação à responsabilidade de guarda do documento PRONTUÁRIO, o Processo Consulta nº 4.728/08-CFM (10/09) é claro: o dever de guarda da imagem cessa a sua retirada pelo paciente, no entanto deve ficar arquivado no prontuário uma via do laudo emitido. A entrega do exame deve ser feita mediante protocolo e a via que comprova a entrega também deve ser arquivada no prontuário do paciente. Quando o resultado do exame é enviado para o paciente pelo correio, deve ser arquivada a autorização para o envio pelo correio e o aviso de recebimento, além da cópia do laudo. Portanto, arquivar imagem não elimina a

3 3 obrigatoriedade de arquivar laudo ou protocolo de entrega da imagem, partes integrantes de um documento chamado PRONTUÁRIO. Em relação à responsabilidade intransferível sobre essa guarda, temos como referência a RESOLUÇÃO ANVISA/DC nº 63, de 25 de novembro de 2011 (Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 28 nov.2011, Seção 1, p.44-46) que dispõe sobre os Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os Serviços de Saúde. Utiliza como definição de prontuário do paciente: documento único, constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens registrados, gerados a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência e ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo: RESOLUÇÃO ANVISA/DC nº 63, de 25 de novembro de 2011: Art. 24 A responsabilidade pelo registro em prontuário cabe aos profissionais de saúde que prestam o atendimento. Art. 25 A guarda do prontuário é de responsabilidade do serviço de saúde devendo obedecer às normas vigentes. 1º O serviço de saúde deve assegurar a guarda dos prontuários no que se refere à confidencialidade e integridade. 2º O serviço de saúde deve manter os prontuários em local seguro, em boas condições de conservação e organização, permitindo o seu acesso sempre que necessário. Art. 28 Os dados que compõem o prontuário pertencem ao paciente e devem estar permanentemente disponíveis aos mesmos ou aos seus representantes legais e à autoridade sanitária quando necessário. Conforme consta em SBIS CFM Prontuario Eletronico fev 2012.pdf, podemos verificar a diferença entre Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e Registro Eletrônico de Saúde (RES). A estrutura de um prontuário, independente de ser eletrônico ou em papel, deve seguir as orientações e determinações da Resolução CFM

4 4 nº 1.638/2002, que define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. O Registro Eletrônico em Saúde (RES) é um repositório de informações a respeito da saúde de indivíduos, numa forma processável eletronicamente que permite o compartilhamento de informações sobre a saúde de um ou mais indivíduos, inter e multi-instituição, dentro de uma região (Município, Estado ou País), ou ainda, entre um grupo de hospitais. O Registro Eletrônico em Saúde (RES) é um recurso que pode ser utilizado em Telemedicina (enviar imagens e informações de pacientes para pólos especializados, a fim de uma segunda opinião diagnóstica) em Telerradiologia (transmissão eletrônica à distância de imagens radiológicas, para fins de interpretação ou aconselhamento médico especializado). A Telerradiologia encontra-se normatizada pela RESOLUÇÃO CFM Nº 1.890, DE 15 DE JANEIRO DE 2009, transcrita a seguir: RESOLUÇÃO CFM Nº 1.890, DE 15 DE JANEIRO DE 2009: O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela lei nº , de 30 de Setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº , de 19 de Julho de 1958 e pela Lei nº , de 15 de Dezembro de 2004, e CONSIDERANDO que cabe ao Conselho Federal de Medicina disciplinar o exercício profissional médico e zelar pela boa prática médica no país; CONSIDERANDO o constante desenvolvimento de novas técnicas de informação e comunicação que facilitam o intercâmbio de informações entre médicos e entre estes e os pacientes; CONSIDERANDO que a despeito das conseqüências positivas da Telerradiologia existem muitos problemas éticos e legais decorrentes de sua utilização; CONSIDERANDO que as informações sobre o paciente identificado só podem ser transmitidas a outro profissional com prévia permissão do paciente, mediante seu consentimento livre e esclarecido e sob rígidas normas de segurança capazes de garantir a confidencialidade e integridade das informações;

5 5 CONSIDERANDO que o médico que exerce a radiologia a distância, sem contato com o paciente, deve avaliar cuidadosamente a informação que recebe, só pode emitir o relatório radiológico ou tomar decisões médicas se a qualidade da informação for suficiente e adequada ao caso em questão; CONSIDERANDO o teor da "Declaração de Tel Aviv sobre responsabilidades e normas éticas na utilização da Telemedicina", adotada pela 51ª Assembléia Geral da Associação Médica Mundial, em Tel Aviv, Israel, em Outubro de 1999; CONSIDERANDO o disposto nas Resoluções CFM nº 1.638/2002 e nº 1.821/2007, principalmente no tocante às normas para transmissão de dados identificados; CONSIDERANDO o disposto na Resolução CFM nº 1.627/2001, que define e regulamenta o Ato Médico; CONSIDERANDO o disposto na Resolução CFM nº 1.643/2002, que define e regulamenta a Telemedicina; CONSIDERANDO o disposto nas Resoluções CFM nº 1.634/2002 e 1.785/2006, que reconhecem e regulamentam as especialidades médicas e áreas de atuação; CONSIDERANDO o decidido na sessão plenária de 18 de agosto de 2006, realizada em Brasília, com sucedâneo no Parecer CFM nº 36/2002; CONSIDERANDO o disposto na Portaria/MS/SVS nº 453, de 01 de junho de 1998, que aprova o Regulamento Técnico que estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico, dispõe sobre o uso dos raios-x diagnósticos em todo território nacional e dá outras providências ; CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na sessão plenária do Conselho Federal de Medicina realizada em 15 de janeiro de 2009,

6 6 RESOLVE: Art. 1º Definir a Telerradiologia como o exercício da Medicina, onde o fator crítico é a distância, utilizando a transmissão eletrônica de imagens radiológicas com o propósito de consulta ou relatório. Art. 2º Os serviços prestados pela Telerradiologia deverão ter a infraestrutura tecnológica apropriada e obedecer às normas técnicas e éticas do CFM pertinentes à guarda, manuseio, transmissão de dados, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional. Art. 3º A transmissão dos exames por telerradiologia deverá ser acompanhada dos dados clínicos necessários do paciente, colhidos pelo médico solicitante, para a elaboração do relatório. Parágrafo único. O paciente deverá autorizar a transmissão eletrônica das imagens e seus dados por meio de consentimento informado, livre e esclarecido. Art. 4º Para efeitos de transmissão de exames e relatório à distância, esta resolução reconhece como especialista os profissionais com registro específico no CRM, nas seguintes especialidades ou áreas de atuação: a) Especialidades: 1. Radiologia e Diagnóstico por Imagem; 2. Diagnóstico por Imagem: Atuação Exclusiva Ultra-sonografia Geral; 3. Diagnóstico por Imagem: Atuação Exclusiva Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia; 4. Medicina Nuclear; b) Áreas de Atuação: 1. Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular; 2. Densitometria Óssea; 3. Ecografia Vascular com Doppler; 4. Mamografia; 5. Neurorradiologia; 6. Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia; 7. Ultra-sonografia em Ginecologia e Obstetrícia.

7 7 Art. 5º Em caso de radiologia geral não contrastada, exceto mamografia, conforme o nível 1 do Anexo, e em caso de emergência, quando não existir médico especialista na cidade, o médico responsável pelo paciente poderá solicitar ao médico especialista o devido suporte diagnóstico a distância. Art. 6º Nos demais exames [conforme os níveis 2, 3 e 4 do Anexo], obrigatoriamente, deverá ter a presença do médico especialista no local da sua execução. Art. 7º A responsabilidade profissional do atendimento cabe ao médico especialista assistente do paciente, que realizou o exame. 1º O médico especialista que emitiu o relatório a distância é solidário nesta responsabilidade. 2º A apuração de eventual infração ética desses serviços será feita pelo Conselho Regional da jurisdição onde foi realizado o procedimento. Art. 8º Na emissão do relatório deverá constar o número do registro médico, nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina, dos médicos envolvidos no atendimento. Art. 9º As pessoas jurídicas que prestarem serviços em Telerradiologia deverão inscrever-se no Cadastro de Pessoa Jurídica do Conselho Regional de Medicina do Estado onde estão situadas, com a respectiva responsabilidade técnica de um médico com título de especialista em radiologia e diagnóstico por imagem regularmente inscrito no Conselho Regional e a apresentação da relação dos demais médicos especialistas componentes do quadro funcional. 1º Para atividades específicas e únicas em medicina nuclear, o responsável técnico deverá ser médico portador de título de especialista em medicina nuclear, devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina e autorizado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). 2º No caso do prestador ser pessoa física, este deverá ser médico portador de título de especialista ou certificado de área de atuação, conforme artigo 4º, devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina da sua jurisdição.

8 8 Art. 10. Revogam-se todas as disposições em contrário. Art. 11. Esta Resolução entra em vigor a partir da data de sua publicação. EDSON DE OLIVEIRA ANDRADE Presidente do Conselho Fonte: Diário Oficial da União; Poder executivo, Brasília, DF, 19 jan.2009, Seção 1, p Os avanços da tecnologia da informação e de telecomunicações oferecem novos métodos de armazenamento e transmissão de dados. O Conselho Federal de Medicina, atento às inovações tecnológicas no campo da informática aplicada à Medicina, dispôs sobre o uso da digitalização e dos sistemas de informação e eliminação do papel e a troca da informação identificada em saúde, pelo uso do meio eletrônico, através da Resolução CFM nº 1.821, de 11 de julho de Esta Resolução tece regras sobre o nível de garantia de segurança que deve ser adotado caso o interessado deseje implantar tais procedimentos: regras a serem obedecidas para a digitalização e para eliminação dos documentos físicos, bem como estabelece prazo para a guarda dos documentos eletrônicos. Qualquer sistema que capture, armazene, apresente, transmita ou imprima informação identificada em saúde pode ser considerado como sendo um Sistema de Registro Eletrônico de Saúde (S-RES). Assim, tanto para o envio de imagem como para o armazenamento de imagem, devemos dispor de um Sistema de Registro Eletrônico de Saúde (S-RES), cujos requisitos encontram-se especificados no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (S-RES). O Processo de Certificação para Sistemas e Registro Eletrônico em Saúde (S-RES) SBIS- CFM destina-se a sistemas que capturem, armazenem, apresentem, transmitam ou imprimam informações identificadas em saúde. Todos os detalhes do processo estão no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (edição 2013): Conforme consta neste manual, o armazenamento virtual é apenas uma parte do suporte do sistema utilizado (servidor físico x nuvem) dentro do sistema de registro eletrônico em saúde e não uma alternativa ao mesmo:

9 9 Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (S-RES): Componentes de suporte A seguir apresenta-se uma lista, não exaustiva, dos componentes de suporte que devem ser considerados ao elaborar a descrição do S-RES: - Sistema Operacional (servidor e estação) - SGBD (Banco de Dados) e conectores - Arquitetura do S-RES (clien/servidor, ASP, Mainframe, Cloud (SPI), etc.) - Componentes do tipo web dinâmicos (Applet, ActiveX e etc.). - Sistema de diretórios (AD, LDAP, etc.) - Navegador (browser). O sistema é avaliado como um todo, verificando se atende integralmente aos requisitos do Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2), estabelecidos no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, elaborado, conforme convênio, pelo Conselho Federal de Medicina e Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Ao atender o Nível de Garantia de Segurança 1 (NGS2), o sistema informatizado já possui um bom nível de segurança, entretanto, a eliminação do papel só é possível com a utilização de certificado digital padrão ICP- Brasil (infraestrutura de chaves públicas brasileira), segundo determinação da legislação em vigor sobre documento eletrônico no Brasil. O padrão ICP Brasil está autorizado até que o CFM institua em todo o território nacional o CRM Digital, a partir do que o médico passará a poder assinar digitalmente o prontuário a partir de sua carteira profissional. A permissão pelo Conselho Federal de Medicina do uso de certificação digital visa a proteção da integridade e da autenticidade dos documentos eletrônicos, sendo que atualmente é autorizado o uso da certificação através de empresa credenciada à ICP-Brasil, até que seja implantado o uso do sistema de CRM Digital, que será tido como padrão para o acesso e controle dos documentos eletrônicos. A partir destes mecanismos de certificação, pode-se conferir segurança, agilidade e rapidez aos procedimentos administrativos realizados pelo profissional da medicina, além de ser possível reduzir custos com papeis, agir em consonância com a

10 10 responsabilidade ambiental e ainda há economia de espaço físico (não há mais necessidade de arquivos para armazenar papeis). Observações sobre cloud computing: A maior desvantagem da computação em nuvem é o acesso a internet. Caso você perca o acesso, comprometerá todos os sistemas embarcados. Maior risco de comprometimento da privacidade do que em armazenamento off-line O fator mais crítico é a segurança, considerando que os dados ficam on-line o tempo todo. A ideia de que tudo é de todos e ninguém é de ninguém nem sempre é algo bem visto. Se o problema for storage físico tem a seguinte opção Privado - a nuvem privada fica dentro do ambiente protegido (firewall) da empresa e tem o acesso restrito, geralmente aos seus funcionários e parceiros de negócio. A nuvem privada, porém, exige investimentos em ativos e em geral é usada quando há necessidade de níveis mais rigorosos de segurança e privacidade, ou de garantia de disponibilidade de aplicação, sem os inevitáveis atrasos de acesso via internet. As nuvens privadas são aquelas construídas exclusivamente para um único usuário (uma empresa, por exemplo). Diferentemente de um data center privado virtual, a infraestrutura utilizada pertence ao usuário, e, portanto, ele possui total controle sobre como as aplicações são implementadas na nuvem. Uma nuvem privada é, em geral, construída sobre um data center privado. Na nuvem privada, os recursos de TI pertencem a uma única organização, à qual são dedicados e na qual são compartilhados e oferecidos como serviço via internet ou LAN. Em geral, os recursos são localizados e gerenciados dentro da organização, mas também podem ser hospedados ou gerenciados por terceiros, caso em que são denominados pela EMC de nuvem privada virtual. RISCO de Travamento de dados e controle de terceiros: Quando você vive na nuvem, você está à mercê de uma empresa que pode tomar decisões sobre os seus dados e plataforma de maneiras nunca vistas antes na computação.

11 11 e movimentação: Os PRINCÍPIOS para normatizar o armazenamento 1. O prontuário médico pode ser arquivado eletronicamente, em meio óptico ou magnético, desde que obedeça aos requisitos estabelecidos em Resolução específica do Conselho Federal de Medicina e a legislação em vigor. De acordo com as mesmas diretrizes, prontuários novos já poderão ser elaborados eletronicamente. 2. Para garantir a autenticidade e a confidencialidade na transmissão dos dados, os sistemas de prontuário informatizado deverão incorporar parâmetros técnicos baseados na criptografia assimétrica de chaves (privada e pública), de acordo com as normas da ICP-Brasil. 3. A integridade das informações armazenadas deve estar garantida pelo sistema de informações. Uma vez inserido o dado no sistema, nunca mais poderá ser alterado. Caso haja necessidade de fazê-lo, o sistema deverá garantir as retificações ou acréscimos, sem modificar o registro original. Deverão desenvolver, também, um controle de acesso restrito a cada usuário, e possuir atributos para identificar qualquer usuário que acesse o banco de dados (autenticação). 4. Os sistemas de informação deverão estar aptos a periodicamente realizar cópias de segurança dos registros, e também garantir a recuperabilidade imediata de qualquer informação ou documento pertencente ao prontuário. 5. Os sistemas para o desenvimento de prontuários eletrônicos poderão ser certificados pelo Conselho Federal de Medicina, de modo que obtenham um tipo de selo de qualidade que ateste sua subordinação às normas contidas na Resolução específica.

12 12 O Conselho Federal de Medicina deverá estudar a possibilidade de obter o credenciamento com Autoridade Certificadora, vinculada à AC- Raiz da ICP-Brasil, com o objetivo de oferecer a todos os médicos brasileiros uma assinatura eletrônica, que poderia ser entregue junto com o seu registro no Conselho Regional de Medicina. Este é o nosso parecer, s.m.j. Conselheiro Nacime Salomão Mansur APROVADO NA REUNIÃO DA CÂMARA DE CONSULTAS, REALIZADA EM HOMOLOGADO NA 4.671ª REUNIÃO PLENÁRIA, REALIZADA EM

RESOLUÇÃO CFM Nº 1890/2009

RESOLUÇÃO CFM Nº 1890/2009 RESOLUÇÃO CFM Nº 1890/2009 (Publicada no D.O.U. de 19 jan 2009, Seção I, pg. 94-5) Define e normatiza a Telerradiologia O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela lei nº. 3.

Leia mais

Resolução CFM Nº 2107 DE 25/09/2014 Publicado no DO em 17 dez 2014

Resolução CFM Nº 2107 DE 25/09/2014 Publicado no DO em 17 dez 2014 Resolução CFM Nº 2107 DE 25/09/2014 Publicado no DO em 17 dez 2014 Define e normatiza a Telerradiologia e revoga a Resolução CFM nº 1890/09, publicada no D.O.U. de 19 janeiro de 2009, Seção 1, p. 94-5p

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.107/2014

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.107/2014 RESOLUÇÃO CFM Nº 2.107/2014 (Publicado no D.O.U. de 17 dez 2014, Seção I, p. 157-158) Define e normatiza a Telerradiologia e revoga a Resolução CFM nº 1890/09, publicada no D.O.U. de 19 janeiro de 2009,

Leia mais

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Ementa: Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário

Leia mais

Gerenciamento Total da Informação

Gerenciamento Total da Informação RESOLUÇÃO CFM nº 1.639/2002 Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico", dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários, estabelece critérios

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

Gestão Eletrônica de Documentos na Auditoria

Gestão Eletrônica de Documentos na Auditoria 6º Congresso Nacional Unimed de Auditoria em Saúde Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Búzios-RJ, 17 de junho de 2011 Duke em 1935 2 Slide do Dr. Ed Hammond Duke em 2011

Leia mais

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.728/08 PARECER CFM Nº 10/09 INTERESSADO:

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.728/08 PARECER CFM Nº 10/09 INTERESSADO: PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.728/08 PARECER CFM Nº 10/09 INTERESSADO: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem ASSUNTO: Tempo de guarda de exames radiológicos; RELATOR: responsabilidade

Leia mais

Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG

Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG Prontuário médico É um documento único constituído de um conjunto de informações, sinais

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. O CONSELHO

Leia mais

Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde

Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde III Workshop de Informática e Tecnologia em Saúde da SESAB Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde Marcelo Lúcio da Silva Diretor Executivo e de Certificação da SBIS Salvador-BA, 05

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente

Prontuário Eletrônico do Paciente 10º AUDHOSP - Congresso Nacional de Auditoria em Saúde e Qualidade da Gestão e da Assistência Hospitalar Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Águas de Lindóia-SP, 16 de setembro

Leia mais

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador CÍCERO LUCENA

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador CÍCERO LUCENA PARECER Nº, DE 2014 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 167, de 2014, do Senador Roberto Requião, que autoriza o armazenamento eletrônico dos prontuários dos pacientes.

Leia mais

Certificação Digital na Saúde

Certificação Digital na Saúde Marcelo Lúcio da Silva Diretor Executivo e de Certificação da SBIS Brasília, 23 de setembro de 2015 Sobre a SBIS Sociedade científica para o desenvolvimento da Informática em Saúde no Brasil Fundada há

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

CONGRESSO BRASILEIRO DE CBIS 2006

CONGRESSO BRASILEIRO DE CBIS 2006 CONGRESSO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA EM SAÚDE CBIS 2006 Padrões e Certificação em Saúde Florianópolis, 16/10/06 A Certificação SBIS-CFM ROBERTO LUIZ d AVILAd Cardiologista Corregedor do Conselho Federal

Leia mais

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Aspectos do Prontuário Eletrônico Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Sumário Complexidade da Informação em Saúde Declaração de Convicção Aspectos Éticos

Leia mais

PARECER CFM 6/15 INTERESSADOS:

PARECER CFM 6/15 INTERESSADOS: PARECER CFM nº 6/15 INTERESSADOS: Sr. Artur Augusto Rodrigues Junior Sra. Clarice Moraes Durães Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro ASSUNTO: Microfilmagem de prontuários RELATOR:

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57 Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57 CONSULTA nº 157.177/11 Assunto: Sistema sem registro no Brasil, com servidor hospedado em outro país, para conter

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA

CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA Resolução CFFa nº 427, de 1º de março de 2013 "Dispõe sobre a regulamentação da Telessaúde em Fonoaudiologia e dá outras providências." O Conselho Federal de Fonoaudiologia no uso de suas atribuições legais

Leia mais

Questões Éticas e Legais do Prontuário do Paciente

Questões Éticas e Legais do Prontuário do Paciente Questões Éticas e Legais do Prontuário do Paciente Prontuário Eletrônico Sistemas Jurídicos Norte-Americano: derivado do Direito Inglês (Common Law), tende a esperar os fatos e a eles se adaptar Brasileiro:

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.381

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.381 Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.381 Institui Regime Especial para dispensa da guarda e arquivo das Notas Fiscais de Serviços, condicionada à guarda e ao arquivo, pelo período decadencial, dos respectivos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 Dispõe sobre o recebimento de documentos a serem protocolados junto ao Tribunal de Contas da União. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE TELEMEDICINA

DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE TELEMEDICINA DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE TELEMEDICINA Com a necessidade dos serviços médicos em disponibilizar para os seus pacientes exames especializados com qualidade, laudos analisados por especialistas e rapidez para

Leia mais

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL. Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 07 de Abril de 2011

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL. Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 07 de Abril de 2011 PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 07 de Abril de 2011 AGENDA Introdução Prontuário Eletrônico Assinatura Digital Implantação ICESP é um hospital que

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009 Regulamenta os procedimentos relativos à certificação digital, para garantir a segurança das transações eletrônicas realizadas por meio dos sistemas, das aplicações e dos

Leia mais

PARECER CRM/MS N 06/2012 PROCESSO CONSULTA CRM-MS N 28/2011. ASSUNTO: Guarda de Prontuário Médico

PARECER CRM/MS N 06/2012 PROCESSO CONSULTA CRM-MS N 28/2011. ASSUNTO: Guarda de Prontuário Médico PARECER CRM/MS N 06/2012 PROCESSO CONSULTA CRM-MS N 28/2011 ASSUNTO: Guarda de Prontuário Médico PARECERISTA: Conselheiro Faisal Augusto Alderete Esgaib EMENTA: A guarda do prontuário médico compete à

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RESOLUÇÃO N. 20 DE 9 DE AGOSTO DE 2012. Dispõe sobre a certificação digital no Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências. O PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, usando da atribuição

Leia mais

SAÚDE SEM PAPEL ADRIANO DUARTE CEO

SAÚDE SEM PAPEL ADRIANO DUARTE CEO SAÚDE SEM PAPEL ADRIANO DUARTE CEO SAÚDE SEM PAPEL ADRIANO DUARTE CEO A GREEN é uma empresa de Alta Tecnologia especializada em Automação de Processos e Gestão de Conteúdo focada na substituição de Documentos

Leia mais

Eliminação do Papel em Saúde

Eliminação do Papel em Saúde Eliminação do Papel em Saúde Luis Gustavo Kiatake kiatake@evaltec.com.br Coordenador GT Segurança do Comitê Informática em Saúde ABNT Representante ABNT TC-215 Health Informatics ISO Membro titular da

Leia mais

Interessado: Dr. M.M.S. Assunto: Escala de plantão de sobreaviso. Medico Plantonista de sobreaviso. Desligamento com ou sem aviso prévio.

Interessado: Dr. M.M.S. Assunto: Escala de plantão de sobreaviso. Medico Plantonista de sobreaviso. Desligamento com ou sem aviso prévio. PARECER CRM/MS N 12/2014 PROCESSO CONSULTA CRMMS 0011/2014 Interessado: Dr. M.M.S. Assunto: Escala de plantão de sobreaviso. Medico Plantonista de sobreaviso. Desligamento com ou sem aviso prévio. PARECERISTA:

Leia mais

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Ementa: Dispõe sobre as instruções para Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

PADRÃO TISS. segurança & privacidade

PADRÃO TISS. segurança & privacidade PADRÃO TISS segurança & privacidade novembro 2013 O componente de segurança e privacidade do Padrão TISS, contou com a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde SBIS como entidade de referência e estabelece

Leia mais

Médico. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).

Médico. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). ARTIGO CRM Digital AUTOR Claudio Giulliano Alves da Costa Médico. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). INTRODUÇÃO A utilização da Tecnologia da Informação e Comunicação em

Leia mais

PARECER CREMEC n 11/2011 16/04/11

PARECER CREMEC n 11/2011 16/04/11 PARECER CREMEC n 11/2011 16/04/11 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC nºs 1725/2011 e 1737/2011 ASSUNTO: Orientação na conduta pediátrica da dengue INTERESSADO: Dr. JOÃO CÂNDIDO DE SOUZA BORGES PARECERISTA:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFP N 012/2005. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais,

RESOLUÇÃO CFP N 012/2005. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais, RESOLUÇÃO CFP N 012/2005 Regulamenta o atendimento psicoterapêutico e outros serviços psicológicos mediados por computador e revoga a Resolução CFP N 003/2000. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso

Leia mais

PADRÃO TISS. segurança & privacidade

PADRÃO TISS. segurança & privacidade PADRÃO TISS segurança & privacidade outubro 2012 O componente de segurança e privacidade do Padrão TISS, contou com a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde SBIS como entidade de referência e estabelece

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA. PROJETO DE LEI N o 1.532, de 1999

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA. PROJETO DE LEI N o 1.532, de 1999 COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 1.532, de 1999 Dispõe sobre a elaboração e o arquivamento de documentos em meios eletromagnéticos. Autora: Deputada ÂNGELA GUADAGNIN

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM N º 1.834/2008

RESOLUÇÃO CFM N º 1.834/2008 RESOLUÇÃO CFM N º 1.834/2008 (Publicada no D.O.U. de 14 de março de 2008, Seção I, pg. 195) As disponibilidades de médicos em sobreaviso devem obedecer normas de controle que garantam a boa prática médica

Leia mais

Governança em T.I. GTI-V Noturno - 2015. Alunos: Douglas de Souza Braga Rafael vitor Hugo Bastos Kaysmier Walessa

Governança em T.I. GTI-V Noturno - 2015. Alunos: Douglas de Souza Braga Rafael vitor Hugo Bastos Kaysmier Walessa Governança em T.I GTI-V Noturno - 2015 Alunos: Douglas de Souza Braga Rafael vitor Hugo Bastos Kaysmier Walessa Politica de Segurança Ativos: Computadores: Sistema \ Hardwere \Segurança A infraestrutura

Leia mais

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC Nº 6566/08 ASSUNTO: RESPONSABILIDADE MÉDICA PARECERISTA: CÂMARA TÉCNICA DE AUDITORIA DO CREMEC EMENTA O ato médico é responsabilidade

Leia mais

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente?

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? CONCEITO Prontuário do Paciente é o conjunto de documentos padronizados e ordenados, destinados ao registro dos cuidados profissionais, prestados ao paciente

Leia mais

CONSULTA Nº 13.488/2012

CONSULTA Nº 13.488/2012 1 CONSULTA Nº 13.488/2012 Assunto: Sobre a execução da NR-32 da ANVISA. Relator: Conselheiro Renato Françoso Filho. Ementa: Ao implantar as medidas previstas nesta NR 32, o SESMT deve avaliar as condições

Leia mais

CONSULTA Nº 37.748/2015

CONSULTA Nº 37.748/2015 1 CONSULTA Nº 37.748/2015 Assunto: Sobre atestados que ultrapassam mais de um dia de licença efetuados por médicos do Programa Mais Médicos, sem a assinatura do médico tutor ou supervisor. Relatores: Conselheiro

Leia mais

PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014.

PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014. PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014. Dispõe sobre a implantação e o funcionamento do processo eletrônico no âmbito do Ministério das Comunicações. O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso das

Leia mais

USO DE CONTROLES CRIPTOGRÁFICOS. 1 OBJETIVO Estabelecer regras sobre o uso efetivo e adequado de criptografia na proteção da informação.

USO DE CONTROLES CRIPTOGRÁFICOS. 1 OBJETIVO Estabelecer regras sobre o uso efetivo e adequado de criptografia na proteção da informação. 1786/2015 - Quinta-feira, 06 de Agosto de 2015 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região 1 FL. 2 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região Comitê de Segurança da Informação Secretaria de Tecnologia

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO DISTRITO FEDERAL

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO CRM/DF nº 378/2015 (Publicada no DODF de 25 de março de 2015, Seção 03, p. 47) Dispõe sobre a instituição do Termo de Ajustamento de Conduta no âmbito da jurisdição do Conselho Regional de Medicina

Leia mais

PORTARIA TC Nº 433, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2014.

PORTARIA TC Nº 433, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2014. PORTARIA TC Nº 433, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2014. Institui o processo administrativo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco. O PRESIDENTE DO DO ESTADO DE PERNAMBUCO, no uso de suas

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA Ref.: Consulta Pública nº 04/2014 DESPACHO nº 339/2014/PRES/CADE Submeto a Resolução anexa que institui o Sistema Eletrônico de Informações SEI como sistema oficial de gestão de documentos eletrônicos

Leia mais

Milton Alves Diretoria de Apoio Hospital Infantil Sabará

Milton Alves Diretoria de Apoio Hospital Infantil Sabará Milton Alves Diretoria de Apoio Hospital Infantil Sabará SINDHOSP Desafios e rumos da Saúde Suplementar Hospital Infantil Sabará Saúde Sem Papel (evolução) RESOLUÇÃO CFM 1821/2007 20/02 22:45 RESOLUÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.823/2007 21-Nov-2007

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.823/2007 21-Nov-2007 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.823/2007 21-Nov-2007 Foi publicada no Diário Oficial de 31 de agosto de 2007, RESOLUÇÃO CFM -1823/2007 que torna-se uma norma que trata da interface entre patologistas e demais médicos,

Leia mais

CONSULTA Nº 164.517/2013

CONSULTA Nº 164.517/2013 1 CONSULTA Nº 164.517/2013 Assunto: Sobre como SAMU deve proceder em certas situações na sala de Regulação Médica do 192, procedimentos em diversas situações, na sala de Regulação Médica do 192, devido

Leia mais

www.opiceblum.com.br

www.opiceblum.com.br www.opiceblum.com.br Aspectos legais da eliminação de papel: ambiente assistencial e administrativo Caio César Carvalho Lima caio@opiceblum.com.br Caio César Carvalho Lima Advogado Associado do Opice Blum,

Leia mais

FACULDADE PROCESSUS Recredenciamento da Faculdade Processus - PORTARIA Nº- 1.394, DE 23/11/2012, D.O.U nº 227 de 26/11/2012, Seção 1 P. 17.

FACULDADE PROCESSUS Recredenciamento da Faculdade Processus - PORTARIA Nº- 1.394, DE 23/11/2012, D.O.U nº 227 de 26/11/2012, Seção 1 P. 17. REGULAMENTO INTERNO DO USO E ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS E DA REDE DA FACULDADE PROCESSUS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este ato tem como objetivo definir o uso e administração

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE DECRETO Nº 29.720 DE 03 DE FEVEREIRO DE 2014

GOVERNO DE SERGIPE DECRETO Nº 29.720 DE 03 DE FEVEREIRO DE 2014 PUBLICADO NO D.O.E. Nº 26.912 DE 13.02.2014. Regulamenta a Lei nº 7.650, de 31 de maio de 2013, que dispõe sobre a comunicação eletrônica entre a Secretaria de Estado da Fazenda SEFAZ, e o sujeito passivo

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-PR N º 150/2007 (Publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/04/2007 p. 86) (Revogada pela Resolução CRMPR 181/2011)

RESOLUÇÃO CRM-PR N º 150/2007 (Publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/04/2007 p. 86) (Revogada pela Resolução CRMPR 181/2011) CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO PARANÁ RUA VICTÓRIO VIEZZER. 84 - CAIXA POSTAL 2.208 - CEP 80810-340 - CURITIBA - PR FONE: (41) 3240-4000 - FAX: (41) 3240-4001 - SITE: www.crmpr.org.br - E-MAIL: protocolo@crmpr.org.br

Leia mais

Processo de declaração de conformidade de software PEM

Processo de declaração de conformidade de software PEM Processo de declaração de conformidade de software PEM Dezembro, 2012 Versão 1,0 Os direitos de autor deste trabalho pertencem à SPMS e a informação nele contida é confidencial. Este trabalho não pode

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. Estabelece padrão obrigatório para a troca de informações entre operadoras de plano privado de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 26, DE 24 DE OUTUBRO DE 2003

RESOLUÇÃO Nº 26, DE 24 DE OUTUBRO DE 2003 Casa Civil da Presidência da República Presidência da República Comitê Gestor da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Secretaria Executiva RESOLUÇÃO Nº 26, DE 24 DE OUTUBRO DE 2003 Altera os Critérios e

Leia mais

Funcionamento das comissões hospitalares metropolitanas que funcionam sob a gestão do Imip RELATOR: Cons. Mauro Luiz de Britto Ribeiro

Funcionamento das comissões hospitalares metropolitanas que funcionam sob a gestão do Imip RELATOR: Cons. Mauro Luiz de Britto Ribeiro PARECER CFM nº 4/13 INTERESSADO: CRM-PE ASSUNTO: Funcionamento das comissões hospitalares metropolitanas que funcionam sob a gestão do Imip RELATOR: Cons. Mauro Luiz de Britto Ribeiro EMENTA: Em obediência

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005)

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004 (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições que lhe confere a

Leia mais

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA Conjunto de normas que definem os aspectos da

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça Superior Tribunal de Justiça RESOLUÇÃO STJ/GP N. 11 DE 12 DE NOVEMBRO DE 2015. Institui a política de segurança da informação do Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências. O PRESIDENTE DO SUPERIOR

Leia mais

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais...

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... Software www.imagecomnet.com.br Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... A Empresa A Imagecom, uma empresa conceituada no ramo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO. Capítulo I REGIMENTO INTERNO Capítulo I Da constituição, localização, finalidade e missão da Comissão Intra- Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes Art. 1º A Comissão Intra-Hospitalar de Doação

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013.

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. Dispõe sobre a obrigatoriedade dos Contratos firmados entre as Operadoras de Planos de Saúde e os Médicos seguirem as Normativas da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Leia mais

RESOLUÇÃO CFP N 011/ 2012

RESOLUÇÃO CFP N 011/ 2012 RESOLUÇÃO CFP N 011/ 2012 Regulamenta os serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos de comunicação a distância, o atendimento psicoterapêutico em caráter experimental e revoga a Resolução

Leia mais

Web2Doctors: Saúde Fora da Caixa

Web2Doctors: Saúde Fora da Caixa Com uma interface intuitiva feita com recursos da Web 2.0, pela qual se acessa um Prontuário Eletrônico do Paciente configurável com um workflow para todos os departamentos de uma clínica ou hospital,

Leia mais

Segurança Jurídica nas Transações Eletrônicas Por Roberto Bedrikow

Segurança Jurídica nas Transações Eletrônicas Por Roberto Bedrikow Swiss High Security Identity Solutions Segurança Jurídica nas Transações Eletrônicas Por Roberto Bedrikow SWISSCAM (Comitê Jurídico) 8 de maio de 2009 Fatores de segurança jurídica Condicionantes legislativas,

Leia mais

PARECER Nº 2414/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 58/2012 PROTOCOLO N. º 23448/2012 ASSUNTO: ASSINATURA DE LAUDOS DE EXAMES PARECERISTA: CONS

PARECER Nº 2414/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 58/2012 PROTOCOLO N. º 23448/2012 ASSUNTO: ASSINATURA DE LAUDOS DE EXAMES PARECERISTA: CONS PARECER Nº 2414/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 58/2012 PROTOCOLO N. º 23448/2012 ASSUNTO: ASSINATURA DE LAUDOS DE EXAMES PARECERISTA: CONS.ª ANA MARIA SILVEIRA MACHADO DE MORAES EMENTA: Assinatura

Leia mais

Prof. Paulo Barbosa duvidas@paulobarbosa.com.br

Prof. Paulo Barbosa duvidas@paulobarbosa.com.br Prof. Paulo Barbosa duvidas@paulobarbosa.com.br Esse material pode ser denominado Notas de Aulas. Ele não é autodidático, não o utilize como fonte única de consulta para estudos para préconcurso. Use-o

Leia mais

Diretrizes e Políticas de Segurança da Informação Organização CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A (CNPJ: 08.602.

Diretrizes e Políticas de Segurança da Informação Organização CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A (CNPJ: 08.602. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 4/2008 O Conselho de Administração, com base no disposto no Art. 17 do Estatuto da CAPEMISA Seguradora de Vida e Previdência, em reunião do dia 19 de fevereiro de

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN Nº 510/2012

RESOLUÇÃO CFN Nº 510/2012 Página 1 de 9 RESOLUÇÃO CFN Nº 510/2012 Dispõe sobre o registro, nos Conselhos Regionais de Nutricionistas, de atestados para comprovação de aptidão para desempenho de atividades nas áreas de alimentação

Leia mais

2. O que informatizar?

2. O que informatizar? A INFORMÁTICA NO CONSULTÓRIO MÉDICO No fascículo anterior, comentamos como a gestão de custos, mesmo sendo feita de maneira simplista, auxilia o consultório a controlar e avaliar seus resultados, permitindo

Leia mais

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 193/2011 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 08/04/2011, tendo em vista o constante no processo nº 23078.032500/10-21, de acordo com o Parecer nº 022/2011 da

Leia mais

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 *****

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Ementa: Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM n.º 1.634/2002, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Página 1 de 17 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.666/2003, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

Processo-Consulta Cremesp nº131.900/2012

Processo-Consulta Cremesp nº131.900/2012 Processo-Consulta Cremesp nº131.900/2012 Ementa: Dúvidas acerca da concessão de medicamentos. Diversos questionamentos. Autonomia médica. Observância das normas éticas na indicação de medicamentos pelos

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, n. 81, 29 abr.2002. Seção 1, p. 265-66 Alterada pela Resolução CFM nº 1666/03 (Anexo II) O CONSELHO

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013.

RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013. RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013. Dispõe sobre a criação e atribuições das delegacias regionais e dos delegados e dá outras providências. O Conselho Regional de Medicina do Estado

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PORTARIA N o. 346/2006-DG/DPF Brasília/DF, 03 de agosto de 2006. Institui o Sistema de Gestão Eletrônica de Segurança Privada GESP e dá outras providências. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL,

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE ATO DELIBERATIVO Nº 56, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a assistência odontológica indireta aos beneficiários do Programa

Leia mais

PORTARIA MTE nº 1510/2009 NOVAS REGRAS SOBRE O CONTROLE ELETRÔNICO DE PONTO

PORTARIA MTE nº 1510/2009 NOVAS REGRAS SOBRE O CONTROLE ELETRÔNICO DE PONTO PORTARIA MTE nº 1510/2009 NOVAS REGRAS SOBRE O CONTROLE ELETRÔNICO DE PONTO Neste fascículo de Uma entrevista com o Advogado, apresentamos o conteúdo de artigo enviado pelo Ministério do Trabalho e Emprego

Leia mais

O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL, no uso das suas atribuições, e

O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL, no uso das suas atribuições, e SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 18/03/2013 RESOLUÇÃO Nº 25/2013 Assunto: Institui o Sistema

Leia mais

OS CARTÓRIOS VÃO ACABAR

OS CARTÓRIOS VÃO ACABAR VOCÊ SEMPRE OUVIU DIZER QUE... OS CARTÓRIOS VÃO ACABAR O QUE VOCÊ VAI FAZER A RESPEITO? QUAL O FUTURO DOS REGISTROS PÚBLICOS O QUE QUEREMOS? A QUEM INTERESSA? COMO FAZER? CRISE OPORTUNIDADE Lei nº 11.977,

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS 1 Política de segurança da informação 1.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COGEM, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção de políticas

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE 75/2006 APROVA O REGULAMENTO DA ESTRUTURAÇÃO DO BANCO DE DENTES HUMANOS, DO CURSO DE ODONTOLOGIA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO.

RESOLUÇÃO CONSEPE 75/2006 APROVA O REGULAMENTO DA ESTRUTURAÇÃO DO BANCO DE DENTES HUMANOS, DO CURSO DE ODONTOLOGIA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. RESOLUÇÃO CONSEPE 75/2006 APROVA O REGULAMENTO DA ESTRUTURAÇÃO DO BANCO DE DENTES HUMANOS, DO CURSO DE ODONTOLOGIA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 Dispõe sobre convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina CFM, a Associação

Leia mais

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências.

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. PORTARIA No- 192, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais

Portal Cidadão - Governo

Portal Cidadão - Governo Portal Cidadão - Governo A Certisign Manaus Recife Brasília Goiânia Belo Horizonte São Paulo Rio de Janeiro Porto Alegre A Certisign Pioneira no mercado Certificação na América Latina Única com foco exclusivo

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 21 de MAIO de 2014 - EXTRA Nº 05 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA

GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 21 de MAIO de 2014 - EXTRA Nº 05 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA Boletim GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 21 de MAIO de 2014 - EXTRA Nº 05 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA nº 078, DE 20 DE MAIO DE 2014. Institui a sala de pesquisa em dados

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS INSTRUÇÃO SUSEP N.º 79, DE 28 DE MARÇO DE 2016.

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS INSTRUÇÃO SUSEP N.º 79, DE 28 DE MARÇO DE 2016. SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS INSTRUÇÃO SUSEP N.º 79, DE 28 DE MARÇO DE 2016. Dispõe sobre o uso do certificado digital no âmbito da Superintendência de Seguros Privados Susep. O SUPERINTENDENTE

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA O PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM EDITAL Nº 001/HUST-COREME/2014

PROCESSO SELETIVO PARA O PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM EDITAL Nº 001/HUST-COREME/2014 1 PROCESSO SELETIVO PARA O PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM EDITAL Nº 001/HUST-COREME/2014 O Reitor da Universidade do Oeste de Santa Catarina Unoesc, professor Aristides

Leia mais

Política de Privacidade de Dados Pessoais Cabovisão - Televisão por Cabo S.A.

Política de Privacidade de Dados Pessoais Cabovisão - Televisão por Cabo S.A. Política de Privacidade de Dados Pessoais Cabovisão - Televisão por Cabo S.A. Princípios Gerais A garantia que os clientes e utilizadores da Cabovisão-Televisão por Cabo S.A. ( Cabovisão ) sabem e conhecem,

Leia mais

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES?

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? VIII SIMPÓSIO MINEIRO DE INTERCORRÊNCIAS EM CIRURGIA PLÁSTICA OURO PRETO, 04 de abril de 2014 PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? EDUARDO SUCUPIRA Comissão de Marketing

Leia mais

PORTARIA N 1279, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010

PORTARIA N 1279, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010 PORTARIA N 1279, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 19 da Lei nº. 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu

Leia mais

PARECER CREMEC Nº 18/2010 10/04/2010

PARECER CREMEC Nº 18/2010 10/04/2010 PARECER CREMEC Nº 18/2010 10/04/2010 PROTOCOLO 5688/09 E 0178/10 INTERESSADO: DR.ROBERTO AMAURI SILVA ASSUNTO: ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO PARECERISTA: Dra. Patrícia Maria de Castro Teixeira

Leia mais