MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM HOSPEDAGEM

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM HOSPEDAGEM

2 GRUPO DE TRABALHO: Cristiane Brito Machado Chelly Costa Souza Eberson Luis Mota Teixeira Flora Alves Ruiz Renata Ramos Vieira dos Reis

3 Projeto: Curso Técnico de Nível Médio em Hospedagem Salvador, 29 de outubro de 2010

4 Índice Analítico INFORMAÇÕES GERAIS...01 APRESENTAÇÃO...02 JUSTIFICATIVA...03 OBJETIVOS...06 PÚBLICO- ALVO...06 REQUISITOS DE ACESSO...06 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DE CURSO...07 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR...08 CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA METODOLÓGICA...08 DESENHO CURRICULAR...08 PROGRAMA DE DISCIPLINAS...11 ESTÁGIO SUPERVISIONADO...51 CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM...53 SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTO ANTEIORES INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA...54 INSTALAÇÕES...54 EQUIPAMENTOS E RECURSOS TÉCNOLOGICOS...56 BIBLIOTECA...56 DIPLOMAS E CERTIFICAÇÕES A SEREM EXPEDIDAS...58 PESSOAL TÉCNICO E DOCENTE...59 DOCENTES...59 TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS...59

5 1. INFORMAÇÕES GERAIS NOME DO CURSO Técnico em Hospedagem HABILITAÇÃO (EM CASO DE CURSO ) DESCRIÇÃO DO CURSO O curso habilitará os estudantes obrigatoriamente em Técnico em Hospedagem DATA DE IMPLANTAÇÃO DO CURSO Primeiro semestre/ 2011 REGIME ACADÊMICO INTEGRALIZAÇÃO PERÍODOS LETIVOS Periodização semestral. Cada período tem duração de 100 dias letivos. Período mínimo: 3 semestres Período máximo: 6 semestres NÚMERO DE VAGAS: 70 vagas TURNO DE FUNCIONAMENTO: Diurno e Noturno NÚMERO DE TURMAS: Duas turmas de 35 alunos por ano REGIME DE MATRÍCULA: Semestral DURAÇÃO MÍNIMA DO CURSO: 1 ano e seis meses CARGA HORÁRIA: 1280 horas 1

6 2. APRESENTAÇÃO O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano - Campus Teixeira de Freitas apresenta o Projeto de Criação do Curso Técnico em Hospedagem, na forma Subsequente, contemplado no novo catálogo nacional de cursos técnicos proposto pelo MEC/SETEC, no Eixo Tecnológico Hospitalidade e Lazer. Sua Proposta Curricular abrange a construção do conhecimento, de modo a atender tanto às demandas da sociedade moderna, quanto às especificidades do Extremo Sul da Bahia, região na qual esta inserido o Campus Teixeira de Freitas. Este projeto pedagógico de curso está fundamentado nas bases legais, nos princípios norteadores e níveis de ensino explicitados na LDB nº 9.394/96, bem como, no Decreto 5.154/2004, nos referenciais curriculares e demais resoluções e decretos que normatizam a Educação Profissional Técnica de Nível Médio no sistema educacional brasileiro. Salienta-se que esta proposta respalda-se também, nos objetivo da instituição, bem como, na compreensão da educação como uma prática social, que deve promover uma formação de profissionais com base sólida, dotada de consciência ética, política, com visão crítica e global da conjuntura econômica, social, política e cultural da região onde atua, do Brasil e do mundo. A proposta do curso Técnico em Hospedagem segundo MEC/SETEC é que o aluno possa atuar na recepção e governança em meios de hospedagem. Pode executar atividades operacionais de recepção e atendimento a clientes, serviços de andares, comercialização e marketing de produtos turísticos, além da realização de reservas. Orientando suas ações pelos critérios de qualidade na prestação de serviços, presta suporte ao hospede durante sua estada, valorizando as características culturais, históricas e ambientais do local de sua atuação. Assim, o IF Baiano Campus Teixeira de Freitas, propõe oferecer o curso Técnicos em Hospedagem, na modalidade presencial, por entender que os profissionais capacitados por meio deste curso ao atuar de forma a contribuir com a elevação da qualidade dos serviços prestados à sociedade, promovendo assim o seu desenvolvimento. Além de estarem, aptos a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, sócio-econômicos, gerenciais e organizativos. 2

7 3. JUSTIFICATIVA A fim de capacitar profissionais que estejam preparados para a crescente demanda do mercado da área tecnológica de Hospitalidade e Lazer, o IFBaiano - Campus Teixeira de Freitas-Ba propõe a criação e implantação do Curso Técnico em Hospedagem, na modalidade subsequente, no intuito de fornecer ao mercado um profissional qualificado para atender às diversas áreas como gestão, lazer e entretenimento, alimentação e hospedagem. A escolha da modalidade subsequente deve-se à necessidade de preparar os profissionais com ensino médio que já atuam na área de trabalho na cidade de Teixeira de Freitas e regiões vizinhas. Posteriormente, pensa-se em oferecer o curso na modalidade integrada. O Campus de Teixeira de Freitas-Ba do IFBAIANO está situado no Extremo Sul da Bahia e concentra ao seu redor empreendimentos que favorecem o crescimento da região além de gerar renda. Ele centraliza-se numa região composta por 21 municípios (Alcobaça, Belmonte, Caravelas, Eunápolis, Guaratinga, Ibirapuã, Itapebi, Itagimirim, Itabela, Itamaraju, Itanhém, Jucuruçu, Lajedão, Medeiros Neto, Mucuri, Nova Viçosa, Porto Seguro, Prado, Santa Cruz Cabrália, Teixeira de Freitas e Vereda) que formam o Território Extremo Sul da Bahia. Localizada nas proximidades da Costa das Baleias, centro turístico baiano reconhecido pela Bahiatursa, a cidade de Teixeira de Freitas torna-se rota terrestre de turistas que se deslocam pelo sudeste de Minas Gerais e pelo norte do Espírito Santo para as cidades deste sítio. Pelo movimento aeroportuário, observa-se o uso significativo do aeroporto de Porto Seguro que, no futuro, poderá deixar de ser usado com alta freqüência e ceder lugar ao aeroporto de Caravelas ou mesmo o de Teixeira de Freitas, já que ambos estão disputando investimentos para a reativação. De modo geral, estudos mostram fatores que influenciarão no crescimento do turismo mundial tais como: meio ambiente, aumento do número de idosos, diversidade cultural, importância das cidades, migrações em vários pontos do planeta e novos valores como o turismo cultural, educacional e profissional. Tais fatores podem ser percebidos no território do Extremo Sul da Bahia. Embora haja um grande fluxo de turistas que visitam ou passam pela região em busca de outros centros de divertimento, o sítio mostra-se carente com a falta de cursos técnicos e regulares que priorizem o atendimento ao turista e hóspede em 3

8 geral, tanto na esfera turística (de negócio ou lazer), quanto nas áreas voltadas para saúde e bem-estar. Em uma pesquisa realizada pela Bahiatursa (2002), observou-se a evolução do fluxo turístico da região entre os anos de 2000 e 2001 de 7,5% com destaque para cidades como Alcobaça e Nova Viçosa, localizadas a 60 km e 105 km de Teixeira de Freitas respectivamente. A Bahiatursa realizou, em um cenário otimista, projeções de taxas de crescimento para a Costa das Baleias de 6,0% para o fluxo de pessoas, 9,0% para receita no período de e de 10,5% para receita no período de Esse aumento do fluxo e receita vem acompanhado de diversos fatores, dentre eles aumento de permanência de turistas na região e a geração de empregos. Estima-se que a região é capaz de gerar um Multiplicador de Empregos (MT E ) de 5,5, ou seja, para cada emprego direto gerado são gerados 5,5 empregos totais (diretos, indiretos e induzidos), o que demonstra o grande potencial da região. Observa-se também um forte indicativo de crescimento na hospedagem hospitalar, tendo em vista o aumento do número de clínicas, hospitais, casa de repouso, dentre outros voltados para tal prática. Além dessas estimativas, existe o levantamento baseado no estudo do Instituto de Hospitalidade (1999) que revelou uma taxa de geração de empregos de 8,9% em grandes setores que abrangem o turismo. Dentre esses ramos citam-se a hospedagem, alimentação, lazer e entretenimento, agências de viagens e transportes. Essa taxa de crescimento mostra-se pequena em relação ao potencial intrínseco da região, já que esta se encontra carente de agências de viagens regularizadas pelo órgão responsável. Segundo a EMBRATUR, existem apenas 11 agências de viagens que operam regulares na região e, dessas, 71% prestam serviços apenas para a Costa das Baleias, mostrando que, aproximadamente, um terço das agências realizam atendimento para turistas com destino a outros lugares do Brasil. A área de hospedagem tem se destacado pela abrangência no seu atendimento, conforme exposto, e não se restringe apenas a setores como o turismo. Um profissional capacitado para trabalhar na área de hospedagem poderá desenvolver atividades em diversas áreas de atendimento à população nos ramos supracitados, ou seja, além da rede hoteleira e de pousadas, como também da 4

9 motelaria da região, o profissional poderá atuar em hospitais com atendimento aos clientes em saúde da região. Vários são os benefícios e as vantagens que a implantação deste curso trará para o desenvolvimento da sociedade local e da economia do território do Extremo Sul da Bahia. Logo, podem ser observados os seguintes pontos: 1. Propiciar a função social da elevação da qualidade da educação; 2. Preparar e integrar a população ativa, por meio de uma interface entre escola e as empresas, para a crescente demanda e desenvolvimento econômico das empresas do setor produtivo de turismo e lazer da região; 3. Aproveitar a disposição geopolítica da cidade de Teixeira de Freitas, a qual fica privilegiada em relação às outras cidades devido à malha rodoviária existente, para formar um pólo regional de ensino; 4. Incentivar o desenvolvimento das diversas áreas em expansão que absorvem um profissional técnico em Hospedagem; 5. Promover e incentivar a criação de novas estruturas de hospedagem; 6. Propiciar condições técnicas e sociais para que o profissional em Hospedagem possua competências para atuar tanto na região bem como em outras regiões do Brasil, trazendo com isso uma melhoria nas suas condições de vida. Desta forma, entende-se que a criação do curso de Hospedagem no Campus de Teixeira de Freitas-Ba é uma oportunidade ímpar quando se observa que esta é a única cidade do Extremo Sul da Bahia com um campus do IFBAIANO e é privilegiada pela localização terrestre, pelo fluxo rodoviário que integra três Estados, (Espiríto Santo, Bahia e Minas Gerais) além de ser o maior centro econômico regional. Logo, este campus está apto a implantar o curso por ter o corpo docente inicial, podendo contar com o apoio das unidades de hospedagem existentes para atividades práticas, visando preparar profissionais qualificados para o mercado de trabalho no eixo tecnológico de Hospitalidade e Lazer. 5

10 4. OBJETIVOS Geral Formar jovens e adultos através da oferta de curso de Educação Profissional Técnica visando a aquisição dos conhecimentos científicos, tecnológicos e sóciohistóricos que possibilitem a sua inserção no mundo do trabalho. Específicos Propiciar a identificação dos equipamentos e serviços relativos aos meios de hospedagem. Proporcionar o suporte necessário ao desenvolvimento e qualificação no ramo de hospedagem. Colaborar para o desenvolvimento social, respeitando, preservando e valorizando as características culturais, históricas e ambientais locais e regionais. Desenvolver conhecimento teórico-prático sobre as técnicas de hospitalidade utilizadas nos diversos meios de hospedagem. Valorizar os saberes tácitos na construção dos conhecimentos científicos. 5. PÚBLICO ALVO Alunos que já tenham concluído o Ensino Médio. 6. REQUISITOS DE ACESSO A forma de acesso no curso Técnico em Hospedagem, no âmbito do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, dar-se-á por meio de: Processo Seletivo Institucional unificado, Transferência Compulsória, Transferência Interna ou Externa, atendido ao que dispõe a legislação vigente do País e as normas internas da Instituição. Podendo ser destacados os seguintes critérios: 6

11 A admissão de alunos regulares ao curso será realizada anualmente, através de processo seletivo unificado para ingresso no primeiro período do curso ou através de transferência para qualquer período. A Transferência compulsória ou ex-oficio dar-se-á independente de vaga especifica e poderá ser solicitada a qualquer época do ano para os casos previsto em Lei. A Instituição fixará, através de edital, número de vagas disponíveis e todas as informações referentes ao processo seletivo. O acesso de Estudantes de Transferência Interna ou Externa será realizado de acordo com os critérios estabelecidos na norma da Organização Didática dos cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio. 7. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO Ao final do Curso Técnico em Hospedagem o aluno deverá apresentar competências que lhe permitam articular os saberes fundamentais para o exercício profissional, tais como: Executar procedimentos operacionais de reservas, utilizando técnicas específicas, considerando as políticas estabelecidas e controlar a disponibilidade de ocupação das unidades habitacionais do meio de hospedagem. Executar procedimentos operacionais para venda, montagem, estruturação e controle dos espaços de eventos dos meios de hospedagem. Realizar os procedimentos operacionais de atendimento ao hóspede na chegada, permanência e saída do meio de hospedagem. Supervisionar e operacionalizar a higienização e arrumação das unidades habitacionais, das áreas sociais e de serviços. Planejar a rotina operacional das atividades diárias e a alocação de pessoal nos setores de governança e recepção nos meios de hospedagem. Aplicar os princípios da responsabilidade socioeconômica e ambiental no setor de hospedagem. Aplicar princípios éticos e críticos em sociedade e, especificamente, diante das relações do mundo do trabalho. Gerir empresas hoteleiras e extra-hoteleiras. 7

12 Realizar consultorias nas empresas de hospedagem, gastronomia e nas áreas correlatas da hospitalidade. 8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Curso Técnico em Hospedagem será desenvolvido presencialmente, estruturado no Desenho Curricular, por componente curricular, em regime modular, dividido em três períodos letivos, com uma carga horária de 400 horas cada módulo e estágio supervisionado obrigatório de 200 horas CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA-METODOLÓGICA A concepção pedagógica norteadora do desenvolvimento deste curso estará em consonância com o projeto político pedagógico Institucional e com a Organização Didática da Educação Profissional Técnica de Nível Médio. A proposta pedagógica deste Curso deverá potencializar uma concepção de formação humana integral, na qual: Trabalho, ciência, tecnologia e cultura sejam categorias indissociáveis (DANTE, 2008). Para isso se adotará metodologias que sejam capazes de despertar a capacidade crítico-reflexiva do aluno, onde a prática esteja intrinsecamente relacionada a uma sólida base teórica. As atividades propostas deverão privilegiar a combinação de procedimentos didáticos, que envolvam as aulas expositivas, aulas práticas, aulas de campo, seminários, produção científica, artística ou cultural e outras. Pelo próprio caráter interdisciplinar do Curso em Hospedagem, deve-se garantir a implementação da pedagogia de projetos, cuja culminância contemple a realização de feiras, a realização da Semana de Ciência e Tecnologia, sempre que possível, em parceria com outros cursos do Campus, e com a participação expressiva da comunidade local, possibilitando, deste modo, a integração de diversos saberes, oriundos dos múltiplos olhares dos grupos envolvidos. 8

13 8.2. DESENHO CURRICULAR DESENHO CURRICULAR Módulo/ Semestre Professor Código Disciplina Nº de aula semanal Carga horária total Módulo I Ernande Teixeira Moreira Informática Básica x 40h Marta Regina Kurosake Metodologia Científica x 40h Flora Alves Ruiz Fundamentos do Turismo e Hospitalidade x 80h Luis Henrique Gomes Produção de textos orais e escritos x 40h Patrícia Pimentel Matemática Financeira x 40h

14 Marta Regina Kurosake Inglês Aplicado ao Turismo I x 40h A contratar Espanhol Aplicado ao Turismo I x 40h Gutto Monzzelli Saúde, Meio Ambiente e Segurança x 80h Módulo II Patrícia Pimentel Administração de Meios de Hospedagem x 80h Gutto Monzzelli Alimentos e Bebidas I x 80h A contratar Espanhol Aplicado ao Turismo II x 40h Marta Regina Kurosake Inglês Aplicado ao Turismo II x 40h A contratar Meios de Hospedagem x 40h Flora Alves Ruiz Governança x 40h Josemar Rodrigues dos S. Legislação e ética profissional x 40h A contratar Setor de hospedagem x 40h 10

15 Módulo III Gutto Monzzelli Alimentos e Bebidas II x 40h Patricia Pimentel Empreendedorismo x 40h Flora Alves Ruiz Turismo e Cultura Regional x 80h A contratar Organização de eventos na hotelaria x 80h Cleber de Jesus Recreação e Lazer x 40h Subtotal 1080h Prática profissional/estág io Supervisionado 200h Total horária carga 1.280h 11

16 8.3. Programa de Disciplina Carga Horária (h) Teórica 20 Prática 20 INFORMÁTICA BÁSICA TOTAL 40 Período: Pré-Requisito: ---- Professor: Ementa: Conceitos básicos sobre hardware e software, utilizar adequadamente as ferramentas de informática para gerenciamento de arquivos eletrônicos e processamento de textos, editor de textos, editor de planilhas e gráficos e elaborador slides, correio eletrônico e as ferramentas de informática para pesquisas na Internet. Conteúdos: 1. Conceitos básicos de informática 1.1. Conceitos e termos técnicos 2. Gerenciamento de arquivos 2.1. Gerenciamento de arquivos no programa Windows Explorer 3. Processamento de textos 3.1Digitação, edição e formatação de textos e imagens no computador, utilizando o word. 4. Internet 4.1. Uso do correio eletrônico Navegação e pesquisas 5. Planilhas eletrônicas 5.1. Digitação, edição e construção de gráficos e formatação de planilhas utilizando o Word e Excel. 6. Power Point 6.1. Digitação, edição e formatação de slides para apresentações utilizando o Power Point. Bibliografia básica: 12

17 WESSKOPT, Geme. ABC do Excel 97 p/ Windows 95/NT. São Paulo: Editora Makron Books,1997. STINSON, Craing. Microsoft Windows nt Workstation 4.0 Guia Autorizado. São Paulo: Editora Makron Books, FIALHO JR, Mozart. Microsoft Windows 98 Passo a Passo. São Paulo: Editora Terra, GREC, Waldir. Informática para Todos. São Paulo: Editora Atlas, HAHN, Harley. Dominando a Internet. São Paulo: Editora Makron Books, FERNANDES, Alexandre. Word Rio de Janeiro: Editora Brasport, MEYER, Marilyn, BABER, Roberta, PFAFFENBERGER, Bryan. Nosso Futuro e o Computador. Porto Alegre: Editora Bookman, SILVA, Jorge Eider da. Windows Rio de Janeiro: Editora Brasport, VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: Conceitos Básicos. Rio de Janeiro: Editora Campus, Bibliografia Complementar: GORKI, stalin. Internet Netscap Comunicador 4.0. São Paulo: Editora Érica, MEIRELLES, Fernando de Souza Meirelles. Informática: Novas Aplicações com Microcomputadores. São Paulo: Editora Makron Books,

18 Carga Horária (h) Teórica 30 Prática 10 METODOLOGIA CIENTÍFICA TOTAL 40 Período: Pré-Requisito: --- Professor: Ementa: Metodologia científica; método científico; pesquisa e desenvolvimento científico; métodos de pesquisa científica; organização e orientação da pesquisa científica; consulta da literatura; apresentação e difusão do conhecimento científico Conteúdo: 1. Processo do método científico: observação, problema, hipótese e verificação científicas; análise e síntese. 2. Pesquisa Cientifica: o funcionamento, tipos e fases. 3. Consulta da literatura: necessidade da consulta; estrutura da literatura científica; orientação e procedimento da consulta. 4. Redação científica: linguagem científica e suas características; abreviaturas; ilustrações; citações e notas de rodapé de página. 5. Preparação de trabalho científico: planejamento; estrutura do trabalho científico: introdução, desenvolvimento e conclusão; sumário, prefácio e apêndice. bibliografia. 6. Normas da ABNT. 7. Apresentação de trabalho científico. Bibliografia básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação referências elaboração. Rio de Janeiro, DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, GIL, Antônio Carlos Como elaborar projetos de pesquisa. 3 ed. São Paulo. Atlas Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5ª ed. São Paulo: Atlas,

19 LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos da metodologia científica. 3 ed. rev. ampl. São Paulo. Atlas Metodologia científica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2004 LUBISCO, Nídia M. L.; VIEIRA, Sônia Chagas. Manual de estilo acadêmico: monografias, dissertações e teses. 2. ed. Salvador: EDUFBA, LUZ, A.A. et alii. Manual da metodologia científica: uma introdução à metodologia científica. Curitiba,1987 OLIVEIRA, S.L. DE. Tratado de metodologia científica. São Paulo: Pioneira, Bibliografia Complementar: BASTOS, L.R.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L.M.; DELUIZ, N. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, KOCHE, José Carlos. Fundamentos da metodologia científica. Porto Alegre: Vozes, REYS, L. Planejar e redigir trabalhos científicos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, p. RUIZ, João Álvaro, Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 5ª ed. São Paulo: Atlas, SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 12. ed. São Paulo: Cortez, p. FUNDAMENTOS DO TURISMO E HOSPITALIDADE Carga Horária (h) Teórica 80 Prática -- TOTAL 80 Período: Pré-Requisito:

20 Professor: Ementa: Estudo dos fundamentos do Turismo e da Hospitalidade como um princípio das relações humanas. Conteúdos: 1. Conceitos, evolução histórica do lazer e do Turismo 2. Tipos de turismo 3. Importância sócio-econômica 4. Órgãos oficiais de Turismo 5. Associações 6. Infra-estrutura turística 7. Equipamentos e serviços 8. Meios e serviços de hospedagem 9. Classificação oficial 10. Classificação extra-oficial 11. Guias turísticos 12. Meios e serviços de alimentação 13. Serviços de entretenimento 14. Agências de turismo 15. Transportadoras, 16. Locadoras de veículos 17. Comércio 18. Casas de câmbio 19. Terminais de passageiros e outros 20. Infra-estrutura de apoio ao turismo 21. Sistemas de transportes / educação / telecomunicação / segurança / equipamentos médico hospitalares/outros 22. Estabelecimentos de apoio 23. Produto oferta/demanda; 24. Sistema Turístico (Infra-estrutura turística - equipamentos, instalações; superestrutura - agentes públicos e privados envolvidos como turismo); 25. Impactos positivos e negativos do turismo (ambiental, cultural, social, econômico) Tipos de turismo (turismo em áreas naturais, de negócios, eventos, desportivo, compras, cultural, técnico científico, de saúde, educativo, melhor idade, entre outros); 27. Perfil do turista 28. Mercado turístico 29. Políticas públicas de turismo nacional, estadual, regional e municipal; 30. Tempos e espaços da hospitalidade 31. A hospitalidade na história 32. Os mitos da hospitalidade 33. A hospitalidade dentro do paradigma da dádiva e como atributo. 34. Hospitalidade doméstica, urbana, comercial e virtual. 35. As leis da hospitalidade. 36. Hospitalidade como fato social, como ética e como rito. 37. A etiqueta 38. Anfitrião e o hóspede 39. Visitante e o visitado 16

21 40. Hospitaleiro x anfitrião 41. Hostilidade, recepção e agressão 42. A recepção, a hospedagem, a alimentação e o entretenimento do hóspede. 43. Lazer e a hospitalidade urbana; 44. Eventos e festividade 45. Hospitalidade e educação 46. Os metiês da hospitalidade 47. Servilismo 48. A gorjeta 49. Comunicação de massa x comunicação interpessoal e seu impacto na hospitalidade 50. Tabus e afecções da hospitalidade. Bibliografia básica: BARRETTO, Margarita. Planejamento e Organização em Turismo. Campinas: Papirus, DENCKER, Ada de Freitas Maneti. A questão do método em turismo. In.:. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Turismo. 6.ed. São Paulo: Futura, DIAS, Celia Maria de Moraes; et all. Hospitalidade: reflexões e perspectivas. Manole: Barueri/SP, DIAS, Reinaldo. Planejamento do Turismo Política e desenvolvimento do Turismo no Brasil. São Paulo: Atlas, GASTAL, Suzana. Turismo: 9 propostas para um saber-fazer. Porto Alegre: EDIPUCRS, Coleção Comunicação, 4. GONÇALVES, Maria Helena B. Introdução a Turismo e Hotelaria. Rio de Janeiro: Ed. Senac Nacional, HOLLANDA, Janir. Turismo: operação e agenciamento. Rio de Janeiro: Ed. Senac Nacional, KRIPPENDORF, Jost. Sociologia do Turismo. 3º Edição. São Paulo: Editora Aleph, LAGE, Beatriz H. G e MILONE, Paulo C. Turismo na Economia. 1º Edição. São Paulo: Editora Aleph, 2004 Coleção ABC do Turismo. LASHLEY, Conrad; MORRISON, Alison. Em Busca da Hospitalidade. Manole: Barueri/SP, LEMOS, Leandro. Turismo: que negócio é esse? Campinas: Papirus, MAMEDE, Gladston. Direito do Consumidor no Turismo. São Paulo: Atlas,

22 MEDLIK, A. Lockwood, S. Turismo e Hospitalidade no Século XXI. Manole: Barueri/SP, MOTA, Keila Cristina Nicolau. Marketing Turístico: promovendo uma atividade sazonal. São Paulo: Atlas, OCTÁVIO, Luiz. Hospitalidade. 1º Edição. São Paulo: Editora Aleph, 2004 Coleção ABC do Turismo. PELIZZER, Hilario Angelo. Turismo de Negócios. São Paulo: Thompson Pioneira, WALKER, John R. Introdução à Hospitalidade. Manole: Barueri/SP, Bibliografia Complementar: Carga Horária (h) COMUNICACAO ORAL E Teórica 40 ESCRITA Prática -- TOTAL 40 Período: Pré-Requisito: -- Professor: Ementa: Comunicação interpessoal, conceituar leitura e texto; conhecer a leitura crítica e perceber as várias possibilidades de leitura de um texto; estimular o raciocínio e a exposição lógica e coerente das idéias; analisar os fatores da textualidade nos diferentes tipos de texto; perceber e aplicar os mecanismos discursivos e linguísticos de coerência e coesão textuais; compreender os mecanismos da produção textual e utilizar coerentemente os articuladores argumentativos. Conteúdos: 1. O processo da comunicação e as funções da linguagem. 2. Variação linguística / Mitos lingüísticos. 3. Ler/ escrever: mecanismo de produção textual. 4. Leitura Crítica / Inferências. 5. Noção de texto. 18

23 6. Texto e textualidade. 7. Os fatores da coerência. 8. A coesão textual. 9. Relações lógicas. 10. O parágrafo / tópico frasal. 11. Aspectos da estrutura da oração: relações básicas, orações complexas. 12. Tipologia textual X Gêneros Textuais. 13. Argumentadores lingüísticos. 14. Tópicos da escrita 15. Linguagem oral e escrita-linguagem coloquial e linguagem formal. 16. Organização do discurso e do pensamento. 17. Leitura e interpretação de tabelas, manuais, guias, folders, cronogramas, banners, roteiros, itinerários. Bibliografia básica: BLIKSTEIN, IZIDORO. Como Falar Em Publico: Técnicas de Comunicação para Apresentações. 1a. Edição. São Paulo: Alínea, Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo:Ática,1992 COSTA VAL. Maria das G. Redação e Textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1991 MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lubia Scliar. Português instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 26. ed., rev. e ampl. São Paulo: Atlas, p. ISBN (broch.) MEDEIROS, J.B. Português Instrumental. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2005 NOBREGA, Maria Helena da. Estratégias de Comunicação em Grupo: Como Se Apresentar em Eventos Empresariais e Acade. 1a. edição. São Paulo: Atlas, OMT. Sinais e Símbolos Turísticos: guia ilustrado e descritivo. São Paulo: Roca,

24 CÂMARA, Joaquim Mattoso. Manual de Expressão Oral e Escrita. 19 ed. Petrópolis: Vozes, 1986 FIORIN, José L. & SAVIOLLI, Francisco P. Lições de Texto: leitura e redação.são Paulo: Ática, 2001 JAKOBSON, Roman. Lingüística e Comunicação. São Paulo: Cultriz KOCH, Ingedore G. V. & TRAVAGLIA, Luiz. C. Texto e Coerência. 7 ed. São Paulo: Cortez, 2000 Bibliografia Complementar: ANDRADE, M. Margarida e HENRIQUES, Antônio. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 5ed. São Paulo: Atlas, 1996 MADRYK, David e FARACO, Alberto. Língua Portuguesa: Prática de redação para estudantes universitários. 11 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004 FARACO, C. Alberto e TEZZA, Cristóvão. Oficina de Texto. 2 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003 Carga Horária (h) Teórica 40 GESTÃO FINANCEIRA E Prática --- CONTABILIDADE TOTAL 40 Período: Pré-Requisito: -- Professor: Ementa: Matemática financeira, tais como taxa de juros simples, taxa de juros compostos, equivalência de taxas, fluxos de caixa e operações financeiras. Conteúdos: 1. Juros simples 20

25 1.1 Introdução 1.2 Definições 1.3 Taxas de juros 1.4 Cálculo do juro 1.5 Diagrama de juros no tempo 1.6 Taxa proporcional e equivalente 1.8 Períodos não inteiros 1.9 Montante 1.10 Juro exato e comercial 1.11 Multiplicador/Divisor fixo 1.12 Valor atual e nominal 2. Juro composto 2.1Introdução 2.2 Definições 2.3 Taxas de juros 2.4 Diagrama de capital no tempo 2.5 Cálculo do juro 2.6 Taxa proporcional e equivalente. 2.7 Períodos não inteiros 2.8 Montante 2.9 Juros exato e comercial 2.10 Valor atual e nominal 3. Desconto 3.1 Desconto racional ou desconto por dentro 3.2 Desconto comercial ou desconto por fora 4. Fluxo de caixa. Bibliografia básica: CRESPO, Antonio A. Estatística Fácil. 18 ed. São Paulo: Saraiva DE FARO, Clóvis. Matemática Financeira. Rio de Janeiro: APEC, MATHIAS, Washington Franco e Gomes, José Maria. Matemática Financeira. 21

26 Editora Atlas SOBRINHO, José Dutra Vieira Matemática Financeira. Editora Atlas.1995 TIBONI, Conceição Gentil. Estatística Básica para o Curso de Turismo. 2ª edição Bibliografia Complementar: MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilson de Oliveira. Estatística Básica Saraiva SPIEGEL, MURRAY R. Estatística Coleção Schaum Editora Mcgraw- Hill do Brasil Carga Horária (h) INGLÊS INSTUMENTAL Teórica 30 APLICADO AO TURISMO I Prática 10 TOTAL 40 Período: Pré-Requisito: -- Professor: Ementa: Aquisição de conhecimentos linguísticos indispensáveis à aprendizagem do idioma, envolvendo leitura, compreensão dos diversos gêneros textuais, bem como a produção oral e escrita. Desenvolvimento das quatro habilidades linguísticas, a saber: oralidade, audição, leitura e escrita. Conhecer as variantes linguísticas, assim como formas básicas para o estabelecimento de relações dando e adquirindo informações relacionadas ao contato com o ambiente turístico. Atender às necessidades prementes do aprendiz com relação à aplicabilidade da língua inglesa ao Turismo. Conteúdos: 1. A importância e influência do inglês no cotidiano: considerações. 2. Estrutura da língua inglesa no que tange aos aspectos fonológico, fonéticos, morfológicos, sintáticos e prosódicos. 22

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