São Paulo medieval: saneamento na maior metrópole brasileira. Mesa: Proteção e recuperação dos mananciais: inclusão na tarifa?

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1 São Paulo medieval: saneamento na maior metrópole brasileira Mesa: Proteção e recuperação dos mananciais: inclusão na tarifa? João Paulo R. Capobianco Desafios da Regulação no Setor de Saneamento 30 de maio de 2017

2 Diagnóstico (município de São Paulo) Desintegração entre as Políticas de Saneamento e Recursos Hídricos Os mananciais não entram na lógica do sistema (tarifa, outorga, recursos fiscais,...) 100% 90% 100% 99,10% 99,10% 99,20% 99,20% 99,20% 80% 70% 60% 72,25% 72,47% 72,51% 72,78% 73,23% 73,80% 50% 40% 54,17% 50,26% 52,15% 51,47% 53,07% 55,51% 30% 20% 10% 0% Atendimento de água Coleta de esgoto Tratamento de esgoto Fontes: Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento e Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo

3 Em 2016 as metas do contrato da Sabesp com a PMSP e o GESP foram revistas, prolongando o compromisso assumido em 2010 em 5 anos Agora, somente em 2029 teremos a universalização do acesso a água e coleta/tratamento de esgoto na maior cidade brasileira

4 Saneamento na cidade de São Paulo 120 mil pessoas não têm acesso à água tratada 311 milhões de litros de esgoto jogados diariamente nos rios 460 mil pessoas sem acesso à esgoto Fonte: Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (2015)

5 Diagnóstico O valor da tarifa da Sabesp é o resultado de um cálculo simplesmente aritmético, praticamente sem considerar variáveis sociais e ambientais. A lógica do sistema vai contra o princípio da PNSB de indução ao consumo consciente. É necessária uma equação que equilibre melhor as seguintes variáveis: Fonte: Arsesp Redução de perdas Proteção e recup. de mananciais Consumo consciente Direito humano de acesso Universali zação Busca de novos mananciais

6 Diagnóstico Cálculo e estrutura da tarifa de água e esgoto. Como o valor arrecadado é investido? Quais as potencialidades e distorções atuais? Referências positivas Diagnóstico da saúde dos mananciais responsáveis pelo abastecimento de cerca de 40 milhões de pessoas. Identificação de áreas prioritárias e recomendação de ações de conservação e restauração.

7

8 Diagnóstico

9 Área de drenagem do Sistema Cantareira há 48 mil hectares desmatados em locais considerados ambientalmente críticos. Esse montante representa 17% da área total do sistema e corresponderia a um investimento estimado entre R$ 123 milhões e R$ 208 milhões para o plantio e manutenção de cerca de 65 milhões de mudas. São valores irrisórios, frente ao fato que se tratar do principal sistema de abastecimento da RMSP e das oportunidades de emprego e geração de negócios que uma atividade dessas poderia propiciar. Laboratório de Geoprocessamento da Escola Politécnica da USP / Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS)

10 No mesmo estudo, foram identificados 115 mil hectares de cobertura vegetal nativa em boas condições ambientais e que deveriam receber investimentos de fiscalização e controle. Se isso fosse feito, seria possível garantir que essas áreas se manteriam conservadas ao longo do tempo, em benefício da biodiversidade e da manutenção da produção de água no Cantareira

11 Água que sai das torneiras vale ouro. A que brota nas minas e nascentes, não vale nada Dados da ANA (2016): Pagamentos recebidos pelos comitês de bacias no Estado de São Paulo, somaram R$ 78 milhões. Desse montante, a Sabesp desembolsou R$ 43 milhões para nove comitês. Valor destinado às ações de conservação, recuperação e manutenção dos mananciais utilizados pela Sabesp no ano passado representou 0,3% da receita líquida de R$ 14,1 bilhões obtida pela empresa na venda da água deles retirada.

12 Propostas para melhorar a situação Clareza no objetivo: Universalização o mais rápido possível São desafios técnicos ou financeiros? Quanto custa? Quem paga a conta? Duas fontes de recursos: tarifa e fiscal Quais as prioridades? Os mananciais são parte estrutural da solução Se o ritmo atual de investimento se manter, o Brasil só alcançará a universalização em 2054 (CNI, 2017)

13 Recursos tarifários para proteção e recuperação de mananciais Botucatu (SP) Desde % da receita líquida para revitalização dos rios 1% para projetos de PSA Necessidade de estabelecer mecanismos de garantia social e transparência Juiz de Fora (MG) Desde 2016,Planejamento conjunto entre Arsae, Prefeitura e empresa Identificação de áreas prioritárias 1,25% da receita para o programa de proteção de mananciais Publicação trimestral dos resultados Copasa (MG) Compra de terrenos estratégicos e criação de 14 reservas ambientais (23 mil ha) Nova York (1990) Compra de terrenos pela Prefeitura ; Sanção aos poluidores Articulação e negociação com proprietários rurais (combate contra a agricultura industrial e ocupação urbana) PSA aos produtores bancado pela Prefeitura De 1990 a 1993 a tarifa não aumentou. De 1993 a 2003 a tarifa não aumentou além da inflação

14 Recursos fiscais Constituição Federal: saneamento como questão de saúde Política Nacional de Saneamento Básico: universalização Plano Nacional de Saneamento Básico: universalização até 2033 Saneamento é uma política de Estado ONU: direito à água potável como direito humano (2010) e saneamento básico como direito humano (2015) Receita líquida da Sabesp em 2016: R$ 14,1 bilhões Lucro: R$ 2,9 bilhões Investimentos: R$ 3,9 bilhões (1,3 bilhão na PPP São Lourenço) Contribuição social e imposto de renda (2016): R$ 1,1 bilhão Dividendos p/ Governo do Estado de SP (2016): R$ 370 milhões

15 Obrigado! João Paulo R. Capobianco

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