APOSTILA PROFESSOR BISPO INFORMÁTICA CURSO TÉCNICO

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1 APOSTILA PROFESSOR BISPO INFORMÁTICA CURSO TÉCNICO

2 ÍNDICE 1. HARDWARE CLASSIFICAÇÃO DOS COMPUTADORES MEMÓRIAS CLASSIFICAÇÃO DAS MEMÓRIAS MEMÓRIA SECUNDÁRIA PROCESSADOR BARRAMENTOS BARRAMENTOS INTERNOS BARRAMENTOS EXTERNOS PERIFÉRICOS EXTERNOS SOFTWARE TIPOS DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR QUANTO AO GRAU DE CLASSIFICAÇÃO QUANTO A SUA DISTRIBUIÇÃO MICROSOFT WINDOWS XP CARACTERÍSTICAS BARRA DE TAREFAS BARRA DE INICIALIZAÇÃO DESKTOP MENU INCIAR TIPOS DE EXTENSÕES ACESSÓRIOS DO WINDOWS FERRAMENTAS DE SISTEMA LIMPEZA DE DISCO SCANDISK (VERIFICAR DISCO) DESFRAGMENTADOR BACKUPS RESTAURAÇÃO DO SISTEMA WINDOWS EXPLORER COMPARTILHAMENTO E PROPRIEDADE DO DISCO PAINEL DE CONTROLE SISTEMA OPERACIONAL LINUX SURGIMENTO DO LINUX OS DIREITOS SOBRE O LINUX DISTRIBUIÇÕES DO LINUX CONCEITOS GERAIS ENTRANDO NO LINUX GERENCIADORES DE JANELAS OS AMBIENTES GRÁFICOS DO LINUX COMO O LINUX INTERPRETA ARQUIVOS DIRETÓRIO DIRETÓRIO DO LINUX DIRETÓRIO ATUAL DIRETÓRIO HOME REDE DE COMPUTADORES CLASSIFICAÇÃO DE REDES QUANTO A EXTENSÃO FÍSICA TOPOLOGIAS DAS REDES DE COMPUTADORES ANEL TOPOLOGIA BARRAMENTO TOPOLOGIA ESTRELA ARQUITETURAS PARA REDE LOCAL...44

3 5.4. TIPOS DE REDES (FUNCIONAMENTO) MEIO DE TRANSMISSÃO DE REDE CABOS FIBRA ÓPTICA REDES SEM FIO DISPOSITIVOS DE REDE REPETIDORES HUB ou Concentrador BRIDGES (PONTES) ROTEADORES GATEWAY COMUTAÇÃO DE PACOTES CONCEITOS DE INTERNET INTRANET E EXTRANET/ PROTOCOLOS E SERVIÇOS TIPOS DE CONEXÃO WEB (WWW) PÁGINAS ESTÁTICAS X DINÂMICAS COOKIES SERVIDOR PROXY CACHE DA INTERNET INTRANET EXTRANET VPN VIRTUAL PRIVATE NETWORK (Rede privada virtual) VOIP VOZ SOBRE IP PROTOCOLOS INTERNET EXPLORER BARRA DE FERRAMENTAS ABA SEGURANÇA ABA PRIVACIDADE ABA CONTEÚDO ATALHOS DO INTERNET EXPLORER SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PRINCÍPIOS DA SEGURANÇA CRIPTOGRAFIAS CRIPTOGRAFIA SIMÉTRICA CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA SENHAS ASSINATURA DIGITAL CERTIFICADOS DIGITAIS OUTROS RECURSOS DE SEGURANÇA OUTROS MÉTODOS BACKUP TIPOS DE CÓPIA DE SEGURANÇA RAID ESPELHAMENTO DE DISCO MALWARE TIPOS DE MALWARE CAVALO DE TRÓIA / TROJAN SPYWARE WORM(VERME) BOTS E BOTNETS BOTNETS BACKDOORS ROOTKITS COMPUTADORES ZUMBIS RANSONWARE...63

4 10. WINDOWS CARACTERÍSTICAS DO WINDOWS RECURSOS REMOVIDOS ÁREA DE NOTIFICAÇÃO MOSTRAR ÁREA DE TRABALHO PROPRIEDADES DA BARRA DE TAREFAS BARRA DE FERRAMENTAS ÁREA DE NOTIFICAÇÃO ABA MENU INICIAR MAIS OPÇÕES DA BARRA DE TAREFAS EFEITOS AERO WINDOWS VISUALIZAR JANELAS ABERTAS USANDO WINDOWS FLIP 3D MENU INICIAR WINDOWS PAINEL DE CONTROLE WINDOWS PONTO DE PARTIDA ACESSÓRIOS DO WINDOWS WINDOWS EXPLORER BARRA DE FERRAMENTAS...87

5 1. HARDWARE 1.1 CLASSIFICAÇÃO DOS COMPUTADORES GRANDE PORTE: Um mainframe é um computador de grande porte, dedicado normalmente ao processamento de um volume grande de informações. Os mainframes são capazes de oferecer serviços de processamento a milhares de usuários através de milhares de terminais conectados diretamente ou através de uma rede. Processamento: Execução dos cálculos necessários para a obtenção de resultados Saída de Dados: Apresentação dos resultados. TIPOS DE GABINETES QUANTO A SUA FORMA: PEQUENO PORTE Mini-torre: É usado na posição vertical (torre). É o modelo mais usado. Uma das desvantagens é o espaço ocupado em sua mesa, a outra é que tem pouco espaço para colocar outras placas e periféricos. Utiliza fonte de alimentação padrão ATX. Pode possuir 2,3 ou 4 Baias para alocação de dispositivos de leitura ( CD/ DVD/BLU-RAY) Torre: Possui as mesmas características do mini-torre, mas tem uma altura maior e mais espaço para instalação de novos periféricos. Muito usado em servidores de rede e com placas que requerem uma melhor refrigeração. Utiliza fonte de alimentação padrão ATX. SFF: É o acronimo de Small Form Factor, ou seja, um gabinete de tamanho reduzido que pode ser utilizado na horizontal e na vertical, mas não pode ser considerado um mini torre nem gabinete (deitado). Utiliza fonte de alimentação padrão SFX. COMPUTADOR PESSOAL: Um computador pessoal é um computador de pequeno porte e baixo custo, que se destina ao uso pessoal ou para uso de um pequeno grupo de indivíduos. A expressão "computador pessoal" (ou sua abreviação em inglês PC, de "Personal Computer") é utilizada para denominar computadores de mesa (desktops), laptops ou Tablet PCs executando vários Sistemas Operacionais em várias arquiteturas. Os Sistemas Operacionais predominantes são Microsoft Windows, Mac OS e Linux e as principais arquiteturas são as baseadas nos processadores x86, x64 e PowerPC. 2) NOTEBOOK: Um laptop (no Brasil, e também chamado de notebook) ou computador portátil (em Portugal, abreviado frequentemente de portátil) é um computador portátil, leve, designado para poder ser transportado e utilizado em diferentes lugares com facilidade. 3) PDAs ou Handhelds ou Assistente Pessoal Digita Ou l, é um computador de dimensões reduzidas (cerca de A6), dotado de grande capacidade computacional, cumprindo as funções de agenda e sistema informático de escritório elementar, com possibilidade de interconexão com um computador pessoal e uma rede informática sem fios - wi-fi - para acesso a correio eletrônico e internet. TIPOS DE FONTE DE ALIMENTAÇÃO Na visualização de uma fonte AT e uma Fonte ATX, verificamos a diferença entre elas, pela primeira possuir um chicote que leva à uma chave liga-desliga, e a segunda (atx) não possuir esse dispositivo, fazendo então a ligação eletrônica, por meio de acionamento do Circuito de Stand by. FONTE AT: AT é a sigla para Advanced Tecnology. Seu uso foi constante de 1983 até Possui pouco espaço interno, dificultando a circulação do ar e causando danos à placa mãe. Desligamento Manual. ATX é a sigla para Advanced Tecnology Extendend. PROCESSOS BÁSICOS Entrada de Dados: Leitura (coleta) dos dados iniciais. 1

6 Pelo nome, é possível notar que trata-se do padrão AT melhorado. Entre as principais características do ATX, estão o maior espaço interno, proporcionando um ventilação adequada, conectores de teclado e mouse no formato PS/2 (tratam-se de conectores menores e mais fáceis de encaixar), conectores serial e paralelo ligados diretamente na placa-mãe, sem a necessidade de cabos, melhor posicionamento do processador, evitando que o mesmo impeça a instalação de placas de expansão por falta de espaço PINOS DA FONTE ATX 1 TIPOS DE PLACA MÃE Uma Placa mãe pode ser ONBORD, ou seja, boa parte dos componentes conectados a ela tais como: PLACA DE REDE PLACA DE SOM PLACA DE VÍDEO Pode também ser OFFBOARD sem componentes conectados. Vale lembrar que PLACA MAE ATX é porque conecta apenas FONTE ATX e PLACA MAE AT somente fontes do tipo AT. 1.2 MEMÓRIAS MEMÓRIA: É um dispositivo capaz de armazenar informações de forma codificada. Existem tecnologias de memória utilizadas para armazenamento de dados: TIPOS DE MEMÓRIA: 1. Memórias Semicondutoras: As informações são gravadas em CHIPS geralmente sem ausência de energia. 2. RAM, ROM, EPROM, CACHE, FLASH, ENTRE OUTRAS. 3. Memórias Magnéticas: Armazenam as informações magnéticamente através de um pequeno imã. Exemplo: HD, DISQUETE, FITA MAGNÉTICA. 4. Memórias Ópticas: são as que utilizam feixes de luz para realizar a gravação nas mídias. Todos os discos que usam laser para a leitura de dados são memórias ópticas. Exemplo: CD, DVD, Blu- Ray. PERMANENTE NÃO VOLÁTIL: São aquelas que guardam todas as informações mesmo quando não estiverem a receber alimentação. Como exemplos, citam-se as memórias conhecidas por ROM e FLASH, bem como os dispositivos de armazenamento em massa, disco rígido, CDs e disquetes CLASSIFICAÇÃO DAS MEMÓRIAS Podemos distinguir os vários tipos de memórias: 1. Memórias primárias ou principal também chamadas de memória real são memórias que o processador pode endereçar diretamente, sem as quais o computador não pode funcionar. Nesta categoria insere-se a memória RAM (volátil), memória ROM (não volátil), registradores e memórias cache. 2. Memórias secundárias: memórias que não podem ser endereçadas diretamente, a informação precisa ser carregada em memória primária antes de poder ser tratada pelo processador. Não são estritamente necessárias para a operação do computador. São geralmente não-voláteis, permitindo guardar os dados permanentemente. Incluemse, nesta categoria, os discos rígidos, CDs, DVDs e disquetes. MEMÓRIA ROM MEMÓRIA ROM Read Only Memory: A memória ROM (acrónimo para a expressão inglesa Read-Only Memory) é um tipo de memória que permite apenas a leitura, ou seja, as suas informações são gravadas pelo fabricante uma única vez e após isso não podem ser alteradas ou apagadas. Nela fica armazenado o programa que tem como responsabilidade iniciar o computador chamado de BIOS. TIPOS DE ROM MEMÓRIA PROM: Resumo rápido: (Programmable Read- Only Memory) podem ser escritas com dispositivos especiais mas não podem mais ser apagadas, a gravação pode ser pela fábrica ou usuário somente uma única vez sem retorno. MEMÓRIA EPROM: Uma EPROM, ou erasable programmable read-only memory, é um tipo de chip de memória de computador que mantém seus dados quando a energia é desligada. Poder ser gravada e apagada, mas somente com luz ultravioleta. MEMÓRIA EEPROM: Ao contrário de uma EPROM, uma EEPROM pode ser programada e apagada várias vezes, eletricamente. Pode ser lida um número ilimitado de vezes, mas só pode ser apagada e programada um número limitado de vezes, que variam entre as e 1 milhão. MEMÓRIA FLASH FEPROM: é uma variação moderna da EEPROM, são memórias rápidas, conseguem gravar muita informação em pouco espaço. Delas original o conhecido PENDRIVE. BIOS: em computação Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/ Saída). O BIOS é o firmware (programa) executado por um computador IBM PC quando ligado, é ele que detecta e apresenta para os softwares e os hardwares que o computador possui. O BIOS é armazenado num chip ROM (Read-Only Memory) Função do BIOS é o carregamento do sistema operacional e dar inicialização a todo o hardware ( POST ) buscando 2

7 informações da memória CMOS para inicializar os dispositivos. MEMÓRIA RAM MEMÓRIA RAM: Memória de acesso aleatório (do inglês Random Access Memory, frequentemente abreviado para RAM) é um tipo de memória que permite a leitura e a escrita, utilizada como memória primária em sistemas eletrônicos digitais. Algumas memórias RAM necessitam que os seus dados sejam frequentemente refrescados (atualizados), podendo então ser designadas por DRAM (Dynamic RAM) ou RAM Dinâmica. Por oposição, aquelas que não necessitam de refrescamento são normalmente designadas por SRAM (Static RAM) ou RAM Estática. TIPOS DE RAM SRAM Static RAM (Memória Estática): (Static Random Access Memory, que significa memória estática de acesso aleatório em Português) é um tipo de memória de acesso aleatório que mantém os dados armazenados desde que seja mantida sua alimentação. DRAM RAM Dinâmica: é um tipo de memória de acesso direto DRAMs possuem a vantagem de terem custo muito menor e densidade de bits muito maior, possibilitando em um mesmo espaço armazenar muito mais bits (o que em parte explica o menor custo). Precisam ser alimentadas periodicamente sem intervalos. TIPOS DE MEMÓRIA MEMÓRIA EDO-RAM: MEMÓRIA SIMM: MEMÓRIA DIMM - Dual Inline Memory Module: MEMÓRIA DDR: MEMÓRIA DDR2: A DDR2 SDRAM ou DDR2 é uma evolução ao antigo padrão DDR SDRAM MEMÓRIA DDR3: A memória DDR3 SDRAM, Taxa Dupla de Transferência Nível Três de Memória Síncrona Dinâmica de Acesso Aleatório), também conhecida como DDR3, é um padrão para memórias RAM que está sendo desenvolvida para ser a sucessora das memórias DDR2 SDRAM. o computador desligado, são alimentados por uma pequena bateria de lítio. MEMÓRIA CACHE: Na área da computação, cache é um dispositivo de acesso rápido, interno a um sistema, que serve de intermediário entre um operador de um processo e o dispositivo de armazenamento ao qual esse operador acede. A vantagem principal na utilização de uma cache consiste em evitar o acesso ao dispositivo de armazenamento - que pode ser demorado -, armazenando os dados em meios de acesso mais rápidos. A cachê fica localizada dentro do processador, sendo indispensável para deixar o processamento mais rápido. Sendo assim, usa-se a cache para armazenar apenas as informações mais frequentemente usadas. Nas unidades de disco também conhecidas como disco rígido ou Hard Drive (HD), também existem chips de cache nas placas eletrônicas que os acompanham. Como exemplo, a unidade Samsung de 160 GB tem 8 MBytes de cache. NÍVEIS DE CACHE CACHE L1: Uma pequena porção de memória estática presente dentro do processador. A partir do Intel 486, começou a se colocar a L1 no próprio chip [processador]. Geralmente tem entre 16KB e 512KB. CACHE L2: Possuindo o Cache L1 um tamanho reduzido e não apresentando uma solução ideal, foi desenvolvido o cache L2, que contém muito mais memória que o cache L1.Ela é mais um caminho para que a informação requisitada não tenha que ser procurada na lenta memória principal. CACHE L3: Terceiro nível de cache de memória. Inicialmente utilizado pelo AMD K6-III (por apresentar o cache L2 integrado ao seu núcleo) utilizava o cache externo presente na placa-mãe como uma memória de cache adicional. Ainda é um tipo de cache raro devido a complexidade dos processadores atuais, com suas áreas chegando a milhões de transístores por micrómetros ou picómetros de área. Ela será muito útil, é possível a necessidade futura de níveis ainda mais elevados de cache, como L4 e assim por diante. MEMÓRIA VIRTUAL Se faltar ao seu computador a quantidade de RAM (memória de acesso aleatório) necessária para executar um programa ou uma operação, o Windows usa a memória virtual para compensar. A memória virtual combina a RAM do computador com espaço temporário no disco rígido. Quando a RAM fica insuficiente, a memória virtual move os dados da RAM para um espaço chamado arquivo de paginação. Isso libera a RAM para concluir seu trabalho. CMOS No jargão dos computadores, é comum usar o termo "CMOS" para se referir a uma determinada área de memória, onde ficam guardadas informações sobre os periféricos instalados e a configuração inicial do computador, além do relógio e calendário. Como a memória e o relógio precisam ser preservados mesmo com MEMÓRIA SECUNDÁRIA (Dispositivos de Armazenamento de Dados): Memórias que não podem ser endereçadas diretamente, a informação precisa ser carregada em memória primária antes de poder ser tratada pelo processador. Não são estritamente necessárias para a operação do computador.

8 São geralmente não-voláteis, permitindo guardar os dados permanentemente.incluem-se, nesta categoria, os discos rígidos, CDs, DVDs e disquetes. DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO 1. Disquetes e Discos Rígidos; 2. Blu-Ray 3. Drives de CD-ROM, CDs, Gravadores e DVDs; 4. Zip Drive; 5. Pen Drive; 6. Cartões de Memória; 7. Fita DAT e DLT. DISQUETE: O em inglês é floppy-disk, significando disco flexível. Pode ter o tamanho de 3,5 polegadas com capacidade de armazenamento de 720 KB (DD=Double Density) até 2,88 MB (ED=Extra Density), embora o mais comum atualmente seja 1,44 MB (HD=High Density). DISCO RÍGIDO: ou disco duro, no Brasil popularmente também HD ou HDD (do inglês hard disk/hard disk drive; o termo "winchester" há muito tempo já caiu em desuso), é a parte do computador onde são armazenadas as informações, ou seja, é a "memória permanente" propriamente dita (não confundir com "memória RAM"). É caracterizado como memória física, não-volátil, que é aquela na qual as informações não são perdidas quando o computador é desligado. Existem vários tipos de discos rígidos diferentes: IDE/ATA, Serial_ATA, SCSI, Fibre channel, SAS. CAPACIDADES DOS HD S: 2TB ( Terabytes ) Para que o sistema operacional seja capaz de gravar e ler dados no disco rígido, é preciso que antes sejam criadas estruturas que permitam gravar os dados de maneira organizada, para que eles possam ser encontrados mais tarde. Este processo é chamado de formatação. Existem dois tipos de formatação: FORMATAÇÃO FÍSICA: A formatação física é feita na fábrica ao final do processo de fabricação, que consiste em dividir o disco virgem em trilhas, setores, cilindros e isola os badblocks (danos no HD). FORMATAÇÃO LÓGICA: Uma formatação lógica apaga todos os dados do disco rígido, inclusive o sistema operacional. No processo de formatação física são criadas as TRILHAS, SETORES E CLUSTERS para preparar o disco na gravação de dados: CLUSTER: Um cluster (também chamado de agrupamento) é a menor parte reconhecida pelo sistema operacional, e pode ser formado por vários setores. Um arquivo com um número de bytes maior que o tamanho do cluster, ao ser gravado no disco, é distribuído em vários clusters. Um Cluster não pode pertencer a mais de 1 arquivo. Mas 1 Arquivo pode estar em vários Clusters. SISTEMA DE ARQUIVO Um sistema de arquivos é um conjunto de estruturas lógicas e de rotinas, que permitem ao sistema operacional controlar o acesso ao disco rígido. Diferentes sistemas operacionais usam diferentes sistemas de arquivos. No mundo Windows, temos apenas três sistemas de arquivos: FAT16, FAT32 e NTFS. FAT16: O sistema FAT (ou FAT16) consegue trabalhar com clusters. E claro, com sistemas operacionais de 16bits. Limite máximo de tamanho para uma partição em FAT16 é de 2 GB (correspondente a 2 elevado a 16). Sendo que permite no máximo ficheiros com até 8 caracteres no nome + extensão. FAT 32 suporta partições de até 32 GB. Outra limitação do FAT 32 está no tamanho máximo dos arquivos que não pode ultrapassar 4 GB menos 1 byte. Permite, no entanto ficheiros com no máximo 255 caracteres no nome. Essas duas limitações, especialmente a última, motivaram a Microsoft a desenvolver o formato NTFS que permite partições muito maiores e tamanhos de arquivo mais adequado ao uso de mídia e sistemas maiores. NTFS: O NTFS (New Technology File System) é o sistema de arquivos da Microsoft utilizado em todas as versões do sistema operacional. CARACTERÍSTICAS DO NTFS 1. Introdução de um sistema de journaling, que permite ao sistema operacional se recuperar rapidamente de problemas sem precisar verificar a integridade do sistema de arquivos. 1. Permissões (com sistema de ACLs), que possibilitam um grande controle de acesso dos utilizadores aos arquivos. 3. Compressão de arquivos (quando configurado). 4. Encriptação transparente de arquivos. Quotas, que permitem que os administradores de sistemas definam a quantidade de espaço em disco que cada utilizador pode utilizar. TRILHAS E SETORES: As trilhas são círculos que começam no centro do disco e vão até a sua borda, como se estivesse um dentro do outro. Essas trilhas são numeradas da borda para o centro, isto é, a trilha que fica mais próxima da extremidade do disco é denominada trilha 0, a trilha que vem em seguida é chamada trilha 1, e assim por diante, até chegar à trilha mais próxima do centro. Cada trilha é dividida em trechos regulares chamados de setor. Cada setor possui uma determinada capacidade de armazenamento (geralmente, 512 bytes) 4 Disco de no mínimo 1TB de estaco por partição. Sistema de permissões em usuários e arquivos. Convenções de nomenclatura NTFS: Os nomes de ficheiros e diretórios podem ter até 255 caracteres, incluindo as extensões. Os nomes preservar caso, mas não são sensíveis a maiúsculas e minúsculas. NTFS torna não distinção de nomes de ficheiros com base no caso. Os nomes podem conter quaisquer caracteres, exceto para o seguintes:? " / \ < > * :

9 HPFS: é o sistema de arquivos utilizado pelo OS/2 da IBM, com recursos que se aproximam muito dos permitidos pelo NTFS como nome de arquivos com até 254 caracteres incluindo espaços, partições de até 512 GB e unidades de alocação de 512 bytes. Embora muito eficiente, este sistema de arquivos caiu em desuso juntamente com o OS/2, sendo suportado atualmente somente pelo Linux. SETOR DE BOOT: Neste setor ficam os arquivos do sistemas de arquivos e partições. Fica localizada na Trilha 0 (SETOR 01) do disco, e é responsável pela inicialização do sistema operacional. DVDs graváveis permitem somente uma gravação, não sendo possível excluir nada depois, acrescentar dados é possível se o disco não for finalizado (Disk At Once), enquanto que os DVDs regraváveis permitem apagar e regravar dados. 1. DVD-R: somente permite uma gravação e pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs; 2. DVD+R: somente permite uma gravação, pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs e é lido mais rapidamente para backup; 3. DVD+R DL (dual-layer): semelhante ao DVD+R, mas que permite a gravação em dupla camada, aumentando a sua capacidade de armazenamento. DISCOS ÓPTICOS DRIVES DE CDROM E CDs: Sistema óptico de leitura em CDs já existe há um bom tempo nos Pcs. A Leitura é feita por um feixe laser (uma linha que parte de um centro luminoso) que incide sobre uma superfície reflexiva. A tecnologia utilizada na leitura dos CD-ROMs foi baseada em CDs de áudio. VELOCIDADE: Os CDs de áudio utilizavam uma velocidade chamada mono ou básica, que é a velocidade de 1X com taxa de transferência de 150KB/s,perfeitamente suficiente para áudio, porém, para transferência de dados é insuficiente. A solução é o aumento da velocidade: 2X, 3X. Atualmente encontramos drives com velocidades de 52X ou 56X. ESPAÇO DE ARMAZENAMENTO: Até o ano de 2005, os CD-ROMs possuíam a capacidade para 650 MB. Logo foram substituídos pelos de 700 MB ou 80 minutos de áudio. TIPOS DE CD S 1) CD-ROM foi desenvolvido em 1985 e traduz-se aproximadamente em língua portuguesa para Disco Compacto - Memória Apenas para Leitura. 2) CD-R (do inglês Compact Disc - Recordable) é um disco fino (1,2mm) de policarbonato usado principalmente para gravar músicas ou dados. Permite gravar os dados uma única vez na mesma área, e várias vezes até o espaço do disco. Não permite apagar os arquivos já gravados. 3) (CD-RW -Disco Compacto Regravável) é um disco óptico regravável. Conhecido como CD-Erasable. Permite Gravar e Regravar várias vezes até o espaço do disco, permite gravação parcial, mas não o seu apagamento parcial. Estabelecido pela IEEE 1000 Gravações. BLU-RAY E HD DVD: também conhecido como BD (de Blu ray Disc) é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD ) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. É o sucessor do DVD e capaz de armazenar filmes até 1080p Full HD de até 4 horas sem perdas. Requer obviamente uma TV de alta definição (Plasma ou LCD) para exibir todo seu potencial e justificar a troca do DVD. Sua capacidade varia de 25GB (camada simples) a 50GB (camada dupla) Gigabytes. O disco Blu-Ray faz uso de um laser de cor azul-violeta. PADRÕES DE BLU-RAY: O BD-RE (formato regravável) padrão já está disponível, assim como os formatos BD-R (gravável) e o BD-ROM, como parte da versão 2.0 das especificações do Blu-ray. Em 19 de Maio de 2005, TDK anunciou um protótipo de disco Blu-ray de quatro camadas (100 GB). Outros discos Blu-ray com capacidades de 200 GB (oito camadas) estão também em desenvolvimento.recentemente a TDK anunciou ter criado um disco Blu-ray experimental capaz de armazenar até 200 GB de informação em um único lado (3 camadas de 33.3 GB DVD S: (abreviação de Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc, em português, Disco Digital de Vídeo ou Disco Digital Versátil). Contém capacidade de armazenar 4,7 GB de dados, enquanto que um CD armazena em média de 700 MB. Os chamados DVDs de dual-layer (dupla camada) podem armazenar até 8,5 GB. Apesar da capacidade nominal do DVD comum gravável, é possível apenas gravar MB de informações, e com o tamanho máximo de cada arquivo de 1 GB numa gravação normal. MEMÓRIAS ELETRONICAS (CHIPS ) TIPOS DE DVD 5

10 MEMÓRIA USB FLASH DRIVE, também designado como Pen Drive, uma ligação USB tipo A permitindo a sua conexão a uma porta USB de um computador. As capacidades atuais, de armazenamento, são 64 MB a 100 GB. A velocidade de transferência de dados pode variar dependendo do tipo de entrada: CARTÕES DE MEMÓRIA CARTÕES DE MEMÓRIA: ou cartão de memória flash é um dispositivo de armazenamento de dados com memória flash utilizado em videogames, câmeras digitais, telefones celulares, palms/pdas, MP3 players, computadores e outros aparelhos eletrônicos. Podem ser regravados várias vezes, não necessitam de eletricidade para manter os dados armazenados, são portáteis e suportam condições de uso e armazenamento mais rigorosos que outros dispositivos baseados em peças móveis. Capacidades até 10GB. SSD (sigla do inglês solid-state drive) ou unidade de estado sólido é um tipo de dispositivo sem partes móveis para armazenamento não volátil de dados digitais. Tipicamente, são construídos em torno de umcircuito integrado semicondutor[1], o qual é responsável pelo armazenamento, diferentemente, portanto, dos sistemas magnéticos (como os HDs e fitas LTO) ou óticos (discos como CDs e DVDs). Alguns dos dispositivos mais importantes usam memória RAM, e há ainda os que usam memória flash (estilo cartão de memória SD de câmeras digitais). FITAS MAGNÉTICAS: (ou banda magnética) é uma mídia de armazenamento não-volátil que consiste em uma fita plástica coberta de material magnetizável. CACHE Armazenamento dos dados mais utilizados pelo processador. Nos computadores de mesa (desktop) encontra-se alocado dentro do gabinete juntamente com a placa-mãe e outros elementos de hardware. Os processadores trabalham apenas com linguagem de máquina (lógica booleana). REALIZAM AS SEGUINTES TAREFAS: Busca e execução de instruções existentes na memória. Os programas e os dados que ficam gravados no disco (disco rígido ou disquetes), são transferidos para a memória. Uma vez estando na memória, o processador pode executar os programas e processar os dados. UNIDADE DE CONTROLE UC Responsável pela busca e controle das operações que serão realizadas pelo Processador. A unidade de controle executa três ações básicas intrínsecas e préprogramadas pelo próprio fabricante do processador, são elas: busca (fetch), decodificação e execução. UNIDADE LÓGICA E ARITMÉTICA - ULA A Unidade lógica e aritmética (ULA) ou em inglês Arithmetic Logic Unit (ALU) é a unidade central do processador (Central Processing Unit, ou simplesmente CPU), que realmente executa as operações aritméticas e lógicas. REGISTRADORES Memória de pequena capacidade porém muito rápida, contida no CPU, utilizada no armazenamento temporário durante o processamento. Os registradores estão no topo da hierarquia de memória, sendo assim são o meio mais rápido e caro de se armazenar um dado. REGISTRADOR TIPOS DE FITAS MAGNÉTICAS 1. DAT ( DIGITAL AUDIO TAPE ) Cassete de gravação digital apresentado pela Sony, Digital Audio Tape, nos finais dos anos 80 em concorrência com o formato DCC da Philips. FITA PARA TRANSMISSÃO DE VOZ. ULA UC ULA 2. DLT (acrônimo para Digital Line Tape) é um tipo de fita magnética desenvolvido pela Digital Equipment Corporation em dezembro de 1984 (atualmente Hewlett-Packard). Um variante com alta capacidade de armazenamento é chamada de Super DLT (SDLT). Uma versão mais barata foi inicialmente fabricada pela Benchmark Storage Innovations. A Quantum adquiriu a Benchmark em As fitas magnéticas armazenam cerca de 400GB de espaço. 1.3 PROCESSADOR Bem este dispensa apresentação, é o responsável pelas operações de processamento de dados do computador, nele encontramos os componentes que o auxiliam no processo tais como: ULA Unidade lógica aritmética UC Unidade de Controle REGISTRADOR: Armazenamento do que esta sendo processado. NÚCLEO 1 OU CORE CACHE L1 NÚCLEO 2 OU CORE Fabricantes de CPU: Atualmente existem dois grandes fabricantes de CPU que brigam pelo mercado de microprocessadores. São as empresas Intel e AMD. AMD (Advanced Micro Devices): fabricante dos processadores Sempron, Athlon 64 2, Turion; Intel (Integrated Electronics): fabricante dos processadores Celeron, Pentium 4, Core 2 Duo, Centrino Duo. Processadores Dual Core ( MULTIPLOS CORES) Multinúcleo (múltiplos núcleos) consiste em colocar dois ou mais núcleos (cores) no interior de um único encapsulamento (um único chip). A Intel lançou vários modelos MULTI-CORES dentre eles temos: 6

11 O chipset é um dos principais componentes lógicos de uma placa-mãe, dividindo-se entre "ponte norte" (northbridge, controlador de memória, alta velocidade) e "ponte sul" (southbridge, controlador de periféricos, baixa velocidade). COREDUO:Dois Núcleos e 1 cache CORE2DUO: Dois Núcleos e 2 chaces. CORE2QUAD: Quatro Núcleos e 2 caches CORE 2 EXTREME DUAL QUAD: Quatro Núcleos e 2 Caches, com velocidades de clock de 2,93 GHz, 4 MB de cache L2 compartilhado, um barramento frontal de 1066 MHz. CORE7: Considerado o melhor processador da Intel possui 8 Núcleos de processamento + 3 Caches L1, L2 e L3. Velocidades principais de 3,06 GHz, 2,93 GHz e 2,66 GHz: 8 threads de processamento com a tecnologia Intel HT 8 MB de Cache inteligente Intel 3 canais de memória DDR MHz A Intel não contente ainda lançou: ICORE3: 2 Núcleos e 3 Caches ( L1,L2,L3) + Tecnologia HT - HT ( Virtualizaçao dos núcleos excelente para aplicações multitarefas) ICORE5: 4 Núcleos + 1 Cache L3 CARACTERÍSTICAS DO ICORE 7 5 E 3 Todos possuem barramento de memória FSB embutidos no próprio chip, deixando o CHIPSET NORTE livre para outras tarefas. Trabalham unicamente com memórias RAM DDR3 e Barramentos PCI XPRESS Velocidade da CPU Clock O clock é um dispositivo, localizado na placa mãe, que gera pulsos elétricos síncronos em um determinado intervalo de tempo (sinal de clock). A quantidade de vezes que este pulso se repete em um segundo define a freqüência de clock. A freqüência do clock de um processador é medida em Hertz (Hz), que significa o número de pulsos elétricos gerados em um segundo de tempo. Overclocking: O Overclock é uma técnica que permite aumentar a freqüência do processador fazendo com que ele funcione mais rapidamente. A ponte norte faz a comunicação do processador com as memórias, e em alguns casos com os barramentos de alta velocidade AGP e PCI Express. Já a ponte sul, abriga os controladores de HDs (ATA/IDE e SATA), portas USB, paralela, PS/2, serial, os barramentos PCI e ISA, que já não é usado mais em placas-mãe modernas. RESUMINDO: Quem controla os dados da placa mãe nos barramentos? CHIPSET e são divididos em dois ( NORTE E SUL) Sendo o NORTE cuidando dos componentes mais rápidos e SUL dos mais lentos. Certo? Qualquer coisa toma um vinho!. FSB OU BARRAMENTO FRONTAL É o caminho de comunicação do processador com o chipset da placa-mãe, mais especificamente o circuito ponte norte. É mais conhecido em português como "barramento externo". 1.4 BARRAMENTOS Barramentos são caminhos feitos de silício que permitem que os dados sejam transmitidos entre os dispositivos das placas mãe, e como já vimos os chipsets que fazem esta gerencia. São divididos em Barramentos INTERNOS E EXTERNOS: Esses fios estão divididos em três conjuntos: via de dados: onde trafegam os dados; via de endereços: onde trafegam os endereços; via de controle: sinais de controle que sincronizam as duas anteriores. Pense que o barramento é um fio de cabelo e dentro deste fio, 3 divisões como mostra a figura abaixo: Em concurso público geralmente eles pedem o nome do barramento e quais dispositivos eles conectam, e dependendo da prova suas velocidades. Então ficamos assim: Através dele, podemos fazer com que um processador Celeron de 300 mhz trabalhe a 450 mhz Esse processo consegue, com segurança, aumentos até 30% na freqüência original de fábrica. CHIP SET BARRAMENTOS INTERNOS ISA: Placas diversas ( videos, som, redes etc) Velocidade 16mb/s PCI: Conecta dispositivos diversos placas de rede, som, video, memória) 132mb/s. Veio com a tecnologia PLUG- AND-PLAY. PLUG AND PLAY: Reconhecimento automático do dispositivo. 7

12 AGP: Conecta somente placas de vídeo (atenção!) com velocidades de 2,5GB/S nas melhores. LEMBRE-SE: Se o barramento é AGP a placa de vídeo também deve ser AGP! Não podemos conectar PLACA DE VÍDEO PCI em barramentos AGP. PCI EXPRESS: Veio para substituir os barramentos PCI E AGP ao mesmo tempo por trabalhar com várias taxas de velocidades. PCI EXPRESS X16 por exemplo conecta placas de vídeos a uma velocidade de 4GB por segundo. PCI EXPRESS X1, X2. : Conecta todo tipo de placa com velocidades entre 250 e 500 mb/s. BARRAMENTOS PARA DISCOS IDE/ATA/PATA PORTAS DE COMUNICAÇÃO Já vimos que os barramentos são os meios de comunicação com os dispositivos, fora do micro também temos dispositivos os PERIFÉRICOS EXTERNOS e eles também precisam conversar com o processador através de barramentos. Estes barramentos utilizam PORTAS para a conexão dos periféricos e são estes: PORTA SERIAL: A interface serial ou porta serial, também conhecida como RS-232 é uma porta de comunicação utilizada para conectar modems, mouses (ratos), algumas impressoras, scanners e outros equipamentos de hardware. É uma conexão antiga e já esta entrando em desuso. Utiliza Conectores DB25 e DB9 ( 9 Pinos ). Não é Plug And Play Barramento antigo com taxas de velocidade de 133mb/s com transmissões paralelas e permite a conexão de: PORTA PARALELA: A porta paralela é uma interface de comunicação entre um computador e um periférico. São vários os periféricos que se podem utilizar desta conexão para enviar e receber dados para o computador (exemplos: HD CD DVD DISQUETES SCSI: Barramento lançado nos anos 90 utiliza uma controladora de disco com velocidades em torno de 320MB/S, permite conectar: IMPRESSORAS, SCANNERS, HD, CD, DVD E DISQUETES SATA: Barramento mais novo, e mais rápido permite taxas de 150mb/s e 300mb/s com transferências seriais. Não necessita de JUMPERS para identificar HD SLAVE DE MASTER, não possui interferências nas transmissões como nos antigos IDE e ainda possui a tecnologia ( hotswap: troca do hd mesmo com o computador ligado). scanners, câmeras de vídeo, unidade de disco removível entre outros). Nao é Plug And Play PS/2: Os conectores PS2 são usados até hoje em PCs modernos desafiando a praticidade do USB. Conectam MOUSE E TECLADO utilizam conectores MINI DIM e não possuem a tecnologia PLUG AND PLAY. USB: UNIVERSAL SERIAL BUS JUMPERS Os jumpers são pequenas peças plásticas, internamente metalizadas para permitir a passagem de corrente elétrica, que são encaixadas em contatos metálicos encontrados na placa mãe ou em vários outros tipos de placas. Os jumpers permitem a passagem de corrente elétrica entre dois pinos, funcionando como um interruptor. Alternativas na posição de encaixe dos jumpers, permitem programar vários recursos da placa mãe, como a voltagem, tipo e velocidade do processador e memória usados, além de outros recursos. Então como vimos os jumpers são pecinhas pequenas que servem para controlar a quantidade de energia que vai para um determinado dispositivo BARRAMENTOS EXTERNOS 8 Universal Serial Bus (USB) é um tipo de conexão "PLUG AND PLAY" que permite a conexão de periféricos sem a necessidade de desligar o computador. Transmite dados de forma serial nos barramentos. Permite a conexão de vários periféricos, com taxas de velocidades entre 480 a 4,8Gb/s. A porta USB conecta 127 dispositivos ao mesmo tempo usando adaptador e possui 3 versões: E 3.0. USB 1.0 portas transmitem a apenas 12 megabits, o que é pouco para HDs, pendrives, drives de CD, placas wireless e outros periféricos rápidos. "Full-Speed" USB 2.0 A velocidade foi ampliada para 480 megabits, suficiente até mesmo para os HDs mais rápidos. "High- Speed" USB gigabits de banda (10 vezes mais rápido que o 2.0 utilizando apenas cabos de cobre. Os 4.8 gigabits do USB 3.0 são chamados de "SuperSpeed". TIPOS DE USB

13 Existem quatro tipos de conectores USB, o USB tipo A, que é o mais comum, usado por pendrives e topo tipo de dispositivo conectado ao PC, o USB tipo B, que é o conector "quadrado" usado em impressoras e outros periféricos, além do USB mini 5P e o USB mini 4P, dois formatos menores, que são utilizados por câmeras, mp3 players, palmtops e outros gadgets. como função movimentar o cursor (apontador) pelo ecrã (português europeu) ou tela (português brasileiro) do computador. TIPOS DE MOUSE 1. Mecânico: Possui uma esfera que rola e ativa os sensores mecânicos. Foi o primeiro modelo lançado. 2. Óptico-Mecânico: Similar ao mecânico só que utiliza sensores óticos para detectar os movimentos. FIREWIRE: é uma interface serial para computadores pessoais e aparelhos digitais de áudio e vídeo que oferece comunicações de alta velocidade e serviços de dados em tempo real. Dispositivo Plug And Play com transmissões seriais. Permite trabalhar com 63 dispositivos simultâneos e 400MB/S e 800mb/s FireWire 2 nova versão, permitindo 45watts de potencias nas portas. Este sistema é totalmente digital, e pode ser usado, por exemplo, para conectar um aparelho de reprodução de Blu- Ray, um vídeogame ou até mesmo um reprodutor de DVD a uma televisão que possua a mesma entrada. Os resultados serão belíssimas imagens de alta qualidade e definição, num padrão bem superior do que quando da utilização de um sistema analógico de conexão. CONECTOR HDMI 1.5 PERIFÉRICOS EXTERNOS DISPOSITIVOS DE ENTRADA DE DADOS São dispositivos responsáveis pela interpretação de dados que são enviados para a memória, onde serão codificados, processados e registrados, formando informações de saída. Principais Dispositivos de Entrada de Dados são: 1. Mouse; 2. Teclado; 3. Scanner; 4. Mesa digitalizadora. MOUSE: O rato ou mouse é um periférico de entrada que historicamente se juntou ao teclado como auxiliar no processo de entrada de dados, especialmente em programas com interface gráfica. O rato ou mouse tem 9 3. Óptico: Possui tecnologia que permite maior controle e precisão durante a operação, graças a um sensor óptico que substitui a tradicional "esfera" que passível a acúmulo de resíduos, possui uma resolução de 400 dpi. Mouses deste tipo também temos o TrackBall e Toutchpad. TRACKBALL: é um dispositivo de cursor(e ponteiro), como o mouse (como usado no Brasil) ou rato (como usado em Portugal). Diferentemente do mouse tradicional (que deve ser movido sobre um mousepad ou tapete), o trackball permanece imóvel enquanto o usuário manipula uma grande esfera localizada em sua parte superior para mover o cursor na tela ou ecrã do computador. Muitos usuários referem-se à maior facilidade no uso do trackball e na menor incidência de dores nos pulsos em relação ao rato tradicional. TOUCHPAD: é um dispositivo sensível ao toque utilizada em portáteis (para substituir o mouse) e é também encontrado em modelos recentes do ipod. O touchpad é um dispositivo que utiliza células sensíveis a pressão. DIGITALIZADOR: (ou scanner, scâner, escâner) é um periférico de entrada responsável por digitalizar imagens, fotos e textos impressos para o computador, um processo inverso ao da impressora. Ele faz varreduras na imagem física gerando impulsos elétricos através de um captador de reflexos. DISPOSITIVOS DE SAÍDA DE DADOS: Dispositivos de Saída de Dados são responsáveis pela interpretação de dados digitais provenientes CPU e memória, ou seja, equipamentos que recebem, eletronicamente os dados já processados pela CPU e os enviam diretamente para os dispositivos de saída: Os principais Dispositivos de Saída são: Monitores e Placa de Vídeo; Impressora; Spekears. MONITOR: O monitor é considerado o principal dispositivo de saída de dados de um computador. Possui características que definem sua qualidade como tamanho da tela, taxa de atualização e tecnologia de fabricação, além das características vistas anteriormente (resolução, quantidade de cores, dot pitch). TAXA DE ATUALIZAÇÃO: Quantidade de vezes que a imagem é referida por segundo. Geralmente esta taxa esta em HZ, sendo os padrões atualmente de 70 a 85hz. MONITORES TRC / CRT CRT (Cathodic Ray Tube), em inglês, sigla de (Tubo de raios catódicos) é o monitor "tradicional", em que a tela é repetidamente atingida por um feixe de elétrons, que atuam

14 no material fosforescente que a reveste, assim formando as imagens. Este tipo de monitor tem como principais vantagens: 1. Sua longa vida útil; 2. Baixo custo de fabricação; 3. Grande banda dinâmica de cores e contrastes; e 4. Grande versatilidade (uma vez que pode funcionar em diversas resoluções, sem que ocorram grandes distorções na imagem). IMPRESSORAS Uma impressora ou dispositivo de impressão é um periférico que, quando conectado a um dispositivo de saída, imprimindo textos, gráficos ou qualquer outro resultado de uma aplicação. As impressoras podem ser encontradas em duas classes: IMPRESSORAS DE IMPACTO: é uma impressora que recorre principalmente a processos mecânicos para imprimir em papel. Pode ser de três tipos: matricial (ou de agulhas),margarida e Impressora de Linha. É uma das tecnologias mais antigas de impressão. IMPRESSORAS MATRICIAIS: Uma impressora matricial ou impressora de agulhas é um tipo de impressora de impacto, cuja cabeça é composta por uma ou mais linhas verticais de agulhas, que ao colidirem com uma fita impregnada com tinta (semelhante a papel químico), imprimem um ponto por agulha JATO DE TINTA As maiores desvantagens deste tipo de monitor são: A) Suas dimensões (um monitor CRT de 20 polegadas pode ter até 50cm de profundidade e pesar mais de 20kg); B) O consumo elevado de energia; C) Seu efeito de cintilação (flicker); e D) A possibilidade de emitir radiação que está fora do espectro luminoso (raios x), danosa à saúde no caso de longos períodos de exposição. Este último problema é mais freqüentemente constatado em monitores e televisores antigos e desregulados, já que atualmente a composição do vidro que reveste a tela dos monitores detém a emissão dessas radiações. MONITORES LCD LCD (Liquid Cristal Display, em inglês, sigla de tela de cristal líquido) é um tipo mais moderno de monitor. Nele, a tela é composta por cristais que são polarizados para gerar as cores. DADOS IMPORTANTES PIXEL: Menor unidade de vídeo cuja corou intensidade do brilho pode ser controlado. IMPRESSORA JATO DE TINTA: utiliza sistemas dotados de uma cabeça de impressão ou cabeçote com centenas de orifícios que despejam milhares de gotículas de tinta por segundo, comandados por um programa que determina quantas gotas e onde deverão ser lançadas as gotículas e a mistura de tintas. IMPRESSORA A LASER: é um tipo de impressora que produz resultados de grande qualidade para quem quer desenho gráfico ou texto, ultilizando a tecnologia do laser. Esta impressora utiliza o raio laser modulado para a impressão e envia a informação para um tambor, através de raios laser. Em seguida, é aplicado no tambor, citado acima, um pó ultrafino chamado de TONER, que adere apenas às zonas sensibilizadas. Quando o tambor passa sobre a folha de papel, o pó é transferido para sua superfície, formando as letras e imagens da página, que passa por um aquecedor chamado de FUSOR, o qual queima o Toner fixando-o na página. RESOLUÇÃO: Resolução é simplesmente a quantidade de pixels que uma tela pode apresentar. 800x x 768 etc.. Quanto maior a quantidade de pixels melhor a resolução. DOT PITCH: Outro parâmetro que determina a qualidade de uma imagem, e que na maioria das vezes não é levado em conta. O Dot Pich é a distância entre pontos na tela. A tela do monitor é formada por minúsculos pontos (os pixels) em três cores: vermelha, verde e azul (RGB Red, Green, Blue), formando assim uma tríade (Agrupamento de três pontos) Quanto menor a distância, ou seja, quanto menor o Dot Pitch ou o Grille Pitch, maior será a resolução. BARRAMENTO: Atualmente os barramentos utilizados são: PCI, AGP e PCI express. O AGP e o PCI Express são as melhores placas (Barramento) que temos atualmente. 10 IMPRESSORA TÉRMICA: (ou impressora térmica direta) produz uma imagem impressa aquecendo seletivamente papel termocrômico ou papel térmico, como é mais conhecido, quando a cabeça de impressão térmica passa sobre o papel.

15 PLOTTERS: Usada para impressão de banners,cartazes, Outdoors. Possuem vários tipos de impressões: LASER TINTA TÉRMICA. DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAIDA I/OI/O é uma sigla para Input/Output, em português E/S ou Entrada/Saída. Geralmente em concursos eles pedem uma classificação dos dispositivos em E/S veja uma pequena lista: MONITOR: Saída IMPRESSORA: Saída IMPRESSORA MULTIFUNCIONAL: Entrada e Saída HD EXTERNO: Entrada e Saída WEBCAM: Entrada TECLADO: Entrada MOUSE: Entrada E assim por diante... Caso tenham alguma dúvida poderão consultar nas fontes: 2.SOFTWARE Software, logiciário ou programa de computador é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento. Software também é o nome dado ao comportamento exibido por essa seqüência de instruções quando executada em um computador ou máquina semelhante. Tecnicamente, Software também é o nome dado ao conjunto de produtos desenvolvidos durante o Processo de Software, o que inclui não só o programa de computador propriamente dito, mas também manuais, especificações, planos de teste, etc. 2.1 TIPOS DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR Qualquer computador moderno tem uma variedade de programas que fazem diversas tarefas. Eles podem ser classificados em duas grandes categorias: SOFTWARE DE SISTEMA: que incluiu o firmware (O BIOS dos computadores pessoais, por exemplo), drivers de dispositivos, o sistema operacional e tipicamente uma interface gráfica que, em conjunto, permitem ao usuário interagir com o computador e seus periféricos. SOFTWARE APLICATIVO: que permite ao usuário fazer uma ou mais tarefas específicas. Aplicativos podem ter uma abrangência de uso de larga escala, muitas vezes em âmbito mundial; nestes casos, os programas tendem a ser mais robustos e mais padronizados. Programas escritos para um pequeno mercado têm um nível de padronização menor. 11 UTILITÁRIOS: são programas utilizados para suprir deficiências dos sistemas operacionais. Sua utilização normalmente depende de licenças pagas, no caso da plataforma windows, mas existem vários utilitários livres. Podemos incluir nos utilitários programas para: compactação de dados, aumento de desempenho de máquinas, overclock, limpeza de discos rígidos, acesso à internet, partilha de conexões, etc. UMA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO: é um método padronizado para expressar instruções para um computador. É um conjunto de regras sintáticas e semânticas usadas para definir um programa de computador. Uma linguagem permite que um programador especifique precisamente sobre quais dados um computador vai atuar, como estes dados serão armazenados ou transmitidos e quais ações devem ser tomadas sob várias circunstâncias. O conjunto de palavras (tokens), compostos de acordo com essas regras, constituem o código fonte de um software. Esse código fonte é depois traduzido para código de máquina, que é executado pelo processador. 2.2 QUANTO AO GRAU DE CLASSIFICAÇÃO O computador só entende uma linguagem conhecida como código binário ou código máquina, consistente em zeros e uns. Ou seja, só utiliza 0 e 1 para codificar qualquer ação. As linguagens mais próximas à arquitetura hardware se denominam linguagens de baixo nível e as que se encontram mais próximas aos programadores e usuários se denominam linguagens de alto nível. LINGUAGENS DE BAIXO NÍVEL São linguagens totalmente dependentes da máquina, ou seja, que o programa que se realiza com este tipo de linguagem não pode ser migrado ou utilizado em outras máquinas. Ao estar praticamente desenhado a medida do hardware, aproveitam ao máximo as características do mesmo. Dentro deste grupo se encontram: A linguagem máquina: esta linguagem ordena à máquina as operações fundamentais para seu funcionamento. Consiste na combinação de 0's e 1's para formar as ordens entendíveis pelo hardware da máquina. Esta linguagem é muito mais rápida que as linguagens de alto nível. A desvantagem é que são bastante difíceis de manejar e usar, além de ter códigos fonte enormes onde encontrar uma falha é quase impossível. A Linguagem Assembler é um derivado da linguagem máquina e está formada por abreviaturas de letras e números chamados mnemotécnicos. Com o aparecimento desta linguagem se criaram os programas tradutores para poder passar os programas escritos em linguagem assembler a linguagem máquina. Como vantagem com respeito ao código máquina é que os códigos fontes eram mais curtos e os programas criados ocupavam menos memória. As desvantagens desta linguagem continuam sendo praticamente as mesmas que as da linguagem assembler, acrescentando a dificuldade de ter que aprender uma nova linguagem difícil de provar e manter. LINGUAGEM DE ALTO NÍVEL

16 São aquelas que se encontram mais próximas à linguagem natural que à linguagem máquina. Trata-se de linguagens independentes da arquitetura do computador. Sendo assim, à princípio, um programa escrito em uma linguagem de alto nível, pode ser migrado de uma máquina a outra sem nenhum tipo de problema. Estas linguagens permitem ao programador se esquecer completamente do funcionamento interno da máquina/s para a que está desenhando o programa. Somente necessita de um tradutor que entenda o código fonte como as características da máquina. Costumam usar tipos de dados para a programação e existem linguagens de propósito geral (qualquer tipo de aplicação) e de propósito específico (como FORTRAN para trabalhos científicos). 2.3 QUANTO A SUA DISTRIBUIÇÃO LICENÇAS Todo o software é publicado sob uma licença. Essa licença define (e até restringe) qual a forma que se pode utilizar o software (números de licenças, modificações,etc). Exemplos de licenças: LICENÇA DE SOFTWARE LIVRE: Todo e qualquer programa de computador cuja licença de direito de autor conceda ao utilizados as seguintes 4 liberdades... 1) A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade no. 0) 2) A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade no. 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade. 3) A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade no. 2). 4) A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade no. 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade. SOFTWARE FREEWARE É qualquer programa de computador cuja utilização não implica no pagamento de licenças de uso ou royalties. Apesar de ser chamado de free (do inglês livre), este software não é necessariamente software livre, pode não ter código aberto e pode acompanhar licenças restritivas, limitando o uso comercial, a redistribuição não autorizada, a modificação não autorizada ou outros tipos de restrições. O freeware diferencia-se do shareware em que o usuário deve pagar para acessar a funcionalidade completa ou tem um tempo limitado de uso gratuito. SHAREWARE/DEMO: é um programa de computador disponibilizado gratuitamente, porém com algum tipo de limitação. Sharewares geralente possuem funcionalidades limitadas e/ou tempo de uso gratuito do software limitado, após o fim do qual o usuário é requisitado a pagar para acessar a funcionalidade completa ou poder continuar utilizando o programa. Um shareware está protegido por direitos autorais. Esse tipo de distribuição tem como objetivo comum divulgar o software, como os usuários podem testá-lo antes da aquisição. Por um determinado 12 tempo TRIAL ou com alguma limitação nas funcionalidades do sistema: Exemplos: NORTON ANTI VIRUS MICROSOFT OFFICE KYPERSKY ANTI-VIRUS CONVERSORES DE MÚSICAS E PDF S, etc. SISTEMA OPERACIONAL OU BÁSICO: Um sistema operativo (português europeu) ou sistema operacional (português brasileiro)é um programa ou um conjunto de programas cuja função é servir de interface entre um computador e o usuário. Um sistema operacional possui as seguintes funções: 1) gerenciamento de processos; 2) gerenciamento de memória; 3) sistema de arquivos; 4) entrada e saída de dados. Exemplo: Windows, Linux, OS/2, UNIX PRINCIPAIS VERSÕES: 3. MICROSOFT WINDOWS XP Windows, 3.1 Windows 95 Windows 98 Windows 98SE Windows Millenium Windows ME Windows XP Windows Vista Windows 7 (Seven) Windows CARACTERÍSTICAS O WINDOWS XP possui algumas características que devemos levar em conta para o concurso, pois é quase certo que se toque neste assunto: AMBIENTE GRÁFICO: Significa que ele é baseado em imagens, e não em textos, os comandos não são dados pelo teclado, decorando-se palavras chaves e linguagen de comando, como era feito na época do DOS, utilizamos o mouse para clicar nos locais que desejamos. MULTITAREFA PREEMPTIVA: Ser Multitarefa significa que ele possui a capacidade de executar várias tarefas ao mesmo tempo, graças a uma utilização inteligente dos recursos do Microprocessador. Por exemplo, é possível mandar um documento imprimir enquanto se altera outro, o que não era possível no MS- DOS. A característica preemptiva significa que as Operações não acontecem exatamente ao mesmo tempo, mas cada programa requisita seu direito de executar uma tarefa, cabendo ao Windows decidir se autoriza ou não. Ou seja, o windows gerencia o tempo de utilização do processador, dividindo-o, inteligentemente, entre os programas. 32 BITS: Significa que o Windows se comunica com os barramentos e a placa mãe enviando e recebendo 32 bits de dados por vez. O DOS (antecessor do Windows) era um Sistema Operacional de 16 bits.

17 PLUG N PLAY: Este termo em inglês significa Conecte e Use, e designa uma filosofia criada há alguns anos por várias empresas da área de informática (tanto hardware como software). sem a necessidade de minimizar as janelas abertas ou utilizar o menu iniciar. Portanto a Barra de Inicialização é apenas um ATALHO RAPIDO! Abaixo segue uma cópia da tela inicial do Windows, aproveito para destacar os componentes mais comuns deste ambiente, que chamamos de área de trabalho ou desktop. ÁREA DE NOTIFICAÇÃO Nela estão os programas que estão residentes na memória RAM, e são os programas executados automaticamente quando o sistema é inicializado. BARRA DE FERRAMENTAS DA BARRA DE TAREFAS O Windows XP veio com uma gama de recursos muito maior do que os sistemas anteriores, incluindo: 1) Sequências rápidas de iniciação e hibernação; 2) A capacidade do sistema operacional desconectar um dispositivo externo sem a necessidade de reiniciar o computador. 3) Uma nova interface de uso mais fácil, incluindo ferramentas para desenvolver temas de escritórios. 4) Uma habilidade de alternância de contas de usuários, na qual quem está logado pode alternar em outra conta sem fechar os arquivos abertos. 5) O Clear Type é um mecanismo para dar realce e sombras a um texto, é especificamente adotado para monitores de LCD. 6) A funcionalidade da Assistência Remota, com a permissão de usuários se conectarem ao seu XP pela rede de internet e acessar seus arquivos e imprimi-los, executar aplicações e outros. UPORTE E SERVICE PACKS: A Microsoft ocasionalmente lançou service packs para estas versões do Windows para corrigir problemas e adicionar novos recursos. Em Concursos é interessante saber os seus nomes SP1 (service Pack 1) SP2 E SP3 sendo o ultimo lançado, Contendo várias melhorias e inclusão de novos aplicativos. 3.2 BARRA DE TAREFAS A barra de tarefas está localizada na parte inferior da tela, e tem como finalidade mostrar e controlar os aplicativos que estão abertos, dando-lhe opções de organização das janelas dos programas e permitir alternar entre as mesmas. Cada programa aberto possui um botão em que você pode clicar para abri-l imediatamente. Quando abrimos várias janelas de um mesmo programa, muitas vezes o Windows XP agrupa estas janelas na nossa barra de tarefas para facilitar o manuseio. Nestes casos, basta dar um clique sobre o programa localizado na barra de tarefas que ele irá mostrar todas as opções abertas e selecionar a opção com outro clique. 3.3 BARRA DE INICIALIZAÇÃO Nela estão os atalhos aos ícones dos programas mais utilizados, com isso você poderá ter acesso aos programas 13 Ao contrário de que se imagina a barra de tarefas possui uma barra de ferramentas e nela temos: ENDEREÇO: Para exibir a barra de endereços do INTERNET EXPLORER WINDOWS MEDIA PLAYER: para ativar os controles do media player na barra de tarefas LINKS: Ativa os links dos favoritos BARRA DE IDIOMAS: Permite mudar o idioma do teclado. ÁREA DE TRABALHO: Permite acesso aos itens da área de trabalho. INICIALIZAÇAO RAPIDA: ativa a barra de inicialização na barra de tarefas. 3.4 DESKTOP O Desktop é uma pasta galera, isso mesmo, uma pasta, para cada usuário. Sendo os desenhos os ÍCONES, que podem ser de atalho ou arquivos originais. Então vamos falar dos ícones do desktop ICONES DE ATALHO: São todos que tem aquela setinha pra sua direita ela faz referencia a ( Arquivos, Pastas, Unidades de discos, Dispositivos) enfim tudo no windows pode ser um ícone. ICONES ORIGINAIS: Estes representam as estruturas originais acima citadas. LEMBRE-SE: Um ícone de atalho sempre ira referenciar apenas um arquivo original ou pasta, nunca dois ou mais. Apagando o ícone de atalho não apaga o arquivo original e vice versa. LIXEIRA DO WINDOWS: PROPRIEDADES DAS LIXEIRAS PROPRIEDADE DA LIXEIRA: Configurar as unidades de disco independentemente uma da outra, marcando esta opção o usuário poderá configurar seus discos conforme necessidade. Observe que neste caso há duas partições a C: e F:

18 ENTAO SE TEMOS DOIS HD S TEMOS ENTAO 2 LIXEIRAS. PARA RESTAURAR UM ARQUIVO EXCLUÍDO: Para restaurar um Arquivo, basta selecioná-lo e clicar em: à Restaurar no menu Arquivo. Automaticamente ao apagar um arquivo/pasta, o sistema pergunta se deseja apagar realmente aquele arquivo ou pasta. Obs.: O usuário pode habilitar para que o sistema não faça esta pergunta e apague diretamente. Para fazer isto basta marcar ou desmarcar a opção Exibir caixa de diálogo de confirmação de exclusão seu Arquivo será restaurado no local de origem. Se desejar conferir as propriedades de um arquivo, basta clicar duas vezes sobre ele na Janela da Lixeira. Utilize a opção Restaurar para trazer seus arquivos de volta. Você também pode recuperar os Arquivos excluídos simplesmente arrastando-os da Lixeira para outras Pastas ou para a Área de Trabalho. CUIDADO AO EXCLUIR ARQUIVOS EM DISQUETES E EM SERVIDORES DE REDE. A LIXEIRA NÃO OS RECUPERA! Tenha atenção com o uso de aplicativos 32 bits. Alguns tem a propriedade de excluir Arquivos em suas caixas de listagem de Arquivos. Porém, a mesma propriedade pode ou não ativar a propriedade da Lixeira. - O usuário tem a opção também de que quando os arquivos forem apagados, não serem removidos para a lixeira e sim serem deletados diretamente, para isto basta marcar a opção Não remover os arquivos para a lixeira. O tamanho máximo de espaço da lixeira em relação ao disco que se trabalha, também pode ser alterado. A configuração básica é 10%, porém o usuário poderá colocar 5% ou 25%, ou conforme necessidade. Para configurar esta opção basta ir à barra deslizante e colocar o valor adequado. BARRA DE FERRAMENTAS E MENU INICIAR OCULTAR AUTOMATICAMENTE A BARRA DE TAREFAS: Corresponde ao comando Auto ocultar, encontrado em versões anteriores do Windows. Ao ser ativado, faz com que as janelas possam ocupar a tela inteira, e a barra de tarefas é oculta, porém volta a aparecer quando movemos o mouse para a extremidade da tela. Ocultar a barra de tarefas é uma opção útil quando queremos aproveitar ao máximo as dimensões da tela, melhorando o uso em monitores com telas pequenas ou em baixas resoluções (por exemplo, 14 em 640x480). MANTER A BARRA DE TAREFAS SOBRE OUTRAS JANELAS: Evita que janelas do Windows escondam a barra de tarefas. AGRUPAR BOTÕES SEMELHANTES DA BARRA DE TAREFAS: Faz com que janelas semelhantes sejam representadas por botões consecutivos. Por exemplo, se tivermos abertos vários arquivos com o Microsoft Word, todos eles aparecerão próximos, facilitando sua localização. Esta opção é útil para quem costuma trabalhar com muitas janelas abertas. MOSTRAR A BARRA INICIALIZAÇÃO RÁPIDA : Esta é uma área da barra de tarefas que foi introduzida a partir do Windows 98. Nela podemos colocar ícones para programas, comandos e arquivos mais usados. Esta barra fica normalmente à direita do botão Iniciar, e nela encontramos ícones para o Internet Explorer, Media Player e o comando Mostrar área de trabalho, que provoca a minimização de todas as janelas. DICA: Clicando na área de Inicialização rápida com o botão direito do mouse, será apresentado um menu, no qual encontraremos entre outras, as opções Ícones pequenos e Ícones grandes. 3.5 MENU INCIAR No menu iniciar do WINDOWS XP aparecem os 6 últimos programas mais utilizados, assim como acima os ícones do navegador padrão e do correio eletrônico padrão, e mais acima na barra de título do menu iniciar verificamos PROF.WASHINGTON que é o nome do usuário. Veja as descrições das opções contidas no menu iniciar: Para abrir a janela abaixo clique com botão direito do mouse em cima da barra de tarefas e escolha opção PROPRIEDADES. BLOQUEAR A BARRA DE TAREFAS: Normalmente a barra de tarefas pode ser movida para qualquer uma das quatro extremidades da tela (inferior, superior, esquerda e direita). Também pode ser redimensionada. Podemos ainda regular o tamanho ocupado por cada uma das suas partes. Todas essas operações são feitas com o mouse, arrastando e soltando a barra de tarefas e suas divisões. Quando marcamos a opção Bloquear barra de tarefas, seus aspecto permanecerá fixo, evitando alterações acidentais. 14 PROGRAMAS: Reúne os ícones dos atalhos para todos os programas instalados no seu computador, Os ícones podem estar diretamente dentro da opção PROGRAMAS, ou dentro de um dos grupos que o subdividem (exemplo: Acessórios, que contém outras opções). O menu iniciar possui por padrão uma lista de 6 programas mais frequentes utilizados sendo no máximo 30. Possui também uma lista de 2 programas fixos sendo eles o internet Explorer e correio eletrônico.

19 DOCUMENTOS: Será apresentada uma listagem dos últimos 15 documentos que foram trabalhados no computador. Os ícones existentes aqui não são os ícones dos verdadeiros documentos, mas sim, atalho para eles. CONFIGURAÇÕES: Apresenta opções referentes aos ajustes do computador, é dentro desta opção que o Painel de Controle, que é a grande central de controle do Windows. LOCALIZAR: Perdeu um arquivo que não sabe onde salvou? Quer encontrá-lo ou encontrar um computador na rede? Esta opção nos dá todos os subsídios para encontrar qualquer informação em nosso micro (mas se ela existir, lógico). MENU PESQUISAR: A ferramenta Localizar permite encontrar um arquivo por alguns critérios: Nome do Arquivo, Data da última Modificação do arquivo, Data da Criação, Data do último acesso, Tipo do Arquivo, Texto inserido no mesmo e até mesmo tamanho (em Bytes) do arquivo. Falaremos do comando DESLIGAR do menu Iniciar. Ao clicar nele são apresentados 3 opções são elas: DESLIGANDO O COMPUTADOR: Além de desligar o computador, na caixa de diálogo Desligar o computador ainda encontramos mais duas opções Em espera e Reiniciar. Grave esta tela na cabeça geralmente em concursos eles pedem essa sequência: Clicando em Reiniciar, seu computador será desligado e automaticamente ligado novamente. EM ESPERA: é utilizado principalmente para economizar energia, sendo que você pode retornar imediatamente ao trabalho sem precisar aguardar até que o computador seja reiniciado. O modo em espera não armazena informações que não foram previamente salvas; elas são armazenas na memória do computador, por isso, se houver corte de energia, as informações serão perdidas. HIBERNAR: Permite que o sistema armazene todas as aplicações abertas em disco, e desligue o computador. ISSO MESMO! O micro é desligado. Todos os dados da memória RAM são despejados em disco. Com isso você tem economia de energia e seus programas e trabalhos salvos, para quando retornar o sistema tudo voltará a ser aberto no mesmo estado anterior. LOGON: é você entrar no windows com seu usuário LOGOFF: Permite que você desconecte do seu usuário voltando a tela inicial dos usuários. LOGIN: Nome do usuário OPÇÕES DE BUSCA DE ARQUIVOS NO LOCALIZAR Você poderá buscar por: NOMES DOS ARQUIVOS: Você poderá usar caracteres curingas para localização de nomes de arquivos, aqueles que não podemos usar em nomes de arquivos veja: *.JPG Localiza pela extensção. *.* -> Localiza todos os arquivos M* -> Localiza todos os arquivos que começam com a letra M. M -> Localiza todos os arquivos que terminam com a letra M.????M.* Localiza todos os arquivos que possuem 5 caracteres sendo o ultimo com a letra M. O SINAL? Significa todos os caracteres. EXTENSÕES: Nome da extensão ou *.jpg TAMANHOS, DATAS DE MODIFICAÇÃO E CRIAÇAO, ATRIBUTOS ( Ocultos, Mortos e Somente Leitura) e também por seu CONTEÚDO. O QUE É ATRIBUTO? Todo arquivo possui características que definem seu estado atual, estas características chamamos de atributos e são elas: SOMENTE LEITURA: Acesso somente para ler não podendo ser modificado. OCULTO: O arquivo existe mais você não pode ver. MORTO: Arquivo de backup. 3.6 TIPOS DE EXTENSÕES Bem, também é interessante que você grave os tipos de extensões que o Windows possui pois isso é solicitado em concurso vamos a elas: arj - um dos formatos de compressão mais antigos, ainda que hoje em dia não seja muito usado. O programa Unarj descomprime esses arquivos..asf - arquivo de áudio ou vídeo executável com o Windows Media Player..asp - Active Server Pages. Formato de páginas Web, capazes de gerar conteúdo de forma dinâmica..avi - arquivo de vídeo. É o formato dos arquivos DivX. Windows Media Player, Real Player One e The Playa são os mais usados para vê-los..bmp - arquivo de imagem pode ser aberto em qualquer visualizador ou editor de imagens. Sua desvantagem é o grande tamanho dos arquivos em relação a outros formatos otimizados. Provém do ambiente Windows..back - cópia de segurança. Alguns programas, quando realizam modificações em arquivos do sistema, costumam guardar uma cópia do original com essa extensão..bat - é uma das extensões que junto a.com e.exe indica que esse é um arquivo executável em Windows. Costuma executar comandos de DOS..bin - pode ser um arquivo binário, de uso interno para algumas aplicações e portanto sem possibilidade de manipulação direta, ou de uma imagem de CD, mas nesse caso deve ir unida a outro arquivo com o mesmo nome mas com a extensão.cue. Podemos localizar arquivos usando caracteres especiais: 15

20 .cab - formato de arquivo comprimido. Para ver o conteúdo, é preciso usar um programa compressor/descompressor..cdi - imagem de CD gerada por DiscJuggler..cfg - tipo de arquivo que geralmente serve de apoio a outra aplicação. Normalmente se escrevem nele as preferências que o usuário seleciona por default (padrão)..com - arquivo executável em ambiente DOS..dat - arquivo de dados. Normalmente armazena informações usadas de forma interna por um programa do qual depende. Costuma ser modificado com qualquer editor de texto..dll - este tipo de arquivo é conhecido como biblioteca. Costuma ser utilizado pelo sistema operacional de forma interna, para, por exemplo, permitir a comunicação entre um modem e o computador (driver)..doc - arquivo de texto capaz de armazenar dados referentes ao formato do texto que contém. Para editá-lo é preciso ter o Microsoft Word ou a ferramenta de sistema Wordpad (bloco de notas), entre outros editores de texto..exe - arquivo executável. Qualquer programa que queiramos instalar em nosso computador terá essa extensão. Fazendo clique duplo sobre um arquivo com esta extensão iniciamos um processo de instalação ou um programa..fla - arquivo do Macromedia Flash..gif - arquivo de imagem comprimido. Editável com qualquer software de edição de imagem..html - Hiper Text Markup Language. Formato no qual se programam as páginas Web. É capaz de dar formato a texto, acrescentar vínculos a outras páginas, chamar imagens, sons e outros complementos. Editável com um editor de textos ou software específico..hlp - arquivo de ajuda que vem com os programas..ini - guardam dados sobre a configuração de algum programa..ico - arquivo de ícone do Windows..jpg - arquivo de imagem comprimido, pode ser editado em qualquer editor de imagens..js - arquivo que contém programação em JavaScript,utilizado em geral pelos navegadores e editável com qualquer editor de texto..log - arquivo de texto que registra toda a atividade de um programa desde que o mesmo é aberto..lnk - acesso direto a uma aplicação em Windows. Provém da palavra link (conexão)..mdb - arquivo de base de dados geralmente gerada pelo Microsoft Access..mid - arquivo de áudio relacionado com a tecnologia midi..mp3 - formato de áudio que aceita compressão em vários níveis. O reprodutor mais famoso para estes arquivos é o 16 Winamp, ainda que também se possa utilizar o Windows Media Player..mpg - arquivo de vídeo comprimido, visível em quase qualquer reprodutor, por exemplo, o Real One ou o Windows Media Player. É o formato para gravar filmes em formato VCD..mov - arquivo de vídeo que pode ser transmitido pela Internet graças à tecnologia Apple Quicktime..ole - arquivo que aplica uma tecnologia própria da Microsoft para atualizar informação entre suas aplicações.pdf - documento eletrônico visível com o programa Adobe Acrobat Reader e que conserva as mesmas propriedadesde quando foi desenhado para sua publicação impressa. Os manuais online de muitos programas estão nesse formato..pic - arquivo de imagem editável em qualquer editor de imagens..png - arquivo de imagem pensado para a Web que se resolução..tmp - arquivos temporários. Se não estão sendo utilizados por algum processo do sistema, o normal é que possam ser eliminados sem nenhum problema..vob - arquivos de vídeo de alta qualidade, é usado para armazenar filmes em DVD..wab - arquivos nos quais o Microsoft Outlook guarda o caderno de endereços..wav - arquivo de áudio sem compressão. Os sons produzidos pelo Windows costumam estar gravados neste formato..wri - arquivo de texto com formato gerado pelo editor de texto do sistema, o WordPad..zip - talvez seja o formato de compressão mais utilizado. O programa mais popular para comprimir e descomprimir este arquivos é o WinZip. abre com praticamente todos os programas de imagens..ppt - arquivo do software de apresentações PowerPoint, da Microsoft..rar - formato de compressão de dados muito popular e.rtf -Rich Text Format, ou formato de texto enriquecido. Permite guardar os formatos de texto mais característicos. Pode ser gerado e editado no WordPad e outros..reg - arquivo que guarda informação relativa ao Registro do Windows. Costumam conter dados relativos a algum programa instalado no sistema..scr - extensão dos protetores de tela que funcionam em Windows e que costumam encontrar-se na pasta em que está instalado o sistema..swf - Shockwave Flash. Formato muito utilizado e facilmente encontrado na Web. Permite sites ricos em animação e som, gerando pequenas aplicações interativas. Para poder vê-los, é preciso ter instalado o plugin da Macromedia..txt - arquivo de texto que se abre com qualquer editor de texto..ttf - True Type Font. Arquivo de fontes. Os tipos de letras (fontes)instalados no sistema utilizam principalmente esta extensão.

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