4.1 Planificação a médio prazo. 1. A população da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento. 32 aulas

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1 4.1 Planificação a médio prazo 32 aulas Conteúdos programáticos Segundo o Programa Oficial (março de 2001) 1. A população da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento 1.1. Economia e população 1.2. Evolução demográfica O modelo demográfico antigo: características O século XVII Balanço demográfico O século XVIII TH11 Parte 1 (pp.) Saberes/Aprendizagens Caracterizar a economia pré-industrial. Relacionar a economia pré-industrial com o modelo demográfico antigo. Identificar uma crise demográfica. Avaliar a incidência destas crises nos séculos XVII e XVIII. Reconhecer, nas crises demográficas, um fator de perturbação da tendência de crescimento da demografia europeia. Explicar a alteração do regime demográfico verificada na segunda metade do século XVIII. * Conceitos e aprendizagens estruturantes 22

2 A Europa nos séculos XVII e XVIII sociedade, poder e dinâmicas coloniais Situações de aprendizagem/recursos Análise da documentação relativa à unidade 1 Apresentação e exploração de animações do e-manual Premium Análise da documentação e exploração do Dossiê: Nascer no século XVIII (pp. 21 a 24) Sugerem-se ainda as seguintes situações de aprendizagem: análise de um quadro estatístico seguindo a metodologia apresentada na rubrica Analisar Documentos/ Fontes no e-manual Premium; aula no exterior: visita a um arquivo histórico para tomar contacto direto com as fontes utilizadas nos estudos de demografia (censos da população, registos de batismo, casamento, óbito ); elaboração de uma árvore genealógica da família de cada aluno(a) nos últimos 100 anos, se possível documentada com fotografias; análise de dados demográficos europeus relativos à atualidade e comparação com os dados relativos ao século XVIII (por exemplo, taxa de mortalidade infantil, taxa de natalidade, esperança média de vida). N. o de aulas* e Avaliação 2 aulas 1 (90 minutos) Formativa Desempenhos, atitudes e conhecimentos demonstrados na concretização das atividades, nomeadamente: Resposta às questões dos documentos Resolução das atividades propostas nas rubricas: Dossiê (Manual) Analisar Documentos/Fontes (e-manual Premium) Realização da ficha número 1 do Caderno do Aluno 1 A partir do Programa Oficial 23

3 4.1 Planificação a médio prazo 32 aulas v Conteúdos programáticos Segundo o Programa Oficial (março de 2001) 2. A Europa dos estados absolutos e a Europa dos parlamentos 2.1. Estratificação social e poder político nas sociedades de Antigo Regime * Uma sociedade de ordens assente no privilégio O clero ou primeiro estado A nobreza ou segundo estado O Terceiro Estado A diversidade de comportamentos e valores A mobilidade social O absolutismo régio Os fundamentos do poder real O exercício da autoridade. O rei, garante da ordem social estabelecida A encenação do poder: a corte régia Sociedade e poder em Portugal A preponderância da nobreza fundiária e mercantilizada A criação do aparelho burocrático do Estado absoluto O absolutismo joanino 2.2. A Europa dos parlamentos: sociedade e poder político A afirmação política da burguesia nas Províncias Unidas A burguesia nas estruturas do poder A jurisprudência ao serviço dos interesses económicos: Grotius e a legitimação do domínio dos mares A recusa do Absolutismo na sociedade inglesa A primeira revolução e a instauração da república A restauração da monarquia. A Revolução Gloriosa Locke e a justificação do parlamentarismo TH11A Parte 1 (pp.) Saberes/Aprendizagens Explicar os fundamentos da organização político-social de Antigo Regime.* Diferenciar as três ordens, a sua composição e o seu estatuto.* Reconhecer, nos comportamentos, os valores da sociedade de ordens.* Identificar vias de mobilidade social. Referir as características do poder absoluto.* Sublinhar o papel desempenhado pela corte no regime absolutista.* Esclarecer o significado da expressão encenação do poder.* Evidenciar a preponderância da nobreza fundiária em Portugal.* Caracterizar o cavaleiro- mercador. * Relacionar a eficiência do aparelho burocrático com a efetiva centralização do poder.* Caracterizar o absolutismo joanino.* Mostrar a fusão do poder político com o poder económico nas Províncias Unidas. Explicitar a política do mare liberum. Reconhecer o Parlamento como um órgão de limitação efetiva do poder real.* Aplicar a filosofia de Locke ao parlamentarismo inglês. Contrapor o modelo sociopolítico absolutista ao modelo parlamentar.* Realçar a importância da afirmação de parlamentos numa Europa de Estados absolutos.* * Conceitos e aprendizagens estruturantes 24

4 A Europa nos séculos XVII e XVIII sociedade, poder e dinâmicas coloniais Situações de aprendizagem/recursos Análise da documentação relativa à unidade 2. Apresentação e exploração de animações do e-manual Premium. Aplicação do plano de aula sobre Os fundamentos e o exercício do poder real nos séculos XVII e XVIII. Apresentação e exploração do PowerPoint A dinastia de Bragança Análise da documentação e exploração dos Dossiês: A corte de Versalhes: protocolo e extravagância (pp. 41 a 44) O Convento de Mafra (pp. 56 a 59) Sugerem-se ainda as seguintes situações de aprendizagem: elaboração de um quadro comparativo das três ordens, evidenciando direitos e privilégios; indagação, junto à paróquia da área da escola, sobre a permanência da prática voluntária do dízimo; debate sobre aspetos, evidentes ou subtis, que atualmente distinguem os indivíduos por classes sociais; Análise dos meios de mobilidade social no presente; análise de um documento iconográfico seguindo a metodologia apresentada na rubrica Analisar Documentos/Fontes no e-manual Premium; resolução da situação-problema: A encenação do poder na corte de D. João V apresentada no e-manual Premium; visita de estudo ao Palácio Nacional de Mafra, de acordo com o Guião apresentado no Caderno do Professor, (pp. 32 a 38); análise do quotidiano e da mentalidade das Províncias Unidas a partir do visionamento do filme Rapariga com Brinco de Pérola, de Peter Webber (2003). N. o de aulas* e Avaliação 10 aulas 1 (90 minutos) Formativa Desempenhos, atitudes e conhecimentos demonstrados na concretização das atividades, nomeadamente: Resposta às questões dos documentos Resolução das atividades propostas nas rubricas: Dossiê (Manual) Analisar Documentos/Fontes (e-manual Premium) Resolução de situações- -problema (e-manual Premium) Realização das fichas números 2 a 4 do Caderno do Aluno 1 A partir do Programa Oficial 25

5 4.1 Planificação a médio prazo 32 aulas Conteúdos programáticos Segundo o Programa Oficial (março de 2001) 3. Triunfo dos estados e dinâmicas económicas nos séculos XVII e XVIII * 3.1. Reforço das economias nacionais e tentativas de controlo do comércio* O tempo do grande comércio oceânico Reforço das economias nacionais: o Mercantilismo O Mercantilismo em França O sistema mercantil em Inglaterra O equilíbrio europeu e a disputa das áreas coloniais 3.2. A hegemonia económica britânica* Condições do sucesso inglês Os progressos agrícolas O crescimento demográfico e a urbanização A criação de um mercado nacional O alargamento do mercado externo O sistema financeiro O arranque Industrial A indústria têxtil A metalurgia A força do vapor Um tempo de mudança 3.3. Portugal dificuldades e crescimento económico* Da crise comercial de finais do século XVII à apropriação do ouro brasileiro pelo mercado britânico O surto manufatureiro A inversão da conjuntura e a descoberta do ouro brasileiro A apropriação do ouro brasileiro pelo mercado britânico A política económica e social pombalina A prosperidade comercial de finais do século XVIII TH11 Parte 1 (pp.) Saberes/Aprendizagens Explicar os princípios mercantilistas. Enquadrar na teoria mercantilista: o conjunto de medidas encetado por Colbert a política económica de Colbert. Distinguir entre o mercantilismo francês, centrado nas manufaturas, e o mercantilismo inglês, centrado no comércio. Reconhecer, nas práticas mercantilistas, modos de afirmação das economias nacionais.* Identificar as áreas coloniais disputadas pelos Estados atlânticos. Explicar a relação entre o domínio dos espaços coloniais e o equilíbrio político dos Estados europeus.* Evidenciar a importância das inovações agrícolas para o sucesso económico inglês. Explicar o conceito mercado nacional. Mostrar o impacto do alargamento dos mercados na economia inglesa. Sublinhar os progressos no sistema financeiro. Contextualizar o arranque industrial. Relacionar a criação do mercado nacional e o arranque industrial ocorridos em Inglaterra com a formação de novas estruturas económicas. * Sintetizar as condições da hegemonia britânica. Relacionar a adoção de medidas mercantilistas em Portugal com a crise comercial de Integrar estas medidas no modelo francês. Explicar o retrocesso da política industrializadora portuguesa. Contextualizar a política económica pombalina.* * Conceitos e aprendizagens estruturantes 26

6 A Europa nos séculos XVII e XVIII sociedade, poder e dinâmicas coloniais Situações de aprendizagem/recursos Análise da documentação relativa à unidade 3. Apresentação e exploração do PowerPoint A dinastia de Bragança. Apresentação e exploração de animações do e-manual Premium. Análise da documentação e exploração dos Dossiês: As manufaturas francesas (pp. 80 a 81) A Companhia das Índias Orientais britânica (pp. 92 a 93) Bandeirantes (pp. 108 a 109) Sugerem-se ainda as seguintes situações de aprendizagem: elaboração de um quadro comparativo entre o mercantilismo francês, inglês e português; elaboração, em trabalho de grupo, de um esquema sobre os fatores do sucesso inglês nos séculos XVII e XVIII, documentado, se possível, com imagens recolhidas a partir de pesquisa na Internet; dinamização de uma sessão na biblioteca da escola, em interdisciplinaridade com Português, sobre o Sermão de Santo António aos Peixes, do Padre António Vieira; visionamento do filme A Utopia, de Manoel de Oliveira. N. o de aulas* e Avaliação 10 aulas 1 (90 minutos) Formativa Desempenhos, atitudes e conhecimentos demonstrados na concretização das atividades, nomeadamente: Resposta às questões dos documentos Resolução das atividades propostas nas rubricas: Dossiê (Manual) Realização da ficha número 5 do Caderno do Aluno. 1 A partir do Programa Oficial 27

7 4.1 Planificação a médio prazo 32 aulas Conteúdos programáticos Segundo o Programa Oficial (março de 2001) 4. Construção da modernidade europeia 4.1. O método experimental e o progresso do conhecimento do Homem e da Natureza A revolução científica O conhecimento do Homem Os segredos do Universo O mundo da ciência 4.2. A filosofia das Luzes* A apologia da razão e do progresso O direito natural e o valor do indivíduo A defesa do contrato social e da separação dos poderes Humanitarismo e tolerância A difusão do pensamento das Luzes 4.3. Portugal o projeto pombalino de inspiração iluminista A reforma pombalina das instituições e o reforço da autoridade do Estado A reforma das instituições A submissão das forças sociais O reordenamento urbano A reforma do ensino TH11 Parte 1 (pp.) Saberes/Aprendizagens Comparar a atitude dos aristotélicos e dos experimentalistas perante o conhecimento. Avaliar o impacto do método experimental no progresso da ciência. Salientar os contributos dos principais cientistas dos séculos XVII e XVIII. Fundamentar a expressão revolução científica. Explicar a designação de iluminismo dada ao pensamento da segunda metade do século XVIII. Esclarecer as ideias-chave do pensamento político iluminista. Avaliar o seu carácter revolucionário. Distinguir os meios de difusão do pensamento das luzes. Relacionar o Iluminismo com a desagregação do Antigo Regime. Valorizar o contributo dos progressos do conhecimento e da afirmação da filosofia das Luzes para a construção da modernidade europeia. * Reconhecer no despotismo iluminado a fusão do pensamento iluminista com os princípios do absolutismo régio. Integrar as medidas do Marquês de Pombal nos padrões do pensamento seiscentista. * Conceitos e aprendizagens estruturantes 28

8 A Europa nos séculos XVII e XVIII sociedade, poder e dinâmicas coloniais Situações de aprendizagem/recursos Análise da documentação relativa à unidade 4. Apresentação e exploração dos PowerPoint Uma mulher do seu tempo: a Marquesa de Alorna e A dinastia de Bragança. Apresentação e exploração de animações do e-manual Premium. Análise da documentação e exploração dos Dossiês: A difusão da ciência (pp. 129 a 131) A Enciclopédia (pp. 140 a 142) O terramoto de Lisboa (pp. 146 a 147) Sugerem-se ainda as seguintes situações de aprendizagem: análise de um documento escrito seguindo a metodologia apresentada na rubrica Analisar Documentos/ Fontes no e-manual Premium; pesquisa, por pares de alunos, das biografias dos principais cientistas/pensadores dos séculos XVII e XVIII, com vista à organização de um dossiê de turma; recolha de textos históricos sobre o terramoto de Lisboa para realização de uma sessão de leitura na aula. N. o de aulas* e Avaliação 6 aulas 1 (90 minutos) Formativa Desempenhos, atitudes e conhecimentos demonstrados na concretização das atividades, nomeadamente: Resposta às questões dos documentos Resolução das atividades propostas nas rubricas: Dossiê (Manual) Analisar documentos/fontes (e-manual Premium) Realização das fichas números 6 a 8 do Caderno do Aluno. 1 A partir do Programa Oficial 29

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