Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano"

Transcrição

1 Motores Térmicos 9º Semestre 5º ano

2 22 Motores Alternativos - Tópicos Introdução Óleos Vegetais In Natura Biodiesel Etanol C 2 H 6 O Metanol CH 4 O Propano Gás Natural Comprimido (CNG) Veículos eléctricos Tecnologia de células de combustível Eficiência das Instalações Veículos híbridos Políticas a Implementar na Área 2 Prof. Jorge Nhambiu

3 22.1 Introdução Porque o recurso a combustíveis alternativos? Avanço da economia mundial; Crescimento da demanda; Preços altos dos produtos energéticos; Capacidade de refino no limite; Forte dependência em energéticos não-renováveis; Condições climáticas em alteração; Instabilidade geopolítica e conflitos bélicos em importantes países supridores de energia, o que faz o aumento do preço dos produtos energéticos a níveis insustentáveis. 3 Prof. Jorge Nhambiu

4 22.2 Óleos Vegetais In Natura Vantagens: Fonte abundante e diversificada; Processamento já dominado; Não contém enxofre na composição, minimizando emissão de, SO 2. Desvantagens: Alta viscosidade, dificultando alimentação no motor; Liberta resíduos no motor, prejudicando a sua vida útil; Pode liberar componentes tóxicos, se a combustão não for completa. 4 Prof. Jorge Nhambiu

5 22.2.1Consequência dos Uso dos óleos in natura nos Motores Diesel 5 Prof. Jorge Nhambiu

6 22.3 Biodiesel Biodiesel é a denominação genérica para os ésteres de ácidos graxos resultantes da reacção entre um TRIGLICERÍDEO e um ÁLCOOL. A esta reacção química dá-se o nome de e TRANSESTERIFICAÇÃO, ou seja, a transformação de um éter em outro Os triglicerídeos são os principais componentes dos óleos vegetais e das e gorduras animais. O álcool pode ser o metanol ou etanol. Do ponto de vista de uso como combustível, a principal diferença entre o biodiesel e um óleo vegetal é a sua menor viscosidade, facilitando a alimentação do motor e gerando menor quantidade de resíduos que danificam o motor. 6 Prof. Jorge Nhambiu

7 Vantagens do Biodiesel Fonte abundante e diversificada (a mesma dos óleos in natura). Ambientalmente benéfico. Não é tóxico. É Biodegradável. Menos poluente. Não contém enxofre na composição. Reduz o aquecimento global (ciclo fechado de carbono). O Poder calorífico, cetanagem e viscosidade similares aos do Gasóleo mineral. Pode ser usado no motor diesel sem qualquer alteração. Pode ser misturado ao gasóleo mineral em qualquer proporção (B2, B5, B20). Permite valorizar os sub-produtos de actividades agro-industriais, com a fixação do homem no campo. Culturas regionais. Adapta-se à cultura vegetal dominante na região. 7 Prof. Jorge Nhambiu

8 Misturas Gasóleo e Biodiesel B2 B10 Biodiesel Gasóleo B20 B Prof. Jorge Nhambiu

9 Variação Percentual das Emissões Benefícios Ambientais do Biodiesel Impacto Médio das Emissões de Biodiesel 20% 10% 0% 0% -10% 20% 40% 60% 80% 100% -20% -30% -40% NOx PM CO HC -50% -60% -70% -80% Percentagem de Biodiesel 9 Prof. Jorge Nhambiu

10 Matérias Primas para a Produção de Biodiesel 10 Prof. Jorge Nhambiu

11 Rendimento das candidatas Material oleaginoso Conteúdo de óleo (%) Coco Babaçu Gergelim Polpa de palma (dendê) Caroço de palma (palmiste) Amendoim Colza Girassol Jatropha Açafrão Oliva Algodão Soja Prof. Jorge Nhambiu

12 Algumas Matérias Primas Mamona Copra - coco Jatropha Palma 12 Prof. Jorge Nhambiu

13 Os produtos da transesterificação Fase rica em estéreis etílicos Fase rica em glicerina impurezas e excesso de etanol 13 Prof. Jorge Nhambiu

14 Tratamento dos Produtos da transesterificação Lavagem do Biodiesel Purificação da glicerina formada 14 Prof. Jorge Nhambiu

15 22.4 Etanol C 2 H 6 O Produzido da destilação de grão ou outra biomassa Índice de octano 111 Sendo uma combinação que tem oxigénio, pode produzir mais poder calorífico que gasolina quando usado na mesma máquina Consegue-se ligeiramente menos Potência/litro que com gasolina o que significa que a quilometragem percorrida com este combustível será ligeiramente mais reduzida que com gasolina se nenhuma modificação interna no motor for feita 6, 20 kw h /litro vs Gasolina 8,43 kw h / litro O preço médio nos EUA é de (E85 $1.54 regular-$1.66) 15 Prof. Jorge Nhambiu

16 22.5 Metanol CH 4 O Mais simples que o álcool Destilado de carvão ou gás natural Índice de octano 113 Altamente corrosivo 4,33 kw h/litro 16 Prof. Jorge Nhambiu

17 22.6 Propano Evapora a uma baixa temperatura Baixas emissões 6.5 kw h/ litro Índice de octano Prof. Jorge Nhambiu

18 22.7 Gás Natural Comprimido (CNG) Índice de octano 130 Tem que ser armazenado em tanques de alta pressão ( bar) 2,942 kw h / litro 18 Prof. Jorge Nhambiu

19 22.8 Veículos eléctricos 19 Prof. Jorge Nhambiu

20 22.8 Veículos eléctricos 20 Prof. Jorge Nhambiu

21 Baterias Baterias são actualmente o vínculo fraco em veículos eléctricos Pacote de bateria pesa mais de 500 kg Bateria de chumbo e ácido Preço $2,000 Os ciclos de carga completa é de 200 Dão para percorrer aproximadamente 80 km O tempo de recarga das baterias, em horas, é de 10 horas Baterias híbridas de molibdénio e níquel (NiMH) O preço ronda os $20,000 Permitem milhares de ciclos de carga Dobro do alcance das baterias de chumbo baterias ácidas 21 Prof. Jorge Nhambiu

22 Recarga das baterias 22 Prof. Jorge Nhambiu Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu 22

23 Recarga das baterias Carga por indução 23 Prof. Jorge Nhambiu

24 Travagem Regenerativa Muitos veículos eléctricos usam o freio regenerativo Quando os freios são aplicados o motor eléctrico converte-se de uma fonte de energia à um gerador Os motores produzindo energia eléctrica ajudam a reduzir a velocidade o veículo A electricidade produzida pelo motor quando o automóvel está travando é usada para carregar as baterias 24 Prof. Jorge Nhambiu

25 22.9 Tecnologia de células de combustível Células de combustível produzem electricidade por uma reacção química entre hidrogénio e oxigénio Os subprodutos são água e calor 25 Prof. Jorge Nhambiu

26 22.9 Tecnologia de células de combustível 15 to 35% 30 to +50% As células de combustível atingem rendimentos de conversão que ultrapassam os 50 %

27 22.9 Tecnologia de células de combustível Célula de combustível de um autocarro de passageiros, MAN

28 Problemas com o Hidrogénio O hidrogénio não é muito denso (não comprimido é aproximadamente 1/3000 menos denso que a gasolina) Se comprimido requer tanques muito pesados e muito baixa temperatura de armazenamento A produção de hidrogénio requer o uso de electricidade que normalmente é criada queimando carvão (um combustível fóssil) 28 Prof. Jorge Nhambiu

29 Reformadores de hidrogénio Os reformadores de combustível são usados para superar os problemas associados ao armazenamento de hidrogénio O hidrogénio de um combustível líquido ou gasoso armazenado no veículo é quimicamente extraído e por meio de um reformador de combustível O metanol e CNG são comummente usados em reformadores de combustível 29 Prof. Jorge Nhambiu

30 Reformador de hidrogénio Uma mistura de metanol e vapor de água é passada por uma câmara de combustão contendo um catalizador. Mal que o metanol (CH 3 OH) aquece o catalizador este transformase em monóxido de carbono e hidrogénio (CO + H 2 + H 2 ) O vapor de agua transforma-se em hidrogénio e oxigénio (H 2 +O) O oxigénio combina com o monóxido de carbono para criar dióxido de carbono (CO 2 ) O resultado final (CH 3 OH + H 2 O) = (CO 2 + H 2 + H 2 + H 2 ) 30 Prof. Jorge Nhambiu

31 Desvantagens das Células de Combustível Custo: 400 /kw (7 x preço de um motor convencional) Célula completa: ,00 (motor 3 000,00) Fiabilidade Resposta a regimes transientes Problemas com baixas temperaturas (abaixo de 0 ºC) Contaminação com H 2 Adaptação ao veículo Necessidade de Hidrogénio (produção, transporte e armazenamento)!!

32 22.10 Eficiência das Instalações Motores de combustão Eficiência térmica 33% Rendimento mecânico 85% 0.33 x.85 = 28% rendimento total Células de combustível eléctricas Eficiência das células de combustível (s/reformador) 80% Eficiência das células de combustível (c/reformador) 40% Eficiência do motor eléctrico/inversor 80% Eficiência total sem reformador 0.80 x 0.80 = 64% Eficiência total com reformador 0.40 x 0.80 = 32 % 32 Prof. Jorge Nhambiu

33 Eficiência da instalação a electricidade Bateria electricidade Eficiência da central térmica - 40% Eficiência do carregamento 90% Eficiência do Inversor/motor 72% 0.40 x 0.90 x0.72 = 26% eficiência total 33 Prof. Jorge Nhambiu

34 22.11 Veículos híbridos Um veículo híbrido usa duas ou mais fontes de potência para se locomover Diesel locomotiva eléctrica Nuclear submarino eléctrico Gasolina carro eléctrico 34 Prof. Jorge Nhambiu

35 Tipos de Veículos a Gás natural Um veículo bi-fuel pode operar alternadamente a GN ou a gasolina. Muitos são concebidos para comutar automaticamente para a gasolina quando o reservatório de gás se esgota. As viaturas ligeiras geralmente são bi-fuel. A autonomia em quilómetros com GN e com gasolina depende das capacidades dos reservatórios respectivos. Um veículo dual-fuel funciona tanto exclusivamente com diesel como com diesel e gás natural simultaneamente. Num veículo dual-fuel, a combustão do carburante diesel serve para fazer a ignição do GN. Um VGN dedicado funciona exclusivamente a GN. Os VGNs podem ser veículos alimentados a gasolina (ciclo Otto) convertidos para GN. A maior parte dos dedicados, entretanto, é produzida por fabricantes de equipamento original. 35 Prof. Jorge Nhambiu

36 Kits de Conversão Kit de conversão 1ª geração 2ª geração 3ª geração 4ª geração 5ª geração 36 Veículos Características Valor (US$) Carburados (mecânico e electrónico) Carburados ou com injecção electrónica Injecção electrónica multiponto Accionamento pneumático para a liberação do fluxo de gás; Regulação mecânica e manual da vazão do gás, com chave comutadora de três estágios. Alimentação do gás através de um misturador; Possuem emuladores de bicos injectores e de sonda lambda. Controle electrónico da vazão da mistura GNV+ar em função da sonda lambda, rotação e carga do motor; Accionamento electrónico da alimentação por um motor de passo. Injecção de gás por bicos injectores de forma paralela no colector de admissão; Redutor de pressão de dois estágios; Eliminação da ocorrência do retorno de chama. Injecção de gás por bicos injectores de forma sequencial no colector de admissão; Redutor de pressão de dois estágios; Eliminação da ocorrência do retorno de chama; Menor comprometimento de desempenho do motor. Prof. Jorge Nhambiu , , ,000.0

37 Kits de Conversão Válvula eléctrica de gasolina 1 Válvula de cilindro 2 Cilindro de armazenamento 3 Chave comutadora 4 Tubulação de gás de alta pressão 5 Válvula de abastecimento 6 Manómetro 7 Regulador de pressão 8 Misturador 37 Prof. Jorge Nhambiu

38 Ottolização Ottolização Transformação do Ciclo Diesel em Otto Redução da taxa de compressão; Instalação de sistema de alimentação e ignição do GNV; Eliminação do sistema de alimentação de Diesel. Kit de Conversão 38 Prof. Jorge Nhambiu

39 Ottolização Substituição da cabeça do motor; Sistema de ignição por velas; Pistões modificados; Colector de admissão modificado; Sistema de armazenamento de gás; 39 Prof. Jorge Nhambiu

40 Tecnologia Diesel - Gás Tecnologia Diesel - Gás Adaptação do Motor Original a Diesel Não é preciso instalar sistemas de ignição Kit de conversão Principio de Funcionamento Aspiração da mistura ar + Gás Natural Injecção Piloto de Diesel Escape dos Gases 40 Compressão da Mistura ar + Gás Natural Prof. Jorge Nhambiu Explosão da mistura ar + Gás Natural

41 Tecnologia Diesel - Gás Chama Piloto Admissão Compressão Combustão <Modo Gasóleo> Admissão de Gás Vantagens: Os motores DC podem operar a 100% da carga usando somente gasóleo -41- Gás: 95% Gasóleo: 5% Admissão Compressão Injecção <Modo Duplo Combustível> Prof. Jorge Nhambiu

42 Tecnologia Diesel - Gás Menor custo de operação combustível principal: Gás Natural Amigo do ambiente Redução drástica de emissões de NO x, SO x e CO 2 Operação estável sistema piloto de injecção opera com qualquer um dos combustíveis gás natural ou gasóleo Excelente fiabilidade componente principal: motor do ciclo Diesel Combustão limpa e menor custo de manutenção Utilização eficaz dos recursos existentes Prof. Jorge Nhambiu -42-

43 Tecnologia Diesel - Gás <Componentes instalados para a conversão> Tanque Gas Válvula principal Valvula reguladora de pressão S Bomba Filtro de ar Bomba injectora Ar Gás de Escape Medidor de RPM Turbocompressorr Controlador Da válvula Came Governador Injector A Válvula de admissão de gás Intercooler Ar comprimido Água Controlador principal (Combustível, Gasoso) Pistão A Ao Turbocompressor Prof. Jorge Nhambiu

44 22.12 Tipo de veículos híbridos Paralelo O motor eléctrico ou o motor térmico podem dar potência a transmissão a qualquer hora Série O motor eléctrico é a única fonte de potência conectada à transmissão O motor a gasolina é conectado a um gerador que mantém a bateria carregada e pode prover electricidade extra durante um pico 44 Prof. Jorge Nhambiu

45 Veículo a gasolina Comb(gasolina) Transmissão Unidade de Potência (MCI) 45 Prof. Jorge Nhambiu

46 Veículo eléctrico Unidade de Potência (motor/controlador) Transmissão Comb. (baterias) Freios regenerativos (energia retorna a bateria 46 Prof. Jorge Nhambiu

47 Veículo híbrido em série Gerador Comb (baterias) Unidade de Potência (motor/controlador) Transmissão Unidade de Comb. auxiliar Unidade de Potência auxiliar Freios Regenerativos 47 Prof. Jorge Nhambiu

48 Veículo híbrido paralelo Comb. (baterias) Unidade de Potência (motor/controlador) Freios regenerativos Transmissão Unidade de Comb. auxiliar Unidade de Potência auxiliar 48 Prof. Jorge Nhambiu

49 Veículo híbrido combinado Comb (baterias) Unidade de Potência (motor/controlador/gerador) Unid Comb. Auxiliar Unidade de Potência auxiliar Gerador 49 Prof. Jorge Nhambiu

50 Perdas de energia em MCI 50 Prof. Jorge Nhambiu

51 Perdas de energia em veículos Híbridos 51 Prof. Jorge Nhambiu

52 22.13 Políticas a Implementar na Área Trabalhar para a transformação dos biocombustíveis em commodities energéticos; Definir os projectos prioritários e os prazos para a implementação do corredor de exportação de combustíveis alternativos; Privilegiar as parcerias com o sector privado para os investimentos necessários; Induzir os investimentos necessários para atender a crescente demanda internacional pelo produto; Reduzir os Impostos na importação de veículos híbridos e a gás natural. 52 Prof. Jorge Nhambiu

GNV. Combustível de baixo impacto ambiental para frotas de Táxis.

GNV. Combustível de baixo impacto ambiental para frotas de Táxis. GNV Combustível de baixo impacto ambiental para frotas de Táxis. REUNIÃO DE ESPECIALISTAS SOBRE TRANSPORTE URBANO SUSTENTÁVEL MODERNIZAR E TORNAR ECOLÓGICA A FROTA DE TÁXIS NAS CIDADES LATINO AMERICANAS

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO SISTEMA HÍBRIDO HIDRÁULICO NOS VEÍCULOS COMERCIAIS RESUMO

UTILIZAÇÃO DO SISTEMA HÍBRIDO HIDRÁULICO NOS VEÍCULOS COMERCIAIS RESUMO UTILIZAÇÃO DO SISTEMA HÍBRIDO HIDRÁULICO NOS VEÍCULOS COMERCIAIS Luis Eduardo Machado¹ Renata Sampaio Gomes ² Vanessa F. Balieiro ³ RESUMO Todos sabemos que não é possível haver regressão nas tecnologias

Leia mais

Cogeração Motores a Gás e Diesel

Cogeração Motores a Gás e Diesel Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 4º Ano, 2º Semestre Gestão de Energia 2002/2003 Cogeração Motores a Gás e Diesel Afonso Oliveira,

Leia mais

Tecnologia de Tração Elétrica

Tecnologia de Tração Elétrica REV.00 01 Tecnologia de Tração Elétrica Veículos a Bateria Trólebus Híbridos Hidrogênio Fuel Cel ou Pilha a Combustível 02 Veículos a Bateria VANTAGENS 1. TOTALMENTE ELÉTRICO. POLUIÇÃO PRATICAMENTE ZERO.

Leia mais

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural Engenharia Florestal Desenvolvimento Rural 2/05/2010 Trabalho realizado por : Ruben Araújo Samuel Reis José Rocha Diogo Silva 1 Índice Introdução 3 Biomassa 4 Neutralidade do carbono da biomassa 8 Biomassa

Leia mais

A experiência da IVECO na substituição do diesel em veículos pesados

A experiência da IVECO na substituição do diesel em veículos pesados A experiência da IVECO na substituição do diesel em veículos pesados Uma parceria IVECO, FPT, BOSCH e RAIZEN Fabio Nicora IVECO - Innovation T&B LATAM (IVECO) 21 de Novembro 2013 VISÃO DO FUTURO ABORDAGEM

Leia mais

BIOCOMBUSTÍVEIS AVIAÇÃO

BIOCOMBUSTÍVEIS AVIAÇÃO BIOCOMBUSTÍVEIS PARA AVIAÇÃO PONTO DE SITUAÇÃO JORGE LUCAS MAIO 2014 1 O processo de produção de biocombustíveis pode dividir-se em 3 grandes áreas: 1. Matérias-primas; 2. Tecnologias de transformação

Leia mais

BIODIESEL ENERGIA MÓVEL GARANTIDA 100% ECOLOGICA PARA COPA E PARA O MUNDO

BIODIESEL ENERGIA MÓVEL GARANTIDA 100% ECOLOGICA PARA COPA E PARA O MUNDO BIODIESEL ENERGIA MÓVEL GARANTIDA 100% ECOLOGICA PARA COPA E PARA O MUNDO O que é BIODIESEL BIODIESEL é um combustível produzido a partir de óleos vegetais ou gordura animal, que pode ser utilizado em

Leia mais

Bombas de Vácuo e Compressores de Anel Líquido para Produção de Etanol & Biodiesel

Bombas de Vácuo e Compressores de Anel Líquido para Produção de Etanol & Biodiesel Bombas de Vácuo e Compressores de Anel Líquido para Produção de Etanol & Biodiesel para produção de Etanol & Biodiesel Sistemas projetados por Gardner Denver Nash Os Sistemas de vácuo e compressão Gardner

Leia mais

A Questão da Energia no Mundo Atual

A Questão da Energia no Mundo Atual A Questão da Energia no Mundo Atual A ampliação do consumo energético Energia é a capacidade que algo tem de realizar ou produzir trabalho. O aumento do consumo e a diversificação das fontes responderam

Leia mais

XVII Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva SIMEA 2009 VEÍCULOS ELÉTRICOS HÍBRIDOS E A EMISSÃO DE POLUENTES

XVII Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva SIMEA 2009 VEÍCULOS ELÉTRICOS HÍBRIDOS E A EMISSÃO DE POLUENTES XVII Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva SIMEA 2009 VEÍCULOS ELÉTRICOS HÍBRIDOS E A EMISSÃO DE POLUENTES Sílvia Velázquez São Paulo, 17 de setembro de 2009. Resíduos Urbanos e Agrícolas Briquetes

Leia mais

Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos

Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos Suzana Kahn Ribeiro Programa de Engenharia de Transportes COPPE/UFRJ IVIG Instituto Virtual Internacional de Mudanças Climáticas Estrutura

Leia mais

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor.

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Objetivos Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Descrição Neste módulo são abordados os princípios de funcionamento do motor Ciclo Otto,

Leia mais

Lista dos tópicos tecnológicos

Lista dos tópicos tecnológicos Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Energia Anexo 1 Lista dos tópicos tecnológicos 1 2 Energia 1. Tecnologias para a geração de energia elétrica Combustíveis fósseis

Leia mais

Tecnologia Alternativa Combustíveis renováveis

Tecnologia Alternativa Combustíveis renováveis 1 2 Tecnologia Alternativa Combustíveis renováveis Portaria nº 3-A/2007 de 2 de Janeiro Promoção da utilização de biocombustíveis nos transportes foi objecto do Decreto - Lei nº 62/2006 Decreto - Lei nº

Leia mais

Ant A ón io Costa Cost

Ant A ón io Costa Cost Futuro do Automóvel Respeitando os Recursos Naturais António Costa Relações Publicas Toyota & Lexus Comunicação e Marketing Out. 2013 A Natureza impõe-nos um novo paradigma Tempestades Secas EUA, 2010

Leia mais

Componente curricular: Mecanização Agrícola. Curso: Técnico em Agroecologia Professor: Janice Regina Gmach Bortoli

Componente curricular: Mecanização Agrícola. Curso: Técnico em Agroecologia Professor: Janice Regina Gmach Bortoli Componente curricular: Mecanização Agrícola Curso: Técnico em Agroecologia Professor: Janice Regina Gmach Bortoli Mecanização agrícola. 1. Motores agrícola. Agricultura moderna: uso dos tratores agrícolas.

Leia mais

Conversão de Veículos Convencionais em Veículos Eléctricos

Conversão de Veículos Convencionais em Veículos Eléctricos Seminário: Mobilidade Eléctrica: O Veículo Viabilidade da transformação de Veículos Conversão de Veículos Convencionais em Veículos Eléctricos (Experiência adquirida na ESTGV) Vasco Santos (vasco@estv.ipv.pt)

Leia mais

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 GRUPOS MOTOGERADORES GMG - DEFINIÇÃO O Grupo Motogerador consiste de um ou mais motores alternativos de combustão

Leia mais

M a n u a l d o M e c â n i c o

M a n u a l d o M e c â n i c o M a n u a l d o M e c â n i c o folder2.indd 1 20/11/2009 14 12 35 Manual do Mecânico GNV GÁS NATURAL VEICULAR Entenda o GNV e saiba quais os cuidados necessários para a manutenção de veículos que utilizam

Leia mais

2. (Ifsc 2014) A reação abaixo representa este processo: CO 3H H COH H O ΔH 12 kcal/mol

2. (Ifsc 2014) A reação abaixo representa este processo: CO 3H H COH H O ΔH 12 kcal/mol 1. (Uel 2014) A gasolina é uma mistura de vários compostos. Sua qualidade é medida em octanas, que definem sua capacidade de ser comprimida com o ar, sem detonar, apenas em contato com uma faísca elétrica

Leia mais

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 M.Sc. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Uma das formas mais empregadas para produção

Leia mais

Evolução e perspectivas dos veículos elétricos híbridos

Evolução e perspectivas dos veículos elétricos híbridos Evolução e perspectivas dos veículos elétricos híbridos 2 de julho de 2008 São Paulo - SP Antonio Nunes Jr ABVE- Associação Brasileira do Veículo Elétrico Como, em transporte, responder aos desafios da

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA GERADOR DE HIDROGÊNIO GASOSO PARA UTILIZAÇÃO COMO COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO EM VEÍCULOS AUTOMOTORES

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA GERADOR DE HIDROGÊNIO GASOSO PARA UTILIZAÇÃO COMO COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO EM VEÍCULOS AUTOMOTORES DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA GERADOR DE HIDROGÊNIO GASOSO PARA UTILIZAÇÃO COMO COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO EM VEÍCULOS AUTOMOTORES Luis Thiago Panage Conelheiro 1, Arquimedes Luciano 2 RESUMO: Uma grande

Leia mais

Potencial dos Biocombustíveis

Potencial dos Biocombustíveis Potencial dos Biocombustíveis Mozart Schmitt de Queiroz Gerente Executivo de Desenvolvimento Energético Diretoria de Gás e Energia Petrobras S.A. Belo Horizonte, 17 de outubro de 2007 Evolução da Capacidade

Leia mais

Utilização do óleo vegetal em motores diesel

Utilização do óleo vegetal em motores diesel 30 3 Utilização do óleo vegetal em motores diesel O óleo vegetal é uma alternativa de combustível para a substituição do óleo diesel na utilização de motores veiculares e também estacionários. Como é um

Leia mais

Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo.

Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo. CNHECIMENTS GERAIS 01 Analise a veracidade (V) ou falsidade (F) das proposições abaixo, quanto aos efeitos negativos da utilização de combustíveis fósseis sobre o ambiente. ( ) A combustão de gasolina

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa Universidade Federal do Ceará Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Universidade Federal do Ceará Biomassa Professora: Ruth Pastôra Saraiva

Leia mais

Informações Úteis Dúvidas Frequentes

Informações Úteis Dúvidas Frequentes Página 0 2013 Informações Úteis Dúvidas Frequentes Organização Rezende Acesse o site: www.organizacaorezende.com.br 19/04/2013 Página 1 DÚVIDAS FREQUENTES: GASOLINAS PETROBRAS 1 - Como são obtidas as gasolinas?

Leia mais

Os proprietários no Brasil podem ser: Empresas concessionárias de serviço público de geração;

Os proprietários no Brasil podem ser: Empresas concessionárias de serviço público de geração; GERAÇÃO DISTRIBUÍDA DEFINIÇÃO A geração distribuída de eletricidade consiste na produção da eletricidade no local de seu consumo, ou próximo a ele; Eventuais excedentes desta geração podem ser vendidos

Leia mais

Congresso Nacional Comissão Especial Carro Diesel

Congresso Nacional Comissão Especial Carro Diesel Congresso Nacional Comissão Especial Carro Diesel Brasília, 28 de Outubro de 2015 O que é a APROVE DIESEL Associados: Apoio Institucional: Contexto econômico e tecnológico brasileiro atual difere muito

Leia mais

Aproveitamento da Biomassa para a Geração de Energia Elétrica

Aproveitamento da Biomassa para a Geração de Energia Elétrica Geração de Energia Elétrica 1º Seminário sobre a Utilização de Energias Renováveis veis para Eletrificação Rural do Norte e Nordeste do Brasil Dr. Osvaldo Stella Martins Centro Nacional de Referência em

Leia mais

SAE - Simpósio Novas Tecnologias na Indústria Automobilística

SAE - Simpósio Novas Tecnologias na Indústria Automobilística SAE - Simpósio Novas Tecnologias na Indústria Automobilística 13 de abril de 2009 1 O Papel da Tecnologia para o Futuro da GM Jaime Ardila Presidente, GM do Brasil & Operações Mercosul 2 O Papel da Tecnologia

Leia mais

Aula 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é um início

Aula 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é um início Aula 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é um início Itens do capítulo 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é o início 5. A energia não é o começo de tudo, mas já é o início 5.1 O consumo

Leia mais

Material de Apoio INJEÇÃO ELETRÔNICA DE COMBUSTÍVEL BOSCH. Programa Especial - Injeção Eletrônica LE-Jetronic

Material de Apoio INJEÇÃO ELETRÔNICA DE COMBUSTÍVEL BOSCH. Programa Especial - Injeção Eletrônica LE-Jetronic INJEÇÃO ELETRÔNICA DE COMBUSTÍVEL BOSCH A necessidade de se reduzir o consumo de combustível dos automóveis, bem como de se manter a emissão de poluentes pelos gases de escape dentro de limites, colocou

Leia mais

Fração. Página 2 de 6

Fração. Página 2 de 6 1. (Fgv 2014) De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (AIE), aproximadamente 87% de todo o combustível consumido no mundo são de origem fóssil. Essas substâncias são encontradas em diversas

Leia mais

AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS E NÃO-RENOVÁVEIS

AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS E NÃO-RENOVÁVEIS AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS E NÃO-RENOVÁVEIS Laís Schiavon Da Rocha ¹ Rozanda Guedes Da Silva Costa ² O desenvolvimento econômico e os altos padrões de vida são processos complexos

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

GESTÃO AMBIENTAL E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GESTÃO AMBIENTAL E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

Leia mais

Tipos e fontes de energias alternativas e convencionais.

Tipos e fontes de energias alternativas e convencionais. Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola Tipos e fontes de energias alternativas e convencionais. Robson

Leia mais

BIOCOMBUSTÍVEL O SONHO VERDE PROFª NEIDE REGINA USSO BARRETO

BIOCOMBUSTÍVEL O SONHO VERDE PROFª NEIDE REGINA USSO BARRETO BIOCOMBUSTÍVEL O SONHO VERDE PROFª NEIDE REGINA USSO BARRETO BIOCOMBUSTÍVEL Qualquer combustível de origem biológica, não fóssil. Mistura de uma ou mais plantas como: cana-de-açúcar, mamona, soja, cânhamo,

Leia mais

Motores alternativos de combustão interna. Parte 1

Motores alternativos de combustão interna. Parte 1 Motores alternativos de combustão interna Parte 1 Introdução Sistemas de potência utilizando gás: Turbinas a gás Motores alternativos (ICE, ICO) Ciclos a gás modelam estes sist. Embora não trabalhem realmente

Leia mais

Gás Natural Veicular alternativa para uma mobilidade mais inteligente. 9º Encontro Transportes em Revista Lisboa, 25 Junho 2015

Gás Natural Veicular alternativa para uma mobilidade mais inteligente. 9º Encontro Transportes em Revista Lisboa, 25 Junho 2015 Gás Natural Veicular alternativa para uma mobilidade mais inteligente 9º Encontro Transportes em Revista Lisboa, 25 Junho 2015 Índice 1. Grupo Dourogás 2. O Gás Natural 3. UE: mobilidade sustentável 4.

Leia mais

Porquê o Diesel. Hoje, os veículos a diesel consomem em média menos 30% de combustível e produzem 25% menos emissões de CO 2

Porquê o Diesel. Hoje, os veículos a diesel consomem em média menos 30% de combustível e produzem 25% menos emissões de CO 2 Porquê o Diesel Porquê o Diesel O engenheiro alemão Rudolf Diesel (1858-1913) patenteou o seu projecto para um motor de combustão interna mais eficiente, em 1892. De início os motores diesel foram usados

Leia mais

Título: Desempenho de um conjunto motor gerador ciclo diesel utilizando os principais tipos de biodiesel processados na Região Oeste do Paraná

Título: Desempenho de um conjunto motor gerador ciclo diesel utilizando os principais tipos de biodiesel processados na Região Oeste do Paraná Título: Desempenho de um conjunto motor gerador ciclo diesel utilizando os principais tipos de biodiesel processados na Região Oeste do Paraná Autores: Marcelo José da Silva 1, Samuel Nelson Melegari de

Leia mais

Emissões de poluentes e gases de efeito estufa por veículos automotores e motores de combustão. Paulo Romeu Moreira Machado Panambí, RS - 2010

Emissões de poluentes e gases de efeito estufa por veículos automotores e motores de combustão. Paulo Romeu Moreira Machado Panambí, RS - 2010 3:22:03 1 Emissões de poluentes e gases de efeito estufa por veículos automotores e motores de combustão Paulo Romeu Moreira Machado Panambí, RS - 2010 Roteiro 1 Introdução 2 O motor de combustão interna

Leia mais

OS RECURSOS ENERGETICOS

OS RECURSOS ENERGETICOS OS RECURSOS ENERGETICOS Recursos energéticos Recursos energéticos são tudo o que o Homem pode retirar da Natureza onde se obtém energia. Os recursos energéticos dividem-se em dois grupos: Energéticos renováveis

Leia mais

Métodos Experimentais em Energia e Ambiente

Métodos Experimentais em Energia e Ambiente Métodos Experimentais em Energia e Ambiente Medições para o controle de Motores de Combustão Interna João Miguel Guerra Toscano Bravo Lisboa, 27 de Outubro de 2004 Introdução Tipos de motores Gestão Electrónica

Leia mais

Motor Diesel Vantagens na utilização do Biodiesel Vantagens do Eco Óleo Dúvidas mais freqüentes Óleos Vegetais Biodiesel Características do Biodiesel

Motor Diesel Vantagens na utilização do Biodiesel Vantagens do Eco Óleo Dúvidas mais freqüentes Óleos Vegetais Biodiesel Características do Biodiesel Motor Diesel p02 Vantagens na utilização do Biodiesel p04 Vantagens do Eco Óleo p05 Dúvidas mais freqüentes p08 Óleos Vegetais Biodiesel p11 Características do Biodiesel p13 Meio Ambiente: Responsabilidade

Leia mais

O HIDROGÊNIO COMO VETOR ENERGÉTICO

O HIDROGÊNIO COMO VETOR ENERGÉTICO XII Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica CREEM 2005 O HIDROGÊNIO COMO VETOR ENERGÉTICO MSc. Paulo F. P. Ferreira Lab. de Hidrogênio - Unicamp O HIDROGÊNIO COMO VETOR ENERGÉTICO Premissa

Leia mais

Novas Tecnologias para Ônibus 12/12/2012

Novas Tecnologias para Ônibus 12/12/2012 Novas Tecnologias para Ônibus 12/12/2012 FETRANSPOR Sindicatos filiados: 10 Empresas de ônibus: 208 Frota: 20.300 Passageiros/mês: 240 milhões Viagens/mês: 4,5 milhões Empregos diretos: 100.000 Idade média:

Leia mais

Mudança tecnológica na indústria automotiva

Mudança tecnológica na indústria automotiva ESTUDOS E PESQUISAS Nº 380 Mudança tecnológica na indústria automotiva Dyogo Oliveira * Fórum Especial 2010 Manifesto por um Brasil Desenvolvido (Fórum Nacional) Como Tornar o Brasil um País Desenvolvido,

Leia mais

TANQUES DE ARMAZENAMENTO E AQUECIMENTO DE ASFALTO E COMBUSTÍVEL

TANQUES DE ARMAZENAMENTO E AQUECIMENTO DE ASFALTO E COMBUSTÍVEL TANQUES DE ARMAZENAMENTO E AQUECIMENTO DE ASFALTO E COMBUSTÍVEL TANQUES DE ARMAZENAMENTO E AQUECIMENTO DE ASFALTO E COMBUSTÍVEL A ampla linha de tanques de armazenamento e aquecimento de asfalto da Terex

Leia mais

5. Resultados e Análises

5. Resultados e Análises 66 5. Resultados e Análises Neste capítulo é importante ressaltar que as medições foram feitas com uma velocidade constante de 1800 RPM, para uma freqüência de 60 Hz e uma voltagem de 220 V, entre as linhas

Leia mais

Objetivo. Para apresentar os atributos e benefícios ecológicos e económicos de combustível com o Supertech.

Objetivo. Para apresentar os atributos e benefícios ecológicos e económicos de combustível com o Supertech. Indice Objectivo. Tendências Globais Negativas Historia do Supertech O Que é o Supertech? Como funciona? Fácil de Instalar. Protocolo Touriel (SAE J1321). Pontos Fortes. Mercados. Benefícios Ecológicos.

Leia mais

USO DE ÓLEO BRUTO DE GIRASSOL EM MOTOR DIESEL

USO DE ÓLEO BRUTO DE GIRASSOL EM MOTOR DIESEL USO DE ÓLEO BRUTO DE GIRASSOL EM MOTOR DIESEL José Valdemar Gonzalez Maziero; Ila Maria Corrêa Centro APTA de Engenharia e Automação A retomada de estudos sobre o uso de óleos vegetais como combustível,

Leia mais

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano Motores Térmicos 9º Semestre 5º ano 19 Sistema de Refrigeração - Tópicos Introdução Meios refrigerantes Tipos de Sistemas de Refrigeração Sistema de refrigeração a ar Sistema de refrigeração a água Anticongelantes

Leia mais

Biodiesel e Bio-óleo: Alternativas Energéticas Limpas

Biodiesel e Bio-óleo: Alternativas Energéticas Limpas A1 XII Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica 22 a 26 de agosto de 2005 - Ilha Solteira - SP Biodiesel e Bio-óleo: Alternativas Energéticas Limpas José Dilcio Rocha NIPE/UNICAMP BIOWARE

Leia mais

são mesmo o futuro? Pedro Meunier Honda Portugal, S.A.

são mesmo o futuro? Pedro Meunier Honda Portugal, S.A. Automóveis Híbridos: H são mesmo o futuro? Pedro Meunier Honda Portugal, S.A. Veículos em circulação por região Biliões de Veículos 2.5 2 1.5 1 0.5 0 2000 2010 2020 2030 2040 2050 Total África América

Leia mais

MOBPROG. Manual rápido de utilização

MOBPROG. Manual rápido de utilização MOBPROG Manual rápido de utilização Tempo de injeção e tempo morto.(r) Linha superior: medição do tempo de injeção lido da centralina do carro. Linha inferior: indicação do tempo morto do bico injetor

Leia mais

BIOCOMBUSTÍVEIS: UMA DISCUSSÃO A RESPEITO DAS VANTAGENS E DESVANTAGENS RESUMO

BIOCOMBUSTÍVEIS: UMA DISCUSSÃO A RESPEITO DAS VANTAGENS E DESVANTAGENS RESUMO BIOCOMBUSTÍVEIS: UMA DISCUSSÃO A RESPEITO DAS VANTAGENS E DESVANTAGENS Juliana da Cruz Ferreira 1 ; Leila Cristina Konradt-Moraes 2 UEMS Caixa Postal 351, 79804-970 Dourados MS, E-mail: julianacruz_gnr@hotmail.com

Leia mais

Qualidade dos Combustíveis:

Qualidade dos Combustíveis: Qualidade dos Combustíveis: Desafios para a manutenção da qualidade Oswaldo Luiz de Mello Bonfanti Coordenador Nacional do Sistema de Garantia da Qualidade Gestor de Assistência Técnica Ribeirão Preto,

Leia mais

PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA

PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO IT Departamento de Engenharia ÁREA DE MÁQUINAS E ENERGIA NA AGRICULTURA IT 154- MOTORES E TRATORES PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA

Leia mais

Câmara Municipal de Lisboa

Câmara Municipal de Lisboa Câmara Municipal de Lisboa - Encontro com Energia Vantagens da Eco-condução e dos Veículos mais Eficientes Galeria Municipal do Montijo 21 de novembro de 2013 Sumário da apresentação Introdução Frota do

Leia mais

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA 14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA O calor gerado pela reação de combustão é muito usado industrialmente. Entre inúmeros empregos podemos citar três aplicações mais importantes e frequentes: = Geração

Leia mais

Prof. Mario Eduardo Santos Martins, Phd.

Prof. Mario Eduardo Santos Martins, Phd. Seminário Internacional de Energia da AUGM Prof. Mario Eduardo Santos Martins, Phd. Universidade Federal de Santa Maria Grupo de Pesquisa em Motores, Combustíveis e Emissões Necessidade de energia Iluminação

Leia mais

Tipos de Energia. Gravitacional; Elétrica; Magnética; Nuclear.

Tipos de Energia. Gravitacional; Elétrica; Magnética; Nuclear. Fontes de Energia Tipos de Energia Gravitacional; Elétrica; Magnética; Nuclear. Fontes de Energia Primaria fontes que quando empregadas diretamente num trabalho ou geração de calor. Lenha, para produzir

Leia mais

Central de Produção de Energia Eléctrica

Central de Produção de Energia Eléctrica Central de Produção de Energia Eléctrica Ref.ª CPEE Tipo 1 Tipo 2 Tipo 3 Tipo 4 Tipo 5 5 a 25 kva 25 a 150 kva 150 a 500 kva 500 a 1.000 kva 1.000 a 2.700 kva Pág. 1 ! Combustível Diesel! Frequência 50

Leia mais

Divirta-se com o Clube da Química

Divirta-se com o Clube da Química Divirta-se com o Clube da Química Produzido por Genilson Pereira Santana www.clubedaquimica.com A idéia é associar a Química ao cotidiano do aluno usando as palavras cruzadas, o jogo do erro, o domino,

Leia mais

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis Biocombustíveis Também chamados de agrocombustíveis Biomassa É o combustível obtido a partir da biomassa: material orgânico vegetal ou animal Uso tradicional: lenha, excrementos Etanol: álcool combustível.

Leia mais

Ciclo de motor de combustão interna, que se completa em duas revoluções(rotação) da árvore de manivelas.

Ciclo de motor de combustão interna, que se completa em duas revoluções(rotação) da árvore de manivelas. 1 3.0 Descrição do Funcionamento dos Motores O conjunto de processo sofrido pelo fluido ativo que se repete periodicamente é chamado de ciclo. Este ciclo pode acontecer em 2 ou 4 tempos. Figura 3: Nomenclatura

Leia mais

ENERGIA Fontes e formas de energia Impactos ambientais. Prof. Dra. Carmen Luisa Barbosa Guedes

ENERGIA Fontes e formas de energia Impactos ambientais. Prof. Dra. Carmen Luisa Barbosa Guedes ENERGIA Fontes e formas de energia Impactos ambientais Prof. Dra. Carmen Luisa Barbosa Guedes Disciplina: - 2014 A energia esta envolvida em todas as ações que ocorrem no UNIVERSO FONTES DE ENERGIA FONTES

Leia mais

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer A DIFERENÇA ENTRE GASOLINA E DIESEL HISTÓRICO Gasolina e diesel são produtos do refino de petróleo cru, achado no seu estado natural no subsolo em várias partes do mundo. Já o petróleo cru é um fluído

Leia mais

Valorização Energética dos Resíduos Derivados do Sector Pecuário

Valorização Energética dos Resíduos Derivados do Sector Pecuário 1º ENCONTRO LUSO-ANGOLANO DE ECONOMIA, SOCIOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL Valorização Energética dos Resíduos Derivados do Sector Pecuário BIAVANGA GUEVARA ZIONE 16 a 18 de Outubro de 2008, Universidade

Leia mais

Motores de Combustão Interna MCI

Motores de Combustão Interna MCI Motores de Combustão Interna MCI Aula 3 - Estudo da Combustão Componentes Básicos dos MCI Combustão Combustão ou queima é uma reação química exotérmica entre um substância (combustível) e um gás (comburente),

Leia mais

nova geração de motores a gasolina Guia de produtos

nova geração de motores a gasolina Guia de produtos nova geração de motores a gasolina Guia de produtos VOLVO PENTA MOTORES MARÍTIMOS A GASOLINA O futuro está aqui. A Volvo Penta, líder absoluta em inovações náuticas, estabelece o novo padrão em tecnologia

Leia mais

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa)

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aymoré de Castro Alvim Filho Eng. Eletricista, Dr. Especialista em Regulação, SRG/ANEEL 10/02/2009 Cartagena de Indias, Colombia Caracterização

Leia mais

USO DO GÁS NATURAL DE PETRÓLEO NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

USO DO GÁS NATURAL DE PETRÓLEO NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA PÓS - GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA ADP8088 - SEMINÁRIOS EM ENGENHARIA AGRÍCOLA II USO DO GÁS NATURAL DE

Leia mais

GAMA FIAT GPL BI-FUEL: PROJECTADA, FABRICADA E GARANTIDA PELA FIAT

GAMA FIAT GPL BI-FUEL: PROJECTADA, FABRICADA E GARANTIDA PELA FIAT GAMA FIAT GPL BI-FUEL: PROJECTADA, FABRICADA E GARANTIDA PELA FIAT GPL Euro 5 da Fiat Segurança Economia Tecnologia Ecologia A Gama Fiat GPL Bi-Fuel 1 GPL Euro 5 da Fiat A nova oferta GPL Euro 5 da Fiat

Leia mais

Manual Do Usuário. Monogás Tester. MonoGás Nº. PLANATC Tecnologia Eletrônica Automotiva Ltda Certificado de Garantia.

Manual Do Usuário. Monogás Tester. MonoGás Nº. PLANATC Tecnologia Eletrônica Automotiva Ltda Certificado de Garantia. Certificado de Garantia. Modelo Controle MonoGás Nº A Planatc Tecnologia Eletrônica Automotiva Ltda garante o equipamento adquirido contra possíveis defeitos de fabricação pelo período de 6 meses, a partir

Leia mais

PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS

PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS Meio Ambiente Tudo que está a nossa volta: todas as formas de vida e todos os elementos da natureza. Ecologia Ciência que estuda a relação dos seres vivos

Leia mais

ETENE. Energias Renováveis

ETENE. Energias Renováveis Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste ETENE Fonte: http://www.noticiasagronegocios.com.br/portal/outros/1390-america-latina-reforca-lideranca-mundial-em-energias-renovaveis- 1. Conceito

Leia mais

EFICIÊNCIA EM PROCESSOS DE COMBUSTÃO À GÁS. Apresentação Eng Wagner Branco wagnerbranco@zetecambiental.com.br

EFICIÊNCIA EM PROCESSOS DE COMBUSTÃO À GÁS. Apresentação Eng Wagner Branco wagnerbranco@zetecambiental.com.br EFICIÊNCIA EM PROCESSOS DE COMBUSTÃO À GÁS Apresentação Eng Wagner Branco wagnerbranco@zetecambiental.com.br Principais atividades da Zetec Tecnologia Ambiental Engenharia de Combustão Diagnósticos energéticos.

Leia mais

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 MÁQUINAS TÉRMICAS MOTORES A PISTÃO Também conhecido como motor alternativo, por causa do tipo de movimento do pistão.

Leia mais

Equipamentos de queima em caldeiras

Equipamentos de queima em caldeiras Equipamentos de queima em caldeiras Notas das aulas da disciplina de EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS 1 Objectivo do sistema de queima 1. Transportar o combustível até ao local de queima 2. Proporcionar maior

Leia mais

ANEXO 14- PILHAS DE COMBUSTÍVEL

ANEXO 14- PILHAS DE COMBUSTÍVEL ANEXO 14- PILHAS DE COMBUSTÍVEL 198 Conteúdo 1 Pilha de combustível... 199 1.1 O que é um elemento a combustível... 199 1.2 Princípio de funcionamento... 200 1.3 Tipos básicos de elementos a combustível...

Leia mais

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE MECÂNICA

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE MECÂNICA A quilometragem percorrida pelo veículo é indicada pelo: 1 velocímetro. 2 hodômetro. 3 manômetro. 4 conta-giros. O termômetro é utilizado para indicar a temperatura: 1 do motor. 2 do combustível. 3 no

Leia mais

DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos.

DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos. R O C H A DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos. O petróleo e seus derivados têm a maior participação na

Leia mais

Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos

Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos Aula nº85 22 Maio 09 Prof. Ana Reis Recursos energéticos Vivemos numa época em que os recursos energéticos afectam a vida de todas as pessoas.

Leia mais

DESEMPENHO E EMISSÕES DE UM MOTOR DIESEL OPERANDO COM BAIXAS VAZÕES DE HIDROGÊNIO

DESEMPENHO E EMISSÕES DE UM MOTOR DIESEL OPERANDO COM BAIXAS VAZÕES DE HIDROGÊNIO DESEMPENHO E EMISSÕES DE UM MOTOR DIESEL OPERANDO COM BAIXAS VAZÕES DE HIDROGÊNIO Responsável pelo Projeto Luiz Augusto de Noronha Mendes FPT Industrial RESUMO Este trabalho apresenta um estudo sobre o

Leia mais

Ministério da Energia

Ministério da Energia Ministério da Energia O PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO DO SECTOR DE BIOENERGIA EM MOÇAMBIQUE Apresentação na 2ª Semana de Bioenergia Maputo, 05 de Maio de 2014 14-05-2014 1 JUSTIFICAÇÃO As principais motivações

Leia mais

Veículos a gás natural, a solução necessária

Veículos a gás natural, a solução necessária Veículos a gás natural, a solução necessária 21/Novembro/2013/Montijo Jorge F. G. de Figueiredo, Vice-Presidente da APVGN Visite http://www.apvgn.pt https://www.facebook.com/apvgn 1 Vivemos num planeta

Leia mais

ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS

ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS O que é biomassa? - É toda matéria orgânica proveniente das plantas e animais. Como se forma a biomassa? - A biomassa é obtida através da fotossíntese realizada pelas plantas.

Leia mais

Agricultura de Baixo Carbono e Bioenergia. Heitor Cantarella FAPESP: Programa BIOEN & Instituto Agronômico de Campinas(IAC)

Agricultura de Baixo Carbono e Bioenergia. Heitor Cantarella FAPESP: Programa BIOEN & Instituto Agronômico de Campinas(IAC) Agricultura de Baixo Carbono e Bioenergia Heitor Cantarella FAPESP: Programa BIOEN & Instituto Agronômico de Campinas(IAC) Bioenergia: energia renovável recicla o CO 2 E + CO 2 + H 2 O CO 2 + H 2 O Fotossíntese

Leia mais

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50. Fonte: Metalsinter

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50. Fonte: Metalsinter DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50 1) O que são os Diesel S-50 e S-10? Significa Diesel de Baixo Teor de Enxofre. Aqui no Brasil são dois os tipos que serão utilizados em veículos: o S-50 e o S-10.

Leia mais

TECNOLOGIAS DE MICRO-GERAÇÃO E SISTEMAS PERIFÉRICOS. 3 Motores de êmbolos

TECNOLOGIAS DE MICRO-GERAÇÃO E SISTEMAS PERIFÉRICOS. 3 Motores de êmbolos 3 Motores de êmbolos 29 3.1 Descrição da tecnologia Nos motores de êmbolos, usualmente conhecidos como motores de combustão interna, a energia química contida no combustível é convertida em energia mecânica.

Leia mais

Soluções Biomassa. Recuperadores de calor ventilados a lenha. Recuperadores de calor ventilados a pellets. Recuperadores de calor a água a lenha

Soluções Biomassa. Recuperadores de calor ventilados a lenha. Recuperadores de calor ventilados a pellets. Recuperadores de calor a água a lenha Soluções Biomassa Recuperadores de calor ventilados a lenha Recuperadores de calor ventilados a pellets Recuperadores de calor a água a lenha Recuperadores de calor a água a pellets Salamandras ventiladas

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Por quê usar puro óleo vegetal como combustível? Thomas Renatus Fendel* A ciência e a história demonstraram que a economia deve harmonizar-se com o ambiente que a rodeia: os recursos

Leia mais

Vinícius Ladeira Gerente de Projetos Ambientais da CNT Junho de 2010

Vinícius Ladeira Gerente de Projetos Ambientais da CNT Junho de 2010 Combustíveis Alternativos e a Redução das Emissões de Poluentes 12ª Transpo-Sul Vinícius Ladeira Gerente de Projetos Ambientais da CNT Junho de 2010 Tecnologias, Combustíveis mais limpos e Redução das

Leia mais

Conceitos Básicos sobre Biogás de Aterro e as Tecnologias para o seu Aproveitamento Energético

Conceitos Básicos sobre Biogás de Aterro e as Tecnologias para o seu Aproveitamento Energético Conceitos Básicos sobre Biogás de Aterro e as Tecnologias para o seu Aproveitamento Energético Sandra Mazo-Nix SCS Engineers Consultora - US Environmental Protection Agency (US EPA) Sumário Conceitos Básicos

Leia mais