Sistema Brasileiro de TV Digital

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistema Brasileiro de TV Digital"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA Sistema Brasileiro de TV Digital por Christian Puhlmann Brackmann Trabalho Individual I TI-2008/02 Orientado por Prof. Dr. Paulo Roberto Gomes Luzzardi Pelotas, novembro de 2008

2 Prefácio Desde o começo a imagem nos fascina. Inventamos muito. Buscamos a qualidade que o olho tem. Nunca chegamos tão perto. É uma nova TV, com imagem mais nítida, sem ruídos e interferências. E tudo isso é resultado de uma tecnologia que começa com um pequeno detalhe: até há pouco as gravações eram analógicas. Marcas físicas eram feitas em uma fita. No novo sistema, todo tipo de informação e gravação é digitalizada, ou seja, transformada por fórmulas em códigos Primeira transmissão local de TV Digital no RS. Abertura do Jornal do Almoço (05/11/2008) 2

3 SUMÁRIO 1 Introdução 10 2 Diferenças entre a tecnologia analógica e digital 12 3 A Implantação da TV Digital no Brasil 15 4 O Sistema Brasileiro de Televisão (SBTVD) 28 5 O middleware brasileiro: Ginga Ginga-NCL (Linguagem Declarativa) XHTML Lua 5.2 Ginga-J (Linguagem Procedural) 5.5 Ginga-CC (Common Core) Ferramenta Disponibilizada para testes: Virtual Set-Top Box 41 7 Canal de Retorno 42 8 Difusão de Dados 46 9 Interação Conclusão Trabalhos Futuros Referências Bibliográficas 54 3

4 LISTA DE FIGURAS 1 Múltiplos percursos do sinal causando sobreposição de bits 13 recebidos (BARBOSA et. al, 2008) 2 Diferentes tipos de interferência e a recuperação de dados 14 (BARBOSA et. al, 2008a) 3 Cronograma de início de transmissão da TV Digital (FSBTVD, ) 4 Camadas genéricas dos sistemas de TV Digital (BECKER, ) 5 Exemplo de transmissão hierárquica e recepção parcial (ABNT 20 NBR 15604:2007). 6 Exemplo de URD Full-Seg 20 7 Exemplo de URD One-Seg 21 8 Formato Entrelaçado e Progressivo 24 9 Arquitetura interna de um Terminal de Acesso (BARBOSA et. 25 al, 2008) 10 Arquitetura interna de um Terminal de Acesso (CPqD, 2006) Middlewares existentes atualmente em terminais de acesso 27 (SOUZA, 2008) 12 Camadas do Sistema Brasileiro de TV Digital (SOUZA, 2008) Arquitetura do Middleware Ginga (OPENGINGA, 2008) Possíveis formas de canais de comunicação Sistema de transmissão e recepção de TV Digital (Adaptado de 44 BARBOSA, 2008) 16 Envio de dados por Carrossel Tratamento de arquivo corrupto Diagrama - novos dispositivos físicos de interação com a TVDi 53 4

5 LISTA DE TABELAS 1 Domicílios com bens duráveis e serviços de acesso a comunicação em 2007 (IBGE, 2007) 2 Domicílios com bens duráveis e serviços de acesso a comunicação de 1992 a 2007 (IBGE, 2007) 3 Prazos para implantação da TV Digital em diferentes regiões (Adaptado de FSBTVD, 2006) Sinal digital ativos e a serem implantados no Brasil 17 5 Funções e opcionais em URDs 22 6 Resoluções obrigatórias e opcionais em receptores de TV Digital (ABNT NBR 15604:2007) Perfis do H.264 (BARBOSA, 2008) 29 8 Perfis do MPEG-4 HE-ACC (BARBOSA, 2008) 30 9 Funcionalidades mínimas previstas para os URDs 49 5

6 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS SBTVD API ARIB ATSC BP Sistema Brasileiro de TV Digital Application Programming Interface Association of Radio Industries and Businesses Advanced Common Application Plataform Baseline Profile BST-OFDM Band Segmented Transmission - Orthogonal Frequency Division CIF CPU DASE DAVIC DSM-CC DVB EAD Common Intermediate Format Central Processing Unit Digital Television Application Software Environment Digital Audio-Video Council Digital Storage Media, Command and Control Digital Video Broadcasting Educação a Distância GPLv2 General Public License Version 2 HAVI HD DVD HDMI HDTV HP ISDB ITU MHP MP3 MPEG NCL Home Audio-Video Interoperability High Definition Digital Video Disc High-Definition Multimedia Interface High-Definition Television High Profile Integrated Services Digital Broadcasting International Telecommunication Union Multimedia Home Plataform MPEG Layer-3 Audio Moving Picture Expert Group Nested Context Language 6

7 P2P RF SBR SDTV SMIL STB TVDI URD VM XHTML Peer-to-Peer Radiofreqüência Spectral Band Replication Standard Definition Television Synchronized Multimedia Integration Language Set-Top Box Televisão Digital Interativa Unidade de Recepção Digital Virtual Machine extensible Hypertext Markup Language 7

8 RESUMO Desde os anos 90, discute-se TV Digital Terrestre no Brasil. Esta discussão gerou, naturalmente, interesses tecnológicos e comerciais no Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). Baseado no sistema de TV Digital Japonês, a criação do padrão SBTVD levou em consideração também um conjunto de peculiaridades específicas dos costumes, questões sociais e da geografia nacional para que a televisão digital tivesse ao alcance de todos os brasileiros. Este trabalho tem o objetivo de mostrar o estado-da-arte da TV digital no Brasil, apresentando uma visão geral do Sistema Brasileiro de TV Digital, bem como o middleware criado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) chamado Ginga. 8

9 ABSTRACT Since the 1990 s terrestrial Digital TV is being discussed in Brazil. These discussions have, naturally, made several technological and commercial interests in the Brazilian Digital TV System. Based on the Japanese Digital TV system, the creation of the Brazilian system also considered factors of the country s culture, social issues, and the terrain, so that digital TV could reach all Brazilian citizens. This objective of this research is to show the state of art of the Brazilian digital TV, presenting an overview of the system and also about the middleware developed by PUC-RIO (Pontifícia Universidade Católica) and UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). 9

10 1. Introdução Desde a implantação do primeiro canal de TV, a BBC (British Broadcasting Corporation) de Londres, fundada em 1936, a televisão já passou por várias mudanças, em um constante processo de evolução e adaptação às novas necessidades sociais. Um grande acontecimento da televisão ocorreu na década de 50, onde já era possível assistir imagens coloridas. No final da década de 80 iniciaram os testes com diferentes tipos de modulações do sinal audiovisual digital para transmissão terrestre e por satélite. (BBC, 2008) A televisão é um dos mais importantes meios de comunicação no Brasil e sempre teve um forte papel integrador, sendo um agente de cultura e entretenimento. Com uma forte penetração popular, mais de 94% dos domicílios brasileiros (demonstrado na Tabela 1) recebem informação e se integram ao contexto brasileiro através da televisão. Em algumas localidades, esse é o único meio de comunicação existente (BECKER, 2004). Tabela 1: Domicílios com bens duráveis e serviços de acesso a comunicação em 2007 (IBGE, 2007) Tabela 2: Domicílios com bens duráveis e serviços de acesso a comunicação de 1992 a 2007 (IBGE, 2007) 10

11 Apesar do Sistema de TV Digital Terrestre Brasileiro ter sido definido recentemente, as transmissões de TV por satélite já são feitas de forma digital há mais de 10 anos no Brasil. Com diversas técnicas de digitalização e compressão dos sinais de vídeo e áudio, emissoras de TV, empresas de ensino à distância e outras com interesses em transmissão de vídeo já utilizam satélites para transmissão dos seus sinais de TV Digitais por todo país. A TV Digital Terrestre é uma evolução tecnológica da TV Analógica, trazendo mais qualidade de vídeo e áudio, aumento da oferta de programação e possibilidades de novos serviços e aplicações. 11

12 2. Diferenças entre a tecnologia analógica e digital Uma das principais características da transição da TV analógica para a digital é o aumento da resolução, melhora da qualidade de imagem e som, fim de chuviscos e chiados, além de fantasmas. Estes efeitos sobre a imagem ocorrem quando há interferência e ruídos no sinal original, limitando a capacidade do sistema. Os dois tipos de ruídos (aleatório e impulsivo) são melhor detalhados a seguir. Ruídos aleatórios ocorrem em todos os espectros de freqüência e infelizmente não podem ser evitados. Na transmissão analógica, eles são responsáveis pela queda da qualidade do sinal recebido, causando os conhecidos chuviscos na imagem. A queda da qualidade depende da relação entre a) potência do sinal e b) ruído (também conhecido como relação S/N). De acordo com a distância do televisor com a fonte de transmissão (torre), diminui também a qualidade do sinal. Em sistemas digitais, o ruído pode modificar um nível digital do sinal a ser recebido a ponto de ser confundido e causando erro de bit. Para não ocorrer este tipo de problema, todos os padrões de TV digital adotadas no mundo utilizam um código de corretores de erros. Se a taxa de erros estiver acima de um limiar, o código corretor é capaz de corrigir todos os erros e não ocorre perda de qualidade, ao contrário o que ocorre quando o sinal é muito fraco: o código de correção não consegue recuperar a transmissão e acaba inclusive inserindo bits errados. Por este motivo é usual dizer que tem-se um sinal perfeito e sem chuviscos. 12

13 Figura 1: Múltiplos percursos do sinal causando sobreposição de bits recebidos (BARBOSA et. al, 2008) Outra forma de deterioração do sinal recebido é o chamado múltiplo percurso. Este efeito é causado pelos diferentes caminhos que o sinal pode realizar. Cada um dos percursos pode apresentar atenuação e atrasos diferentes dos demais, fazendo com que o sinal recebido seja sobreposto de várias maneiras (como mostrado na Figura 1). Este tipo de efeito reflexivo em prédios, casas e outros tipos de elevações íngremes do terreno resultam no efeito fantasma no sistema analógico e no digital um fenômeno chamado de ISI (Inter Symbol interference), ou em português: interferência entre símbolos. O ISI é um termo que denota a sobreposição entre os bits recebidos. Se houver um retardo a ponto de sobrepor o símbolo, o ISI pode tornar inviável a recepção. Existem ainda outras fontes de possíveis interferências, tais como os ruídos impulsivos. Os ruídos impulsivos são aqueles causados por motores elétricos (eletrodomésticos, elevadores, motores industriais, entre outros), veículos automotores, transformadores de distribuição de energia elétrica, descargas atmosféricas, etc. 13

14 Figura 2: Diferentes tipos de interferência e a recuperação de dados (BARBOSA et. al, 2008a) Demonstra-se na Figura 2 uma breve explicação de como ocorre a deterioração do sinal do sinal original e sua recuperação. No topo é mostrado como o sinal original é transmitido, logo abaixo são os efeitos ocasionados pela reflexão do sinal (ruídos aleatórios) e o ruído branco Gaussiano (ruídos impulsivos) e como o sinal é recebido pela URD (Unidade Receptora Decodificadora). A URD será responsável por receber o sinal e com a utilização do código de recuperação e os instantes de amostragem recuperar o sinal original, garantido uma excelente qualidade de imagem e som ao telespectador. O excesso de ruídos na recepção pode ocasionar uma rajada de erros em símbolos consecutivos do sinal e o sistema corretor de erros não ser capaz de corrigir o código recebido, levando a queda da recepção. Esta ocorrência age de forma diferente no sistema analógico, pois por pior que seja o sinal o telespectador pode continuar assistindo. No caso da TV digital, o sinal chega perfeito ou não chega. Por este motivo foi importante avaliar qual sistema de transmissão é o melhor e mais adequado para as residências brasileiras. 14

15 3. A Implantação da TV Digital no Brasil A TV Digital, após anos de atraso em relação a outros países, chega no Brasil como uma nova tendência de mercado. A primeira transmissão de sinal digital terrestre aberta feita no Brasil aconteceu em dois de dezembro de 2007, na cidade de São Paulo. Ainda assim, a disponibilidade de captação do sinal digital era restrito a alguns bairros da capital. Desde então, o sinal tem se espalhado por outros bairros e até mesmo outras cidades. Destaca-se na Figura 3 e Tabela 3, o cronograma de implantação da transmissão digital. Este cronograma indica o período para a implantação do sinal digital em cada região do país. Espera-se que até 2016 todos os telespectadores já estejam aptos a receber a programação televisiva totalmente digital e que, desta forma, possa extinguir o sinal analógico em âmbito nacional. Figura 3: Cronograma de início de transmissão da TV Digital (FSBTVD, 2006). Na Tabela 3 são mostrados os mesmos dados da Figura 3, porém em um formato de melhor compreensão. Indicou-se os prazos iniciais e finais de cada implantação, dividos pelos grupos de implantação. Na Grande São Paulo não houve uma data de início de implantação, pois seu uso era apenas experimental. Definiu-se apenas um prazo final para o início oficial das transmissões. 15

16 Fase Início Implantação Prazo Final Cidades Compreendidas SP - Dezembro/2007 Grande São Paulo 1 Janeiro/2008 Janeiro/2010 Geradoras de Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza 2 Maio/2008 Maio/ Setembro/2008 Setembro/ Janeiro/2008 Janeiro/2011 Geradoras de Belém, Curitiba, Goiânia, Manaus, Porto Alegre e Recife. Geradoras de Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Maceió, Natal, São Luiz e Teresina. Geradoras de Aracajú, Boa Vista, Florianópolis, Macapá, Palmas Porto Velho, Rio Branco, e Vitória. 5 Maio/2009 Maio/2011 Demais Geradoras 6 Junho/2009 Junho/2011 Retransmissoras Capitais e DF 7 Junho/2011 Junho/2013 Retransmissoras de outras localidades Tabela 03: Prazos para implantação da TV Digital em diferentes regiões (Adaptado de FSBTVD, 2006). Vale lembrar que de acordo com EMBRATEL (2008), o sinal digital já é transmitido faz dez anos no Brasil através de satélites de alta tecnologia da companhia. Para a captação deste sinal, é necessário obter equipamentos específicos para captação de sinal por antenas parabólicas e que possam decodificar o sinal de forma correta e íntegra, como por exemplo, o receptor digital de satélite de alta definição Zinwell série ZDX (ZINWELL, 2008). Como este sistema não é o foco deste trabalho, serão discutidos apenas temas pertinentes ao Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD-T). Mesmo existindo um cronograma de implantação do sinal digital, ele não está sendo seguido com rigorosidade, pois já ocorre uma divergência em relação aos prazos estipulados na Tabela 03. Esta divergência é detalhada na Tabela 04, onde para o Grupo G3 não há previsão 16

17 de início de transmissões em nenhuma das capitais e para o Grupo G4 houve um adiantamento no início das transmissões. Grupo Cidade Início das Transmissões SP Grande São Paulo 02/DEZ/ G1 Belo Horizonte 07/ABR/ G1 Rio de Janeiro 16/JUN/ G2 Goiânia 04/Ago/ G2 Curitiba 22/OUT/ G2 Porto Alegre 04/NOV/ G3 - - G4 Florianópolis Final de NOV/ Tabela 4: Sinal digital ativos e a serem implantados no Brasil Uma das grandes inovações que a TV Digital traz é a interatividade. De acordo com o dicionário Aurélio, interatividade é qualquer ação que se exerce mutuamente entre duas ou mais coisas, ou duas ou mais pessoas. A interação permitirá que o telespectador participe ativamente da programação que está sendo transmitida através de aplicações que são enviadas juntamente à transmissão do sinal digital, ou seja, parte da banda será alocada para o envio de dados. Os aplicativos, assim como nos computadores, possuem inúmeros recursos que estão disponíveis ao programador, para codificar seu aplicativo. Com o surgimento das novas oportunidades frente à televisão, ocorre em paralelo uma imensa revolução entre os tipos de telespectadores, pois surgem os telespectadores ativos, ou seja, o modelo de transmissão digital cria um novo modelo de relacionamento com seu público (COSTA et. al, 2008) (FLORES, 2008). Além disso, surgem também os programas não-lineares. A definição é vista logo a seguir:

18 "Programa não-linear é um programa de TV composto não apenas pelo áudio principal e vídeo principal, mas também por outros dados transmitidos em conjunto. Estes dados constituem outros áudios e vídeos, além do principal, imagens, textos, etc., e um aplicativo relacionando temporalmente e especialmente todos esses objetos de mídia. Esse relacionamento pode ser guiado por interações do usuário telespectador, ao qual poderá ser delegado o controle de fluxo de um programa televisivo, determinando se um determinado conteúdo deve ser exibido ou não e, em sendo, a forma como será exibido. Como o fluxo de um programa televisivo deixa de ser contínuo em sua concepção e com vários caminhos alternativos de exibição, esse programa é chamado de não-linear." (BARBOSA, 2008) A interação com a televisão só é possível havendo aplicativos específicos para a televisão que é executado na camada de aplicação do terminal de acesso. Todos os sistemas de TV Digital no mundo utilizam um sistema de camadas para a organização dos diferentes padrões do sistema, como mostrado na Figura 4. O funcionamento das camadas é comparável ao do utilizado em redes, ou seja, cada camada é responsável pelo tratamento de uma informação específica. As camadas são (em ordem de execução): modulação, transporte, compressão de áudio e vídeo, middleware e aplicação. Figura 4: Camadas genéricas dos sistemas de TV Digital (BECKER, 2008) Pode-se ver na Figura 4 que os aplicativos são localizados acima do middleware. 18

19 Um middleware é uma classe de software desenvolvida para gerenciar a complexidade e heterogeneidade inerentes ao sistema (BAKKEN, 2001). Programas de TV digital interativa podem ser entendidos como aplicações hipermídia/multimídia. Nesse cenário, sistemas hipermídia (ou multimídia interativos) irão se constituir em uma das ferramentas mais importantes a serem dominadas. Sistemas de autoria hipermídia são o suporte para a geração de informação, não se restringindo apenas à concepção dos conteúdos em si, mas incluindo também a concepção de como eles devem ser apresentados. Sistemas de exibição hipermídia (núcleo central dos chamados middlewares para Set-Top Boxes) são os responsáveis pela apresentação especificada. Todos esses sistemas têm por base alguma linguagem de especificação. Conteúdos para TV digital interativa são usualmente concebidos usando uma linguagem declarativa (aplicações essas que para serem exibidas têm o suporte do chamado middleware declarativo), ou uma linguagem imperativa (a linguagem Java predomina e, nesse caso, as aplicações têm o suporte do chamado middleware procedural). Além do suporte à criação de conteúdos, o middleware tem a função de virtualizar os aparelhos de televisão de diferentes fabricantes, definindo para os que produzem conteúdo uma visão única de plataforma. Esse papel confere ao middleware fundamental importância, pois é ele quem regula as relações entre duas indústrias estratégicas para o país de: a) produção de conteúdo e b) fabricação de aparelhos receptores. Os aparelhos receptores, também conhecidos como terminal de acesso, são dispositivos de recepção e decodificação de sinais de televisão digital que são conectados a um televisor por meio de cabos ou qualquer outro tipo de conexão e que, para tanto, disponibilizam interfaces de saída de áudio e vídeo, sejam elas analógicas ou digitais (ABNT NBR 15604, 2007). Aparelhos mais modernos também possuem interfaces de entrada e comunicação, tais como: USB, Ethernet, Rede Sem-Fio, etc. Vale ressaltar ainda que o terminal de acesso possui um sistema operacional sendo executado na CPU (Central Processing Unit). Como o dispositivo foi fabricado para uma função específica, ele pode ser considerado um sistema embarcado. Um sistema embarcado é qualquer componente em um sistema maior que realiza seu processamento local (WOLF, 2002). Acima da camada do sistema operacional está localizada a camada do middleware. 19

20 O fato de o equipamento possuir um sistema operacional diferenciado possibilita grande flexibilidade, tanto de aplicações, tanto de decodificações de áudio e vídeo. O tipo de URD pode variar de acordo com a condução da codificação do canal. O SBTVD possui uma condução de 13 unidades de segmento, conforme demonstrado na Figura 5. Figura 5: Exemplo de transmissão hierárquica e recepção parcial (ABNT NBR 15604:2007). Para haver a decodificação do sinal digital, é necessário uma URD ou também chamado de terminais de acesso. Os terminais de acesso se dividem em duas categorias: 1. Full-Seg (utiliza todos os segmentos do canal): São dispositivos capazes de decodificar informações de áudio, vídeo, dados etc. contidas na camada do fluxo de transporte de 13 segmentos destinada ao serviço fixo (indoor) e móvel. Receptores full-seg podem ser de dois tipos: integrado (dispositivo de recepção de sinais de televisão digital integrado ao monitor, dispensando interfaces de saídas dos sinais de áudio e vídeo) ou externo (Set-Top Box ou Conversor Digital mostrado na Figura 6) e devem converter diferentes tipos de resoluções, conforme mostrado na Tabela 5. 20

21 Figura 6: Exemplo de URD Full-Seg 2. One-Seg (utiliza apenas um segmento do canal) Os receptores one-seg (exemplificado na Figura 7) devem obrigatoriamente pelo menos suportar a decodificação de vídeo nos formatos: CIF (Common Intermediate Format) com razão de aspecto de 4:3, QVGA (Quarter Video Graphics Array) e SQVGA (Sub-QVGA), ambos com razão de aspecto de 4:3 e 16:9. Estes formatos de vídeo são apresentados na Tabela 5 e 6, podendo, a critério do fabricante do receptor, ser adicionadas outras resoluções. Destinado para receptores móveis ou "handhelds", decodifica exclusivamente informações de áudio, vídeo, dados etc., contidas na camada A localizada no segmento central dos 13 segmentos. O middleware embarcado no receptor oneseg deve obrigatoriamente contemplar as especificações do Ginga-NCL standalone com máquina de execução LUA. A ponte com uma máquina Java é opcional. Figura 7: Exemplo de URD One-Seg 21

22 Apresenta-se na Tabela 5 as diferentes especificações apresentadas pelo CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) para os terminais de acesso (CPqD, 2006): Tabela 5: Funções e opcionais em URDs (CPqD, 2006) De acordo com a tabela de modelos apresentados na Tabela 5, o consumidor possui várias alternativas de terminais de acesso de TV Digital. Os modelos vão aumentando gradativamente em robustez, do básico ao avançado. No modelo básico, o usuário tem a opção de um aparelho contendo simplesmente o necessário para assistir aos programas transmitidos pela emissora em baixa qualidade. Um dos pontos fracos deste modelo é a falta do middleware Ginga no equipamento, ou seja, não há interação do usuário com a programação. Diferentemente do modelo anterior, os modelos mais avançados já possuem o middleware instalado e, conseqüentemente, possuem interatividade, além de interfaces para 22

23 outros dispositivos (tais como: armazenamento externo, teclados, mouse, etc.) e saídas para televisores de alta resolução (HDMI - High-Definition Multimedia Interface). Conforme comentado anteriormente, as URDs trabalham com diferentes tipos de resoluções. Na Tabela 6 são listados os diferentes padrões de resolução e sua obrigatoriedade: Tabela 6: Resoluções obrigatórias e opcionais em receptores de TV Digital (ABNT NBR 15604:2007). As diferentes opções de formato possuem a finalidade de aumento de compatibilidade com diferentes equipamentos e para que o telespectador possa usufruir da melhor qualidade de imagem disponível. Conforme apresentado na Tabela 6, nota-se que os formatos que são obrigatórios em dispositivos Full-Seg possuem no final uma letra que indica o modo que a tela executa a varredura de pixels na tela. As letras i e p indicam a freqüência com que as imagens são projetadas na tela, mostrado na Figura 8. No formato entrelaçado (letra i, do inglês interlaced), apenas metade das linhas de pixels da tela se acende a cada vez, enquanto a outra metade permanece apagada formando a ilusão de uma resolução maior com apenas metade da imagem formada. Isso ocorre alternadamente 60 vezes por segundo. Assim, cada linha se acende 30 vezes a cada segundo, e a imagem é atualizada 30 vezes por segundo. (CLICRBS, 2008) No formato progressivo (letra p), todas as linhas de pixels se acendem ao mesmo tempo 60 vezes por segundo. Isso significa que a imagem completa da cena é atualizada na tela 60 vezes por segundo. (CLICRBS, 2008) 23

24 Figura 8: Formato Entrelaçado e Progressivo (CLICRBS, 2008) Apresenta-se nas Figuras 9 e 10, exemplos de diagramas em blocos dos terminais de acesso que pode ou não estar embutido no aparelho de televisão. O sinal recebido, passa pelas seguintes etapas (um diagrama mais detalhado pode ser visto também na Figura 15): 1 - Demodulação (sintonia e retirada do canal de freqüência); 2 - Demultiplexação (os fluxos de áudio, vídeo e dados são separados); 3 - Entrega do sinal aos decodificadores de áudio, vídeo e CPU. Também são indicados alguns outros componentes, tais como: IR (interface de rede), CR (controle remoto), CPU (unidade de processamento), RF (entrada e saída de sinais de radiofreqüência) e entradas e saídas de vídeo. 24

25 Figura 9: Arquitetura interna de um Terminal de Acesso (BARBOSA et. al, 2008) Figura 10: Arquitetura interna de um Terminal de Acesso (CPqD, 2006) Os diagramas apresentados nas Figuras 9 e 10 mostram dois diferentes modelos de terminal de acesso. Foram criados e desenhados pela PUC-Rio e CPqD, respectivamente. Não são notadas muitas diferenças entre as arquiteturas, exceto o elo entre a CPU, onde se encontra o sistema operacional e também o middleware, com a saída de vídeo e áudio. Tal elo é essencial para ocorrer a comunicação entre o fluxo de imagem e áudio principal com o os aplicativos executados no núcleo de processamento do terminal de acesso. Sem este elo, não é possível incluir na tela de exibição a interfaces, menus, músicas, efeitos de som, entre outros. Ou seja, a execução de todas as funções necessárias para a experiência completa dos aplicativos interativos não seria viável no primeiro modelo. Diferentemente do primeiro 25

26 modelo, o segundo modelo possui um elo entre o núcleo de processamento e controle com o "Processador Gráfico", ou seja, já há uma comunicação entre o middleware e a saída de vídeo do equipamento, a qual será ligada ao televisor. Este elo torna possível misturar e fundir imagens de diferentes fontes (fluxo de imagem principal e imagem gerada pelo aplicativo sendo executado no CPU). Mesmo havendo este elo, não torna ainda completo todos os módulos e fases necessárias para haver a experiência de interatividade completa com o usuário, pois não há uma mixagem de som. Os atuais middlewares existentes para Set-Top Box são (BECKER, 2004) (MORRIS, 2005) (Veja Figura 11): DASE (Digital Television Application Software Environment): Foi desenvolvido como um padrão norte-americano para a camada de middleware em Set-Top Box de TVs Digitais. O DASE utiliza uma máquina virtual Java como mecanismo que facilita a execução de aplicações interativas baseadas em Java, mas também permite o uso de linguagens declarativas, usadas na Web, como HTML e JavaScript; ARIB (Association of Radio Industries and Businesses): O middleware japonês é padronizado pela organização ARIB. Esse middleware é formado por alguns padrões, como o ARIB STD-B24 (Data Coding and Transmission Specification for Digital Broadcasting), que define uma linguagem declarativa (BML Broadcast Markup Language) baseada em XML (Extensible Markup Language), e usada para especificação de serviços multimídia para TV Digital. Outra especificação do middleware é o ARIB-STD B23 (Application Execution Engine Platform for Digital Broadcasting), baseada no padrão europeu (MHP), e que permite a execução de aplicações interativas baseadas em Java; MHP (Multimedia Home Plataform): O padrão europeu de middleware para TV Digital busca oferecer um ambiente de TV digital interativa, independente de hardware e software específicos, aberto e inter-operável, para receptores e set-top box de TV Digital. Seu ambiente de execução é baseado no uso de uma máquina virtual Java e em um 26

27 conjunto APIs que possibilitam aos programas escritos em Java, o acesso a recursos e facilidades do receptor digital de forma padronizada. Uma aplicação DVB (Digital Video Broadcasting) usando API Java é denominada aplicação DVB-J. Além do uso da API Java, o MHP 1.1 introduziu a possibilidade de usar uma linguagem de programação semelhante ao HTML, denominada DVB-HTML. GINGA: O middleware brasileiro pode ser dividido em quatro macrosistemas principais: Ginga-NCL, Ginga-J (permitem o desenvolvimento de aplicações seguindo dois paradigmas de programação diferentes: declarativo e procedural), Ginga-CC e o Sistema Operacional (Linux). Dependendo das funcionalidades requeridas no projeto de cada aplicação, um paradigma possuirá uma melhor adequação que o outro. Nos capítulos seguintes, o middleware Ginga será melhor detalhado. Figura 11: Middlewares existentes atualmente em terminais de acesso (SOUZA, 2008) Para um melhor entendimento das funcionalidades do middleware brasileiro, no capítulo seguinte será feito uma introdução ao Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), onde o Ginga é o middleware. 27

28 4. O Sistema Brasileiro de Televisão (SBTVD) Conforme pode ser visto na Figura 12, o SBTVD segue a tendência de outros middlewares e seu funcionamento é particionado em camadas. Os padrões adotados são: Figura 12: Camadas do Sistema Brasileiro de TV Digital (SOUZA, 2008) São mostrados a seguir um detalhamento das camadas do SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital): BST-OFDM (Band Segmented Transmission - Orthogonal Frequency Division Multiplexing): Na modulação OFDM, divide-se o canal em diversas sub-portadoras e transmite essas sub-portadoras paralelas umas com as outras, e cada uma carrega uma porção da informação. Isto permite que mesmo com interferências, somente uma pequena parte da informação transmitida seja perdida e por isso tecnologia OFDM é mais imune a interferências do ambiente. O BST é responsável pela segmentação de banda, ou seja, torna viável o particionamento do espectro de 6 MHz em três partes: video, áudio e dados. MPEG-2 System (Moving Pictures Expert Group) - Camada de Transporte: O padrão MPEG-2 também foi adotado na camada de transporte em outros padrões, como o norte-americano e europeu. Esta camada é responsável em conduzir o audio e vídeo em mídias frágeis e que 28

PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL

PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL Rafael V. Coelho Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Rio Grande - RS rafaelvc2@gmail.com Resumo. Este trabalho discute os tipos de Middleware usados

Leia mais

Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital. Desenvolvimento de Aplicações Interativas. Trabalhos em andamento

Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital. Desenvolvimento de Aplicações Interativas. Trabalhos em andamento Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital Middleware GINGA Desenvolvimento de Aplicações Interativas Linguagem NCL (Nested Context Language) Trabalhos em andamento 1 2 3 4 Maior resolução de imagem Melhor

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Interativas. GINGA NCL e LUA. Projeto TV Digital Social

Desenvolvimento de Aplicações Interativas. GINGA NCL e LUA. Projeto TV Digital Social Desenvolvimento de Aplicações Interativas GINGA NCL e LUA Projeto TV Digital Social Marco Antonio Munhoz da Silva DATAPREV Gestor do Proejeto TV Digital Social AGENDA Divisão dos assuntos em quatro partes

Leia mais

Visão Geral das Tecnologias Envolvidas no Desenvolvimento de Aplicações Interativas para o Sistema Brasileiro de TV

Visão Geral das Tecnologias Envolvidas no Desenvolvimento de Aplicações Interativas para o Sistema Brasileiro de TV Visão Geral das Tecnologias Envolvidas no Desenvolvimento de Aplicações Interativas para o Sistema Brasileiro de TV Felipe S. PEREIRA 1, Danielle COSTA 2 1 aluno do curso de Análise e Desenvolvimento de

Leia mais

1 Introdução. 1.1. Motivação

1 Introdução. 1.1. Motivação 1 Introdução A adoção do Ginga-NCL como middleware declarativo do SBTVD (Sistema Brasileiro de Televisão Digital) estabeleceu um marco no desenvolvimento de aplicações interativas para TV Digital terrestre

Leia mais

Promovendo a Memória de Pelotas pela TV Digital

Promovendo a Memória de Pelotas pela TV Digital Promovendo a Memória de Pelotas pela TV Digital Flávia P. dos Santos, Cauane Blumenberg, Christian Brackmann, Paulo R. G. Luzzardi Centro Politécnico Universidade Católica de Pelotas (UCPEL) Rua Félix

Leia mais

TECNOLOGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES EDUCACIONAIS PARA TV DIGITAL

TECNOLOGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES EDUCACIONAIS PARA TV DIGITAL TECNOLOGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES EDUCACIONAIS PARA TV DIGITAL Lady Daiana O. PINTO (1,2), José P. QUEIROZ-NETO (1), Kátia Cilene N. SILVA (2). (1) Centro Federal de Educação Tecnológica

Leia mais

Jornalismo Multiplataforma. Tecnologias Redes e Convergência. eduardo.barrere@ice.ufjf.br

Jornalismo Multiplataforma. Tecnologias Redes e Convergência. eduardo.barrere@ice.ufjf.br Jornalismo Multiplataforma Tecnologias Redes e Convergência eduardo.barrere@ice.ufjf.br Panorama Em 2011, a TV atingiu 96,9% (http://www.teleco.com.br/nrtv.asp) TV Digital Uma novidade???? TV Digital Resolve

Leia mais

TV Dig ital - S ocial

TV Dig ital - S ocial Edson Luiz Castilhos Gerente Célula Software Livre - RS Marco Antonio Munhoz da Silva Gestor Projeto TV Digital Social 1 AGENDA O que é TV Digital? Histórico TV Analógica x TV Digital Sistema de TV Digital

Leia mais

APLICAÇÃO PARA A TV DIGITAL INTERATIVA UTILIZANDO A API JAVATV Eli CANDIDO JUNIOR 1 Francisco Assis da SILVA 2

APLICAÇÃO PARA A TV DIGITAL INTERATIVA UTILIZANDO A API JAVATV Eli CANDIDO JUNIOR 1 Francisco Assis da SILVA 2 APLICAÇÃO PARA A TV DIGITAL INTERATIVA UTILIZANDO A API JAVATV Eli CANDIDO JUNIOR 1 Francisco Assis da SILVA 2 RESUMO: A televisão é uma das principais fontes de informação, entretenimento e cultura. A

Leia mais

Entretenimento e Interatividade para TV Digital

Entretenimento e Interatividade para TV Digital Entretenimento e Interatividade para TV Digital Desenvolvimento de Aplicativos para TV Digital Interativa Rodrigo Cascão Araújo Diretor Comercial Apresentação da Empresa A EITV desenvolve software e provê

Leia mais

MDD Mídias Interativas. TV Digital no Brasil

MDD Mídias Interativas. TV Digital no Brasil Pós-Graduação MDD Mídias Interativas TV Digital no Brasil Apresentações Profª. Graciana Simoní Fischer de Gouvêa Email: graciana.fischer@prof.infnet.edu.br COMO FUNCIONAVA A TV NO BRASIL? Analógico Analógico

Leia mais

A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA. Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel

A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA. Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel Universidade Cruzeiro do Sul/CETEC, Av. Ussiel Cirilo, 225 São Paulo Resumo A TV é um importante

Leia mais

Tutorial: TV Digital e o Sistema Brasileiro de TV Digital

Tutorial: TV Digital e o Sistema Brasileiro de TV Digital Revista de Sistemas de Informação da FSMA n. 5 (2010) pp. 31-41 http://www.fsma.edu.br/si/sistemas.html Tutorial: TV Digital e o Sistema Brasileiro de TV Digital Christian Brackmann, Paulo Roberto Gomes

Leia mais

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA A TV digital O surgimento da TV digital se deu em função do desenvolvimento da TV de alta definição (HDTV) no Japão e na Europa, há mais de duas décadas,

Leia mais

Padrões de Middleware para TV Digital

Padrões de Middleware para TV Digital Padrões de Middleware para TV Digital Alexsandro Paes, Renato Antoniazzi UFF Universidade Federal Fluminense Centro Tecnológico Departamento de Engenharia de Telecomunicações Mestrado em Telecomunicações

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital. Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves

Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital. Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves Desenvolvimento de Sistemas para TV Digital Prof. Fabrício J. Barth fbarth@tancredo.br Faculdades Tancredo Neves Objetivo Apresentar os conceitos básicos para o desenvolvimento de sistemas para TV Digital.

Leia mais

Desenvolvendo Aplicações para TV Digital Interativa

Desenvolvendo Aplicações para TV Digital Interativa Desenvolvendo Aplicações para TV Digital Interativa Sávio Luiz de Oliveira Almeida 1, Frederico Coelho 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) Barbacena MG Brasil 2 Departamento de Ciência

Leia mais

Conversor de TV Digital Terrestre: Set-top box

Conversor de TV Digital Terrestre: Set-top box Conversor de TV Digital Terrestre: Set-top box Este tutorial apresenta detalhes de funcionamento de um Conversor de TV Digital Terrestre, também chamado de Set-top box ou terminal de acesso, incluindo

Leia mais

Ginga e a TV Digital Interativa no Brasil

Ginga e a TV Digital Interativa no Brasil Ginga e a TV Digital Interativa no Brasil Bruno Ghisi Engenheiro de Software weblogs.java.net/brunogh Alexandre Lemos Engenheiro de Software Objetivo Introduzir o conceito do cenário brasileiro de TV Digital,

Leia mais

Televisão Digital Interativa se faz com Ginga. Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB

Televisão Digital Interativa se faz com Ginga. Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB Televisão Digital Interativa se faz com Ginga Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB Instituições Selecionadas para Elaborar Propostas de Alternativas Tecnológicas Requisitos básicos b do SBTVD Robustez

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Faculdade de Matemática, Física e Tecnologia

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Faculdade de Matemática, Física e Tecnologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Faculdade de Matemática, Física e Tecnologia 1.00.00.00-3 - CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA 1.03.00.00-7 - CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

Leia mais

GINGA - Software Livre para TV Digital Brasileira

GINGA - Software Livre para TV Digital Brasileira 1 of 6 23/6/2010 22:40 GINGA - Software Livre para TV Digital Brasileira Autor: Paulo Roberto Junior - WoLF Data: 13/04/2009 O que é GINGA Posso falar com minhas próprias indagações

Leia mais

Um framework para o desenvolvimento de aplicações interativas para a Televisão Digital

Um framework para o desenvolvimento de aplicações interativas para a Televisão Digital Um framework para o desenvolvimento de aplicações interativas para a Televisão Digital Adriano Simioni, Valter Roesler Departamento de Informática Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Av. Unisinos,

Leia mais

TV Digital Interativa Jocimar Fernandes ESAB Vitória (ES)

TV Digital Interativa Jocimar Fernandes ESAB Vitória (ES) TV Digital Interativa Jocimar Fernandes ESAB Vitória (ES) Introdução Este trabalho apresenta o modelo brasileiro de telecomunicações, seus problemas e motivos de migração para um sistema digital. São abordados

Leia mais

Lady Daiana O. Pinto ; José P. Queiroz-Neto e Kátia Cilene N. Silva (1) (2) Centro Federal de Educação Tecnológica do Amazonas CEFET

Lady Daiana O. Pinto ; José P. Queiroz-Neto e Kátia Cilene N. Silva (1) (2) Centro Federal de Educação Tecnológica do Amazonas CEFET DESENVOLVIMENTO DE JOGOS EDUCACIONAIS PARA TV DIGITAL 1 2 3 Lady Daiana O. Pinto ; José P. Queiroz-Neto e Kátia Cilene N. Silva (1) (2) Centro Federal de Educação Tecnológica do Amazonas CEFET (1) ladypinheiro@cefetam.edu.br

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social O SISTEMA DE RÁDIO DIGITAL: A MODERNIZAÇÃO DO M.C.M. MAIS POPULAR DO PLANETA Texto redigido para embasar apresentação de seminário na

Leia mais

NCL e Java. Aquiles Burlamaqui

NCL e Java. Aquiles Burlamaqui Construindo programas de TV Digital Interativa usando NCL e Java Aquiles Burlamaqui Sumário Introdução Middleware Aplicações de TVDI Ginga NCL Ginga J Conclusões Introdução TV Digital Interativa O que

Leia mais

1.1. Aplicações de TVD dinâmicas

1.1. Aplicações de TVD dinâmicas 1 Introdução Uma aplicação de TV Digital (TVD) comumente é composta por um vídeo principal associado a outros objetos (aplicações, imagens, vídeos, textos etc.), que são transmitidos em conjunto possibilitando

Leia mais

TV Digital no Brasil e o Middleware Ginga. Luiz Eduardo Cunha Leite

TV Digital no Brasil e o Middleware Ginga. Luiz Eduardo Cunha Leite TV Digital no Brasil e o Middleware Ginga Luiz Eduardo Cunha Leite 1 Sistema de TV Digital no Brasil 3G 1 Seg 2 PTSN, Internet, etc. Nível de Transporte TCP / IP -SI -Carrossel de Dados e Objetos -MPE

Leia mais

PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL

PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL Niterói, RJ, Brasil, 8-10 de novembro de 2005. PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL Alexsandro Paes, Renato H. Antoniazzi, Débora C. Muchaluat Saade Universidade Federal Fluminense (UFF) / Centro Tecnológico

Leia mais

2 Geração Dinâmica de Conteúdo e Templates de Composição

2 Geração Dinâmica de Conteúdo e Templates de Composição 2 Geração Dinâmica de Conteúdo e Templates de Composição Alguns dos aspectos mais importantes na arquitetura proposta nesta dissertação são: a geração dinâmica de conteúdo e a utilização de templates de

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STR1 MOURA LACERDA. TIPOS DE RECEPTORES DE TV e SISTEMAS

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STR1 MOURA LACERDA. TIPOS DE RECEPTORES DE TV e SISTEMAS PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STR1 MOURA LACERDA TIPOS DE RECEPTORES DE TV e SISTEMAS Como tudo em nossa vida e em nosso mundo evolui, com a tecnologia não é diferente, agora você pode contar com alta definição

Leia mais

Metodologia de Integração entre Aplicações Web e Aplicações para TV Digital

Metodologia de Integração entre Aplicações Web e Aplicações para TV Digital 1 Metodologia de Integração entre Aplicações Web e Aplicações para TV Digital Eduardo Barrére Universidade Federal de Juiz de Fora eduardo.barrere@ice.ufjf.br Paula Marin Leite Universidade Federal de

Leia mais

Protocolo de Aplicação para Jogos de Tabuleiro para Ambiente de TV Digital

Protocolo de Aplicação para Jogos de Tabuleiro para Ambiente de TV Digital Protocolo de Aplicação para Jogos de Tabuleiro para Ambiente de TV Digital Felipe Martins de Lima Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense (UFF) Rua Passo da Pátria, 156 São Domingos Niterói

Leia mais

Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado

Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado Bruno de Sousa Monteiro Orientação: Prof. Dr. Fernando da Fonseca de Souza Prof. Dr. Alex Sandro Gomes 1 Roteiro

Leia mais

Bringing All Users to the Television

Bringing All Users to the Television PUC Minas Campus de Poços de Caldas Departamento de Ciência da Computação Laboratório de Televisão Digital Interativa Bringing All Users to the Television Guia de Instalação, Configuração e Desenvolvimento

Leia mais

Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios

Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios Congresso SUCESU-SP 2007 Integrando Tecnologia aos Negócios 29/11/07 Juliano Castilho Dall'Antonia Diretor de TV Digital w w w. c p q d. c o m. b r 1 Sumário

Leia mais

Demonstrações: Requisitos do M iddleware

Demonstrações: Requisitos do M iddleware 1 Copyright 2012 TeleMídia Agenda Introdução à TV Digital Demonstrações: Requisitos do M iddleware M odelo de Referência Ginga: NCL (Lua) Considerações Finais 2 Copyright 2012 TeleMídia Copyright Laboratório

Leia mais

Engenheiro Eletrônico pela PUC-RJ e mestrando da Universidade Federal Fluminense.

Engenheiro Eletrônico pela PUC-RJ e mestrando da Universidade Federal Fluminense. Padrões de Middleware para TV Digital Este tutorial apresenta o conceito de middleware para TV Digital, os atuais padrões de mercado e uma comparação entre eles, em termos de funcionalidades disponibilizadas.

Leia mais

TV Digital: Visão Geral do Sistema Brasileiro

TV Digital: Visão Geral do Sistema Brasileiro TV Digital: Visão Geral do Sistema Brasileiro O conteúdo deste tutorial foi obtido do trabalho elaborado pelos autores Aldilenice e Rodrigo para a etapa de classificação do III Concurso Teleco de Trabalhos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO PARA TV DIGITAL U- TILIZANDO A PLATAFORMA GINGA J

DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO PARA TV DIGITAL U- TILIZANDO A PLATAFORMA GINGA J DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO PARA TV DIGITAL U- TILIZANDO A PLATAFORMA GINGA J Angélica de Oliveira Faculdade de Engenharia de Computação CEATEC angelica.o@puccampinas.edu.br Prof. Dr. David Bianchini

Leia mais

PAPEL BRANCO. Padrão de compactação de vídeo H.264. Novas possibilidades em vigilância por vídeo.

PAPEL BRANCO. Padrão de compactação de vídeo H.264. Novas possibilidades em vigilância por vídeo. PAPEL BRANCO Padrão de compactação de vídeo H.264. Novas possibilidades em vigilância por vídeo. Índice 1. Introdução 3 2. Desenvolvimento do H.264 3 3. Como funciona a compactação de vídeo 4 4. Perfis

Leia mais

FUNDAMENTOS DE TV DIGITAL. Objetivos do Sistema Digital. Digital. Comparação. (NTSC x ATSC) Transmissão simultânea de várias programações

FUNDAMENTOS DE TV DIGITAL. Objetivos do Sistema Digital. Digital. Comparação. (NTSC x ATSC) Transmissão simultânea de várias programações PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ FUNDAMENTOS DE TV DIGITAL Prof. Alexandre A. P. Pohl Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica e Informática Industrial - CPGEI 1 Objetivos do Sistema

Leia mais

TV Digital : Convergência e Interatividade. 2010 HXD Interactive Television

TV Digital : Convergência e Interatividade. 2010 HXD Interactive Television TV Digital : Convergência e Interatividade. A TELEVISÃO. A Televisão... o mais subversivo instrumento da comunicação deste século!" Assis Chateaubriand (1950). A Televisão Sem TV é duro de dizer quando

Leia mais

B ringing Al l U sers to the Television

B ringing Al l U sers to the Television PUC Minas Campus de Poços de Caldas Departamento de Ciência da Computação Laboratório de Televisão Digital Interativa B ringing Al l U sers to the Television Prof. Dr. João Benedito dos Santos Junior Coordenador

Leia mais

2 TV digital e TV de alta definição 2.1. A tecnologia digital

2 TV digital e TV de alta definição 2.1. A tecnologia digital 2 TV digital e TV de alta definição 2.1. A tecnologia digital Neste capítulo, serão abordados os aspectos principais da tecnologia digital e suas conseqüências em termos de mercado consumidor (telespectadores).

Leia mais

TV ESCOLA INTERATIVA: UMA PROPOSTA EDUCATIVA PARA TV DIGITAL

TV ESCOLA INTERATIVA: UMA PROPOSTA EDUCATIVA PARA TV DIGITAL TV ESCOLA INTERATIVA: UMA PROPOSTA EDUCATIVA PARA TV DIGITAL Fernanda Paulinelli Rodrigues Silva 1 Thiago José Marques Moura 1 Alice Helena de Sousa Santos 1 Marília de Barros Ribeiro 1 Guido Lemos de

Leia mais

UMA PROPOSTA DE API PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES MULTIUSUÁRIO E MULTIDISPOSITIVO PARA TV DIGITAL UTILIZANDO O MIDDLEWARE GINGA

UMA PROPOSTA DE API PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES MULTIUSUÁRIO E MULTIDISPOSITIVO PARA TV DIGITAL UTILIZANDO O MIDDLEWARE GINGA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA UMA PROPOSTA DE API PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES MULTIUSUÁRIO

Leia mais

Final da Transição ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD)

Final da Transição ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) Final da Transição ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) Início das transmissões 100% digitais Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro Agência Nacional de Telecomunicações Brasília, 07 de abril

Leia mais

Me Engº Leonardo Ortolan. Me Engº Thiago L. S. Santos

Me Engº Leonardo Ortolan. Me Engº Thiago L. S. Santos TV Digital Me Engº Leonardo Ortolan Me Engº Thiago L. S. Santos Sumário Introdução Desenvolvimento TV Digital: O que é? Padrões de TV Digital TV Digital Brasileira Participação da PUCRS no SBTVD Conclusão

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA TERRA E DO MAR CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA TERRA E DO MAR CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA TERRA E DO MAR CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ESTUDO DO POTENCIAL INTERATIVO DA TV DIGITAL PARA APLICAÇÕES EDUCACIONAIS Área de Informática

Leia mais

Autor: Patrick Freitas Fures

Autor: Patrick Freitas Fures FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS TÉCNICO EM INFORMÁTICA Conectividade WIMAX Autor: Patrick Freitas Fures Relatório Técnico apresentado ao Profº. Nataniel Vieira com requisito parcial para obtenção

Leia mais

Aplicação para a TV Digital Interativa em Java

Aplicação para a TV Digital Interativa em Java UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Aplicação para a TV Digital Interativa em Java por Andressa Garcia von Laer Monografia submetida como requisito

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE ENSINO E GRADUAÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE ENSINO E GRADUAÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE ENSINO E GRADUAÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA UTILIZAÇÃO DO MIDDLEWARE GINGA NCL NO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

TV Interativa. 1 Aplicações em Ginga-NCL Copyright 2006 TeleMídia. serg

TV Interativa. 1 Aplicações em Ginga-NCL Copyright 2006 TeleMídia. serg TV Interativa 1 Aplicações em Ginga-NCL Copyright 2006 TeleMídia TV Digital Melhor imagem Melhor som 2 Aplicações em Ginga-NCL Copyright 2006 TeleMídia Co-Canal 3 Aplicações em Ginga-NCL Copyright 2006

Leia mais

Entretenimento e Interatividade para TV Digital

Entretenimento e Interatividade para TV Digital Entretenimento e Interatividade para TV Digital Interatividade na TV Digital Ginga e Plataformas de Desenvolvimento Rodrigo Cascão Araújo Diretor Comercial O que é a TV Digital Transmissão da emissora

Leia mais

PESPECTVIAS DO PROJETO DE PESQUISA DESENVOLVIMENTO DE MIDDLEWARE PARA DIVULGAÇÃO DE SABERES POPULARES NO CANAL DE INTERATIVIDADE DA TV DIGITAL *

PESPECTVIAS DO PROJETO DE PESQUISA DESENVOLVIMENTO DE MIDDLEWARE PARA DIVULGAÇÃO DE SABERES POPULARES NO CANAL DE INTERATIVIDADE DA TV DIGITAL * PESPECTVIAS DO PROJETO DE PESQUISA DESENVOLVIMENTO DE MIDDLEWARE PARA DIVULGAÇÃO DE SABERES POPULARES NO CANAL DE INTERATIVIDADE DA TV DIGITAL * Wellington Garcia PEREIRA 1 ; Hudson Henrique de Sousa LOPES

Leia mais

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Introdução às Telecomunicações 2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Elementos de um Sistemas de Telecomunicações Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Telecomunicações 2 1 A Fonte Equipamento que origina

Leia mais

Modulação COFDM Uma proposta atrativa para os padrões de TV Digital

Modulação COFDM Uma proposta atrativa para os padrões de TV Digital Modulação COFDM Uma proposta atrativa para os padrões de TV Digital ANA LUIZA RODRIGUES REGINA MISSIAS GOMES Instituto de Ensino Superior de Brasília - IESB analurr@hotmail.com.br regina_missias@pop.com.br

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM PROPÓTIPO DE UM SET TOP BOX COM O MIDDLEWARE GINGA, NO RASPBERRY PI COM UM SISTEMA EMBARCADO LINUX

DESENVOLVIMENTO DE UM PROPÓTIPO DE UM SET TOP BOX COM O MIDDLEWARE GINGA, NO RASPBERRY PI COM UM SISTEMA EMBARCADO LINUX DESENVOLVIMENTO DE UM PROPÓTIPO DE UM SET TOP BOX COM O MIDDLEWARE GINGA, NO RASPBERRY PI COM UM SISTEMA EMBARCADO LINUX A. B. Nunes (IC) ¹ ; N. Freitas (IC)¹; R. Alcântara (IC)²; V. Silveira (IC)²; Jessé

Leia mais

Utilização de uma Arquitetura e um Modelo Escalável para um Programa de EAD Meditizado pela TV Digital Interativa 1

Utilização de uma Arquitetura e um Modelo Escalável para um Programa de EAD Meditizado pela TV Digital Interativa 1 Utilização de uma Arquitetura e um Modelo Escalável para um Programa de EAD Meditizado pela TV Digital Interativa 1 Sergio Ferreira do Amaral 2 Carlos Otávio Schocair Mendes 3 Mônica Cristina Garbin 4

Leia mais

Mecanismo para Armazenamento das Interações dos Usuários de Set-top Box em uma Ferramenta para Análise de Interação

Mecanismo para Armazenamento das Interações dos Usuários de Set-top Box em uma Ferramenta para Análise de Interação Mecanismo para Armazenamento das Interações dos Usuários de Set-top Box em uma Ferramenta para Análise de Interação BASÍLIO, Samuel da Costa Alves BARRÈRE, Eduardo RESUMO O Sistema Brasileiro de Televisão

Leia mais

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS.

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Clara Aben-Athar B. Fernandes¹, Carlos Alberto P. Araújo¹ 1 Centro Universitário Luterano de Santarém Comunidade Evangélica Luterana (CEULS/ULBRA)

Leia mais

ANÁLISE DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES PARA TV DIGITAL INTERATIVA EM UM CENÁRIO DE T-COMMERCE

ANÁLISE DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES PARA TV DIGITAL INTERATIVA EM UM CENÁRIO DE T-COMMERCE III Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte Nordeste de Educação Tecnológica ANÁLISE DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES PARA TV DIGITAL INTERATIVA EM UM CENÁRIO DE T-COMMERCE Nairon S.

Leia mais

Conceitos básicos de comunicação de dados e redes de computadores

Conceitos básicos de comunicação de dados e redes de computadores Conceitos básicos de comunicação de dados e redes de computadores Nesta aula vamos ver o conceito de informática e comunicação de dados, conhecer noções teleprocessamento e de rede de computadores e obter

Leia mais

GTTV - Grupo de Trabalho de Televisão Digital. Guido Lemos de Souza Filho LAViD - DI CCEN UFPB

GTTV - Grupo de Trabalho de Televisão Digital. Guido Lemos de Souza Filho LAViD - DI CCEN UFPB GTTV - Grupo de Trabalho de Televisão Digital Guido Lemos de Souza Filho LAViD - DI CCEN UFPB Sistema de TV Digital ITV Middleware (eg. MHP or DASE) Real-Time Operating System Device Drivers Conditional

Leia mais

1 INTRODUÇÃO 1 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 1 2.1 ARQUITETURA DO SISTEMA 4 3 CONFIGURAÇÃO DO PROCESSADOR BTS 4 3.1 COMPRESSOR 5 3.

1 INTRODUÇÃO 1 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 1 2.1 ARQUITETURA DO SISTEMA 4 3 CONFIGURAÇÃO DO PROCESSADOR BTS 4 3.1 COMPRESSOR 5 3. COMPRESSOR / DECOMPRESSOR TS9600 BTS i SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 1 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 1 2.1 ARQUITETURA DO SISTEMA 4 3 CONFIGURAÇÃO DO PROCESSADOR BTS 4 3.1 COMPRESSOR 5 3.2 DECOMPRESSOR 6 4. CARACTERÍSTICAS

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

O Panorama da TV Digital no Brasil. Leandro Miller Leonardo Jardim

O Panorama da TV Digital no Brasil. Leandro Miller Leonardo Jardim O Panorama da TV Digital no Brasil Leandro Miller Leonardo Jardim Tópicos Abordados TV Aberta no Brasil Vantagens da TV Digital Padrões de TV Digital Sistema Brasileiro de TV Digital Oportunidades na TV

Leia mais

Uso da TV Digital na Educação a Distância

Uso da TV Digital na Educação a Distância Uso da TV Digital na Educação a Distância Eduardo da Silva 1,Vanessa Battestin Nunes 1 1 Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), Campus Serra. Rod. ES 010, s/n Manguinhos Serra ES. Cep: 29164-231 edsilva@redegazeta.com.br,

Leia mais

TDC 2011 - T-Commerce e T-Banking- Aplicações Seguras. Julho de 2011 Aguinaldo Boquimpani Gerente Senior de Produtos TOTVS TQTVD

TDC 2011 - T-Commerce e T-Banking- Aplicações Seguras. Julho de 2011 Aguinaldo Boquimpani Gerente Senior de Produtos TOTVS TQTVD TDC 2011 - T-Commerce e T-Banking- Aplicações Seguras Julho de 2011 Aguinaldo Boquimpani Gerente Senior de Produtos TOTVS TQTVD TDC 2011 AGENDA I. Cadeia de valor da TV Digital Interativa II. O Ginga e

Leia mais

Mecanismo de Identificação de Recursos para Aplicações Interativas em Redes de TV Digital por Difusão

Mecanismo de Identificação de Recursos para Aplicações Interativas em Redes de TV Digital por Difusão Mecanismo de Identificação de Recursos para Aplicações Interativas em Redes de TV Digital por Difusão Marcio Ferreira Moreno, Rogério Ferreira Rodrigues, Luiz Fernando Gomes Soares Departamento de Informática

Leia mais

CAPTURA SINCRONIZADA DE VÍDEO NO ENSINO DE CIÊNCIAS

CAPTURA SINCRONIZADA DE VÍDEO NO ENSINO DE CIÊNCIAS CAPTURA SINCRONIZADA DE VÍDEO NO ENSINO DE CIÊNCIAS INTRODUÇÃO A imagem e o áudio têm ocupado cada vez mais espaço na constituição e expressão do conhecimento humano, seja no âmbito da informação, do entretenimento

Leia mais

Padrões ITU-T H.261 e H.263

Padrões ITU-T H.261 e H.263 Padrões ITU-T H.261 e H.263 Acadêmicos: Orlando L. Pelosi Jr. Rodrigo Matheus da Costa Vinicius Mariano de Lima Professor: Prof. Adair Santa Catarina Vídeo Digital Vídeos são compostos por frames que contém

Leia mais

Exercícios Rede de Computadores I (27/05/2006)

Exercícios Rede de Computadores I (27/05/2006) UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Exercícios Rede de Computadores I (27/05/2006) Marcelo Santos Daibert Juiz de Fora Minas Gerais Brasil

Leia mais

Desafios da implantação da TV Digital: adaptações na transição do sistema analógico para o sistema digital

Desafios da implantação da TV Digital: adaptações na transição do sistema analógico para o sistema digital Desafios da implantação da TV Digital: adaptações na transição do sistema analógico para o sistema digital TOMITA, Ivan Y.S. TOMITA, Iris Y. RESUMO A mudança da televisão digital não se limita apenas à

Leia mais

III.2. CABLE MODEMS CARACTERÍSTICAS BÁSICAS UNIDADE III SISTEMAS HÍBRIDOS

III.2. CABLE MODEMS CARACTERÍSTICAS BÁSICAS UNIDADE III SISTEMAS HÍBRIDOS 1 III.2. CABLE MODEMS III.2.1. DEFINIÇÃO Cable modems são dispositivos que permitem o acesso em alta velocidade à Internet, através de um cabo de distribuição de sinais de TV, num sistema de TV a cabo.

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E A TV DIGITAL: UMA ABORDAGEM DO POTENCIAL DA INTERATIVIDADE

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E A TV DIGITAL: UMA ABORDAGEM DO POTENCIAL DA INTERATIVIDADE 1 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E A TV DIGITAL: UMA ABORDAGEM DO POTENCIAL DA INTERATIVIDADE Bauru, 05/2011 Valquiria Santos Segurado UNESP - valquiria.segurado@mstech.com.br Profª Drª Vânia Cristina Pires Nogueira

Leia mais

Programação para Dispositivos Móveis. Prof. Wallace Borges Cristo

Programação para Dispositivos Móveis. Prof. Wallace Borges Cristo Programação para Dispositivos Móveis Prof. Wallace Borges Cristo Acesso a informação Notícias, Ringtones, Vídeos Messenger/Chat Jogos Acesso a instituições financeiras M-commerce (Mobile Commerce) Aplicações

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com OBJETIVOS Descrever os serviços que um sistema operacional oferece aos usuários e outros sistemas

Leia mais

Receptores e Canal de Interatividade para o Sistema Brasileiro de TV Digital

Receptores e Canal de Interatividade para o Sistema Brasileiro de TV Digital Receptores e Canal de Interatividade para o Sistema Brasileiro de TV Digital Valério Pereira Etcharte Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense (UFF) Rua Passo da Pátria 156 Niterói RJ Brasil

Leia mais

Criação do Módulo Web para Suporte ao Guri: Software de Autoria de Material Educacional Interativo para a TV Digital

Criação do Módulo Web para Suporte ao Guri: Software de Autoria de Material Educacional Interativo para a TV Digital Criação do Módulo Web para Suporte ao Guri: Software de Autoria de Material Educacional Interativo para a TV Digital Alan da Silva Aguirre 1, Rafael Rieder 1 1 Curso de Ciência da Computação ICEG Universidade

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 1- MODELO DE CAMADAS 1. INTRODUÇÃO A compreensão da arquitetura de redes de computadores envolve a compreensão do modelo de camadas. O desenvolvimento de uma arquitetura de redes é uma tarefa complexa,

Leia mais

João Ricardo Andrêo EXPLORANDO A INTERATIVIDADE LOCAL EM TV DIGITAL: UMA METODOLOGIA PARA VÍDEO INSTITUCIONAL DE UMA ESCOLA DE NÍVEL TÉCNICO

João Ricardo Andrêo EXPLORANDO A INTERATIVIDADE LOCAL EM TV DIGITAL: UMA METODOLOGIA PARA VÍDEO INSTITUCIONAL DE UMA ESCOLA DE NÍVEL TÉCNICO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE ARQUITETURA, ARTES E COMUNICAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL TELEVISÃO DIGITAL: INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO João Ricardo Andrêo EXPLORANDO A

Leia mais

Mídias Contínuas. Mídias Contínuas

Mídias Contínuas. Mídias Contínuas Mídias Contínuas Processamento da Informação Digital Mídias Contínuas Mídias Contínuas (dinâmicas ou dependentes do tempo) Digitalização de Sinais Áudio Vídeo 1 Digitalização de Sinais Codificadores de

Leia mais

4 Plano de Recuperação

4 Plano de Recuperação 4 Plano de Recuperação Como pode ser observado na Seção 3.2, um projeto de um middleware para TVD deve considerar o fato que ele será embarcado em plataformas diversas e, portanto, que fará uso de diversas

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA PLATAFORMA MULTIAPLICATIVA DE BAIXO CUSTO PARA A INCLUSÃO DIGITAL ALEXANDRE GONTIJO RABELO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE SISTEMAS ELETRÔNICOS E DE AUTOMAÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Leia mais

Apostilas de Eletrônica e Informática SDH Hierarquia DigitaL Síncrona

Apostilas de Eletrônica e Informática SDH Hierarquia DigitaL Síncrona SDH A SDH, Hierarquia Digital Síncrona, é um novo sistema de transmissão digital de alta velocidade, cujo objetivo básico é construir um padrão internacional unificado, diferentemente do contexto PDH,

Leia mais

Provedor de Digital Signage. Apresentação Comercial. contato@rj21.net www.rj21.net

Provedor de Digital Signage. Apresentação Comercial. contato@rj21.net www.rj21.net Apresentação Comercial contato@rj21.net www.rj21.net O que é Digital Signage? Uma mídia dinâmica e interativa Exibe mensagens digitais em pontos de venda, espaços públicos, transportes, TVs corporativas,

Leia mais

Televisão Digital Interativa Principais Características e Tecnologias Multimedia Home Platform Sistema Brasileiro de Televisão Digital

Televisão Digital Interativa Principais Características e Tecnologias Multimedia Home Platform Sistema Brasileiro de Televisão Digital Televisão Digital Interativa Principais Características e Tecnologias Multimedia Home Platform Sistema Brasileiro de Televisão Digital Jomar Alberto Andreata, M.Eng. 1. Introdução Objetivos Visualizar

Leia mais

Hardware Básico. Conectores de Vídeo. Professor: Wanderson Dantas

Hardware Básico. Conectores de Vídeo. Professor: Wanderson Dantas Hardware Básico Conectores de Vídeo Professor: Wanderson Dantas Introdução Nesta aula nós discutiremos os tipos mais comuns de conectores de vídeo existentes. A conexão da placa de vídeo pode ser feita

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Profª. Kelly Hannel Novas tecnologias de informação 2 HDTV WiMAX Wi-Fi GPS 3G VoIP Bluetooth 1 HDTV 3 High-definition television (também conhecido por sua abreviação HDTV):

Leia mais

Utilizando o framework AppTV no desenvolvimento de aplicações para TV Digital Interativa

Utilizando o framework AppTV no desenvolvimento de aplicações para TV Digital Interativa Utilizando o framework AppTV no desenvolvimento de aplicações para TV Digital Interativa Lile Palma Hattori 1, Sylvio Siqueira Silva 1,Tatiana Aires Tavares 1, Manoel Carvalho Marques Neto 1, Celso Saibel

Leia mais

XTATION: UM AMBIENTE PARA EXECUÇÃO E TESTE DE APLICAÇÕES INTERATIVAS PARA O MIDDLEWARE GINGA

XTATION: UM AMBIENTE PARA EXECUÇÃO E TESTE DE APLICAÇÕES INTERATIVAS PARA O MIDDLEWARE GINGA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA XTATION: UM AMBIENTE PARA EXECUÇÃO E TESTE DE APLICAÇÕES INTERATIVAS

Leia mais

4 Conversor EDTV Raw. 4.1 Arquitetura

4 Conversor EDTV Raw. 4.1 Arquitetura 4 Conversor EDTV Raw O conversor EDTV Raw é o programa que lê um documento escrito no perfil NCL EDTV e gera um documento Raw equivalente, i.e. que define a mesma apresentação. Este capítulo, apresenta

Leia mais

Explorando a interatividade com entrada de dados textuais em ambiente de TV Digital

Explorando a interatividade com entrada de dados textuais em ambiente de TV Digital Explorando a interatividade com entrada de dados textuais em ambiente de TV Digital Herlon Silva Santos¹, Samuel Azevedo², Aquiles Medeiros Filgueira Burlamaqui¹, Luiz Marcos Garcia Gonçalves², Luiz Eduardo

Leia mais

Serviço de Controle e Programação para Dispositivos Remotos para Aplicações Interativas e Imersivas na TV Digital

Serviço de Controle e Programação para Dispositivos Remotos para Aplicações Interativas e Imersivas na TV Digital Serviço de Controle e Programação para Dispositivos Remotos para Aplicações Interativas e Imersivas na TV Digital Eduardo Agostinho¹, Victor Nogueira³, Samuel Azevedo³, Luiz Marcos Gonçalves³, Anelisa

Leia mais