Influência da comunicação no rendimento de uma renderização de imagem utilizando uma máquina paralela virtual baseada em redes ATM e Ethernet

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Influência da comunicação no rendimento de uma renderização de imagem utilizando uma máquina paralela virtual baseada em redes ATM e Ethernet"

Transcrição

1 Influência da comunicação no rendimento de uma renderização de imagem utilizando uma máquina paralela virtual baseada em redes ATM e Ethernet Marcelo Souza, Josemar Souza. ) Universidade Católica do Salvador Curso de Informática Salvador, Bahia, Brasil. CEBACAD - Salvador Centro Baiano de Computação de Alto Desempenho Salvador, Bahia Brasil Resumo: Este artigo apresenta a avaliação da influência da comunicação no desempenho da renderização de uma imagem utilizando o software PVMPov em uma máquina paralela virtual de estações de trabalho. Foi utilizada a estrutura de Rede do projeto REMAV Salvador, criando - se um cluster de estações de trabalho em diferentes localidades a fim de avaliar o desempenho (performance ) dessa máquina utilizando - se de uma rede padrão ATM em comparação a uma rede Ethernet. Abstract : This article brings the presentation of the comunication influence on the image - rendering utilizing the PVMPov software in a network based virtual parallel machine. This work was supplied by the REMAV- Salvador project structure, building machines clusters at several localities in order to evaluate the efficience ( performance ) of that machine using a ATM standart net confronted to a machine using a Ethernet standart net Palavras chave: ATM, Ethernet, REMAV, PVM, POVRay, PVMPov, Renderização, NOW, SPMD, Redes de Computadores, Sistemas Homogêneos, Computação Paralela, Linux, Cluster. Key words : ATM, Ethernet, REMAV, PVM, POVRay, PVMPov, Rendering, NOW, SPMD, computers networks, Homogeneity systems, parallel computing, Linux, Cluster. 1 - Introdução Computação Paralela refere- se ao conceito de aumento de velocidade na execução de um programa através da divisão deste em pequenos fragmentos que são distribuídos e processados paralelamente, cada fragmento em um processador. Com isto obtemos um ganho de performance na execução de uma tarefa. A premissa é a de que se

2 executando uma tarefa dividida entre vários processadores conseguirá executa- la muito mais rápido [1]. Esses sistemas são compostos por vários processadores que operam concorrentemente, cooperando na execução de uma determinada tarefa. Nas chamadas arquiteturas paralelas o objetivo principal é o aumento da capacidade de processamento, utilizando o potencial oferecido por um grande número de processadores [2]. Apesar de se observar um grande aumento na demanda por aplicações paralelas, a utilização do processamento seqüencial assumiu um grande crescimento no decorrer dos anos, sendo as máquinas que utilizam esta tecnologia as mais divulgadas no mercado. Podemos apontar como principal responsável pelo uso em massa desses equipamentos o baixo custo de aquisição, haja visto que um computador verdadeiramente paralelo é muito mais caro do que computadores seqüenciais. Isto torna mais difícil o acesso de usuários de pequeno porte a um hardware originalmente paralelo [3]. As máquinas paralelas virtuais de estações de trabalho (MPV), também conhecidas como NOW (Network of Workstation), utilizam as redes de computadores comerciais, locais e/ou remotas para paralelizar suas transações. Utiliza um software que permite que um conjunto heterogêneo ou homogêneo de computadores (série, paralelos ou vetoriais) seja visto como uma única máquina. Dentre outros softwares poderemos utilizar o Parallel Virtual Machine (PVM) [4]. PVM é um sistema de passagem de mensagem que habilita uma rede de computadores para ser utilizada como um único sistema de memória distribuída, é um software que permite que um conjunto heterogêneo ou homogêneo de computadores seja visto como uma única máquina, sendo a portabilidade uma de suas características principais as bibliotecas de rotinas de comunicação entre processos são standard de fato [5]. A independência de plataforma que o PVM disponibiliza é indubitavelmente interessante; um software pode ser executado em ambientes diferentes, este fato gera segurança para desenvolvedores de software criarem aplicações paralelas, tendo em vista a portabilidade possível [6]. 1.1 PVMPov PVMPov é a junção do Software Persistence of Vision Raytracer (POVRay) com o PVM. POV- Ray é um software de raytracing 3d de código aberto, desenvolvido apartir do DKBTrace 2.12 (escrito pôr David K. Buck e Aaron A. Collins) por um grupo chamado POV- Team. O software POV- Ray com base em informações fornecidas pôr um arquivo texto simula luzes que interagem com um objeto definido para criar um efeito tridimensional, esses processos são chamados de renderização. O PVMPov é um atualização de código aberto que da a habilidade ao POVRay de distribuir a renderização no cluster heterogêneo ou homogêneo criado pelo PVM [7]. Utilizando o modelo do PVM, tem- se um mestre e vários trabalhadores. O mestre é responsável por dividir a imagem em pequenos blocos, que são distribuídos entre os trabalhadores balanceando sua carga

3 automaticamente. Quando o trabalhador termina seu bloco ele envia este para o mestre que combina tudo em uma forma final. Se algum trabalhador falhar em sua tarefa é possível que o PVMPov complete a renderização. 2 Neces sidade de uma Rede de Alta Velocidade A rede numa MPV serve como barramento para a comunicação entre as máquinas pertencentes ao cluster, dependendo da aplicação que está sendo executada e de como ela foi desenvolvida tem- se a necessidade de uma grande largura banda e de grande disponibilidade da rede. Criando- se um cluster com algumas dezenas de máquinas, a quantidade de mensagens passadas entre elas pode ser um empecilho no aumento de processos, não se pode perder tempo na transmissão de mensagens entres as máquinas do cluster, o processador ficaria ocioso neste tempo, perdendo assim parte da força da MPV. 3. Metodologia utilizada nos experimento s Foi utilizada para os experimentos a rede de alta velocidade do Projeto REMAV- Salvador, que utiliza o padrão de redes ATM. A REMAV- Salvador, Rede Metropolitana de Alta Velocidade Salvador, é o resultado do esforço de seis instituições sediadas nesta capital (Salvador, Bahia, Brasil), todas com larga experiência na construção de redes corporativas e que se consorciaram para montar uma infra- estrutura de alta velocidade que permita o desenvolvimento de novos experimentos e ofereça condições para colocar em prática uma série de projetos já em andamento na área de geoprocessamento, educação a distância, telemedicina, cursos, bibliotecas virtuais, entre outros. ATM é uma tecnologia baseada na segmentação e transmissão (comutação) da informação em pequenos pacotes de tamanho fixo chamados de célula, tendo com principal característica uma comutação rápida de pacotes [8]. A Rede ATM do Projeto REMAV- Salvador possibilita não só uma grande largura de banda mais parâmetros de QoS (Qualidade de Serviço) que nada mais é do que a possibilidade de se estabelecer parâmetros de qualidade entre as pontas e no trajeto das células como tamanho mínimo de largura necessário, melhor caminho, etc. dentro do cluster ganhando assim uma maior velocidade e segurança no trafico de dados. Uma das grandes vantagens da Rede ATM é a de poder interligar pontos distantes a grande velocidade [9]. O projeto em sua fase final pretende a criação de uma MPV entre instituições parceiras (Universidade Católica do Salvador (UCSal), Universidade Federal da Bahia (UFBa), Governo do Estado da Bahia, Telemar, Companhia de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Salvador (CONDER), Prefeitura Municipal do Salvador (PMS)). Experimentos foram e estão sendo feitos utilizando máquinas de duas instituições (UCSal e UFBa) parceiras, que estão interligadas através de Rede de Fibra Ótica utilizando a tecnologia de redes ATM a 155 Mbps do Projeto REMAV- Salvador (Fig. 1)

4 Fig. 1 - Rede do projeto REMAV- Salvador 3. Experimentos realizados Foram realizados experimentos com o PVMPov que automaticamente balanceia sua carga dentro do cluster, vale salientar que sendo a o cluster homogêneo não houve necessidade de balanceamento. Foi criado um cluster com três máquinas homogêneas. Primeiramente foi utilizada uma rede Padrão Ethernet de 10Mbps com três máquinas utilizando a ligação ATM entre as instituições envolvidas nos testes (UCSal e UFBa ) somente como backbone. Logo depois foi utilizado uma Rede Padrão ATM (com placas de rede a 25Mbps em cada máquina) fazendo uso das mesmas máquinas do primeiro teste. Nos experimentos sobre ATM fez- se uso de duas máquinas localizadas na UCSal e duas na UFBa interligadas por um switch ATM de 155Mbps, sendo que a velocidade de interligação ficou limitada a 25Mbps devido a limitação das placas de rede de 25 Mbps. Foi utilizado o arquivo de texto skyvase.pov contido no pacote do software PVMPov e que contém as informações para a renderização nos experimentos. O PVMPov lê o arquivo texto que contém as informações descrevendo o objeto e a luz em cena e gera uma imagem do ponto de vista da câmera, descrito dentro do arquivo texto. Diferentes resoluções de imagem, selecionadas antes da renderização, geraram uma maior quantidade de processo a fim de avaliar tráfegos variados criado com a maior quantidade de processo, com isto foi possível avaliar a eficiência do conjunto. Às resoluções da imagem utilizadas foram, 640 x 480, 800 x 600, 1024 x 768 e 2048 x Implementação Para a implementação da MPV, utilizou- se como sistema operacional o Linux (Kernel 2.2.9), utilitários para rede ATM (ATM on Linux v0.59), bibliotecas PVM (PVM v3.4.3), POVRay 3.1 Patched PVMPov 3.1g e protocolos Tcp/Ip. Na utilização da Rede ATM optou- se pelo uso de LANE (Lan Emulation) que simula uma rede Ethernet em cima da rede ATM (Tab.1) (Fig. 2).

5 - Trabalhadores (PVM, responsáv ei s pôr todo o process o) Host: icaro (UFBa) IP: Net Mask: CPU: Intel Pentium 166 Mhz Memória: 16 Mb Cache: 512k HD: IDE 2.1 GB Ethernet: 10 Mbps ATM: 25Mbps Host: hermes (UCSal) IP: Net Mask: CPU: Intel Pentium 166 Mhz Memória: 16 Mb Cache: 512k HD: IDE GB Ethernet: 10 Mbps ATM: 25 Mbps Host: perseu (UCSal) IP: Net Mask: CPU: Intel Pentium 166 Mhz Memória: 16 Mb Cache: 512k HD: IDE 2.1 GB Ethernet: 10Mbps ATM: 25 Mbps - Mestre (Administrar o Cluster. Não envol vid o no trabalho) Host: gandalf (UFBa) IP: Net Mask: CPU: Intel Celeron 466 Mhz Memória: 64 Mb Cache: 128k HD: IDE 5.1 GB Ethernet: 10 Mbps ATM: 25Mbps Tab. 1 Especificação das máquinas Fig. 2 - Ambiente dos experiment os 5. Resultados obtidos Nas Tab. 2 e 3 e Fig. 3, 4 e 5, são mostrados os resultados obtidos nos experimentos: Imagem Máquina 640x x x x1536

6 Skyvase.pov PVM- ATM Tab. 2 PVMPov sobre cluster PVM- ATM. Tempo (seg) PVMPov sobre cluster PVM-ATM PVM-ATM 640x x x x1536 Fig. 3 PVMPov sobre cluster PVM- ATM Imagem Máquina 640x48 800x x x Skyvase.pov PVM- Ethernet Tab. 3 PVMPov sobre cluster PVM- Ethernet. PVMPov sobre cluster PVM-Ethernet Tempo (seg) x x x x1536 PVM-Ethernet

7 Fig. 4 PVMPov sobre cluster PVM- Ethernet. Imagem Máquina 640x48 800x x x Skyvase.pov PVM- ATM Skyvase.pov PVM- Ethernet Tab. 4 PVMPov sobre cluster PVM- ATM / PVM- Ethernet PVMPov sobre cluster PVM-ATM / PVM-Ethernet Tempo (seg) x x x x1536 PVM-ATM PVM-Ethernet Fig. 5 PVMPov sobre cluster PVM- ATM / PVM- Ethernet 6. Conclusõe s Não se obteve ganho significativo de performance quando utilizando a rede padrão ATM a 25 MBps em comparação a uma rede padrão Ethernet a 10 MBps. São necessários mais experimentos utilizando diferentes cenários com uma quantidade maior de máquinas no cluster afim de melhor ser avaliado a eficiência em uma rede ATM de alta velocidade. Implementações de tecnologias para melhora de transmissão das redes ATM precisam ser testadas e avaliadas. No entanto provou- se ser possível à utilização e criação de MPV utilizando redes ATM. Para melhor avaliação na criação do cluster entre as REMAV do Brasil experimentos serão feitos. 7. Trabalho futuro Muitos experimentos ainda são necessários para se avaliar as vantagens de uma Rede ATM na criação de uma MPV. Novos experimentos serão feitos considerando diferentes configurações de redes: Classical IP : IP diretamente sobre ATM sobre a camada de dados do ATM AAL5.

8 LANE com MPOA: Com conexões ATM fim- a- fim podendo ser estabelecidas entre máquinas de um cluster pertencentes a ELANS (Redes Emuladas em ATM) diferentes. As MPV são excelentes alternativas para instituições que buscam um alto poder de processamento de dados em menor espaço de tempo, mas que não dispõem de recursos para obter uma máquina paralela convencional. Com a existência do Projeto REMAV em todo território Brasileiro, a possibilidade de criação de MPV s entre as instituições parceiras é uma realidade que precisa ser analisada e explorada; caso seja provada a viabilidade. Estando ainda em desenvolvimento os drivers e utilitários para redes ATM em plataforma Linux o sistema operacional adotado na criação dessa máquina paralela virtual, ainda não é possível obter dados concretos sobre sua real eficiência. Mais experimentos serão feitos em busca de melhorias. 6. Referências [1] Dietz, Hank Linux Parallel Processing How To. 5 January /www.ldp.org [2] Sterling, Thomas L. Salmon, John. Becker, Donald J. e Savaresse, Daniel F. How to build a Beowulf: a guide to the implementation and aplication of PC clusters. Massachusetts Institute of Technology [3] Souza, Josemar. Luque, Emilio. Rexachs, Dolores Análise da distribuição de carga em um cluster heterogêneo. VI Congresso Argentino de Ciencias de la Computación CACIC 2000, Universidad Nacional de la Patagonia San Juan Bosco UNP, Ushuaia, Tierra del Fuego, Argentina. Anais [4] Geist, Al. Beguelin, Adam. Dongarra, Jack. Wicheng, Jiang. Mancheck, Robert. Sunderam, Vaidy. PVM 3 User s Guide and Reference Manual. Prepared by the Oak Ridge National Laboratory [5] Dongarra, Jack ; Emilio Luque, Tomàs Margalef (Eds.). Recent Advances in Parallel Virtual Machine and Message Passing Interface. 6 th European PVM/MPI User s Group Meeting. Barcelona, Spain. Proceeding [6] Souza, Josemar R. de. Influencia de la comunicación en el rendimimiento de un sistema de computación paralela, basado en redes de estaciones de trabajo. Arquitetura de Computadores e Processamento Paralelo. Universidade Autônoma de Barcelona, - UAB Tese de Mestrado. [7] Flierl, Jakob PVMPov HOWTO Revision 0.1 September 2000 Revised [8] /www.atmforum.com, 25/01/2001, 10:30. [9] Souza, Marcelo. Souza, Josemar. Micheli, Milena. Influência da comunicação no rendimento de uma máquina paralela virtual baseada em Redes ATM I Workshop Aplicações Internet2, MetroPOA PUCRS, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Anais 2000.

Análise da distribuição de carga em um cluster heterogêneo.

Análise da distribuição de carga em um cluster heterogêneo. Análise da distribuição de carga em um cluster heterogêneo. Josemar Souza *, D. Rexachs **, E. Luque **. ( josemar@stn.com.br, d.rexachs@cc.uab.es, e.luque@cc.uab.es,) ** * Universidade Católica do Salvador

Leia mais

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 6 - ALGORÍTIMOS PARALELOS MPI - Parallel Virtual Machine e PVM - Parallel Virtual Machine 1. INTRODUÇÃO Inicialmente é necessário conceber alguns conceitos para entendimento dos algoritmos paralelos:

Leia mais

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 4 - CLUSTER DE COMPUTADORES 1. INTRODUÇÃO Grande parte do tempo, os computadores que utilizamos encontram-se ociosos, ou seja, sem nada para processar. Isso se deve, em grande parte, pelas aplicações

Leia mais

Cluster HPC High Performance Computing.

Cluster HPC High Performance Computing. Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá. doze, março de 2009. Cluster HPC High Performance Computing. Diogo Salles, Thiago Pirro, Camilo Bernardes, Paulo Roberto, Ricardo Godoi, Douglas, Fauzer. Sistemas

Leia mais

Desenvolvimento de um Cluster de Alto Desempenho com PVM

Desenvolvimento de um Cluster de Alto Desempenho com PVM Desenvolvimento de um Cluster de Alto Desempenho com PVM Daniel Cândido de Oliveira 1, Yzaac Gonçalves da Silva 1, Madianita Bogo 1 1 Centro Universitário Luterano de Palmas Universidade Luterana do Brasil

Leia mais

Processamento Paralelo Aplicado à Análise de Contingências de Sistemas Elétricos de Potência

Processamento Paralelo Aplicado à Análise de Contingências de Sistemas Elétricos de Potência Processamento Paralelo Aplicado à Análise de Contingências de Sistemas Elétricos de Potência Marco Aurélio de Souza Birchal + Luciano de Errico* Maria Helena Murta Vale * + DCC- Departamento de Ciência

Leia mais

hvbacellar@gmail.com Palavras-chave Cluster; Beowulf; OpenMosix; MPI; PVM.

hvbacellar@gmail.com Palavras-chave Cluster; Beowulf; OpenMosix; MPI; PVM. Cluster: Computação de Alto Desempenho Hilário Viana Bacellar Instituto de Computação, Universidade Estadual de Campinas Av. Albert Einstein 1251, Cidade Universitária, CEP 13083-970 Campinas, SP, Brasil

Leia mais

4 Computação Paralela 4.1. Introdução

4 Computação Paralela 4.1. Introdução 4 Computação Paralela 4.1. Introdução Nos últimos anos observa-se uma tendência cada vez maior do aumento da demanda computacional na resolução de grandes problemas. Exemplos de aplicações que exigem alto

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Anéis Ópticos em Backbone www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em 1980 foi formado o grupo de trabalho ANSI X3T9.5 com a finalidade de desenvolver

Leia mais

Sistemas Paralelos e Distribuídos. Prof. Jorge Dantas de Melo Depto. Eng. Comp. e Automação CT - UFRN

Sistemas Paralelos e Distribuídos. Prof. Jorge Dantas de Melo Depto. Eng. Comp. e Automação CT - UFRN Sistemas Paralelos e Distribuídos Prof. Jorge Dantas de Melo Depto. Eng. Comp. e Automação CT - UFRN Conceitos preliminares Paralelismo refere-se a ocorrência simultânea de eventos em um computador Processamento

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Desempenho de um Cluster Virtualizado em Relação a um Cluster Convencional Similar

Desempenho de um Cluster Virtualizado em Relação a um Cluster Convencional Similar Desempenho de um Cluster Virtualizado em Relação a um Cluster Convencional Similar David Beserra 1, Alexandre Borba¹, Samuel Souto 1, Mariel Andrade 1, Alberto Araujo 1 1 Unidade Acadêmica de Garanhuns

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 4 - INTRODUÇÃO A SUPERCOMPUTAÇÃO 1. INTRODUÇÃO Atualmente cientistas brasileiros usam supercomputadores para pesquisar desde petróleo até mudanças climáticas. Um grande exemplo é o supercomputador

Leia mais

Relatório de teste em Ambiente de Cluster OpenVMS

Relatório de teste em Ambiente de Cluster OpenVMS Compaq OpenVMS e Digital Networks Relatório de teste em Ambiente de Cluster OpenVMS 14 de agosto de 2001 1 Resumo executivo Testes foram realizados com equipamentos Digital Networks (DNmultilayer 1200

Leia mais

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS - Computação e Informática ESTUDO DE APLICABILIDADE DE SISTEMAS FRACAMENTE ACOPLADOS UTILIZANDO HARDWARE DE BAIXO CUSTO

ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS - Computação e Informática ESTUDO DE APLICABILIDADE DE SISTEMAS FRACAMENTE ACOPLADOS UTILIZANDO HARDWARE DE BAIXO CUSTO ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS - Computação e Informática ESTUDO DE APLICABILIDADE DE SISTEMAS FRACAMENTE ACOPLADOS UTILIZANDO HARDWARE DE BAIXO CUSTO Autor: HILÁRIO VIANA BACELLAR Co-autor: Matheus de Paula

Leia mais

Computação de Alta Perfomance com Software Livre (Clusters)

Computação de Alta Perfomance com Software Livre (Clusters) Computação de Alta Perfomance com Software Livre (Clusters) 3º Seminário de Tecnologia da Informação UCSal Marcelo Soares Souza (marcelo@cebacad.net) CEBACAD Centro Baiano de Computação de alto Desempenho

Leia mais

Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade

Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade Leonardo Antônio dos Santos¹ Orientadora Prof. Esp. Sabrina Vitório Oliveira Sencioles¹ Co-orientador M.Sc. Pedro Eugênio Rocha² ¹Faculdades

Leia mais

Introdução às arquiteturas paralelas e taxonomia de Flynn

Introdução às arquiteturas paralelas e taxonomia de Flynn Introdução às arquiteturas paralelas e taxonomia de Flynn OBJETIVO: definir computação paralela; o modelo de computação paralela desempenhada por computadores paralelos; e exemplos de uso da arquitetura

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS. Prof. Marcelo de Sá Barbosa

SISTEMAS DISTRIBUIDOS. Prof. Marcelo de Sá Barbosa Prof. Marcelo de Sá Barbosa CLUSTER: Um cluster é um conjunto de computadores independentes conectados por rede que formam um sistema único através do uso de software. Um cluster, ou aglomerado de computadores,

Leia mais

Implementação de Clusters Virtuais em Hosts Windows

Implementação de Clusters Virtuais em Hosts Windows Implementação de Clusters Virtuais em Hosts Windows David Beserra 1, Alexandre Borba 1, Samuel Souto 1, Mariel Andrade 1, Alberto Araújo 1 1 Unidade Acadêmica de Garanhuns Universidade Federal Rural de

Leia mais

Relatorio do trabalho pratico 2

Relatorio do trabalho pratico 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA INE5414 REDES I Aluno: Ramon Dutra Miranda Matricula: 07232120 Relatorio do trabalho pratico 2 O protocolo SNMP (do inglês Simple Network Management Protocol - Protocolo

Leia mais

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2) Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br REDES DE COMPUTADORES II Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br Comutação de Células ATM - Um comutador é formado por várias portas associadas às linhas físicas - Função: - Recepção porta

Leia mais

REDE LOCAL CBPF comutadores de rede portas FAST-ETHERNET

REDE LOCAL CBPF comutadores de rede portas FAST-ETHERNET REDE LOCAL CBPF A filosofia adotada para a estrutura da rede local do CBPF está baseada na segmentação das estações servidoras de rede, através da implementação de comutadores de rede. De acordo com as

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK)

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) 1. VPN Segundo TANENBAUM (2003), VPNs (Virtual Private Networks) são redes sobrepostas às redes públicas, mas com

Leia mais

} Monolíticas Aplicações em um computador centralizado. } Em Rede Aplicações com comunicação em rede. } Distribuídas Comunicação e cooperação em rede

} Monolíticas Aplicações em um computador centralizado. } Em Rede Aplicações com comunicação em rede. } Distribuídas Comunicação e cooperação em rede Prof. Samuel Souza } Monolíticas Aplicações em um computador centralizado } Em Rede Aplicações com comunicação em rede } Distribuídas Comunicação e cooperação em rede } Aplicações que são funcionalmente

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Por que redes de computadores? Tipos de redes Componentes de uma rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 Quando o assunto é informática, é impossível não pensar em

Leia mais

Comparação de algoritmos paralelos em uma rede heterogênea de workstations

Comparação de algoritmos paralelos em uma rede heterogênea de workstations Comparação de algoritmos paralelos em uma rede heterogênea de workstations Marcelo T. Rebonatto, Marcos J. Brusso, Roberto Niche 1, Roni A. Dall Orsoletta 1 Universidade de Passo Fundo Instituto de Ciências

Leia mais

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Necessidade de máquinas com alta capacidade de computação Aumento do clock => alta dissipação de calor Velocidade limitada dos circuitos => velocidade da

Leia mais

Balanceamento de Carga

Balanceamento de Carga 40 4. Balanceamento de Carga Pode-se entender por balanceamento de carga uma política a ser adotada para minimizar tanto a ociosidade de utilização de alguns equipamentos quanto a super utilização de outros,

Leia mais

CAMADA DE REDE. UD 2 Aula 3 Professor João Carneiro Arquitetura de Redes 1º e 2º Semestres UNIPLAN

CAMADA DE REDE. UD 2 Aula 3 Professor João Carneiro Arquitetura de Redes 1º e 2º Semestres UNIPLAN CAMADA DE REDE UD 2 Aula 3 Professor João Carneiro Arquitetura de Redes 1º e 2º Semestres UNIPLAN Modelo de Referência Híbrido Adoção didática de um modelo de referência híbrido Modelo OSI modificado Protocolos

Leia mais

Introdução a Computação Paralela e a Montagem de Clusters.

Introdução a Computação Paralela e a Montagem de Clusters. Introdução a Computação Paralela e a Montagem de Clusters. Marcelo Souza (marcelo@cebacad.net) Granduando em Sistema da Informação CEBACAD Centro Baiano de Computação de alto Desempenho Introdução a Computação

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Análise quantitativa dos custos de comunicação para programas utilizando MPI executados em máquinas paralelas de memória distribuída

Análise quantitativa dos custos de comunicação para programas utilizando MPI executados em máquinas paralelas de memória distribuída Análise quantitativa dos custos de comunicação para programas utilizando MPI executados em máquinas paralelas de memória distribuída Corrêa, R.V. Preto, A. J. INPE, SLB INPE, LAC ricardo@slb.inpe.br airam@lac.inpe.br

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia do Porto Administração de Sistemas Informáticos I Clusters

Instituto Superior de Engenharia do Porto Administração de Sistemas Informáticos I Clusters Instituto Superior de Engenharia do Porto Administração de Sistemas Informáticos I Clusters Trabalho elaborado por: 980368 - Sérgio Gonçalves Lima 1010949 - Nisha Sudhirkumar Chaganlal Clusters O que é

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. 01) Considere as seguintes assertivas sobre conceitos de sistemas operacionais:

SISTEMAS OPERACIONAIS. 01) Considere as seguintes assertivas sobre conceitos de sistemas operacionais: SISTEMAS OPERACIONAIS 01) Considere as seguintes assertivas sobre conceitos de sistemas operacionais: I. De forma geral, os sistemas operacionais fornecem certos conceitos e abstrações básicos, como processos,

Leia mais

Monitoramento de Rede de Nuvens Privadas

Monitoramento de Rede de Nuvens Privadas Monitoramento de Rede de Nuvens Privadas White Paper Autores: Dirk Paessler, CEO da Paessler AG Gerald Schoch, Redator Técnico na Paessler AG Primeira Publicação: Maio de 2011 Edição: Fevereiro de 2015

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais SISTEMAS COM MÚLTIPLOS PROCESSADORES LIVRO TEXTO: CAPÍTULO 13, PÁGINA 243 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional INTRODUÇÃO Arquiteturas que possuem duas ou mais CPUs interligadas

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Metro-Ethernet (Carrier Ethernet) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Ethernet na LAN www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique

Leia mais

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s:

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s: Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Conceitos Básicos Modelos de Redes: O O conceito de camada é utilizado para descrever como ocorre

Leia mais

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro Introdução Sistemas Operacionais 1 Sistema Operacional: Um conjunto de programas, executado pelo computador como os outros programas. Função: Controlar o funcionamento do computador, disponibilizando seus

Leia mais

Foz do Iguaçu PR Brasil luiz.baltazar@gmail.com, joao@barbosa.net.br, jorgeaikes@gmail.com

Foz do Iguaçu PR Brasil luiz.baltazar@gmail.com, joao@barbosa.net.br, jorgeaikes@gmail.com Análise de Desempenho e Viabilidade do Raspberry Pi como um Thin Client utilizando o Protocolo SPICE Luiz Alberto Alves Baltazar 1, João Paulo de Lima Barbosa 1, Jorge Aikes Junior 1 1 Curso de Ciência

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes Tecnologia e Infraestrutura Conceitos de Redes Agenda Introdução às Tecnologias de Redes: a) Conceitos de redes (LAN, MAN e WAN); b) Dispositivos (Hub, Switch e Roteador). Conceitos e tipos de Mídias de

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE V: Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem Fio. Tendências em Redes e Comunicações No passado, haviam dois tipos de redes: telefônicas e redes

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores... 1 Mobilidade... 1 Hardware de Rede... 2 Redes Locais - LANs... 2 Redes metropolitanas - MANs... 3 Redes Geograficamente Distribuídas - WANs... 3 Inter-redes... 5 Software de Rede...

Leia mais

TRABALHO DE FINAL DE CURSO

TRABALHO DE FINAL DE CURSO UNIMINAS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO TRABALHO DE FINAL DE CURSO Estudo de um Modelo de Cluster baseado em um Ambiente WMPI Marcel Fagundes Souza 2004 ii Marcel Fagundes Souza Estudo de um Modelo de

Leia mais

Serviços Prestados Infovia Brasília

Serviços Prestados Infovia Brasília Serviços Prestados Infovia Brasília Vanildo Pereira de Figueiredo Brasília, outubro de 2009 Agenda I. INFOVIA Serviços de Voz Softphone e Asterisk INFOVIA MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO INFOVIA MINISTÉRIO

Leia mais

Comunicando através da rede

Comunicando através da rede Comunicando através da rede Fundamentos de Rede Capítulo 2 1 Estrutura de Rede Elementos de comunicação Três elementos comuns de comunicação origem da mensagem o canal destino da mensagem Podemos definir

Leia mais

Desenvolvimento da ReMAV-Curitiba Perspectivas Novos parceiros e alianças Institucionalização

Desenvolvimento da ReMAV-Curitiba Perspectivas Novos parceiros e alianças Institucionalização ,,:RUNVKRS :RUNVKRSGD513 %HOR+RUL]RQWHGHPDLRGH 5(0$9&XULWLED ([SHULPHQWRVGH*HVWmRH$SOLFDo}HV HP5HGHVGH$OWD9HORFLGDGH &HQWUR,QWHUQDFLRQDOGH7HFQRORJLDGH6RIWZDUH &HQWUR)HGHUDOGH(GXFDomR7HFQROyJLFDGR3DUDQi,QVWLWXWRGH7HFQRORJLDGR3DUDQi

Leia mais

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br Tópicos Modelos Protocolos OSI e TCP/IP Tipos de redes Redes locais Redes grande abrangência Redes metropolitanas Componentes Repetidores

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Gestão Aplicada a TIC AULA 06. Prof. Fábio Diniz

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Gestão Aplicada a TIC AULA 06. Prof. Fábio Diniz FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Gestão Aplicada a TIC AULA 06 Prof. Fábio Diniz Na aula anterior ERP Enterprise Resource Planning Objetivos e Benefícios ERP Histórico e Integração dos Sistemas

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Acerca das características da arquitetura dos computadores que Julgue os itens a seguir, acerca de sistemas operacionais. devem ser consideradas no projeto e na implantação de

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 3 ARQUITETURA DE VON NEUMANN E DESEMPENHO DE COMPUTADORES Prof. Luiz Gustavo A. Martins Tipos de Arquitetura Arquitetura de von Neumann: Conceito de programa armazenado; Dados

Leia mais

MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP

MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP A internet é conhecida como uma rede pública de comunicação de dados com o controle totalmente descentralizado, utiliza para isso um conjunto de protocolos TCP e IP,

Leia mais

Redes de Computadores e Teleinformática. Zacariotto 4-1

Redes de Computadores e Teleinformática. Zacariotto 4-1 Redes de Computadores e Teleinformática Zacariotto 4-1 Agenda da aula Introdução Redes de computadores Redes locais de computadores Redes de alto desempenho Redes públicas de comunicação de dados Computação

Leia mais

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana Rede de Computadores Parte 01 Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações

Leia mais

Monitoramento de Rede de Nuvens Privadas

Monitoramento de Rede de Nuvens Privadas Monitoramento de Rede de Nuvens Privadas White Paper Autores: Dirk Paessler, CEO da Paessler AG Dorte Winkler, Redatora Técnica na Paessler AG Primeira Publicação: Maio de 2011 Edição: Fevereiro de 2013

Leia mais

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema

Leia mais

COMPONENTES DE REDES. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br

COMPONENTES DE REDES. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br COMPONENTES DE REDES Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br Tópicos Componentes de rede Placas de interface Transceptores Repetidores HUBs Pontes Switches Roteadores Gateways Servidores

Leia mais

Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores

Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores Diego Luís Kreutz, Gabriela Jacques da Silva, Hélio Antônio Miranda da Silva, João Carlos Damasceno Lima Curso de Ciência da Computação

Leia mais

GINGA - Software Livre para TV Digital Brasileira

GINGA - Software Livre para TV Digital Brasileira 1 of 6 23/6/2010 22:40 GINGA - Software Livre para TV Digital Brasileira Autor: Paulo Roberto Junior - WoLF Data: 13/04/2009 O que é GINGA Posso falar com minhas próprias indagações

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Redes de Computadores 3º Ano / 1º Semestre Eng. Electrotécnica Ano lectivo 2005/2006 Sumário Sumário Perspectiva evolutiva das redes telemáticas Tipos de redes Internet, Intranet

Leia mais

CLUSTER WEB RESUMO. Palavras-Chave: Cluster Web. Servidores Web. OpenMosix. MigShm.

CLUSTER WEB RESUMO. Palavras-Chave: Cluster Web. Servidores Web. OpenMosix. MigShm. 1 CLUSTER WEB André Soares Rodrigues Francislane Pereira Milene Moreira de Souza Thiago Maia Gouvêa Alves andresrodrigues@ig.com.br francis.aedb@gmail.com mimims@terra.com.br thiago.alves@mpsa.com Associação

Leia mais

Sistemas MIMD. CES-25 Arquiteturas para Alto Desmpenho. Paulo André Castro

Sistemas MIMD. CES-25 Arquiteturas para Alto Desmpenho. Paulo André Castro Sistemas MIMD Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. pauloac@ita.br Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac Arquiteturas Paralelas (SISD) Single Instruction Stream, Single Data Stream: Monoprocessador

Leia mais

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.)

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Unidade 3 3.1 Introdução 3.2. Definições 3.3. Motivações 3.4. Problemas 3.5. Desafios 3.6. Padronização e Arquitetura 3.7. Gerência

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Agenda Motivação Objetivos Histórico Família de protocolos TCP/IP Modelo de Interconexão Arquitetura em camadas Arquitetura TCP/IP Encapsulamento

Leia mais

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede Rede de Computadores Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações nos

Leia mais

slide 0 Algoritmos Paralelos

slide 0 Algoritmos Paralelos slide 0 Algoritmos Paralelos Slide 2 Demanda por Velocidade Computational Demanda contínua por maior rapidez computational das máquinas que as atualmente disponíveis. As áreas que exigem maior rapidez

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

Componentes dos sistemas computadorizados Aula 04 FTC FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO IV SEMESTRE

Componentes dos sistemas computadorizados Aula 04 FTC FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO IV SEMESTRE Componentes dos sistemas computadorizados Aula 04 FTC FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO IV SEMESTRE Componentes da infraestrutura Hardware Software Tecnologia de gerenciamento de dados Tecnologia

Leia mais

REDES VIRTUAIS PRIVADAS

REDES VIRTUAIS PRIVADAS REDES VIRTUAIS PRIVADAS VPN Universidade Católica do Salvador Curso de Bacharelado em Informática Disciplina: Redes de Computadores Professor: Marco Antônio Câmara Aluna: Patricia Abreu Página 1 de 10

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Pós-graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Software e Infraestrutura

Leia mais

Características Básicas de Sistemas Distribuídos

Características Básicas de Sistemas Distribuídos Motivação Crescente dependência dos usuários aos sistemas: necessidade de partilhar dados e recursos entre utilizadores; porque os recursos estão naturalmente em máquinas diferentes. Demanda computacional

Leia mais

Resumo. Introdução Cluster Cluster Beowulf Curiosidades Conclução

Resumo. Introdução Cluster Cluster Beowulf Curiosidades Conclução Cluster Resumo Introdução Cluster Cluster Beowulf Curiosidades Conclução Introdução Sua empresa esta precisando fazer um grande processamento; As Nuvens existentes não são suficientes para sua empresa;

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

Avaliação do Uso de Xen em Ambientes de Computação de Alto Desempenho

Avaliação do Uso de Xen em Ambientes de Computação de Alto Desempenho Avaliação do Uso de Xen em Ambientes de Computação de Alto Desempenho Márcio Parise Boufleur Guilherme Piegas Koslovski Andrea Schwertner Charão LSC - Laboratório de Sistemas de Computação UFSM - Universidade

Leia mais

Técnicas de Segmentação de Baixo Custo para Redes Locais de Computadores. Técnicas de Segmentação de Baixo Custo para Redes Locais de Computadores

Técnicas de Segmentação de Baixo Custo para Redes Locais de Computadores. Técnicas de Segmentação de Baixo Custo para Redes Locais de Computadores Técnicas de Segmentação de Baixo Custo para Redes Locais de Computadores Autor: Cássio David Borralho Pinheiro E-mail: cdbpinheiro@zipmail.com.br Técnicas de Segmentação de Baixo Custo para Redes Locais

Leia mais

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Equipamentos de Redes Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Placas de Rede Placas de Rede Preparação dos quadros para que possam ser enviados pelos cabos. A placa de

Leia mais

Um Modelo Computacional Tolerante a Falhas para Aplicações Paralelas Utilizando MPI

Um Modelo Computacional Tolerante a Falhas para Aplicações Paralelas Utilizando MPI Um Modelo Computacional Tolerante a Falhas para Aplicações Paralelas Utilizando MPI Oberdan R. Pinheiro 1, Josemar R. de Souza 1,2 1 Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (SENAI-CIMATEC) Salvador,

Leia mais

Redes e Serviços em Banda Larga

Redes e Serviços em Banda Larga Redes e Serviços em Banda Larga Redes Locais de Alta Velocidade Paulo Coelho 2002 /2003 1 Introdução Fast Ethernet Gigabit Ethernet ATM LANs 2 Características de algumas LANs de alta velocidade Fast Ethernet

Leia mais

PROJETO BÁSICO (De acordo com a Res. nº 272 da Anatel SCM, de 9 de agosto de 2001, Anexo II) OBJETO

PROJETO BÁSICO (De acordo com a Res. nº 272 da Anatel SCM, de 9 de agosto de 2001, Anexo II) OBJETO PROJETO BÁSICO (De acordo com a Res. nº 272 da Anatel SCM, de 9 de agosto de 2001, Anexo II) OBJETO OUTORGA DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA SCM sendo um serviço fixo de telecomunicações de interesse

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

O Impacto dos Aceleradores Expand no Consumo de Banda do Citrix Metraframe

O Impacto dos Aceleradores Expand no Consumo de Banda do Citrix Metraframe O Impacto dos Aceleradores Expand no Consumo de Banda do Citrix Metraframe Teste de Desempenho Expand Networks, abril de 24 O líder atual de mercado em sistemas de computação baseados em servidores é a

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Kurose Redes de Computadores e a Internet Uma Abordagem Top-Down 5ª. Edição Pearson Cap.: 1 até 1.2.2 2.1.2 2.1.4 Como funciona uma rede? Existem princípios de orientação e estrutura?

Leia mais

Serviço fone@rnp: descrição geral

Serviço fone@rnp: descrição geral Serviço fone@rnp: descrição geral Este documento descreve o serviço de Voz sobre IP da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. RNP/REF/0347 Versão Final Sumário 1. Apresentação... 3 2. Definições... 3 3. Benefícios

Leia mais

Fundamentos de Hardware. 1. Placa Mãe

Fundamentos de Hardware. 1. Placa Mãe Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Departamento de Eletrônica e Computação - DELC Fundamentos de Informática Prof. Cesar Tadeu Pozzer Julho de 2006 Fundamentos de Hardware Os seguintes links representam

Leia mais

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO MANUAL DE CONFIGURAÇÃO CONTMATIC PHOENIX SUMÁRIO CAPÍTULO I APRESENTAÇÃO DO ACESSO REMOTO... 3 1.1 O que é o ACESSO REMOTO... 3 1.2 Como utilizar o ACESSO REMOTO... 3 1.3 Quais as vantagens em usar o PHOENIX

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura

Leia mais

PERFORMANCE EM AMBIENTES DISTRIBUÍDOS USANDO MPI PARA PROCESSAMENTO DE IMAGENS MÉDICAS

PERFORMANCE EM AMBIENTES DISTRIBUÍDOS USANDO MPI PARA PROCESSAMENTO DE IMAGENS MÉDICAS REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 04, FEVEREIRO DE 2006.

Leia mais

Evolução na Comunicação de

Evolução na Comunicação de Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem

Leia mais

Rede de Computadores II

Rede de Computadores II Slide 1 Técnicas para se alcançar boa qualidade de serviço Reserva de recursos A capacidade de regular a forma do tráfego oferecido é um bom início para garantir a qualidade de serviço. Mas Dispersar os

Leia mais

INFORMÁTICA IINTERNET / INTRANET

INFORMÁTICA IINTERNET / INTRANET INFORMÁTICA IINTERNET / INTRANET Objectivos História da Internet Definição de Internet Definição dos protocolos de comunicação Entender o que é o ISP (Internet Service Providers) Enumerar os equipamentos

Leia mais

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos Capítulo 8 Sistemas com Múltiplos Processadores 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos 1 Sistemas Multiprocessadores Necessidade contínua de computadores mais rápidos modelo

Leia mais

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Rede Nacional de Pesquisa Ministério da Ciência e Tecnologia Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação

Leia mais

Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O

Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Í n d i c e Considerações Iniciais...2 Rede TCP/IP...3 Produtos para conectividade...5 Diagnosticando problemas na Rede...8 Firewall...10 Proxy...12

Leia mais

Introdução às Redes de Computadores. Por José Luís Carneiro

Introdução às Redes de Computadores. Por José Luís Carneiro Introdução às Redes de Computadores Por José Luís Carneiro Portes de computadores Grande Porte Super Computadores e Mainframes Médio Porte Super Minicomputadores e Minicomputadores Pequeno Porte Super

Leia mais

ATA - Exercícios Informática Carlos Viana. 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

ATA - Exercícios Informática Carlos Viana. 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ATA - Exercícios Informática Carlos Viana 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ATA EXERCÍCIOS CARLOS VIANA 22 - ( ESAF - 2004 - MPU - Técnico Administrativo ) O

Leia mais