O CONSTRUTIVISMO NA SALA DE AULA PROFA. DRA. PATRICIA COLAVITTI BRAGA DISTASSI - DB CONSULTORIA EDUCACIONAL

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1 O CONSTRUTIVISMO NA SALA DE AULA

2 1. OS PROFESSORES E A CONCEPÇÃO CONSTRUTIVISTA Construtivismo é um referencial explicativo que norteia o planejamento, a avaliação e a intervenção; A concepção construtivista não é um livro de receitas, mas, um conjunto articulado de princípios em que é possível diagnosticar, julgar e tomar decisões fundamentais sobre o ensino. (p.11)

3 O construtivismo é uma concepção POTENCIALIDADE: Análise da prática Ferramenta útil para tomada de decisões inteligentes sobre planejamento, aplicação e avaliação do ensino Concepção teórica norteadora da ação

4 Teorias que norteiam a reflexão/análise sobre o ensino e a aprendizagem Como meu aluno aprende? Como se ensina? É preciso considerar o contexto educativos? Práticas pedagógicas/ ALUNO

5 Educação: projeto pedagógico e social (projeto de nação) Função social do ensino Desenvolvimento humano _ (individual e social relação com a cultura) _ apropriação de cultura Professor membro de uma instituição cujo objetivo é oferecer uma educação de qualidade Qualidade do ensino: Planejar, proporcionar e avaliar o currículo ótimo para cada aluno, no contexto de uma diversidade de indivíduos que aprendem.

6 Aprender é construir construção de um significado pessoal do objeto de conhecimento Elaborar representação pessoal sobre o objeto de ensino Aprendizagem significativa (identificação) Ponto de partida: Conhecimento prévios

7 Como ocorre: _ (...) integração, modificação, estabelecimento de relações e coordenação entre esquemas de conhecimento que já possuíamos, dotados de uma certa estrutura e organização que varia, em vínculos e relações, a cada aprendizagem que realizamos. _ APERFEIÇOAMENTO: memorização significativa será útil e funcional para continuar aprendendo (p.21) _ MEDIAÇÃO: ajuda do professor para aprender (tanto para ajudar a usar sua bagagem pessoal quanto para ir progredindo em sua apropriação) _ Autonomia

8 Ensino para aprendizagem: (...) A aprendizagem é uma construção pessoal que o aluno realiza com a ajuda que recebe de outras pessoas. Essa construção, por meio da qual pode atribuir significado a um determinado objeto de ensino, implica a contribuição da pessoa que aprende, seu interesse e disponibilidade, seus conhecimentos prévios e sua experiência. Em tudo isso desempenha um papel imprescindível a figura do outro mais experiente, que ajuda a detectar conflito inicial entre o que se sabe e o que se deve saber, que contribui para que o aluno se sinta capaz e com vontade de resolvê-lo, que coloca o novo conteúdo de forma que apareça como um desafio interessante, cuja resolução terá alguma utilidade, que intervém de forma ajustada aos progressos e dificuldades manifestados pelo aluno, apoiando-o, tendo em vista sua realização autônoma. É um processo que contribui não só para que o aluno aprenda determinados conteúdos, mas para que aprenda a aprender e para que aprenda que pode aprender; sua repercussão, então, não se limita àquilo que o aluno sabe, mas também ao que sabe PROFA. fazer DRA. PATRICIA e a como COLAVITTI vê a BRAGA si mesmo (Zabala, 165).

9

10 2.Aprendizagem: Resistência e Disponibilidade Un Lugar en el mundo : Eu sou muito burra X Eu ganho do trem com meu cavalo Aspectos cognitivos e afetivos relacionais na construção da aprendizagem _ sentido _ significado

11 Processo de aprendizagem (P.31) Mobilização no nível cognitivo Revisão e recrutamento dos esquemas de conhecimento para dar conta da nova situação, tarefa ou conteúdo da aprendizagem Esquemas recrutados podem sofrer modificações de leves a drásticas O que anima o processo? Interesse motivação quebra de um equilíbrio inicial provocação de um desequilíbrio levar a cabo determinadas ações para conseguir REEQUILÍBRIO

12 Interação entre aspectos cognitivos e afetivos Aprendizagem e autoconceito/autoestima Forma de ver-se, ver e o mundo Forma de se relacionar com o mundo

13 Disposição para aprendizagem significativa Enfoque profundo investigar - Ciência -conhecimento prévios -Avaliar a aprendizagem - Persistir até alcançar objetivos Enfoque superficial - Preenchimento dos requisitos da tarefa

14 O que inclina o aluno para um outro enfoque? Interesse Tipos de tarefas propostas Avaliação Satisfação de uma necessidade (saber, de realizar, de informar-se, de aprofundar) Saber o que fará, por o fará, para que o fará Esforço, envolvimento pessoal Obtenção de ajuda especializada, afeto, incentivo Possibilidade para tomar decisões sobre o planejamento e a execução de seu trabalho Tempo flexível Avaliação: adequada para observar e atribuir valor

15 Enfoque superficial comandos para cumprir uma tarefa método de ensino que favorece a dependência excesso de trabalho e falta de tempo _ avaliação: estudar para a prova/ questões de caráter fechado/ reprodução da informação do livro _ fragmentação das disciplinas

16 Motivação, autoconceito e representações mútuas Como o aluno percebe a proposta é determinante _ motivação intrínseca (vontade de aprender) _ motivação extrínseca (necessidade imposta de aprender) Aspectos racionais/intelectuais e a afetivos Significados sobre os conteúdos do ensino Significados sobre a situação didática estimulante/desafiadora/ intratável e tediosa/desprovida de interesse ou inatingível para suas possibilidades Representações sobre si mesmos (?) pessoas competentes; pessoas interessantes para professores e colegas capazes de resolver problemas colocados

17 Aprendizagem Sobre os conteúdos Sobre a capacidade de aprender Durante a aula, constrói-se a motivação intrínseca, a medida que o aluno aprende _ sentimento de competência/satisfação _ imagem positiva autoconceito/autoestima _ enfrentamento de desafios comportamento e forma de interagir e estar no mundo

18 O auto conceito é aprendido ou forjado no decorrer das experiências da vida e influencia a formação do ser e sua capacidade de aprender Relações interpessoais com outros significativos pais, professores, amigos influenciam na formação da visão de si mesma Interiorização das atitudes e percepções que os outros tem a seu respeito Representações/expectativas que os professores têm de seus alunos Representações que os alunos têm de seus professores Representações que se tem de um aluno ideal

19 Expectativas Profecias que se cumprem ao longo da prática Docente e discente Exemplo: atividade de leitura Alunos se adaptam aos tratamentos e expectativas Êxito repetido leva: a querer mais; crença na capacidade de maior êxito * Fracasso repetido (idem inversa)

20 Sentido e Significado: o âmbito afetivo relacional e o cognitivo da aprendizagem Para uma tarefa ter sentido: O que é para fazer Qual a finalidade, ou objetivo Como fazer A que se relaciona Qual é o projeto geral do qual essa tarefa faz parte Percepção da utilidade e das condições de realização da tarefa

21 Envolvimento com a tarefa _ Necessidade e interesse se criam ao longo da tarefa TAREFA: Parecer atraente Interessante Desafiadora e possível PROPÓSITOS PESSOAIS: Participação no planejamento dessa atividades, de sua realização e de seus resultados de forma ativa Compreensão do que se está fazendo Responsabilização pelo fazer Disposição de recursos para avaliar e modificar se necessário Percepção de que se pode aprender Percepção da capacidade de superar o desafio Valorização das ações empreendidas Receber conotações positivas Segurança na garantia de obter ajudas necessárias Manutenção da motivação para continuar aprendendo.

22 Capítulo 3- Um ponto de partida para a aprendizagem de novos conceitos: os conhecimentos prévios O Que São Conhecimentos Prévios? Base para a incorporação de conhecimentos novos De onde vem os conhecimentos prévios? _ De esquemas de conhecimentos construídos nas relações com o meio

23 Veja o restante dessa aula em nosso CURSO PREPARATÓRIO PARA CONCURSO PEB 2015 EMBREVE! DISTASSI - DB CONSULTORIA EDUCACIONAL

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