Teste de Software. Prof. Camila. Pedro de Assis Sobreira Jr.

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1 Teste de Software Prof. Camila Pedro de Assis Sobreira Jr.

2 2 Técnicas de Testes Técnica de Teste Funcional Técnica de Teste Estrutural

3 3 Testes Funcionais Teste de Especificação de Requisitos. Teste de Regressão. Teste de Tratamento de erro. Teste de Suporte Manual. Teste de Interconexão. Teste de Controle. Teste Paralelo.

4 4 Teste de Especificação de Requisitos Verifica se o sistema é executado conforme o que foi especificado. São realizados através da criação de condições de testes e cheklists de funcionalidades.

5 5 Teste de Regressão Testa se algo mudou em relação ao que já estava funcionando corretamente, ou seja, é voltar a testar segmentos já testados após uma mudança em outra parte do software. Os testes de regressão devem ser feitos tanto no software quanto na documentação.

6 6 Teste de Tratamento de Erro Determina a capacidade do software de tratar transações incorretas. Esse tipo de teste requer que o testador pense negativamente e conduza testes como: entrar com dados cadastrais impróprios, tais como preços, salários, etc., para determinar o comportamento do software na gestão desses erros.

7 7 Teste de Tratamento de Erro Produzir um conjunto de transações contendo erros e introduzi-los no sistema para determinar se este administra os problemas.

8 8 Teste de Suporte Manual Verifica se os procedimentos de suporte manual estão documentados e completos, determina se as responsabilidades pelo suporte manual foram estabelecidas.

9 9 Teste de Interconexão Garante que a interconexão entre os softwares de aplicação funcione corretamente. Pois, softwares de aplicação costumam estar conectados com outros softwares de mesmo tipo.

10 10 Teste de Controle Assegura que o processamento seja realizado conforme sua intenção. Entre os controles estão a validação de dados, a integridade dos arquivos, as trilhas de auditoria, o backup e a recuperação, a documentação, entre outros.

11 11 Teste de Paralelo Comparar os resultados do sistema atual com a versão anterior determinando se os resultados do novo sistema são consistentes com o processamento do antigo sistema ou da antiga versão.

12 12 Teste de Paralelo O teste paralelo exige que os mesmos dados de entrada rodem em duas versões da mesma aplicação. Por exemplo: caso a versão mude e os requisitos não, os dados de saída das duas versões devem ser iguais.

13 13 Testes Estruturais Teste de Execução. Teste de Estresse. Teste de Recuperação. Teste de Operação. Teste de Conformidade.

14 14 Testes Estruturais Teste de Segurança. Teste de Unidade. Teste de Interação ou Integração. Teste de Sistema. Teste de Aceitação

15 15 Teste de Execução Verifica os tempos de resposta, de processamento e o desempenho (performance), avaliando o comportamento do software no ambiente de produção e verificando se as premissas de desempenho são atendidas.

16 16 Teste de Execução Em um sistema que possui dez módulos diferentes e que foi desenvolvido por equipes diferentes, o teste de execução avalia o sistema como um todo, é como se o teste de execução fosse um play no sistema.

17 17 Teste de Estresse Avalia o comportamento do software sob condições críticas, tais como restrições significativas de memória, espaço em disco, etc., ou seja, coloca o software sob condições mínimas de operação.

18 18 Teste de Recuperação A recuperação é a capacidade de reiniciar operações após a perda da integridade de uma aplicação como, por exemplo: Ao desligar o computador, queda de energia elétrica, entre outros. O teste de recuperação garante a continuidade das operações após um desastre.

19 19 Teste de Operação Avalia o processo e sua execução, são desenhados para estabelecer se o sistema é executável durante a operação normal, é um tipo de teste muito específico, depende do software a ser testado um exemplo é o software de Call Center.

20 20 Teste de Conformidade Verifica se o software foi desenvolvido de acordo com padrões, normas, procedimentos e guias de TI.

21 21 Teste de Segurança Avalia a adequação dos procedimentos de proteção e as contramedidas projetadas, para garantir a confidencialidade das informações e a proteção dos dados contra o acesso não autorizado de terceiros.

22 22 Teste de Unidade É aplicado aos menores componentes de código, é feito pelos programadores e testa as unidades individuais: funções, objetos e componentes.

23 23 Teste de Integração ou Interação É feito ao término de cada iteração para validar a execução das funções referentes aos casos de uso, é feito normalmente pelo analista de sistemas.

24 24 Teste de Sistema Executa o sistema como um todo para validar a execução das funções acompanhando cenários elaborados (casos de teste) por um analista de testes em um ambiente de testes.

25 25 Teste de Aceitação É feito antes da implantação do software, o cliente é quem executa este tipo de teste no ambiente de homologação, tem como objetivo verificar se o software está pronto para ser utilizado pelos usuários finais.

26 26 Ciclo de Vida dos Testes Planejamento. Preparação. Especificação. Execução. Entrega.

27 27 Planejamento Nesta fase é elaborada a Estratégia de Teste e o Plano de Teste.

28 28 Preparação O objetivo desta fase é preparar o Ambiente de Teste (equipamentos, pessoal, ferramentas de automação, massa de testes) para que os testes sejam executados conforme planejados.

29 29 Especificação Nesta fase temos as seguintes atividades: Elaborar/ Revisar casos de testes e Elaborar/ Revisar roteiros de testes.

30 30 Execução Os testes são executados e os resultados obtidos são registrados.

31 31 Entrega Esta é a última fase do ciclo de vida de testes, onde o projeto é finalizado e toda documentação é finalizada e arquivada.

32 32 Fundamentos do Teste de Software Características que levam um software testável: Operabilidade. Observabilidade. Controlabilidade.

33 33 Fundamentos do Teste de Software Características que levam um software testável: Decomponibilidade. Simplicidade. Estabilidade. Compreensibilidade.

34 34 Operabilidade Quanto melhor funciona, mais eficientemente pode ser testado. Se um sistema é projetado e implementado com qualidade em mente, poucos defeitos vão bloquear a execução dos testes, permitindo que o teste progrida sem arrancos.

35 35 Observabilidade O que você vê é o que você testa. Entradas fornecidas como parte do teste produzem saídas distintas. Estados e variáveis do sistema são visíveis ou consultáveis durante a execução. Saída incorreta é facilmente identificada. Erros internos são automaticamente detectados. O código- fonte é acessível.

36 36 Controlabilidade Quanto melhor você pode controlar o software, mais o teste pode ser automatizado e otimizado. Estados e variáveis do software e do hardware podem ser controlados diretamente pelo engenheiro de teste. Testes podem ser especificados, automatizados e reproduzidos.

37 37 Decomponibilidade Controlando o escopo do teste, podemos isolar problemas mais rapidamente e realizar retestagem mais racionalmente. O sistema de software é construído por meio de módulos independentes, que podem ser testados independentemente.

38 38 Simplicidade Quanto menos houver a testar, mais rapidamente podemos testá-los. O programa deve exibir: Simplicidade Funcional: por exemplo, o conjunto de características é mínimo necessário para satisfazer aos requisitos.

39 39 Simplicidade Simplicidade Estrutural: por exemplo, a arquitetura é modularizada para limitar a propagação de defeitos. Simplicidade do código:por exemplo, uma norma de codificação é adotada para facilitar a inspeção e a manutenção.

40 40 Estabilidade Quanto menos modificações, menos interrupções no teste. Modificações no software não são frequentes, controladas quando ocorrem e não invalidam os testes existentes. O software recuperase bem das falhas.

41 41 Compreensibilidade Quanto mais informações temos, mais racionalmente vamos testar. O projeto arquitetural e as dependências entre componentes internos, externos e compartilhados são bem compreendidos.

42 42 Compreensibilidade Documentação técnica é acessível instantaneamente, bem organizada, específica, detalhada e precisa. Modificações ao projeto são comunicadas aos testadores.

43 43 Tipos de teste Teste de Caixa Preta Teste de Caixa Branca

44 44 Teste Caixa Preta Testa-se as funcionalidades verificando sua correta operação segundo uma ótica externa a implementação. É baseado no que o software faz. Teste voltado para depois do término do software.

45 45 Teste Caixa Preta Exemplo: Testar telas e resultados, entrada e saída.

46 46 Teste Caixa Branca Teste mais a nível de código. Testa os IF, WHILE e todas as estruturas de controle, acesso a dados e interface. Verificando seu correto funcionamento.

47 47 Teste Caixa Branca Exemplo: Garante que todos os caminhos foram percorridos pelo menos uma vez. Executa os loops.

48 48 Quem testa? Caixa Preta: São Analistas/ Usuários Finais/ Engenheiros de Teste/ Equipe de Teste. Caixa Branca: São os Desenvolvedores/ Programadores/ Analistas/ Engenheiros de Teste.

49 49 Porque investir em testes? Diminui o custo do retrabalho de desenvolvimento do software. Garantia da qualidade nos sistemas desenvolvidos. Maior credibilidade da empresa no mercado.

50 50 Porque investir em testes? Menor tempo para detectar defeitos (menor custo de desenvolvimento). Pessoas treinadas e capacitadas para testes. Utilização de ferramentas apropriadas para automação de teste.

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