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1 Formação de Preço no Mercado Livre" AGOSTO/2013 Paulo Cezar C. Tavares Presidente da SOLenergias Vice-Presidente da Abraceel

2 ÍNDICE 1. Formação de preços 2. Situação Atual do Mercado Livre (ML) 3. Fatores de incerteza Impacto da Lei no ML Impacto da Resolução Nº 3, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Situação Energética Evolução dos Preços 4. Conclusões

3 ÍNDICE 1. Formação de preços 2. Situação Atual do Mercado Livre (ML) 3. Fatores de incerteza Impacto da Lei no ML Impacto da Resolução Nº 3, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Situação Energética Evolução dos Preços 4. Conclusões

4 FORMAÇÃO DE PREÇO PRODUTO NORMAL LEI OFERTA X DEMANDA O > D O < D PREÇO CAI PREÇO SOBE PENALIDADES NORMALMENTE MAIORES PARA OS COMPRADOS (PRODUTOS PERECÍVEIS ) 4

5 FORMAÇÃO DE PREÇO PRODUTO Energia no ACL CARACTERÍSTICA Comprador/Vendedor de última instância a Preço = PLD PREÇO Depende pouco do Balanço Oferta X Demanda Depende muito da percepção da curva futura do PLD PLD Depende do Balanço Oferta X Demanda global de energia (ACL + ACR); da Hidrologia; dos Riscos Regulatórios, Institucionais e Judiciais PENALIDADES Posição vendida é fortemente penalizada (maior valor entre PLD e VR mais 1/12 do VR, etc.) 5

6 ÍNDICE 1. Formação de preços 2. Situação Atual do Mercado Livre (ML) 3. Fatores de incerteza Impacto da Lei no ML Impacto da Resolução Nº 3, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Situação Energética Evolução dos Preços 4. Conclusões

7 Consumo no ACL (MW médios) Média móvel 12 meses 4,0 % jul/10 set/10 nov/10 jan/11 mar/11 mai/11 jul/11 set/11 nov/11 jan/12 mar/12 mai/12 jul/12 set/12 nov/ Consumidores Livres (MW médios) 2,5 % Consumidores Especiais (MW médios) 35 % Consumidores Livres Média Móvel 12 meses Consumidores Especiais Média Móvel 12 meses

8 Mercado Livre de Energia Atualmente, cerca de 60% do PIB industrial brasileiro adquire energia no mercado livre. Desindexa os contratos de energia elétrica, pois os preços passam a ser livremente negociados entre vendedores e compradores. Permite maior competitividade da economia, principalmente na indústria, pois os comercializadores criam produtos mais adequados aos processos produtivos e a competição entre os vendedores (geradores e comercializadores) reduz preços. É um mercado opcional. Os consumidores podem escolher os fornecedores de energia, negociando livremente o prazo, preços, variação do preço ao longo do tempo e serviços associados à comercialização. Todo contrato do mercado livre tem lastro físico, conforme determina a Lei.

9 Potencial do Mercado Livre (legislação vigente) O potencial máximo do Mercado Livre atual é de 46% da Carga Nacional ACR 73% Situação atual Potencial Especiais 14% Consumidor especiais (2%) Potencial Livres 5% 46% ACL 27% C. Livres/Especiais APE Eletrointensivos Exp-Imp (25%)

10 Prazo de contratação no ACL Contratos registrados dos Consumidores Livres e Especiais (em volume) Fonte: InfoMercado CCEE setembro/ mês 9,7% 2 a 5 meses 5,7% 6 meses a 1 ano 7,9% acima de 4 anos 57,0% acima de 1 até 2 anos 7,7% acima de 2 até 4 anos 11,8% *Lei 9.074/95 só permite o retorno de consumidores livres (e especiais) com aviso prévio de 5 anos.

11 ÍNDICE 1. Formação de preços 2. Situação Atual do Mercado Livre (ML) 3. Fatores de incerteza Impacto da Lei no ML Impacto da Resolução Nº 3, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Situação Energética Evolução dos Preços 4. Conclusões

12 ÍNDICE 1. Formação de preços 2. Situação Atual do Mercado Livre (ML) 3. Fatores de incerteza Impacto da Lei no ML Impacto da Resolução Nº 3, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Situação Energética Evolução dos Preços 4. Conclusões

13 Lei /13 (MP 579/12) Lei º /13 reduz tarifas por três efeitos: Encargos Setoriais Isonômico entre consumidores livres e cativos (aporte do Tesouro Nacional) Concessões de Transmissão Concessões de Geração Isonômico entre todos os consumidores (redução das tarifas de transmissão - Tust) Não isonômico com o mercado livre, pois a amortização das usinas foi paga igualmente por todos os consumidores. Acesso à energia mais barata das usinas depreciadas somente para o mercado cativo (de R$ 95 / MWh para 27 R$/MWh). Como três concessionárias não optaram por aderir à oferta do Governo, houve a edição da MPV 605/13 para aportar os recursos (do Tesouro Nacional) necessários para obter a redução original de preços prometida. É transitório pois as usinas serão futuramente licitadas.

14 IMPACTO DA LEI Nº NO MERCADO LIVRE Lei nº /13 Vendedores Geradores de Serviço Público, Autoprodutores, Produtores Independentes e Comercializadores Cria o regime de cotas destinadas ao ACR Ambiente de Contratação Regulada (ACR) Distribuidores que compram energia para os consumidores cativos - BT Ambiente de Contratação Livre (ACL) Consumidores livres e especiais, Comercializadores Contratos resultantes de leilões públicos Contratos livremente negociados

15 Redução Tarifária MPV 579 (R$/MWh) Geração Transmissão Encargos Todas as usinas: 22,59 Renovação Antecipada: 13,56 RAP consumo: 12,85 CCC: 7,8 CDE: 6,7 RGR: 3,6 TOTAL: 18,1 Cativos Cat. e Livres Cat. e Livres Cativos Livres 53,54 / 44,51 R$/MWh 30,95 R$/MWh

16 Mercado Livre: só transmissão + encargos 0% Grande A2 A2 Médio A4 A4-5% -10% -15% -20% -16% -14% -25% -30% -27% Consumidor Livre Consumidor Cativo -23%

17 LEI º /13 REDUÇÃO TARIFÁRIA ACR/ACL Geração (ACR/ACL) +Transmissão + Encargos 0% A2 A4 BT Grande A2 Médio A4 Residencial - BT -5% -10% -15% -20% -16% -14% -20% -17% -15% -25% -24% -23% -30% -27% ACR (MP) ACL (MP) Isonomia

18 Prejuízo do Consumidor Livre por não receber a cota da Lei Consumidor de 10 MW Médios Em 2013/ JAN-JUN -> R$ 1,8 Milhões Prejuízo por Ano -> R$ 1,4 Milhões/Ano VPL (10%) -> R$ 15,8 Milhões/Ano Premissas Valor da Cota R$ 27/MWh Volume 15% da Carga PLD + SPREAD Médio JAN a JUN de > R$ 300/MWh PLD + SPREAD Longo Prazo R$ 130 MWH

19 Valor das cotas para a Indústria Exemplo numérico Para uma indústria com demanda de 10 MW, a alocação das cotas de energia traria um GANHO de R$ 15,7 milhões em 30 anos. Equivale a 20 meses de energia grátis. Considerando toda a indústria brasileira do mercado livre (60% do consumo industrial nacional), o PREJUÍZO é de R$ 30 bilhões. Benefício da cota de energia para o Consumidor Livre Demanda (MW) 10 Fator de Carga 80% Consumo Anual (MWh) Preço do Contrato no ACL (R$/MWh) 130 Valor da Cota (R$/MWh) 30 % da Energia em Regime de Cotas 20% VPL da cota R$ ,13 * Taxa de desconto de 8%. Benefício da cota de energia para o Consumidor Livre Consumo (MWmed) Consumo Anual (MWh) Preço do Contrato no ACL (R$/MWh) 130 Valor da Cota (R$/MWh) 30 % da Energia em Regime de Cotas 20% VPL da cota R$ ,74 * Taxa de desconto de 8%.

20 ÍNDICE 1. Formação de preços 2. Situação Atual do Mercado Livre (ML) 3. Fatores de incerteza Impacto da Lei no ML Impacto da Resolução Nº 3, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Situação Energética Evolução dos Preços 4. Conclusões

21 Resolução CNPE Determina que a Comissão Permanente para Análise de Metodologias e Programas Computacionais do Setor Elétrico (CPAMP) desenvolva e implemente metodologia para internalização de mecanismos de aversão a risco nos programas computacionais para estudos energéticos e formação de preço até 31 de julho de Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (CEPEL) deverá implementar a metodologia internamente aos programas computacionais até 31 de maio de Cria um período de transição de abril a julho de 2013.Cria o PLD e PLDf 3. ESS por segurança energética passa a ser rateado entre todos os agentes de mercado, proporcionalmente à energia comercializada nos últimos doze meses, inclusive o mês corrente.

22 Resolução CNPE 03 Impactos da RES CNPE 03 PLD Não há definição sobre qual mecanismo de aversão ao risco será internalizado nos modelos. Onera os agentes/consumidores expostos no MCP. Efeito final será a elevação do PLD e redução do ESS_SE. ESS_SE Resolução cria um novo custo para as operações realizadas por todos agentes de mercado nos últimos 12 meses (retroatividade do ESS_SE). Custos de segurança energética arcados pelos agentes serão repassados no médio prazo aos consumidores via preço/tarifas dos novos contratos (ACR e ACL).

23 Resolução CNPE 03 Despacho fora da ordem de mérito: mecanismo atual Agentes expostos no MCP Custo total do despacho termelétrico ESS_SE pago por todos os CONSUMIDORES

24 Resolução CNPE 03 Despacho fora da ordem de mérito: mecanismo de transição Custo total do despacho termelétrico Até o valor do PLD Agentes expostos no MCP Acima do PLD ESS_SE pago por todos os AGENTES ΔPLD - Agentes expostos no MCP

25 Resolução CNPE 03 Valores relativos à 1ª semana operativa de Abril Custo total do despacho termelétrico Até o valor do PLD Agentes expostos no MCP PLD1 = 302,27 R$/MWh R$ 256 milhões Acima do PLD ESS_SE pago por todos os AGENTES ΔPLD - Agentes expostos no MCP R$ 128 milhões ΔPLD = 87,51 R$/MWh

26 ÍNDICE 1. Formação de preços 2. Situação Atual do Mercado Livre (ML) 3. Fatores de incerteza Impacto da Lei no ML Impacto da Resolução Nº 3, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Situação Energética Evolução dos Preços 4. Conclusões

27 PERSPECTIVAS... Se não chover nunca teremos racionamento... Presidente Lula Não tem nenhum risco de falta de energia no curto, médio e longo prazo... Presidenta Dilma

28 HIDROLOGIA 2012/2013 Hidrologia : Hidrologia do período úmido abaixo da média, refletindo chuvas irregulares e de menor energia natural afluente. Menor armazenamento no Sudeste e Nordeste desde o ano 2001

29 CENÁRIO ENERGÉTICO SUDESTE Armazenamento Sudeste Projeção de armazenamento para o final do período úmido (30/abril /2013) é a pior desde o racionamento de 2001

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31 CENÁRIO ENERGÉTICO NORDESTE Armazenamento Nordeste Projeção de armazenamento para o final do período úmido (30/abril /2013) é a pior desde o racionamento de 2001

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33 ÍNDICE 1. Formação de preços 2. Situação Atual do Mercado Livre (ML) 3. Fatores de incerteza Impacto da Lei no ML Impacto da Resolução Nº 3, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Situação Energética Evolução dos Preços 4. Conclusões

34 CENÁRIO AMBIENTE DE CONTRATAÇÃO LIVRE DE ENERGIA EM 2013 Oferta x Demanda: Menor oferta de geradores (CESP, Emae e Chesf) em virtude da conversão das concessões em cotas Demanda de lastro adicional de geradores devido a Res 003/2013 do CNPE Atraso na entrada de projetos hidro (Santo Antonio e Jirau) e eólicos (ICG s) Preços: Cancelamento projetos térmicos (Multiner e Bertim) Forte oscilação do PLD em virtude do nível de armazenamento Custo adicional para compradores de curto prazo em virtude do PLD2 (Res 03/2013 CNPE)

35 PREÇOS PLD SUDESTE A partir de 01/abr/2013, o PLD passou a ser composto de PLD + PLD2 (rateio parcial dos encargos ESS segurança energética Res. 03/2-13 CNPE)

36 Curva Forward Convencional Sudeste

37 Evolução do ESS Impacto da CNPE 003 reduziu encargos sobre o perfil consumo, mesmo com o rateio parcial devido à liminares e a queda do PLD junho13 Obs: Consumidores que com flexibilidade de modular seus contratos pela carga não incorrem no custo do delta PLD (valores estimados no gráfico) 37

38 Novo modelo CVAR Impactos esperados Aumento da segurança, com maior armazenamento esperado e redução de risco de déficit Eliminação ou redução expressiva do despacho fora da ordem de mérito por razões energéticas (baixo nível de armazenamento) Aumento do valor esperado do custo marginal, com impacto direto no PLD Redução da faixa de valores mais baixos de CMO 38

39 Novo modelo CVAR Estudo da CPAMP: aumento da energia armazenada 39

40 Novo modelo CVAR Estudo da CPAMP /CCEE indica impactos de até R$ 150/MWh no CMO 40

41 ÍNDICE 1. Formação de preços 2. Situação Atual do Mercado Livre (ML) 3. Fatores de incerteza Impacto da Lei no ML Impacto da Resolução Nº 3, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Situação Energética Evolução dos Preços 4. Conclusões

42 CONCLUSÃO Não isonomia na alocação das cotas para o ACL implica em perdas de: R$ 30 Bilhões para a Indústria Nacional Cadê as Associações Setoriais? FIESP, FIRJAN,... CNI, ETC.

43 CONCLUSÃO Sem isonomia na alocação das cotas ( Energia 27 R$/MWh) o ML fica estruturadamente desequilibrado (perde cerca de 27% de 8256 MW Médios de energia a 27 R$/Mês). Provável redução acentuada do ML no médio prazo. Perda de competitividade da indústria nacional Resolução nº 3 do CNPE resultou em: judicialização do setor ( nunca antes...) Redução acentuada da taxa de retorno dos atuais projetos de geração Aumento da incerteza para os novos projetos de geração com provável aumento nos preços da energia nova.

44 CONCLUSÃO SEGMENTO PESO NO PREÇO DO PRODUTO FINAL ALUMÍNIO 35% - 40% SIDERURGIA 15% - 20% A energia elétrica tem uma participação razoável no custo final do produto de diversos segmentos e aproximadamente 60% do PIB industrial adquire energia no mercado livre. CIMENTO 20% - 25% PETROQUÍMICO E QUÍMICO 8% - 12% MINERAÇÃO 18% - 22% FERROLIGAS 25% - 30% GASES INDUSTRIAIS 70% - 75% A destinação das cotas de energia depreciada também para o mercado livre reduzirá em mais 8% o custo de energia para a indústria, reduzindo o preço do produto final (controle à inflação), aumentando a competitividade da indústria nacional, gerando empregos e renda.

45 CONCLUSÃO Destinar as cotas das usinas depreciadas a todos os consumidores ACR/ACL, conforme proposto pela Emenda 14 do deputado Vanderlei Siraque, restabelece a isonomia não contemplada na Lei /2013. Justificativa: todos pagaram pela amortização e depreciação das usinas ao longo dos anos e a o restabelecimento da isonomia amplia a competitividade da indústria brasileira, objetivo primordial das medidas tomadas sobre redução de tarifas e preços, o que tem o amplo e irrestrito apoio da Abraceel.

46 OBRIGADO Paulo Cezar C. Tavares Presidente da SOLenergias Vice-Presidente da Abraceel AGOSTO/2013

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