SOCIEDADE CONSTITUÍDA SOB A FORMA LIMITADA POSSUI CARÁTER EMPRESARIAL RESPONSABILIDADE LIMITADA DE SÓCIOS AFASTA TRIBUTAÇÃO PRIVILEGIADA DE ISSQN

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1 Porto Alegre, abril de 2011 Notícias 1ª Câmara SOCIEDADE CONSTITUÍDA SOB A FORMA LIMITADA POSSUI CARÁTER EMPRESARIAL RESPONSABILIDADE LIMITADA DE SÓCIOS AFASTA TRIBUTAÇÃO PRIVILEGIADA DE ISSQN DESCONSTITUÍDO AUTO DE INFRAÇÃO E LANÇAMENTO EM RAZÃO DE VÍCIO FORMAL 2ª Câmara REALIZAÇÃO DE SOMENTE ATIVIDADES NÃO-OPERACIONAIS NÃO TORNA EMPRESA INATIVA ILEGIMITIDADE IMPEDE POSTULAÇÃO PERANTE A FAZENDA MUNICIPAL ARRENDAMENTO RURAL NÃO SE CONFUNDE COM ARRENDAMENTO MERCANTIL Todas as Notícias 1ª Câmara SOCIEDADE CONSTITUÍDA SOB A FORMA LIMITADA POSSUI CARÁTER EMPRESARIAL A 1ª Câmara do Tribunal Administrativo de Recursos Tributários (TART) julgou, no dia 26 de março de 2010, Recurso Voluntário contra a decisão que indeferira reclamação relativa a Auto de Infração e Lançamento. O contribuinte foi autuado em virtude de ter recolhido o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), incidente sobre a receita de prestação de serviços na área de jornalismo, capitulado no item nº da Lista de Serviços anexa à Lei Complementar Municipal nº 07/73, com base no número de profissionais habilitados, embora o fisco entenda que ele não cumpre as condições estabelecidas em lei para o enquadramento como sociedade civil tributada pelo número de profissionais habilitados, conforme art.9º, 3º, do Decreto-Lei nº 406/68. Por ser uma sociedade do tipo limitada, o que não permite o enquadramento na tributação pelo número de profissionais habilitados, recai sobre a empresa o dever de recolher o tributo com base no preço do serviço, o que para as atividades exercidas corresponde ao montante da receita bruta, tendo por base dispositivo da LCM 07/73. Inconformado com a exação imposta pelo erário, o contribuinte ingressou com pedido de Reclamação Fiscal, alegando que cumpre as legislações nacional e municipal relativa à espécie, posto que é sociedade formada por dois jornalistas que militam exclusivamente no ramo do jornalismo não possuindo caráter empresarial; logo, não há como manter hígido o argumento do auto em tela no que diz respeito ao Contrato Social e suas

2 especificações quanto às cotas do capital social e à responsabilidade dos sócios, nos termos dispostos pelo Código Civil, doutrina e jurisprudência pátrias. O julgador de 1ª Instância, ao analisar o caso apresentado e enfrentando a questão levantada no pedido de reclamação, negou provimento ao mesmo. Baseou sua decisão no sentido de que as sociedades constituídas sob a forma de limitadas não possuem caráter pessoal na realização de suas atividades, mas sim caráter empresarial. Diante do exposto, o recorrente interpôs Recurso Voluntário ao TART repetindo as alegações apresentadas em sede de Reclamação, requerendo que seja reconhecido o direito de usufruir a tributação privilegiada e que o AIL nº 0102/2009 seja anulado. O relator, Conselheiro André Brum de Sá, aduziu que o caráter empresarial atribuído ao contribuinte está baseado no fato de ele estar constituído sob a forma de sociedade por cotas de responsabilidade limitada, com a consequente limitação da responsabilidade dos sócios ao montante do capital social. Neste aspecto enfatizou que a jurisprudência maciça do Superior Tribunal de Justiça é no sentido de que estas sociedades não possuem caráter pessoal, mas sim empresarial na realização de suas atividades. Portanto, considerou que a tributação cabível ao caso em tela é em função da receita bruta, votando, desta forma, por negar provimento ao Recurso Voluntário. Desta forma, foi negado provimento ao Recurso Voluntário, por maioria dos Conselheiros da 1ª Câmara do TART. (1.ª Câmara do TART, Processo n , Relator: Conselheiro André Brum de Sá, Resolução n 021/2010/1, julgado em 26 de março de 2010). DESCONSTITUÍDO AUTO DE INFRAÇÃO E LANÇAMENTO EM RAZÃO DE VÍCIO FORMAL A 1ª Câmara do Tribunal Administrativo de Recursos Tributários (TART) julgou, no dia 09 de abril de 2010, Recurso Voluntário contra a decisão que indeferira reclamação relativa a Auto de Infração e Lançamento de ISSQN, dando-lhe provimento. A contribuinte, empresa prestadora de serviços de construção civil, tais como construção de subestações de redes elétricas, reformas e adequação de instalações, entre outros, enquadráveis nos subitens 7.02 e 7.05 da Lista de Serviços anexa à Lei Complementar Municipal nº 7/73 e alterações, foi autuada por ter recolhido a menor, no entendimento da fiscalização, o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). O Fisco verificou que a empresa, ao apurar a base de cálculo do ISS devido, tomou por base somente o valor da mãode-obra destacado nas notas fiscais de serviços por ela emitidas e nos contratos de prestação dos serviços de construção civil celebrados com seus clientes, quando o correto é o montante da receita bruta deduzido do valor dos materiais por ela adquiridos e aplicados nas obras executadas, conforme previsto no item 1, alínea a, parágrafo 1º, do artigo 20 da Lei Complementar Municipal 7/73 e alterações, ou por opção efetuada no início da obra (quando da emissão da 1ª nota fiscal de serviço, relativa ao serviço contratado), pela receita presumida. Considerando que o recolhimento do imposto foi procedido de maneira correta, a contribuinte ingressou com Reclamação Fiscal, a qual foi indeferida. Não conformada, interpôs Recurso Voluntário ao TART, aduzindo que ocorreram diversos erros na apuração da base de cálculo do ISS, especialmente no que tange a dedução a menor de materiais e insumos aplicados às obras. O Relator, Conselheiro Sérgio Lewin, asseverou que de fato há inconsistências fundamentais no presente processo que inviabilizam a quantificação da correta base de cálculo do ISSQN. Expôs que o Fisco Municipal não apresentou qualquer planilha que demonstre quais notas fiscais de materiais foram efetivamente consideradas como dedutíveis quando da feitura da peça fiscal para que se faça o confronto com as notas fiscais apresentadas pela recorrente, a fim de se analisar se efetivamente houve ou não a dedução. Consolidou seu voto citando o art. 142 do CTN (Código Tributário Nacional), o qual determina que o lançamento de tributo é ato administrativo vinculado, subsistindo como válido e eficaz enquanto munido dos elementos tendentes a demonstrar a situação fática apanhada e, assim, bem calcular a quantia devida ao erário. Ressaltou ainda que apesar de, no caso em tela, o correto dimensionamento da base de cálculo do ISS pressupor a apuração do montante da receita bruta da recorrente, deduzido do valor dos materiais por ela adquiridos e aplicados nas obras executadas, conforme previsto no item 1, alínea a, parágrafo 1º, do artigo 20 da Lei Complementar Municipal nº 7/73 e alterações, o Auto de Infração e Lançamento está eivado de vício, o que o torna nulo, haja vista que não é possível identificar quais notas fiscais de materiais foram

3 efetivamente consideradas como dedutíveis em tal Auto, o que vai de encontro ao que determina o art. 142 do CTN. Com base nas alegações apresentadas, o relator votou por dar provimento ao Recurso Voluntário, devendo-se desconstituir o AIL, por vício formal, sendo acompanhado pelos demais Conselheiros da 1ª Câmara do TART. (1.ª Câmara do TART, Processo n , Relator: Conselheiro Sérgio Lewin, Resolução n 028/2010/1, julgado em 09 de abril de 2010). RESPONSABILIDADE LIMITADA DE SÓCIOS AFASTA TRIBUTAÇÃO PRIVILEGIADA DE ISSQN A 1ª Câmara do Tribunal Administrativo de Recursos Tributários (TART) julgou, no dia 12 de março de 2010, Recurso Voluntário contra a decisão que indeferira reclamação relativa a Auto de Infração e Lançamento de ISSQN, negando-lhe provimento. O contribuinte foi autuado em virtude de a Fiscalização Tributária Municipal verificar que o recorrente recolheu a menor o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) incidente sobre a receita de prestação de serviços de contabilidade, inclusive serviços técnicos e auxiliares capitulados no subitem da Lista de Serviços anexa à Lei Complementar Municipal n.º 7/73 e alterações. O fisco entendeu que a empresa não cumpre as condições estabelecidas em lei para o enquadramento como sociedade civil tributada pelo número de profissionais habilitados, conforme previsto no art. 9º, 3º, do Decreto-Lei nº 406/68, em vista de a sociedade ser constituída sob a forma limitada, na qual a responsabilidade do sócio está limitada à força do capital social, assumindo caráter empresarial; além de a sociedade ser pluriprofissional. Entendendo o contribuinte que o recolhimento do imposto deveria ser feito com base no número de profissionais habilitados, ingressou com pedido de Reclamação Fiscal alegando que o fato de a sociedade estar constituída por cotas de responsabilidade limitada não alcançaria a área de responsabilidade técnica e profissional, que continua ilimitada e pessoal, logo, na visão da reclamante, o fisco confundiu a responsabilidade pessoal do profissional habilitado - art. 9º, 3º, do Decreto-Lei 406/68 com a responsabilidade dos sócios no âmbito da gestão societária. Afirmou, ainda, que jamais executou ou explorou atividade estranha à sua habilitação profissional, pois os serviços de consultoria prestados aos seus clientes estão enquadrados nas atividades profissionais do Técnico Contábil e do Contador. O julgador de 1ª Instância, ao analisar o caso apresentado e enfrentando as questões levantadas no pedido de reclamação, entendeu que o Auto de Infração e Lançamento enquadrou corretamente o contribuinte, mantendo a peça de autuação na sua integralidade. Diante do exposto, a recorrente interpôs Recurso Voluntário ao TART, repetindo as alegações apresentadas em sede de reclamação. O relator, Conselheiro Bernardo Lokchin, votou por dar provimento ao Recurso Voluntário, poois analisando o caso concreto, aduziu que pouco importa os profissionais integrantes da sociedade terem a mesma qualificação, mas sim se exercem atividade voltada para um mesmo segmento, o objetivo social da empresa, o que ocorre no caso em exame, haja vista que um profissional é contador e o outro é técnico em contabilidade. No que tange ao caráter limitado da sociedade, entendeu que este não impossibilita o recolhimento do tributo em função do número de profissionais habilitados, tendo em vista que, apesar de a sociedade ser limitada, o profissional não responde pelas suas atividades apenas em função de sua cota do capital social. O Conselheiro Gamaliel Valdovino Borges divergiu do Relator asseverando que se a sociedade de profissionais pretende usufruir a tributação minorada do ISS, a responsabilidade dos seus sócios deverá ser ilimitada e solidária mediante cláusula específica no seu contrato social, o que obviamente afasta as sociedades limitadas, peculiaridade da recorrente no caso em tela. Havendo empate nos votos, o Coordenador da 1ª Câmara do TART, Conselheiro Sedinei Antunes da Souza Júnior, proferiu seu voto de desempate negando provimento ao Recurso Voluntário, nos termos do voto do Conselheiro Gamaliel Valdovino Borges. (1.ª Câmara do TART, Processo n , Relator: Conselheiro Bernardo Lokchin, Resolução n 017/2010/1, julgado em 12 de março de 2010).

4 2ª Câmara ILEGIMITIDADE IMPEDE POSTULAÇÃO PERANTE A FAZENDA MUNICIPAL A 2ª Câmara do Tribunal Administrativo de Recursos Tributários (TART) julgou, no dia 04 de março de 2010, Recurso Voluntário contra a decisão que indeferira pedido de revisão cadastral, não o reconhecendo. O contribuinte, em virtude do indeferimento do pedido de revisão de áreas, interpôs Recurso Voluntário ao TART, alegando que a decisão proferida pela primeira instância cingira-se à análise de questões relativas à propriedade do imóvel e passou ao largo do objeto principal do pedido que era a revisão da área territorial que, de acordo com as medidas apresentadas na documentação acostada ao processo - Planta aprovada pela SMOV, seria diferente da que consta no cadastro do IPTU. A relatora, Conselheira Helena Terezinha do Amaral Gomes, votou por não reconhecer o Recurso Voluntário, aduzindo que a recorrente sendo apenas locatária não possui legitimidade para propor revisão de área territorial. Ressaltou que segundo o ordenamento jurídico, perante a Fazenda Municipal o contribuinte do imposto permanece sendo o proprietário ou o possuidor com "animus" de dono. Portanto, neste contexto, o locatário não tem legitimidade para pleitear em nome próprio, relativamente ao imóvel, perante a Fazenda Municipal, cabendo tal prerrogativa ao proprietário do imóvel. Diante do exposto, o Recurso Voluntário não foi conhecido, por decisão unânime da 2ª Câmara do TART. (2.ª Câmara do TART, Processo n , Relatora: Conselheira Helena Terezinha do Amaral Gomes, Resolução n 019/2010/2, julgado em 04 de março de 2010). REALIZAÇÃO DE SOMENTE ATIVIDADES NÃO-OPERACIONAIS NÃO TORNA EMPRESA INATIVA A 2ª Câmara do Tribunal Administrativo de Recursos Tributários (TART) julgou, no dia 08 de abril de 2010, Recurso Voluntário contra decisão que indeferira pedido de imunidade de ITBI, dando-lhe provimento. O contribuinte solicitou o reconhecimento da Imunidade Tributária do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) na aquisição de alguns imóveis decorrente de integralização de capital, tendo por base legal o art. 156, 2º, da Constituição Federal e art. 6º, inciso IV, da Lei Complementar Municipal nº 197/89. A solicitação foi analisada por agente fiscal, que intimou a empresa a apresentar documentos para verificar se a mesma atendia os requisitos legais necessários. Não sendo a documentação necessária apresentada no prazo legal previsto para fins de análise de atividade preponderante, o pedido de imunidade tributária foi indeferido, sendo lavrado o Auto de Lançamento de ITBI. Inconformada, a requerente ingressou com Reclamação Fiscal alegando que não fora regularmente notificada e que a documentação acostada em sede de Reclamação demonstra que ela faz jus à imunidade pleiteada, devendo ser observado o princípio da legalidade e a Constituição Federal, que ampara a imunidade no caso em tela. Por fim, requereu o contribuinte que seja novamente intimado a apresentar a documentação necessária, já anexada à Reclamação, e deferida a imunidade do ITBI nas transmissões dos imóveis em questão. A Reclamação Fiscal foi apreciada e indeferida, aduzindo o agente fiscal que o reconhecimento da imunidade está condicionado à verificação da atividade preponderante da requerente, sendo, portanto, necessário que a pessoa jurídica adquirente esteja ativa; salientando também que a regra constitucional visa facilitar a formação, extinção e incorporação de empresas, protegendo a livre iniciativa e não a mera transferência de titularidade de propriedade imobiliária. Por fim, propôs o indeferimento do requerido pelo Contribuinte e a manutenção do Auto de Lançamento de ITBI. Diante do exposto, o recorrente interpôs Recurso Voluntário ao TART reiterando os argumentos expostos na Reclamação e acrescentando que a empresa é ativa, conforme consulta ao Cadastro CNPJ da recorrente, no

5 qual, pela análise das demonstrações contábeis (balanços, livros diário e razão), constam movimentações em seus registros. O relator, Conselheiro CLAUDIO LOPES DE ALMEIDA, lembrou que a decisão de primeira instância sustentouse na tese de que para a empresa usufruir a imunidade prevista no art 156 da Constituição Federal, deve ela, em primeiro momento, ser ativa, ou seja, a inatividade empresarial afasta o enquadramento no preceito constitucional. Aduziu que este entendimento já está consolidado no TART, alinhando-se a ele, portanto. Mas no caso em tela divergiu da decisão monocrática tendo em vista que ao considerar as Demonstrações Contábeis, a realização de operações não operacionais (ex: aplicações financeiras; aquisição de veículo parcialmente financiado; registros no Ativo Realizável a Longo Prazo) e a comprovação de situação cadastral como empresa ativa junto à Receita Federal, entendeu tratar-se de pessoa jurídica ativa, em que pese a parca movimentação de caráter não operacional das atividades realizadas. Ademais, utilizou-se do conceito que a Receita Federal designou à pessoa jurídica inativa, para reforçar o seu voto: Considera-se pessoa jurídica inativa aquela que não tenha efetuado qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, durante todo o ano-calendário. Pelas razões apresentadas o relator votou por dar provimento ao Recurso, sendo acompanhado pelos demais Conselheiros da 2ª Câmara do TART. (2.ª Câmara do TART, Processo n , Relator: Conselheiro Claudio Lopes de Almeida, Resolução n 032/2010/2, julgado em 08 de abril de 2010). ARRENDAMENTO RURAL NÃO SE CONFUNDE COM ARRENDAMENTO MERCANTIL A 2ª Câmara do Tribunal Administrativo de Recursos Tributários (TART) julgou, no dia 15 de abril de 2010, Recurso Voluntário contra decisão que indeferira pedido de imunidade de ITBI, dando-lhe provimento. A contribuinte, sociedade limitada, teve seu capital social subscrito e integralizado através da transmissão dos patrimônios móvel e imóvel dos sócios, dentre os quais figuram áreas de terras destinadas à agricultura, pecuária e extrativismo, móveis, veículos e maquinários; e, ainda, móveis e imóveis na cidade. Em face desta integralização, requereu reconhecimento de imunidade do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) com relação à transmissão dos imóveis urbanos, o que acarretou o estabelecimento do período para exame da preponderância de receitas. Após o agente fiscal analisar os documentos apresentados, a fim de verificar a possibilidade de reconhecimento da imunidade, concluiu que no período examinado a recorrente obteve receita preponderante oriunda da atividade de arrendamento mercantil, o que afasta a imunidade tributária conforme o art. 156, 2, inciso I, da Constituição Federal. Contra essa decisão a empresa interpôs Reclamação Fiscal demonstrando, através de dados já constantes dos autos, que as únicas receitas auferidas pela sociedade no período examinado foram oriundas de arrendamento rural, atividade que, no entendimento do contribuinte, não pode ser confundida com arrendamento mercantil. O Fisco manteve o entendimento de que a reclamante não atende os requisitos legais para usufruir a imunidade de ITBI, porém reconheceu que as receitas auferidas pela empresa não foram oriundas de arrendamento mercantil, mas sim de arrendamento rural, o qual é também é uma forma de locação não residencial, na concepção do Município. A recorrente interpôs Recurso Voluntário ao TART sustentando que a Fazenda inovou ao modificar a fundamentação do lançamento, inicialmente tida como sendo derivada de receita preponderante de arrendamento mercantil e depois, num segundo momento, receita derivada de locação de imóvel rural, o que comina de nulidade o lançamento. Requereu que o Tribunal reconhecesse tal nulidade. No mérito, reforçou o entendimento acerca da distinção entre os institutos do arrendamento mercantil e arrendamento rural, tal como deste último com relação à locação não residencial urbana. Finalizou pedindo que seja reconhecida a imunidade de ITBI para transmissão em análise e anule-se o Auto de Lançamento. A relatora, Conselheira Helena Terezinha do Amaral Gomes, iniciou o seu voto apreciando a preliminar trazida pela recorrente no que concerne à impossibilidade de a Fazenda inovar os argumentos utilizados para fins de lançamento. Aduziu que a despeito de a fazenda inovar ao alterar seus argumentos na lavratura do Auto de Lançamento, tal fato não é suficiente para nulificar o lançamento, haja vista que o fundamento legal instituído pela Constituição Federal é uno - art. 156, 2, inciso I embora enseje a possibilidade de uma ou várias atividades relativas à propriedade imobiliária. Assim, a Fazenda alterou a interpretação quanto aos aspectos fáticos, mas não a fundamentação legal, pois permaneceu dentro do mesmo artigo e do mesmo inciso. Pelas razões expostas votou pelo indeferimento da postulação preliminar, sendo acompanhada pelos demais conselheiros da 2ª Câmara do TART. No mérito do Recurso, expôs a Conselheira que, no seu entendimento, a Fazenda Municipal equivocou-se ao entender suficiente a semelhança entre locação não residencial e

6 arrendamento rural, para constituir o Lançamento Tributário, tendo em vista que cada qual subordina-se à norma especial e específica o arrendamento rural está subordinado ao Estatuto da Terra - logo, os institutos não devem ser confundidos, ou seja, a empresa não auferiu receita preponderante proveniente de arrendamento mercantil, referido no art. 156 da Constituição Federal como impedidor da concessão de imunidade. Asseverou ainda que a única receita auferida pela sociedade derivou dos contratos de arrendamento, cujos arrendatários são os próprios sócios da pessoa jurídica, ou seja, fica claro que o objetivo da constituição da empresa foi para mero fim de evitar incômodos sucessórios, transformando o patrimônio em quotas de capital, o que permite uma partilha antecipada de direitos hereditários. Pelas razões apresentadas, a relatora votou por dar provimento ao Recurso Voluntário, sendo acompanhada pela maioria dos Conselheiros da 2ª Câmara do TART. (2.ª Câmara do TART, Processo n , Relatora: Conselheira Helena Terezinha do Amaral Gomes, Resolução n 037/2010/2, julgado em 16 de abril de 2010).

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