PROJETO DE RELATÓRIO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO DE RELATÓRIO"

Transcrição

1 Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE Comissão dos Assuntos Políticos PROJETO DE RELATÓRIO sobre o desafio da reconciliação nacional nos países em situação de pósconflito e de pós-crise Correlatores: Komi Selom Klassou (Togo) e Joachim Zeller DR\ doc AP v02-00

2 ÍNDICE Página PÁGINA REGULAMENTAR...3 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO...4 AP v /8 DR\ doc

3 PÁGINA REGULAMENTAR Na sua reunião de 24 de novembro de 2013, a Mesa da Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE autorizou a sua Comissão dos Assuntos Políticos a elaborar um relatório, nos termos do artigo 2.º, n.º 8, do seu Regimento, sobre o desafio da reconciliação nacional nos países em situação de pós-conflito e de pós-crise. Na sua reunião de 15 de março de 2014, a Comissão dos Assuntos Políticos designou correlatores Filip Kaczmarek e Komi Selom Klassou (Togo). A Comissão dos Assuntos Políticos apreciou o projeto de relatório na sua reunião de 29 de novembro de 2014 e aprovou o projeto de proposta de resolução correspondente. [Encontravam-se presentes no momento da votação:... A resolução foi apresentada para aprovação em...] DR\ doc 3/8 AP v02-00

4 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO sobre o desafio da reconciliação nacional nos países em situação de pós-conflito e de póscrise A Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE, Tendo estado reunida em Port Vila (Vanuatu) de 1 a 3 de dezembro de 2014, Tendo em conta o artigo 18.º, n.º 1, do seu Regimento, Tendo em conta o Tratado da União Europeia, nomeadamente o artigo 2.º e o artigo 21.º, n.os 1 e 2, Tendo em conta o Acordo de Parceria ACP-CE de Cotonu, nomeadamente o artigo 11., Tendo em conta a Carta Africana dos Direitos do Homem e dos Povos, Tendo em conta a Resolução 235, sobre a justiça de transição em África, da Comissão Africana dos Direitos do Homem e dos Povos, que se reuniu na sua 53.ª sessão ordinária em Banjul (Gâmbia), de 9 a , Tendo em conta a Resolução do Parlamento Europeu sobre a situação das mulheres nos conflitos armados e o seu papel na reconstrução e no processo democrático nos países em situação pós-conflito (2005/2215(INI)), Tendo em conta a Carta das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos do Homem, os pactos internacionais em matéria de direitos humanos, as convenções de Genebra de 12 de agosto de 1949 e os protocolos adicionais de 8 de junho de 1977, Tendo em conta o Relatório do Secretário-Geral das Nações Unidas sobre o Estado de direito e a justiça de transição nos conflitos e nas sociedades em situação de pós-conflito (S/2004/616), nomeadamente as recomendações pertinentes contidas no relatório; tendo em conta o Relatório do Secretário-Geral sobre o reforço da ação da ONU em favor do Estado de direito (A/61/636-S/2006/980), bem como o seu relatório sobre o reforço da mediação e das suas atividades de apoio (S/2009/189), Tendo em conta as resoluções da Comissão dos Direitos do Homem das Nações Unidas sobre os direitos humanos e a justiça de transição (2005/70, de 20 de abril de 2005), a impunidade (2005/81, de 21 de abril de 2005) e o direito à verdade (2005/66, de 20 de abril de 2005), AP v /8 DR\ doc

5 Tendo em conta a Resolução 60/147, de 16 de dezembro de 2005, da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre os princípios de base e as orientações relativas ao direito a recurso e à indemnização das vítimas de violações flagrantes do direito internacional em matéria de direitos humanos e de violações graves do direito humanitário e a Resolução 9/10 do Conselho dos Direitos do Homem, de 24 de setembro de 2008, sobre os direitos humanos e a justiça de transição, bem como a Resolução 9/11, igualmente de 24 de setembro de 2008, sobre o direito à verdade, Tendo em conta a Resolução 12/12, de 12 de outubro de 2009, do Conselho dos Direitos do Homem da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre o direito à verdade, Tendo em conta a Declaração do Presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, de 16 de abril de 2010, sobre a questão da " Consolidação da paz após situações de conflito ", Tendo em conta a Declaração do Presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, de 29 de junho de 2010, intitulada " Promoção e reforço do Estado de Direito nas atividades de manutenção da paz e da segurança internacionais ", Tendo em conta a Resolução 1325 do Conselho de Segurança, de 31 de outubro de 2000, sobre as mulheres, a paz e a segurança, Tendo em conta a Resolução 2122 do Conselho de Segurança, de 18 de outubro de 2013, que visa reforçar o papel das mulheres em todas as etapas da prevenção de conflitos, Tendo em conta a Resolução 2151 do Conselho de Segurança, de 28 de abril de 2014, sobre a manutenção da paz e da segurança internacionais - reforma do setor da segurança: Obstáculos e possibilidades, Tendo em conta o Relatório da Comissão para a Verdade e a Reconciliação (África do Sul) que visa identificar todas as violações dos direitos humanos cometidas desde o massacre perpetrado em 1960 em Sharpeville, a fim de permitir uma reconciliação nacional entre as vítimas de abusos e os seus autores, Tendo em conta o Guia intitulado " Reconciliação após conflitos violentos ", elaborado pelo Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (IDEA), Tendo em conta o Manual da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económicos (OCDE) sobre a reforma dos sistemas de segurança: apoiar a segurança e a justiça, publicado em 2007, Tendo em conta a Resolução da Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE sobre a propagação mundial do terrorismo e o papel da Internet e das redes sociais, aprovada em Estrasburgo em 19 de março de 2014, DR\ doc 5/8 AP v02-00

6 A. Considerando que os conflitos armados internos provocados por tensões internas de ordem política, étnica ou religiosa estão a ocorrer ou já ocorreram em muitos países ACP e da União Europeia; B. Considerando que, para o desenvolvimento de um país, é fundamental não só resolver os conflitos como também implementar um processo de reconciliação para evitar que os mesmos se repitam; C. Considerando que a dificuldade de resolver esses conflitos e alcançar uma verdadeira reconciliação é proporcional à dimensão dos abusos cometidos e do número de vítimas; D. Considerando que o impacto negativo dos conflitos sobre as mulheres e crianças, e, por conseguinte, sobre a paz e a reconciliação, constitui uma ameaça para o desenvolvimento; E. Considerando que a proteção dos direitos das mulheres e a sua participação no processo de resolução de conflitos e de reconciliação nacional favorecem a instauração da paz e da segurança; F. Considerando que a reconciliação é, por um lado, um objetivo e uma esperança e que, por conseguinte, uma verdadeira reconciliação é um processo moroso, que pode afetar várias gerações, e que exige uma vontade comum para ser alcançada e uma organização independente corroborada pela confiança de todas as partes implicadas; G. Considerando que não pode haver reconciliação sem que haja uma identificação circunstanciada das violações e dos crimes cometidos por todas as partes, um inquérito sério sobre esses factos, o reconhecimento desses factos e das suas circunstâncias tanto pelos autores como pelas suas vítimas, bem como uma forma de indemnização justa; H. Considerando que as medidas visando uma reconciliação só podem ser eficazes se respeitarem o direito internacional, nomeadamente em matéria de direitos humanos; I. Considerando que certos tipos de crime são da competência do Tribunal Penal Internacional que, em alguns casos, é a única entidade que permite punir crimes, evitar a impunidade e dissuadir os criminosos; J. Considerando que os crimes e abusos são a expressão extrema de ressentimentos profundos no seio de um vasto segmento da população e que, portanto, importa combater as causas profundas desses ressentimentos; K. Considerando que, em alguns casos, foram relatadas cumplicidades nomeadamente através do silêncio de uma parte significativa da população ou de uma coresponsabilidade internacional; L. Considerando que, a par dos tribunais, se desenvolveu uma outra via nomeadamente na sequência da criação de mais de vinte comissões " verdade e reconciliação " no mundo, nomeadamente no continente africano, sendo a mais conhecida a da África do Sul; AP v /8 DR\ doc

7 M. Considerando que, se a verdade é a condição fundamental para a justiça, as relações entre a justiça e a reconciliação, a memória e a paz social são complexas; que a impunidade se encontra, amiúde, no cerne do debate entre a lógica do " esquecimento ", que impulsiona o antigo opressor, e a lógica da justiça a que aspira a vítima; N. Considerando que as circunstâncias sociopolíticas que desencadearam a crise e as que permitiram o fim da crise são específicas para cada caso e que, portanto, importa adotar uma estratégia adequada conducente à reconciliação; O. Considerando que, porquanto a reconciliação é um processo moroso, é fundamental consolidar o Estado de direito e fazer acompanhar o processo de recuperação e de reforço da confiança com medidas sociais e económicas específicas; 1. Encoraja vivamente os atores implicados num processo de normalização pós-conflito, nomeadamente os responsáveis políticos, a participarem na construção de um processo de reconciliação nacional através de um diálogo construtivo, inclusivo e permanente, uma vez que o restabelecimento da paz num país também significa a eliminação de um elemento de risco para toda a sub-região; 2. Insiste junto desses atores na importância de apoiar, através de uma campanha de informação e de sensibilização sólida, as mensagens de reconciliação de molde a gerar um grande apoio por parte da população e a sua mobilização em prol das medidas tomadas para o efeito; 3. Recomenda, nos casos em que o sistema judicial está sobrecarregado, a implementação de mecanismos de justiça de transição, tanto judiciais como extrajudiciais; 4. Sublinha o importante papel desempenhado pelo Tribunal Penal Internacional na luta contra a impunidade; 5. Sublinha a necessidade de dotar as comissões "verdade e reconciliação" de autonomia total e de prever os recursos suficientes e os poderes adequados necessários ao bom desenrolar da sua missão; 6. Insiste junto dos negociadores da paz para que resistam à tentação de incluir cláusulas de amnistia no acordo global, na medida em que, embora possam servir de catalisador a curto prazo, a impunidade pode ser o germe de um novo conflito; 7. Salienta o papel que a comunidade internacional deve desempenhar na manutenção de um equilíbrio justo entre a necessidade de paz e a necessidade de justiça em situações de pósconflito e apela à facilitação imparcial a par de assistência técnica suficiente; 8. Convida as organizações internacionais, incluindo a União Europeia, a adotarem uma abordagem abrangente no seu apoio ao processo de normalização nos Estados frágeis; salienta, no entanto, a especificidade de cada caso e sublinha a necessidade de garantir que o processo conte com o apoio da população e de todos os interessados; DR\ doc 7/8 AP v02-00

8 9. Convida os Estados a apoiarem as iniciativas de paz tomadas a nível local e a terem em conta as necessidades das mulheres no processo de reabilitação, reintegração e reconstrução pós-conflito; 10. Recorda o papel fundamental que a sociedade civil pode desempenhar enquanto interface entre as autoridades públicas e as estruturas de reconciliação; 11. Sublinha a importância de meios de comunicação pluralistas, livres e independentes, na medida em que estes são fundamentais enquanto instrumentos de sensibilização, de defesa e de adesão ao processo de reconciliação, contribuindo igualmente para o controlo democrático e a transparência do processo; 12. Reconhece que a indemnização por crimes e violações constitui um elemento importante de qualquer processo de reconciliação e solicita, por conseguinte, a inscrição específica de uma observação a este respeito nos orçamentos dos Estados; 13. Recomenda vivamente o reforço das estruturas e das instituições do Estado, nomeadamente das que estão relacionadas com o sistema judicial; insta as autoridades nacionais a preverem os recursos necessários para este objetivo; 14. Encarrega os copresidentes de transmitirem a presente resolução às instituições da União Africana e da União Europeia, bem como ao Conselho ACP, às organizações de integração regional do Grupo ACP e ao Secretário-Geral das Nações Unidas. AP v /8 DR\ doc

Resolução 1325(2000) Aprovada pelo Conselho de Segurança na sua 4213 a reunião, em 31 de Outubro de 2000. O Conselho de Segurança,

Resolução 1325(2000) Aprovada pelo Conselho de Segurança na sua 4213 a reunião, em 31 de Outubro de 2000. O Conselho de Segurança, Resolução 1325(2000) Aprovada pelo Conselho de Segurança na sua 4213 a reunião, em 31 de Outubro de 2000 O Conselho de Segurança, Tendo presentes as suas resoluções 1261(1999) de 25 de Agosto de 1999,

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento PROJECTO DE PARECER. destinado à Comissão dos Assuntos Externos

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento PROJECTO DE PARECER. destinado à Comissão dos Assuntos Externos PARLAMENTO EUROPEU 2004 ««««««««««««Comissão do Desenvolvimento 2009 PROVISÓRIO 2004/2168(INI) 22.2.2005 PROJECTO DE PARECER da Comissão do Desenvolvimento destinado à Comissão dos Assuntos Externos sobre

Leia mais

Princípios Básicos Relativos à Função dos Advogados

Princípios Básicos Relativos à Função dos Advogados Princípios Básicos Relativos à Função dos Advogados O Oitavo Congresso das Nações Unidas para a Prevenção do Crime e o Tratamento dos Delinquentes, Lembrando o Plano de Acção de Milão 139, adoptado pelo

Leia mais

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao Envolvimento de Crianças em Conflitos Armados

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao Envolvimento de Crianças em Conflitos Armados Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao Envolvimento de Crianças em Conflitos Armados Os Estados Partes no presente Protocolo, Encorajados pelo apoio esmagador à Convenção

Leia mais

AG/RES. 2577 (XL-O/10) PROMOÇÃO DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL 1/2/ (Aprovada na quarta sessão plenária, realizada em 8 de junho de 2010)

AG/RES. 2577 (XL-O/10) PROMOÇÃO DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL 1/2/ (Aprovada na quarta sessão plenária, realizada em 8 de junho de 2010) AG/RES. 2577 (XL-O/10) PROMOÇÃO DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL 1/2/ (Aprovada na quarta sessão plenária, realizada em 8 de junho de 2010) A ASSEMBLÉIA GERAL, RECORDANDO as resoluções AG/RES. 1619 (XXIX-O/99),

Leia mais

Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil

Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil Nós, representantes de governos, organizações de empregadores e trabalhadores que participaram da III Conferência Global sobre Trabalho Infantil, reunidos

Leia mais

A PROTEÇÃO DOS CIVIS E DA AÇÃO HUMANITÁRIA POR MEIO DE UM TRATADO DE COMÉRCIO DE ARMAS EFICAZ

A PROTEÇÃO DOS CIVIS E DA AÇÃO HUMANITÁRIA POR MEIO DE UM TRATADO DE COMÉRCIO DE ARMAS EFICAZ A PROTEÇÃO DOS CIVIS E DA AÇÃO HUMANITÁRIA POR MEIO DE UM TRATADO DE COMÉRCIO DE ARMAS EFICAZ FOLHETO Marko Kokic/CICV DISPONIBILIDADE DE ARMAS: O CUSTO HUMANO Todos os anos, devido à disponibilidade generalizada

Leia mais

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude Organização das Nações Unidas A/RES/66/121 Assembleia Geral Distribuição: geral 2 de fevereiro de 2012 65 a sessão Item 27 (b) da pauta Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011

Leia mais

REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório do Director Regional RESUMO

REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório do Director Regional RESUMO 15 de Junho de 2006 COMITÉ REGIONAL AFRICANO ORIGINAL: FRANCÊS Quinquagésima-sexta sessão Addis Abeba, Etiópia, 28 de Agosto - 1 de Setembro de 2006 REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

DIREITOS HUMANOS BASE JURÍDICA

DIREITOS HUMANOS BASE JURÍDICA DIREITOS HUMANOS Nas suas relações externas, a União Europeia está empenhada em defender uma política em prol da Democracia e dos Direitos Humanos assente nos seus princípios fundadores de liberdade, Democracia,

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão do Desenvolvimento Regional 2014/2247(INI) 18.6.2015 PROJETO DE RELATÓRIO sobre a política de coesão e as comunidades marginalizadas (2014/2247(INI)) Comissão do Desenvolvimento

Leia mais

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial,

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial, 192 Assembleia Geral 39 a Sessão suas políticas internas e exteriores segundo as disposições básicas da Convenção, Tendo em mente o fato de que a Convenção está sendo implementada em diferentes condições

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Resolução do Conselho de Ministros

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Resolução do Conselho de Ministros Resolução do Conselho de Ministros A Resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas n.º 1325 (2000) sobre mulheres, paz e segurança, aprovada em 31 de outubro de 2000, alerta para o impacto desigual

Leia mais

Declaração de Princípios sobre a Liberdade de Expressão em África

Declaração de Princípios sobre a Liberdade de Expressão em África União Africana Comissão Africana para os Direitos do Homem e dos Povos Declaração de Princípios sobre a Liberdade de Expressão em África Preâmbulo Reafirmando a fundamental importância da liberdade de

Leia mais

COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE)

COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE) COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE) DÉCIMO PERÍODO ORDINÁRIO DE SESSÕES OEA/Ser.L/X.2.10 17 a 19 de março de 2010 CICTE/DEC.1/10 Washington, D.C. 19 março 2010 Original: inglês DECLARAÇÃO

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

ALTERAÇÕES 1-37. PT Unida na diversidade PT 2013/2277(INI) 24.1.2014. Projeto de parecer Helmut Scholz (PE526.301v01-00)

ALTERAÇÕES 1-37. PT Unida na diversidade PT 2013/2277(INI) 24.1.2014. Projeto de parecer Helmut Scholz (PE526.301v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Assuntos Constitucionais 24.1.2014 2013/2277(INI) ALTERAÇÕES 1-37 (PE526.301v01-00) sobre o relatório de investigação sobre o papel e as operações da troica (BCE,

Leia mais

O PROVEDOR DE JUSTIÇA EUROPEU

O PROVEDOR DE JUSTIÇA EUROPEU O PROVEDOR DE JUSTIÇA EUROPEU O Provedor de Justiça Europeu procede a inquéritos para esclarecer eventuais casos de má administração na atuação de instituições, organismos, gabinetes e agências da União

Leia mais

Destacando que a responsabilidade primordial e o dever de promover e proteger os direitos humanos, e as liberdades fundamentais incumbem ao Estado,

Destacando que a responsabilidade primordial e o dever de promover e proteger os direitos humanos, e as liberdades fundamentais incumbem ao Estado, Declaração sobre o Direito e o Dever dos Indivíduos, Grupos e Instituições de Promover e Proteger os Direitos Humanos e as Liberdades Fundamentais Universalmente Reconhecidos 1 A Assembléia Geral, Reafirmando

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Documento de sessão 17.10.2013 B7-0000/2013 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B7-0000/2013 nos termos do artigo 115.º,

Leia mais

PROJETO de Documento síntese

PROJETO de Documento síntese O Provedor de Justiça INSERIR LOGOS DE OUTRAS ORGANIZAÇÔES Alto Comissariado Direitos Humanos das Nações Unidas (ACNUDH) Provedor de Justiça de Portugal Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal

Leia mais

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Nós, representantes democraticamente eleitos dos Parlamentos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné- Bissau, Moçambique, Portugal,

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B6-0000/2007 nos termos do nº 5 do artigo

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 2014/2255(INI) 5.5.2015 PROJETO DE RELATÓRIO relativo ao Relatório sobre a implementação, os resultados e a avaliação global do Ano

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia 2011/2284(INI) 7.2.2012 PROJETO DE RELATÓRIO sobre a proteção das infraestruturas críticas da informação Realizações e próximas

Leia mais

Posição do Secularismo e dos Direitos Humanos

Posição do Secularismo e dos Direitos Humanos ELEIÇÕES da UE 2014 Posição do Secularismo e dos Direitos Humanos Memorando da EHF NOVEMBRO 2013 A s eleições europeias de maio de 2014 serão cruciais para os humanistas da Europa. A ascensão de partidos

Leia mais

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau XII CONGRESSO BRASILEIRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MEIO AMBIENTE PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau FUNDAMENTOS

Leia mais

PROTEÇÃO DOS DADOS PESSOAIS

PROTEÇÃO DOS DADOS PESSOAIS PROTEÇÃO DOS DADOS PESSOAIS A proteção dos dados pessoais e o respeito pela vida privada são direitos fundamentais importantes. O Parlamento Europeu insiste na necessidade de alcançar um equilíbrio entre

Leia mais

1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial

1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial Décima Oitava Sessão Agenda item 43 Resoluções aprovadas pela Assembléia Geral 1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial A Assembléia Geral,

Leia mais

COMUNICADO CONJUNTO DOS PRESIDENTES DOS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL E DOS ESTADOS ASSOCIADOS DECLARAÇÃO DE OURO PRETO

COMUNICADO CONJUNTO DOS PRESIDENTES DOS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL E DOS ESTADOS ASSOCIADOS DECLARAÇÃO DE OURO PRETO COMUNICADO CONJUNTO DOS PRESIDENTES DOS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL E DOS ESTADOS ASSOCIADOS DECLARAÇÃO DE OURO PRETO Os Presidentes dos Estados Partes do MERCOSUL e dos Estados Associados, reunidos na

Leia mais

Declaração de Princípios sobre a Tolerância * (**)

Declaração de Princípios sobre a Tolerância * (**) Declaração de Princípios sobre a Tolerância * (**) Os Estados Membros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura reunidos em Paris em virtude da 28ª reunião da Conferência

Leia mais

Troca de Experiência com os Formandos do Curso ODC (Angola Noruega) Angola na Avaliação Periódica Universal (UPR)

Troca de Experiência com os Formandos do Curso ODC (Angola Noruega) Angola na Avaliação Periódica Universal (UPR) Comissão Intersectorial de Elaboração de Relatórios Nacionais de Direitos Humanos Troca de Experiência com os Formandos do Curso ODC (Angola Noruega) Angola na Avaliação Periódica Universal (UPR) Por:

Leia mais

DEMOCRÁTICA CARTA INTERAMERICANA

DEMOCRÁTICA CARTA INTERAMERICANA DEMOCRÁTICA CARTA INTERAMERICANA A ASSEMBLÉIA GERAL, CONSIDERANDO que a Carta da Organização dos Estados Americanos reconhece que a democracia representativa é indispensável para a estabilidade, a paz

Leia mais

WORKSHOP SOBRE A CRIAÇÃO E REFORÇO DE INSTITUIÇÕES NACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DE PARIS.

WORKSHOP SOBRE A CRIAÇÃO E REFORÇO DE INSTITUIÇÕES NACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DE PARIS. WORKSHOP SOBRE A CRIAÇÃO E REFORÇO DE INSTITUIÇÕES NACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DE PARIS Próximos Passos No seguimento deste workshop, caso seja vosso desejo explorar

Leia mais

BRASIL. (tradução não oficial para o português)

BRASIL. (tradução não oficial para o português) Distr. GERAL CCPR/C/BRA/CO/2 2 de Novembro 2005 Original: Inglês Comitê de Direitos Humanos 85ª Sessão CONSIDERAÇÃO DE RELATÓRIOS ENVIADOS POR ESTADOS PARTES SOB O ARTIGO 40 DO PACTO Observações finais

Leia mais

Conselho de Segurança

Conselho de Segurança Nações Unidas S Conselho de Segurança Distribuição: Geral S/RES/1267 (1999) 15 de Outubro de 1999 RESOLUÇÃO 1267 (1999) Adoptada pelo Conselho de Segurança na sua 4051ª sessão, em 15 de Outubro de 1999

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP-UE Comissão do Desenvolvimento Económico, das Finanças e do Comércio 27.4.2012 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre o empreendedorismo baseado nas TIC e o seu impacto no desenvolvimento

Leia mais

Conferência Internacional do Trabalho

Conferência Internacional do Trabalho Conferência Internacional do Trabalho Recomendação 203 RECOMENDAÇÃO SOBRE MEDIDAS SUPLEMENTARES PARA A SUPRESSÃO EFETIVA DO TRABALHO FORÇADO, ADOTADA PELA CONFERÊNCIA EM SUA CENTÉSIMA TERCEIRA SESSÃO,

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO. apresentada nos termos do artigo 81.

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO. apresentada nos termos do artigo 81. PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada nos termos do artigo 81.º do Regimento pela Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários sobre

Leia mais

Os direitos fundamentais na União Europeia (2009) - Aplicação efectiva após a entrada em vigor do Tratado de Lisboa

Os direitos fundamentais na União Europeia (2009) - Aplicação efectiva após a entrada em vigor do Tratado de Lisboa 15.6.2012 Jornal Oficial da União Europeia C 169 E/49 41. Lamenta que a Estratégia Conjunta África-UE não seja coadjuvada por um plano de financiamento e requer, uma vez mais, que o FED faça parte do orçamento

Leia mais

PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO/CPLP (2014-2016)

PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO/CPLP (2014-2016) PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO/CPLP (2014-2016) Este Plano de Ação é um sinal claro para os intervenientes dos Estados membro da importância que a CPLP atribui

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO ACP-EU JOINT PARLIAMENTARY ASSEMBLY ASSEMBLEE PARLEMENTAIRE PARITAIRE ACP-UE Comissão dos Assuntos Políticos ACP-EU/101.967/B 24.09.2015 PROJETO DE RELATÓRIO sobre a avaliação do Mecanismo de Apoio à Paz

Leia mais

Direitos das Pessoas Idosas e a Implementação da Convenção

Direitos das Pessoas Idosas e a Implementação da Convenção Direitos das Pessoas Idosas e a Implementação da Convenção Perly Cipriano Subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos - Brasil Dados atuais sobre envelhecimento no mundo No ano de 2007, 10.7%

Leia mais

Memorando ao Presidente brasileiro por ocasião da visita de Irene Khan, Secretária-Geral da Anistia Internacional, ao Brasil

Memorando ao Presidente brasileiro por ocasião da visita de Irene Khan, Secretária-Geral da Anistia Internacional, ao Brasil Memorando ao Presidente brasileiro por ocasião da visita de Irene Khan, Secretária-Geral da Anistia Internacional, ao Brasil A missão da Anistia Internacional, liderada pela Secretária-Geral, oferece uma

Leia mais

CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM Viena, 14-25 de Junho de 1993

CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM Viena, 14-25 de Junho de 1993 CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM Viena, 14-25 de Junho de 1993 DECLARAÇÃO DE VIENA E PROGRAMA DE ACÇÃO Nota do Secretariado Em anexo encontra-se o texto da Declaração de Viena e do Programa

Leia mais

Discurso de Sua Exceléncia o Presidente de Po rtugal. Jorge Sampaio. Assembleia Geral das Nações Unidas

Discurso de Sua Exceléncia o Presidente de Po rtugal. Jorge Sampaio. Assembleia Geral das Nações Unidas MISSAO PERMANENTE DE PORTUGAL JUNTO DAS NaфEs UNIDAS EM NOVA IORQUE Discurso de Sua Exceléncia o Presidente de Po rtugal Jorge Sampaio Reunião de Alto Nîvel da Assembleia Geral das Nações Unidas Nova Iorque

Leia mais

NOTA CONCEPTUAL Rev.5

NOTA CONCEPTUAL Rev.5 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 517 700 Fax : 517844 website: www. africa-union.org SEGUNDO FÓRUM PAN-AFRICANO SOBRE A POSIÇÃO COMUM AFRICANA

Leia mais

PROJETO DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PROJETO DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO Euro-Latin American Parliamentary Assembly Assemblée Parlementaire Euro-Latino Américaine Asamblea Parlamentaria Euro-Latinoamericana Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana Parlamentarische Versammlung

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

N.º 03. Serviços Consultivos e de Assistência Técnica no Domínio dos Direitos Humanos

N.º 03. Serviços Consultivos e de Assistência Técnica no Domínio dos Direitos Humanos N.º 03 Ficha Informativa Rev. 1 Década das Nações Unidas para a Educação em matéria de Direitos Humanos 1995 2004 DIREITOS HUMANOS Serviços Consultivos e de Assistência Técnica no Domínio dos Direitos

Leia mais

Conciliação entre vida profissional, familiar e privada

Conciliação entre vida profissional, familiar e privada C 102 E/492 Jornal Oficial da União Europeia PT 28.4.2004 P5_TA(2004)0152 Conciliação entre vida profissional, familiar e privada Resolução do Parlamento Europeu sobre a conciliação entre vida profissional,

Leia mais

FEDERAÇÃO EUROPEIA DOS EMPREGADORES DA EDUCAÇÃO COMITÉ SINDICAL EUROPEU DA EDUCAÇÃO

FEDERAÇÃO EUROPEIA DOS EMPREGADORES DA EDUCAÇÃO COMITÉ SINDICAL EUROPEU DA EDUCAÇÃO FEDERAÇÃO EUROPEIA DOS EMPREGADORES DA EDUCAÇÃO COMITÉ SINDICAL EUROPEU DA EDUCAÇÃO Declaração Conjunta da FEEE e do CSEE sobre a «Promoção da Autoavaliação das Escolas e dos Professores» no âmbito do

Leia mais

Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa

Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa C 212 E/94 Jornal Oficial da União Europeia 5.8.2010 Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa P6_TA(2009)0388 Resolução do Parlamento

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO (Tradução não oficial 1 ) Recomendação 202 RECOMENDAÇÃO RELATIVA AOS PISOS NACIONAIS DE PROTEÇÃO SOCIAL A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho,

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Michael Haradom - www.shalomsalampaz.org - ssp@shalomsalampaz.org tel (11) 3031.0944 - fax (11)

Leia mais

Directrizes da UE relativas à violência contra as mulheres e à luta contra todas as formas de discriminação de que são alvo

Directrizes da UE relativas à violência contra as mulheres e à luta contra todas as formas de discriminação de que são alvo Directrizes da UE relativas à violência contra as mulheres e à luta contra todas as formas de discriminação de que são alvo 1. Objectivo das directrizes A aprovação de directrizes sobre a violência contra

Leia mais

Convenção Internacional sobre a Supressão e Punição do Crime de Apartheid

Convenção Internacional sobre a Supressão e Punição do Crime de Apartheid Convenção Internacional sobre a Supressão e Punição do Crime de Apartheid INTRODUÇÃO A Convenção Apartheid foi aprovado pela Assembléia Geral da ONU em 1973, mas com um grande número de abstenções por

Leia mais

NORMATIVAS INTERNACIONAIS Publicação/Origem

NORMATIVAS INTERNACIONAIS Publicação/Origem LEVANTAMENTO DOS MARCOS LÓGICOS E LEGAIS DO SERVIÇO DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA, ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1. Marcos Lógicos NORMATIVAS INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE GENEBRA

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP- UE Comissão de Desenvolvimento Económico, Finanças e Comércio 3.9.2007 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o impacto do investimento directo estrangeiro (IDE) nos Estados

Leia mais

[sem remissão prévia a uma Comissão Principal (A/53/L.79)] 53/243. Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz

[sem remissão prévia a uma Comissão Principal (A/53/L.79)] 53/243. Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz Nações Unidas A Assembléia Geral Distr. GERAL A/RES/53/243 6 de outubro de 1999 Qüinquagésimo terceiro período de sessões Tema 31 do programa RESOLUÇÕES APROVADAS PELA ASSEMBLÉIA GERAL [sem remissão prévia

Leia mais

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência 7 de maio de 2014 Senhores Coordenadores do Curso de Formação para

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019. Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar PROJETO DE PARECER

PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019. Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar PROJETO DE PARECER PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar 2014/2204(INI) 5.1.2015 PROJETO DE PARECER da Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar

Leia mais

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa. DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 2 DE JULHO PALÁCIO DO ITAMARATY BRASÍLIA

Leia mais

Fórum Africano sobre as Reformas do Setor de Segurança

Fórum Africano sobre as Reformas do Setor de Segurança Fórum Africano sobre as Reformas do Setor de Segurança A Reforma do Setor de Segurança como Componente-Chave dos Processos de Estabilização e de Consolidação da Paz em África 24-26 Novembro 2014 Organizado

Leia mais

Auditoria: Desafio e Confiança. 13 de setembro de 2013

Auditoria: Desafio e Confiança. 13 de setembro de 2013 XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas Auditoria: Desafio e Confiança 13 de setembro de 2013 Senhor Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, Dr. José Azevedo Rodrigues, Senhoras

Leia mais

Declaração sobre a raça e os preconceitos raciais

Declaração sobre a raça e os preconceitos raciais Declaração sobre a raça e os preconceitos raciais Aprovada e proclamada pela Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, reunida em Paris em sua 20.º reunião,

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão das Liberdades e dos Direitos dos Cidadãos, da Justiça e dos Assuntos Internos. 3 de Julho de 2001 PE 302.

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão das Liberdades e dos Direitos dos Cidadãos, da Justiça e dos Assuntos Internos. 3 de Julho de 2001 PE 302. PARLAMENTO EUROPEU 1999 2004 Comissão das Liberdades e dos Direitos dos Cidadãos, da Justiça e dos Assuntos Internos 3 de Julho de 2001 PE 302.267/1-33 ALTERAÇÕES 1-33 PROPOSTA DE RECOMENDAÇÃO de Charlotte

Leia mais

CARTA INTERNACIONAL DO 17 DE OUTUBRO. Dia Mundial da Erradicação da Miséria

CARTA INTERNACIONAL DO 17 DE OUTUBRO. Dia Mundial da Erradicação da Miséria CARTA INTERNACIONAL DO 17 DE OUTUBRO Dia Mundial da Erradicação da Miséria reconhecido pelas Nações Unidas como Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza Junho de 2013 CARTA INTERNACIONAL DO 17 DE

Leia mais

Anexo 1. I. Declaração de 2012. A/CONF.192/2012/RC/CRP.3/Rev.3

Anexo 1. I. Declaração de 2012. A/CONF.192/2012/RC/CRP.3/Rev.3 Anexo 1 Documento do resultado final Programa de Ação para Prevenir, Combater e Erradicar o Comércio ilícito de Armas de Pequeno Calibre e Armas Ligeiras em Todos os seus Aspectos I. Declaração de 2012

Leia mais

CONVENÇÃO PARA A PREVENÇÃO E REPRESSÃO DO CRIME DE GENOCÍDIO *

CONVENÇÃO PARA A PREVENÇÃO E REPRESSÃO DO CRIME DE GENOCÍDIO * CONVENÇÃO PARA A PREVENÇÃO E REPRESSÃO DO CRIME DE GENOCÍDIO * Aprovada e proposta para assinatura e ratificação ou adesão pela resolução 260 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 9 de Dezembro

Leia mais

Primeira Reunião de Cúpula das Américas Declaração de Princípios

Primeira Reunião de Cúpula das Américas Declaração de Princípios Primeira Reunião de Cúpula das Américas Declaração de Princípios A seguir inclui-se o texto completo da Declaração de Princípios assinada pelos os Chefes de Estado e de Governo que participaram da Primeira

Leia mais

Tendo em conta os artigos 6º e 7º do Tratado da União Europeia e os artigos I-2º e I-9º do Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa,

Tendo em conta os artigos 6º e 7º do Tratado da União Europeia e os artigos I-2º e I-9º do Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa, P6_TA(2005)0208 Promoção e defesa dos direitos fundamentais Resolução do Parlamento Europeu sobre a promoção e a defesa dos direitos fundamentais: o papel das Instituições nacionais e europeias, incluindo

Leia mais

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 BR/2001/PI/H/3 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 2001 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO),

Leia mais

Sexagésima Sexto Sessão Ordinária. do Conselho de Ministros ABUJA, 17-18 AGOSTO DE 2011

Sexagésima Sexto Sessão Ordinária. do Conselho de Ministros ABUJA, 17-18 AGOSTO DE 2011 COMMUNAUTE ECONOMIQUE DES ETATS DE L AFRIQUE DE L OUEST ECONOMIC COMMUNITY OF WEST AFRICAN STATES Sexagésima Sexto Sessão Ordinária do Conselho de Ministros ABUJA, 17-18 AGOSTO DE 2011 Projecto ACTO ADICIONAL

Leia mais

Orientações para as políticas de emprego

Orientações para as políticas de emprego C 87 E/94 Jornal Oficial da União Europeia 1.4.2010 23. Considera que, com a liderança da UE no provimento de apoio financeiro e técnico aos países em desenvolvimento, as probabilidades de sucesso nas

Leia mais

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Isabel Dinis, ACTUAR Lisboa, 3 de Junho de 2010 ACTUAR - ASSOCIAÇÃO

Leia mais

A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA

A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA Tarciso Dal Maso Jardim 1 A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável,

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009 2014 Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros 2009/2205(INI) 1.6.2010 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o papel das mulheres numa sociedade em envelhecimento (2009/2205(INI))

Leia mais

VERSÃO PRELIMINAR ACORDO INTERGOVERNAMENTAL SOBRE A REDE TRANSAFRICANA DE AUTOESTRADAS

VERSÃO PRELIMINAR ACORDO INTERGOVERNAMENTAL SOBRE A REDE TRANSAFRICANA DE AUTOESTRADAS VERSÃO PRELIMINAR ACORDO INTERGOVERNAMENTAL SOBRE A REDE TRANSAFRICANA DE AUTOESTRADAS ACORDO INTERGOVERNAMENTAL SOBRE A REDE TRANSAFRICANA DE AUTOESTRADAS PREÂMBULO Considerando o Ato Constitutivo da

Leia mais

PAZ, FRAGILIDADE E SEGURANÇA A AGENDA PÓS-2015 E OS DESAFIOS À CPLP

PAZ, FRAGILIDADE E SEGURANÇA A AGENDA PÓS-2015 E OS DESAFIOS À CPLP PAZ, FRAGILIDADE E SEGURANÇA A AGENDA PÓS-2015 E OS DESAFIOS À CPLP 7 Maio 10 Horas NÚCLEO DE ESTUDANTES DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS ORGANIZAÇÃO: COM A PARTICIPAÇÃO: Paz, Fragilidade e Segurança A A G E

Leia mais

(Atos legislativos) DIRECTIVAS

(Atos legislativos) DIRECTIVAS 15.11.2014 L 330/1 I (Atos legislativos) DIRECTIVAS DIRETIVA 2014/95/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de outubro de 2014 que altera a Diretiva 2013/34/UE no que se refere à divulgação de informações

Leia mais

AMMPL (BME) Código de Conduta

AMMPL (BME) Código de Conduta AMMPL (BME) Código de Conduta 1 Código de Conduta da AMMPL (BME) I Introdução A Association Materials Management, Purchasing and Logistics (Associação de Gestão de Materiais, Compras e Logística, AMMPL

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Cultura e da Educação 2007/2253(INI) 7.3.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a concentração e o pluralismo dos meios de comunicação social na União Europeia (2007/2253(INI))

Leia mais

P6_TA-PROV(2005)0272 Exploração e trabalho infantil nos países em desenvolvimento

P6_TA-PROV(2005)0272 Exploração e trabalho infantil nos países em desenvolvimento P6_TA-PROV(2005)0272 Exploração e trabalho infantil nos países em desenvolvimento Resolução do Parlamento Euroepu sobre a exploração das crianças dos países em desenvolvimento, com especial destaque para

Leia mais

PORTAL DE DIREITO INTERNACIONAL www.cedin.com.br. DECLARAÇÃO E PROGRAMA DE AÇÃO DE VIENA Conferência Mundial sobre Direitos Humanos

PORTAL DE DIREITO INTERNACIONAL www.cedin.com.br. DECLARAÇÃO E PROGRAMA DE AÇÃO DE VIENA Conferência Mundial sobre Direitos Humanos DECLARAÇÃO E PROGRAMA DE AÇÃO DE VIENA Conferência Mundial sobre Direitos Humanos Viena, 14-25 de Junho de 1993 DECLARAÇÃO E PROGRAMA DE AÇÃO DE VIENA PORTAL DE DIREITO INTERNACIONAL Considerando que a

Leia mais

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global Os 10 Princípios Universais do Pacto Global O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho

Leia mais

CARTA AFRICANA SOBRE A DEMOCRACIA, AS ELEIÇÕES E A GOVERNAÇÃO

CARTA AFRICANA SOBRE A DEMOCRACIA, AS ELEIÇÕES E A GOVERNAÇÃO CARTA AFRICANA SOBRE A DEMOCRACIA, AS ELEIÇÕES E A GOVERNAÇÃO 1 CARTA AFRICANA SOBRE A DEMOCRACIA, AS ELEIÇÕES E A GOVERNAÇÃO PREÂMBULO Nós, Estados Membros da União Africana (UA), INSPIRADOS pelos objectivos

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA MISSÃO DE ACOMPANHAMENTO ELEITORAL MOÇAMBIQUE 2013

UNIÃO EUROPEIA MISSÃO DE ACOMPANHAMENTO ELEITORAL MOÇAMBIQUE 2013 UNIÃO EUROPEIA MISSÃO DE ACOMPANHAMENTO ELEITORAL MOÇAMBIQUE 2013 RESUMO Julho 2013 As Missões de Acompanhamento Eleitoral da União Europeia são independentes das instituições da União Europeia. O presente

Leia mais

Progressos registados nos domínios da igualdade de oportunidades e da não discriminação na UE

Progressos registados nos domínios da igualdade de oportunidades e da não discriminação na UE 19.11.2009 PT C 279 E/23 41. Solicita à Comissão que consulte o Parlamento e os Estados-Membros no que respeita à avaliação desses estudos; * * * 42. Encarrega o seu Presidente de transmitir a presente

Leia mais

As Nações Unidas e as Políticas de Redução da Desigualdade Racial

As Nações Unidas e as Políticas de Redução da Desigualdade Racial As Nações Unidas e as Políticas de Redução da Desigualdade Racial Introdução Este documento foi elaborado e aprovado pela Equipe de País do Sistema das Nações Unidas no Brasil em resposta ao interesse

Leia mais

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 COMUNICADO FINAL XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 Na 29ª reunião da Comissão Bilateral Permanente Portugal-EUA, que se realizou em Washington, a 5 de Maio de 2011, Portugal

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais Intervenção de SEXA o Secretário de Estado Adjunto do Ministro

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais