UM PROCESSO DE GERENCIA PARA REDES DE COMPUTADORES EM AMBIENTES DE SOFTWARE LIVRE Leonardo Kolisnik de Matos

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1 UM PROCESSO DE GERENCIA PARA REDES DE COMPUTADORES EM AMBIENTES DE SOFTWARE LIVRE Leonardo Kolisnik de Matos Prof. Airton Kuada Curso Seqüencial de Informática no Gerenciamento de Pequenas e Medias Empresas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba PR Brasil Resumo - Este artigo tem o objetivo de mostrar a necessidade de gerencia de redes em empresas, fazer um levantamento sobre as funcionalidades e qualidade de softwares de gerencia de redes desenvolvidos em ambiente de software livre existente e apresentar as funcionalidades dos sistemas de gerenciamento. Abstract This article has the objective to show the necessity network managent in companies, to make a survey on the functionalities and quality of softwares of network management developed in environment of free software and to present the functionalities of the management systems. (Palavras-chave: Gerência de redes; Software de gerenciamento; Software Livre.) Introdução Pensando em planejar o crescimento, monitorar os componentes da rede, minimizar falhas, garantir o uso dos recursos oferecidos, e dispor de uma alta disponibilidade destes recursos, surge a necessidade de gerenciar uma rede de computadores. Esse gerenciamento geralmente é efetuado por um administrador de redes, utilizando um computador posicionado estrategicamente em algum lugar que se tenha acesso á todas as máquinas da rede, e que tenha um alto índice de confiabilidade com seu hardware e software. O administrador de redes com o uso de ferramentas de gerencia de redes pode garantir a estabilidade e funcionamento da rede e também diagnosticar falhas e congestionamentos com antecedência. Com o aumento da rede e a complexidade de sistemas torna-se cada vez mais trabalhoso e difícil a gerencia realizada somente por esforços humanos, a adoção de ferramentas automatizadas tornou-se totalmente necessária. Para um controle efetivo é exigido ferramentas de gerenciamento padronizadas para atender a todos os componentes da rede. A necessidade de protocolos e programas cresce de acordo com o tamanho da rede, e para atender a essas necessidades foram especificados dois padrões: o da ISO/OSI e o da Internet. A partir desta padronização foi possível o desenvolvimento de vários padrões de arquiteturas diferentes para o auxilio da gerencia de rede, entre eles estão: SNMP, SGMP, RMON, CMIP, SMON e vários outros. Instalação, configuração e manutenção do sistema cada vez mais fácil, com dezenas de programas de interfaces gráficas de usuários diferentes, muitos dos quais superam os produtos de softwares comerciais equivalentes em conveniência e facilidade de uso. (BALL, 1999, p. 8) Com as evidentes vantagens do Sistema Operacional Linux, segurança, estabilidade e confiabilidade, estão sendo gradativamente criadas ferramentas para a gerencia de rede diminuído o mito de utilizar o linux em um sistema de gerenciamento, pois tudo neste Sistema Operacional sempre está sendo atualizado com foco na qualidade e diversificação de ferramentas, em pouco tempo de utilização o gerente da rede se habitua a operar o sistema normalmente. Identificação do Problema Como gerenciar uma rede utilizando software livre?

2 No ambiente empresarial, muitas vezes ocorre que, administradores de redes não conseguem ter um controle efetivo dos computadores e componentes da rede da empresa, muitas vezes utilizando processos para a gerencia da rede considerados precário e manuais. Os principais motivos são falta de tempo para a pesquisa de alguma solução por parte da equipe de administradores, falta de investimento da empresa em softwares de gerencia de rede automatizada e até por falta de interesse da equipe de administradores da rede, por uma gerencia de qualidade. Objetivos do Trabalho O objetivo desta pesquisa é fazer é pesquisar as ferramentas de gerencia de redes existentes que são disponibilizados através da filosofia de software livre, para que um gerente de redes possa ter uma idéia do que utilizar para implantar e gerenciar o ambiente de uma empresa com qualidade. Sendo analisado a implantação e benefícios em empresas. O conceito geral sobre software livre e gerencia de rede, mostrando quais objetivos do projeto de software livre, suas distribuições, as áreas base do gerenciamento de rede, características de softwares gerenciais, uma visão geral sobre o objetivo da gerencia de redes. Após esta etapa, apresentar os softwares de gerencia de rede, categorizando-os em cada área específica da gerencia de rede: Gerenciamento da Configuração, Gerenciamento de falha, Gerenciamento do nível de desempenho, Gerenciamento da segurança, Gerenciamento da contabilização. Serão levadas em conta todas as dificuldades que a utilização e implantação desses softwares de gerencia em empresas. Um levantamento específico sobre as principais atividades de um gerenciador de redes, na questão de gerenciamento e segurança da mesma também será levada em conta. Este projeto irá mostrar as vantagens de uma implantação de softwares de gerencia de redes baseados em software livre. Mostrando os benefícios em implantar estas ferramentas e as vantagens da implantação no ambiente empresarial. Justificativas para a Pesquisa Apesar do assunto gerencia de redes de computadores ser uma prática que é pouco utilizada nas empresas, a justificativa para a realização desta pesquisa é o fato de, ser um assunto que irá envolver uma área muito importante na atualidade que é a disseminação de ferramentas em software livre, pois a mesma está assumido uma importância relativamente grande no ambiente empresarial, seja pelo crescente número de organizações que estão investindo em profissionais que tenham um bom conhecimento desta área, ou pela grande economia que empresas estão tendo, adotando o software livre em seu ambiente, além de utilizar ferramentas para um controle efetivo da rede. A Gerencia de redes de computadores com software livre é muito interessante, pois a partir do momento que começarmos a comparar ferramentas proprietárias com os softwares de código aberto, a diferença é surpreendente, pois as ferramentas de código aberto são possíveis de serem adaptadas para o perfil da empresa, assim otimizando-a a seu gosto, além da robustez e confiabilidade que elas proporcionarão. O maior objetivo destas ferramentas é resolver os problemas de gestão, para aumentar a disponibilidade e a produtividade da empresa. Atualmente a gerencia de redes de computadores com software livre, tornou-se uma parte necessária a qualquer estrutura gerencial de sucesso. REVISÃO DA LITERATURA Gerencia de redes Independente do tamanho de uma rede de computadores, ela precisa ser gerenciada, para garantir aos usuários qualidade e disponibilidade de serviços ao um nível de desempenho aceitável. Por isso é importante para um gerente de rede conhecer informações sobre os componentes da rede, como tipo de processador, quantidade de memória de cada computador, sistema operacional instalado, quantidade de Switches, roteadores e vários outros.

3 O gerenciamento de rede é o procedimento que consiste em controlar todos os componentes de hardware e software da rede. (RIGNEY, 1996, p.148) Mas quanto maior o tamanho de uma rede de computadores, maior é a complexidade da rede e com isso dificulta o gerenciamento de forma manual. Por isso a adoção de um software de gerenciamento é muito importante, por diversos motivos: Pois os recursos da rede estão sendo cada vez mais importantes para a empresa e sua disponibilidade torna-se essencial; A utilização dos recursos deve ser controlada e monitorada para garantir que a rede e os computadores não sejam utilizados para outros motivos, se não o trabalho; O crescimento e instalação constante de componentes, usuários, interfaces, protocolos e fornecedores ameaçam o gerenciamento com perda controle sobre a rede em geral; Os usuários esperam sempre uma melhoria dos serviços oferecidos, ou no mínimo, a mesma qualidade, quando novos recursos são adicionados ou quando são distribuídos; Os vários grupos de usuários necessitam recursos computacionais diferentes, e é função da gerencia de rede atribuir e controlar os recursos para balancear estas várias necessidades. Áreas Funcionais do Gerenciamento A definição da funcionalidade dos sistemas de gerenciamento de redes é encontrada no modelo CMIS/SMIP (Common Management Information Center/Common Management Information Protocol) da ISO, que prevê: Gerenciamento da Configuração: indica o estado de cada um dos componentes da rede, geralmente apresentado de forma visual gráfica, por exemplo, escolha de softwares para os atributos de um equipamento; Gerenciamento de falha: ocorre a detecção e correção de falhas, por exemplo, a detecção de falhas em interfaces de hardware e em protocolos suportados; Gerenciamento do nível de desempenho: facilita o trabalho dos administradores da rede, fornecendo e ferramentas para monitorar, modificar e controlar o uso de recursos, o tempo de resposta médio e o fluxo de dados, por exemplo, com a analise é possível trocar as tabelas de roteamento para balancear ou redistribuir a carga de tráfego durante horários de pico. Gerenciamento da segurança: está associada às questões de autenticação e autorização de usuários e à privacidade e a integridade dos dados. Esta parte de segurança é mais comum em sistemas operacionais, Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados e interfaces de usuários, por exemplo, geração de senhas criptografadas. Gerenciamento da contabilização: fornece facilidades e ferramentas empregadas para medir o uso e os custos da rede, podendo também ser usado para cobrar dos usuários pelo uso dos recursos, por exemplo: medir o tráfego utilizado com a internet. Monitoração e controle da rede As funções de gerenciamento de rede podem ser agrupadas em duas categorias: monitoração e controle da rede. Onde a monitoração (leitura), é a observação e análise do estado atual dos componentes da rede, e o controle da rede (escrita), está relacionada com a tarefa de alteração de parâmetros e execução de determinadas ações. Modelos de Gerenciamento de Rede Um sistema de gerenciamento de rede é composto por ferramentas para o monitoramento e controle da rede (TEIXEIRA,1999,p.356), que são controladas pelo administrador da rede, e que cabe a ele escolher as melhores ferramentas e a melhor maneira de controlar esses recursos. Os softwares utilizados no gerenciamento são divididos em agentes e gerentes e estão presentes em estações de trabalho, servidores, switches, roteadores, etc... Estes equipamentos que fazem parte da gerencia da rede, possuem softwares para o envio de informações para o gerente da rede. Um bom ambiente de gerenciamento de rede é composto pelos equipamentos (agentes), que se deseja monitorar, com o software adequado para enviar informações e composto por um computador responsável para adquirir as informações (gerente),

4 sendo assim centralizando a fonte de informações. O computador gerente é considerado como o coração do sistema de gerenciamento de rede e como tal deve-se fornecer atenção redobrada ao mesmo. (TEIXEIRA,1999,p.358). Software de Gerenciamento de rede O software que fornece a aplicação de gerenciamento pode ser muito simples, como é o caso do modelo SNMP, ou muito complexo, como o modelo OSI. O software de gerenciamento é organizado em três níveis: aplicação de gerenciamento de rede, elementos de serviço da aplicação e serviço de transporte de dados de gerenciamento da rede. A aplicação de gerenciamento de rede provê os serviços de interesse do usuário como, por exemplo, gerenciamento de falhas, gerenciamento de configuração. Os elementos de serviço da aplicação implementam as funções com propósito geral, que servem de suporte às diversas aplicações, tais como, alarmes genéricos ou sumarização de dados. O serviço de transporte de dados de gerenciamento consiste de um protocolo usado para a troca de informações entre gerentes e agentes e de uma interface de serviço de serviço para os elementos de serviço de aplicação. Necessidade de padrões Nas empresas atuais as rede de computadores e sistemas distribuídos, cada vez mais estão se tornando mais vitais para as empresas, como mostra a seguinte frase: Nos ambientes empresariais, a tendência é por redes maiores e mais complexas, que aceitem um maior número de usuários e aplicações. (TEIXEIRA,1999,p.345) Com o aumento da rede e a complexidade de sistemas torna-se trabalhoso e difícil a gerencia somente por esforços humanos, a adoção de ferramentas automatizadas é totalmente necessária. Para um controle efetivo é exigido ferramentas de gerenciamento padronizadas para atender a todos os componentes da rede. A necessidade de protocolos e programas cresce de acordo com o tamanho da rede, e para atender a essas necessidades foram especificados dois padrões: o da ISO/OSI e o da Internet. As arquiteturas criadas são muito semelhantes, ambas as arquiteturas gerenciam a rede com o uso da base de dados de informações gerenciais MIB (Management Information Base), que contém dados no formato definido em uma estrutura de informações gerenciais chamada SMI (Structure of Management Information). Existem também diversos protocolos que utilizam essas bases, como: o SNMP (Simple Network Management Protocol) na internet, e CMIP (Common Management Information Protocol) pelo ISO/OSI. Os principais padrões para gerenciamento de redes existentes: SGMP, SNMP v1, v2 e v3, CMIP, RMON MIB, RMON 2, SMON. Sendo que o mais utilizado atualmente é o SNMP. Implementando um ambiente gerenciado Para definir qual a solução ideal para a implantação de um bom sistema de gerenciamento é necessário seguir os seguintes fatores: Orçamento disponível para investir na solução; Capacitação pessoal da equipe envolvida na administração da rede; Complexidade do ambiente a ser gerenciado. Para se ter uma alta qualidade em sua rede é necessária a adoção de um bom sistema de gerenciamento. As boas redes operam de maneira invisível para o usuário; os servidores devem atender às solicitações dos clientes rapidamente. Sem a necessidade de nenhuma ação especial por parte das pessoas que estiverem usando os recursos da rede. (TEIXEIRA,1999,p.343) Geralmente redes pequenas e sem disponibilidades financeiras, ao invés de investir em softwares para gerenciamento de rede, utilizam ferramentas disponíveis no próprio Sistema Operacional. Mas é possível com um pequeno investimento de tempo da equipe de suporte, é possível implementar uma solução mais adequada e sem custo nenhum através de ferramentas Open Source (Código Aberto) que além de serem eficientes, são livres para fazer qualquer alteração

5 em seu código fonte para adequar ao perfil da empresa, estas ferramentas são disponibilizadas na Internet, exemplo: Nagios, Cacti, OpenNMS, etc. As ferramentas de monitoração de hosts funcionam todas de forma muito semelhante, utilizam um sistema de cadastro de dispositivos e serviços, que se deseja monitorar e de tempo em tempo o sistema irá verificar se estes dispositivos estão respondendo. Mas quando apenas o conhecimento se determinado equipamento está ativo ou não, surge à necessidade de utilizar ferramentas de gerencia de rede, como por exemplo, os protocolos de gerencia de rede. Ferramentas deste porte são muito complexas, e requerem um computador exclusivo para efetuar o monitoramento e não estão ao alcance do orçamento de pequenas empresas. Essas ferramentas oferecem suporte a protocolos de gerenciamento RMON, SNMP, auto-detecção dos computadores e componentes da rede, alteração de configuração de componentes de rede remotamente através dos protocolos de gerenciamento. A implantação de ferramentas de gerenciamento requer um estudo da equipe da administração de rede sobre como implantar, como dar manutenção e quais os impactos possíveis com a implantação desta solução. O que é o GNU/Linux O GNU/Linux é um sistema operacional livre, composto pelo núcleo Linux (conhecido como kernel) e pelas bibliotecas e ferramentas do projeto GNU, além de diversos programas livres feitos por outros programadores e empresas. É um sistema que segue a norma Unix. Os Sistemas Operacionais que utilizam o kernel do Linux utilizam o sistema GNU que oferece um interpretador de comandos, utilitários, interfaces gráficas, bibliotecas, compiladores e ferramentas e vários outros programas. Por essa razão, Richard M. Stallman, criador e líder do projeto GNU, solicita aos utilizadores que se refiram ao Linux como o sistema completo GNU/Linux. Um sistema GNU baseado em Linux ou sistema GNU/Linux, para simplificar. (Stallman, 1998) Por volta do início dos anos 90 nós agrupamos todo o sistema à parte do núcleo (e nós ainda estamos trabalhando em um kernel, GNU Hurd, que executará em cima do Mach). Desenvolver esse núcleo tem sido bem mais difícil do que esperávamos, e nós ainda estamos trabalhando em sua finalização. (Stallman, 1998) E antes de ser terminada versão oficial do Projeto GNU, Linus Torvalds uniu o Linux com o sistema GNU para compor um sistema livre completo. A primeira versão do Linux (Linus + Unix) foi anunciada em 1991 por Linus Torvalds, e que a partir daí recebeu ajudas e contribuições de programadores do mundo todo, com o intuito de fazer evoluções e melhoras constantes em seu código. O GNU/Linux É um Sistema Operacional Livre distribuído gratuitamente pela Internet. Seu código fonte é aberto o que o deixa livre para fazer alterações por qualquer pessoa que conheça um pouco de programação. E por ser um sistema de código aberto sua performance, estabilidade e velocidade são aprimorados cada vez mais, pela comunidade no mundo todo. O que significa GPL? GPL é o acrônimo de General Public License. A licença mais difundida sobre GPL é GNU GPL, base do projeto da GNU (MARTINS, 2003, p.2). As licenças para a maior parte do Software são concebidas para privar-nos de partilhar e alterar. Em contraste, a GNU General Public License tem a intenção de garantir a nossa liberdade de partilhar e alterar, para garantir que o software seja gratuito para todos os utilizadores. Ferramentas de gerencia de redes encontradas no mercado A maioria das soluções de gerência patenteadas são extremamente cara e complexas, além de muitas vezes não se adaptar agilmente às mudanças de tecnologia e de requisitos de gerência

6 dos usuários. A idéia é aproveitar o poder de software de código aberto para desenvolver produtos de gerência de redes poderosos, estáveis e escaláveis. WEBMIN Webmin é software para a administração do sistema Unix. Utilizando um web-browser que suporte tabelas e formulários, é possível alterar configurações de contas de usuários, Apache, DNS, quota e assim por diante. Webmin consiste em um web server simples, e um número de programas que atualizam diretamente no sistema como /etc/inetd.conf e /etc/passwd. Web server e todos os programas do cgi são escritos na versão 5 do Perl, e não utilizam nenhum módulo não padronizado do Perl. Todas as versões recentes de Webmin estão sob pacotes DEB, RPM e tar.gz e a licença permite que o software seja livremente distribuída e modificada para o uso comercial e nãocommercial. NAGIOS Nagios (antigamente conhecido como NetSaint) é um monitor de serviços da rede, projetado para informar aos administradores de rede, os problemas da rede antes que os usuários ou os clientes percebam. "Foi projetado para funcionar sob o sistema Operacional de Linux, mas trabalha muito bem sob a maioria de variantes do UNIX também" (NAGIOS, 2006). Realiza verificações intermitentes de monitoração dos funcionamentos dos serviços da rede que o administrador da rede pode configurar. Quando os problemas são encontrados, o nagios pode emitir notificações para fora aos contatos administrativos em uma variedade das maneiras diferentes ( , mensagem imediata, SMS, bips, etc.). A informação de status atual, os registros de históricos, e os relatórios podem tudo ser alcançados através de um web browser. Todo monitoramento é feito através de plugins. Plugins são programas usados sob demanda. Trata-se de executáveis, compilados ou scripts (Perl, shell, etc.), que podem ser executados através da linha de comando para checar o status de um cliente ou seu serviço. Sem os plugins, o Nagios não tem utilidade. MRTG O MRTG (Multi Router Traffic Grapher) é um software free para monitorar indicadores de desempenho de uma rede, utilizando o protocole SNMP para o monitoramento dos dispositivos da rede. O MRTG é um programa feito em perl muito útil para análisar o tráfego utilizado em sua rede/link. Ele gera gráficos que te mostram o uso da banda em termos de velocidade MRTG é escrito em Perl e trabalha tanto no Unix/Linux Windows e mesmo sistemas de Netware, o MRTG é um software livre licenciado sob a licença Gnu GPL. (MRTG, 2006, p.1) CACIC O cacic é um software desenvolvido para elaborar inventários de hardware e software do parque computacional de uma empresa. Com esse configurador e coletor se torna acessível a obtenção de informações como: número de equipamentos e sua distribuição; modelos de softwares; instrução patrimoniais; entre outros. Sendo assim, verifica-se nessas características a ampliação de controle de parque computacional como também a segurança na rede através do monitoramento. Primeiro Software Público do Governo Federal, resultado do Consórcio de Cooperação entre a SLTI - Secretaria de Logística Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - MPOG e a DATAPREV - Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social, desenvolvido pelo Escritório Regional da DATAPREV no Espírito Santo. (CACIC, 2006, p.1)

7 Metodologia da avaliação Foi utilizado um método de avaliação, baseado em uma matriz estratégica, onde cada coluna possui uma característica e cada linha um software de gerencia de redes a interpretação dos resultados de tais cruzamentos e a pontuação obtida para cada software é determinada no estudo dos softwares estudados. Cada característica tem um peso diferente na escolha de algum software e sendo que a peso de cada característica pode variar de 0 a 1, chegando a um peso total de 10, A avaliação dos softwares foi baseada no estudo realizado no capítulo anterior, sendo que a nota pode variar entre 0 e 10, sendo que a totalidade dos pontos chegue a 100. Cada nota dos softwares é multiplicada pelo peso de característica correspondente e a soma desses valores é a nota final. Fórmula do campo nota final: (Nota1*Peso1) + (Nota2*Peso2) +... = <ou= 100 Softwares de Gerenciamento de Redes Obtenção do Software Documentação Acessível Instalação Simplificada Configuração Simplificada Suporte Fácil Utilização Interface Amigável Tempo para a Adaptação Diversidade de Recursos Confiabilidade Pouco Trafego na rede Relatórios disponíveis Aplicabilidade em Empresas Peso 0, ,5 1 0,5 0,5 0,5 1 0, Webmin Tivoli Net View ,5 Hp Open View ,5 Nagios Open NMS ,5 MRTG CACIC ,5 OCS ,5 Nota Final Considerações sobre a avaliação Os softwares de gerencia em software livre se destacaram em comparação aos de licença proprietária, além de trazer todas as qualidades disponíveis com o Sistema Operacional GNU/Linux em velocidade, confiabilidade e segurança, estes softwares são excelentes para um administrador de redes implanta-los em qualquer empresa. Conclusão Com a complexidade das redes e sistemas modernos tem sido um problema nos dias atuais. Mesmo redes pequenas encontradas em diversas organizações de médio porte têm se deparado com uma extrema complexidade quanto à manutenção e o monitoramento da mesma. A implantação de softwares de gerenciamento de redes em empresas torna-se possível um controle efetivo dos equipamentos da rede além de uma maior qualidade no serviço de qualquer empresa. Utilizando os softwares de gerencia evita o trabalho de gerenciamento manual dos administradores de rede, diminuindo o tempo dos profissionais em diagnosticar problemas ocorridos aumentando a eficácia da equipe.

8 Para uma melhor qualidade, foi estabelecida pela ISO, uma divisão funcional dos sistemas de gerenciamento de redes, um modelo que divide as funcionalidades do gerenciamento em cinco áreas funcionais: Gerenciamento da Configuração, Gerenciamento de falha, Gerenciamento do nível de desempenho, Gerenciamento da segurança e Gerenciamento da contabilização. Várias idéias já surgiram melhores até que o SNMP, só que muitas falharam. O SNMP, apesar de ter deficiências, ainda representa o melhor em termos de equilíbrio entre o que é possível e o que é prático. Atualmente é a arquitetura mais utilizada para o monitoramento de computadores, roteadores, switches, etc. Utilizando softwares de gerenciamento de redes com licença GPL, é perceptível suas vantagens em termos de economia com a aquisição do software, no aperfeiçoamento constante, com foco na qualidade e diversificação de ferramentas, pela comunidade de software livre, é possível fazer uma adaptação do software aos objetivos específicos de cada pessoa ou empresa, existem diversos tutoriais e manuais para facilitar a utilização, e além da velocidade, disponibilidade e segurança que são as principais características do sistema operacional GNU/Linux. As diversas ferramentas de gerenciamento de redes em software livre corresponderam de forma positiva nos testes realizados, demonstrando que estes softwares são de extrema importância para garantir um alto nível na qualidade no gerenciamento de redes em empresas. Referências Bibliográficas 1. BALL, Bill. Usando Linux. 3ª edição. Editora Campus, CACIC. Software CACIC. Disponível em acessado em 03 nov CELEPAR. A revolução do software. Revista Bate Byte, nº149, maio CHAGAS. Walter. Características de um bom programa. Disponível em acessado em 11 nov GUTHIERE. Rodrigues B. G., Gerenciamento de Servidores, 2004 [monografia] 6. HP. HP Open View Operations. Disponível em acessado em 20 out IBM. Software IBM Net View. Disponível em acessado em 26 out JUNIOR. Egídeo I. Uma proposta de Metodologia para Análise de Desempenho de Redes IEEE Combinado a Gerência SNMP e Ferramentas de Simulação [Dissertação de Mestrado] 9. LIMA, Fabricio S. Gerencia de Redes de computadores [artigo] 10. MARCELINO. Gileno F. Planejamento estratégico em gestão universitária: o caso da FA/UnB II [Palestra Congresso] 11. MARTINS, Ricardo David. Estudo de uma ferramenta de gestão de redes, nagios [Monografia] 12. MRTG. Software MRTG. Disponível em acessado em 02 nov NAGIOS. Software Nagios. acesso em 29 out NBSO, NIC BR Security Office. Práticas de Segurança para Administradores de Redes Internet. Disponível em: <http://www.nbso.nic.br/docs/seg-adm-redes/> Acessado em: 06 jun OCS. Software OCS Inventory Next Generation. Disponível em acessado em 03 nov. 2006

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