VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA PLUVIOMETRIA EM ÁREAS HOMOGÊNEAS DO ESTADO DA PARAÍBA

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1 VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA PLUVIOMETRIA EM ÁREAS HOMOGÊNEAS DO ESTADO DA PARAÍBA Carmem Terezinha Becker 1, Maria Monalisa Mayara Silva Melo 2, Milla Nóbrega de Menezes Costa 2, Roberta Everllyn Pereira Ribeiro 2 1 Meteorologista, Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba AESA, Campina Grande - PB Graduandas em meteorologia, Universidade Federal de Campina Grande UFCG - PB RESUMO: O presente estudo tem por objetivo fazer um diagnóstico do comportamento temporal da pluviometria em regiões homogêneas determinadas por métodos objetivos de regionalização levando-se em consideração uma análise comparativa entre dados normais climatológicos, superiores a trinta anos, e semi-climatológicos observados entre os anos de 1996 e 21, a fim de se identificar uma representatividade deste com a climatologia. Uma acentuada variabilidade sazonal foi percebida enquanto que os totais anuais da série de quinze anos apresentaram desvios inferiores a 3.1% relativamente à normal, podendo vir a representá-la satisfatoriamente sem o acréscimo de maiores erros. Palavras-Chave: Precipitação, Climatologia, Desvios ABSTRACT: This study aims to make a diagnosis of the temporal pluviometric behavior in homogeneous regions determined by objective methods of regionalization taking in consideration the comparative analysis among normal climatological data, superiors than thirty years, and semi-climatological observed between the years 1996 and 21 in order to identify a representativity with the climatology. A marked seasonal variability was perceived and while the annual totals of the serie of fifteen showed detours lesser than 3.1% relatively to normal and could come represent it satisfactorily without the addition of the biggest mistakes. Keywords: Precipitation, Climatology, Detours 1. INTRODUÇÃO A alta variabilidade, tanto espacial quanto temporal, com que se comporta a precipitação pluviométrica sobre o estado da Paraíba se constitui num dos fatores determinantes para o seu desenvolvimento social e econômico. Portanto, estudos que venham a diagnosticar e explicar tal variabilidade se tornam cada vez mais necessários. A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba, em seu monitoramento contínuo das condições de tempo e clima, alimenta, desde 1994, um sistema de banco de dados pluviométricos dentro dos padrões internacionais de coleta e armazenamento. Neste contexto, o presente estudo irá analisar a representatividade desta série semi-climatológica com relação às normais climatológicas superiores a trinta anos.

2 2. OBJETIVOS Este trabalho tem por objetivo fornecer uma contribuição aos estudos climatológicos no estado da Paraíba através da caracterização climática da pluviometria às regiões pluviometricamente homogêneas definidas por Silva (1996) levando-se em consideração uma análise comparativa entre as séries climatológicas e semi-climatológicas a fim de se identificar uma correlação no comportamento temporal de ambas. 3. MATERIAL E MÉTODOS O estado da Paraíba encontra-se posicionado entre as latitudes de 6 S e 8 S, e 35 W e 39 W de longitude, a leste da região Nordeste do Brasil e ocupa uma área territorial de km². Apresenta clima tropical úmido no litoral, com chuvas bem distribuídas. À medida que se desloca para o interior, o clima torna-se semiárido com índices pluviométricos altamente irregulares. Para o desenvolvimento do estudo, foram consideradas as regiões pluviometricamente homogêneas determinadas por Braga e Silva (199) e Braga (1992) estendidas por Silva (1996) através de técnicas objetivas de análise multivariada, as quais constituíram-se em Litoral, Brejo, Agreste, Cariri/Curimataú, Sertão e Alto Sertão, Figura 1. Séries mensais de pluviometria no período de 1996 a 21 pertencentes à rede de monitoramento da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba AESA e normais climatológicas da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste SUDENE foram empregadas a 89 postos pluviométricos equivalentes. Foram calculados desvios normalizados e o coeficiente de correlação linear entre os dados considerados como base a uma descrição qualitativa dos resultados. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO Na Figura 2, é mostrada a distribuição temporal média para as regiões: a) Litoral, b) Brejo, c) Agreste, d) Cariri/Curimataú, e) Sertão e f) Alto Sertão para os dados selecionados. No Litoral, Brejo e Agreste, o período de maiores chuvas concentra-se entre os meses de abril e julho, período em que ocorre uma maior anomalia entre os dados da SUDENE e AESA, principalmente em junho, onde a média dos últimos quinze anos ficou bem acima da normal climatológica nas três regiões, enquanto que no trimestre anterior mantiveram-se abaixo da climatologia sugerindo uma menor atuação da Zona de Convergência Intertropical, ZCIT, durante a pré-estação chuvosa do leste. Nos demais meses do ano, período normal de redução de chuvas, esta variabilidade tornou-se desprezível. Pela climatologia, o período chuvoso do Cariri/Curimataú concentra-se entre fevereiro e maio, com picos em março e abril, vindo a decrescer significativamente nos meses seguintes. Já nos últimos quinze anos, abril apresentou média bem inferior, ficando em torno de 3% abaixo da série histórica. No Sertão e Alto Sertão, oeste do Estado, o comportamento foi altamente homogêneo entre a média climatológica e a semi-climatológica desde maio até dezembro, visto que, nos primeiros

3 quatro meses do ano ocorrem a maior concentração das chuvas com a presença dos Vórtices Ciclônicos e da ZCIT. O pico ocorre em março e com maior intensidade média no Alto Sertão. Nestas regiões observa-se a menor variação entre os valores históricos e os observados mantendo-se altamente coerentes. Desvios relativos calculados entre as séries demonstram significativa variabilidade entre os meses mais chuvosos, por outro lado, em termos de totais anuais, o maior desvio encontrado ficou em 3.1% na região do Litoral, um índice relativamente diminuto. Durante os últimos quinze anos, o mês de janeiro destacase por apresentar valores médios acima da normal climatológica em todas as regiões do estado da Paraíba. 5. CONCLUSÕES A homogeneidade no ciclo da precipitação pluviométrica tanto em termos climatológicos quanto semi-climatológicos mostra a influência e distribuição espaço-temporal dos fenômenos de meso e grande escala sobre cada região do Estado. Apesar da variabilidade sazonal para totais médios anuais, a série de dados de quinze anos (1996 a 21) pertencente à AESA pode perfeitamente representar a normal climatológica para as seis regiões homogêneas em estudo com desvios relativamente desprezíveis. 6. AGRADECIMENTOS À Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba pelo fornecimento dos dados. 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AESA. Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba. Precipitação pluviométrica mensal (mm), Janeiro de 1996 a Dezembro de 21 para o estado da Paraíba. Disponível em: < BRAGA, C.C.; SILVA, B.B. da. Determinação de regiões pluviometricamente homogêneas no Estado da Paraíba. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE METEOROLOGIA, 6, Salvador. Sociedade Brasileira de Meteorologia. Anais, 1:2-25, 199. BRITO, J. I. B. et al. Análise da Precipitação do Estado da Paraíba no Período de In: Congresso Brasileiro de Meteorologia, XIII, Fortaleza-CE. Anais: CD-ROM, SBMET, 24. SILVA da, L. L. Precipitações pluviais da pré-estação chuvosa no período chuvoso e suas influências na produtividade agrícola da Paraíba. Dissertação de Mestrado em Meteorologia, Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, 114p, 27. SILVA da, S.T. A. Influência do El Niño-Oscilação Sul na distribuição espacial da precipitação no estado da Paraíba. Dissertação de Mestrado em Meteorologia, Universidade Federal da Paraíba, Campina Grande, 63p, SUDENE. Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste - Dados pluviométricos mensais do nordeste Série pluviometria 5. Estado da Paraíba. Recife, 239p, 199.

4 Figura 1. Regiões pluviometricamente homogêneas do estado Paraíba. Fonte: AESA SUDENE/Climatologia AESA/ (a) SUDENE/Climatologia AESA/ (b) SUDENE/Climatologia AESA/ (c)

5 SUDENE/Climatologia AESA/ (d) SUDENE/Climatologia AESA/ Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out NovDez (e) 25 2 SUDENE/Climatologia AESA/ (f) Figura 2. Ciclo anual da pluviometria média para a) Litoral, b) Brejo, c) Agreste, d) Cariri/Curimataú, e) Sertão e f) Alto Sertão.

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