O PASSADO DAS LÍNGUAS E AS LÍNGUAS DO PASSADO: DADOS DIACRÔNICOS NA REVISTA O CRUZEIRO.

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1 O PASSADO DAS LÍNGUAS E AS LÍNGUAS DO PASSADO: DADOS DIACRÔNICOS NA REVISTA O CRUZEIRO. Patricia Pinto da Fonseca 1 Orientadora: Profª. Drª. Mariângela Peccioli Galli Joanilho 2 RESUMO A presente pesquisa está vinculada ao Projeto: O discurso sobre a língua no Brasil: articulações, saberes e memórias para uma história das ideias linguísticas coordenado pela professora Drª Mariângela Peccioli Galli Joanilho. Pretende-se analisar um corpus composto por revistas da década de 50, com o objetivo de compreender melhor o funcionamento no Brasil e a sua evolução. Para a elaboração desta pesquisa, foi feito um estado sobre a história da língua, que pode ser dividida em história interna e externa. Analisamos a revista O Cruzeiro de 1950, com ênfase no estudo da variação diacrônica. Para a construção teórica, foi feito um estudo em artigos publicados como Coutinho (1976) o qual nos permitiu compreender melhor a história da nossa língua. Para a parte analítica, selecionamos algumas revistas, identificando os desvios da norma e os dados diacrônicos. Desta forma, com a presente pesquisa, como dissemos pretendemos melhor compreender a língua portuguesa, e com isso aprofundarmos nossos conhecimentos para um futuro trabalho em sala de aula. Palavras chave: diacronia; revistas; variação linguística. 1 Aluna do curso de Letras Vernáculas e Clássicas. Universidade Estadual de Londrina/ Departamento de Letras Vernáculas e Clássicas/Londrina, PR. Bolsista Fundação Araucária/Inclusão Social. 2 Orientadora, docente do Departamento de Letras Vernáculas e Clássicas/ Universidade Estadual de Londrina. 1103

2 Introdução Este trabalho vai analisar o processo de gramatização do português no Brasil. O propósito desta pesquisa é verificar as mudanças ocorridas no âmbito linguístico, através de análises a serem feitas em artigos e periódicos. E, desta forma verificar como as discussões em volta da língua portuguesa são colocadas. Para a apresentação dos resultados dessa pesquisa será feita uma breve análise na revista O Cruzeiro de Esta revista foi criada em um contexto histórico em que surgiam os primeiros conglomerados de imprensa e jornalismo que tinham caráter sensacionalista. Em 10 de novembro de 1928, foi publicado o primeiro número de revista, que trouxe inovações gráficas e editorias para a imprensa brasileira, como a indicação do tempo que seria gasto pelo leitor para a leitura de cada texto. A revista era de publicação semanal, a primeira a abranger todo território nacional. Eram inúmeros os assuntos abordados como: coluna social, cinema, esportes, saúde e etc. A última edição de O Cruzeiro é de julho de Breve História da Língua Portuguesa A língua portuguesa proveio do latim vulgar e pode-se afirmar que o português é o próprio latim modificado. Em 1532, a língua portuguesa começa a chegar no Brasil. As línguas gerais eram línguas tupis, faladas pela maioria da população. Era uma língua franca. O português como língua oficial do Estado português era empregado em documentos oficiais e praticado por aqueles que estavam ligados à administração da Colônia. A língua portuguesa trazida pelos descendentes e colonos lusos, apesar do prestígio que lhe dava uma civilização notável e o poder das armas, já comprovado em reencontros memorável com os árabes e castelhanos, não conseguiu como falsamente se poderia supor, pronta vantagem sobre a língua geral dos índios-o tupi (COUTINHO, 1976, p.322). 1104

3 domiciliado na colônia. E que para isso contribui grandemente o próprio elemento europeu, Periodização Divide-se a história da nossa ortografia em três períodos: o fonético, o pseudo-etimológico e o simplificado. Período Fonético Segundo Coutinho (1976) é um período onde começa os primeiros documentos redigidos em português chegando até o século XVI. Esse período era a fase arcaica do idioma. O objetivo a que visavam os escritores da época era facilitar a leitura, da língua falada. A língua era escrita para o ouvido. Período Pseudo-Etimológico O objetivo da grafia etimológica era respeitar, a letra originaria das palavras, embora nenhum valor fonético representasse. E a partir do século XVI que se torna predominante. Período Simplificado Como citado a linhas atrás, nunca houve um padrão uniforme de ortografia entre nossos escritores. Mas não era possível que isso continuasse, surgindo assim a necessidade de uma reforma. Segundo Coutinho (1976), as pessoas pouco versadas nesta matéria costumavam confundir grafia simplificada com grafia fonética. O sistema fonético baseia-se exclusivamente na pronúncia, ao passo que o simplificado, orientando-se pela pronúncia, não descuida também da etimologia e do elemento histórico. 1105

4 Para Silva Neto (1977), a história do português no Brasil é dividida em três fases: a primeira que vai de , em que se utilizava a língua geral e o português, a segunda de , quando a língua tinha traços do português europeu, ocorrendo à influência do vocabulário português brasileiro e a terceira de atualidade, em que a língua falada é o português, havendo, porém, algumas pessoas que ainda utilizam a língua de origem. Portanto, podemos perceber que a língua portuguesa sofreu muitas transformações com o passar do tempo desde o período fonético. Assim, com base na análise feita na em um artigo da revista O Cruzeiro veremos em que período a escrita da revista se enquadra. Variação Linguística A variação linguística é a diferença de vários falares entre falantes de uma mesma língua. Toda língua natural tem suas variações e se tratando da língua portuguesa no Brasil existem várias delas. Essa variação é justificada não apenas pelo fato histórico, que, necessariamente, leva a profundas transformações de qualquer língua, mas também pelas diferenças regionais, sociais, grau de escolaridade e entre outras. Os membros de uma nação, ligados por traços socioculturais, e econômicos e políticos, tradicionalmente firmados, identificam-se e distinguem-se dos membros de outra pelo seu instrumento de comunicação, além, evidentemente, de outros traços até mais importantes (CAMACHO, 1978, p.30). Portanto, devemos saber que a língua portuguesa não é falada da mesma forma por seus falantes. O estudo da variação linguística é um estudo de como essa língua varia. Camacho (1978) apresenta outras variações como: variação histórica ou diacrônica, geográfica, social e estilística. Daremos enfoque nesse artigo á variação diacrônica. Variação diacrônica Quando se estuda a história de uma língua em seus mais diversos 1106

5 aspectos, tem-se a preocupação de reconstruir línguas antigas. Nesse caso, os estudos deixam de ser puramente diacrônicos e passam a ser, também sincrônicos. A variação diacrônica preocupa-se em estudar as relações existentes entre termos sucessivos que se substituem uns aos outros no tempo. Camacho (1978 p.31) afirma que O conhecimento de variantes históricas e seu reconhecimento pelos membros de sua comunidade, como pertencentes faz preservar o passado de um instrumento de comunicação. É preciso lembrar que o processo de mudança linguística não é tão simples como pode parecer. Em sua origem, uma variante em processo de adoção pela norma da comunidade é apenas uma das inumeráveis variantes confinadas ao uso restrito de um grupo de falantes. As palavras, expressões ou construções que deixaram de ser usadas constituem o que se chama de arcaísmo. Ex: o verbo por vem do latim poer (de Poe>poner>ponere). Portanto, percebemos que a nossa língua sofreu muitas alterações com o passar do tempo. E diante disso, despertou-nos a atenção e fomos analisar a revista O Cruzeiro, para verificar as palavras que ainda escrevemos e que com o passar dos anos mudaram e as que ficaram no esquecimento. Materiais e Métodos Para o presente trabalho, houve uma seleção e analisamos um artigo dentro da revista para a composição do corpus, e uma revisão dos documentos coletado. E por fim, realizamos pesquisas direcionadas ao ensino da Língua Portuguesa a partir de dados das revistas. Resultados e discussão A partir das discussões feitas e um estudo sobre as transformações da língua portuguesa, verificamos desvios da norma e dados diacrônicos. Para tal resultado foi feita uma classificação das palavras em: ortografia, marcas de oralidade, acentuação, dados da etimologia e dados falsos da etimologia. 1107

6 Para cada classificação encontram-se as seguintes palavras: Ortografia N PALAVRA ESCRITA NORMATIVA 1 Emfim Enfim 2 Paiz País 3 Creou Criou 4 Vasia Vazia Marcas de oralidade N PALAVRA ESCRITA NORMATIVA 1 Centraes Centrais 2 Tropicaes Tropical 3 Quasi Quase Acentuação: N PALAVRA ESCRITA NORMATIVA 1 Area Área 2 Contemporanea Contemporânea 3 Esta Está 4 Exigencias Exigências 5 Facil Fácil 6 Historia História 7 Historico Histórico 8 Notavel Notável 9 Preferencia Preferência 10 Publica Pública Dados da etimologia N PALAVRA ESCRITA NORMATIVA 1108

7 1 Admittidos Admitidos 2 Affirmaçao Afirmação 15 Annos Anos 4 Belleza Beleza 5 Connexão Conexão 7 Effeito Efeito 8 Elle Ele 17 Funcçao Função 9 Intelligentemente Inteligentemente 10 Maquettes Maquetes 18 Objectivo Objetivo 11 Occultos Ocultos 12 Offerecendo Oferecendo 19 Sacco Saco 16 Scientifica Cientifica 14 Typo Tipo 20 Vehículos Veículos A partir da análise realizada, identificamos desvios da norma padrão relacionado à ortografia, à acentuação, outros resultantes de marcas de oralidade e finalmente outros casos que trazem dados diacrônicos. Constatamos com a análise de dados diacrônicos coletados, que há um predomínio de desvios das normas nos dados etimológicos, como exemplo verificou-se as seguintes palavras: admittidos; maquettes; effeito; affirmação; effeito; occultos entre outras. Atualmente essas palavras são escritas da seguinte forma: admitidos; maquetes; efeito; afirmação; efeito; ocultos. 1109

8 Conclusões Neste trabalho, buscamos entender o passado da língua e sua evolução, e a partir da análise, com base nos critérios apontados - ortografia, marcas de oralidade, acentuação, dados etimológicos, percebemos que os dados diacrônicos mudaram com o decorrer dos tempos, e que a revista em si tem marcas de oralidade, acentuação e a ortografia que diferente dos dias atuais. Agradecimentos Primeiramente quero agradecer à Fundação Araucária pelo apoio financeiro, e também agradecer à minha orientadora Mariângela Peccioli Galli Joanilho que contribuiu muito para a realização desse artigo. 1110

9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CAMACHO, Roberto Gomes- Duas Fases na Aquisição de Padrões Linguísticos por Adolescentes, dissertação de Mestrado. Campinas, Universidade Estadual de Campinas, COUTINHO, Ismael de Lima. Gramática histórica. 4. ed. revista e aumentada. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico Nova Fronteira da língua portuguesa, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, Disponível em: Acesso em: 10 de Outubro de HOUAISS, Antônio; VILLAR, M. S. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva Ltda, SILVA NETO, Serafim da. Introdução ao estudo da língua portuguesa no Brasil. 5.ed. Presença Edições. Rio de Janeiro:

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