CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA"

Transcrição

1 0 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES KLEDER AUGUSTO DE ANDRADE SILVA IMPLEMENTAÇÃO DE UMA INFRAESTRUTURA DE CLUSTER VIRTUALIZADA COM ALTA DISPONIBILIDADE LINS/SP 2º SEMESTRE/2012

2 1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES KLEDER AUGUSTO DE ANDRADE SILVA IMPLEMENTAÇÃO DE UMA INFRAESTRUTURA DE CLUSTER VIRTUALIZADA COM ALTA DISPONIBILIDADE Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins para obtenção do Título de Tecnólogo em Redes de Computadores. Orientador: Prof.Ms Alexandre Ponce de Oliveira LINS/SP 2º SEMESTRE/2012

3 2 KLEDER AUGUSTO DE ANDRADE SILVA IMPLEMENTAÇÃO DE UMA INFRAESTRUTURA DE CLUSTER VIRTUALIZADA COM ALTA DISPONIBILIDADE Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins, como parte dos requisitos necessários para obtenção do título de Tecnólogo em Redes de Computadores sob orientação do Prof. Ms Alexandre Ponce de Oliveira Data de Aprovação: / / Orientador (Alexandre Ponce de Oliveira) Examinador 1 Examinador 2

4 3 Dedico este trabalho à minha família que me apoiou em todos os momentos, na caminhada para um futuro de sucesso, baseado no esforço e dedicação do presente. Kleder Augusto de Andrade Silva

5 4 AGRADECIMENTOS Na conclusão de uma importante etapa da minha vida, venho agradecer a todos que estiveram presentes neste caminho. Primeiramente a Deus pela vida saúde que desfruto. A minha esposa Patricia que tanto se dedicou e me apoiou nesta caminhada. A minha filha Giovana por ser o brilho na minha vida e por ter compreendido a ausência enquanto me dedicava aos estudos. Ao meu pai Luiz Carlos e minha mãe Terezinha, que se dedicam carinhosamente a mim, meus irmãos e neta. Aos meus Irmãos Karise e Kledson que diretamente me apoiaram nesta etapa. Um agradecimento especial ao professor Alexandre Ponce, que além de proporcionar conhecimento durantes as aulas, foi fundamental na conclusão desta monografia sendo meu orientador compreendendo as dificuldades e compartilhando seu amplo conhecimento. A todos os professores que com competência e dedicação formam profissionais capacitados e pessoas mais preparadas para a vida. Agradeço a Fatec pelo espaço e organização, fundamentais para formação de alunos mais preparados para o mercado de trabalho. Um agradecimento especial aos amigos que fiz durante os estudos, pessoas importantes que se apoiaram durante as dificuldades e sorriram durante as alegrias Kleder Augusto de Andrade Silva

6 5 RESUMO Este trabalho teve como objetivo propor a utilização de virtualização sobre uma estrutura de cluster de computadores, com a utilização de softwares livres, estrutura de hardware de baixo custo e combinação de alta disponibilidade dos recursos, alta performance de processamento e segurança das informações. Para que seu entendimento seja possível, foram abordados conceitos de sistemas distribuídos sobre computação de grande porte, tecnologias que visam maior capacidade de processamento com a junção de vários equipamentos. Foi apresentado também um estudo sobre cluster, com a definição dos seus tipos, aplicações, vantagens e limitações. Para a estruturação do cluster foi utilizado LVM junto com o gerenciador de volumes DRBD que proporciona uma base de dados confiável e disponível para cluster. Outro assunto abordado foi a virtualização com sua evolução e aplicação sob o conceito de flexibilidade dos recursos, neste contexto foi utilizado o Hypervisor Xen em conjunto com o gerenciador de virtualização e cluster Ganeti, esta ferramenta foi desenvolvida pela empresa Google e utilizada no gerenciamento de seus servidores e cluster. A aplicação abrange todas as ferramentas e conceitos e resulta em uma infraestrutura altamente disponível, com grande capacidade de processamento, segura e de baixo custo. Este cenário é ideal para aplicação em ambiente acadêmico, corporativo ou qualquer outro que tenha necessidade de alinhar flexibilidade, escalabilidade e confiança na infraestrutura de TI para disponibilização de serviços. Palavras-chave: Cluster. Xen. DRBD. Ganeti. Disponibilidade. Performance.

7 6 ABSTRACT This work aimed to propose the use of virtualization on a structure of cluster computers, using free software, hardware structure of combination of low cost and high resource availability, high performance processing and information security. For the understanding to be possible, concepts of distributed system were discussed over computing of large size, technologies that aim higher processing capacity with the addition of various equipment. It was also presented a study on cluster, with the definition of their types, applications, advantages and limitations. For the structure of the cluster it was used LVM along with the volume manager DRBD that provides a reliable database and available for cluster. Another issue addressed was virtualization with its evolution and application under the concept of flexible resources in this context was used in conjunction with Xen Hypervisor virtualization manager and the cluster Ganeti, this tool was developed by Google and used in the management of their servers and cluster. The application includes all the tools, concepts and results in a highly available infrastructure with high processing capacity, safe and low cost. This scenario is ideal for applying in academic environment, corporate or any other in need of aligning flexibility, scalability and reliability in the IT infrastructure for provision of services. Keywords: Cluster. Xen. DRBD. Ganeti. Availability. Performance.

8 7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1.1 Sistemas Distribuídos Figura 1.2 Diagrama de Cluster para Alta Disponibilidade Figura 1.3 Computação em Grade Figura Cluster para serviço WEB Figura 2.2 Diagrama de funcionamento do DRBD Figura 2.3 Diagrama de funcionamento do Cluster HPC Figura 2.4 Cluster Beowulf Figura 3.1 Diagrama da Virtualização Figura 3.2 Arquitetura da Virtualização Figura 3.3 Máquina Virtual Figura 3.4 Diagrama Virtualização Total Figura 3.5 Diagrama Paravirtualização Figura 3.6 Diagrama Virtualização Assistida Figura 3.7 Arquitetura Xen Figura 4.1 Diagrama da estrutura do cluster Figura 4.2 Inicialização do cluster Figura 4.3 Verificação do status do cluster Figura 4.4 Progresso de criação de instância Figura 4.5 Status DRBD Figura 4.6 Listagem inicial das instâncias Figura 4.7 Incialização de instância Figura 4.8 Conexão ao console da instância Figura 4.9 Diagrama cluster Figura 4.10 Migração de instância Figura 4.11 Listagem de instâncias após migração Figura 4.12 Diagrama cluster pós migração da VM Figura 4.13 Migração de todas instâncias de um nó Figura Diagrama do cluster pós migração de todas intancias Figura 4.15 Diagrama do cluster simulação de falha Figura Diagrama do cluster pós falha no node Figura 4.17 Listagem de instâncias após falha de nó do cluster Figura 4.18 Listagem de instâncias pós failover... 59

9 Figura Diagrama do cluster pós failover

10 9 LISTA DE QUADROS QUADRO 1.1 Diferenças entre computação de grande porte e distribuída...29 QUADRO 4.1 Configuração das instâncias...52

11 10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AD Active Directory CPU Central Processing Unit DRBD - Distributed Replicated Block Device HA High Avaliability HPC- Cluster High Performance Computing IP Internet Protocol LVM Logical Volume Manager LVS - Linux Virtual Server NIC Network Interface Controller OOB Out of Band OSI - Open Systems Interconnection PC Personal Computer RAID - Redundant Array of Independent Disks TCP Protocolo de Controle de Transmissão TI Tecnologia da Informação VM Virtual Machine

12 11 SUMÁRIO 1 SISTEMAS DISTRIBUÍDOS PARADIGMAS DA COMPUTAÇÃO DE GRANDE PORTE SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO DISTRIBUÍDOS COMPARATIVOS ENTRE COMPUTAÇÃO DE GRANDE PORTE E DISTRIBUÍDA COMPUTAÇÃO EM CLUSTER COMPUTAÇÃO EM GRID CLUSTER DE COMPUTADORES CLUSTERS DE ALTA DISPONIBILIDADE Linux Virtual Server Heartbeat Distributed Replicated Block Device CLUSTER DE ALTO DESEMPENHO CLUSTER BEOWULF VIRTUALIZAÇÃO MÁQUINA VIRTUAL HYPERVISORS TÉCNICAS DE VIRTUALIZAÇÃO Virtualização Total Paravirtualização Virtualização Assistida por Hardware SOFTWARES DE VIRTUALIZAÇÃO VMware Xen Hyper-V IMPLEMENTAÇÃO... 42

13 INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÕES INICIAIS Ganeti Xen Configuração DRBD Topologia de Rede INICIALIZAÇÃO DO AMBIENTE DEMONSTRAÇÃO DO AMBIENTE Criação de Instâncias Movimentação de Instâncias entre nós do Cluster Simulação de Desligamento Programado do Nó Máster Simulação de Desligamento Não Programado do Nó Máster CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 64

14 13 INTRODUÇÃO A necessidade de acesso constante a informação é uma realidade cada vez maior em nossa sociedade, onde qualquer ambiente que dependa da tecnologia da informação tem em seus principais objetivos a total disponibilidade dos recursos e informações. Com a crescente demanda para acesso a informação, a arquitetura de um ambiente de TI esta cada vez mais voltada para a alta-disponibilidade com ênfase na segurança dos dados. É cada vez mais importante que as empresas alinhem as estratégias de negócios com base nos investimentos na tecnologia da informação. (VERAS, 2011) Uma abordagem bem sucedida para a solução da necessidade de altadisponibilidade, segurança e grande poder de processamento baseia-se em tecnologias de software opensource, que unem todos os requisitos para atingir estes objetivos, com o uso de tecnologias gratuitas e altamente eficientes. (SALLES et. al., 2009) Atualmente a virtualização é uma tecnologia cada vez mais presente em ambientes de TI, através dela é possível obter o maior aproveitamento dos recursos físicos de hardware, tendo foco em flexibilidade e disponibilidade das informações e serviços. (CARISSIMI, 2008) A tecnologia de cluster é outra tecnologia amplamente utilizada atualmente, seja para alta disponibilidade dos recursos, quanto para atender a alta demanda para processamento. O cluster faz com que um ou mais computadores funcionem em cooperação para atender a demanda de processamento e requisição de recursos.(slti, 2006) A utilização aliada de virtualização e cluster fornece o conjunto de benefícios que cada um possui, consolidando uma estrutura completa para atendimento das atuais demandas da tecnologia da informação. Esta combinação proporciona agilidade aos negócios, facilidade de gerenciamento, capacidade de expansão e poder de processamento, ainda motivação pela segurança e confiabilidade na arquitetura. (ANTONOPOULOS, 2005) A importância deste estudo em um ambiente acadêmico é grande, uma vez que nesta etapa o estudante precisa ter contato com um ambiente amplamente tecnológico, alinhado as necessidades e demandas do mercado consumidor destas

15 14 tecnologias e recursos. Este contato promove uma base de conhecimento mais completa das principais tecnologias voltadas para o conceito de supercomputação. A pesquisa foi feita com base em bibliografia específica aos assuntos abordados, artigos acadêmicos, materiais disponibilizados na internet e também documentação oficial dos softwares descritos ou utilizados Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de uma arquitetura de virtualização baseada em um cluster de computadores, com a combinação de alta disponibilidade dos recursos e alta performance de processamento. O ambiente prático aqui desenvolvido tem por objetivo simular a situação real para aplicação destas tecnologias, onde são apresentadas situações que necessitam de contingência de operação para promover a alta disponibilidade dos recursos, bem como a segurança das informações contidas na estrutura em questão. Para atingir o objetivo da proposta, foi desenvolvido um cluster com dois nós, onde o volume de dados é compartilhado através do gerenciador de volumes DRBD. Estes volumes de dados são entregues ao Ganeti, que é o gerenciador de cluster escolhido para o projeto, sendo este também responsável pelo gerenciamento da camada de virtualização e suas instâncias. Dentro do cenário proposto será feita simulação de situações reais de manipulação e gerenciamento das instâncias alocadas no cluster o mais próximo de um ambiente real. Desta forma, o trabalho está estruturado da seguinte forma: o primeiro capítulo descreve os conceitos sobre sistemas distribuídos em suas definições e aspectos, no segundo capítulo é feito o estudo mais aprofundado da tecnologia de cluster, com a definição dos seus tipos, aplicações, vantagens e limitações, o conceito de virtualização, sua evolução, aplicação sob o contexto de disponibilização, flexibilidade dos recursos é descrito no terceiro capítulo, o quarto capítulo apresenta o estudo de caso, onde são aplicados os conceitos em ambiente que define uma situação real para aplicação da proposta, por fim, tem-se as conclusões finais sobre o trabalho.

16 15 1 SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Neste capítulo são abordados todos os conceitos relacionados à essência da computação de grande porte, tecnologias que visam promover maior capacidade de processamento através da união de equipamentos em um único bloco de processamento central. Componentes assimétricos, ou seja, desde computadores convencionais até mesmo mainframes de grande porte. Esta composição é transparente ao usuário, que tem como apresentação de uso um frontend que não transparece a estrutura física e de gerenciamento envolvidos nesta arquitetura computacional. Segundo Tanenbaum e Steen (2007, p.1): Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes que se apresenta aos seus usuários como um sistema único e coerente. Para Coulouris, Dollimore e Kindberg (2007, p.15), Um sistema distribuído é aquele no qual os componentes localizados em computadores interligados em rede se comunicam e coordenam suas ações apenas passando mensagens. Segundo Tanenbaum e Steen (2007), uma característica importante esperada de um sistema distribuído é a escalabilidade da estrutura, sendo possível a ampliação por meio de adição de componentes ao conjunto fazendo uso da independência das unidades no comportamento do conjunto, somando capacidade e recursos na estrutura como um todo Conforme explica Coulouris, Dollimore e Kindberg (2007), o motivo principal que leva a construção e definição de um sistema distribuído é o compartilhamento de recursos, que podem ser gerenciados por servidores a fim de atender aos clientes que os necessitam. Segundo Tanenbaum e Steen (2007), a entrega dos serviços independente da situação direta da estrutura é proporcionada pela independência dos componentes, mediante a administração do sistema de gerenciamento central, permanecendo o processamento disponível mesmo que componentes estejam avariados ou indisponíveis. Ainda segundo Tanenbaum e Steen (2007), pela transparência obtida, os usuários e sistemas não percebem que a estrutura está em processo de manutenção, uma vez que o cerne do sistema não atribui uma função específica a um determinado componente.

17 16 Para Caulouris, Dollimore e Kindberg (2007), a heterogeneidade de componentes, a segurança e a escalabilidade são fatores fundamentais nos desafios de concepção de um sistema distribuído, principalmente no que tange a ampliação de usuários, adição de componente e transparência da estrutura. Na figura 1.1 é mostrado como os computadores em paralelo se comportam durante a divisão das funções por meio da camada de sistema distribuído. Figura 1.1 Sistemas Distribuídos Fonte: Tanenbaum; Steen, 2007, p.1 De acordo com Tanenbaum e Steen (2007), a funcionalidade de um sistema distribuído, tem como principal componente um software específico, também conhecido como Middleware, que desempenha a função de fazer a interconexão de todos os componentes físicos do conjunto, disponibilizando interface de processamento para as aplicações que serão executadas e entregues aos usuários dos sistemas. Segundo Tanenbaum e Steen (2007, p.222), Para suportar computadores e redes heterogêneas e, simultaneamente oferecer uma visão de sistema único, os sistemas distribuídos costumam ser organizados por meio de uma camada de software. Essa adaptabilidade aos diversos tipos de configuração e de componentes nos permite maior aproveitamento dos recursos não ficando restrito a uma arquitetura de hardware, sendo este um fator importante no custo de implantação e manutenção da estrutura, bem como a ampliação e escalabilidade futura do projeto em questão. (TANENBAUM; STEEN, 2007)

18 PARADIGMAS DA COMPUTAÇÃO DE GRANDE PORTE Conforme Slti (2006, p 28) A computação de grande porte é definida como sistema de alta capacidade de computação, também conhecida como Alta plataforma, esta é caracterizada pela utilização de Mainframes e supercomputadores. Nascidos em 1946, os Mainframes são sistemas de computação capazes de processar grande quantidade de solicitações de dados de milhares de usuários conectados através de uma rede distribuída. Estes equipamentos geralmente ocupam grandes espaços físicos e demandam ambientes específicos para o seu funcionamento, onde temperatura e umidade são alguns dos fatores ambientais importantes no projeto de sua instalação. (SLTI, 2006) Na década de 60 foi apresentado o conceito de supercomputador, que é um computador de alta capacidade de processamento e também com grande quantidade de memória, normalmente empregado em pesquisas científicas e militares. Este ambiente é voltado para pesquisas que exigem grande capacidade de processamento e disponibilidade de recursos, muitas vezes para simulações de resultados das pesquisas. (SLTI, 2006) A distinção entre supercomputadores e mainframes não é clara e direta, mas genericamente são diferenciados pelas tarefas submetidas, os supercomputadores são utilizados na solução de problemas em que o tempo de cálculo é um limite (processamento), enquanto os mainframes são utilizados em tarefas que exigem alta disponibilidade, envolvem alta taxa de transferência de dados (internos ou externos ao sistema) e acessos simultâneos. (SLTI, 2006) De acordo com Slti (2006), quando estes equipamentos chegam a sua capacidade limite de processamento, se faz necessária a ampliação de sua capacidade através da adição de novo hardware ao conjunto, ou até mesmo a substituição total do equipamento. Ambas as alternativas tem como principal impacto o elevado custo financeiro, uma vez que a aquisição de dispositivos de hardware proprietário significam valores elevados já que não existe componente compatível para aquisição no mercado. Outro ponto importante citado por Slti (2006), é que no sistema de computação de grande porte, não é possível calcular de forma precisa a demanda por processamento, as soluções adquiridas excedem a carga necessária de processamento.

19 SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO DISTRIBUÍDOS Foco principal dos sistemas distribuídos no que diz respeito à arquitetura computacional, computação em cluster e computação em grade, tem como objetivo principal o alto desempenho computacional e a alta disponibilidade para entrega dos recursos. Para Tanenbaum e Steen (2007, p.222), Uma classe importante de sistemas distribuídos é a utilizada para tarefas de computação de alto desempenho. Esta classe permite a utilização modular de equipamentos de pequeno porte, trabalhando de forma coordenada promovendo maior capacidade de processamento. Segundo Morimoto (2005), clusters e grades computacionais tem como ideia central a cooperação de equipamentos ligados através de uma rede, fazendo uso da capacidade individual para executar processamento de grande carga. De acordo com Slti (2006), existem cinco gerações bem definidas de sistemas distribuídos, os quais podem ser elencados em um período de 20 anos. A primeira geração utilizava uma arquitetura muito lembrada nos dias atuais, popularmente conhecida como terminais burros, caracterizando pelo processamento e armazenamento centralizado das informações. Um servidor era responsável por receber as solicitações de inicialização dos terminais remotos, estabelecendo o processo de envio, recebimento, processamento e armazenamento das informações. (SLTI, 2006) A segunda geração, se baseia na primeira com relação ao processamento e armazenamento das informações, diferenciando-se por conter uma pequena capacidade de processamento local, a qual era utilizado para executar a emulação do terminal de acesso remoto. (SLTI, 2006) Já na terceira geração, o conceito de aplicações cliente/servidor é utilizado, onde o cliente conta com considerável capacidade de processamento. A interação de sistemas é feita por meio de compartilhamento de funções e tarefas, onde o terminal tem condição de executar tarefas juntamente com o servidor das aplicações. (SLTI, 2006) A quarta geração se caracteriza pela utilização de aplicações multicamadas e interfaces distintas para as aplicações. O processamento é delimitado de acordo com as regras do negócio. (SLTI, 2006)

20 19 E por fim a quinta geração é baseada em grid computing, caracterizada pela utilização do processamento contido em um pool virtual, permitindo ao cliente a utilização dos recursos necessários sob demanda, sem a necessidade de alocação rígida e inflexível dos recursos disponíveis na infraestrutura física dos componentes. (SLTI, 2006) 1.3 COMPARATIVOS ENTRE COMPUTAÇÃO DE GRANDE PORTE E DISTRIBUÍDA A computação de grande porte e a computação distribuída compartilham algumas semelhanças, as duas arquiteturas demandam estruturas físicas semelhantes no que diz respeito à segurança e controle de acesso ao ambiente, refrigeração, fornecimento ininterrupto de energia elétrica e organização do espaço físico. (SLTI, 2006) Pode-se citar o alto poder de processamento, alta disponibilidade, suporte a milhares de transações e usuários simultâneos, contingenciamento de recursos, administração do ambiente e grande capacidade de armazenamento de dados. (SLTI, 2006) O quadro 1.1 exibe as diferenças entre computação distribuída e de grande porte. Quadro 1.1- Diferenças entre computação de grande porte e distribuída Computação de grande porte Sistemas distribuídos: Cluster e Grid - Alto custo de implantação; - Dependência de fornecedor único; - Utilização de hardware específico; - Alto custo de manutenção; - Dificuldade de redimensionamento do ambiente; - Utilização parcial da capacidade de processamento; - Grande custo total de propriedade; - Tecnologia estabelecida no mercado. Fonte: (SLTI, 2006) - Baixo custo de implantação; - Independência de fornecedores; - Facilidade de negociação; - Utiliza hardware comum, padrão PC; - Baixo custo de manutenção; - Facilidade de redimensionamento do ambiente; - Maximização da capacidade de processamento; - Baixo custo total de propriedade; - Tecnologia inovadora.

21 COMPUTAÇÃO EM CLUSTER Segundo Tanenbaum e Steen (2007), computação em cluster tem seu conceito uma maior homogeneidade dos componentes (computadores) que participam da sua implementação, comunicando-se através de uma rede e compartilhando uma camada de sistema que gerencia os sistemas operacionais de cada nó do cluster, deixando transparente este processo ao cliente, ou seja, o mesmo não percebe onde ou como é processada a carga de trabalho. Conforme Morimoto (2005) explica, um cluster é formado por um conjunto de equipamentos gerenciado por um ponto central, onde cada nó se torna um escravo executando tarefas escalonadas por um gerenciador central. É utilizado principalmente para aplicações com alta necessidade e complexidade de processamento, bem como atividades de renderização. A computação em cluster na maioria dos casos é utilizada para computação paralela, onde diversas máquinas desempenham a tarefa de processamento de forma compartilhada. (TANENBAUM; STEEN, 2007) A figura 1.2 demonstra o diagrama de um cluster de alta disponibilidade e performance. Figura 1.2 Diagrama de Cluster para Alta Disponibilidade Fonte: Cloud, 2010.

22 21 Segundo Tanenbaum e Steen (2007), este modelo de computação distribuída, tornou-se popular com a diminuição dos custos de aquisição dos equipamentos. Como sua implementação podia ser feita com equipamentos convencionais, a aquisição de componentes para manutenção ou ampliação tornava a estrutura mais barata, flexível e simplificada. 1.5 COMPUTAÇÃO EM GRID Conforme definido por Slti (2006, p.169) Os grids computacionais surgiram na década de 90 com o intuito de viabilizar a execução de aplicações de forma paralela e recursos computacionais geograficamente dispersos pertencente à uma mesma organização. No primeiro momento a computação em grid tinha como principal objetivo substituir as plataformas baseadas em supercomputadores, que tinham elevados custos de aquisição e manutenção, além de se tornarem obsoletos em um espaço de tempo relativamente curto, sendo necessária a sua substituição por completo. (SLTI, 2006) A segunda proposta tangia a questão de execução de grande volume de processamento, superando a capacidade que um computador individual teria condições de executar. (SLTI, 2006) Para Morimoto (2005), a tecnologia de computação em grade é mais democrática, tanto no sentido de heterogeneidade dos componentes, onde diversos tipos de equipamentos tem condição de participar da estrutura, bem como sua forma de participação nas tarefas necessárias. A diferenciação prática com relação ao conceito de computação em cluster é o fato que a arquitetura em grid faz com que a parte ociosa de um nó seja destacada para atender a demanda de processamento necessário para determinada tarefa no grid, desta forma gerando autonomia na utilização dos recursos uteis e disponíveis (MORIMOTO, 2005) O nó não fica dedicado ao processamento, disponibiliza somente a capacidade ociosa naquele momento, retomando esta capacidade disponibilizada caso tenha necessidade. Existe também a troca, onde o nó pode fazer uso da capacidade de processamento do grid, caso tenha necessidade por esta demanda de processamento. (MORIMOTO, 2005)

23 A figura 1.3 ilustra o conceito de diversidade de equipamentos que podem compor um grid. 22 Figura 1.3 Computação em Grade Fonte: Salustino, Segundo Tanenbaum e Steen (2007), diversas tecnologias podem compor uma estrutura de computação em grade, desde computadores convencionais até supercomputadores passando por componentes periféricos. Tem como base o compartilhamento e interoperabilidade dos recursos, formando um conjunto de funções amplamente disponíveis para utilização dos usuários participantes da organização ou domínios. (TANENBAUM; STEEN, 2007) Os recursos são dispostos à medida que passam a participar da organização, desta forma a escalabilidade de recursos é facilitada, evitando complexidade na participação de componentes. (TANENBAUM; STEEN, 2007) Segundo Morimoto (2005), um grid pode ser formado por computadores de uma empresa distribuídos geograficamente pelo mundo, interligados através da WEB, e que podem executar funções de processamento em tempo integral, pois devido ao fuso horário sempre haverá equipamentos disponíveis para execução de funções. Este capítulo abordou vários conceitos importantes e que serviram de base para o desenvolvimento do segundo capítulo que aborda com maiores detalhes computadores em cluster, sendo este, tecnologia fundamental na implementação deste projeto.

24 23 2 CLUSTER DE COMPUTADORES Desenvolvido na década de 60 pela empresa IBM, quando duas máquinas permitiram a interligação de seus mainframes a um custo moderado. Este conceito ainda hoje é aplicado, uma vez que a utilização de dois ou mais equipamentos para a solução de um problema é considerado tecnicamente um cluster. (PITANGA, 2008) Cluster são grupos de servidores trabalhando juntos para alcançar determinada funcionalidade. Estes atuam como se fossem um único servidor, propiciando funções de alta disponibilidade e performance para o ambiente proposto. (VERAS, 2011) Segundo Pitanga (2003), um cluster é formado por dois ou mais computadores denominados nodos, interligados através de uma interface de rede, com a finalidade de executar as funções ou tarefas necessária, transparecendo ao usuário que esta foi executada por um único computador, sendo isto denominado transparência de sistema. Para Morimoto (2005) um modelo lógico de composição de cluster, é aquele que faz uso de computadores parecidos entre si, para evitar gargalos no processamento devido ao fato de um equipamento ser mais lento que os outros. Na década de 80 esta arquitetura passou a ganhar espaço e importância, quando fatores determinantes surgiram, tais como, desenvolvimento de processadores de alto desempenho, desenvolvimento de redes de computadores com baixa latência e padronização das ferramentas de computação paralela e distribuídas, foram determinantes para a consolidação desta arquitetura. (PITANGA, 2008) De acordo com Veras (2011) a ideia central da utilização de cluster e a combinação de seus tipos, é promover a disponibilidade e desempenho, diminuindo a complexidade de gerenciamento. O termo clustering atualmente é ligado a diversas denominações de tecnologias e configurações, podendo ser divididas em duas grandes arquiteturas básicas, sendo a primeira denominada Cluster High-availability (HA), ou em sua tradução, Cluster de Alta Disponibilidade e a segunda categoria o Cluster High Performance Computing (HPC), conhecido como Cluster de Alto Desempenho. (PITANGA, 2008)

25 CLUSTERS DE ALTA DISPONIBILIDADE Atualmente sistemas de computação são responsáveis pelos mais diversos tipos de atividades, dentro de um ambiente corporativo isto esta ligado a tarefas administrativas, financeiras, gestão de pessoas e propriamente a comunicação. (SLTI, 2006) Estas necessidades formam um ambiente de alta dependência de recursos e informação, tendo uma arquitetura operacional crítica, onde a inoperância ou instabilidade na entrega de serviços e informações poderá acarretar diretamente em prejuízos operacionais e financeiros. (SLTI, 2006) A alta disponibilidade vem a foco justamente para resolver este tipo de situação, garantindo o funcionamento de serviços de rede, armazenamento de dados, processamento e comunicação mesmo se houver uma ou mais falhas e dispositivos, sejam eles hardware ou software. (PITANGA, 2008) A alta disponibilidade tem como objetivo disponibilizar uma função ou serviço permanentemente ou segundo padrões de somente paradas programadas. Paradas não planejadas estão diretamente ligadas à qualidade do serviço e prejuízos financeiros. (PITANGA, 2008). Figura Cluster para serviço WEB Fonte: Hamc, 2008 Na figura 2.1 é exemplificado o funcionamento de serviço WEB, onde caso o servidor principal falhe, o secundário atende o serviço sem qualquer prejuízo ao cliente.

Virtualização. O conceito de VIRTUALIZAÇÃO

Virtualização. O conceito de VIRTUALIZAÇÃO Virtualização A virtualização está presente tanto no desktop de um entusiasta pelo assunto quanto no ambiente de TI de uma infinidade de empresas das mais variadas áreas. Não se trata de "moda" ou mero

Leia mais

Introdução a Virtualização. Sergio Roberto Charpinel Junior Profa. Roberta Lima Gomes

Introdução a Virtualização. Sergio Roberto Charpinel Junior Profa. Roberta Lima Gomes Introdução a Virtualização Sergio Roberto Charpinel Junior Profa. Roberta Lima Gomes Por que virtualizar? Descentralização de recursos computacionais Cloud computing Plena utilização de recursos físicos

Leia mais

Virtualização de Sistemas Operacionais

Virtualização de Sistemas Operacionais Virtualização de Sistemas Operacionais Felipe Antonio de Sousa 1, Júlio César Pereira 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil felipeantoniodesousa@gmail.com, juliocesarp@unipar.br Resumo.

Leia mais

Virtualização: VMWare e Xen

Virtualização: VMWare e Xen Virtualização: VMWare e Xen Diogo Menezes Ferrazani Mattos Professor: Otto Carlos Disciplina: Redes I Universidade Federal do Rio de Janeiro POLI/COPPE 1 Introdução Virtualização Divisão da máquina física

Leia mais

Características Básicas de Sistemas Distribuídos

Características Básicas de Sistemas Distribuídos Motivação Crescente dependência dos usuários aos sistemas: necessidade de partilhar dados e recursos entre utilizadores; porque os recursos estão naturalmente em máquinas diferentes. Demanda computacional

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel 1 4 Estrutura do Sistema Operacional 4.1 - Kernel O kernel é o núcleo do sistema operacional, sendo responsável direto por controlar tudo ao seu redor. Desde os dispositivos usuais, como unidades de disco,

Leia mais

Gabriel Oliveira do Nascimento Rogério Libarino Aguilar. UFF - Universidade Federal Fluminense

Gabriel Oliveira do Nascimento Rogério Libarino Aguilar. UFF - Universidade Federal Fluminense Gabriel Oliveira do Nascimento Rogério Libarino Aguilar 1 Introdução Mododelo: Hardware -> Sistema Operacional -> Aplicações Aplicação desenvolvida para um SO. Capacidade de processamento aumentando bastante

Leia mais

Foz do Iguaçu PR Brasil luiz.baltazar@gmail.com, joao@barbosa.net.br, jorgeaikes@gmail.com

Foz do Iguaçu PR Brasil luiz.baltazar@gmail.com, joao@barbosa.net.br, jorgeaikes@gmail.com Análise de Desempenho e Viabilidade do Raspberry Pi como um Thin Client utilizando o Protocolo SPICE Luiz Alberto Alves Baltazar 1, João Paulo de Lima Barbosa 1, Jorge Aikes Junior 1 1 Curso de Ciência

Leia mais

Cluster HPC High Performance Computing.

Cluster HPC High Performance Computing. Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá. doze, março de 2009. Cluster HPC High Performance Computing. Diogo Salles, Thiago Pirro, Camilo Bernardes, Paulo Roberto, Ricardo Godoi, Douglas, Fauzer. Sistemas

Leia mais

Virtualização Gerencia de Redes Redes de Computadores II

Virtualização Gerencia de Redes Redes de Computadores II Virtualização Gerencia de Redes Redes de Computadores II *Créditos: baseado no material do Prof. Eduardo Zagari Virtualização - Introdução Introduzido nos anos 60 em Mainframes Em 1980 os microcomputadores

Leia mais

Aplicações. Sistema Operacional Hardware. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Máquinas Virtuais e Emuladores

Aplicações. Sistema Operacional Hardware. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Máquinas Virtuais e Emuladores Máquinas Virtuais e Emuladores Marcos Aurelio Pchek Laureano Sistemas de Computadores Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: hardware sistema operacional aplicações Sistemas

Leia mais

Professor Esp.: Douglas Diego de Paiva douglas.ddp@gmail.com

Professor Esp.: Douglas Diego de Paiva douglas.ddp@gmail.com VIRTUALIZAÇÃO Professor Esp.: Douglas Diego de Paiva douglas.ddp@gmail.com Virtualização o que é? É uma forma de esconder as características físicas de uma plataforma computacional dos usuários, emulando

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM GRID COM BANCO DE DADOS ORACLE 10g

COMPUTAÇÃO EM GRID COM BANCO DE DADOS ORACLE 10g COMPUTAÇÃO EM GRID COM BANCO DE DADOS ORACLE 10g Daniel Murara Barcia Especialista em Sistemas de Informação Universidade Federal do Rio Grande do Sul daniel@guaiba.ulbra.tche.br Resumo. Esse artigo aborda

Leia mais

TÉCNICAS DE VIRTUALIZAÇÃO E SUAS IMPLEMENTAÇÕES

TÉCNICAS DE VIRTUALIZAÇÃO E SUAS IMPLEMENTAÇÕES 1 MEC SETEC SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO CAMPUS CUIABÁ DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO TÉCNICAS DE VIRTUALIZAÇÃO E SUAS IMPLEMENTAÇÕES

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Maquinas Virtuais e Emuladores

SISTEMAS OPERACIONAIS. Maquinas Virtuais e Emuladores SISTEMAS OPERACIONAIS Maquinas Virtuais e Emuladores Plano de Aula Máquinas virtuais Emuladores Propriedades Benefícios Futuro Sistemas de Computadores Os sistemas de computadores são projetados com basicamente

Leia mais

Agenda. Histórico Máquinas virtuais X Emuladores Vantagens & Desvantagens Vmware Quemu Xen UML Comparação entre VM's Conclusão

Agenda. Histórico Máquinas virtuais X Emuladores Vantagens & Desvantagens Vmware Quemu Xen UML Comparação entre VM's Conclusão Máquinas Virtuais Agenda Histórico Máquinas virtuais X Emuladores Vantagens & Desvantagens Vmware Quemu Xen UML Comparação entre VM's Conclusão Histórico Mainframe É um computador de grande porte, dedicado

Leia mais

Treinamento PostgreSQL Cluster de Banco de Dados - Aula 01

Treinamento PostgreSQL Cluster de Banco de Dados - Aula 01 Treinamento PostgreSQL Cluster de Banco de Dados - Aula 01 Eduardo Ferreira dos Santos SparkGroup Treinamento e Capacitação em Tecnologia eduardo.edusantos@gmail.com eduardosan.com 13 de Junho de 2013

Leia mais

Dynamic Data Center. A infra-estrutura de suporte às SOA. Francisco Miller Guerra Senior Product Manager Fujitsu Siemens Computers

Dynamic Data Center. A infra-estrutura de suporte às SOA. Francisco Miller Guerra Senior Product Manager Fujitsu Siemens Computers Dynamic Data Center A infra-estrutura de suporte às SOA Francisco Miller Guerra Senior Product Manager Fujitsu Siemens Computers As necessidades do negócio pressionam continuamente as infra-estruturas

Leia mais

Sistemas Operacionais 1/66

Sistemas Operacionais 1/66 Sistemas Operacionais 1/66 Roteiro Máquinas virtuais Emuladores Propriedades Benefícios Futuro 2/66 Sistemas de Computadores Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: hardware

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES E SISTEMAS OPERACIONAIS P/ CONCURSOS PÚBLICOS FOCO: ESAF/CESGRANRIO/FCC. Prof. Almeida Jr

ARQUITETURA DE COMPUTADORES E SISTEMAS OPERACIONAIS P/ CONCURSOS PÚBLICOS FOCO: ESAF/CESGRANRIO/FCC. Prof. Almeida Jr ARQUITETURA DE COMPUTADORES E SISTEMAS OPERACIONAIS P/ CONCURSOS PÚBLICOS FOCO: ESAF/CESGRANRIO/FCC Prof. Almeida Jr ESTRUTURA DE SISTEMA COMPUTACIONAL 2 O QUE FAZ UM SISTEMA OPERACIONAL? Ponto de Vista

Leia mais

Sistemas Operacionais. Roteiro. Sistemas de Computadores. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Marcos Laureano

Sistemas Operacionais. Roteiro. Sistemas de Computadores. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Marcos Laureano Sistemas Operacionais Marcos Laureano 1/66 Roteiro Máquinas virtuais Emuladores Propriedades Benefícios Futuro 2/66 Sistemas de Computadores Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3

Leia mais

Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2

Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2 Tecnologias WEB Virtualização de Sistemas Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2 Conceitos Virtualização pode ser definida como técnica que combina ou divide recursos computacionais para prover

Leia mais

Virtualização. Hardware Virtual? Máquina Virtual? Software ou Hardware? Profº André Luiz andreluizsp@gmail.com

Virtualização. Hardware Virtual? Máquina Virtual? Software ou Hardware? Profº André Luiz andreluizsp@gmail.com Virtualização Hardware Virtual? Máquina Virtual? Software ou Hardware? Profº André Luiz andreluizsp@gmail.com O problema...... os departamentos de TI passaram a ter consciência de que os recursos como

Leia mais

Resumo. Introdução Cluster Cluster Beowulf Curiosidades Conclução

Resumo. Introdução Cluster Cluster Beowulf Curiosidades Conclução Cluster Resumo Introdução Cluster Cluster Beowulf Curiosidades Conclução Introdução Sua empresa esta precisando fazer um grande processamento; As Nuvens existentes não são suficientes para sua empresa;

Leia mais

Computação na Nuvem: Virtualização e Migração de VM. André Meireles Estêvão Monteiro Monique Soares

Computação na Nuvem: Virtualização e Migração de VM. André Meireles Estêvão Monteiro Monique Soares Computação na Nuvem: Virtualização e Migração de VM André Meireles Estêvão Monteiro Monique Soares Agenda Overview Histórico Abordagens Desafios em x86 Snapshots Virtualização de Hardware/Plataforma/Sevidor:

Leia mais

Virtualização - VMWare e Xen

Virtualização - VMWare e Xen Virtualização - VMWare e Xen A virtualização consiste na emulação de ambientes isolados, capazes de rodar diferentes sistemas operacionais dentro de uma mesma máquina, aproveitando ao máximo a capacidade

Leia mais

ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS. 1.1 Arquiteturas não virtualizadas

ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS. 1.1 Arquiteturas não virtualizadas ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS Existem hoje diversas tecnologias e produtos para virtualização de computadores e ambientes de execução, o que pode gerar uma certa confusão de conceitos. Apesar disso, cada

Leia mais

Benefícios do Windows Server 2008 R2 Hyper-V para SMB

Benefícios do Windows Server 2008 R2 Hyper-V para SMB Benefícios do Windows Server 2008 R2 Hyper-V para SMB Sumário Introdução... 3 Windows Server 2008 R2 Hyper-V... 3 Live Migration... 3 Volumes compartilhados do Cluster... 3 Modo de Compatibilidade de Processador...

Leia mais

Alta disponibilidade em máquinas

Alta disponibilidade em máquinas Alta disponibilidade em máquinas paravirtualizadas João Eriberto Mota Filho SIRC / RS 2007 09 de outubro de 2007 Sumário Introdução Técnicas de virtualização Conceito de alta disponibilidade Paravirtualização

Leia mais

Introdução. 1.1. Âmbito do Documento

Introdução. 1.1. Âmbito do Documento Introdução Embora o conceito de virtualização, não seja um conceito novo, o uso desta tecnologia vem crescendo exponencialmente nas infra-estruturas de TI. Este crescimento deve-se sobretudo aos benefícios

Leia mais

ANÁLISE DE DESEMPENHO ENTRE SOFTWARES VIRTUALIZADORES

ANÁLISE DE DESEMPENHO ENTRE SOFTWARES VIRTUALIZADORES ANÁLISE DE DESEMPENHO ENTRE SOFTWARES VIRTUALIZADORES Vitor Rodrigues Tanamachi 1, Weber Poli de Oliveira 1, Alexandre Galvani 1. 1 Departamento de Informática Faculdade de Tecnologia de Bauru (FATEC)

Leia mais

Departamento de Tecnologia da Informação

Departamento de Tecnologia da Informação Xen - O case de virtualização da Alergs XIII Enial - Brasília Novembro/2010 DTI Superintendência Administrativa e Financeira Assembleia Legislativa do RS Tópicos abordados: A infraestrutura de TI Alergs

Leia mais

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,

Leia mais

EUCALYPTUS: UMA PLATAFORMA CLOUD COMPUTING PARA

EUCALYPTUS: UMA PLATAFORMA CLOUD COMPUTING PARA EUCALYPTUS: UMA PLATAFORMA CLOUD COMPUTING PARA QUALQUER TIPO DE USUÁRIO Gustavo Henrique Rodrigues Pinto Tomas 317624 AGENDA Introdução: Cloud Computing Modelos de Implementação Modelos de Serviço Eucalyptus

Leia mais

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa.

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa. CLUSTERS Pode-se pegar uma certa quantidade de servidores e juntá-los para formar um cluster. O serviço então é distribuído entre esses servidores como se eles fossem uma máquina só. Um cluster de servidores

Leia mais

Cloud Computing. Andrêza Leite. andreza.lba@gmail.com

Cloud Computing. Andrêza Leite. andreza.lba@gmail.com Cloud Computing Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Roteiro O que é cloud computing? Classificação O que está 'por traz' da cloud? Exemplos Como montar a sua? O que é cloud computing? Cloud Computing O

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Evolução Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Introdução Componentes de um sistema computacional Conceituação Características desejáveis Organização

Leia mais

Virtualização e Alta Disponibilidade: Estudo de caso de Sistema para Diagnóstico Radiológico de Pneumonias

Virtualização e Alta Disponibilidade: Estudo de caso de Sistema para Diagnóstico Radiológico de Pneumonias Virtualização e Alta Disponibilidade: Estudo de caso de Sistema para Diagnóstico Radiológico de Pneumonias Paulo Júnior do Nascimento Lima 1, Iwens G. Sene Junior 1, Leandro Luís G. de Oliveira 1, Renato

Leia mais

Desempenho de um Cluster Virtualizado em Relação a um Cluster Convencional Similar

Desempenho de um Cluster Virtualizado em Relação a um Cluster Convencional Similar Desempenho de um Cluster Virtualizado em Relação a um Cluster Convencional Similar David Beserra 1, Alexandre Borba¹, Samuel Souto 1, Mariel Andrade 1, Alberto Araujo 1 1 Unidade Acadêmica de Garanhuns

Leia mais

The Eucalyptus Open- source Cloud-computing System. Janaina Siqueira Lara Wilpert Marcelo Scheidt Renata Silva

The Eucalyptus Open- source Cloud-computing System. Janaina Siqueira Lara Wilpert Marcelo Scheidt Renata Silva The Eucalyptus Open- source Cloud-computing System Janaina Siqueira Lara Wilpert Marcelo Scheidt Renata Silva Sumário Introdução Trabalhos Correlatos Eucalyptus Design Conclusões Visão Geral Introdução:

Leia mais

Naomi - GT8 HARDWARE & SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

Naomi - GT8 HARDWARE & SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Naomi - GT8 HARDWARE & SISTEMAS DISTRIBUÍDOS INTEGRANTES Aniel Cruz Claudio Sant Anna José Eurique Ribeiro Roberto Nou HARDWARE & SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Clusters Conceito; Desempenho, Disponibilidade, Balanceamento

Leia mais

ANDRE KUSUMOTO VIRTUALIZAÇÃO

ANDRE KUSUMOTO VIRTUALIZAÇÃO ANDRE KUSUMOTO VIRTUALIZAÇÃO OBJETIVO Objetivo do deste trabalho é o autoaprendizado e a disseminação do conhecimento empregado no conceito de virtualização. Assim como a demostração de seu uso em conjunto

Leia mais

Supercomputadores dominavam o mercado

Supercomputadores dominavam o mercado Clusters e Grids Introdução Supercomputadores dominavam o mercado Alto custo Requerem mão de obra muito especializada Desenvolvimento de microprocessadores poderosos a um baixo custo Desenvolvimento de

Leia mais

Por que os administradores de sistema devem estar atentos ao desempenho de virtualização e armazenamento

Por que os administradores de sistema devem estar atentos ao desempenho de virtualização e armazenamento Por que os administradores de sistema devem estar atentos ao desempenho de virtualização e armazenamento 2013, SolarWinds Worldwide, LLC. Todos os direitos reservados. É importante que os administradores

Leia mais

Virtualização: VMWare e Xen

Virtualização: VMWare e Xen Virtualização: VMWare e Xen Diogo Menezes Ferrazani Mattos GTA/POLI/UFRJ HTTP://www.gta.ufrj.br/ Abstract Nowadays, the concept of virtualization is being remembered as a possible solution, which has low

Leia mais

CLOUD COMPUTING. Andrêza Leite. andreza.leite@univasf.edu.br

CLOUD COMPUTING. Andrêza Leite. andreza.leite@univasf.edu.br CLOUD COMPUTING Andrêza Leite andreza.leite@univasf.edu.br Roteiro O que é cloud computing? Classificação O que está 'por traz' da cloud? Exemplos Como montar a sua? O que é cloud computing? Cloud Computing

Leia mais

Virtualização de Software

Virtualização de Software UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA CURSO DE BACHARELADO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Virtualização de Software Luana Sandrini Saft Trabalho de conclusão de curso

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Cluster, Grid e computação em nuvem Slide 8 Nielsen C. Damasceno Introdução Inicialmente, os ambientes distribuídos eram formados através de um cluster. Com o avanço das tecnologias

Leia mais

Alta Disponibilidade em Servidores Virtualizados

Alta Disponibilidade em Servidores Virtualizados Alta Disponibilidade em Servidores Virtualizados Andre J. Pavan 1, Isamirian F. Furlaneto 1, Rodolfo Robis 1, Gustavo C. Bruschi 1 1 Curso de Tecnologia em Redes de Computadores - Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Computação em Nuvem Introdução Centralização do processamento Surgimento da Teleinformática Década de 60 Execução de programas localmente Computadores

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles FAMÍLIA EMC VPLEX Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles GARANTINDO DISPONIBILIDADE CONTÍNUA E MOBILIDADE DE DADOS PARA APLICATIVOS ESSENCIAIS A infraestrutura de armazenamento

Leia mais

ARQUITETURA TRADICIONAL

ARQUITETURA TRADICIONAL INTRODUÇÃO Atualmente no universo corporativo, a necessidade constante de gestores de tomar decisões cruciais para os bons negócios das empresas, faz da informação seu bem mais precioso. Nos dias de hoje,

Leia mais

Laboratório I 2012. Prof. Hélder Sato MSc. 2/14/12 Laboratório I 1

Laboratório I 2012. Prof. Hélder Sato MSc. 2/14/12 Laboratório I 1 Laboratório I 2012 Prof. Hélder Sato MSc 2/14/12 Laboratório I 1 Apresentação Prof Hélder Sato MSc Bacharel Informática Universidade Positivo Especialista em Redes PUC-PR Mestrado em Informática Aplicada

Leia mais

OCEL001 Comércio Eletrônico Módulo 9_1: Clusters. Prof. Charles Christian Miers. e-mail: charles.miers@udesc.br

OCEL001 Comércio Eletrônico Módulo 9_1: Clusters. Prof. Charles Christian Miers. e-mail: charles.miers@udesc.br OCEL001 Comércio Eletrônico Módulo 9_1: Clusters Prof. Charles Christian Miers e-mail: charles.miers@udesc.br Redundância e Alta Disponibilidade Redundância: Duplicação de um elemento da infraestrutura

Leia mais

Hypervisor. Diego Souza Gomes 3 de maio de 2007

Hypervisor. Diego Souza Gomes 3 de maio de 2007 Hypervisor Diego Souza Gomes 3 de maio de 2007 Resumo As máquinas virtuais envolvem a criação de um sistema de computador totalmente em software. Usando-as, é possível hospedar vários computadores virtuais

Leia mais

Senado Federal Questões 2012

Senado Federal Questões 2012 Senado Federal Questões 2012 Sistemas Operacionais Prova de Analista de Sistemas Prof. Gustavo Van Erven Senado Federal Questões 2012 Rede Social ITnerante http://www.itnerante.com.br/ Vídeo Aulas http://www.provasdeti.com.br/

Leia mais

Sistemas Virtualizados

Sistemas Virtualizados Sistemas Virtualizados Julio Cesar S. Anjos 1, Mariano Nicolao 2 1 Laboratório de Inteligência Artificial e Computação em Grid Legere Sistemas Dinâmicos Pesquisa e Desenvolvimento - Campus ULBRA/Guaíba

Leia mais

Xen e a Arte da Virtualização

Xen e a Arte da Virtualização Xen e a Arte da Virtualização Paul Barham, Boris Dragovic, Keir Fraser, Steven Hand, Tim Harris, Alex Ho, Rolf Neugebauer, Ian Pratt, Andrew Warfield University of Cambridge Computer Laboratory Microsoft

Leia mais

Visão Geral do Recurso Live Migration no Windows Server 2008 R2 Hyper-V. Versão: 1.0

Visão Geral do Recurso Live Migration no Windows Server 2008 R2 Hyper-V. Versão: 1.0 Visão Geral do Recurso Live Migration no Windows Server 2008 R2 Hyper-V Versão: 1.0 Publicado: 02 de Dezembro de 2008 Índice Visão Geral Visão Geral dos Recursos do Windows Server 2008 R2 Hyper-V... 3

Leia mais

Computação em cluster

Computação em cluster Computação em cluster Por Marcos Pitanga em 30 de maio de 2003 Introdução Este artigo tem por finalidade dar ao leitor uma visão mais integrada do que vem a ser a computação em cluster e como esta a cada

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 3 Virtualização de Sistemas 1. Conceito Virtualização pode ser definida

Leia mais

CA Server Automation. Visão geral. Benefícios. agility made possible

CA Server Automation. Visão geral. Benefícios. agility made possible FOLHA DE PRODUTOS: CA Server Automation agility made possible CA Server Automation O CA Server Automation é uma solução integrada de gerenciamento de data center que automatiza o provisionamento, a aplicação

Leia mais

Resumo até aqui. Gerenciamento Proteção Compartilhamento. Infra-estrutura de Software

Resumo até aqui. Gerenciamento Proteção Compartilhamento. Infra-estrutura de Software Resumo até aqui Complexidade do computador moderno, do ponto de vista do hardware Necessidade de abstrações software Sistema computacional em camadas SO como uma máquina estendida abstrações SO como um

Leia mais

EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS

EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS Relatório Nº 03/2013 Porto Alegre, 22 de Agosto de 2013. ANÁLISE DE SOLUÇÕES: # RAID 1: O que é: RAID-1 é o nível de RAID que implementa o espelhamento

Leia mais

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 SERVIÇOS BÁSICOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 Rua do Rouxinol, N 115 / Salvador Bahia CEP: 41.720-052 Telefone: (71) 3186-0001. Email: cotec@ifbaiano.edu.br

Leia mais

Windows 2008 Server. Windows 2008 Server IFSP Boituva Prof. Sérgio Augusto Godoy. www.profsergiogodoy.com sergiogutogodoy@hotmail.

Windows 2008 Server. Windows 2008 Server IFSP Boituva Prof. Sérgio Augusto Godoy. www.profsergiogodoy.com sergiogutogodoy@hotmail. Windows 2008 Server IFSP Boituva Prof. Sérgio Augusto Godoy www.profsergiogodoy.com sergiogutogodoy@hotmail.com Windows 2008 Server Construído sob o mesmo código do Vista Server Core (Instalação somente

Leia mais

Consolidação de Servidores com VMware

Consolidação de Servidores com VMware Herles da Silva Rangel Curso de Especialização em Redes e Segurança Pontifica Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) Curitiba, Maio de 2009 Resumo O presente trabalho trata da implementação de uma proposta

Leia mais

VIRTUALIZAÇÃO EM SERVIDORES DE BANCO DE DADOS. Resumo: A estratégia de virtualização de servidores de banco de dados é uma tendência

VIRTUALIZAÇÃO EM SERVIDORES DE BANCO DE DADOS. Resumo: A estratégia de virtualização de servidores de banco de dados é uma tendência VIRTUALIZAÇÃO EM SERVIDORES DE BANCO DE DADOS Igor Lucas Coelho Santos 1 Iremar Nunes de Lima 2 Resumo: A estratégia de virtualização de servidores de banco de dados é uma tendência recente em Tecnologia

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Questões Em uma rede de sobreposição (overlay), mensagens são roteadas de acordo com a topologia da sobreposição. Qual uma importante desvantagem

Leia mais

Fabricante Reduz os Custos, Melhora o Serviço e Dinamiza o Gerenciamento com a Virtualização

Fabricante Reduz os Custos, Melhora o Serviço e Dinamiza o Gerenciamento com a Virtualização Virtualização Microsoft: Da Estação de Trabalho ao Data Center Estudo de Caso de Solução de Cliente Fabricante Reduz os Custos, Melhora o Serviço e Dinamiza o Gerenciamento com a Virtualização Visão Geral

Leia mais

O que há de novo no VMware vcenter 5.0

O que há de novo no VMware vcenter 5.0 O que há de novo no VMware vcenter 5.0 Gerenciamento eficiente da virtualização DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DE MARKETING V 1.0/ATUALIZADO EM ABRIL DE 2011 Índice Introdução... 3 vsphere Web Client.... 4 Recursos

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Agenda Infraestrutura de TI Infraestrutura de TI: hardware Infraestrutura de TI: software Administração dos recursos

Leia mais

A Academia Brasileira de Letras diz que este verbete não existe.

A Academia Brasileira de Letras diz que este verbete não existe. Virtualização Virtualização? A Academia Brasileira de Letras diz que este verbete não existe. Virtual: Segundo o Dicionário da Língua Portuguesa, significa: adj (lat virtuale) 1- Que não existe como realidade,

Leia mais

A SALA DE AULA é meu paraíso. Nela me realizo, nela exercito minha cidadania e nela me sinto útil.

A SALA DE AULA é meu paraíso. Nela me realizo, nela exercito minha cidadania e nela me sinto útil. Virtualização Meu nome: Nome de guerra: Meu e-mail: Marcos Vinicios Bueno Marques Professor Cidão marcos@cidao.com.br Quem sou? Professor e coordenador de cursos de TI do Senac Informática em Porto Alegre,

Leia mais

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES tassiogoncalvesg@gmail.com MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 TÁSSIO GONÇALVES - TASSIOGONCALVESG@GMAIL.COM 1 CONTEÚDO Arquitetura

Leia mais

Consolidação inteligente de servidores com o System Center

Consolidação inteligente de servidores com o System Center Consolidação de servidores por meio da virtualização Determinação do local dos sistemas convidados: a necessidade de determinar o melhor host de virtualização que possa lidar com os requisitos do sistema

Leia mais

Cluster de Alta Disponibilidade em um Sistema Administrativo Hospitalar

Cluster de Alta Disponibilidade em um Sistema Administrativo Hospitalar Cluster de Alta Disponibilidade em um Sistema Administrativo Hospitalar Julio Cezar Gross Junior 1, Msc. Eduardo Maronãs Monks 1 1 Faculdade de Tecnologia Senac (FATEC) Curso Superior de Tecnologia em

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA INE BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA INE BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA INE BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO Xen Hypervisor Glauco Neves 07132022 Guilherme Pacheco 07232063 INE 5412-0432

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 5 PROCESSOS 1. INTRODUÇÃO Em sistemas distribuídos é importante examinar os diferentes tipos de processos e como eles desempenham seu papel. O conceito de um processo é originário do campo de sistemas

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

Prof. Victor Halla. Unidade IV FUNDAMENTOS DE SISTEMAS

Prof. Victor Halla. Unidade IV FUNDAMENTOS DE SISTEMAS Prof. Victor Halla Unidade IV FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Conteúdo Estudo de Casos; Linux e Windows; Características; VMware e Xen; Características; Ferramentas; Custo total de posse TCO = Total

Leia mais

INE651600 Sistemas Operacionais I

INE651600 Sistemas Operacionais I INE651600 Sistemas Operacionais I Thiago Machado Seminário sobre Virtualização de Sistemas Operacionais Virtualização Definição: Permite abstrair os recursos de hardware que uma máquina possui. Criando

Leia mais

Computação em Grid e em Nuvem

Computação em Grid e em Nuvem Computação em Grid e em Nuvem Computação em Nuvem Molos 1 Definição Um grid computacional é uma coleção recursos computacionais e comunicação utilizados para execução aplicações Usuário vê o grid como

Leia mais

Arquiteturas de Software Problemas e soluções

Arquiteturas de Software Problemas e soluções Arquiteturas de Software Problemas e soluções Marcos Monteiro, MBA, ITIL V3 http://www.marcosmonteiro.com.br contato@marcosmonteiro.com.br Cliente - Servidor Cada instância de um cliente pode enviar requisições

Leia mais

Arcserve Backup: Como proteger ambientes NAS heterogêneos com NDMP

Arcserve Backup: Como proteger ambientes NAS heterogêneos com NDMP Arcserve Backup: Como proteger ambientes NAS heterogêneos com NDMP Phil Maynard UNIDADE DE SOLUÇÕES DE GERENCIAMENTO DE DADOS PARA O CLIENTE FEVEREIRO DE 2012 Introdução Em todos os lugares, o volume de

Leia mais

Virtualização de desktop da NComputing

Virtualização de desktop da NComputing Virtualização de desktop da NComputing Resumo Todos nos acostumamos ao modelo PC, que permite que cada usuário tenha a sua própria CPU, disco rígido e memória para executar seus aplicativos. Mas os computadores

Leia mais

The Eucalyptus Open-source Cloud-computing System

The Eucalyptus Open-source Cloud-computing System The Eucalyptus Open-source Cloud-computing System O sistema Open Source de nuvens computacionais Eucalyptus Daniel Nurmi, Rich Wolski, Chris Grzegorczyk, Graziano Obertelli, Sunil Soman, Lamia Youseff,

Leia mais

Avaliação do Uso de Xen em Ambientes de Computação de Alto Desempenho

Avaliação do Uso de Xen em Ambientes de Computação de Alto Desempenho Avaliação do Uso de Xen em Ambientes de Computação de Alto Desempenho Márcio Parise Boufleur Guilherme Piegas Koslovski Andrea Schwertner Charão LSC - Laboratório de Sistemas de Computação UFSM - Universidade

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 1 Conceitos da Computação em Nuvem A computação em nuvem ou cloud computing

Leia mais

Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS)

Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS) Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS) Hoje é fundamental para as empresas poder contar com recursos de comunicação, mobilidade, flexibilidade

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Otimização de recursos de TI

Otimização de recursos de TI Otimização de recursos de TI Maurício Affonso da Conceição Executivo de Unidade de Negócio, IBM Brasil mauaff@br.ibm.com 2005 IBM Corporation Agenda Systems Sales Estratégias de Otimização de Recursos

Leia mais

1.2 Tipos de Sistemas Operacionais

1.2 Tipos de Sistemas Operacionais 1.2 Tipos de Operacionais Tipos de Operacionais Monoprogramáveis/ Monotarefa Multiprogramáveis/ Multitarefa Com Múltiplos Processadores 1.2.1 Monoprogramáveis/Monotarefa Os primeiros sistemas operacionais

Leia mais