Em complemento às normas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Em complemento às normas"

Transcrição

1 A Nova Sistemática de Tributação dos Planos de Previdência Privada Luca Priolli Salvoni e Mário Shingaki Consultores Tributários do Levy & Salomão Advogados Em complemento às normas editadas no final do ano de 2004, que visavam alongar os prazos de investimentos no mercado financeiro, foi editada em 29 de dezembro de 2004 a Lei nº , que alterou a sistemática de tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário. Através da Instrução Normativa nº 497, de 24 de janeiro de 2005, a Secretaria da Receita Federal ( SRF ) regulamentou a referida lei, esclarecendo alguns de seus dispositivos que haviam gerado controvérsias, embora normativos complementares ainda precisam ser editados pelo Governo. O escopo do presente trabalho é apresentar as principais alterações promovidas pelas novas normas na tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário, e comparar em linhas gerais o retorno dos investimentos em Fapi, PGBL e VGBL, com aqueles obtidos no mercado financeiro, em aplicações de renda fixa. Modalidades de Previdência Fapi (Fundo de Aposentadoria Programada Individual). Embora receba o mesmo tratamento fiscal, não é considerado previdência privada, mas sim um fundo de investimento em renda fixa, como os FIFs. O objetivo do Fapi é constituir um plano de complementação da aposentadoria básica oferecida pela Previdência Social. Pelo Fapi, capitaliza-se a poupança numa empresa e, com o resultado, do investimento, compra-se uma renda vitalícia numa seguradora. PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres). É a modalidade mais comum de plano aberto de previdência privada, tendo tratamento fiscal semelhante àquele dispensado aos fundos de pensão. Permite a acumulação de recursos que são convertidos em renda mensal (aposentadoria) para recebimento a partir da data escolhida pelo participante. Para fins didáticos, referimo-nos no presente trabalho, de maneira geral, apenas ao PGBL, cujas regras se aplicam aos demais fundos de previdência. VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres). Referido nas normas como seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência, é um seguro de vida que tem como objetivo a concessão de indenização em vida ao segurado. A quantia investida durante um determinado período pode ser resgatada na forma de renda mensal ou pagamento único a partir de uma data escolhida pelo segurado. As contribuições pagas pelos empregadores para o Fapi e PGBL, em favor de seus empregados e dirigentes, não entram no cômputo do rendimento bruto das pessoas físicas. As contribuições do empregador para o VGBL constituem rendimento tributável na declaração, e estão sujeitas à retenção na fonte, a tabela progressiva. Em vista disso, o Fapi e o PGBL são as opções mais indicadas no caso de empregados e dirigentes cujos rendimentos são sujeitos à incidência do Imposto de Renda na Fonte ( IRF ), a enquanto o VGBL é indicado quando tais empregados e dirigentes (i) não tenham rendimentos tributáveis pela tabela progressiva; (ii) declarem o imposto de renda no formulário simplificado, ou (iii) tenham previdência privada e/ou já abatam o limite máximo de 12% da renda bruta. A tributação dos resgates e dos pagamentos dos benefícios de PGBL e Fapi sempre ocorre sobre a totalidade dos recursos (principal aportado mais rendimentos), enquanto no caso do VGBL o imposto recai apenas sobre os rendimentos. 2. Disclosure das Transações Financeiras março / abril 2005

2 Dedutibilidade das Contribuições A partir de 1º de janeiro de 2005 as contribuições pagas pelas pessoas jurídicas para o VGBL passaram a ser dedutíveis da base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Até então, as contribuições para o VGBL podiam ser deduzidas apenas se fossem pagas a entidades optantes pelo regime especial de tributação previsto na Medida Provisória nº 2.222, de 4 de setembro de Não houve alterações nas regras de dedutibilidade das contribuições pagas pelas pessoas jurídicas ao Fapi e ao PGBL. As pessoas jurídicas devem observar os seguintes requisitos para poder deduzir os valores vertidos à previdência privada: i) PGBL e VGBL: contribuições não podem exceder a 20% do total dos salários dos empregados e da remuneração dos dirigentes da empresa vinculados ao referido plano; devem ser oferecidos indistintamente aos empregados e dirigentes, e ii) Fapi: contribuições não podem exceder a 20% do total dos salários dos empr egados e da remuneração dos dirigentes da empresa vinculados ao referido plano; deve atingir, no mínimo, cinqüenta por cento dos empregados. Não houve alteração nas regras de dedutibilidade das contribuições efetuadas pelas pessoas físicas ao VGBL, que continuam indedutíveis. As contribuições para o PGBL e o Fapi permanecem dedutíveis para as pessoas físicas, até o limite de 12% do rendimento bruto, sendo o abatimento condicionado ao recolhimento das contribuições para o regime geral de previdência social. Caso o titular ou cotista do PGBL ou do Fapi seja dependente do declarante, a dedutibilidade é condicionada ao recolhimento, pelo declarante, das contribuições para o regime geral da previdência social. Na hipótese de este mesmo dependente ter mais de 16 anos, ele também terá que contribuir para a previdência oficial, de forma a garantir a dedutibilidade. Retenção de IRF nos Resgates dos Fundos Até a edição da Lei nº / 04, a legislação não diferenciava a tributação (i) dos resgates dos recursos acumulados nos fundos (ii) do pagamento de benefícios, estando ambos sujeitos à retenção do IRF a tabela progressiva. A nova lei alterou a tributação dos resgates de valores acumulados, que passaram a sofrer a incidência do IRF à alíquota de 15%, a partir de 1º de julho de Em vista disso, no cálculo do IRF a ser retido no resgate dos recursos, as entidades de previdência complementar e as sociedades seguradoras não devem mais descontar a parcela dos rendimentos isenta do imposto (equivalente a R$ 1.164,00 por mês), retendo o imposto sobre quaisquer valores resgatados. Esta medida, todavia, não implica aumento da carga fiscal efetiva dos resgates, uma vez que o IRF de 15% é considerado antecipação do devido na declaração, na qual o Imposto de Renda das Pessoas Físicas ( IRPF ) é calculado de acordo com a tabela progressiva. O IRF de 15% impede prática consistente em resgatar valores abaixo da linha de isenção, e não informá-los ao Fisco na declaração. O pagamento de benefícios por planos de previdência, por sua vez, permanece sujeito ao IRF a tabela progressiva, mantendo-se, em relação a estes, a isenção para os rendimentos mensais de até R$ 1.164,00, a partir deste ano. Tributação em Alíquotas Regressivas Alternativamente ao regime geral de tributação, a partir de 1 o de janeiro de 2005 os participantes de planos de benefícios de caráter previdenciário podem optar por sistemática de tributação do IRF em alíquotas regressivas, definidas com base no prazo de acumulação dos recursos, correspondente ao tempo decorrido entre a data de março / abril 2005 Disclosure das Transações Financeiras. 3

3 aporte dos mesmos no plano e a data de resgate ou pagamento do benefício. Nesse caso, o IRF incidirá em regime exclusivo de fonte sobre os regates e o pagamento de benefícios, às seguintes alíquotas: Através da Instrução Normativa Conjunta da SRF/SUSEP nº 524, de 11 de março de 2005, definiram-se os critérios de cálculo dos prazos de acumulação, para fins de determinação das alíquotas de IRF. Para os resgates de valores acumulados nos planos, o critério adotado é o primeiro que entra, primeiro que sai (PEPS), de forma que se consideram resgatados sempre os valores há mais tempo aplicados, calculando-se o prazo com base na data de aporte dos recursos. Aplica-se este mesmo critério (PEPS) aos pagamentos de benefícios em planos não estruturados em regime atuarial, assim considerados os planos em que os benefícios correspondem exclusivamente à soma dos recursos aportados e dos respectivos rendimentos (planos de contribuição definida). Para os participantes de planos estruturados em regime atuarial, o prazo de acumulação, no pagamento de benefícios, será calculado com base em Prazo Médio Ponderado (PMP), que levará em conta a data do aporte de recursos e Tempo de Contribuição ao Plano Alíquota do IRF Até 2 anos 35% De 2 a 4 anos 30% De 4 a 6 anos 25% De 6 a 8 anos 20% De 8 a 10 anos 15% Acima de 10 anos 10% Fração Ideal (FI) do patrimônio de cada plano. Segundo a IN 524/05, consideramse planos estruturados em regime atuarial aqueles em que a manutenção dos benefícios tenha por premissa o mutualismo dos recursos dos respectivos recursos garantidores, ou seja, os planos em que os benefícios pagos não têm relação direta com os valores aportados (planos de benefício definido). A opção pela sistemática de tributação do IRF em alíquotas regressivas, irretratável, deverá ser exercida pelo participante no momento do ingresso nos planos constituídos a partir de 1º de janeiro de 2005, e até o dia 1º de julho de 2005 em relação aos planos anteriores a 31 de dezembro de O prazo de acumulação será contado a partir de 1 o de janeiro de 2005, no caso de aportes de recursos realizados até 31 de dezembro de 2004, e da data do aporte, no caso de aportes de recursos realizados a partir de 1 o de janeiro de A Lei permite aos participantes trocar de produtos e entidades (portabilidade), mas tal transferência não pode alterar o regime de tributação dos investimentos. No caso de transferência entre planos sujeitos ao regime de tributação por alíquotas regressivas, o prazo acumulado no plano originário será computado no plano receptor para fins de determinação da alíquota do IRF aplicável. Tributação Durante o Prazo de Acumulação A partir de 1º de janeiro de 2005, os rendimentos auferidos nos investimentos efetuados pelas entidades de previdência complementar e seguradoras, durante o prazo de acumulação dos planos, não estão sujeitos ao IRF e ao pagamento em separado do Imposto de Renda. Foi revogado o regime especial de tributação previsto na MP nº 2.222/01, que permitia às entidades de previdência optar por recolher, periodicamente, imposto de renda sobre os rendimentos auferidos nas aplicações financeiras dos ativos dos planos, pela alíquota de 20%, mas limitado a 12% do volume de contribuições feitas pelo patrocinador ou instituidor do plano. 4. Disclosure das Transações Financeiras março / abril 2005

4 Resumo Comparativo das Regras Fiscais dos Planos de Previdência Regras até 31/12/04 Regras até 01/01/05 Modalidade PGBL/Fapi VGBL PGBL Fapi VGBL Contribuição da pessoa física dedutível até 12% da receita bruta, desde que o participante recolha também a previdência oficial não dedutível dedutível até 12% da receita bruta, desde que o participante recolha também a previdência oficial não dedutível Contribuição da pessoa jurídica aos empregados e dirigentes vinculados ao referido plano. PGBL deve ser oferecido a e dirigentes. Fapi deve abranger pelo menos 50% dos empregados dedutível apenas nos pagamentos a entidades optantes pelo regime especial de tributação da MP 2.222/01 aos empregados e dirigentes vinculados ao referido plano. PGBL deve ser oferecido a e dirigentes. Fapi deve abranger pelo menos 50% dos empregados aos empregados e dirigentes vinculados ao referido plano. Deve ser oferecido a e dirigentes Resgate (regra geral) Pagamento benefícios (regra geral) dos do resgate, à alíquota de 15%, como antecipação do devido na declaração de ajuste anual IRF sobre o rendimento, à alíquota de 15%, Resgate e pagamento de benefícios (opção por alíquotas regressivas) n/a n/a IRF definitivo sobre a totalidade dos resgates e dos benefícios, em alíquotas de 35% a 10%, dependendo do prazo de acumulação, não sujeito a ajuste anual IRF definitivo sobre os rendimentos, em alíquotas de 35% a 10%, dependendo do prazo de acumulação, não sujeito a ajuste anual Previdência x Mercado Financeiro A partir de janeiro de 2005, por força do disposto na Lei nº , de 21 de dezembro de 2004, e na Instrução Normativa nº 487, de 30 de dezembro de 2004, alterouse a sistemática de tributação das aplicações financeiras de renda fixa, que pode ser assim resumida: i) Aplicações e Operações de Renda Fixa: Estão sujeitas IRF a alíquotas regressivas dependendo do prazo de investimento, assim considerado o período decorrido entre a aplicação e o resgate ou liquidação dos investimentos. O imposto, no caso de investidores pessoas físicas, incide exclusivamente na fonte. As alíquotas março / abril 2005 Disclosure das Transações Financeiras. 5

5 aplicáveis são: (i) 22,5% para investimentos de até 180 dias; (ii) 20% para investimentos de 181 a 360 dias; (iii) 17,5% para investimentos de 361 a 720 dias, e (iv) 15% para investimentos de prazo superior a 720 dias. ii) Fundos de Investimento de Renda Fixa: Dividem-se em fundos de longo prazo e de curto prazo, o prazo médio dos títulos que compõem suas carteiras seja superior ou inferior a 360 dias, respectivamente. Os rendimentos auferidos pelos fundos estão sujeitos ao IRF semestralmente (comecotas) à alíquota e 15%, no caso de fundos de longo prazo, e à alíquota de 20%, no caso de fundos de curto prazo. Por ocasião do resgate dos fundos, o IRF (exclusivo de fonte, no caso de investidores pessoas físicas) incidirá a alíquotas regressivas de (i) 22,5%, 20%, 17,5% e 15%, no caso de fundos de longo prazo, e (ii) de 22,5% ou 20%, no caso de fundos de curto prazo, considerando, nos dois casos, o mesmo escalonamento de alíquotas/prazos aplicável às demais operações de renda fixa. Considerando as alterações promovidas na tributação das aplicações financeiras, comparamos a seguir o retorno financeiro de uma pessoa física que invista R$ ,00 em um Fundo de Investimento Financeiro ( FIF ), em um Certificado de Depósito Bancário ( CDB ) e em um VGBL. Considera-se que o investimento seja feito à vista, mantenha-se pelo prazo de 1 ano e garanta juros de 1,2% ao mês nas 3 modalidades (mero exemplo). CDB: decorrido 1 ano da data do aporte dos recursos, o investimento de R$ ,00 em um CDB terá rendido R$ ,46. No resgate, o investidor estará sujeito ao IRF de 20%, equivalente a R$ 3.077,89. O valor líquido recebido no resgate será de R$ ,57. Como a tributação do CDB é exclusiva de fonte, o investidor não será obrigado a incluir o rendimento auferido no CDB em sua declaração de ajuste anual. O rendimento líquido auferido na aplicação, dessa forma, será de R$ ,57. VGBL: se a mesma aplicação for feita em um VGBL, o investimento renderá após 1 ano os mesmos R$ ,46. No resgate, o investidor estará sujeito a um IRF de 15%, equivalente a R$ 2.308,42, de modo que o valor líquido recebido no resgate será de R$ ,04. Em sua declaração, o investidor em VGBL terá que recolher o imposto adicional, correspondente à diferença entre a alíquota de 15% aplicada no resgate e os 27,5% devidos a tabela progressiva. O ajuste complementar será de R$ 1.923,68, e o rendimento líquido auferido na aplicação, ao final do exercício, será de R$ ,36 (considerando que o investidor tenha rendimentos tributáveis acima de R$ ,00 anuais). FIF: os fundos de investimento sujeitam-se ao come-cotas semestral. Dessa forma, passados 6 meses do investimento no FIF, será retido e recolhido o IRF sobre os rendimentos auferidos pela carteira do fundo até tal data. No exemplo em exame, considerando que o FIF seja constituído por títulos de curto prazo, o IRF retido no primeiro come-cotas será de 20%, resultando em um recolhimento de R$ 1.483,89. Por essa razão, o rendimento ao final da aplicação será de apenas R$ ,47, sujeito ainda ao IRF no resgate, à alíquota de 20% (equivalentes a R$ 2.759,09). O IRF recolhido no resgate e no come-cotas é definitivo, de forma que o rendimento líquido auferido na aplicação, ao final do exercício, será de R$ ,37. Conclui-se, nesse caso, que o investimento em CDB será o mais vantajoso, garantindo um retorno líquido de 12,31%. O FIF, embora seja tributado à mesma alíquota do CDB (20%), garantirá um resultado inferior (11,04%), devido à incidência do come-cotas. O VGBL garantirá um resultado intermediário (11,16%), uma vez que sofrerá tributação a alíquota superior (27,5%). As conclusões acima se invertem se o investidor for um profissional liberal ou não tiver renda sujeita a ajuste anual - por exemplo, receber dividendos isentos. Nesse caso, a maior parcela do IRF de 15% pago no resgate do VGBL (R$ 2.308,42) poderá ser restituída ao final do exercício (R$ 2.095,20), considerando que o contribuinte auferiu rendimentos próximos ao limite de isenção de R$ ,00. Caso seja esta a situação do investidor, o retorno líquido dos investimentos passa a ser de: VGBL (15,18%), CDB (12,31%) e FIF (11,24%). Existem, todavia, inúmeros fatores que devem ser considerados pelas pessoas físicas na hora de escolher seus investimentos. O exemplo acima considera, de maneira simplista, apenas um dos cenários possíveis. 6. Disclosure das Transações Financeiras março / abril 2005

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) Dispõe sobre plano de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência e dá outras

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 DOU de 26.12.2005 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguros de vida com cláusula de cobertura

Leia mais

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS CARTILHA Previdência Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS Índice 1. Os planos de Previdência Complementar e os Regimes Tributários... Pág. 3 2. Tratamento tributário básico... Pág. 4 3. Características próprias

Leia mais

Lei nº 11.053. Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências.

Lei nº 11.053. Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências. Lei nº 11.053 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

Regras de Tributação das Entidades Fechadas de Previdência Complementar

Regras de Tributação das Entidades Fechadas de Previdência Complementar Regras de Tributação das Entidades Fechadas de Previdência Complementar Aspectos operacionais Acumulação em planos de natureza atuarial e não atuarial Aperfeiçoamento das normas legais Comparativo das

Leia mais

Previdência Complementar

Previdência Complementar Cartilha Previdência Complementar Guia Fácil de Tributação TRATAMENTO TRIBUTÁRIO BÁSICO A primeira informação que deve ser observada na escolha de um plano de previdência que tenha como propósito a acumulação

Leia mais

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2 Guia de Declaração de IRPF 2011 Ano-calendário 2010 Previdência IR 2010 Prev e Cp_v2 Quem é obrigado a declarar? Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente

Leia mais

Previdência Privada Instrumento de Planejamento Pessoal

Previdência Privada Instrumento de Planejamento Pessoal PGBL PLANO GERADOR DE BENEFÍCIOS LIVRES Ideal para quem faz a declaração completa do IRPF, permite a dedução das contribuições efetuadas até o limite de 12% da renda bruta anual, reduzindo o valor a ser

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS Art. 90. O prazo previsto no caput do art. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias

Leia mais

www.casanprev.com.br

www.casanprev.com.br REGIME DE TRIBUTAÇÃO PROGRESSIVO OU REGRESSIVO? Ideal para o seu futuro www.casanprev.com.br O disposto neste material não substitui, em hipótese alguma, o disposto na Lei 11.053, de 29/12/2004. IMPOSTO

Leia mais

cartilha de regime de tributação

cartilha de regime de tributação cartilha de regime de tributação Apresentação O INFRAPREV elaborou esta cartilha com o objetivo de orientar o participante na escolha do regime de tributação quando do ingresso no seu plano de previdência.

Leia mais

Cartilha de Tributação. Recebimento do benefício do Plano ou Resgate de Contribuições

Cartilha de Tributação. Recebimento do benefício do Plano ou Resgate de Contribuições Cartilha de Tributação Recebimento do benefício do Plano ou Resgate de Contribuições A escolha de tributação - progressiva ou regressiva - só gera impactos no resgate de contribuição e/ou no recebimento

Leia mais

IRPF 2012 Cartilha IR 2012

IRPF 2012 Cartilha IR 2012 IRPF 2012 Cartilha IR 2012 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

Tabela Progressiva do IR Pessoa Física - ano-calendário de 2014. Base de cálculo

Tabela Progressiva do IR Pessoa Física - ano-calendário de 2014. Base de cálculo REGIMES TRIBUTÁRIOS 1 A Lei nº 11.053/2004 trouxe mudanças importantes na tributação dos benefícios pagos por entidades de previdência complementar. A principal mudança foi a instituição de um regime de

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES NOVO REGIME DE TRIBUTAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA:

PERGUNTAS FREQUENTES NOVO REGIME DE TRIBUTAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA: PERGUNTAS FREQUENTES NOVO REGIME DE TRIBUTAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA: Vejam quais são as principais questões que envolvem o Novo Regime de Tributação e esclareçam suas dúvidas. 1) Como era o tratamento tributário

Leia mais

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

Tributação em planos de benefício previdenciário

Tributação em planos de benefício previdenciário Tributação em planos de benefício previdenciário Julia Menezes Nogueira Mestre e Doutora PUC/SP Lei 11.053/04 2014 10 anos da lei (conversão da MP 209/04) Tributação regressiva Isenção de IR na fase de

Leia mais

ESCLARECIMENTOS E ORIENTAÇÕES AOS PARTICIPANTES DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA SISTEMA FIEMG

ESCLARECIMENTOS E ORIENTAÇÕES AOS PARTICIPANTES DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA SISTEMA FIEMG ESCLARECIMENTOS E ORIENTAÇÕES AOS PARTICIPANTES DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA SISTEMA FIEMG Imposto de Renda Retido na Fonte incidente sobre o Plano de Contribuição da CASFAM O Governo Federal, através

Leia mais

Índice 1. Obrigatoriedades... 3. 2. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2013... 4. 2.1 Formas de entrega... 4. 2.2 Prazo de entrega...

Índice 1. Obrigatoriedades... 3. 2. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2013... 4. 2.1 Formas de entrega... 4. 2.2 Prazo de entrega... Índice 1. Obrigatoriedades... 3 2. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2013... 4 2.1 Formas de entrega... 4 2.2 Prazo de entrega... 4 2.3 Multa pelo atraso na entrega da declaração... 4 3. Modelos de

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.3.5- Previdência Privada 2ª parte

Conhecimentos Bancários. Item 2.3.5- Previdência Privada 2ª parte Conhecimentos Bancários Item 2.3.5- Previdência Privada 2ª parte PREVIDÊNCIA PRIVADA ABERTA FECHADA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ABERTA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ABERTA São planos previdenciários que permitem

Leia mais

Declaração de Imposto de Renda 2012

Declaração de Imposto de Renda 2012 Declaração de Imposto de Renda 2012 Cartilha Índice 1. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2012... 3 1.1 Formas de entrega... 3 1.2 Prazo de entrega... 3 1.3 Multa pelo atraso na entrega da declaração...

Leia mais

Essa avaliação quanto ao melhor regime tributário aplicável deve ser realizada caso a caso, levando-se em consideração:

Essa avaliação quanto ao melhor regime tributário aplicável deve ser realizada caso a caso, levando-se em consideração: Conforme o disposto pela legislação tributária, os participantes e assistidos que optarem pelo Plano Sabesprev Mais poderão optar pelo Regime de Tributação Regressivo, ao invés de receberem seus benefícios

Leia mais

Boletim de Relacionamento Previdência. Imposto de Renda Sul América Previdência

Boletim de Relacionamento Previdência. Imposto de Renda Sul América Previdência Boletim de Relacionamento Previdência Imposto de Renda Sul América Previdência Prezado Participante, Desenvolvemos um guia para que você, que possui um Plano de Previdência PGBL ou Tradicional ou um Plano

Leia mais

Inferior ou igual a 2 anos 35% Superior a 2 anos e inferior ou igual a 4 anos 30% Superior a 4 anos e inferior ou igual a 6 anos 25%

Inferior ou igual a 2 anos 35% Superior a 2 anos e inferior ou igual a 4 anos 30% Superior a 4 anos e inferior ou igual a 6 anos 25% Perguntas e respostas 1- Como funciona a Tabela Regressiva dos Planos de Previdência Complementar? R A Tabela Regressiva foi prevista a partir da Lei nº 11.053, de 29 /12 /2004. Em vigor desde 01/01/2005,

Leia mais

Apresentação DOCUMENTOS INSTITUCIONAIS ELETROS

Apresentação DOCUMENTOS INSTITUCIONAIS ELETROS Apresentação Os participantes de Planos de Previdência Complementar estruturados na modalidade de Contribuição Definida (CD), como é o caso do Plano CD CERON, contam com duas opções de tributação do imposto

Leia mais

Tabela 1 Tributos Plano VGBL

Tabela 1 Tributos Plano VGBL Comparativo tributário Produtos Financeiros Francisco Galiza www.ratingdeseguros.com.br Abril/2008 O objetivo deste levantamento é fazer uma comparação tributária sobre os produtos financeiros existentes

Leia mais

Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos

Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos BRASIL Guia de Declaração IR 2014- Investimentos O dia 30/04/2014 é último dia para entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2014 e com o objetivo de

Leia mais

Guia de Declaração IR 2014. Investimentos. Março de 2014. Brasil

Guia de Declaração IR 2014. Investimentos. Março de 2014. Brasil Guia de Declaração IR 2014 Investimentos Março de 2014 Brasil Guia de Declaração IR 2014 - Investimentos O prazo de entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2014 tem início no dia 6 de março e o

Leia mais

a d en e R d sto o p e Im 20 d eclaração Cartilha D 1

a d en e R d sto o p e Im 20 d eclaração Cartilha D 1 ÍNDICE 1. Obrigatoriedades... 3 2. Forma de elaborar a declaração de IRPF 2014... 4 2.1 Formas de entrega... 4 2.2 Prazo de entrega... 4 2.3 Multa pelo atraso na entrega da declaração... 4 3. Modelos de

Leia mais

Cartilha Imposto de Renda 2014 ÍNDICE 1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO...3

Cartilha Imposto de Renda 2014 ÍNDICE 1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO...3 CARTILHA DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2014 ÍNDICE 1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO...3 2. FORMA DE ELABORAR A DECLARAÇÃO DE IRPF 2014...4 2.1 FORMAS DE ENTREGA...4 2.2 PRAZO DE ENTREGA...4 2.3 MULTA

Leia mais

IRPF IR2013. Chegou a hora de declarar o. Especial

IRPF IR2013. Chegou a hora de declarar o. Especial Boletim Informativo dirigido a participantes de planos de previdência da Bradesco Vida e Previdência Março de 2013 Especial IRPF 2013 Chegou a hora de declarar o IR2013 >> Fique por dentro >> Onde informar

Leia mais

Um novo plano, com muito mais futuro. Plano 5x4. dos Funcionários

Um novo plano, com muito mais futuro. Plano 5x4. dos Funcionários Um novo plano, com muito mais futuro Plano 5x4 dos Funcionários Sumário 03 Um novo plano, com muito mais futuro: 5x4 04 Comparativo entre o plano 4 x 4 e 5 x 4 08 Regras de resgate 10 Como será o amanhã?

Leia mais

Nova Sistemática de Tributação no Mercado Financeiro para 2005

Nova Sistemática de Tributação no Mercado Financeiro para 2005 Nova Sistemática de Tributação no Mercado Financeiro para 2005 Ana Carolina Pereira Monguilod e Mário Shingaki Consultores tributários da Levy & Salomão Advogados No final do ano de 2004, o Governo Federal

Leia mais

NOVO REGIME TRIBUTÁRIO EM PLANOS PREVIDENCIÁRIOS

NOVO REGIME TRIBUTÁRIO EM PLANOS PREVIDENCIÁRIOS NOVO REGIME TRIBUTÁRIO EM PLANOS PREVIDENCIÁRIOS Base legal: Lei no 11.053, de 29 de dezembro de 2004, Instrução Normativa nº 497, Instrução Normativa Conjunta SRF/SPC/SUSEP nº 524 e Medida Provisória

Leia mais

CARTILHA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR GUIA FÁCIL DE TRIBUTAÇÃO

CARTILHA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR GUIA FÁCIL DE TRIBUTAÇÃO CARTILHA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR GUIA FÁCIL DE TRIBUTAÇÃO TRATAMENTO TRIBUTÁRIO BÁSICO Guia Fácil de Tributação A primeira informação que deve ser observada na escolha de um plano de previdência que tenha

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 243 - Data 12 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF Assunto: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF Ementa: PREVIDÊNCIA PRIVADA.

Leia mais

Fique atento! Chegou a hora de declarar o. Especial. Não descuide do prazo de entrega e confira como declarar seus planos de previdência.

Fique atento! Chegou a hora de declarar o. Especial. Não descuide do prazo de entrega e confira como declarar seus planos de previdência. Especial IRPF 2011 Boletim Informativo dirigido a participantes de planos de previdência da Bradesco Vida e Previdência - Março de 2011 Chegou a hora de declarar o IRPF2011 Fique atento! Não descuide do

Leia mais

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 209, DE 2004

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 209, DE 2004 MEDIDA PROVISÓRIA Nº 209, DE 2004 ADRIANO DA NOBREGA SILVA Consultor Legislativo da Área III Tributação, Direito Tributário SETEMBRO/2004 Adriano da Nóbrega Silva 2 SUMÁRIO Tributação diferenciada para

Leia mais

Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto de Renda de Pessoa Física, anocalendário

Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto de Renda de Pessoa Física, anocalendário 1) Como é o Regime de Tributação Progressiva? Sobre os benefícios previdenciais pagos pelos fundos de pensão, o cálculo do imposto de renda devido obedece ao regulamento aplicável, por exemplo, aos rendimentos

Leia mais

MANUAL PARA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA 2015 PLANOS DE PREVIDÊNCIA PORTO SEGURO

MANUAL PARA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA 2015 PLANOS DE PREVIDÊNCIA PORTO SEGURO MANUAL PARA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA 2015 PLANOS DE PREVIDÊNCIA PORTO SEGURO MANUAL PARA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA 2015 PLANOS DE PREVIDÊNCIA PORTO SEGURO O Manual

Leia mais

Guia Declaração Imposto de Renda 2013. Investimentos. Março de 2013. Brasil

Guia Declaração Imposto de Renda 2013. Investimentos. Março de 2013. Brasil Guia Declaração Imposto de Renda 2013 Investimentos Março de 2013 Brasil Guia de Declaração IR 2013 -Investimentos 2 O dia 30/04/2013 é último dia para entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2013

Leia mais

na modalidade Contribuição Definida

na modalidade Contribuição Definida 1 DIRETORIA * Estruturados DE PREVIDÊNCIA na modalidade Contribuição Definida legislação Conforme a Legislação Tributária vigente*, aplicável aos Planos de Previdência Complementar modelados em Contribuição

Leia mais

O SANTANDER QUER AJUDAR VOCÊ NA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA 2016.

O SANTANDER QUER AJUDAR VOCÊ NA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA 2016. Pág. 1 O SANTANDER QUER AJUDAR VOCÊ NA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA 26. O prazo para entrega da Declaração Anual do Imposto de Renda 26 vai até o dia 29 de abril. E, para orientá-lo nesta tarefa, preparamos

Leia mais

Guia Declaração. Investimentos. Março de 2012. Brasil

Guia Declaração. Investimentos. Março de 2012. Brasil 1 Guia Declaração Imposto de Renda 2012 Investimentos Março de 2012 Brasil Guia de Declaração IR 2012 - Investimentos 2 O dia 30/04/2012 é ultimo dia para entrega da declaração anual do Imposto de Renda

Leia mais

Imposto de Renda sem complicação

Imposto de Renda sem complicação Este roteiro foi desenvolvido para auxiliar no preenchimento da Declaração de Ajuste Anual Pessoa Física 2013, focando as informações sobre Planos de Previdência. Consulte nos links ao lado as principais

Leia mais

TRIBUTAÇÃO. Atualizado em 12/2011

TRIBUTAÇÃO. Atualizado em 12/2011 TRIBUTAÇÃO Atualizado em 12/2011 1 Tributação dos Fundos de Investimento Instruções Normativas SRF nº 487 (30/12/04) e nº 489 (07/01/05) Lei nº 11.033/04 2 Base de Incidência de IR Base de incidência:

Leia mais

CARTILHA EXPLICATIVA... 2 FUNDO PARANÁ... 3 PATRIMÔNIO... 4 SEGURANÇA... 4 BENEFÍCIO FISCAL... 5 ASFUNPAR... 6 PLANO DENTALUNIPREV...

CARTILHA EXPLICATIVA... 2 FUNDO PARANÁ... 3 PATRIMÔNIO... 4 SEGURANÇA... 4 BENEFÍCIO FISCAL... 5 ASFUNPAR... 6 PLANO DENTALUNIPREV... ÍNDICE CARTILHA EXPLICATIVA... 2 FUNDO PARANÁ... 3 PATRIMÔNIO... 4 SEGURANÇA... 4 BENEFÍCIO FISCAL... 5 ASFUNPAR... 6 PLANO DENTALUNIPREV... 7 CONHEÇA O PLANO DENTALUNIPREV... 8 PARTICIPANTES... 9 Participante

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física 2015

Imposto de Renda Pessoa Física 2015 Imposto de Renda Pessoa Física 2015 1 IRPF É um imposto federal brasileiro que incide sobre todas as pessoas que tenham obtido um ganho acima de um determinado valor mínimo. Anualmente este contribuinte

Leia mais

CARTILHA. Previdência. Complementar NOVA TRIBUTAÇÃO. www.sulamericaonline.com.br

CARTILHA. Previdência. Complementar NOVA TRIBUTAÇÃO. www.sulamericaonline.com.br CARTILHA Previdência Complementar NOVA TRIBUTAÇÃO www.sulamericaonline.com.br Índice 1. Os Planos de Previdência Complementar e o Novo Regime Tributário 4 2. Tratamento Tributário Básico 5 3. Características

Leia mais

PLANOS DE PREVIDÊNCIA PGBL E VGBL

PLANOS DE PREVIDÊNCIA PGBL E VGBL PLANOS DE PREVIDÊNCIA PGBL E VGBL Goiânia, 03 de Abril de 2014. Á CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE GOIAS CNPJ: 01.619.022/0001-05 Ref.: Plano de Previdência Complementar Prezado(a) Senhor(a),

Leia mais

O plano oferece um leque de coberturas para auxiliá-lo a realizar seus sonhos e, no caso de alguma eventualidade, proteger quem você ama.

O plano oferece um leque de coberturas para auxiliá-lo a realizar seus sonhos e, no caso de alguma eventualidade, proteger quem você ama. , 27 de agosto de 2015 fernando, O Vida Toda Homem foi desenhado para as pessoas que desejam ter a sua independência financeira na aposentadoria, mas também se preocupam em garantir a segurança de sua

Leia mais

PROGRAMA DE PREVIDÊNCIA UVERGS PREVI

PROGRAMA DE PREVIDÊNCIA UVERGS PREVI PROGRAMA DE PREVIDÊNCIA UVERGS PREVI UVERGS PREVI A União dos Vereadores do Estado do Rio Grande do Sul visa sempre cuidar do futuro de seus associados Por conta disso, está lançando um Programa de Benefícios

Leia mais

Esta Cartilha vai ajudar você a entender melhor o Fundo Paraná de Previdência Multipatrocinada e o seu Plano de Benefícios ACPrev.

Esta Cartilha vai ajudar você a entender melhor o Fundo Paraná de Previdência Multipatrocinada e o seu Plano de Benefícios ACPrev. ÍNDICE CARTILHA EXPLICATIVA... 3 FUNDO PARANÁ... 4 PATRIMÔNIO... 5 SEGURANÇA... 5 BENEFÍCIO FISCAL... 6 ASFUNPAR... 7 PLANO ACPREV... 8 PARTICIPANTES... 8 Participante Ativo... 8 Participante Assistido...

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV EXCLUSIVO PGBL E VGBL

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV EXCLUSIVO PGBL E VGBL NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV EXCLUSIVO PGBL E VGBL O que é o Plano Brasilprev Exclusivo? O Brasilprev Exclusivo é uma solução moderna e flexível que ajuda você a acumular recursos para a realização dos

Leia mais

PREVIDÊNCIA RIO BRAVO

PREVIDÊNCIA RIO BRAVO PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR RIO BRAVO Recomendações ao investidor: As informações contidas neste material são de caráter exclusivamente informativo. Fundos de investimento não contam com garantia do administrador

Leia mais

Curso Preparatório CPA20

Curso Preparatório CPA20 Página 1 de 8 Você acessou como Flávio Pereira Lemos - (Sair) Curso Preparatório CPA20 Início Ambiente ) CPA20_130111_1_1 ) Questionários ) Passo 2: Simulado Módulo IV ) Revisão da tentativa 3 Iniciado

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 13 - Data 9 de fevereiro de 2015 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF REGIME DE TRIBUTAÇÃO.

Leia mais

A importância da Previdência Privada

A importância da Previdência Privada A importância da Previdência Privada Adriana Hennig de Andrade DIRAT/CGPRO/COPEP 2014 Agenda 1. Estrutura do sistema de Previdência 2. Evolução do mercado de Previdência 3. Necessidade de complementar

Leia mais

CARTILHA EXPLICATIVA... 3 FUNDO PARANÁ... 4 PATRIMÔNIO... 5 SEGURANÇA... 5 BENEFÍCIO FISCAL... 6 ASFUNPAR... 7 PLANO JMALUCELLI PREVIDÊNCIA...

CARTILHA EXPLICATIVA... 3 FUNDO PARANÁ... 4 PATRIMÔNIO... 5 SEGURANÇA... 5 BENEFÍCIO FISCAL... 6 ASFUNPAR... 7 PLANO JMALUCELLI PREVIDÊNCIA... ÍNDICE CARTILHA EXPLICATIVA... 3 FUNDO PARANÁ... 4 PATRIMÔNIO... 5 SEGURANÇA... 5 BENEFÍCIO FISCAL... 6 ASFUNPAR... 7 PLANO JMALUCELLI PREVIDÊNCIA... 8 CONHEÇA O PLANO JMALUCELLI PREVIDÊNCIA... 9 PARTICIPANTES...

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV PECÚLIO PGBL E VGBL

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV PECÚLIO PGBL E VGBL NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV PECÚLIO PGBL E VGBL O que é um Plano Brasilprev Pecúlio? O plano Brasilprev Pecúlio é uma solução moderna e flexível que ajuda você a acumular recursos para a realização dos

Leia mais

SAIBA TUDO SOBRE O PLANO III DE PREVIDÊNCIA PRIVADA!

SAIBA TUDO SOBRE O PLANO III DE PREVIDÊNCIA PRIVADA! SAIBA TUDO SOBRE O PLANO III DE PREVIDÊNCIA PRIVADA! Prezado participante, 2 Brasil Foods Sociedade de Previdência Privada Cartilha Plano III Um dos grandes objetivos da política de recursos humanos de

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV PECÚLIO PGBL E VGBL

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV PECÚLIO PGBL E VGBL NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV PECÚLIO PGBL E VGBL O que é um Plano Brasilprev Pecúlio? O plano Brasilprev Pecúlio é uma solução moderna e flexível que ajuda você a acumular recursos para a realização dos

Leia mais

Plano de Contribuição Definida

Plano de Contribuição Definida Plano de Contribuição Definida Gerdau Previdência CONHEÇA A PREVIDÊNCIA REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Oferecido pelo setor privado, com adesão facultativa, tem a finalidade de proporcionar uma proteção

Leia mais

ESPECIAL. Chegou a hora de declarar. E o que mudou para esse ano? Fique por dentro. Prazos e multas. As novidades de 2014. Tire suas dúvidas.

ESPECIAL. Chegou a hora de declarar. E o que mudou para esse ano? Fique por dentro. Prazos e multas. As novidades de 2014. Tire suas dúvidas. Chegou a hora de declarar. E o que mudou para esse ano? de 0 Boletim Informativo dirigido a participantes de planos de previdência da Vida e. Março de 0 de 0 Foi dada a largada para o acerto de contas

Leia mais

Cartilha Declaração de Imposto de Renda 2016

Cartilha Declaração de Imposto de Renda 2016 CARTILHA DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2016 1 SUMÁRIO 1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO... 4 1.1. Pessoas obrigadas à apresentação da Declaração de Ajuste Anual IRPF 2016... 4 1.2. Pessoas dispensadas

Leia mais

INVESTIMENTO I - IMPOSTO DE RENDA NA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR II - SIMULE E FAÇA CONTRIBUIÇÕES ADICIONAL

INVESTIMENTO I - IMPOSTO DE RENDA NA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR II - SIMULE E FAÇA CONTRIBUIÇÕES ADICIONAL INVESTIMENTO I - IMPOSTO DE RENDA NA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR II - SIMULE E FAÇA CONTRIBUIÇÕES ADICIONAL I - IMPOSTO DE RENDA NA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR A Lei n.º 11.053, de 29 de dezembro de 2004, trouxe

Leia mais

Perguntas Frequentes - Tributação

Perguntas Frequentes - Tributação 1. Tributação do Ganho de Capital Perguntas Frequentes - Tributação 1.1 - Como é feita a tributação dos ganhos obtidos com a alienação de ações? A tributação é feita em bases mensais, ou seja: o ganho

Leia mais

Comprovante de Rendimentos Financeiros

Comprovante de Rendimentos Financeiros Comprovante de Rendimentos Financeiros INFORME DE RENDIMENTOS FINANCEIROS MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL INFORME DE RENDIMENTOS FINANCEIROS DE IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Imposto de Renda sem complicação

Imposto de Renda sem complicação Imposto de Renda sem complicação A Porto Seguro Vida e Previdência desenvolveu este manual para auxiliar você no preenchimento da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física 2014. Consulte

Leia mais

Sumário. A função do Resumo Explicativo 3. Bem-vindo ao Plano de Benefícios Raiz 4. Contribuições do Participante 6. Contribuições da Patrocinadora 7

Sumário. A função do Resumo Explicativo 3. Bem-vindo ao Plano de Benefícios Raiz 4. Contribuições do Participante 6. Contribuições da Patrocinadora 7 Sumário A função do 3 Bem-vindo ao Plano de Benefícios Raiz 4 Contribuições do Participante 6 Contribuições da Patrocinadora 7 Controle de Contas 8 Investimento dos Recursos 9 Benefícios 10 Em caso de

Leia mais

Marcos Puglisi de Assumpção 10. PLANOS DE PREVIDÊNCIA

Marcos Puglisi de Assumpção 10. PLANOS DE PREVIDÊNCIA Marcos Puglisi de Assumpção 10. 2010 Uma das maiores preocupações de um indivíduo é como ele vai passar o final de sua vida quando a fase de acumulação de capital cessar. É preciso fazer, o quanto antes,

Leia mais

Plano de Previdência Complementar. Manual do Participante Fenacor Prev

Plano de Previdência Complementar. Manual do Participante Fenacor Prev Plano de Previdência Complementar Manual do Participante Fenacor Prev 1 Índice Introdução...3 O Programa de Previdência Fenacor Prev...3 Contribuições...4 Investimentos...5 Benefício Fiscal...5 Benefícios

Leia mais

Manual Explicativo. Beleza é viver o futuro que você sempre sonhou. Boticário Prev

Manual Explicativo. Beleza é viver o futuro que você sempre sonhou. Boticário Prev Manual Explicativo Beleza é viver o futuro que você sempre sonhou. Boticário Prev 1. MANUAL EXPLICATIVO... 4 2. A APOSENTADORIA E VOCÊ... 4 3. PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: O que é isso?... 4 4. BOTICÁRIO

Leia mais

Plano TELOS Contribuição Variável - I

Plano TELOS Contribuição Variável - I Plano TELOS Contribuição Variável - I A sua empresa QUER INVESTIR NO SEU FUTURO, E VOCÊ? A sua empresa sempre acreditou na importância de oferecer um elenco de benefícios que pudesse proporcionar a seus

Leia mais

VII Congresso de Direito Tributário em Questão FESDT. Tributação na Previdência Complementar

VII Congresso de Direito Tributário em Questão FESDT. Tributação na Previdência Complementar VII Congresso de Direito Tributário em Questão FESDT Tributação na Previdência Complementar Gramado, 26 de junho de 2008 Tributo EFPC X EAPC EFPC* EAPC IRPJ CSSL Cofins PIS IOF INSS ISSQN isento* 4% Receitas

Leia mais

DESMISTIFICANDO A PREVIDÊNCIA

DESMISTIFICANDO A PREVIDÊNCIA DESMISTIFICANDO A PREVIDÊNCIA Todos os direitos reservados para Icatu Seguros S/A - 2014. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida de nenhuma forma ou por meio nenhum,

Leia mais

PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR O FUTURO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL O déficit da previdência social coloca em risco o direito à aposentadoria Fatores que agravam a situação: Queda da taxa de natalidade Aumento da

Leia mais

Objetivo. Conteúdo. Imposto de Renda Pessoa Física. Rendimentos recebidos acumuladamente Palestra TRT 6ª Região

Objetivo. Conteúdo. Imposto de Renda Pessoa Física. Rendimentos recebidos acumuladamente Palestra TRT 6ª Região Imposto de Renda Pessoa Física Rendimentos recebidos acumuladamente Palestra TRT 6ª Região Alexandre de Moraes Rego AFRFB DRF Recife Objetivo Divulgação da nova sistemática de tributação do Imposto de

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV JÚNIOR VGBL E PGBL

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV JÚNIOR VGBL E PGBL NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV JÚNIOR VGBL E PGBL Com este material, você entenderá melhor o seu plano Brasilprev Júnior. Se você contratou o plano em nome do Júnior, consulte as informações em Titular:

Leia mais

NOSSA HISTÓRIA UM INVESTIMENTOS S/A

NOSSA HISTÓRIA UM INVESTIMENTOS S/A NOSSA HISTÓRIA A UM INVESTIMENTOS S/A Corretora de Títulos e Valores Mobiliários é uma instituição financeira independente e atua no mercado financeiro há 40 anos. Em 2008 iniciou um processo de reestruturação,

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO

TRIBUTAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO TRIBUTAÇÃO As informações apresentadas abaixo constituem um resumo das principais considerações fiscais da legislação brasileira que afetam o Fundo e seus investidores e não têm o propósito de ser uma

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal 03/02/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 4. Conclusão...

Leia mais

Seu futuro está em nossos planos!

Seu futuro está em nossos planos! 1/8 CONHEÇA O PLANO DE BENEFÍCIOS CD-METRÔ DF Seu futuro está em nossos planos! 2014 2/8 1 Quem é a REGIUS? A REGIUS Sociedade Civil de Previdência Privada é uma entidade fechada de previdência privada,

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA

IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA IMPOSTO l ELEMENTOS DO IMPOSTO: INCIDÊNCIA FATO GERADOR PERÍODO DE APURAÇÃO BASE DE CÁLCULO ALÍQUOTA INCIDÊNCIA l IRPF - É o imposto que incide sobre o produto

Leia mais

Previdência Complementar

Previdência Complementar Overview Em um fundo de previdência, os cotistas investem através da adesão a um plano de previdência oferecido por uma seguradora. A seguradora, por sua vez, investe os recursos do cotista em "fundo de

Leia mais

PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR O futuro que você faz agora FUNPRESP-JUD Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Judiciário 2 Funpresp-Jud seja bem-vindo(a)! A Funpresp-Jud ajudará

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011

IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011 IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011 Perguntas e Respostas 1. QUAL CONDIÇÃO TORNA A PESSOA FÍSICA OBRIGADA A APRESENTAR DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA? Está obrigado a apresentar a declaração,

Leia mais

Material Explicativo. ABBprev Sociedade de Previdência Privada

Material Explicativo. ABBprev Sociedade de Previdência Privada Material Explicativo ABBprev Sociedade de Previdência Privada Este material explicativo tem como objetivo fornecer informações sobre um dos benefícios que as patrocinadoras ABB Ltda e Cooperativa de Crédito

Leia mais

Tranquilidade e segurança para você e sua família.

Tranquilidade e segurança para você e sua família. Material de uso exclusivo do Bradesco. Produzido pelo Departamento de Marketing em fevereiro/2009. Reprodução proibida. Não jogue este impresso em via pública. Bradesco PGBL Proteção Familiar Para informações

Leia mais

INFORMATIVO. Dispensa de IR sobre as contribuições do participante de 01/01/89 a 31/12/95

INFORMATIVO. Dispensa de IR sobre as contribuições do participante de 01/01/89 a 31/12/95 INFORMATIVO Dispensa de IR sobre as contribuições do participante de 01/01/89 a 31/12/95 Este informativo tem o propósito de orientar as associadas sobre as principais questões atinentes aos procedimentos

Leia mais

Plano de Previdência Complementar Solvay do Brasil Encerramento dos planos PGBL e VGBL Mapfre. Recursos Humanos Outubro 2015

Plano de Previdência Complementar Solvay do Brasil Encerramento dos planos PGBL e VGBL Mapfre. Recursos Humanos Outubro 2015 Plano de Previdência Complementar Solvay do Brasil Encerramento dos planos PGBL e VGBL Mapfre Recursos Humanos Outubro 2015 Indice Quais são os Planos Mapfre? Quais são minhas contas no PGBL? Quais são

Leia mais

Manual. Conheça neste manual mais detalhes sobre a SICOOB PREVI

Manual. Conheça neste manual mais detalhes sobre a SICOOB PREVI Manual Conheça neste manual mais detalhes sobre a SICOOB PREVI O melhor da vida é feito em parceria O Plano de Benefícios Previdenciários da SICOOB PREVI é uma importante ferramenta de planejamento financeiro

Leia mais

ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO

ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO DO PIS/PASEP MEDIANTE ALÍQUOTA DE 1% (UM POR CENTO) INCIDENTE SOBRE A FOLHA DE SALÁRIO

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 INFORMAÇÕES GERAIS Pessoa Jurídica Lucro Real Tributação com base no lucro efetivo demonstrado através do livro diário de contabilidade (obrigatório) 1. Empresas obrigadas à apuração

Leia mais

PRHOSPER PREVIDÊNCIA RHODIA Planos de Aposentadoria (Incorporação Solvay do Brasil)

PRHOSPER PREVIDÊNCIA RHODIA Planos de Aposentadoria (Incorporação Solvay do Brasil) PRHOSPER PREVIDÊNCIA RHODIA Planos de Aposentadoria (Incorporação Solvay do Brasil) 08 de outubro 2015 Quem somos? Entidade Fechada de Previdência Complementar que administra os Planos de Previdência dos

Leia mais

Plano de Previdência Complementar. Manual do Participante FenacorPrev

Plano de Previdência Complementar. Manual do Participante FenacorPrev Plano de Previdência Complementar Manual do Participante FenacorPrev Índice Introdução... 3 O Programa de Previdência FenacorPrev... 3 Contribuições... 4 Investimentos... 5 Benefício Fiscal... 6 Benefícios

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo do Imposto de Renda na Fonte sobre o complemento de 13º Salário

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo do Imposto de Renda na Fonte sobre o complemento de 13º Salário complemento de 13º Salário 01/04/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 4. Conclusão... 5 5. Informações Complementares...

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi...

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi... Page 1 of 8 Aplicações Financeiras - Renda Fixa e Renda Variável 617 Quais são as operações realizadas nos mercados financeiro e de capital? Nesses mercados são negociados títulos, valores mobiliários

Leia mais

GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012

GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012 GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012 O objetivo deste material é prestar ao investidor uma formação básica de conceitos e informações que possam auxiliá-lo na tomada de decisões antes da realização

Leia mais

PLANO SUPLEMENTAR. Material Explicativo Plano Suplementar 1

PLANO SUPLEMENTAR. Material Explicativo Plano Suplementar 1 PLANO SUPLEMENTAR Material Explicativo 1 Introdução A CitiPrevi oferece planos para o seu futuro! Recursos da Patrocinadora Plano Principal Benefício Definido Renda Vitalícia Programa Previdenciário CitiPrevi

Leia mais