PROJETO DE PESQUISA A PROMOÇÃO E A TUTELA DA PESSOA HUMANA NO ORDENAMENTO BRASILEIRO: ESTUDO SOB A PERSPECTIVA CIVIL-CONSTITUCIONALISTA

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1 PROJETO DE PESQUISA A PROMOÇÃO E A TUTELA DA PESSOA HUMANA NO ORDENAMENTO BRASILEIRO: ESTUDO SOB A PERSPECTIVA CIVIL-CONSTITUCIONALISTA FLAVIANO QUAGLIOZ CAMPOS, 2006

2 TEMA Proteção da Personalidade Humana TÍTULO A Promoção e a Tutela da Pessoa Humana no Ordenamento Brasileiro: Estudo sob a Perspectiva Civil-Constitucionalista. OBJETIVO GERAL Proceder a uma análise dos meios disponibilizados pelo ordenamento civil-constitucional brasileiro para a promoção e tutela da personalidade humana. OBJETIVO ESPECÍFICO Constatar que, por meio da cláusula geral de promoção e tutela da personalidade, a pessoa humana é merecedora de proteção integral, não bastando, para que se atinja este objetivo, que se protejam todas as possíveis manifestações de sua personalidade através da utilização de uma mera categoria jurídica. Investigar a disparidade axiológica subjacente às relações patrimoniais e extrapatrimoniais, bem como a insuficiência de se proteger a pessoa humana através de institutos jurídicos cuja formação teleológico-estrutural foi delineada com vistas à tutela de situações jurídicas em que predomina uma lógica patrimonialista. Demonstrar a necessidade de uma reformulação metodológica do direito civil para que se dê efetividade à cláusula geral de proteção da personalidade. JUSTIFICATIVA A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, ao estabelecer os paradigmas valorativos à luz dos quais o ordenamento jurídico deve se pautar, elegeu o ser humano como seu valor supremo, posicionando-o no lóbulo cupular de seu escalonamento hierárquico-axiológico. Constata-se a fidedignidade desta assertiva pela verificação da irrefragável presença de uma cláusula geral de tutela da pessoa humana, a cuja conclusão se chega por meio de uma interpretação sistêmica que se faz da reunião das garantias constitucionais de igualdade material

3 (art. 3 o, III) e formal (art. 5 o ) com os fundamentos republicanos da cidadania (art. 1 o, II) e da dignidade da pessoa humana (art. 1 o, III). Assim, em razão de se constituir em valor fundamental do ordenamento jurídico, a personalidade humana torna-se o ponto de referência a que converge todo o seu aparato protetivo, sendo, portanto, digna de tutela integral. Resulta desta constatação que todas as situações jurídicas subjetivas pelas quais a personalidade se realiza devem, quando colocadas em causa, ser objeto de proteção, do que se depreende que a tutela integral conferida pelo ordenamento não fica circunscrita à categoria dos direitos da personalidade, ainda que não tipificados. A referida salvaguarda deve compreender a completude das irradiações da personalidade, que se exteriorizam por meio de quaisquer circunstâncias jurídicas relevantes, tais como faculdades, estados, direitos potestativos, interesse legítimo etc. Acrescente-se que, se o resguardo deve ser integral, não basta que a tutela atue patologicamente, entrando em cena apenas nos momentos em que haja violação de alguma situação subjetiva relevante. A adoção de uma técnica que utiliza institutos originariamente concebidos com a finalidade de proteger situações patrimoniais lançando-se mão de instrumentos endêmicos à dogmática tradicional, como os direitos subjetivos e a fórmula danoreparação não se harmoniza com a primazia dada, pela tábua axiológica constitucional, às circunstâncias existenciais. Desta forma, verifica-se que a metodologia cunhada pela dogmática clássica, e que ainda permeia o espírito do direito civil atual, deve ser revista caso se tenha como finalidade dar plena efetividade ao mandamento constitucional, que, através da cláusula geral de promoção e tutela da personalidade, colocou a pessoa humana como pedra angular de todo o ordenamento. MARCO TEÓRICO O marco teórico da pesquisa tem por base o reconhecimento da pessoa humana como valor fundamental do ordenamento jurídico brasileiro e detentora de uma personalidade cujas manifestações são dignas de total e efetiva proteção, segundo a tábua axiológica esculpida na Constituição Federal. Assim, a investigação terá como principais pontos de apoio os dispositivos doutrinários e legislativos abaixo:

4 Constituição da República Federativa do Brasil Artigo 1 o, II e III: A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: a cidadania; a dignidade da pessoa humana. Artigo 3 o, III: Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais. Doutrina Segundo Pietro Perlingieri, principal artífice desta corrente doutrinária, a personalidade humana mostra-se insuscetível de recondução a uma relação jurídica-tipo ou a um novelo de direitos subjetivos típicos, sendo, ao contrário, valor jurídico a ser tutelado nas múltiplas e renovadas situações em que o homem possa se encontrar a cada dia. Daí resulta que o modelo do direito subjetivo tipificado será necessariamente insuficiente para atender às possíveis situações subjetivas em que a personalidade humana reclame tutela jurídica. 1 O ordenamento jurídico brasileiro apresenta a base normativa necessária para proporcionar uma tutela adequada à personalidade, a partir da cláusula geral de tutela da personalidade. Para sua efetividade, porém, é importante uma atualização metodológica e mesmo cultural do direito civil, e o passo dado com o novo código, apesar de importante, demonstra-se tímido. 2 METODOLOGIA A pesquisa se desenvolverá tendo por base a análise de material bibliográfico que compreende jurisprudência e textos jurídicos relativos ao tema, bem como o estudo da legislação pertinente. O material bibliográfico será coletado em artigos jurídicos, livros, decisões dos tribunais e textos disponibilizados eletronicamente na Internet. 1 TEPEDINO, Gustavo. A Tutela da Personalidade no Ordenamento Civil-constitucional Brasileiro, In: Temas de Direito Civil. Rio de Janeiro: Renovar, 1999, p DONEDA, Danilo. Os direitos da personalidade no novo Código Civil. In: A parte geral do novo Código Civil: estudos na perspectiva civil-constitucional. Gustavo Tepedino (coordenador). Rio de Janeiro: Renovar, 2002, p. 58.

5 PROBLEMATIZAÇÃO 1 Os direitos da personalidade, na qualidade de direitos subjetivos, legitimam-se como os únicos dispositivos jurídicos idôneos à tutela de todas as possíveis manifestações da personalidade humana? 2 A metodologia utilizada pela doutrina civilista clássica, cujos institutos foram geneticamente estruturados para a tutela de situações patrimoniais, responde, contemporaneamente, à demanda de uma efetiva e integral proteção da pessoa humana? HIPÓTESES 1 A personalidade humana, em virtude de sua dinamicidade, não se realiza apenas por meio de direitos subjetivos, mas através de outras categorias jurídicas, quais sejam, estados, direitos potestativos, faculdades, ônus etc, o que denota a impossibilidade de os direitos da personalidade, somente, serem aptos a conferir proteção integral à pessoa humana. 2 A dogmática civil tradicional está assentada numa lógica em que as situações patrimoniais têm predominância sobre as circunstâncias existenciais. O quadro valorativo inaugurado pela Constituição subverteu essa dinâmica, pois, ao conferir primazia às situações nas quais estão em jogo os interesses da pessoa humana, despatrimonializou o direito privado, funcionalizando seus institutos. Assim, a metodologia utilizada pela doutrina clássica, por obedecer à lógica do ter, não responde à necessidade de tutela integral da pessoa humana de maneira eficaz, já que seus interesses transitam na órbita do ser.

6 REFERÊNCIAS BODIN DE MORAES, Maria Celina. A caminho de um direito civil constitucional. In: Direito, Estado e Sociedade Revista do Departamento de Ciências Jurídicas da PUC-Rio. no 1, 2 o ed., julho/dezembro, 1991, pp Danos à Pessoa Humana: uma leitura civil-constitucional dos danos morais. Rio de Janeiro: Renovar, Princípios do direito civil contemporâneo. Rio de Janeiro: Renovar, DONEDA, Danilo. Os direitos da personalidade no novo Código Civil. In: A parte geral do novo Código Civil: estudos na perspectiva civil-constitucional. Gustavo Tepedino (coordenador). Rio de Janeiro: Renovar, 2002, pp Da Privacidade à Proteção de Dados Pessoais. Rio de Janeiro: Renovar, PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. 20 a ed., vol. I. Rio de Janeiro: Forense, PERLINGIERI, Pietro. Perfis do direito civil: introdução ao direito civil constitucional. 3 o ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Renovar, SAN TIAGO DANTAS, Francisco Clementino de. Programa de Direito Civil. 3 o ed., rev., e atual. por Gustavo Tepedino et al. Rio de Janeiro: Forense, TEPEDINO, Gustavo. Premissas Metodológicas para a Constitucionalização do Direito Civil, In: Temas de Direito Civil. Rio de Janeiro: Renovar, 1999, pp A Tutela da Personalidade no Ordenamento Civil-constitucional Brasileiro, In: Temas de Direito Civil. Rio de Janeiro: Renovar, 1999, pp

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