PROCEDIMENTOS NAS PPP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROCEDIMENTOS NAS PPP"

Transcrição

1 PROCEDIMENTOS NAS PPP Resultado do Projeto Leonardo da Vinci, Nº: PL1-LEO , intitulado: Promoção Transeuropeia de Parcerias Público-Privadas TEP PPP Este projeto foi financiado com o apoio da Comissão Europeia. Esta publicação [comunicação] reflete as visões apenas dos autores e a Comissão não pode ser responsabilizada por qualquer uso que possa ser efetuado da informação nela contida. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, armazenada num sistema de recuperação, ou transmitida de qualquer forma ou por quaisquer meios, eletrónicos, mecânicos, fotocópias, gravação ou outros, sem a prévia permissão dos autores e da Comissão Europeia. As fotografias usadas neste documento foram recolhidas de fontes publicamente disponíveis e as questões de copyright relevantes são devidamente aceites e reconhecidas. PROCEDIMENTOS NAS PPP Irlanda, Polónia, Portugal, Turquia, Reino Unido A publicação também se encontra disponível em Inglês, Polaco e Turco. 1

2

3

4 PROCEDIMENTOS NAS PPP Índice PROCEDIMENTOS NAS PPP NA POLÓNIA... 3 PROCEDIMENTOS NAS PPP NO REINO UNIDO PROCEDIMENTOS NAS PPP EM PORTUGAL PROCEDIMENTOS NAS PPP NA TURQUIA PROCEDIMENTOS NAS PPP NA IRLANDA

5 PROCEDIMENTOS NAS PPP NA POLÓNIA A cooperação público-privada tem sido possível desde Sob o Ato Legislativo de Economia Comum e do Código Civil foram implementados vários projetos com as características das PPP. Em 2005, foi criado o primeiro Ato legislativo para a realização de parcerias público-privadas mas não foi realizado qualquer projeto segundo este Ato 1. Entretanto, foram legislados mais dois Atos que atualmente regulamentam a área das parcerias público-privadas na Polónia: 1) O Ato Legislativo das PPP, aprovado pelo Parlamento polaco em 19 de Dezembro de 2008; 2) O Ato Legislativo para a Concessão de trabalhos e serviços de construção aprovado em 9 de Janeiro de Ambos os Atos legislativos entraram em vigor em Fevereiro de Existe uma relação estreita entre os Atos legislativos acima referidos, já que o Ato relativo às PPPs obriga à aplicação do Ato de Concessão no que diz respeito ao processo de seleção do parceiro privado. 1 Existem várias razões para isso ambiente político desfavorável, falta de conhecimento sobre PPP entre os técnicos do setor público e regulamentos muito rígidos. 3

6 Os regulamentos de PPP apontam para dois 2 meios de seleção de um parceiro privado: 1) Procedimento de acordo com a Concessão para o Ato de trabalhos e serviços de construção: se a remuneração do parceiro privado resultar, principalmente 3, do direito de receber os lucros/receitas do projeto. Neste procedimento, a entidade pública é obrigada a assegurar tratamento igual e não discriminatório de todas as partes interessadas e a agir de modo transparente e de acordo com as regras de concorrência leal. 2) Procedimento de acordo com o Ato legislativo das PPP: se a remuneração do parceiro privado resultar, acima de tudo, de pagamentos da entidade pública. Neste caso, o procedimento mais adequado para selecionar o parceiro privado é o 2 Também existe um terceiro meio. Quando não se pode usar os dois procedimentos listados acima, pode utilizar--se o procedimento que obriga a assegurar tratamento igual e não discriminatório de todas as partes interessadas, e agir de modo transparente e de acordo com as regras de concorrência leal. 3 Principalmente = mais de 50%. 4

7 do diálogo competitivo, que é estabelecido no Ato legislativo dos Contratos Públicos (Artigos 60a 60e). O procedimento do diálogo competitivo é, na sua natureza, flexível e adaptado à implementação de projetos complexos. No entanto, para se poder aplicar o procedimento de diálogo competitivo, as duas seguintes premissas devem ser cumpridas conjuntamente: Quando é impossível adjudicar o contrato através do concurso público ou limitado, e devido à natureza particularmente complexa do contrato, o objeto do contrato não pode ser claramente definido (nas projetos de PPP, de facto, temos muitas situações nas quais os requisitos não podem ser determinados objetivamente, à partida), Quando o preço não é o único critério de seleção da melhor proposta. Os novos regulamentos de PPP prometem ser mais flexíveis e liberalizados. Por um lado, os Atos legislativos conferem a oportunidade de realizar uma variedade de projetos PPP de modo flexível; mas, por outro lado, não conferem a necessária orientação às partes interessadas e futuros parceiros, de como lançar e implementar projetos de PPP. É por essa razão que o Centrum PPP da Polónia estabeleceu um grupo especial de trabalho de peritos em parcerias público-privadas para desenvolver um Roteiro de Realização de Projetos PPP para Entidades Públicas baseado no Ato legislativo de PPP e no Ato de Concessões para trabalhos ou serviços de Construção. O roteiro contém um conjunto de diretrizes e mostrará às entidades públicas como implementar projetos de PPP, passo-a-passo. Detalham-se abaixo os passos do Roteiro. Roteiro para a Realização de Projetos PPP com base no Ato PPP e no Ato de Concessões para o Trabalho e Serviços da Construção 1. Identificação das necessidades públicas e a possibilidade de as satisfazer através da realização de um projeto PPP num determinado setor (período estimado: 2-4 meses) 5

8 a. Nomear uma equipa responsável pela implementação e realização do projeto: dividir as competências e deveres, desenvolver procedimentos internos, criar uma agenda preliminar para essa equipa cumprir. b. Identificar os objetivos da realização do projeto e recolher dados cruciais para futuras análises. c. Análise preliminar de possibilidades e métodos para cumprimento das necessidades; diagnóstico do estado dos ativos da entidade pública e dos recursos financeiros que podem ser usados para preencher as necessidades identificadas. Se a entidade possuir uma parte de bens imóveis próprios para a realização do projeto, deve ser efetuada a avaliação da situação legislativa em que os mesmos se encontram (por exemplo, verificar se já existe plano de zonamento para o local). d. Escolher um consultor que deverá auxiliar na realização de algumas análises, desde que, na fase preliminar, a entidade pública não tivesse capacidade para realizar tais análises por si só (fase opcional). e. Identificar os parceiros externos do projeto, por exemplo, uma cidade ou concelho, uma comunidade, bem como a unidade de controlo e de monitorização; definir o impacto da realização do projeto em unidades organizacionais particulares, cuja opinião ou aprovação para a realização do projeto será requerida. f. Avaliar o comprometimento do projeto com a estratégia da entidade pública. g. Elaborar possível lista de parceiros privados interessados em cooperar. h. Formação interna para os participantes públicos no processo de realização do projeto. i. Se as análises preliminares indicarem que o projeto pode ser realizado dentro da fórmula da PPP, deve ser levada a cabo uma análise comparativa preliminar acerca da rentabilidade do projeto: se é mais rentável utilizar a forma tradicional de contratação ou se será mais eficiente o recurso a uma PPP. 6

9 j. Efetuar consultas sociais (auscultar a população, organizações da sociedade civil), para avaliação preliminar das condições relativas à obtenção de aprovação para a realização do projeto. k. Criação de um calendário para a fase de preparação do projeto. 2. Escolha de um consultor (período estimado: 1-3 meses) a. Definir as necessidades de consultadoria: que tipo de consultores necessitamos e para que é que necessitamos deles? O que devemos esperar deles? Consultores: técnicos, legais e financeiros? b. Definir o método de escolha dos consultores de acordo com o Ato do Contrato Público. c. Definir os critérios para a escolha de consultores legais, financeiros, técnicos e outros (de acordo com o Ato de Contrato Público): capacidade de realizar as tarefas pretendidas, experiência na realização de projetos similares, incluindo no setor ou área económica em causa; declaração de respeito pelo Código de Boas Práticas na atividade de consultoria. d. Realizar o processo de escolha do consultor(es) celebrando o acordo e/ou contrato. Se o preço se tornar o único critério de avaliação no procedimento de contratação públic do consultor(es), devem definir-se as condições de participação no processo relativas à experiência e conhecimento do consultor, assim como os recursos humanos necessários com capacidade para realizar as tarefas, decidindo fundamentadamente acerca da possibilidade de fazer uma estimativa de custo. 3. Realização de análises e estudos de modo a escolher a melhor forma possível de realização de projeto (período estimado: 2-6 meses) Pesquisa no mercado de possíveis investidores: 7

10 definir o interesse inicial de entidades privadas, análise relativa aos métodos de realização e de financiamento de investimentos semelhantes na Polónia e no exterior, contato inicial com os representantes escolhidos do sector privado de modo a avaliar o seu possível interesse na participação do projeto, contato inicial com instituições financeiras de modo a definir eventuais possibilidades de financiamento do projeto a ser realizado pela entidade privada. Definir as condições limite para a participação do investidor. Definir os indicadores chave da eficácia desejada para o projeto. Verificar as suposições iniciais do projeto (mercado, financeiras, organizacionais e legais). Preparar o dossier técnico (estimativa dos custos de capital, custos operacionais e preparação do calendário proposto para realização do projeto em regime de PPP, comparando com o calendário e custos do método tradicional). Análise comparativa dos métodos possíveis para realização do projeto: PPP versus método tradicional. Comparador do Setor Público. Pesquisa das seguintes informações comparativas (o consultor económico-financeiro conduz as análises com base na informação preparada e submetida pela entidade pública e pelo consultor técnico): calendários esperados em ambos os procedimentos: tradicional e PPP, avaliação de custos totais esperados em ambas as soluções (cashflows de custos de investimento e de custos de exploração), identificação, alocação e avaliação de riscos relativos às soluções 8

11 propostas (incluindo, por exemplo, as implicações da fixação da taxa de desconto), impacto dos riscos definidos e partilhados relativos aos custos financeiros do projeto, cálculo do valor atualizado líquido das duas opções analisadas, avaliação do impacto dos custos do projeto no orçamento atual e futuro da entidade pública, avaliação dos aspetos relativos à qualidade (disponibilidade, qualidade do serviço, mais-valia da solução mais qualidade a menor preço), avaliação complexa de ambas as soluções com base nos elementos acima mencionados. Escolher a forma legal de realização do projeto: PPP institucionalizada cooperação público-privada através da criação de uma sociedade veículo (SPV), nova entidade legal PPP contratual cooperação baseada em relações contratuais, designadamente um mandato, um contrato público ou uma concessão, ou outra forma de realização do projeto, outras soluções. Definir as normas de elaboração do reporting do projeto (requisitos de informação). Definir a política de divulgação informação e comunicação, bem como o âmbito da cooperação com as partes interessadas (stakeholders). 4. Se as análises económicas (ponto 3.e) e as análises legais (ponto 3.f) apontarem a PPP como a melhor forma de realização de um projeto, deve iniciar-se a próxima etapa de escolha do parceiro privado. a. Formas de escolha de um parceiro privado: 9

12 com base na Lei dos Contratos Públicos escolher o procedimento adequado (por exemplo, diálogo competitivo descrito detalhadamente no ponto 5), com base no Ato legislativo de Concessões para o Trabalho ou Serviços da Construção de 9 de Janeiro de 2009 (procedimento descrito detalhadamente no ponto 5). b. Em função da forma escolhida de realização do projeto, os consultores preparam a documentação para o concurso e definem critérios para a escolha do parceiro privado. 1. Escolher o parceiro privado (o período estimado depende do procedimento escolhido: 4-6 meses) EXEMPLO 1 DIÁLOGO COMPETITIVO 1. PREPARAÇÃO PARA O DIÁLOGO COMPETITIVO Designar a Comissão do Concurso (do Diálogo Competitivo); Preparar a descrição das necessidades e requisitos do programa funcional de utilidade; Recolher informação crucial para levar a cabo o diálogo e preparar as propostas a apresentar pelos parceiros privados (incluindo uma proposta relacionada com os bens imóveis a integrar no projeto); Preparar uma proposta para alocação dos riscos do projeto; Preparar os documentos do diálogo (isto é, regulamentos do diálogo, minuta do acordo/contrato de PPP); Preparar o anúncio do início do procedimento e a sua publicação; Fornecer aos parceiros privados a informação essencial acerca do projeto; Verificar o preenchimento das condições de participação no diálogo pela Comissão do Concurso e escolher os participantes no diálogo; 10

13 Criar a lista dos participantes no diálogo. 2. DIÁLOGO COMPETITIVO Enviar um convite aos parceiros privados qualificados para o diálogo para participarem no mesmo; Estabelecer o diálogo separadamente com todos os parceiros privados: abertura da reunião, apresentação das bases gerais da parceria em todos os seus aspetos, e quais os responsabilidades do parceiro privado (legal, financeira e técnica), visita ao local previsto para o investimento, discussão sobre as premissas gerais do contrato de parceria, apresentação aos construtores da proposta preliminar do parceiro privado, discussão da proposta preliminar dos parceiros privados, apresentação de possíveis reservas e sugestões pela Autarquia e outros interessados, apresentação da proposta detalhada preliminar pelo parceiro privado, discussão dessa proposta detalhada preliminar; Informar os parceiros acerca da conclusão do diálogo, fornecer aos parceiros privados os critérios de avaliação das proposta eventualmente alterados durante a realização do diálogo. 3. ASSINATURA DO ACORDO Enviar um convite aos construtores para apresentação de proposta (com os termos de referência); Escolher a proposta mais vantajosa; Anunciar a escolha dos parceiros privados que apresentaram propostas; Estabelecimento e acordo final sobre possíveis litígios; Assinar o acordo; Anunciar a celebração do contrato de parceria. 11

14 EXEMPLO 2 ATO DE CONCESSÃO PARA TRABALHO OU SERVIÇOS NA CONSTRUÇÃO Regras e procedimentos para assinatura do acordo de concessão I. O responsável pelo contrato de concessão (entidade pública) inicia o procedimento ao publicar um anúncio relativo à concessão que pretende contratar. II. III. IV. A entidade privada interessada submete uma manifestação de interesse para a assinatura do acordo de concessão (requer a participação). A entidade pública convida os candidatos que submeteram a manifestação de interesse, de acordo com os requisitos especificados no Ato de Concessões para o Trabalho ou Serviços da Construção, a participarem nas negociações. As negociações podem incluir todos os aspectos da concessão (técnicos, legais e financeiros). O protocolo do decurso das negociações é público. V. O Responsável pelo contrato de concessão convida os candidatos que participaram nas negociações a submeterem as suas propostas e fornece-lhes uma descrição das condições da concessão. VI. VII. VIII. O Responsável pelo contrato de concessão escolhe a proposta mais vantajosa com base nos critérios definidos nas condições da concessão. Os critérios podem incluir: período de concessão, nível de cofinanciamento, custos da utilização do objeto da concessão, qualidade dos trabalhos concluídos e serviços prestados, valor técnico, propriedades estéticas e funcionais, aspetos ambientais, rentabilidade, data da conclusão da concessão. O Responsável pelo contrato de concessão informa os consórcios privados participantes de qual a proposta vencedora. O Responsável pelo contrato de concessão assina o acordo/contrato com o parceiro privado que submeteu a proposta vencedora, o qual se torna concessionário. 12

15 2. Fecho do projeto: financeiro e legal a. Confirmação dos compromissos financeiros por parte da entidade pública. b. Assinatura de acordos entre o parceiro privado e instituições financeiras ou outras entidades de modo a serem garantidos os recursos necessários para a realização do projeto. c. Actualização do modelo financeiro (incluindo a verificação das condições de financiamento conseguidas). d. Obtenção das decisões e autorizações administrativas, essenciais para a realização do projeto. 3. Execução do projeto (o período estimado depende do tipo de projeto e do conteúdo do contrato de concessão) a. Gerir o contrato: Incluiu a monitorização e controlo pela entidade pública da realização do projeto: cumprimento de prazos, custos e qualidade dos trabalhos executados, Incluiu a avaliação do sucesso do projeto, medida de acordo com os indicadores de eficácia definidos no contrato de concessão, Incluiu a aceitação formal dos trabalhos/serviços executados no âmbito do contrato, Incluiu a monitorização dos pagamentos pagamentos ao parceiro privado por parte do parceiro público (se aplicável), Incluiu a verificação dos pagamentos ao parceiro privado em relação às regras especificadas nos mecanismos de pagamentos contratuais. b. Gestão de alterações. c. Controlo pela entidade pública do projeto na fase de operação/exploração: verificar os parâmetros estabelecidos; verificar o 13

16 cumprimento dos indicadores de qualidade estabelecidos para a realização dos serviços; verificar o conjunto de indicadores de eficácia económica e financeira. d. Promoção do projeto. Comunicação adequada com as partes interessadas. e. Possível renegociação do acordo no caso da ocorrência de circunstâncias impossíveis de prever na altura da assinatura do acordo. 4. Completar a etapa do projeto relativa aos resultados obtidos. a. Gestão dos resultados. b. Aceitação final. 14

17 PROCEDIMENTOS NAS PPP NO REINO UNIDO Existem vários tipos de PPP, estabelecidos por diferentes motivos, ao longo de um vasto leque de segmentos de mercado, que refletem as diferentes necessidades dos governos para a prestação de serviços e construção de infra-estruturas. Apesar dos vários tipos variarem, podem identificar-se duas categorias amplas de PPP: o tipo institucionalizado que se refere a todas as formas de join-ventures ou empresas comuns entre as partes interessadas, pública e privada; e as PPP contratuais. PPP: Modelo de Concessão As concessões, que têm a história mais longa de financiamento público-privado, estão mais associadas às PPP. Ao trazerem a gestão do setor privado, financiamento privado e conhecimento do setor privado para o setor público, tornaram-se a forma mais comum deste tipo de financiamento. Podem então definir-se como acordos contratuais em que uma instalação pública é cedida pelo parceiro público ao privado, que depois opera a PPP durante um determinado período de tempo. Na maioria das vezes, isto também significa construir e conceber a instalação (obra). A terminologia normal para estes contratos descreve mais ou menos as funções que abrangem. Os contratos que incluem um maior número de funções são os contratos de Concessão, bem como os contratos do tipo DBFO ( Design, Built, Finance, Operate), uma vez que abrangem todos os elementos anteriormente mencionados ou seja, o projeto, a construção, o financiamento, a operação/gestão e normalmente a manutenção. São frequentemente financiados por taxas pagas pelo utilizador (por exemplo, água, gás e eletricidade, transporte público, etc., mas não incluem as PPP sociais, na saúde, prisões, tribunais, educação e estradas urbanas, assim como a defesa). PPP: Modelo de Financiamento de Iniciativa Privada (PFI) Um outro modelo baseia-se no Financiamento de Iniciativa Privada (PFI Private Finance Initiative) do Reino Unido que foi desenvolvida neste país em Mais tarde foi também adoptado por partes do Canadá, França, Holanda, Portugal, Irlanda, Noruega, Finlândia, Austrália, Japão, Malásia, Estados Unidos e Singapura (entre outros) como parte de um amplo programa de reforma para a prestação de serviços públicos. Contrariamente ao 15

18 modelo de concessão, os esquemas de financiamento são estruturados de modo diferente. Segundo os esquemas de PFI, os contratos financiados de modo privado para instalações públicas e obras públicas abrangem os mesmos elementos, mas geralmente são pagos, por razões práticas, por uma autoridade pública e não diretamente pelos utilizadores privados (iluminação pública, hospitais, escolas). Por exemplo nas estradas com portagens virtuais, os pagamentos são efetuados com base no volume de tráfego, diretamente pelo governo, e não através de portagens pelos utilizadores. O capital necessário ao financiamento destes projetos, que permite à autoridade local pagar ao setor privado, é atribuído pelo governo central sob a forma de créditos de PFI. As PFIs não são apenas um modo diferente de emprestar dinheiro ao Estado, já que os empréstimos são ressarcidos durante todo o período de vida do projeto PFI pelo fornecedor de serviços, o qual assume o risco da não prestação de serviço de acordo as especificações contratadas. A autoridade local procura então um parceiro para levar a cabo o esquema PFI e transferir o controlo detalhado e, na teoria, o risco do projeto para o parceiro privado. Apesar do custo deste empréstimo ser superior ao custo de empréstimo/financiamento normal do governo, torna-se mais barato quando são tidas em conta uma melhor gestão dos riscos e uma maior eficácia na prestação do serviço público. Presentemente, estes projetos e modos de financiamento nem sempre aparecem lançados como empréstimos ao Estado nas contas públicas, apesar de ultimamente esta situação ter vindo a ser discutida e alterada. Modelos de PPP: Contratos e alocação do Risco Existe uma gama variada de modelos de PPP que distribuem responsabilidades e riscos entre os parceiros públicos e privados de diferentes modos (ver Diagrama 4). Os seguintes termos são normalmente usados para descrever os acordos típicos de parceria 4 : Comprar-Construir-Operar (BBO): A transferência de um ativo público para uma 4 Iniciais das palavras inglesas originais, em que são melhores conhecidos 16

19 entidade privada ou quase privada através de um contrato cujos ativos são atualizados (melhorados) e operados pelo ente privado durante um período de tempo específico. O controlo público é exercido através do contrato na altura da transferência. Construir-Possuir-Operar (BOO): O setor privado financia, constrói, possui (detém) e opera uma instalação ou serviço na perpetuidade. As restrições públicas são estabelecidas no acordo original e através da autoridade reguladora existente. Construir-Possuir-Operar-Transferir (BOOT): Uma entidade privada recebe um franchise para o financiamento, conceção, construção e operação de uma instalação (e para cobrar taxas ao utilizador) durante um período especificado, após o qual, a propriedade é transferida novamente para o sector público. Construir-Operar-Transferir (BOT): O sector privado concebe, financia e constrói uma nova instalação nos termos de um contrato de Concessão a longo prazo, e opera a instalação durante o período da Concessão, após o que a propriedade é novamente transferida para o setor público, se ainda não tiver sido transferida aquando da finalização da instalação. De fato, tal forma abrange o BOOT e o BLOT com a única diferença a residir na propriedade da instalação. Construir-Arrendar-Operar-Transferir (BLOT): Uma entidade privada recebe um franchise para o financiamento, conceção, construção e operação de uma instalação arrendada (e para cobrar taxas ao utilizador) durante o período de arrendamento, mediante o pagamento de uma renda ao ente público. Conceber-Construir-Financiar-Operar (DBFO): A entidade privada concebe, financia e constrói uma nova instalação nos termos de um contrato de longa duração e opera a instalação durante esse período. Apenas financiamento: Uma entidade privada, normalmente uma empresa de serviços financeiros, financia um projeto diretamente ou utiliza vários mecanismos tais como o arrendamento de longa duração ou a emissão de obrigações. Contrato de Operação e Manutenção (O & M): Um operador privado, sob contrato, opera um ativo publico durante um período específico, mantendo-se a propriedade do ativo na entidade pública (existe quem não considere O&M como pertencendo ao espetro 17

20 das PPPs e consideram tais contratos como sendo contratos de prestação de serviços.) Conceção-Construção (DB): O setor privado concebe e constrói a infra-estrutura para cumprir as especificações de desempenho impostas pelo ente público, muitas vezes por um preço fixo, com base no tipo chave na mão, pelo que o risco de derrapagens dos custos é transferido para o setor privado (também há quem considere que o regime DB não pertence ao espetro das PPPs, enquadrando tais contratos como contratos de obras públicas). Licença de Funcionamento: Um operador privado recebe uma licença ou direitos para operar um serviço público, durante um determinado período. Esta solução é frequentemente utilizada em projectos de tecnologias de informação e comunicação (TIC). As opções disponíveis para o fornecimento de serviços públicos variam entre a provisão direta através de um departamento do Governo e a privatização total, quando o Governo transfere todas as responsabilidades, riscos e recompensas relativas ao fornecimento do serviço ao setor privado. Dentro deste espetro, as parcerias público-privadas podem ser categorizadas com base no envolvimento do setor público e do setor privado, bem como do grau de alocação do risco entre as partes. No setor público do Reino Unido não existe exigência legal para se adotar um procedimento uniforme de implementação para os projectos de PPP. Assim, todos os diferentes setores da economia que lançam formas de aquisição de projetos em regime PPP, por exemplo, o setor da defesa, setor da educação, setor da habitação, setor de TIC e por aí adiante, criaram os seus próprios termos de referência, com o apoio e instruções das autoridades reguladoras, legislativas e executivas. Apesar de a primeira norma para regulamentar os contratos do tipo PFI ter sido publicada em 1999, os diferentes setores desenvolveram as suas próprias formas contratuais para satisfazer as suas exigências particulares 5. Em muitos setores, não existe guia obrigatório que forneça modelos de documentação e consultadoria em relação aos processos PPP. 5 Contudo, existe uma exigência geral aplicável a todos os setores, no sentido de cumprir o guia disponível numa publicação do Tesouro HMT Normalização de contratos PFI (SoPC presentemente na versão 4 publicada em 2007) 18

21 No entanto, geralmente os procedimentos para lançamento de projetos em regime de PPP seguem 3 fases principais: 1. Fase de Preparação, que termina com a assinatura do contrato 2. Fase de Entrega, que termina com a Entrega Operacional do projeto 3. Fase operacional Deve notar-se que existem diferenças processuais e procedimentais entre os projetos PPP baseados no ciclo de vida do ativo ou da infra-estrutura e os projetos de PPP baseados na prestação de serviço. Os projetos PPP que incluem o ciclo de vida reportam-se à implementação de projetos em todas as suas fases (completos) incluindo a conceção, financiamento, construção e operação, enquanto os projetos PPP que apenas incluem o serviço referem-se apenas à fase operacional de execução dos serviços e ao fornecimento dos produtos durante o período de duração do contrato (ver Diagrama 1). 1. Fase de Pré-Entrega/Preparação Nesta fase inicial, os objetivos primários do processo são: 1.1 Identificação da Oportunidade ou da Necessidade, que leva ao Planeamento Geral 1.2 Avaliação da Oportunidade ou Necessidade levando à Aprovação do Caso Base e do Modelo de Negócio 1.3 Processo de concurso levando à Adjudicação do Contrato Uma linha indicadora do tempo necessário para esta fase encontra-se no Diagrama Identificação da Oportunidade ou Necessidade levando ao Planeamento Geral O objetivo nesta etapa é identificar as oportunidades ou, as áreas de necessidade, onde o sector público pode atingir benefícios através do uso adequado de cooperação com o setor privado. É importante reconhecer que se trata frequentemente de uma decisão 19

22 política, embora também técnica. Identificada essa área deve ser preparado um esquema do caso base do modelo de negócio a implementar entre o público e o privado, devendo ser prestada a devida atenção aos aspetos financeiros, técnicos e legais do processo. O esquema do modelo de negócio também deve avaliar a necessidade de dar prioridade a essa oportunidade ou necessidade. Um esquema de modelo de negócio deve conter os seguintes elementos: Objectivo Âmbito Datas chave Orçamento indicativo Planeamento indicativo Riscos principais do projeto 1.2 Avaliação da Oportunidade ou Necessidade levando à Aprovação do Caso Base e do Modelo de Negócio Nesta etapa, o objectivo do processo é identificar se o modelo de PPP é adequado e apropriado para a realização da oportunidade ou necessidade de serviço público detetada, em relação a outras soluções alternativas que possam estar disponíveis (nomeadamente a contratação tradicional). O processo para atingir este objectivo envolverá: Identificação das soluções alternativas Avaliação das opções relativamente aos méritos da viabilidade do projeto (técnica, legal, operacional e logística), económicos (análise custo-benefício) e risco 20

23 Seleccionar a melhor opção com base no resultado da avaliação Desenvolver o esquema do modelo de negócio se, efectivamente, a PPP for a melhor opção Obter a aprovação do esquema e do modelo de negócio pela autoridade apropriada No final deste processo, o esquema do modelo de negócio de PPP aprovado torna-se a bíblia do projecto, contendo uma descrição razoavelmente detalhada da solução escolhida, riscos principais e ferramentas de mitigação do risco, bem como os critérios de sucesso para a execução do projecto. 1.3 Processo de concurso levando à Adjudicação do Contrato O processo de aquisição ou licitação, que levará à adjudicação do contrato, é sustentado pelos Regulamentos dos Contratos Públicos EU 2005 (L/N177/2005) decretados em 3 de Junho de Os princípios fundamentais deste regulamento são: a. Não descriminação entre os operadores económicos (concorrentes) b. Transparência c. Confidencialidade da informação fornecida pelos operadores económico e d. Aquisição através de contrato público Um fluxograma indicativo deste processo é apresentado no Diagrama Preparação do Processo de concurso A autoridade adquirente terá de assumir um número de etapas chave na preparação do processo de concurso. Estas incluem: Nomeação da equipa de avaliação das propostas Nomeação de consultores (quando adequado) Determinar se se adopta um processo de selecção de 2 ou 3 etapas Fixar um calendário detalhado 21

Gerenciamento de Aquisições em Projetos. Parte 11. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325. Docente: Petrônio Noronha de Souza CSE-325 / Parte 11

Gerenciamento de Aquisições em Projetos. Parte 11. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325. Docente: Petrônio Noronha de Souza CSE-325 / Parte 11 Gerenciamento de Aquisições em Projetos Parte 11 Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325 Docente: Petrônio Noronha de Souza Curso: Engenharia e Tecnologia Espaciais Concentração: Engenharia e Gerenciamento

Leia mais

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 17 a 21 de junho de 2013 Tema 7.3 da Agenda Provisória CE152/INF/3 (Port.) 26 de

Leia mais

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO CÂMARA MUNICIPAL CADERNO DE ENCARGOS PROCESSO Nº 3 RH-2015 Apoio Técnico na área de Gestão de Recursos Humanos - Prestação de Serviços Ajuste Direto 1 de 10 ÍNDICE CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 Cláusula 1.ª - Objecto...

Leia mais

Experiência Internacional das Parcerias Público-Privadas:

Experiência Internacional das Parcerias Público-Privadas: CNI Confederação Nacional da Indústria Experiência Internacional das Parcerias Público-Privadas: O Exemplo Inglês Confederação Nacional da Indústria Experiência Internacional das Parcerias Público-Privadas:

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP 16.12.2010 REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL

Leia mais

Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP

Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP PROGRAMA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 3ª EDIÇÃO Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP Cristino Sanches Praia 12 a 26 de Abril 2011-1- OBJECTIVOS 1 Conhecer o quadro legislativo

Leia mais

Jornal da República DECRETO-LEI N.º 24/2008. neste diploma e na respectiva regulamentação a aprovar por diploma ministerial do Ministro das Finanças.

Jornal da República DECRETO-LEI N.º 24/2008. neste diploma e na respectiva regulamentação a aprovar por diploma ministerial do Ministro das Finanças. DECRETO-LEI N.º 24/2008 de 23 de Julho ALTERA O REGIME JURÍDICO DO APROVISIONAMENTO O Regime Jurídico dos Aprovisionamentos, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 10/2005, de 21 de Novembro, estabelece um normativo

Leia mais

CONTRATOS PÚBLICOS E PROJECT FINANCE. Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. 23 de Julho de 2004

CONTRATOS PÚBLICOS E PROJECT FINANCE. Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. 23 de Julho de 2004 CONTRATOS PÚBLICOS E PROJECT FINANCE Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa 23 de Julho de 2004 I. O QUE É O PROJECT FINANCE? 1. Introdução a) Noção básica Método de financiamento de projectos

Leia mais

153 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

153 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 153 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 4 de outubro de 2013 Tema 5.2 da Agenda Provisória CE153/5 (Port.) 30 de setembro

Leia mais

Para que a justificação seja admissível do ponto de vista legal, terá que se enquadrar nas seguintes disposições legais:

Para que a justificação seja admissível do ponto de vista legal, terá que se enquadrar nas seguintes disposições legais: ORIENTAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DA CHECK LIST SOBRE CONTRATAÇÃO PÚBLICA (POR REFERÊNCIA AOS PONTOS CONTROVERTIDOS DAS TABELAS DESSAS LISTAS) 3. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL 1. Integram-se nos sectores especiais

Leia mais

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A CRIAÇÃO E O LANÇAMENTO DAS ACTIVIDADES DA TA CR A fundação da Agência de Tecnologia da República Checa (adiante designada TA CR ) foi um

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:215101-2013:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:215101-2013:text:pt:html 1/8 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:215101-2013:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Apoio no âmbito do trabalho preparatório de medidas de conceção ecológica

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

Parcerias Público-Privadas (PPP)

Parcerias Público-Privadas (PPP) Parcerias Público-Privadas (PPP) Em Portugal, as Parcerias-Público Privadas (PPP) começaram a ser desenvolvidas antes de estar definido o seu enquadramento legal e orçamental específico. O conceito de

Leia mais

CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE COESÃO EM CASO DE INCUMPRIMENTO DAS REGRAS EM MATÉRIA DE CONTRATOS PÚBLICOS

CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE COESÃO EM CASO DE INCUMPRIMENTO DAS REGRAS EM MATÉRIA DE CONTRATOS PÚBLICOS Versão final de 29/11/2007 COCOF 07/0037/03-PT COMISSÃO EUROPEIA ORIENTAÇÕES PARA A DETERMINAÇÃO DAS CORRECÇÕES FINANCEIRAS A APLICAR ÀS DESPESAS CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE

Leia mais

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III.1 Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

Primeira alteração à Lei n.º 9/2005, de 20 de Junho, Lei do Fundo Petrolífero

Primeira alteração à Lei n.º 9/2005, de 20 de Junho, Lei do Fundo Petrolífero IV GOVERNO CONSTITUCIONAL Proposta de Lei n. De... de... Primeira alteração à Lei n.º 9/2005, de 20 de Junho, Lei do Fundo Petrolífero O Fundo Petrolífero foi estabelecido em 2005 com o objectivo de contribuir

Leia mais

12 de Março de 2009. Encontro Financiamento de Infra-Estruturas

12 de Março de 2009. Encontro Financiamento de Infra-Estruturas Financiamento de Projectos de Infra-estruturas 12 de Março de 2009 Encontro Financiamento de Infra-Estruturas a) Introdução b) Pressupostos de Estruturação c) Pontos chave para as Entidades Financiadoras

Leia mais

REGULAMENTO DE OPERAÇÕES DO FIEAE

REGULAMENTO DE OPERAÇÕES DO FIEAE REGULAMENTO DE OPERAÇÕES DO FIEAE FIEAE - Fundo Imobiliário Especial de Apoio às Empresas ( FIEAE ) 4 de Junho de 2009 Capítulo I ÂMBITO Artigo 1º 1 - O presente regulamento define a tramitação dos procedimentos

Leia mais

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III. 1 - Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

Acordo de Promoção e Protecção Recíprocas de Investimentos entre a República Portuguesa e a República de Angola. Diploma Legal

Acordo de Promoção e Protecção Recíprocas de Investimentos entre a República Portuguesa e a República de Angola. Diploma Legal Acordo de Promoção e Protecção Recíprocas de Investimentos entre a República Portuguesa e a República de Angola Diploma Legal O texto que se segue é um documento não oficial, preparado pelo ICEP Portugal,

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, 25.6.2003 L 156/17 DIRECTIVA 2003/35/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Maio de 2003 que estabelece a participação do público na elaboração de certos planos e programas relativos ao ambiente

Leia mais

O setor de habitação social na Dinamarca

O setor de habitação social na Dinamarca O setor de habitação social na Dinamarca O documento de 10 págs refere logo na Introdução que o quadro regulamentar em relação ao setor da habitação social dinamarquês é baseado em duas leis principais,

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Prestação de serviços em nuvem a favor da ECHO 2014/S 148-265392. Anúncio de concurso. Serviços

Bélgica-Bruxelas: Prestação de serviços em nuvem a favor da ECHO 2014/S 148-265392. Anúncio de concurso. Serviços 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:265392-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Prestação de serviços em nuvem a favor da ECHO 2014/S 148-265392 Anúncio de

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 10/2008. Preâmbulo

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 10/2008. Preâmbulo Avisos do Banco de Portugal Aviso do Banco de Portugal nº 10/2008 Preâmbulo A divulgação pelas instituições de crédito e sociedades financeiras de informação sobre produtos e serviços financeiros, no âmbito

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1997L0081 PT 25.05.1998 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições BDIRECTIVA 97/81/CE DO CONSELHO de 15 de Dezembro de 1997 respeitante ao acordo-quadro

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DOS CTT-CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. I.

REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DOS CTT-CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. I. REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DOS CTT-CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. I. Âmbito e Objetivo A Comissão de Auditoria ( CAUD ) no exercício das

Leia mais

Advisory(Assessoria de Gestão)

Advisory(Assessoria de Gestão) Advisory(Assessoria de Gestão) Explorar a floresta aproveitando a incerteza, sem se perder entre as árvores As empresas que estão claramente focadas na criação de valor demonstram que sabem o que fazem,

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 13 INTERESSES EM EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS E INVESTIMENTOS EM ASSOCIADAS

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 13 INTERESSES EM EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS E INVESTIMENTOS EM ASSOCIADAS NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 13 INTERESSES EM EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS E INVESTIMENTOS EM ASSOCIADAS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base as Normas Internacionais

Leia mais

APROVADO POR DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SONAE SGPS, SA

APROVADO POR DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SONAE SGPS, SA APROVADO POR DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SONAE SGPS, SA ARTIGO 1.º COMPOSIÇÃO DO CONSELHO E COMISSÕES 1. O Conselho de

Leia mais

APEL Associação Promotora do Ensino Livre REGRAS DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA ANEXO AO REGULAMENTO INTERNO

APEL Associação Promotora do Ensino Livre REGRAS DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA ANEXO AO REGULAMENTO INTERNO APEL Associação Promotora do Ensino Livre REGRAS DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA ANEXO AO REGULAMENTO INTERNO ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO 2. REQUISITOS DE ACESSO E FORMAS DE INSCRIÇÃO 3. CRITÉRIOS

Leia mais

Colóquio: As Empresas de Serviços Energéticos em Portugal

Colóquio: As Empresas de Serviços Energéticos em Portugal Colóquio: As Empresas de Serviços Energéticos em Portugal Lisboa, 30 de Dezembro Miguel Matias Presidente da APESE Vice-Presidente Self Energy A Eficiência Energética na Cidade oportunidade na Reabilitação

Leia mais

2. Esta Norma se aplica a todas as entidades do setor público exceto às Empresas Estatais.

2. Esta Norma se aplica a todas as entidades do setor público exceto às Empresas Estatais. NBC TSP 11 - Contratos de Construção Alcance 1. Uma construtora que elabora e divulga demonstrações contábeis sob o regime contábil de competência deve aplicar esta Norma na contabilização de contratos

Leia mais

VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES 1 Preâmbulo O VIII Congresso da EUROSAI realizado em Lisboa entre 30 de Maio e 2 de Junho de 2011 concentrou-se

Leia mais

Decreto 1/98, de 24 de Janeiro - I Série-A

Decreto 1/98, de 24 de Janeiro - I Série-A Decreto 1/98, de 24 de Janeiro - I Série-A Aprova o Acordo entre a República Portuguesa e a República da Eslovénia sobre a Promoção e a Protecção Mútua de Investimentos e respectivo Protocolo, assinados

Leia mais

Código de Conduta para as Estatísticas Europeias

Código de Conduta para as Estatísticas Europeias Código de Conduta para as Estatísticas Europeias Adotado pelo Comité do Sistema Estatístico Europeu em 28 de setembro de 2011 Tradução realizada pelo INE, IP Preâmbulo Visão do Sistema Estatístico Europeu

Leia mais

Código dos Contratos Públicos

Código dos Contratos Públicos Código dos Contratos Públicos DL 18/2008 (18.01.2008) A que contratos se aplicam as regras da contratação pública As regras da contratação pública previstas no CCP aplicam-se a todo e qualquer contrato

Leia mais

BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO Financiamento de Infra-estruturas Parcerias Público Privadas/ Project Finance Alexandra Almeida Chefe do Gabinete de Lisboa 1 Sumário 1. O Banco Europeu de Investimento 2.

Leia mais

A Concepção da Ideia

A Concepção da Ideia A Concepção da Ideia Inov@emprego - Fórum do emprego, formação e empreendedorismo do litoral alentejano Tiago Santos Sines, 7 de Novembro de 2008 Sines Tecnopolo O Sines Tecnopolo é uma associação de direito

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 APROVADA POR DELIBERAÇÃO DA COMISSÃO DIRECTIVA DE 19-03-2010 Altera o nº 4 da Orientação de Gestão nº 7/2008 e cria o ANEXO III a preencher pelos Beneficiários para registo

Leia mais

Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções. Documento de trabalho

Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções. Documento de trabalho Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções Documento de trabalho Para pedir às pessoas que colaborem activamente na sustentabilidade

Leia mais

Consulta - Serviços Especializados para a criação e dinamização de redes colaborativas Portugal Sou Eu

Consulta - Serviços Especializados para a criação e dinamização de redes colaborativas Portugal Sou Eu Consulta - Serviços Especializados para a criação e dinamização de redes colaborativas Portugal Sou Eu março 2014 Conteúdo 1. Introdução... 2 2. Enquadramento... 2 3. O Contexto Atual... 3 4. Objetivos

Leia mais

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

REGULAMENTO FINANCEIRO CAPÍTULO I

REGULAMENTO FINANCEIRO CAPÍTULO I REGULAMENTO FINANCEIRO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto e Âmbito de Aplicação 1. O presente regulamento define as normas relativas à obtenção de rendimentos e realização de gastos, as regras

Leia mais

Âmbito dos serviços de controlo de saúde da Compellent

Âmbito dos serviços de controlo de saúde da Compellent Descrição do serviço Controlo de Saúde de SAN Dell Compellent Visão geral do serviço A presente Descrição do Serviço ( Descrição do Serviço ) é celebrada entre si, o cliente ( você ou Cliente ), e a entidade

Leia mais

Glossário e Abreviações

Glossário e Abreviações Preparado pelo Município do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Glossary Palavra Avaliação Cenário Base Licitante Modelo financeiro do licitante Projeto brownfield CAPEX Fluxo de Caixa Cash Sweep Mudança na

Leia mais

Guia dos Emitentes. Departamento de Supervisão de Emitentes e Auditoria. Data: 17/12/2015

Guia dos Emitentes. Departamento de Supervisão de Emitentes e Auditoria. Data: 17/12/2015 Guia dos Emitentes Departamento de Supervisão de Emitentes e Auditoria Data: 17/12/2015 Agenda Objectivos do Guia dos Emitentes Admissão de Valores Mobiliários nos Mercados Regulamentados Alternativas

Leia mais

A auditoria à Conta Geral da. Regiã o Administrativa Especial de Macau. no â mbito da prestaçã o de contas

A auditoria à Conta Geral da. Regiã o Administrativa Especial de Macau. no â mbito da prestaçã o de contas A auditoria à Conta Geral da Regiã o Administrativa Especial de Macau no â mbito da prestaçã o de contas São Tomé e Príncipe, 11-14 de Outubro de 2010 VI Assembleia Geral da OISC/CPLP Índice 1. Introdução

Leia mais

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O Banco Europeu de Investimento (BEI) promove os objetivos da União Europeia ao prestar financiamento a longo prazo, garantias e aconselhamento a projetos. Apoia projetos,

Leia mais

Sistemas de Incentivos

Sistemas de Incentivos Sistemas de Incentivos Apoios para PME na colaboração com entidades do SCT Lurdes Pinho (Secretária Técnica Sistemas de Incentivos ON.2) 1 Enquadramento 2 Estrutura ON.2 Eixo Prioritário FEDER % PO I -

Leia mais

candidatura regras e regulamento artigo 1 objectivos

candidatura regras e regulamento artigo 1 objectivos candidatura regras e regulamento artigo 1 objectivos A candidatura é um processo de prospecção e avaliação de projectos inovadores e tem como objectivo promover a realização de investimentos através do

Leia mais

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 AGENDA 2 I. CONSIDERAÇÕES GERAIS II. PRINCIPAIS INSTRUMENTOS LEGAIS E CONTRATUAIS III. REGULAÇÃO DO SECTOR PETROLÍFERO

Leia mais

Curso Técnico de Apoio à Gestão Desportiva

Curso Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Componente Técnica, Tecnológica e Prática Componente Científica Componente Sociocultural Morada: Rua D. Jaime Garcia Goulart, 1. 9950 361 Madalena do Pico. Telefones: 292 623661/3. Fax: 292 623666. Contribuinte:

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS N. o 032/B/2009-DBS/AMCM Data: 14/8/2009 DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Artigo 9. o

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:378383-2013:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:378383-2013:text:pt:html 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:378383-2013:text:pt:html Polónia-Varsóvia: Contrato-quadro para desenvolvimento de Intranet com base em SharePoint, sistema

Leia mais

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ORGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ORGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ORGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO 1. Objectivos da Política de Remuneração dos órgãos de administração e fiscalização da Companhia de Seguros Açoreana, SA (

Leia mais

Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia

Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia No âmbito da Estratégia Nacional para a Energia, aprovada no passado mês de Outubro, foram agora publicados os diplomas que estabelecem os novos

Leia mais

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt COSEC Companhia de Seguro de Créditos 2012 1 2 Sobre a COSEC O que é o Seguro de Créditos

Leia mais

1. ENQUADRAMENTO JURÍDICO DA ENTIDADE ENQUANTO ENTIDADE ADJUDICANTE

1. ENQUADRAMENTO JURÍDICO DA ENTIDADE ENQUANTO ENTIDADE ADJUDICANTE - A PREENCHER POR CADA PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO Salvo indicação em contrário, os artigos mencionados constam do Código dos Contratos Públicos 1. ENQUADRAMENTO JURÍDICO DA ENTIDADE ENQUANTO ENTIDADE

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008,

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DE 29 DE MAIO E PELO DECRETO-LEI N.º 192/2009, DE 17 DE AGOSTO Regula as práticas comerciais das instituições de crédito no

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

Governação Hospitalar

Governação Hospitalar Aviso: Este projecto encontra-se em fase-piloto e, sem autorização, não pode ser usado para outros fins. Se necessário, contacte o coordenador do DUQuE através de duque@fadq.org Governação Hospitalar em

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Digitalização de documentos analógicos em suporte magnético 2014/S 180-316768. Anúncio de concurso. Serviços

Bélgica-Bruxelas: Digitalização de documentos analógicos em suporte magnético 2014/S 180-316768. Anúncio de concurso. Serviços 1/7 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:316768-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Digitalização de documentos analógicos em suporte magnético 2014/S 180-316768

Leia mais

BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA FORMAÇÃO DE INVESTIGADORES EM INÍCIO DE CARREIRA

BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA FORMAÇÃO DE INVESTIGADORES EM INÍCIO DE CARREIRA ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA FORMAÇÃO DE INVESTIGADORES EM INÍCIO DE CARREIRA [VERSÃO MONOCONTRATANTE] III.1 - Definições Além das previstas no artigo II.1,

Leia mais

Infraestrutura no Brasil

Infraestrutura no Brasil www.pwc.com.br Infraestrutura no Brasil Como agregar valor e gerenciar a complexidade de ativos de capital, programas ou portfólios de médio a grande porte (greenfield ou brownfield). O contexto de infraestrutura

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

Fundamentos de Segurança Social Relatório Técnico 13 Directrizes para o Investimento dos Fundos da Segurança Social

Fundamentos de Segurança Social Relatório Técnico 13 Directrizes para o Investimento dos Fundos da Segurança Social Fundamentos de Segurança Social ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE SEGURANÇA SOCIAL - AISS Relatório Técnico 13 Directrizes para o Investimento dos Fundos da Segurança Social AISS Grupo de Estudo sobre os Investimentos

Leia mais

U T A P Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos

U T A P Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos Fases do ciclo de vida de projetos PPP: fatores críticos gerais Workshop Parcerias Público-Privadas São Paulo, 31 de Julho de 2013 Disclaimer The information

Leia mais

Integração de Dados Nacionais sobre o Oceano CONVITE À APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

Integração de Dados Nacionais sobre o Oceano CONVITE À APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Integração de Dados Nacionais sobre o Oceano CONVITE À APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Informação de Referência: EEA PT02 PA objetivo Bom Estado Ambiental nas águas marinhas e costeiras da Europa EEA PT02

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

Anúncio de concurso. Fornecimentos

Anúncio de concurso. Fornecimentos 1/8 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:268336-2015:text:pt:html Itália-Ispra: Fornecimento, instalação e manutenção de 2 sistemas de armazenamento por baterias

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:126814-2015:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:126814-2015:text:pt:html 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:126814-2015:text:pt:html Alemanha-Karlsruhe: Serviços de gestão de projetos e planeamento para projetos de construção

Leia mais

PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS, CONCESSÕES EMPRESARIAIS E PROJECTOS DE INFRA- ESTRUTURAS

PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS, CONCESSÕES EMPRESARIAIS E PROJECTOS DE INFRA- ESTRUTURAS PASSAPORTE PARA MOÇAMBIQUE Auditório SIBS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS, CONCESSÕES EMPRESARIAIS E PROJECTOS DE INFRA- ESTRUTURAS 27 de Outubro DIOGO XAVIER DA CUNHA ÍNDICE Enquadramento Lei n.º 15/2011 Âmbito

Leia mais

Qualidade dos EIA Critérios para avaliação

Qualidade dos EIA Critérios para avaliação Engenharia Civil: 5º ano / 10º semestre Engenharia do Territorio: 4º ano / 8º semestre Qualidade dos EIA Critérios para avaliação IMPACTES AMBIENTAIS 11 ª aula Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário

Leia mais

Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E.

Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E. Estatutos da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E. P. E. DIPLOMA / ATO : Decreto-Lei n.º 229/2012 NÚMERO : 208 SÉRIE I EMISSOR: Ministério dos Negócios Estrangeiros SUMÁRIO: Aprova

Leia mais

Portugal 2020. Modelo de governação

Portugal 2020. Modelo de governação Portugal 2020 Modelo de governação Princípios gerais: Princípio da racionalidade económica subordinação de qualquer decisão de apoio dos fundos à aferição rigorosa da sua mais-valia económica, social e

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ALBÂNIA SOBRE A PROMOÇÃO E A PROTECÇÃO RECÍPROCAS DE INVESTIMENTOS.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ALBÂNIA SOBRE A PROMOÇÃO E A PROTECÇÃO RECÍPROCAS DE INVESTIMENTOS. ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ALBÂNIA SOBRE A PROMOÇÃO E A PROTECÇÃO RECÍPROCAS DE INVESTIMENTOS. A República Portuguesa e a República da Albânia, adiante designadas como «Partes

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO 5588-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 194 8 de outubro de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Decreto-Lei n.º 215-A/2012 de 8 de outubro O Decreto -Lei n.º 78/2011, de 20 de junho, que veio

Leia mais

Guia Suplementar para Avaliações de Value for Money

Guia Suplementar para Avaliações de Value for Money Guia Suplementar para Avaliações de Value for Money Preparado pelo Município do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Índice 1 Introdução... 3 1.1 Definição de Value for Money... 3 1.2 Introdução à Análise de

Leia mais

FICHA INFORMATIVA ISPA

FICHA INFORMATIVA ISPA FICHA INFORMATIVA ISPA Nº: 2000/PL/16/P/PE/015 Designação da medida: Tratamento de águas residuais e abastecimento de água em Poznan Autoridades responsáveis pela execução (definidas na Secção II (2) do

Leia mais

NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO

NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO Lei nº 13/VIII/2012 De 11 de Julho Por mandato do povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea b) do artigo 175º da Constituição, o seguinte: CAPÍTULO I Considerações

Leia mais

Eixo I Projectos de Forte Conteúdo de Inovação Eixo II Negócio Emergentes de Pequena Escala Eixo III Iniciativas Empresarias de Interesse Regional

Eixo I Projectos de Forte Conteúdo de Inovação Eixo II Negócio Emergentes de Pequena Escala Eixo III Iniciativas Empresarias de Interesse Regional Programa FINICIA 02.02.2006 retirado de www.iapmei.pt Caracterização dos eixos de intervenção Eixo I Projectos de Forte Conteúdo de Inovação Eixo II Negócio Emergentes de Pequena Escala Eixo III Iniciativas

Leia mais

GUIÃO DE PREENCHIMENTO MÓDULO CONTRATOS

GUIÃO DE PREENCHIMENTO MÓDULO CONTRATOS GUIÃO DE PREENCHIMENTO MÓDULO CONTRATOS Índice 1 Introdução... 4 1.1 Enquadramento... 5 1.2 Organização do Guião... 5 2 Instruções de Utilização Balcão 2020... 6 2.1 Acesso à aplicação Módulos Contratos...

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE APRECIAÇÃO E CONTROLO DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS E PREVENÇÃO DE SITUAÇÕES DE CONFLITO DE INTERESSES

REGULAMENTO SOBRE APRECIAÇÃO E CONTROLO DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS E PREVENÇÃO DE SITUAÇÕES DE CONFLITO DE INTERESSES REGULAMENTO SOBRE APRECIAÇÃO E CONTROLO DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS E PREVENÇÃO DE SITUAÇÕES DE CONFLITO DE INTERESSES DOS CTT - CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. I. ENQUADRAMENTO A criação do presente

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade e Auditorias (Mestrado em Engenharia Alimentar) Gestão da Qualidade (Mestrado em Biocombustívies) ESAC/João Noronha Novembro

Leia mais

B-Bruxelas: Estudo sobre a situação do mercado de encomendas da UE, com especial ênfase no comércio electrónico 2012/S 99-163950. Anúncio de concurso

B-Bruxelas: Estudo sobre a situação do mercado de encomendas da UE, com especial ênfase no comércio electrónico 2012/S 99-163950. Anúncio de concurso 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:163950-2012:text:pt:html B-Bruxelas: Estudo sobre a situação do mercado de encomendas da UE, com especial ênfase no comércio

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A ÁREAS DE ACOLHIMENTO EMPRESARIAL E LOGÍSTICA DISPOSIÇÕES GERAIS

SISTEMA DE APOIO A ÁREAS DE ACOLHIMENTO EMPRESARIAL E LOGÍSTICA DISPOSIÇÕES GERAIS PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO DO NORTE, CENTRO, ALENTEJO E ALGARVE Deliberações CMC POR: 28/03/2008, 14/08/2009, 20/04/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 SISTEMA DE APOIO A ÁREAS

Leia mais

Decreto-Lei n.º 27/2001, de 3 de Fevereiro, Regula o novo regime das contas poupançahabitação

Decreto-Lei n.º 27/2001, de 3 de Fevereiro, Regula o novo regime das contas poupançahabitação 1/7 Decreto-Lei n.º 27/2001, de 3 de Fevereiro, Regula o novo regime das contas poupançahabitação JusNet 259/2001 Link para o texto original no Jornal Oficial (DR N.º 29, Série I-A, 3 Fevereiro 2001; Data

Leia mais

II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões. Lisboa, 7 de Março de 2007. Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco

II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões. Lisboa, 7 de Março de 2007. Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões Lisboa, 7 de Março de 2007 Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco Foi com todo o gosto, e também com enorme interesse, que aceitei

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia

Jornal Oficial da União Europeia C 91/4 PT 12.4.2008 Comunicação interpretativa da Comissão sobre a aplicação do direito comunitário em matéria de contratos públicos e de concessões às parcerias público-privadas institucionalizadas (PPPI)

Leia mais

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D Condições de Enquadramento Portaria nº 57-A/2015 de 27 de Fevereiro de 2015 0 VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Sob proposta do Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 29º do Decreto-Lei n.º 54-A/2000, de

Leia mais

Agência certa. Guia de boas práticas para concursos de agências de publicidade e comunicação.

Agência certa. Guia de boas práticas para concursos de agências de publicidade e comunicação. Agência certa. Guia de boas práticas para concursos de agências de publicidade e comunicação. Introdução. Os profissionais de marketing têm que trabalhar em parcerias mutuamente benéficas com as suas agências

Leia mais