ÓRGÃOS SOCIAIS. Dr. Tiago Gali de Carvalho Macedo Dr. Agostinho Ferreira d Almeida

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2 I. Órgãos sociais ÓRGÃOS SOCIAIS MESA DA ASSEMBLEIA GERAL Presidente Vice-presidente Secretário Secretário de Sociedade Eng.º Luís Alves Monteiro Dr. Tiago Gali de Carvalho Macedo Dr. Agostinho Ferreira d Almeida Dr. José Manuel Barris Ferreira de Almeida CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente Administrador Administrador Administrador Administrador Dr. Armindo Lourenço Monteiro Dr. José Eugénio Soares Vinagre Eng.º Francisco Maria Supico Pinto Balsemão Dr. João Arnaldo Rodrigues de Sousa Sr. Jorge Manuel Martins Delgado CONSELHO FISCAL Presidente Vogal Vogal Vogal suplente Dr. Carlos Augusto Abrunhosa de Brito Dr. Patrick António Wende Dias da Cunha Dr. Gonçalo Nuno Matos Carrington da Costa Dr. Paulo Jorge Porto Pereira Ribeiro de Lemos REVISOR OFICIAL DE CONTAS Efectivo Patrício, Moreira, Valente & Associados SROC, inscrita na lista de R.O.C. com o nº 21 representada pelo Dr. Carlos de Jesus Pinto Carvalho (R.O.C. n.º 622) Suplente Dr. José Carlos Nogueira Faria e Matos (R.O.C. n.º 1034) COMISSÃO DE VENCIMENTOS Presidente Vogal Vogal Dr. Manuel Jorge Pombo Cruchinho Dr. Pedro Manuel Macedo Vilas Boas em representação do Banco Comercial Português, S.A. Dr. João Paulo Moreira Cardoso Sequeira 2/115

3 II. Relatório único de gestão Senhores Acionistas Em conformidade com as disposições legais e estatutárias, presta-se aqui informação clara e completa da atividade da COMPTA - Equipamentos e Serviços de Informática, S. A. e das demais sociedades incluídas no perímetro da consolidação e submete-se à apreciação de V. Exas. o Relatório, o Balanço e as Contas, individuais e consolidadas, relativas ao exercício de INTRODUÇÃO O GRUPO Durante o exercício que agora termina, apesar do clima económico adverso, a Compta manteve a atividade junto dos seus principais segmentos tendo, inclusivamente, conquistado alguns projetos de dimensão considerável, o que lhe permitiu aumentar a sua quota em importantes sectores de atividade como a Banca e os Operadores de Telecomunicações. Estes projetos surgem em áreas diversas e abarcam múltiplas tecnologias. Refirase que na área de Call Center a Compta tem registado uma atividade continuada, tendo em 2012, implementado junto de uma grande instituição financeira um dos mais avançados centros de contacto a operar em Portugal. Na componente aplicacional, os projetos ligados às áreas de Business Process Management (BPM) e Enterprise Content Management (ECM), quer nas áreas financeira e seguradora quer nos operadores de telecomunicações, registaram aumento de atividade. Também na área de Infraestruturas e Segurança, foram realizados diversos projetos com especial destaque nas componentes de centros de dados, segurança e virtualização, onde claramente a Compta assume um papel de destaque, quer pelo elevado conjunto de competências e certificações que tem nesta área, quer pela inovação e complexidade dos projetos implementados. Sublinha-se o fornecimento de infraestruturas em ambientes mission-critical para a empresa líder no mercado dos Operadores de Telecomunicações, bem como para diversos outros clientes. No período em análise, e ainda nesta área, foi firmado um novo contrato na vertente do Service-Desk com um dos principais grupos económicos nacionais inserido no sector dos media. Também os fornecimentos de serviços de suporte, prestados a importantes entidades do sector financeiro, distribuição, logística e operadores de telecomunicações, registaram expansão no período. Nas áreas de operação mais tradicionais para a Compta, como é o caso da área das redes, foram, durante o período em análise, concretizados múltiplos projetos de dimensão, para além das tradicionais implementações de routing, switching e redes wireless no âmbito das quais o Grupo realizou diversos projetos na área da colaboração e comunicações unificadas. Num dos principais sectores da economia nacional o da Hotelaria - foi-nos adjudicada a realização dum projeto de IPTV para um dos mais conceituados resorts de luxo no Algarve. Na área de produtos próprios também se registou um aumento de atividade. Na gestão de resíduos urbanos, prosseguiu-se com a instalação, customização e manutenção de várias soluções em Câmaras Municipais e Serviços Municipais e Intermunicipais. Na área da Logística Pesada, consolidou-se a posição no mercado Português, tendo-se continuado o trabalho de implementação aplicacional em vários clientes. 3/115

4 2. ENQUADRAMENTO MACRO ECONÓMICO Em 2012 a evolução da atividade económica portuguesa evidenciou contração acentuada, apenas mitigada por algum crescimento das exportações. Quer o consumo privado quer a Formação Bruta do Capital Fixo, nomeadamente no consumo de bens duradouros, sofreram reduções muito significativas. As medidas de consolidação orçamental previstas no Orçamento do Estado para 2013 terão, certamente, um peso muito significativo no comportamento da procura interna e que, na sequência do que já acontecera em 2012, virá novamente a contrair-se. Estamos, portanto, perante um mercado em contração, onde o desenvolvimento dos negócios enfrentará sérias dificuldades face à retração dos consumidores, públicos e privados, quer em bens de consumo corrente quer em bens de investimento. A acrescer, haverá também que considerar o impacto, ainda não previsível por não estarem definidos os seus contornos, das medidas tendentes à redução da despesa em 4 mil milhões de euros, conforme compromissos assumidos pelo Governo português. A agravar este cenário, a desalavancagem que se vem operando no sector bancário continuará a condicionar ou mesmo a agravar as condições de acesso ao crédito por parte dos agentes económicos. O crescimento do desemprego é outro indicador preocupante pois, para além de tudo o mais tem repercussões severas ao nível do consumo privado. Crê-se que esta tendência apenas se inverterá depois de alcançado o crescimento da atividade económica. Para o Grupo, que engloba um conjunto de empresas a atuar essencialmente em mercados caracterizados pelo consumo de bens duradouros, as dificuldades são previsíveis e crescentes. Este clima obriga a um apurado sentido de monitorização da atividade, nomeadamente na constante procura de novos nichos de mercado e sectores de mercado que ainda vão mostrando alguma resiliência. A nível internacional, contudo, parece ter-se atingido um clima menos desfavorável. A resposta dada já na fase final do ano às necessidades de financiamento adicionais da Grécia, que se caracterizou pelo esforça pedido às entidades institucionais, União Europeia e Banco Central Europeu, diferentemente do que acontecera aquando do segundo resgate, mostrou-se favorável à estabilização da Zona Euro. 3. ANÁLISE DA ACTIVIDADE Seguidamente apresenta-se um resumo dos factos mais relevantes ocorridos, no exercício em apreço, na vida das sociedades integrantes do perímetro da consolidação, incluindo aquelas que se encontram sediadas fora do espaço português. Formulam-se, ainda, algumas considerações sobre as perspetivas para o futuro próximo. A atividade das sociedades integrantes do Grupo e sediadas em Portugal Em termos da atividade desenvolvida interessa destacar, por áreas tecnológicas, os pontos que a seguir se passa a descrever. Enterprise Communications No decurso do exercício transato o mercado em que a empresa atua sofreu, também, forte impacto por via do arrefecimento económico que se tem feito sentir no país. Tratando-se dum mercado maduro, onde existem diversas ofertas concorrentes, o esforço do Grupo centrou-se na comercialização de soluções (compreendendo serviços e/ou equipamentos) de fabricantes líderes mundiais, preferencialmente através de abordagens diretas ao mercado, apoiadas na sua força comercial e, ainda, através de parcerias estabelecidas com operadores de comunicações. 4/115

5 Durante o período aprofundaram-se competências e especializações, baseadas nos principais parceiros de negócio, com destaque especial para a renovação do estatuto Gold Partner da Microsoft na área da colaboração e comunicações unificadas. Por outro lado aumentaram-se substancialmente as competências e especializações centradas naquele que é o maior parceiro Tecnológico, a Cisco Systems. Este reforço tem sido recompensado pelo crescimento da atividade junto deste parceiro, sendo também de destacar o reconhecimento manifestado pela Cisco com a atribuição da distinção Cisco Channel Customer Satisfaction Excellence. Este pormenor realça a posição do Grupo perante os seus parceiros, clientes e colaboradores, premiando e destacando a sua competência. Tirando partido duma longa tradição junto dos operadores de telecomunicações, continuou-se a prestar especial atenção a este segmento, quer no fixo quer no cabo, o que se traduziu em significativos serviços prestados e na concretização de projetos de diversa natureza. Com redobrado orgulho tomou-se conhecimento de que a um dos projetos em que se participara, na área dos operadores de telecomunicações, e que já havia sido considerado o melhor call center a operar em Portugal, fora reconhecido internacionalmente, através da atribuição do galardão de melhor call center mundial na área de cliente. São projetos desta dimensão e complexidade que transformaram o Grupo Compta e, consequentemente, as empresas que o integram, em líderes do mercado, distinguindo a sua atuação e confirmando a sua reconhecida capacidade. Reforçou-se, ainda, a presença junto do sector financeiro, com o desenvolvimento de dois importantes projetos, em instituições diferentes, com grande dimensão. Empregaram-se tecnologias relacionadas com centros de contacto e redes wireless. A natureza destes projetos, a sua funcionalidade e criticidade, merecem destaque uma vez que suportam serviços críticos e muito sensíveis destas grandes instituições bancarias. Já no setor da grande distribuição cimentou-se a posição detida, tradicionalmente mais ativa na área das comunicações de voz e na periferia da rede; em 2012 consolidou-se essa posição com o desenvolvimento de projetos no core da rede do maior grupo nacional do setor. Também nos serviços, construção e administração pública a atividade foi regular, tendo-se sentido maior dificuldade nestes sectores onde a retração no investimento se sente com mais intensidade. Infrastructure & Security O mercado alvo desta área tem registado alguma contração; de facto não se tem assistido a lançamentos de novos serviços que obriguem a investimentos em tecnologias da informação (TI). Tem-se, ainda, caracterizado por um muito pouco significativo investimento por parte do sector público. O Grupo opera maioritariamente no segmento das grandes contas, com principal destaque para o sector financeiro e operadores, assim como Governo Central. Para o efeito, dispõe-se de uma oferta desenhada para soluções mission critical e suportada em fabricantes state of the art. Pese embora a conjuntura desfavorável, o Grupo registou nesta área um crescimento do volume de negócios da ordem dos 20% face ao de 2011 Como projetos mais significativos desenvolvidos neste exercício, realçam-se os que envolveram o fornecimento e montagem de infraestruturas de TI de storage e backup, uma para empresa de topo no sector da indústria automóvel e outra para um grande Data Center de um operador de telecomunicações. De referir, ainda, os serviços de help desk e asset management para um Grupo de Comunicações. Tem-se assistindo a uma concorrência que se centra cada vez mais em nichos de mercado; a vantagem adveniente do conhecimento que tem do mercado e o empenho que põe na sua atividade vêm permitindo ao Grupo alcançar taxas de sucesso muito interessantes nos processos em que se envolve. Os preços e margens praticados no mercado de TI vem registando quedas, quer na vertente de produtos quer na dos serviços. Tal facto obriga, naturalmente, a procurar atingir valores de faturação cada vez mais elevados para se lograr atingir os objetivos em termos de margens brutas. 5/115

6 O Grupo durante o exercício de 2012 reforçou a sua aposta no Mid Market. Atento à conjuntura económica envolvente, tem desenvolvido vários projetos baseados na procura de redução de custos, suportados em aproximações pay per use, pay as you growth e com planos de pagamentos que se estendem durante o período de vigência dos correspondentes contratos. Em 2012 fez-se evoluir o corpo técnico e comercial da empresa no sentido de dar o adequado suporte aos novos projetos de serviços, assim como se procurou integrar na evolução do volume de negócios o aumento da contribuição da componente de serviços. Traduzindo a preocupação no desenvolvimento de novas competências, certificações e formação sublinha-se a obtenção de certificações em soluções globais IBM, em particular na linha de storage, VCP s VMWare Certified Professional e Systems Engineer Microsoft. Em 2013 o Grupo, nesta área, disponibiliza ao mercado de TI uma oferta end-to-end, fruto da integração da competência de networks, a acrescer às competências de segurança e de systems & storage. Embora não seja expetável o aparecimento de novos players no mercado, assiste-se a movimentos de consolidação na área de TI, o que pode acarretar alterações no equilíbrio concorrencial. Business Solutions Neste ramo de atividade do Grupo e na vertente Aplicacional tem-se encontrado, no geral, contração em todos os mercados onde se intervém. Percorreu-se um ano que se caracterizou pelo enfoque em estratégia de projetos evolutivos, nas estruturas de Tecnologias da Informação (IT) dos nossos clientes. Dedicou-se mais atenção a projetos de menor dimensão, utilizando as mesmas plataformas, apenas sujeitas a pequenas ajustamentos, que permitem criar processos essencialmente otimizados ao nível de custos e que conferem maior possibilidade de controlo e gestão. Já na vertente dos ERP entra-se na zona das PME s onde se situa o mercado alvo nesta vertente de negócio. Aqui, tem-se sentido, também e de forma direta, os efeitos da recessão. O interesse do Grupo tem-se centrado em projetos evolutivos, ou seja, projetos mais pequenos mas otimizados, utilizando as mesmas plataformas, só com pequenas alterações, para criar soluções de venda on-line, CRM s e SRM. A organização do Grupo nestas áreas está arquitetada para responder a mercados altamente concorrenciais, tais como financeiro e o das telecomunicações e, ainda, mercados onde se fazem sentir novos desafios de otimização, tais como o da administração pública e o dos transportes. Mais recentemente desenvolveram-se, também, esforços de entrada nas áreas da indústria e da distribuição. Na vertente dos ERP está-se a preparar a equipa de modo a que esta possa dar resposta a projetos em Clientes de maior dimensão, beneficiando, assim, do universo de entidades a quem o Grupo já presta serviços noutras áreas. A atividade deste segmento do Grupo tem vindo cada vez mais a centrar-se na implementação de soluções de otimização de Processos e Recursos dos seus Clientes. Com assinalável sucesso tem-se dedicado especial atenção à melhoria efetiva da Gestão de Processos & Conteúdo (BPM), não apenas quanto à sua otimização mas, essencialmente, quanto à sua agilização, isto é, rapidez na resposta a clientes e utentes. Para além desses aspetos, mantémse o enfoque na garantia da rastreabilidade de toda a informação usada, bem como em todos os passos dados e decisões tomadas. Outra atividade de mais-valia comprovada é a desenvolvida na área colaborativa dos Centros de Contacto de Nova Geração, com a vertente de Context Center, conceito que junta as componentes de Internet 2.0 (facebook, twiter, etc) com as novas tecnologias de Voz&Vídeo, VoIP, TTS, ASR e Speaker Verification, assim como as vertentes de CRM colaborativo. O Grupo goza de uma experiencia adquirida em alguns projetos estruturantes na área da saúde e seguros, nas componentes de Integration & Business Intelligence, área onde continuamos a manter o maior interesse e onde temos implementado projetos de referência a nível nacional, com enfoque na otimização de recursos e indicadores KPI. 6/115

7 Por outro lado, na Gestão de Serviços (BSM), está-se cada vez mais a trabalhar de perto com os clientes, na vertente de consultadoria de processos de IT Service Manager, suportado nas normas de ITIL, ISO 20000, passando, numa segunda fase, pela implementação das mesmas em plataformas aplicacionais e acabando no acompanhamento do processo de Certificação. O trabalhar-se com todas estas ferramentas de aceleração e de otimização leva-nos a desenvolver metodologias que nos alcandoram para patamares de eficiência elevados, de comprovada eficácia, e nos torna num caso de estudo, especialmente tendo em conta os preços que conseguimos para os projetos efetuados. A atividade na zona dos ERP tem vindo cada vez mais a centrar-se na implementação de soluções de Enterprise Resource Planning e na otimização de Processos e Recursos dos seus Clientes, nas vertentes de Contabilidade, Gestão, Auditoria, Consultoria fiscal, e Recursos Humanos, mas estrategicamente com uma focagem nas áreas de CRM e SRM, áreas onde se lançaram alguns projetos e onde se prevê um crescimento do mercado. Foi criada uma nova estrutura para assegurar o apoio à utilização de soluções do fabricante SAP, o que se traduz numa diferenciação importante perante os concorrentes mais diretos e tem permitido integrar a short list de parceiros premium, Partner Center of Expertise, especialmente acreditada para prestar serviços especializados de acompanhamento e suporte a clientes empresariais. Esta aposta exigiu a formação de uma equipa dedicada e um conjunto de ferramentas de suporte aplicacional, disponível via Web e canal telefónico. Está-se a concentrar as valências SAP criando um centro de competências dedicado e com escala, para responder de forma mais eficaz às diversas solicitações que nos são colocadas, quer pelo mercado nacional quer pelo externo. O centro de Competências de ERP s continua com as apostas nas vertentes de Contabilidade, Gestão, Auditoria, Consultoria fiscal, e Recursos Humanos, mas estrategicamente com uma focagem nas áreas de CRM e SRM, áreas onde demos inicio há alguns projetos e onde se prevê crescimento. Em 2012 e não obstante a conjuntura desfavorável logrou-se aumentar ligeiramente o volume de negócio e melhorar a eficácia financeira, quando comparados com os do exercício anterior. Tal foi possível pela racionalização e otimização dos processos e recursos utilizados. Nos principais projetos desenvolvidos recorreu-se a plataformas de otimizadas de BPM, como é o caso da solução vertical desenvolvida para empresa inserida na área Seguradora, para a gestão de todos o processo integrados de reclamações, gestão de processo telecomunicações e banca. Não menos importantes os projetos de contact center, na área de colaboração, e CRM, nos mercados de Telecomunicações e Banca. Na área da Saúde efetuou-se a implementação de uma solução para a prescrição eletrónica ao nível nacional, e soluções para a gestão clinica, com integração total nacional, recorrendo a tecnologias SOA. Noutra vertente concretizaram-se vários projetos na área de IT Service Manager, a qual apresenta forte crescimento de procura, não só na vertente de implementação, como na de consultadoria. Uma forte concorrência instalada no mercado, envolvendo mesmo os grandes players do sector, tem-nos levado a ser comercialmente mais agressivos e a abdicar de alguma margem. Tem sido desenvolvido um trabalho de fundo nos mercados das utilities, onde não se tinha ainda manifestado e, ao mesmo tempo, tem-se procurado reforçar a aposta no mercado da Administração Publica. No exercício em apreço o alargamento da linha de produtos centrou-se nas vertentes de BPM e SOA, tendo sido iniciado um processo de entrada na área da Mobilidade empresarial e Social Business. Procedeu-se, ainda, ao lançamento de uma solução de gestão de Reclamações (GTR) um produto 100% Compta. Nesta área considera-se que a organização por linhas de negócio ou centro de competência, permite uma maior focagem nos objetivos estabelecidos pela gestão e obriga-nos a formar profissionais altamente especializados, eficientes e interessados. Este ano definiu-se, sob o ponto de vista tecnológico, como alvo o poder dispor de certificações em diversas áreas. Assim, obtiveram-se certificações IBM, tais como Tivoli Automation (Service Desk), IBM Netezza (Big Data), IBM Connections IBM Message Broker (SOA), IBM InfoSphere Information. Estas foram complementadas com algumas 7/115

8 certificações CISCO na área dos contact center. Mas a mais importante aposta foi na área de Consultadoria e Certificações, nos níveis Master de ITIL, nas suas varias vertentes. Os principais projetos em que o Grupo se envolveu em 2012 na vertente dos ERP foram lançados recorrendo a plataformas otimizadas da SAP Business ALL in ON e SAP Business ONE, o que tem permitido o desenvolvimento de soluções verticais para a área da indústria metalomecânica, distribuição e venda internacional, e produção com gestão de projeto. Na área da saúde efetuou-se a implementação de uma solução para gestão clinica, com integração total nacional recorrendo a tecnologias SOA. Nesta área tem sido desenvolvido um trabalho de fundo junto dos mercados típicos COMPTA, de grandes clientes, no sentido de se evoluir do mercado das PME s para aquele, como já acima se referiu. No exercício em apreço deu-se especial atenção às vertentes de CRM e SRM, e BCM, tendo sido iniciado um processo de novas apostas nas áreas da Mobilidade e da Business Intelligence empresarial Persiste o interesse na manutenção e alargamento certificações, com especial acuidade na do SAP Partner Center of Expertise. Prevê-se para 2013 um clima altamente recessivo. No entanto, cremos, haverá sempre necessidades prementes nas áreas de otimização de processos operacionais e de gestão de IT, obrigando a investimentos para os quais o Grupo dispõe de uma oferta alargada de soluções. Por outro lado os clientes estão a transferir o seu interesse para os novos Canais Sociais e Móveis, áreas onde o Grupo se está a apetrechar com soluções de oferta corretas, eficazes e indispensáveis à transformação do negócio. Por isso, embora conscientes dos riscos, há entusiasmo e forte esperança no reforço da posição do Grupo no mercado. Será, certamente, um ano bastante conturbado, na medida em que os players que se encontram sem esperança irão lutar em desespero de causa, o que vai tornar o mercado muito pantanoso Para fazer face a esta situação ir-se-á selecionar os projetos de modo a minimizar os riscos. Para além da atenção dedicada aos mercados tradicionais vai continuar-se todo o trabalho já encetado nos mercados das utilities, e continuar a reforçar a aposta do mercado da Administração Publica, mercado que, embora confrontado com condicionalismos conhecidos, tem necessidade premente de otimizar processos e diminuir custos. O mercado externo é uma área onde se está a apostar de forma controlada, pela sua especificidade, mas donde surgiram já consultas concretas que vão ser trabalhadas em 2013 e constituem uma carteira interessante. Emerging Business A atividade nesta área desenvolve-se em torno de três vertentes de atuação, a saber, Gestão Portuária, Gestão Ferroviária e Gestão de Resíduos Urbanos e Industriais. Na Gestão Portuária consolidou-se posição em Portugal, adicionando novos módulos de interligação a ERPs, nomeadamente SAP e PHC. Na Gestão Ferroviária deu-se continuidade ao desenvolvimento e melhoria da ferramenta disponibilizada, com destaque para a vertente de integração e comunicação interoperador e transfronteiriça. Em ambas as áreas que se referiram os clientes são tipicamente grandes Grupos multissectoriais com intervenção ao nível da logística integrada. Na gestão de resíduos urbanos, prosseguiu-se com a divulgação da aplicação desenvolvida e comercializada pela empresa junto das principais Câmaras Municipais e Serviços Municipais e Intermunicipais. Quanto ao sector dos resíduos industriais, a atividade dirigiu-se para os operadores relevantes, através do desenvolvimento de projetos para a gestão de armazéns e gestão de linhas de triagem. 8/115

9 Por último, a atividade de investigação e desenvolvimento foi fortemente impulsionada durante o exercício em apreço, tendo sido reconhecida e distinguida pela atribuição do premio Green Project Awards Em termos de tecnologia a aposta centrou-se no reforço da oferta de solução de gestão operacional, nas áreas de gestão de equipamentos, veículos, equipas e recursos. Quanto a novos mercados alvo foram eleitos os da Gestão de Resíduos, Logística Pesada e Intermodal e Energia. Foram desenvolvidas competências nas áreas de gestão energética com enfoque na otimização de processo e valorização de ativos. Consulting Services Trata-se de uma área de atividade que arrancou no ano de 2012, ainda incipiente, portanto, mas que se pensa oferecer perspetivas promissoras, tanto mais que beneficia de um conhecimento interno acumulado e sinergias com outras atividades há muito desenvolvidas na empresa. O mercado que se abre é vasto e encontra-se em fase de crescimento. Não obstantes as dificuldades decorrentes da conjuntura e os riscos inerentes, que foram devidamente ponderados, decidiu-se que se não deveria protelar o lançamento da nossa entrada neste mercado. Assim, no âmbito da consultoria de sistemas de gestão, desenvolveram-se projetos no domínio da Gestão da Segurança da Informação para um operador de vias de comunicação rodoviária, tendo-se igualmente iniciado o processo de preparação da implementação de um Sistema de Gestão de Serviços TI em conformidade com a norma internacional ISO para a ESPAP Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, IP. Atividade Internacional do Grupo Compta A atividade internacional do Grupo Compta desenvolve-se em diversos mercados, com características específicas, naturalmente peculiares, sendo que em dois deles (Angola e Cabo Verde) estão já em funcionamento duas sociedades de direito local. Noutras áreas geográficas, nomeadamente Moçambique e diversos países sul-americanos, encontramo-nos numa fase de estudo e prospeção de mercados, havendo, no entanto, casos de negócios já concretizados em parceria com parceiros locais. É de tudo isto que a seguir se falará com um pouco mais de detalhe. Em Angola verificou-se que o novo modelo de gestão posto em prática influenciou o modo de cobertura do terreno bem como a funcionalidade da própria empresa, tendo começado a surgir os primeiros resultados. Verificaram-se aproximações de relacionamentos mais profundas com os clientes, nomeadamente na administração pública e nos sectores de telecomunicações, banca, seguros e petróleos. O mercado angolano tem evoluído bastante nos últimos anos e os paradigmas de negócio têm de acompanhar esta evolução. O reforço da equipa permitiu consolidar as competências técnicas e, assim, para além de consolidar as parcerias já estabelecidas ainda permitiu o estabelecimento de novas alianças. Em Cabo Verde a atividade deu especial atenção à continuidade dos projetos em curso. Trata-se de um mercado que, não obstante a sua dimensão e especificidades, permite a preparação de projetos com características muito interessantes. O grande cliente continua a ser a administração pública. Têm-se aberto algumas oportunidades na área do sector financeiro mas, por enquanto, incipientes. Numa primeira fase, a entrada no mercado moçambicano está a concretizar-se através do estabelecimento de parcerias locais. Encontram-se identificados alguns projetos que estão sob atenção dedicada na expectativa do seu amadurecimento e consequente concretização. Outro aspeto importante foram as missões comerciais ao Brasil e a Espanha em que o Grupo se integrou. Estas missões tiveram organização conjunta da IDC e ANETIE e constaram de eventos dirigidos a CIO do sector financeiro 9/115

10 desses países. No Brasil sentiu-se recetividade magnífica ao evento e a Compta captou a atenção na área das infraestruturas, atenção esta que levou a contactos posteriores que acabaram por começar a ser desenvolvidos ainda em Foram feitas prospeções noutras outras áreas geográficas, tais como México, Colômbia e Peru, com o intuito de divulgar as soluções que o Grupo oferece à indústria pesada, gestão de portos de carga e gestão de indústria de tratamento de resíduos. Estas visitas tiveram por missão a divulgação dos produtos Compta e a tentativa de estabelecimento de parceria locais. No México registou-se uma recetividade muito positiva neste âmbito por parte de alguma empresa locais visitadas. Relativamente à atividade das associadas já em operação realçam-se os aspetos a seguir apontados. COMPTA ANGOLA - Tecnologias de Informação, S.A. A Compta Angola Tecnologias de Informação SA é uma sociedade anónima de direito angolano, criada em 2007 e que tem como objeto social o fornecimento de soluções e a prestação de serviços de consultoria, implementação e suporte no âmbito das tecnologias de informação e comunicações. Evolução da Atividade da Empresa A Compta Angola continua a apostar e a desenvolver a parceria estratégica que tem com o líder mundial em tecnologia de informação, a IBM, tendo feito algumas das certificações obrigatórias para a assinatura do acordo de IBM Business Partner, prosseguindo assim o reforço das suas competências e iniciando os processos de especialização tecnológica nas componentes de power systems, storage, virtualização e cloud computing Sustentada no know-how em tecnologias de ERP e IBM, a empresa focalizou a sua ação na oferta de soluções de ERP e de infraestrutura de alta disponibilidade para as áreas de datacenter. Do ponto de vista da atividade comercial e do endereçamento optou por abordar o mercado e os clientes onde a relação já era uma realidade. Dos diversos projetos levados a cabo durante o ano de 2012, podem destacar-se os seguintes: projeto de gestão de filas de espera no sector das utilities, renovação do sistema central de uma empresa do sector financeiros, contratos anuais de body shopping de help desk e data center management com empresas do sector dos transportes e do sector financeiro e negociação de serviços de suporte a rede de videovigilância em seguradora líder no mercado. Foram estabelecidas como principais objetivos para o ano de 2013: o reforço da presença no mercado da administração pública, O aumento da base de clientes no sector financeiro, o alargamento da presença junto do sector SMB, a divulgação das soluções de gestão documental e de processos disponíveis, a concretização de vários projetos-piloto e, ainda, o incremento da ação da empresa no fornecimento de serviços de gestão de TI. Perspetivas A evolução do mercado e o resultante enquadramento económico, influenciou as empresas no sentido de reforçarem as suas políticas de aumento de produtividade e inovação e levou-as a desenvolver novas formas de propagarem o seu negócio. Trata-se de um mercado em franca expansão, onde as oportunidades são uma realidade. Contudo Angola é um market place mundial o que tem implícita uma forte concorrência, envolvendo players de alta qualificação. 10/115

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