Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Goiás (2005).

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1 Telefonia Móvel Celular e sua Aplicação para Tráfego de Dados Esta Série Especial de Tutoriais apresenta os trabalhos premiados no I Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) O conteúdo deste tutorial foi obtido do artigo classificado em quinto lugar no concurso, de autoria do Adriano Vilela de Oliveira, do Maykon Ponce Leones Souza e do Renner Ávila Sousa. Este tutorial apresenta estudo da telefonia móvel celular e sua aplicação para o tráfego de dados com base uma simulação da tecnologia GPRS (General Packet Radio Service Serviço Geral de Pacotes via Rádio) feita com o NS2 (Network Simulator - Simulador de Redes) e o módulo GPRS, tendo como objetivo avaliar a vazão de dados em situações diversas. Adriano Vilela de Oliveira Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Goiás (2005). Atuou como estagiário de informática na Telelistas, realizando suporte e manutenção em microcomputadores e Banco de Dados, como técnico na Universidade Católica de Goiás, realizando a Manutenção e Suporte da Rede Acadêmica com 150 estações de trabalho e como técnico de telecomunicações na Via Telecom, realizando a instalação e manutenção de roteadores. Foi o quinto colocado no I Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) Maykon Ponce Leones Souza Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Goiás (2005). Atuou na Vivo Celular (Call Center), supervisionando a área de dados/messaging/wap e programação de aparelhos, e acompanhou a implantação da Rede CDMA nas regiões que tinham rede TDMA, sempre com enfase no cliente final. 1

2 Atualmente trabalha com manutenção de microcomputadores e redes locais, e supervisiono um grupo de relacionamento com Clientes de grupo Consórcio Saga. Foi o quinto colocado no I Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) Renner Ávila Sousa Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Goiás (2005). Atuou como estagiário de informática na Telelistas, realizando alterações em Banco de Dados, e como Administrador de Rede na Serial Lan House, realizando a Manutenção e Administração da rede (21 terminais, um Switch e um Roteador) com sistema operacional Windows XP. Atualmente é técnico em telecomunicação na Via Telecom, realizando a instalação, configuração e manutenção de Roteadores (Digitel NR2G e Huawei AR 18-10). Foi o quinto colocado no I Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) Categorias: Banda Larga, Telefonia Celular Nível: Introdutório Enfoque: Técnico Duração: 20 minutos Publicado em: 12/06/2006 2

3 Dados na Rede Celular: Introdução Os primeiros telefones celulares tinham como objetivo a utilização apenas do serviço de voz. Posteriormente houve a necessidade de outras formas de comunicação como o SMS (Short Message Service Serviço de Mensagens Curtas) e a Internet móvel utilizando a tecnologia de comutação de circuitos. Os maiores avanços ocorreram com a utilização de comutação de pacotes, com a tarifação do serviço por volume de tráfego e não por tempo. Sob a óptica do usuário final a Internet móvel cria a possibilidade de acesso a dados a qualquer hora, em qualquer lugar e de forma simples e rápida. As redes de telecomunicações das operadoras caminham para esse sentido: tornarem-se cada vez mais eficientes na entrega de diferentes tipos de conteúdo. Há esforços no sentido de simplificar a forma na qual isso pode ser feito. Há forte tendência na separação em camadas de conteúdo, aplicações e conectividade com redes multi-serviços (Figura 1). Esse cenário ainda está distante. O padrão conhecido como 4G se propõe a trabalhar deste modo com integração total entre redes fixas e móveis, tratando toda informação como dados por pacotes. Figura 1: Redes de Telecomunicações. Esse tutorial apresenta um estudo sobre o tráfego de dados na telefonia móvel celular. São abordados aspectos acerca das gerações da telefonia móvel, o funcionamento do protocolo MIP e do simulador de redes NS2 e apresenta os resultados obtidos através da simulação computacional. 3

4 Dados na Rede Celular: Evolução das Tecnologias A primeira geração de sistemas celulares é formada por sistemas analógicos. Estabeleceu-se estrutura e funcionalidades básicas associadas a estes sistemas como roaming e handover entre células. O acesso ao canal de rádio é feito através do FDMA (Frequency Division Multiple Access Acesso Múltiplo por Divisão de Freqüência) que limita o espectro e as transmissões apresentam baixa privacidade. O AMPS (Advanced Móbile Phone System Sistema Avançado de Telefone Móvel) é um sistema que utiliza o FDMA. A largura banda do AMPS é dividida em canais de rádio freqüência no qual cada canal consiste de um par de freqüências (transmissão e recepção) com 30 khz. O sistema é dividido em banda A e banda B. Cada uma dessas bandas é composta por 416 canais, sendo 21 canais de controle e os demais de voz (TUDE, Eduardo, 2004). A segunda geração de sistemas celulares se caracteriza pela utilização de comutação de circuitos adicionando serviços suplementares para os usuários tais como serviço de mensagens curtas, identificador de chamadas e demais serviços. O crescimento da utilização de sistemas celulares levou à necessidade do aumento da capacidade destes sistemas. O TDMA (Time Division Multiple Access Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo) surgiu como uma opção que mantinha compatibilidade com a arquitetura e canalização utilizada pelos sistemas AMPS. No TDMA vários usuários podem usar a mesma faixa de freqüência através do rodízio de slots de tempo pré-alocados (Figura 2). Figura 2: Sistema TDMA. O GSM (Global System for Móbile Communications Sistema Global para Comunicações Móveis) é outro padrão de segunda geração de celular desenvolvido na Europa e adotado na maior parte do mundo (TUDE, Eduardo, 2004). Desenvolvido inicialmente para a faixa de 900 MHz, o GSM teve posteriormente uma versão adaptada para as faixas de 1800 e 1900 MHz. Na arquitetura GSM existem algumas diferenças com o TDMA como por exemplo, o SIM Card ou Módulo de Identidade do Assinante, necessário para associar a Estação Móvel a um dado usuário. As bandas do GSM são divididas em canais de rádio freqüência, onde cada canal consiste de um par de freqüências (transmissão e recepção) com 200 KHz de largura de banda. Existem 124 canais de rádio 4

5 freqüência no GSM 900 e 373 canais no DCS Esses canais recebem uma numeração conhecida como ARFCN (Absolute Radio Frequency Channel Number Número de Canais Absolutos de Rádio Freqüência). As freqüências portadoras dos canais de rádio freqüência são moduladas em 0,3GMSK por um sinal digital com taxa de 270,833 Kbit/s. O GPRS (General Packet Radio Service) é um padrão desenvolvido pelo ETSI (European Telecommunications Standards Institute), que é uma evolução da tecnologia GSM. O EDGE (Enhanced Data rate for GSM Evolution) representa uma evolução do padrão GSM/GPRS para a terceira geração, possibilitando à operadora oferecer maiores taxas de dados, usando a mesma portadora de 200KHz, criando um ambiente para a operadora atender a demanda por serviços mais sofisticados, melhorando a receita média por usuário, sem a necessidade de investimentos adicionais em novas faixas de freqüências. As alterações na rede são mínimas, com foco nas características de modulação e na implementação de nova codificação e decodificação do sinal, associadas com adaptações do sinal e envio de redundância de informação que aumentam a eficiência da utilização do espectro. O CDMA (Code Division Multiple Access Acesso Múltiplo por Divisão de Código) é um padrão que utiliza espalhamento espectral como meio de acesso para permitir que vários usuários compartilhem uma mesma banda de freqüência. O CDMA permite melhor utilização do espectro possibilitando o aumento de capacidade dos sistemas celulares. Tem a mesma estrutura dos demais sistemas celulares e oferece as mesmas funcionalidades associadas à mobilidade como roaming e handover entre células. Figura 3: Sistema CDMA. A banda do CDMA é dividida em canais de rádio freqüência em que cada canal consiste de um par de freqüências (transmissão e recepção) com 1,25 MHz de banda e cada usuário é identificado através de um código (Figura 3). A terceira geração de sistemas celulares se caracteriza pela utilização de comutação de pacotes na transmissão dos dados. Os serviços suplementares tais como, mensagens multimídia, inovaram os serviços comuns. A utilização de comutação de pacotes possibilita que a taxa de transmissão dos dados seja quinze vezes superior às taxas de transmissão com comutação por circuito. Os serviços baseados no protocolo WAP podem incluir imagens coloridas e alta velocidade de conexão. A tarifação não é mais por tempo de 5

6 conexão, mas por tráfego de dados. O projeto IMT-2000 da UIT definiu os requisitos de um sistema celular de 3ª Geração como sendo: Altas taxas de dados: 144 Kbit/s em qualquer ambiente e 2 Mbit/s em ambientes indoor; Transmissão de dados assimétrica e simétrica; Serviços baseados em comutação de circuitos e comutação de pacote; Qualidade da voz comparável à da rede fixa; Melhor eficiência espectral; Vários serviços simultâneos para usuários finais tais como serviço multimídia. O UMTS (Universal Móbile Telecomunications Service Sistema de Telecomunicação Móvel Global) é a migração do GPRS aprovada pela ITU incluída a família de acesso via rádio IMT G que utiliza a tecnologia W-CDMA. Figura 4: Evolução da telefonia celular. A Figura 4 apresenta algumas alternativas de transição entre as tecnologias de celulares para a terceira geração da telefonia móvel celular. Observa-se, que existem várias possibilidades que podem ser adotadas pelas operadoras, que podem evoluir do TDMA para o CDMA x e posteriormente para o CDMA x. Outra alternativa seria a evolução do GSM para o GPRS, o EDGE e posteriormente para o UMTS. 6

7 Dados na Rede Celular: Protocolo IP Móvel Para atender as novas aplicações móveis baseadas na comutação de pacotes é necessária a adoção de novo modelo de protocolo de rede, baseado no protocolo IP (Internet Protocol Protocolo de Internet), porém adaptado à mobilidade do usuário. O MIP (Mobile Internet Protocol Protocolo de Internet Móvel) foi produzido por um IETF (Internet Engineering Task Force) (RONZANI, Bruno Eugênio, 2004). O Funcionamento do MIP O IP Móvel define três entidades funcionais: Nó Móvel (Mobile Node): terminal que pode mudar seu ponto de conexão a Internet, mantendo todas as comunicações em andamento utilizando o endereço IP de sua rede de origem; Agente de Origem (Home Agent): roteador de acesso da rede de origem do Nó Móvel; Agente Externo (Foreign Agent): roteador da rede visitada pelo Nó Móvel. Existem duas situações que devem ser consideradas: quando o nó móvel está na rede de origem e quando o Nó Móvel está em uma dada rede estrangeira. No primeiro caso, o relacionamento entre o Nó Móvel e o Agente de Origem é o mesmo de uma sub-rede comum, nenhuma funcionalidade móvel é necessária. Caso o Nó Móvel se localize em uma rede estrangeira, ele necessita primeiro se conectar ao Agente Estrangeiro. Para isso, ele necessita receber um Aviso de Agente (Agent Advertisements), que é uma mensagem indicando a presença do Agente Externo e obter então, um Endereço de Tratamento (care-of address). Após esse procedimento o Nó Móvel está pronto para receber e enviar dados. Os datagramas destinados ao nó móvel são interceptados pelo Agente de Origem e tunelados para o endereço de tratamento, ou seja, ele encapsula o antigo endereço IP de destino num novo endereço de IP, neste caso o endereço de tratamento. Os datagramas enviados pelo nó móvel são enviados diretamente à rede através do Agente Externo por roteamento IP padrão (Figura 5). Figura 5: Roteamento MIP. 7

8 Comutação de Pacotes no Sistema Móvel Celular As primeiras tecnologias telefonia celular utilizavam comutação por circuitos para trafego de voz, mas atualmente também utiliza para trafego de dados, como é o caso do GSM. Com a necessidade de elevar a taxa de dados desenvolveram-se novas tecnologias que utilizam a comutação por pacotes, como é o caso do GPRS. O GPRS é um padrão desenvolvido para comutação de pacotes em sistemas GSM. No GPRS os pacotes de dados são enviados através de múltiplos slots de tempo, mas não existe reserva. Os recursos de rádio são distribuídos apenas pela duração de um ou alguns pacotes IP. Os slots são alocados conforme a demanda dos pacotes enviados ou recebidos, conseguindo desta forma um serviço de dados com conexão permanente (always on) sem a necessidade de reservar permanentemente slots de tempo para o transporte de dados ao contrario, por exemplo, do GSM que usa comutação por circuito onde slots de tempo são atribuídos a um usuário por toda a duração da chamada. Para implantação do sistema GPRS são necessárias pequenas modificações, na infra-estrutura já implantada pelo sistema GSM. Para formar uma rede GPRS, será necessário a implantação de dois nós: o SGSN (Serving GPRS Support Node Nó de Suporte do Servidor GPRS) e o GGSN (Gateway GPRS Support Node Nó Portal de Suporte GPRS). O primeiro é responsável pela manutenção de uma conexão lógica entre o núcleo da rede GPRS e o enlace de rádio, enquanto que o segundo permite a conexão com a Internet e outras redes de dados (Figura 6). Figura 6: Roteamento MIP. A rede GPRS utiliza dois tipos de protocolos para a transferência de dados: o IP e X.25. A figura 7 mostra a pilha de protocolos utilizada nas redes GPRS e as respectivas interfaces de comunicação entre os elementos da arquitetura, desde a Camada de Aplicação até o GGSN. (DIAS, Kelvin et. al., 2004). 8

9 Figura 7: Pilha de Protocolo do GPRS. A troca de informações entre uma estação móvel e seu servidor é feita da seguinte forma: 1. É gerado um pacote de dados TCP/IP que é mapeado na camada LLC pelo SNDCP; 2. Para chegar ao SGSN, o pacote utiliza das interfaces Um (RLC/MAC) e GB (BSSGP e NS); 3. O chaveamento entre as camadas RLC e BSSGP é feito na camada LLC; 4. No SGSN os pacotes são chaveados para o backbone GPRS onde são transferidos através de um protocolo de tunelamento de dados (GTP) em uma rede IP. 9

10 Dados na Rede Celular: Simulação na Rede 2,5G A simulação de uma rede móvel celular, pode ser feita através do simulador de redes NS2, complementado pelo módulo GPRS. O NS2 foi desenvolvido pela Universidade de Berkely em 1989, baseado no simulador de redes Real. A utilização de simuladores para o desenvolvimento de novos protocolos traz alguns benefícios, pois permitem a criação de cenários de testes a um baixo custo, além de oferecerem a oportunidade de estudo da interação entre protocolos e de comparação de desempenho de protocolos em um mesmo cenário. Redes Móveis no NS2 Existe uma extensão do NS2, em que são descritos a estrutura interna de um nó móvel, os mecanismos de roteamento e os componentes para construir uma rede móvel que são: o Canal, a Interface da Rede, o Modelo de Propagação de Rádio, os protocolos MAC, a Interface da Fila, a Camada de Enlace e o protocolo ARP (Address Resolution Protocol) (UFMG, 2005). A pilha de protocolos de rede de um nó móvel está representada na figura 8, e no caso do GPRS é acrescentada a camada RLC entre a camada LL e IFQ (OLIVEIRA, Jeisa Pereira de, 2004). Descrição da simulação Figura 8: Pilha de Protocolos de Rede em um nó móvel no NS2. A topologia da rede utilizada nas simulações tem configuração mostrada na figura 9, composta por uma rede GPRS, dois roteadores intermediários e um conjunto de sistemas finais hosts. A rede GPRS é constituída por um roteador GPRS, que une as funções do GGSN e do SGSN, uma estação rádio-base e n estações móveis. Os enlaces fixos apresentam capacidade de 1 Mbit/s e atraso de 10ms (OLIVEIRA, Jeisa Pereira de, 2004). 10

11 Figura 9: Topologia utilizada nas simulações. O número de sistemas finais é igual ao número de MSs (Mobile Stations Estações Móveis), havendo uma correspondência de um-para-um entre as MSs e os hosts de mesmo índice. Ou seja, o host i se comunica com a MS i. A transmissão de dados ocorre no sentido host > MS (isto é, no sentido downlink), simulando um usuário realizando download de arquivos. A topologia escolhida é simples visando facilitar a interpretação dos resultados. Os parâmetros utilizados na simulação estão descritos na tabela 1. Parâmetro Protocolo de transporte Tamanho do pacote UDP Tabela 1: Parâmetro das simulações. Valor UDP 500, 1000, 1500 bytes Número de fontes/usuários 6, 11, 16, 21, 26, 31, 36, 41, 46 Relação sinal/ruído (C/I médio) Variância da taxa de erros 2, 14, 30 db Cenário de codificação 1 Taxa de dados 3 db 24 Kbps Numero de Replicações 20 Tempo de simulação 100 segundos A avaliação do desempenho do protocolo GPRS foi feita por meio da simulação levando em consideração a variação dos seguintes parâmetros: quantidade de usuários, tamanho do pacote e relação sinal/ruído. Resultados obtidos Após a execução das simulações, foi coletado o valor da vazão média de dados que chega em cada um dos nós móveis da rede GPRS. 11

12 Observou-se que na medida em que foi feita a variação dos parâmetros, o valor da vazão foi se alterando. Os resultados obtidos a partir das simulações são apresentados nos itens a seguir. Variação da quantidade de usuários A tabela 2 apresenta os resultados obtidos da vazão em relação à variação do numero de usuários com valor de C/I = 30 db (baixo ruído). Como foi visto na seção anterior, item Comutação de Pacotes no Sistema Móvel Celular, os dados no GPRS são enviados através de múltiplos slots de tempo, que são alocados conforme a demanda dos pacotes enviados ou recebidos. Com o aumento da demanda por slots de tempo na rede GPRS, observou-se diminuição na vazão de dados. Tabela 2: Variação da Vazão x Número de Usuários. N Usuários Vazão (Kbps) 6 20, , , , , , , , ,12032 A figura 10 mostra um gráfico obtido a partir dos dados da tabela 2, onde percebe-se que há uma diminuição na vazão média dos dados quando é elevada a quantidade de usuários. 12

13 Variação do tamanho do pacote Figura 10: Vazão x Números de Usuários. A tabela 3 apresenta os resultados obtidos da vazão em relação à variação do tamanho do pacote UDP, no qual esses resultados tiveram o objetivo de avaliar o comportamento da rede GPRS frente a essa variação. Como pode ser observado na tabela 3 houve um aumento gradativo na vazão até o pacote alcançar o tamanho de 1000 bytes que é o tamanho do MTU (Maximum Transmission Unit) da rede, com isso os pacotes maiores que esse valor tiveram um decremento na vazão. Isso se dá pelo fato de que os pacotes maiores que 1000 bytes são fragmentados na camada de enlace de dados (por exemplo: os pacotes de 1100 bytes são fragmentados em um pacote de 1000 bytes e em outro de 100 bytes). Na medida em que o tamanho dos pacotes com mais de 1000 bytes vai aumentando, também aumenta a vazão. Esse comportamento foi obtido através da análise do arquivo de traço gerado pela simulação. Tabela 3: Variação do tamanho do pacote. Tamanho do Pacote (bytes) Vazão (Kbps) , , , , , , , , , , ,13016 A figura 11 mostra um gráfico obtido a partir dos dados da tabela 3, onde percebe-se que há variação na vazão média dos dados quando é aumentado o tamanho do pacote. 13

14 Figura 11: Vazão x Tamanho Pacote. Variação da relação Sinal/Ruído Foram escolhidos três valores para C/I para estas simulações, C/I igual a dois que corresponde ao pior caso, C/I igual a quatorze que corresponde ao caso médio e C/I igual a trinta que é o melhor caso. Como pode ser observado nas figuras 12 e 13 com C/I igual a dois, como já esperado teve uma vazão muito baixa em relação à taxa transmitida, cerca de 0,5 Kbps, pois a relação sinal/ruído é muito baixo, o que compromete a recepção dos dados pelo receptor. Já com o C/I igual a trinta obteve-se uma melhor vazão dos dados em relação à taxa de transmitida e com C/I igual a quatorze obtive-se uma vazão intermediária. Figura 12: Variação da taxa de erro (C/I) - Vazão/Tamanho do PKT. 14

15 Figura 13: Variação da taxa de erro (C/I) - Vazão/Usuários. 15

16 Dados na Rede Celular: Considerações Finais Percebe-se atualmente uma grande necessidade do ser humano de estar se adaptando a constantes mudanças associada à necessidade de uma grande mobilidade no espaço físico que lhe é proporcionado. Essa necessidade de se comunicação levou ao surgimento de várias tecnologias que proporcionassem uma globalização efetuando a quebra de barreiras geográficas e temporais. A evolução das tecnologias celulares ocorreu devido a grande necessidade de uma melhor comunicação por voz e dados. Essas tecnologias foram classificadas de acordo com suas taxas de transmissão de dados. Nos sistemas de comutação por circuito já era possível uma pequena taxa de transmissão de dados. Já com a utilização da comutação por pacote foi possível atingir maiores taxas de transmissão de dados Com o surgimento da transmissão de dados na telefonia móvel surgiu um grande problema que era a garantia de transmissão de dados mesmo fora de sua área de cobertura local. A solução apresentada para este problema foi a utilização de protocolos que garantissem a entrega dos dados mesmo com o assinante fora de sua rede de origem. O protocolo utilizado para solucionar este problema foi o IP Móvel que representou um grande avanço nas transmissões de dados. Esse protocolo proporcionou uma grande revolução na sociedade da informação, permitindo que as informações e serviços possam estar disponíveis aos usuários sem barreiras impostas pela necessidade de conexões fixas com a rede e, sobretudo permitindo acesso às informações a qualquer momento e em qualquer lugar. As perspectivas futuras das tecnologias existentes são a unificação das diferentes redes sem fio, incluindo as redes wireless nas diversas tecnologias existentes. Não serão integradas apenas as redes públicas fixas de celulares, mas também vão interligar as redes de grande área (WANs), permitindo a conexão de laptops e outros dispositivos a uma infinidade de novos provedores de serviços sem fio, praticamente em qualquer ponto do mundo. Esta unificação das tecnologias será considerada como a 4ª geração. Através da simulação computacional pôde-se avaliar o comportamento de uma rede GPRS, em várias situações distintas. Com base nos resultados obtidos pode se observar que a variação do número de usuários e do tamanho do pacote teve uma ligeira influência na variação vazão de dados. Já a variação do C/I teve grande influência na vazão de dados sobre uma rede UDP. Como sugestão para trabalhos futuros, propõe-se: Estudo sobre o módulo GPRS utilizando-se protocolo TCP. Estudo do módulo EDGE permitindo assim uma maior taxa de transmissão. Estudo sobre o módulo UMTS. Referências TUDE, EDUARDO. AMPS/TDMA(IS-136). Disponível em: Acessado em outubro de TUDE, EDUARDO. GSM. 16

17 Disponível em: Acessado em setembro de DIAS, KELVIN LOPES., SADOK, DJAMEL FAUZI HADJ. Internet Móvel: Tecnologias, Aplicações e QoS. Pernambuco: Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco, 51p. RONZANI, BRUNO EUGÊNIO. IP Móvel, Engenharia Eletrônica e de Computação-UFRJ, 15 de Junho de Disponível em: Acessado em outubro OLIVEIRA, JEÍSA PEREIRA DE. Análise de Desempenho de Rede TCP Sobre GPRS em um Ambiente Fim a Fim, Universidade Federal do Pernambuco, apresentado em Fevereiro de UFMG. Tutorial NS, disponível na Internet no endereço capturado em abril de

18 Dados na Rede Celular: Teste seu Entendimento 1. Quais dos requisitos abaixo foram definidos pelo projeto IMT-2000 da UIT para um sistema celular de 3ª Geração? Qualidade da voz comparável à da rede fixa. Altas taxas de dados: 144 Kbit/s em qualquer ambiente e 2 Mbit/s em ambientes indoor. Vários serviços simultâneos para usuários finais tais como serviço multimídia. Serviços baseados em comutação de circuitos e comutação de pacote. Todas as alternativas anteriores. 2. Qual entidade funcional abaixo não foi definida para o IP Móvel? Agente de Origem (Home Agent). Agente Humano (Human Agent). Agente Externo (Foreign Agent). Nó Móvel (Mobile Node). 3. Considerando o simulador de Redes Móveis NS2, qual dos componentes abaixo não é utilizado para construir uma rede móvel? Protocolos MAC. Interface da Fila. Protocolo X.25. Protocolo ARP (Address Resolution Protocol). Interface da Rede. 18

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