Web 2.0 na empresa. Web 2.0. Publicado em: 29 de outubro de 2007 Por Michael Platt. Resumo:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Web 2.0 na empresa. Web 2.0. Publicado em: 29 de outubro de 2007 Por Michael Platt. Resumo:"

Transcrição

1 Web 2.0 na empresa Publicado em: 29 de outubro de 2007 Por Michael Platt Resumo: Recentemente, os modelos antigos que estabelecem como as pessoas publicam e consomem as informações na Web transformaram-se de modo radical. Em lugar de simplesmente visualizar as informações em páginas da Web estáticas, os usuários agora publicam conteúdo próprio nos blogs, em wikis e sites que compartilham fotos e vídeos. As pessoas estabelecem colaboração, listas de discussões e comunidades online; combinam dados, conteúdo e serviços de várias fontes para criar experiências e aplicativos personalizados. Comum e coletivamente denominados Web 2.0, esses novos sites que compartilham áreas de conteúdo, listas de discussões e colaboração, além de padrões de projeto de aplicativo ou mashups estão transformando a Web de consumidor. Representam, também, uma significativa oportunidade para que as organizações construam novos sistemas sociais, baseados na Web de colaboração, produtividade e de negócio, para aprimorar o custo e retorno de receita. Este artigo examinará como tecnologia, dados e pessoas reúnem-se para formar a Web 2.0, como a Web 2.0 está hoje sendo utilizada no espaço de consumidor e como essas técnicas e conceitos podem ser usados dentro e fora da empresa, para fornecer novas oportunidades de produtividade e negócios. Web 2.0 Durante a última década, os aplicativos para a Web sofreram mudanças significativas; há dez anos, não havia sites ou aplicativos que permitissem o compartilhamento na Web, apenas sites compostos de páginas estáticas ou aplicativos para ecommerce. As empresas que tinham sites na Web com interface de consumidor podiam se conectar com consumidores experientes em Internet e usar seus sites na Web como canais de comunicação com o mercado e de venda de seus produtos; intranets corporativas eram utilizadas principalmente como locais para publicação de notícias e políticas da empresa. Mais recentemente, os sites da Web tornaram-se o destino de comunidades de usuários para criar e compartilhar dados ricos e complexos como músicas, imagens, vídeo e para discutir e avaliar esse conteúdo. Este fenômeno foi batizado de Web 2.0 em um artigo de Tim O'Reilly que discutiu o tema embrionariamente, em setembro de 2005, e que ainda hoje continua em expansão. Em essência, a Web 2.0 é a concretização coletiva de que a habilidade de usar a Web para escrever e ler conteúdo complexo - combinada ao suporte de rede social e a rápida disseminação do acesso por banda larga - permite a interação das pessoas com a Web, conteúdo online e entre si. Representando uma mudança fundamental na forma com que as pessoas interagem com conteúdo, aplicativos e outros usuários, a nova Web é uma plataforma para canalizar e promover a inteligência coletiva. As pessoas já não são mais consumidores de conteúdo e aplicativos, simplesmente: são participantes, criam conteúdo e interagem com vários serviços e pessoas. Mais e mais pessoas estão criando blogs, contribuindo para bases de conhecimento como a Wikipedia e utilizando tecnologias ponto a ponto (P2P). Algumas vezes denominado o efeito da rede, este aumento na participação e na criação de conteúdo propõe novas oportunidades para envolver o usuário de forma mais profunda e significativa. Originalmente, Tim O Reilly assim definiu as características da Web 2.0: Web como plataforma;

2 canalizando a inteligência coletiva; dados como a próxima característica "Intel inside"; fim do ciclo de lançamento de software; modelos leves de programação; software acima do nível de um único dispositivo; rica experiência do usuário. Essas características podem ser agrupadas em três áreas: o uso da Web como uma plataforma, a Web como um lugar para ler e escrever conteúdo complexo e o uso social e colaborativo da Web. A Web como uma plataforma Os sistemas da Web 2.0 usam a Web como uma plataforma, como uma enorme gama de dispositivos interconectados que podem fornecer um novo nível de experiência rica e imersiva para o usuário, um modelo de programação leve e fácil de usar para o desenvolvedor e um mecanismo de implantação rápido e flexível para o fornecedor. A Web 2.0 recria a Internet pelas perspectivas dos usuário, desenvolvedor e fornecedor; cada uma delas permite novos e criativos usos da Internet. O conceito do serviço serve de base para todos os sistemas conectados, inclusive, obviamente, para a Web 2.0. Um sistema baseado em serviço tem como fundamento o princípio da separação de interesses, por meio do uso de baixo acoplamento ou troca de mensagens. O baixo acoplamento permite a criação da funcionalidade como um serviço, com distribuição por rede; por exemplo, no mundo da Web 2.0, a funcionalidade diária pode ser fornecida por um mecanismo de blog e ser distribuída como um serviço para o usuário final ou blogger, pela Internet. Essa distribuição da funcionalidade de software pela Internet é comumente denominada Software como Serviço (SaaS) e, hoje em dia,serve de base para a maior parte dos sistemas da Web 2.0. Quando consideramos a Internet como uma plataforma, podemos ver que ela deve fornecer uma quantidade de elementos importantes de plataforma como a independência do dispositivo, interface de usuário rica e comum, interface de programação comum, a implantação de software ou serviço e mecanismo de gestão. Software acima do nível de um único dispositivo Conhecemos muito bem o software em um servidor fornecendo serviços ao software em um PC (em Windows ou em um navegador), o qual, então, consome ou exibe esses serviços. Embora este seja um modelo com o qual estamos familiarizados, ele não cobre vários casos comuns, como os sistemas P2P ou a distribuição para dispositivos não-pc como players de música, celulares ou dispositivos de navegação. Precisamos de um modelo que inclua esses casos e absorva um nível de serviço superior ao básico HTTP para conectá-los: é preciso abordar os conceitos de um serviço de música como os itunes, Napster ou um serviço de telefonia como o Skype. Precisamos ter um modelo que trate do software acima do nível de dispositivo ou serviço único mas que inclua serviços ricos, de alto nível, interconectando uma malha de vários tipos de dispositivos, de modo simétrico. Provavelmente, o melhor exemplo desse tipo de serviço de alto nível é o Xbox Live: os serviços relativos ao jogo são fornecidos entre dispositivos de hardware especializados, operando de modo ponto a ponto. Este modelo é o caso de computação baseada em serviço de uso geral, denominado pela Microsoft como modelo de computação Software + Serviços. Rica experiência do usuário O valor da experiência rica e imersiva do usuário foi bem entendida no mundo do PC desde o advento do Windows e tem sido, há muitos anos, o enfoque dos aplicativos baseados em

3 navegador, com JavaScript e DHTML apresentados como formas leves de fornecimento de capacidade de programação do lado do cliente e enriquecendo a experiência do usuário no que é comumente denominado aplicativos ricos para a Internet (RIA). A habilidade da Web para fornecer essa funcionalidade RIA foi mostrada pela primeira vez pelo Outlook Web Access (OWA) que usava JavaScript e DHTML para fornecer interatividade plena no navegador, tipo Windows. A coleção de tecnologias usada para fornecer esses sistemas baseados em navegador, ricos e dinâmicos, foi denominada Ajax, acrônimo de Asynchronous JavaScript and XML. O Ajax não é uma tecnologia simples, nem mesmo um conjunto de novas tecnologias mas, sim, várias tecnologias usadas em conjunto, de novas formas eficientes, para fornecer a funcionalidade RIA. O Ajax inclui: apresentação baseada em padrões, usando XHTML e CSS; exibição e interação dinâmicas, usando o modelo de objeto de documento; intercâmbio e manipulação de dados usando XML e XSLT; recuperação assíncrona de dados, usando o objeto XMLHttpRequest; JavaScript como a metáfora de programação. O Ajax é o componente-chave da maioria dos aplicativos Web 2.0 e está fornecendo a possibilidade de criar aplicativos Web tão ricos e dinâmicos como os aplicativos baseados em Windows - na verdade, estamos vendo, agora, o advento dos aplicativos baseados em Ajax que podem trabalhar enquanto desconectados da Internet fornecendo, assim, funcionalidade offline similar aos clientes baseados em Windows, como o Outlook. Existem também conjuntos de tecnologias, além do Ajax, que estão aumentando o valor da experiência do usuário em áreas como as comunicações, voz e vídeo. A troca de mensagens instantâneas (IM) é intensamente usada nos aplicativos Web 2.0 para fornecer comunicações instantâneas e existe uma ampla gama de agentes e opções de distribuição disponíveis para os sistemas IM. Os sistemas de voz sobre IP (VoIP) permitem a comunicação por voz e teleconferência pela Internet como parte da experiência do usuário. E, por fim, o fornecimento de vídeo transmitido e armazenado em tempo real refina a experiência do cliente. As amplitude, riqueza e flexibilidade fornecidas por essas tecnologias levam a interface do usuário para além de uma IU dinâmica, para uma experiência audiovisual totalmente interativa com novas e poderosas formas de interação das pessoas com sistemas e entre si, ainda a serem exploradas. Modelos leves de programação Na Web 2.0, os modelos de programação, os conceitos e as técnicas são significativamente diferentes daqueles que têm sido usados na empresa. Embora tenham os serviços como base e apóiem-se no conceito de troca de mensagens, utilizam protocolos REST (Representational State Transfer) e têm como ponto central a simplicidade e a facilidade de uso. A programação da Web 2.0 baseia-se no conceito de separação de interesses, usando um modelo de baixo acoplamento, baseado na troca de mensagens, na parte superior de um conjunto padrão de protocolos de comunicação baseados em Internet (HTTP) e, freqüentemente, é chamada de programação RESTful (tranqüila ou sossegada, em inglês). Implica atos de distribuição e composição pelos quais os serviços são fornecidos sem conhecimento do seu uso. Isso é muito diferente de um sistema convencional orientado a objeto, transacional e fortemente acoplado. Possui um conjunto diferente de benefícios como flexibilidade e rapidez na implementação e desafios, como integridade e gerenciamento. As linguagens (como Perl, Python e Ruby) e os frameworks usados na Web 2.0 são simples e dinâmicos, facilitando a entrada e a reutilização, em alta produtividade. Os frameworks têm suportes internos para padrões comuns de projeto, como o MVC (Model View Controller) e

4 metodologias como o ágil desenvolvimento de software. São de rápido aprendizado e uso fácil, e possibilitam produtividade imediata. Os aplicativos da Web 2.0 são, em essência, passíveis de composição e aceitam elementos compostos, pois são construídos com modelos leves de programação e serviços baseados em padrões; novos aplicativos podem ser criados por composição ou "agregando" aplicativos e serviços atuais. Os mashups acontecem nos locais em que aplicativos e serviços são compostos na IU; a composição é o caso mais geral de serviços sendo reutilizados, mas ambos são facilmente suportados na programação da Web 2.0. Fim dos ciclos de lançamento e implantação de software Os conceitos que dão suporte à Web 2.0 revelam um novo equilíbrio entre controle/facilidade administrativa de sistemas centralizados e flexibilidade/capacitação do usuário com relação aos sistemas distribuídos. Por natureza, os aplicativos Web são implantados de modo centralizado e, assim, os serviços centralizados podem gerenciar aplicativos e desktops completos, automaticamente. O SaaS baseia-se nesse conceito para apresentar a idéia de entrega de software e serviços pela Internet. A Web 2.0 baseia-se no SaaS para apresentar serviços sociais e de conteúdo através do mecanismo de SaaS. Este uso do Saas pela Web 2.0 como metodologia de implantação e lançamento proporciona todas as vantagens bastante conhecidas do Saas: implantação simples, gerenciamento e administração minimizados e, provavelmente o mais importante, atualização ininterrupta. Assim, uma das características mais desejadas da Web 2.0 (e do Saas) é o conceito de que o sistema está em constante atualização e aprimoramento, quase sempre em tempo real, respondendo às solicitações do usuário. Obviamente, o problema desta condição de "beta perpétuo" que a comunidade da Web 2.0 ainda precisa compreender é o que acontece aos aplicativos ou serviços de downstream/offline quando os serviços ou dados fornecidos por um aplicativo da Web 2.0 dos quais passaram a depender, desaparecem ou sofrem alterações. A Web que lê e escreve A segunda área importante da Web 2.0 é o enfoque nos dados e no conteúdo, particularmente a capacidade de as pessoas criarem e interagirem com conteúdo complexo, em lugar de apenas consumi-lo. Se a Internet original fornecia acesso de leitura de dados, a Web 2.0 trata, sobretudo, de proporcionar acesso de leitura e escrita a dados de qualquer origem. Esta capacidade que permite a qualquer pessoa criar material publicável motivou uma explosão de disponibilidade de conteúdo, vindo de todos os lados (com todos os tipos de qualidade) e, ao mesmo tempo, criou todo um conjunto novo de questões sobre vandalismo, propriedade intelectual e integridade de dados. Como a disponibilidade de banda larga para o usuário final aumenta continuamente, a riqueza de conteúdo que pode ser enviada pela Internet também aumenta. A questão da Internet original era sobretudo, texto; A Web 2.0 começou com música e imagens e passou para voz e vídeo. Agora, TV e filmes são as áreas de conteúdo investigadas como parte da Web 2.0. Nesse tempo em que as pessoas e as organizações fizeram pesquisas, uploads e downloads de todos esses dados e conteúdo "explícitos" na Web, criaram, ao mesmo tempo, um vasto volume de dados implícitos sobre o que fazem e qual será o seu destino. Esses dados implícitos ou de informação de atenção da Web 2.0 podem ser utilizados para prever o comportamento futuro ou fornecer novos recursos baseados nessas informações de atenção. Assim é como trabalham os principais mecanismos de pesquisa: monitoram as consultas feitas pelas pessoas e utilizam esses dados para prever qual segmento apresentará melhor probabilidade no futuro. Por certo, a coleta, o armazenamento e o uso desses dados implícitos levanta questões instigantes sobre propriedade, privacidade e propriedade intelectual (IP), as quais ainda precisam ser analisadas de modo satisfatório.

5 Outra questão com o gigantesco volume de dados da Web é como localizar o que se procura e os meios de se navegar pelos dados. Os mecanismos de busca utilizam dados implícitos (ou avaliações de páginas) para localizar dados textuais, mas isso não funciona muito bem com imagens ou dados de áudio. Além disso, em muitos casos, o mecanismo de busca talvez não tenha informações contextuais suficientes para fornecer um resultado válido. Nesses casos, a marcação dos dados torna-se uma forma valiosa de ajudar na navegação pelos dados. Os aplicativos da Web 2.0 utilizam muito a marcação e as nuvens de tags (tag clouds) como forma de localizar e navegar através do vasto volume de dados disponível na Web. Os dados de marcação (tag data) tratam de dados sobre dados ou metadados e um dos principais problemas com dados e conteúdo na Web é aquele causado pela falta de normas para metadados e esquemas. É impossível cortar-colar algo tão simples como um endereço da Web porque não existe um formato-padrão para endereços. Precisamos entender os vários níveis de metadados e ter padrões para o que são os metadados para liberar dados na Web e, especialmente, para permitir que aplicativos combinem dados. Esta padronização de metadados na Web é o que a organização Microformats está tentando fornecer A Web social e colaborativa O terceiro elemento-chave dos sistemas Web 2.0 é o conceito de redes sociais, comunidade, colaboração e discussão. Naturalmente, as pessoas desejam se comunicar, compartilhar e discutir; essa comunicação é uma parte primordial do entendimento, do aprendizado e da criatividade. O elemento original que a Web 2.0 traz são as redes de comunicações sociais e comunitárias as quais, de modo geral, viabilizam-se pelos blogs, grupos de discussão e wikis. Na Web 2.0, a escala abrupta e o número de pessoas na Internet criam uma "arquitetura participativa" na qual a interação entre as pessoas cria informações e sistemas que ficam melhor na medida em que são mais usados e mais pessoas os utilizam. Esta canalização da inteligência coletiva cria sistemas que possuem mais e melhores informações do que qualquer pessoa poderia gerar: oferece a "sabedoria das multidões". Existem vários tipos de colaboração que podem ocorrer nos sistemas Web 2.0: baseadas em conteúdo. As pessoas se reúnem e colaboram à volta de uma notícia ou conteúdo, tipicamente em um blog ou ambiente tipo "espaço"; baseadas em grupos. As pessoas se reúnem à volta de uma idéia ou interesse, como um passa-tempo, discutindo-o em fóruns; baseadas em projetos. As pessoas trabalham juntas em uma tarefa ou projeto comum, como um projeto de desenvolvimento, um livro ou até mesmo algo tão grande como uma enciclopédia, utilizando wikis. Os três tipos de colaboração são compatíveis com sistemas Web 2.0. Web 2.0 na empresa As organizações de todos os tipos e portes, das iniciantes às empresas citadas pela Fortune 100 e de todos os setores verticais, têm presenciado o crescimento dos sites sociais e comunitários da Web nos espaços de consumidores como MySpace, YouTube e o dilúvio dos sites da Web 2.0. As empresas testemunharam os movimentos dos principais participantes da Web como Amazon, ebay, Live, Google e Yahoo para incluir elementos sociais e comunitários, assim como o interesse e a demanda que isso criou. No momento, estão ativamente investigando e, em muitos casos, construindo novos portais baseados em comunidades e negócios para suas próprias organizações: a Web 2.0 está entrando na empresa. As organizações estão interessadas em usar as técnicas de Web 2.0 em duas áreas, principalmente: dentro da organização, para aprimorar a eficiência e a produtividade, e da organização para os clientes, para aprimorar a receita e a satisfação do cliente. O uso da Web 2.0 no âmbito das organizações denomina-se Enterprise 2.0 e, provavelmente, esta será a primeira área que usará a Web 2.0. O uso da Web 2.0 pelas empresas para fazer a interface

6 com seus clientes e consumidores é similar à atividade B2C (do negócio para o cliente) mas com um enfoque social e comunitário e, por isso, denomina-se B2C 2.0 (do negócio para a comunidade). O interesse neste uso da "comunidade como um cliente" cresce rapidamente. Enterprise 2.0 A Enterprise 2.0 ou Web 2.0 na empresa é um termo cunhado pelo Professor MacAfee da Harvard Business School, em 2006, para descrever o uso das técnicas da Web 2.0 no âmbito da organização, com o intuito de aprimorar a produtividade e a eficiência. Pela adoção das técnicas da Web 2.0, os information workers, como suas contrapartes consumidoras, podem controlar suas próprias experiências de usuário com menos orientação do pessoal de TI e assim, criar para eles mesmos um ambiente de trabalho mais intuitivo e eficiente. O resultado final é produtividade, moral e satisfação aprimorados para a o information worker. Entendidos e implantados de modo adequado, as tecnologias, os métodos e os padrões da Web 2.0 podem ser usados na empresa para um grande efeito, estimulando toda produtividade e eficiência globais da organização. Nesta seção, analisamos alguns dos elementos da Web 2.0 que possibilitam isso. Rica experiência do usuário Proporcionar aos usuários uma experiência única para todas as suas necessidades aumenta a produtividade, minimiza os custos de treinamento e incentiva adoção e uso mais intensos. Isso inclui o acesso às informações e aos aplicativos, quer conectados ou desconectados, utilizando um dispositivo móvel ou laptop ou, ainda, quer estejam usando um thin ou smart client. O suporte à rica experiência do usuário fornecido pelo Ajax e pelos subsistemas gráficos, como o Silverlight, permitem a rica experiência do usuário esperada pelas pessoas dos sistemas atuais. Modelos leves de programação Um dos princípios da Web 2.0 é o conceito dos aplicativos criados pelo usuário ou mashups de aplicativos gerados pelo usuário, com modelos leves de programação. Estes prometem uma mudança dramática dos gargalos e restrições associados aos aplicativos gerados por TI. Com as técnicas da Web 2.0, os usuários podem facilmente criar aplicativos específicos para suas próprias necessidades. Entretanto, muitas estratégias atuais de aplicativos compostos deixam a desejar, concentrando-se em aplicativos que apenas fazem o refaceamento de uma IU do Ajax e deixando de fornecer a verdadeira capacitação do usuário. Para capitalizar a oportunidade do aplicativo dirigido ao usuário, as empresas precisam fornecer departamentos e usuários com um ambiente gerenciado e ferramentas familiares que lhes permitam, facilmente, personalizar ou criar soluções e espaços de trabalho próprios. Fim dos ciclos de lançamento e implantação de software O uso subjacente da Internet como uma plataforma na Web 2.0 permite a distribuição simples, rápida e flexível de aplicativos e dados em toda a organização, tirando o usuário dos ciclos de atualização de TI, fixos e inflexíveis, e permitindo um novo nível de suporte organizacional e de capacidade de resposta para o usuário. A Web que lê e escreve Dados e documentos são críticos para qualquer organização e os sistemas baseados em serviços, como a Web 2.0, permitem criar, modificar e trocar dados e documentos com complexidade bastante reduzida e facilidade de uso aprimorada. A provisão de dados, o gerenciamento de conteúdo e os sistemas colaborativos que podem suportar as técnicas social e de formato do rico conteúdo da Web 2.0 são críticos para o uso da Web que lê e escreve na empresa.

7 Web colaborativa As empresas com bancos de dados de grande porte de funcionários, parceiros e clientes há muito conhecem o valor do conhecimento que reside nas mentes dos funcionários, nos bancos de dados e nos documentos não estruturados encontrados em toda a organização. No passado, tentativas de coletar essas informações nos sistemas de gestão de conhecimento foram feitas, com vários níveis de sucesso, mas as tecnologias da Web 2.0, como blogs, wikis e o empenho da empresa em descobrir pessoas e dados poderão facilitar a gestão de conhecimento e fornecer uma nova plataforma de colaboração para tarefas complexas e criativas. Entretanto, deve-se notar que a verdadeira barreira para a gestão do conhecimento ergue-se nas organizações à volta das questões sociais e de valor e não das técnicas; essas barreiras não são abordadas pelas tecnologias da Web 2.0 e, assim, não fica claro se a Web 2.0 possibilitará a gestão bem-sucedida do conhecimento nas organizações. Concluindo, muitas técnicas da Web 2.0 podem ser usadas nas organizações, em áreas como a do desenvolvimento rápido de aplicativos utilizando mashups e gestão de conhecimento baseado em blogs e wikis. B2C 2.0 (do negócio para a comunidade) Pelas perspectivas organizacional e de receitas, as áreas empresariais que têm o maior impacto em potencial para uso da Web 2.0 são as que fazem interface com o cliente; é possível dizer que a totalidade dos contatos com o cliente, as vendas e o ciclo CRM estarão modificados com o uso das técnicas da Web 2.0. Em marketing, a oportunidade de fornecer mídia rica e interativa, além da interatividade mais próxima do cliente por meio de wikis e blogs, oferecerá novas formas de contato e sedução para clientes prospectivos. Em vendas, o uso de dispositivos agentes de formas novas, como celulares, para interagir com o cliente durante todo o processo de venda é outra área importante para novos desenvolvimentos. No atendimento ao cliente, o uso de especialistas da comunidade para ajudar na resolução de problemas por meio de grupos de discussão, cria modelos de suporte totalmente novos. As razões para tal interesse são: receita e crescimento - Novos fluxos de receitas podem ser construídos e esses fluxos podem apresentar um aumento por meio da integração social e comunitária. Especificamente, o conteúdo do custo dos últimos cinco anos revelou o interesse do lado do negócio em crescimento e receita baseados na inovação. O rápido crescimento e a inovação do espaço da Web 2.0 são vistos como algo que as empresas desejam imitar; economias de escala baseadas na Web - As empresas percebem que podem cortar radicalmente o custo com bens de capital e recursos humanos, utilizando um modelo de entrega baseado na Web para as comunidades e os seus clientes. As empresas B2C 2.0 têm planos para dar suporte a dezenas de milhares de clientes, com apenas algumas centenas de funcionários; modelos de contratação flexível - O uso de pessoal contratado e temporário para a entrega permite flexibilidade e agilidade. O pessoal temporário e o contratado pode ser considerado uma outra comunidade especializada e pode ter o apoio das técnicas de Web 2.0, da mesma forma que os clientes; criação de comunidades como evangelismo e suporte - Os clientes são o que de melhor tem um negócio em organização de vendas, marketing, suporte e desenvolvimento. A criação de comunidades terceiriza, efetivamente, esses centros de custo, a custo zero. Na verdade, com a inclusão de publicidade dirigida para a comunidade, muitos dos atuais centros de custo podem tornar-se centros de lucro; vantagem do líder da comunidade - A dinâmica da comunidade é tal que a primeira, bem-sucedida, será, de longe, a mais poderosa; e a organização proprietária dessa comunidade controla o espaço. Se os concorrentes da organização forem os primeiros no espaço da comunidade, terão vantagem competitiva muito significativa. Existem cinco áreas nas quais as técnicas da Web 2.0 podem ser utilizadas no trabalho com comunidades de clientes para viabilizar o B2C 2.0, conforme descrito abaixo.

8 Inovação e desenvolvimento de novos produtos Um grande percentual de inovações e idéias para novos produtos nas organizações advém de fornecedores e clientes e não de pesquisa interna e organizações de desenvolvimento. Essas idéias para novos produtos geradas pelos clientes têm maior probabilidade de serem bemsucedidas pois vieram dos usuários finais do produto. Obviamente, as organizações que podem construir um sistema que extrai essas idéias pode obter benefícios significativos. O uso de comunidades de clientes e fornecedores baseadas na Web 2.0, como fóruns e grupos de discussão de idéias e incubação de novos produtos, representa uma técnica poderosa para coletar idéias de modo simples e econômico. Muitas organizações estão efetivamente estudando o uso de fóruns comunitários e grupos de discussão no processo de desenvolvimento de produtos. Um benefício adicional deste desenvolvimento de novos produtos baseado na comunidade é que os clientes conseguem ter um entendimento melhor do produto ou serviço entregue quando estão envolvidos nos respectivos processos de gestação e, dessa forma, a sua percepção do produto será significativamente aprimorada. Marketing Certamente, a aplicação mais conhecida das técnicas da Web 2.0 nas organizações está nos departamentos de marketing como marketing viral. São muitos os exemplos de comunidade e conteúdo complexo, como o vídeo, usado para gerar e disseminar novidades sobre produtos e serviços. Existem dois elementos para este marketing viral: geração do interesse inicial e, em seguida, a disseminação viral. A geração do interesse inicial é melhor realizada utilizando imagem, vídeo e filmes inovadores; não é difícil registrar-se milhões de downloads de um vídeo criativo após poucas horas ou dias do lançamento e o interesse contínuo em um produto pode ser sustentado pela inclusão de um elemento informativo ou explicativo do conteúdo. A disseminação desse material é feita pela comunidade da Internet utilizando, quase sempre, mensagens instantâneas, ou fóruns comunitários. Novamente, essa disseminação pode ser muito rápida e abundante. O vídeo cativante de um produto ou serviço novo pode ser transmitido a milhões de pessoas em horas e aparecer em mídia comercial, como TV ou jornal, em dias. Contudo, existem algumas limitações sobre o marketing viral: em primeiro lugar, o públicoalvo precisa ser bem compreendido e, mesmo assim, o material talvez não desperte o interesse da comunidade. Em segundo lugar, as organizações não podem controlar a disseminação ou o uso dos materiais; o uso de técnicas de marketing viral pela comunidade de formas imprevistas é bem documentado e pode criar problemas significativos para uma organização. Vendas Em geral, o custo de vendas representa uma parte significativa de todo o custo de um produto ou serviço. Em uma organização B2C 2.0, a comunidade age como um vendedor e, assim, o custo de vendas fica acentuadamente reduzido e, em muitos casos, chega a zero. Os próprios clientes agem como representantes e vendedores da organização. Não há necessidade de grande pressão, nem de uma organização de vendas de alto custo nos negócios baseados na comunidade; em muitos casos, é contraproducente e, na verdade, vai obstruir as vendas. Suporte O suporte é a segunda área mais conhecida para o uso das técnicas da Web 2.0. Primeiramente, as organizações usam as técnicas de mensagens instantâneas e de bate-papo para suporte em tempo real para os produtos. Depois, o uso de captura de imagem e vídeo

9 para comunicação e resolução de problemas. O uso de especialistas de produtos baseados em comunidade e grupos de discussão de auto-ajuda é a terceira e mais importante área: a autoajuda tem funcionado muito bem em comunidades e é um meio de fornecer suporte de alta qualidade e de custo muito baixo. Contudo, como acontece com a maioria dos sistemas baseados em sociedade, a mecânica real desses grupos de auto-ajuda não é simples e exige raciocínio e especialização. Treinamento e educação Provavelmente, o treinamento e a educação são os usos menos explorados da Web 2.0 na empresa. A disponibilidade de imagem e vídeo de alta qualidade oferece um custo muito baixo e uma forma simples de proporcionar treinamento e materiais de demonstração. Esse conteúdo rico, quando integrado aos especialistas do tema na comunidade e nos grupos de discussão ativos oferece um ambiente de treinamento e educação poderoso e simples. Embora atualmente tenha havido relativamente pouca atividade na área de treinamento e educação, esta sem dúvida crescerá muito no futuro. As organizações estão aprendendo a ver seus clientes e funcionários como comunidades com as quais mantêm relações online e offline em um ciclo multifacetado de vendas baseado na comunidade: uma loja especializada de varejo pode realizar uma palestra, proferida por um especialista nacional, que cria uma comunidade online à volta de um tópico de interesse, moderado por esse especialista. Como parte da discussão online, os membros da comunidade visitam a loja para conhecer itens de interesse específico e, em seguida, fazem o pedido desses itens online, no âmbito de um esquema de prêmios da comunidade. Conclusão Resumindo, hoje em dia, as áreas da Web 2.0 de comunidade e conteúdo complexo estão sendo utilizadas com sucesso pelas organizações, internamente para captura de conhecimento e reutilização e, externamente para criar comunidades de clientes. Embora grande parte do atual interesse esteja na captura de conhecimento e reutilização, ainda há problemas significativos, culturais e sociais, para a implementação bem-sucedida desses sistemas, os quais não são resolvidos pelas técnicas da Web 2.0. A área menos explorada do uso das comunidades de clientes traz uma promessa muito maior para a organização, mas também traz riscos próprios concomitantes sobre IP e vandalismo, os quais precisam ser discutidos. No geral, o uso das técnicas da Web 2.0 na empresa promete ter efeitos profundos e extensos sobre como as organizações trabalham, interna e externamente, criando formas poderosas e completamente novas para a movimentação, as vendas e o suporte aos clientes como comunidades.

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Questão em foco: Colaboração de produto 2.0. Uso de técnicas de computação social para criar redes sociais corporativas

Questão em foco: Colaboração de produto 2.0. Uso de técnicas de computação social para criar redes sociais corporativas Questão em foco: Colaboração de produto 2.0 Uso de técnicas de computação social para criar redes sociais corporativas Tech-Clarity, Inc. 2009 Sumário Sumário... 2 Introdução à questão... 3 O futuro da

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar os princípios que se destacam como características da Web 2.0. INTRODUÇÃO

Leia mais

Web 2.0. Amanda Ponce Armelin RA 052202

Web 2.0. Amanda Ponce Armelin RA 052202 Amanda Ponce Armelin RA 052202 Americana, 2007 Tópicos Introdução Web 1.0 Definição Comparativo Web1.0 x Web2.0 Web 3.0 Definição Conclusão Definição Principais características Discórdia Termos Essenciais

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar o que é uma Aplicação Rica para Internet Contextualizar tais aplicações na Web e os desafios

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

Acelere o valor da computação em nuvem com a IBM

Acelere o valor da computação em nuvem com a IBM Acelere o valor da computação em nuvem com a IBM Obtenha soluções em nuvem comprovadas para as suas prioridades mais urgentes Destaques da solução Saiba sobre os benefícios mais comuns de implementações

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Google Site Search Pesquisa de websites do Google para sua organização

Google Site Search Pesquisa de websites do Google para sua organização Google Site Search Folha de dados Google Site Search Pesquisa de websites do Google para sua organização Google Site Search Para mais informações, visite: http://www.google.com/enterprise/search/ Quais

Leia mais

Plataforma Sharp OSA VAÇÃO

Plataforma Sharp OSA VAÇÃO Plataforma Sharp OSA VAÇÃO A plataforma Sharp OSA abre sua MFP para se tornar um portal personalizado, localizado estrategicamente dentro do seu negócio. Associado a um amplo potencial de desenvolvimento

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Redesenhando a forma como empresas operam e envolvem seus clientes e colaboradores no mundo digital. Comece > Você pode construir de fato uma

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding Unindo a estratégia às operações com sucesso Visão Geral O Scorecarding oferece uma abordagem comprovada para comunicar a estratégia de negócios por toda a

Leia mais

APRESENTAÇÃO COMERCIAL. www.docpix.net

APRESENTAÇÃO COMERCIAL. www.docpix.net APRESENTAÇÃO COMERCIAL www.docpix.net QUEM SOMOS Somos uma agência digital full service, especializada em desenvolvimento web, de softwares e marketing online. A Docpix existe desde 2010 e foi criada com

Leia mais

O poder da colaboração e da comunicação baseadas na Nuvem

O poder da colaboração e da comunicação baseadas na Nuvem O poder da colaboração e da comunicação baseadas na Nuvem O Microsoft Office 365 é a suíte de Produtividade da Microsoft, que oferece as vantagens da Nuvem a empresas de todos os tamanhos, ajudando-as

Leia mais

acesse: vouclicar.com

acesse: vouclicar.com Transforme como sua empresa faz negócios, com o Office 365. Vouclicar.com A TI chegou para as pequenas e médias empresas A tecnologia é hoje o diferencial competitivo que torna a gestão mais eficiente,

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

O QUE FAZEMOS MISSÃO VISÃO QUEM SOMOS

O QUE FAZEMOS MISSÃO VISÃO QUEM SOMOS O QUE FAZEMOS Provemos consultoria nas áreas de comunicação online, especializados em sites focados na gestão de conteúdo, sincronização de documentos, planilhas e contatos online, sempre integrados com

Leia mais

Escola Politécnica da USP MBA EPUSP em Gestão e Engenharia do Produto EP-018 O Produto Internet e suas Aplicações Professor: Márcio Lobo Netto Aluno:

Escola Politécnica da USP MBA EPUSP em Gestão e Engenharia do Produto EP-018 O Produto Internet e suas Aplicações Professor: Márcio Lobo Netto Aluno: Escola Politécnica da USP MBA EPUSP em Gestão e Engenharia do Produto EP-018 O Produto Internet e suas Aplicações Professor: Márcio Lobo Netto Aluno: Giovanni Pietro Vallone Cocco Portais Corporativos

Leia mais

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One.

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Neste tópico, responderemos à pergunta: O que é o Business One? Definiremos o SAP Business One e discutiremos as opções e as plataformas disponíveis para executar

Leia mais

A Intel espera uma redução de 20% nos custos de audioconferências com solução de comunicações unificadas

A Intel espera uma redução de 20% nos custos de audioconferências com solução de comunicações unificadas Microsoft Office System Estudo de caso da solução do cliente A espera uma redução de 20% nos custos de audioconferências com solução de comunicações unificadas Visão geral País ou região: Estados Unidos

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

A confluência dos vídeos e a Internet

A confluência dos vídeos e a Internet WHITEPAPER A confluência dos vídeos e a Internet Por que sua empresa deveria investir em vídeos em 2013 e como a Construção Civil pode utilizar os vídeos como diferencial competitivo. 1 Saiba como os vídeos

Leia mais

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução Gestão do Conteúdo 1. Introdução Ser capaz de fornecer informações a qualquer momento, lugar ou através de qualquer método e ser capaz de fazê-lo de uma forma econômica e rápida está se tornando uma exigência

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

NCR CONNECTIONS. CxBanking

NCR CONNECTIONS. CxBanking CxBanking NCR CONNECTIONS Nossa soluc a o multicanal permite aos bancos implementar rapidamente servic os empresariais personalizados em canais fi sicos e digitais. Um guia de soluções da NCR Visão geral

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Informação no contexto administrativo Graduação em Redes de Computadores Prof. Rodrigo W. Fonseca SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA PELOTAS >SistemasdeInformação SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Maio de 2010 Conteúdo Introdução...4 Principais conclusões...5 Dados adicionais da pesquisa...14 Nossas ofertas de serviços em mídias sociais...21

Leia mais

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 A capacidade dos portais corporativos em capturar, organizar e compartilhar informação e conhecimento explícito é interessante especialmente para empresas intensivas

Leia mais

Seu dia é mais inteligente

Seu dia é mais inteligente Seu dia é mais inteligente O 2007 Microsoft Office system é uma plataforma de soluções inteligentes para tarefas operacionais, estratégicas e organizacionais. O conjunto de aplicativos e servidores e a

Leia mais

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Janeiro de 2011 p2 Usuários comerciais e organizações precisam

Leia mais

CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management Version 2.0

CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management Version 2.0 FOLHA DO PRODUTO CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management Version 2.0 Simplifique e otimize seu DB2 para tarefas de gerenciamento de carga de trabalho

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Janeiro 2011 Exclusivamente para empresas de médio porte Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Relatório para o Brasil Panorama global: Pesquisa com 2.112 líderes do mercado de

Leia mais

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 FSI capítulo 2 Referências bibliográficas: Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010 Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 Porter M., Competitive

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 9 Telecomunicações e Rede Interconectando a Empresa Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob

Leia mais

Intranets e Capital Intelectual

Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual As mídias sociais ultrapassaram os limites da vida privada. Os profissionais são 2.0 antes, durante e depois do expediente. É possível estabelecer

Leia mais

Introdução. O que é Serviços de Terminal

Introdução. O que é Serviços de Terminal Introdução Microsoft Terminal Services e Citrix MetaFrame tornaram-se a indústria padrões para fornecer acesso de cliente thin para rede de área local (LAN), com base aplicações. Com o lançamento do MAS

Leia mais

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services - Windows SharePoint Services... Page 1 of 11 Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Ocultar tudo O Microsoft Windows

Leia mais

Software as a Service aka SaaS Qual é o impacto disto no mercado de software?

Software as a Service aka SaaS Qual é o impacto disto no mercado de software? Software as a Service aka SaaS Qual é o impacto disto no mercado de software? Por Roberto Carlos Mayer Roberto Carlos Mayer Diretor da MBI (desde 1990) Mestre em Ciência da Computação (IME USP) e exprofessor

Leia mais

Um White Paper da Websense Web Security Gateway: A Web 2.0 Protegida e Simplificada

Um White Paper da Websense Web Security Gateway: A Web 2.0 Protegida e Simplificada Um White Paper da Websense Web Security Gateway: A Web 2.0 Protegida e Simplificada Visão Geral do Mercado Embora o uso dos produtos da Web 2.0 esteja crescendo rapidamente, seu impacto integral sobre

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Prof a.:lillian Alvares Fóruns óu s/ Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias

Leia mais

Adapte. Envolva. Capacite.

Adapte. Envolva. Capacite. Adapte. Envolva. Capacite. Ganhe produtividade em um Ambiente de trabalho digital #DigitalMeetsWork Os benefícios de um ambiente de trabalho digital têm impacto na competitividade do negócio. Empresas

Leia mais

COMERCIAL/ MARKETING

COMERCIAL/ MARKETING COMERCIAL/ MARKETING Os investimentos específicos na sua área em 2012 vs? (%) - RU Vão crescer 42 54 Média: + 4,06% Permanecer estáveis 45 5 Terão redução 1 5 2010 (%) - RU A principal estratégia comercial/

Leia mais

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa Como implementar Social Media na empresa 1 As razões: Empresas ainda desconhecem benefícios do uso de redes sociais Das 2,1 mil empresas ouvidas em estudo do SAS Institute e da Harvard Business Review,

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB

Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Iniciativa para Identificação de Oportunidades Tecnológicas para o Desenvolvimento da Internet do Futuro. Tania Regina Tronco

Iniciativa para Identificação de Oportunidades Tecnológicas para o Desenvolvimento da Internet do Futuro. Tania Regina Tronco Iniciativa para Identificação de Oportunidades Tecnológicas para o Desenvolvimento da Internet do Futuro Tania Regina Tronco Data: 15/04/2009 Motivadores A evolução da Internet causará um forte impacto

Leia mais

Gestão em Sistemas de Informação. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br

Gestão em Sistemas de Informação. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br Gestão em Sistemas de Informação Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br Gestão em Sistemas de Informação Cloud Computing (Computação nas Nuvens) 2 Cloud Computing Vocês

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

Transformação do Agile ajuda a IBM Software a economizar 300 milhões de dólares

Transformação do Agile ajuda a IBM Software a economizar 300 milhões de dólares Transformação do Agile ajuda a IBM Software a economizar 300 milhões de dólares IBM Rational software possibilita práticas Agile e reutilização mais ampla de ativos Visão geral A necessidade IBM Software

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. O que é a nova infra-estrutura informação (TI) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura

Leia mais

Desenvolvimento de Sites. Subtítulo

Desenvolvimento de Sites. Subtítulo Desenvolvimento de Sites Subtítulo Sobre a APTECH A Aptech é uma instituição global, modelo em capacitação profissional, que dispõe de diversos cursos com objetivo de preparar seus alunos para carreiras

Leia mais

Novell Vibe 4.0. Março de 2015. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos

Novell Vibe 4.0. Março de 2015. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos Novell Vibe 4.0 Março de 2015 Inicialização Rápida Quando você começa a usar o Novell Vibe, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho de equipe.

Leia mais

PARA QUE SERVE O CRM?

PARA QUE SERVE O CRM? Neste mês, nós aqui da Wiki fomos convidados para dar uma entrevista para uma publicação de grande referência no setor de varejo, então resolvemos transcrever parte da entrevista e apresentar as 09 coisas

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

Rua Serra dos Carajás, 84, Indaiatuba, SP Celular: 19-9.9269-7334 Email: heverson.gomes@hcconsys.com.br www.hcconsys.com.br skype: heverson.

Rua Serra dos Carajás, 84, Indaiatuba, SP Celular: 19-9.9269-7334 Email: heverson.gomes@hcconsys.com.br www.hcconsys.com.br skype: heverson. Rua Serra dos Carajás, 84, Indaiatuba, SP Celular: 19-9.9269-7334 Email: heverson.gomes@hcconsys.com.br www.hcconsys.com.br skype: heverson.gomes Apresenta!!! 1. A Empresa A HCCONSYS com o intuito de ser

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Novell Teaming 2.0. Novell. 29 de julho de 2009. Início Rápido. Iniciando o Novell Teaming. Conhecendo a interface do Novell Teaming e seus recursos

Novell Teaming 2.0. Novell. 29 de julho de 2009. Início Rápido. Iniciando o Novell Teaming. Conhecendo a interface do Novell Teaming e seus recursos Novell Teaming 2.0 29 de julho de 2009 Novell Início Rápido Quando você começa a usar o Novell Teaming, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

A sociedade conectada: smartphone e tablet banking

A sociedade conectada: smartphone e tablet banking Perspectivas, impactos e desafios Nilton Omura (nilton.omura@br.ey.com) Abril, 2012 As condições estruturais para viabilizar a massificação de smartphones e tablets no Brasil estão criadas, e irão transformar

Leia mais

Universidade Utiliza Virtualização para Criar Data Center Com Melhor Custo-Benefício e Desempenho

Universidade Utiliza Virtualização para Criar Data Center Com Melhor Custo-Benefício e Desempenho Virtualização Microsoft: Data Center a Estação de Trabalho Estudo de Caso de Solução para Cliente Universidade Utiliza Virtualização para Criar Data Center Com Melhor Custo-Benefício e Desempenho Visão

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 4.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 4.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 4.1 4 OBJETIVOS OBJETIVOS A EMPRESA DIGITAL: COMÉRCIO E NEGÓCIOS ELETRÔNICOS Como a tecnologia de Internet mudou propostas de valor e modelos de negócios

Leia mais

Principais diferenciais do Office 365

Principais diferenciais do Office 365 Guia de compras O que é? é um pacote de soluções composto por software e serviços, conectados à nuvem, que fornece total mobilidade e flexibilidade para o negócio. Acessível de qualquer dispositivo e qualquer

Leia mais

Semântica para Sharepoint. Busca semântica utilizando ontologias

Semântica para Sharepoint. Busca semântica utilizando ontologias Semântica para Sharepoint Busca semântica utilizando ontologias Índice 1 Introdução... 2 2 Arquitetura... 3 3 Componentes do Produto... 4 3.1 OntoBroker... 4 3.2 OntoStudio... 4 3.3 SemanticCore para SharePoint...

Leia mais

Ferramentas de informações e comunicações e as interações possíveis Tecnologias populares para uma Educação à Distância mais Popular.

Ferramentas de informações e comunicações e as interações possíveis Tecnologias populares para uma Educação à Distância mais Popular. Trabalha de Conclusão do Curso Educação a Distância : Um Novo Olhar Para a Educação - Formação de Professores/Tutores em EaD pelo Portal Somática Educar Ferramentas de informações e comunicações e as interações

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

2 Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web

2 Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web 13 2 Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web 2.1. Páginas, Sites e Outras Terminologias É importante distinguir uma página de um site.

Leia mais

Gestão do Conhecimento Case Documentar

Gestão do Conhecimento Case Documentar Gestão do Conhecimento Case Documentar GESTÃO DO CONHECIMENTO CASE DOCUMENTAR Empresa: Documentar Tecnologia e Informação Localização: R. Barão de Macaúbas 460 20º Andar Santo Antônio BH/MG Segmento: Tecnologia,

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Fóruns Comunidades de Prática Mapeamento do Conhecimento Portal Intranet Extranet Banco de Competências Memória Organizacional

Leia mais

Uma solução de desempenho para a distribuição de documentos: Habilitando a distribuição de documentos em tempo real para corporações globais

Uma solução de desempenho para a distribuição de documentos: Habilitando a distribuição de documentos em tempo real para corporações globais Uma solução de desempenho para a distribuição de documentos: Habilitando a distribuição de documentos em tempo real para corporações globais Visão Geral Desafio Hoje, os aplicativos da web são um tremendo

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI Elaborado e adaptado por: Prof.Mestra Rosimeire Ayres Sistemas Colaborativos Empresariais (ECS) Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar

Leia mais

Google Site Search Pesquisa de Websites Google para a sua Entidade

Google Site Search Pesquisa de Websites Google para a sua Entidade Google Site Search Folha de Dados Google Site Search Pesquisa de Websites Google para a sua Entidade google site search para obter mais informações, aceda a: http://www.google.com/enterprise/search/ o

Leia mais

Novell Vibe 3.4. Novell. 1º de julho de 2013. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos

Novell Vibe 3.4. Novell. 1º de julho de 2013. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos Novell Vibe 3.4 1º de julho de 2013 Novell Inicialização Rápida Quando você começa a usar o Novell Vibe, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação.

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação. ANEXO 11 O MATRIZ Para o desenvolvimento de sites, objeto deste edital, a empresa contratada obrigatoriamente utilizará o framework MATRIZ desenvolvido pela PROCERGS e disponibilizado no início do trabalho.

Leia mais

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1 Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio slide 1 Objetivos de estudo Quais os principais componentes das redes de telecomunicações e quais as principais tecnologias de rede? Quais os principais

Leia mais

MARKETING DIGITAL E E-BUSINESS AULA III ESTRATÉGIAS DO MARKETING DIGITAL PROF. M. SC. JOSUÉ VITOR MBA EM MARKETING ESTRATÉGICO

MARKETING DIGITAL E E-BUSINESS AULA III ESTRATÉGIAS DO MARKETING DIGITAL PROF. M. SC. JOSUÉ VITOR MBA EM MARKETING ESTRATÉGICO MBA EM MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING DIGITAL E E-BUSINESS AULA III ESTRATÉGIAS DO MARKETING DIGITAL PROF. M. SC. JOSUÉ VITOR josuevitor16@gmail.com @josuevitor Marketing Digital Como usar a internet

Leia mais

1. Apresentação. 1.1. Conexão Digital para o Desenvolvimento Social. 1.2. Engajamento na Iniciativa

1. Apresentação. 1.1. Conexão Digital para o Desenvolvimento Social. 1.2. Engajamento na Iniciativa 1. Apresentação 1.1. Conexão Digital para o Desenvolvimento Social A conexão Digital para o Desenvolvimento Social é uma iniciativa que abrange uma série de atividades desenvolvidas por ONGs em colaboração

Leia mais

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS REFLEXÕES PEDAGÓGICAS A forma como trabalhamos, colaboramos e nos comunicamos está evoluindo à medida que as fronteiras entre os povos se tornam mais diluídas e a globalização aumenta. Essa tendência está

Leia mais

O que procurar em um aplicativo de Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente (CRM) para pequenas empresas

O que procurar em um aplicativo de Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente (CRM) para pequenas empresas 1 O que procurar em um aplicativo de Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente (CRM) para pequenas empresas O Excel já não basta. Usar o seu sistema de e-mail para acompanhar os seus clientes é complicado

Leia mais

ALGUNS DADOS DA INTERNET NO BRASIL. (11) 3522-5338 - www.cvsweb.com.br comercial@cvsweb.com.br

ALGUNS DADOS DA INTERNET NO BRASIL. (11) 3522-5338 - www.cvsweb.com.br comercial@cvsweb.com.br ALGUNS DADOS DA INTERNET NO BRASIL 2 + 67.500.000 + 67,5 MILHÕES DE INTERNAUTAS NO BRASIL FONTE: IBOPE/NIELSEN 58.290.000 58,2 MILHOES DE INTERNAUTAS NO BRASIL ACESSAM A INTERNET SEMANALMENTE -87% FONTE:

Leia mais

Prof. Cláudio Conceitos e-commerce PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Prof. Cláudio Conceitos e-commerce PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Cláudio Conceitos e-commerce PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Intranet e Extranet Rede privada baseada na mesma tecnologia utilizada na internet, sendo sua única diferença o objetivo por trás

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Solução completa de gerenciamento online de embalagens

Solução completa de gerenciamento online de embalagens Solução completa de gerenciamento online de embalagens WebCenter O WebCenter é uma poderosa plataforma baseada na web para gerenciamento de embalagens que administra seu processo de negócios e aprova ciclos

Leia mais

Sistemas Colaborativos Simulado

Sistemas Colaborativos Simulado Verdadeiro ou Falso Sistemas Colaborativos Simulado 1. Todos os tipos de organizações estão se unindo a empresas de tecnologia na implementação de uma ampla classe de usos de redes intranet. Algumas das

Leia mais

Faça com que o CRM trabalhe da mesma maneira que o seu pessoal de vendas

Faça com que o CRM trabalhe da mesma maneira que o seu pessoal de vendas Faça com que o CRM trabalhe da mesma maneira que o seu pessoal de vendas APROVEITE AS TECNOLOGIAS DE HOJE PARA MAXIMIZAR A ADOÇÃO POR PARTE DOS USUÁRIOS Para os profissionais de venda, o tempo nunca havia

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas.

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Autoatendimento Digital Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Oferece aos clientes as repostas que buscam, e a você,

Leia mais

// Questões para estudo

// Questões para estudo // Questões para estudo 2 // Ferramentas Básicas de Internet e Web 2.0 1. Sobre a internet, marque a opção correta: A) A internet poder ser definida como uma rede mundial, composta por mihões e milhões

Leia mais

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online Page 1 of 5 Windows SharePoint Services Introdução a listas Ocultar tudo Uma lista é um conjunto de informações que você compartilha com membros da equipe. Por exemplo, você pode criar uma folha de inscrição

Leia mais