APOSENTADORIA ESPECIAL UMA CONQUISTA DO TRABALHADOR

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1 APOSENTADORIA ESPECIAL UMA CONQUISTA DO TRABALHADOR

2 Fundação ANFIP de Estudos da Seguridade Social Conselho Curador Presidente - Ovídio Palmeira Filho Secretário - Pedro Dittrich Junior Membros Marcelo Oliveira Rodolfo F. dos Santos Luiz Mendes Bezerra Miguel Arcanjo Simas Rozinete Bissoli Guerini Diretoria executiva Diretor Presidente -Floriano José Martins Diretor Administrativo -Gláucio Diniz de Souza Diretora financeira - Ana Lúcia Guimarães Silva Diretor de Planejamento e Projetos - Mario César M. Fernandez Diretor de Eventos e de Cursos - Valdir Moysés Simão Suplentes Diretorias executiva Márcio Humberto Gheller Rosana Escudero Almeida Conselho Fiscal Pedro Augusto Sanchez Adenei Piazza Dal Pont José Helio Pereira Suplente Jorge César Costa Ocenir Sanchez Colaboradores Rosânia costa Floriano José Martins

3 Apresentação A Fundação Anfip tem o prazer de oferecer a você trabalhador mais uma publicação com vistas a esclarecer os benefícios oferecidos pela Previdência social, em função de sua contribuição. Esperamos que o presente trabalho venha mostrar a você que a contribuição para previdência social representa um caminho para obtenção de seus direitos. No presente trabalho mostraremos como obter sua aposentadoria especial ou a conversão dos períodos de trabalho em condições especiais. Portanto, seja como empregado, avulso ou contribuinte individual (cooperado), contribuindo para a Previdência Social exija seus direitos, mas também, enquanto empregado fiscalize seu empregador, para que ele assine sua carteira de trabalho, repasse a contribuição descontada de sua remuneração e contribua para o custeio da aposentadoria especial. Boa leitura! Fundação Anfip

4 Introdução Quando instituída em 1960, a aposentadoria procurou recompensar o trabalhador pelo seu desgaste físico, ocorrido durante o exercício de sua atividade em condições de penosidade, periculosidade ou insalubridade. Seus critérios à época de sua instituição abrangiam pressupostos rigorosos, que exigiam 15 anos de contribuição à Previdência Social, 50 anos de idade, e o exercício da atividade durante pelo menos 15, 20 ou 25 anos, em serviços considerados penosos, insalubres ou perigosos. No decorrer de sua aplicação e pela necessidade de adequação da legislação previdenciária, os critérios foram sendo alterados, inclusive com a redução da exigência de 15 anos de contribuição para cinco anos e a exclusão do limite de idade, porém acrescentando-se como tempo de serviço o período de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez decorrentes do exercício dessas atividades, bem como o tempo de exercício de cargo de administração ou de representação sindical. Em 1980, com a instituição pela Lei nº 6.887, de , foi criada a conversão de tempo de serviço exercido alternadamente em atividades comuns e em atividades que fossem ou viessem a ser consideradas penosas, insalubres ou perigosas. Assim, passou-se a conceder aposentadorias POR CATEGORIA PROFISSIONAL, sem se observar se existiam as condições de penosidade, insalubridade ou periculosidade no exercício dos serviços. Houve, então, necessidade de se adequar novamente à legislação e tentou-se um ensaio, com a Lei nº 8.213, de , introduzindose o conceito de atividade profissional sujeito a condições especiais que prejudicassem a saúde ou a integridade física e remetendo-se a relação dessas atividades a lei específica. Em , a Lei nº 9.032, revigorou o conceito básico da aposentadoria especial, tornando-o mais rigoroso, pois o submete ao requisito da efetiva exposição a agentes nocivos prejudiciais à saúde e à integridade física e atribui à empresa co-responsabilidade. Várias outras adequações foram introduzidas e chegou-se ao custeio da aposentadoria especial, à vedação da conversão e novamente à conversão. A prosseguir nesses ajustes a aposentadoria especial tende à extinção, com a adequação do ambiente de trabalho e o exercício da atividade em condições salubres, meta que deve ser perseguida pelo 4

5 empregador e pelo trabalhador, já que a Previdência Social achou seu caminho quando instituiu a fonte de custeio. O presente trabalho abordará os vários passos da concessão da aposentadoria especial, inclusive o seu financiamento. Dada a complexidade do assunto espera-se que os leitores tenham muita compreensão, pois o objetivo é tão somente colaborar no debate do relevante tema. 5

6 Conceito de Aposentadoria Especial Benefício com características de prevenção É o benefício a que tem direito os segurados empregados, exceto domésticos, aos trabalhadores avulsos e aos cooperados (trabalho e produção) que tenham trabalhado em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física durante 15, 20 ou 25 anos, de acordo com o nível de exposição a agentes nocivos. Sugestão: O Regime Geral da Previdência Social, procura compensar o maior desgaste pessoal ou o risco a que são submetidos os segurados no ambiente de trabalho. Essa compensação ou reparação ocorre pela redução do tempo necessário para a aposentadoria, ou pela transformação do tempo de contribuição exercido em atividades especiais para tempo comum, aplicando-se o acréscimo compensatório em favor do segurado que mudar de atividade. A definição de Aposentadoria Especial contida na Lei 8.213/91, e a seguinte: A aposentadoria especial será devida, uma vez cumprida a carência exigida nesta Lei, ao segurado que tiver trabalhado sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, durante 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco anos, conforme dispuser a lei. 6

7 Financiamento As contribuições sociais são devidas pelas empresas e pelos segurados. As empresas contribuem também para financiar a aposentadoria especial, o que tem características preventivas e visa retirar o trabalhador dos ambientes nocivos nelas existentes, com antecipação de vários anos, e os benefícios por acidente do trabalho, com 1%, 2% ou 3%, conforme o grau de risco da respectiva atividade seja considerado leve, médio ou grave. Essa antecipação representa um custo social de natureza econômica, cuja fonte específica de financiamento inexistia e foi suprida pela Lei nº 9.732, de que instituiu um acréscimo a esses índices, de 12%, 9% ou 6%, respectivamente, se a atividade do segurado a serviço da empresa ensejar a obtenção de aposentadoria especial. Esse acréscimo incide exclusivamente sobre a remuneração do segurado sujeito a condições especiais que prejudiquem sua saúde ou integridade física. Tais acréscimos vieram corrigir uma grande distorção, uma vez que a aposentadoria especial enseja uma redução do tempo de contribuição em relação às demais aposentadorias, até então com as mesmas alíquotas de contribuição, e vinha sendo paga por toda a sociedade sem uma fonte específica de financiamento. Com a Lei nº 9.732/98 as empresas que geram (poderia ser a palavra expõem?)nocividade aos seus empregados, conforme previsto em lei, passaram a custear sozinhas as aposentadorias especiais mediante as alíquotas adicionais correspondentes ao grau de incidência dos riscos ambientais do trabalho. A quem é concedida A aposentadoria especial é devida ao segurado empregado, trabalhador avulso e contribuinte individual, este somente quando cooperado filiado a cooperativa de trabalho ou de produção, que tenha trabalhado durante quinze, vinte ou vinte e cinco anos, conforme o caso, sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. 7

8 --A concessão da aposentadoria especial dependerá de comprovação pelo segurado, perante o INSS, do tempo de trabalho permanente, não ocasional nem intermitente, exercido em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, durante o período mínimo fixado. --O segurado deverá comprovar a efetiva exposição aos agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, pelo período equivalente ao exigido para a concessão do benefício. --O trabalho exercido em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, com exposição a agentes nocivos de modo permanente, não ocasional nem intermitente, está tutelado pela Previdência Social mediante concessão da aposentadoria especial, constituindo-se em fato gerador de contribuição previdenciária para custeio deste benefício. Carência Sugestão: No caso da aposentadoria Especial a carência exigida é de 180 (cento e oitenta) contribuições mensais, salvo para os segurados inscritos na Previdência Social até 24 de julho de 1991, cujo período de carência é progressivo na forma prevista no art. 142 da Lei nº 8.213/91, o qual leva em conta o ano em que o segurado implementou ou implementará as condições necessárias à sua obtenção. Para fins de carência, não importa se, na data do requerimento da Aposentadoria Especial, o segurado estava, ou não, desempenhando atividade sujeita a condições especiais. Esse benefício exige que o segurado tenha contribuído para a Previdência Social por 162 contribuições mensais (para aqueles segurados que ingressaram na previdência social até ) ou 180, conforme o caso, não sendo obrigatório ser vinculado a Previdência Social no momento da aposentadoria. 8

9 OU Para direito ao benefício de aposentadoria especial ou de tempo de contribuição com conversão, são necessários os seguintes requisitos básicos: a) para os segurados filiados na Previdência Social a partir de de 180 contribuições (Ver...) mensais sem interrupções que determinem a perda da qualidade de segurado, podendo abranger períodos de trabalho não considerados como exercidos em condições especiais, bem como de contribuição em dobro e facultativa. (nesse caso somente para aposentadoria por tempo de contribuição) b) para os segurados filiados até , será de 162 para o ano 2008 Quando o segurado exerce atividades concomitantes, o cumprimento da carência só é exigido na atividade classificada como principal, isto é, aquela de maior tempo de atividade. Tempo mínimo Para a aposentadoria especial: A partir de 29 de abril de 1995, data da publicação da Lei nº 9.032, de 28 de abril de 1995, o trabalhador empregado, trabalhador avulso e, a partir de 13 de dezembro de 2002, data da publicação da Medida Provisória-MP nº 83, de 12 de dezembro de 2002, também aos cooperados filiados à cooperativa de trabalho ou de produção, que estiverem expostos, de modo permanente, não ocasional nem intermitente, a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, durante quinze, vinte ou vinte e cinco anos, terá direito à concessão de aposentadoria especial nos termos do art. 57 da Lei nº 8.213, de 1991, observada a carência exigida. Os demais segurados classificados como contribuinte individual não têm direito à aposentadoria especial. --São computados também como tempo de trabalho em condições especiais desde que, à data do afastamento, o segurado estivesse exercendo atividade considerada especial, os períodos de: a) férias b) licença médica c) auxílio-doença e aposentadoria por invalidez decorrente do exercício dessas atividades d) salário maternidade decorrente do exercício de atividade especial. Além desses são computados ainda: a) os períodos em que o segurado exerceu as funções de servente, 9

10 auxiliar ou ajudante em qualquer das atividades constantes dos quadros anexos aos decretos de regulamentação da legislação previdenciária, desde que o trabalho nessas funções tenha sido realizado de modo habitual e permanente, nas mesmas condições e no mesmo ambiente atividade principal; b) os períodos de trabalho prestado com menos de 18 e mais de 16 anos de idade, desde que comprovada a sua efetiva realização e reduzido o limite mínimo para 14 anos, em se tratando de menor aprendiz; Para melhor compreensão da questão pode-se dizer que um trabalhador pode ter direito a receber adicional de insalubridade e não ter direito à aposentadoria especial, uma vez que a legislação previdenciária é mais restritiva. Embora o benefício tenha por base a legislação trabalhista, sua concessão se baseia nos conceitos de nocividade e permanência, conceito este que encontra-se previsto no artigo 65 do Decreto 3.048/99, com redação dada pelo Decreto 4.882, de 18 de novembro de 2003, nos seguintes termos: Art. 65: Considera-se trabalho permanente, para efeito desta Subseção, aquele que é exercido de forma não ocasional nem intermitente, no qual a exposição do empregado, do trabalhador avulso ou do cooperado ao agente nocivo seja indissociável da produção do bem ou da prestação do serviço. O direito à aposentadoria especial não fica prejudicado na hipótese de exercício de atividade em mais de um vínculo, com tempo de trabalho concomitante (comum e especial), desde que constatada a nocividade do agente e a permanência em, pelo menos, um dos vínculos. A redução de jornada de trabalho por acordo, convenção coletiva de trabalho ou sentença normativa não descaracteriza a atividade exercida em condições especiais. 10

11 O que são condições especiais de trabalho Entende-se por agentes nocivos aqueles que possam trazer ou ocasionar danos à saúde ou à integridade física durante o exercício da atividade pela efetiva exposição a eles de forma habitual e permanente e em função de sua natureza, concentração e intensidade. São consideradas condições especiais que prejudicam a saúde ou a integridade física, a exposição a agentes nocivos químicos, físicos ou biológicos a exposição à associação desses agentes, em concentração ou intensidade e tempo de exposição que ultrapasse os limites de tolerância ou que, dependendo do agente, torne a simples exposição em condição especial prejudicial à saúde. --Os agentes nocivos são os arrolados no Anexo IV do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/1999, e serão considerados para fins de concessão da aposentadoria especial, sendo estas atividades exemplificativas, salvo para agentes biológicos. Considera-se nocividade no ambiente de trabalho como situação combinada ou não de substâncias, energias e demais fatores de riscos reconhecidos, capazes de trazer ou ocasionar danos à saúde ou à integridade física do trabalhador; e Permanência, o trabalho não ocasional nem intermitente, durante quinze, vinte ou vinte cinco anos, no qual a exposição do empregado, do trabalhador avulso ou do cooperado ao agente nocivo seja indissociável da produção do bem ou da prestação do serviço, em decorrência da subordinação jurídica a qual se submete. Para a apuração da nocividade há que se considerar se o agente nocivo é: --apenas qualitativo, sendo a nocividade presumida e independente de mensuração, constatada pela simples presença do agente no ambiente de trabalho, conforme constante nos Anexos 6, 13, 13-A e 14 da Norma Regulamentadora nº 15 (NR-15) do Ministério do Trabalho e Emprego-MTE, e no Anexo IV do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/1999, para os agentes iodo e níquel; 11

12 -- quantitativo, sendo a nocividade considerada pela ultrapassagem dos limites de tolerância ou doses, dispostos nos Anexos 1, 2, 3, 5, 8, 11 e 12 da NR-15 do MTE, por meio da mensuração da intensidade ou da concentração, consideradas no tempo efetivo da exposição no ambiente de trabalho. Vale ressaltar que não quebra a permanência o exercício de função de supervisão,controle ou comando em geral ou outra atividade equivalente, desde que seja exclusivamente em ambientes de trabalho cuja nocividade tenha sido constatada. Como se opera o enquadramento O que determina o enquadramento como atividade exercida em condições especiais é a presença do agente nocivo no ambiente de trabalho e a efetiva exposição do trabalhador a ele no exercício da atividade, assim entendido: 1) agentes físicos exposição acima dos limites de tolerância especificados na legislação previdenciária ou nas instruções pertinentes (vibrações, radiações ionizantes, pressão atmosférica anormal) de forma permanente e durante toda a jornada de trabalho; a) ruído: a caracterização desse agente nocivo decorre da efetiva exposição do trabalhador de forma permanente, não ocasional nem intermitente, a níveis de ruído superiores a 80 db (A) até , de a superiores a 90 db (A) e a partir de NEN Nível de Exposição Normalizado superior a 85 db (A). Considera-se para esse fim o nível de exposição obtido pelo uso de Equipamento de Proteção Individual, desde que devidamente comprovada sua atenuação. Também deve ser considerada a neutralização ou atenuação gerada pelo uso de Tecnologia de Proteção Coletiva, quando houver. Ressalte-se que o nível de ruído deverá retratar a exposição do trabalhador durante toda a jornada de trabalho, podendo ser apresentados níveis variáveis de decibéis somente cabendo o enquadramento como de atividade especial quando o menor índice informado for superior a 80, 90 decibéis ou 85 atual. b) temperaturas anormais: esse agente nocivo será caracterizado como especial se ficar evidenciado que o trabalho foi executado com exposição ao calor acima dos limites de tolerância estabelecidos na NR 15 da Portaria nº 3.214/78 e de fonte exclusivamente artificial. 12

13 c) vibrações, radiações ionizantes e pressão atmosférica anormal: serão caracterizadas se as tarefas executadas estiverem descritas nos atos específicos da legislação previdenciária e a vibração for de corpo inteiro. 2) agentes químicos: a exposição ocorre mediante névoas, neblinas, poeiras, fumos, gazes, vapores de substâncias nocivas presentes no ambiente de trabalho e nos processos produtivos previstos na legislação previdenciária e em nível de concentração superior aos limites de tolerância estabelecidos. 3) agentes biológicos: a exposição ocorre mediante microorganismos e parasitas infecciosos vivos e suas toxinas, ou seja, bactérias, fungos, parasitas, bacilos, vírus, etc., unicamente nas tarefas relacionadas na legislação previdenciária. 4) associação de agentes: a exposição ocorre pela ação de agentes combinados e exclusivamente nas tarefas especificadas na legislação, sendo: I- Código (20 anos) classifica os trabalhos permanentes no subsolo afastados das frentes de produção. Enquadram-se nesse código os trabalhadores que exerceram suas funções durante toda a jornada de trabalho em locais de subsolo (galerias, rampas, poços, depósito) afastados das frentes de produção. II- Código (15 anos) classifica os trabalhos de mineração subterrânea em frentes de produção. Enquadram-se nesse código os trabalhadores envolvidos nos processos de furação, operação de corte, desmoronamento e manobras nas minas de extração de mineral e atividades correlatas, exercidas em frentes de extração em subsolo; As condições de trabalho, que dão ou não direito à aposentadoria especial, deverão ser comprovadas pelas demonstrações ambientais, que fazem parte das obrigações acessórias dispostas na legislação previdenciária e trabalhista. As demonstrações ambientais citadas, constituem-se, entre outros, nos seguintes documentos: I- II- Programa de Prevenção de Riscos Ambientais-PPRA; Programa de Gerenciamento de Riscos-PGR; III- Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção-PCMAT; IV- PCMSO; Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional- 13

14 V- VI- Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho-LTCAT; Perfil Profissiográfico Previdenciário-PPP; VII- Comunicação de Acidente do Trabalho-CAT. Desligamento do emprego Desde a Lei nº 8.213, de , não é mais exigido o desligamento do emprego para a obtenção de aposentadoria especial, porém a lei veda continuar trabalhando na mesma atividade em condições especiais que gerou a aposentadoria por especial. Idade Não existe limite de idade para a concessão da aposentadoria especial. No caso da aposentadoria por tempo de contribuição com períodos de conversão de especial para comum, a EC nº 20/98 exige o limite etário de 48 anos, se mulher e 53, se homem, para a aposentadoria proporcional. Comprovação do trabalho exercido em condições especiais As condições de trabalho que geram direito à Aposentadoria Especial são comprovadas pelas demonstrações ambientais que caracterizam a efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos. As demonstrações ambientais que fazem parte das obrigações acessórias dispostas na legislação previdenciária e trabalhista ], constituem, entre outros nos seguintes documentos; I- II- Programa de Prevenção de Riscos Ambeinetais ( PPRA); Program de Gerenciamento de Riscos (PGR); III- Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção ( PCMAT); IV- PCMSO); Program de Controle Médico de Saúde Ocupacional ( 14

15 V- LTCAT); VI- Laudo Técnico de Condições Ambientaios deo Trbalho ( Perfil Profissiografico Previdenciário (PPP). Consideram-se formulários para requerimento da aposentadoria especial os antigos formulários SB-40, DISES-BE 5235, DSS-8030 e DIRBEN 8030, segundo seus períodos de vigência. Para comprovação das condições especiais, prejudiciais à saúde ou à integridade física deve ser preenchido atualmente o formulário intitulado Perfil Profissiográfico Previdenciário, indispensável para a caracterização do enquadramento e cujas informações deverão ser corroborados pelo Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho. O Perfil Profissiográfico Previdenciário-PPP, constitui-se em um documento histórico-laboral do trabalhador que reúne, entre outras informações, dados administrativos, registros ambientais e resultados de monitoração biológica, durante todo o período em que este exerceu suas atividades. O PPP deverá ser elaborado pela empresa, de forma individualizada para seus empregados, trabalhadores avulso e cooperados, que laborem expostos a agentes nocivos. O trabalhador tem direito de obter da empresa o formulário PPP em caso de demissão. Para instrução do requerimento da aposentadoria especial, deverão ser apresentados os seguintes documentos: I- para períodos laborados até 28 de abril de 1995, será exigido do segurado o formulário para requerimento da aposentadoria especial e a CP ou a CTPS, bem como LTCAT, obrigatoriamente para o agente físico ruído; II- para períodos laborados entre 29 de abril de 1995 a 13 de outubro de 1996, será exigido do segurado formulário para requerimento da aposentadoria especial, bem como LTCAT ou demais demonstrações ambientais, obrigatoriamente para o agente físico ruído; III- para períodos laborados entre 14 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 2003, será exigido do segurado formulário para requerimento da aposentadoria especial, bem como LTCAT ou demais demonstrações ambientais, qualquer que seja o agente nocivo; IV- para períodos laborados a partir de 1º de janeiro de 2004, o único documento exigido do segurado será o formulário para requerimento deste benefício. Se necessário, será exigido o LTCAT. 15

16 A partir de 1º de janeiro de 2004, foi dispensada a apresnetação do LTCAT ao INSS, mas o documento deverá permanecer na empresa à disposição da Previdência Social. Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT Na verdade o Laudo Técnico Pericial (atual de Condições Ambientais do Trabalho) não é uma exigência da legislação previdenciária, uma vez que, este cogita de condições do ambiente de trabalho, de trabalho exercido em condições especiais; e a própria Consolidação das Leis do Trabalho em seu Capitulo V, dispõe sobre segurança e medicina do trabalho, o que compreende o estudo das formas de proteção à saúde do trabalhador enquanto no trabalho, indicando medidas preventivas e atenuadoras. Portanto, tratando-se de proteção física e mental do homem, com ênfase especial nos efeitos que lhe possam advir do seu trabalho profissional, as empresas devem promover a caracterização e classificação desse trabalho mediante perícia a cargo de médico ou engenheiro do Trabalho, registrado no Ministério do Trabalho e Emprego. A rigor a norma previdenciária introduziu a obrigatoriedade de informações sobre o trabalho em condições especiais com base em laudo técnico, nos termos da Lei nº 9.032, de , que conceituou como trabalho em condições especiais que o prejudique a saúde ou a integridade física do trabalhador e determinou a comprovação da exposição aos agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes, ainda que formalmente a informação com base em laudo técnico só tenha ocorrido a partir de Referido documento é primordial na comprovação de efetiva exposição a agentes nocivos, e assim, pelas próprias condições do trabalho, este sempre deveria constar dos registros da Empresa. Em razão dessas considerações, a Lei nº 9.732, de , instituiu o Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho, a ser expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho, nos termos da legislação trabalhista, trazendo para o texto legal previdenciário o óbvio Em função dessa exigência, o INSS emitiu instruções normativas internas sobre os elementos que devem constar dos Laudos Técnicos, a partir de , ou seja: a) dados da empresa; 16

17 b) setor de trabalho, descrição dos locais e dos serviços realizados em cada setor; c) condições ambientais do local de trabalho; d) registro dos agentes nocivos, sua concentração, intensidade, tempo de exposição, conforme limites previstos nas normas de segurança e medicina do trabalho; e) duração do trabalho que exponha o trabalhador aos agentes nocivos; f) informação sobre existência de tecnologia de proteção individual ou coletiva que diminua a intensidade do agente agressivo a limites de tolerância, e recomendação de sua adoção pela empresa; g) métodos, técnica, aparelhagem e equipamentos utilizados na avaliação pericial; h) data e local da realização da perícia; i) conclusão do perito, com informação clara e objetiva, sobre se os agentes nocivos são ou não prejudiciais à saúde ou à integridade física do trabalhador. No entanto, por força das normas trabalhistas e da própria CLT, algumas empresas já possuíam laudos técnicos, os quais também podem ser aceitos para a comprovação prevista, sendo eles: j) laudos técnico periciais emitidos por determinação da Justiça do Trabalho em ações trabalhistas, acordos ou dissídios coletivos; k) laudo emitidos pela FUNDACENTRO; l) - laudos emitidos por médico ou engenheiro de segurança do trabalho inscritos, respectivamente, no Conselho Regional de Medicina CRM, no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA ou na Delegacia Regional do Trabalho DRT, bem como os laudos emitidos pelo Ministério do Trabalho, ou ainda, através das Delegacias Regionais do Trabalho; m) laudos individuais emitidos por profissionais autorizados e peritos particulares contratados pela empresa. Assim, em decorrência dos seus objetivos e finalidades o Laudo Técnico não pode ser emitido por similaridade, uma vez que não retrataria as condições reais do ambiente de trabalho e nem as condições especiais do trabalho executado. No entanto, todos os registros previstos em lei e existentes na empresa servem para elaboração do laudo, desde que deles constem as condições reais do 17

18 ambiente de trabalho e suas alterações no decorrer do período. Por esses motivos o Laudo Técnico não tem um período fixo de validade, devendo ser permanentemente atualizado se as condições do ambiente de trabalho deste se modificarem. As considerações aqui apresentadas demonstram a importância deste documento e a necessidade de ser fiscalizada a empresa, em face do 3º do art. 58 da Lei nº 8.213/91, bem como da alteração introduzida pelo Decreto nº 4.032, de , que estabelece que o laudo técnico de que tratam os 2º e 3º do art. 68 do Decreto nº 3.048/99 deve ser elaborado com observância das normas reguladoras do Ministério do Trabalho e Emprego e orientações expedidas pelo Ministério da Previdência e Assistência Social. Retorno ao trabalho Havia grande distorção na legislação previdenciária referente à questão da continuidade ou retorno a atividade em condições especiais, que geram direito à aposentadoria especial com redução do tempo de serviço/contribuição para 15, 20 ou 25 anos. Se o trabalhador não poderia ficar exercendo aquela atividade depois de 15, 20 ou 25 anos de serviço, e se aposentou em decorrência dessa limitação, como poderia permanecer então na mesma atividade, ou retornar a ela ou a outra atividade em condições especiais. A Lei nº 9.032, de , vedou a possibilidade de o segurado aposentado em condições especiais de continuar no exercício de atividade ou operações que o sujeitem aos agentes nocivos previstos na legislação previdenciária. Como a relação aos agentes nocivos, só foi estabelecido pelo Anexo IV do Decreto nº 2.172/97, mantido pelo Anexo IV do Decreto nº 3.048/99, a proibição só se refere aos segurados aposentados pela aposentadoria especial a partir de e com base nos agentes nocivos constantes do anexo IV citado. Portanto, os segurados aposentados até por aposentadoria especial não estão sujeitos à vedação, e os aposentados por tempo de serviço/contribuição antes e depois de , também não. No entanto, uma lacuna ficou a ser esclarecida na legislação, em caso de retorno ou continuidade, e, em conseqüência, a Lei nº de , determinou o cancelamento da aposentadoria do segurado nessas condições, a partir de , data do início de 18

19 vigência desta lei, na forma do art. 46, da Lei nº 8.213/91: Art. 46 O aposentado por invalidez que retornar voluntariamente à atividade terá sua aposentadoria automaticamente cancelada, a partir da data do retorno. Assim, a cessação do benefício da aposentadoria especial ocorrerá para o segurado que permanecer trabalhando ou voltar a trabalhar em atividade que gerou o direito a essa aposentadoria, concedida por ter o segurado exposto a agentes nocivos constantes do Anexo IV dos Decretos nº 2.172/97 e 3.048/99, sendo: a) em 14 de dezembro de 1998, data da publicação da Lei 9.732, os aposentados de 29 de abril de 1995 até 13 de dezembro de 1998; b) a partir da data do efetivo retorno ou permanência, quando a aposentadoria ocorreu a partir de 14 de dezembro de Não Cumulatividade e Duração do Benefício A aposentadoria especial não pode ser acumulada com: -- auxílio-doença -- outra aposentadoria -- abono permanência em serviço -- seguro desemprego -- auxílio reclusão -- benefícios assistenciais. A aposentadoria especial é cancelada por motivo de retorno ou permanência no exercício de atividade com exposição aos agentes nocivos constantes do Anexo IV, Decretos nº 2.172/97 e 3.048/99, e cessa por morte do segurado. Início e cálculo do Benefício 1) Início do benefício A data de início do benefício de acordo com a legislação previdenciária, é fixada: I- para o segurado empregado: 19

20 a) na data do desligamento do emprego, quando requerida até 90 dias após o desligamento; b) na data da entrada do requerimento, quando requerida após o desligamento. Entende-se para esse fim como data do desligamento e data do afastamento do trabalho o dia imediatamente posterior ao último dia de trabalho. II- para os segurados contribuinte individual cooperado e o trabalhador avulso na data de entrada do requerimento. 2) Cálculo O valor é calculado com base no salário-de-benefício, valor básico utilizado para o cálculo da renda mensal. Até a Lei nº 9.876, de , com vigência a partir de , o salário-de-benefício consistia na média aritmética simples dos salários-de-contribuição dos meses imediatamente anteriores ao do afastamento da atividade ou da data da entrada do requerimento, até o máximo de 36, apurados em período não superior a 48 meses. A partir de o salário- de- benefício passou a consistir na média aritmética simples de todos os salários-de-contribuição correspondentes a 80% das maiores remunerações da vida laboral do segurado imediatamente anterior ao afastamento da atividade ou à data de entrada do requerimento, corrigido mês a mês, respeitando-se o teto. Para os segurados inscritos na Previdência Social até , a contagem da remuneração começa em julho/94. Portanto, não há aplicação do fator previdenciário para aposentadoria especial. Ressaltamos que para a fixação do Período Básico de Cálculo PBC não importa se na data do requerimento de aposentadoria especial o segurado estava ou não exercendo atividade sujeita a condições especiais. 3) Renda Mensal Inicial Após a apuração do salário- de- benefício, para obtenção da Renda Mensal Inicial da aposentadoria, cujo valor não será inferior ao do salário-mínimo nem superior ao teto do salário-de- contribuição, aplica-se o percentual de 100% do salário- de- benefício; 20

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