NEllO DE SIQUEIRA CRM E PROVADOR VIRTUAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NEllO DE SIQUEIRA CRM E PROVADOR VIRTUAL"

Transcrição

1 NEllO DE SIQUEIRA LEANDRO GRUNTOWSKI CRM E PROVADOR VIRTUAL CURITIBA 2001

2 NELIa DE SIOUEIRA LEANDRO GRUNTOWSKI CRM E PROVADOR VIRTUAL MOIl~rCifia 8pre,enlada como requisito parcial conclu~o do ClIf$O a T ecnologia em ProcelHlflento de Dados d3 Universidade Tuiuli do Parana Orientador : Profenor Ricardo Oliveira Pereira l'j CURITIBA 2001

3 Agradecemos a todos que nos ajudaram de uma forma ou de Dutra na realizac;ao deste curso, e principal mente a nossos pais e noivas, que sem ajuda de arnbos nao conseguiriamos chegar ate aqui.

4 Oedico A voce, prezado educador, cuja tarefa na arte de aprender e aprender pro move a transformac;ao da consci mcia para 0 que e bom verdadeiro e bela iii

5 LlSTA DE FIGURAS vi RESUMO vii 1.0 INTRODU<;:Ao BJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Especifico JUSTIFICATIVAS REVISAo DA LlTERATURA TEO RIA DE CRM Que e CRM CRM Como Estilo de Marketing Processo de Implanta,ao do CRM Implementa,oes em Sistemas CRM Obstaculos Previsiveis na ImplernentaC(8o CRM na Web Pontos Importantes para Deserwolver um Site TEORIA DE MEDIDAS MASCULINAS Estabelecimento de Tabelas e Medidas Principio das Regras de Escala Como Obter Medidas do Corpo Humano Defini9"io das Medidas para Obtenr;ao do Tamanho do Terno Caracteristicas de Vestuario p~ra Oeterminadas Farmas de Corpo FERRAMENTAS DE DESENVOLVIMENTO WEB HTML DHTML Vantage"s DHTML no Netscape Microsoft Visuallnterdev Defini<;ao do Microsoft Visuallnterdev Caracteristicas do Interdev ASP Defini<;ao do ASP Desenvolvimento e Manuten<;ao do ASP Caracteristicas do ASP Arquitetura do ASP - Active Platform Tecnologia Activex Cole<;ao de Cookies Funcionamento do ASP Banco de Dados ACCESS METODOLOGIA DESENVOLVIMENTO COLETA E REFINAMENTO DOS REQUISITOS PROJETO RAPIDO iv

6 4.2.1 TELAS ENTRADA TELAS DE SAiDAS DEPOSITO DE DADOS DIAGRAMA CONSTRUC;i\O DO PROTOTIPO AVALlAC;i\O DO PROTOTIPO REFINAMENTO DO PROTOTIPO ENGEN HARIA DO PRODUTO CONCLUSOES REFERENCIAS 64

7 LlSTA DE FIGURAS 1. FIGURA 1 COMO OBTER MEDIDAS DO CORPO HUMANO FIGURA 2 FUNCIONAMENTO DO ASP FIGURA 3 TELA PRINCIPAL FIGURA 4 CADASTRO DE CLiENTE FIGURA 5 TELA DE SUCESSO FIGURA 6 ENVIO DE MODELOS FIGURA 7 CONSTRUC;:AO DA IMAGEM DE UM MANEQUIM VESTIDO FIGURA 8 ESCOLHA DAS ESTATisTICAS FIGURA 9 ESTATisTICAS TENDENCIA DE MODA MASCULINA FIGURA 10 ESTATisTICAS DE ACESSOS FIGURA 11 DIAGRAMA 56 vi

8 RESUMO o anseio par uma estabilidade econ6mica das empresas dentro do mercado produtivd, deixa de ser neste final de seculo, mera figura de ret6rica para S8 firmar como uma necessidade, para a sua sobrevivencia. Neste contexto, disgutimos os multiplos fatores que, levaram as grandes empresas a uma urgente mudanc;a no seu metoda de fazer neg6cios. Onde foi passivel detectar os principais pontcs falhos na produc;ao de bens e servic;os em massa e atendimento em massa, facado principalmente nas empresas que comercializam roupas masculinas, 'Ternos", pela Internet. Assentamos essas indagac;oes e variaveis sobre 0 conceito de CRM (Customer Relationship Management - "Administrac;ao de Relacionamento com 0 Cliente") e com base neste ponto de vista metodol6gica, argumentamos: Hoje a atendimento e produtas personalizados se tarnaram a forma mais segura de se fazer negocios, as empresas que fabricam e comercializam "custumes" cad a vez mais deveraa migrar para este metoda de atendimento e fabrica9aa de produtas. A comercializa9aa de produtos e atendimento ao cliente pela Internet, tambem deve estar total mente facado na personaliza930 do cliente, pais hoje este meio de comunicay3a se tornou uma arma paderosa para as empresas que a utilizam de forma carreta. Com base nessa abardagem, concluimas que as empresas estao voltanda a utilizar urn metoda de se fazer negocios, utilizado no inicia dos tempos, onde se conhecia cliente a cliente. E que e a forma mais segura e campleta para se manter a cliente fie I a empresa e consequentemente lucros garantidos para a mesma. vii

9 1. INTRODUC;:AO o projeto CRM e vesluario virtual tende a apresentar, via Web, um estilo de marketing abandonado devido a chegada das novas tecnologias ende permitiu-se a produc;80 em massa. Nos primeiros dias do comercio as empresas utilizavam 0 marketing one to one, au seja, conheciam seus clientes de forma profunda como S8 fosse uma extens~o da familia, desde seu nome, que produtos necessitavam e quanta tin ham de dinheiro para gastar. Conscientemente ou nao dividiam seus clientes em grupos de maior au menor valor para as negocios da empresa, e tambem para uma personalizac;ao em seu atendimento. Oesta forma era passivel criar urn planejamento futuro de vendas e de compras pois seus clientes eram estritamente fieis. Mas a chegada da tecnologia permitiu Que S8 fosse produzido servir;os e bens em massa para mercado de massa. Teve que abandonar este estilo de marketing one to one e utilizar uma Dutra forma de atendimento, ou seja, tratar 0 cliente nao mais de forma individual mas sim de forma padronizada dentro das exig lncias do mercado. Este estilo de produr;8o em massa trouxe muitas riquezas mas tambem muitas consequ lncias. A competir;~o global forr;ou muitas empresas a baixarem seus pret;:os e a diminui9ao de sua lucratividade foi fatal. Gra<;as a populariza<;ao da tecnologia digital de informa<;ao e a World Wide Web (Tela Ampla para 0 Mundo), as empresas poderao fugir desta armadilha criada pela globaliza9ao. Em vez das empresas venderem para mercados, venderao para clientes, voltando assim ao estilo de marketing one to one ou

10 tambem chamado par especialistas de CRM (Customer Relationship Management). o projeto CRM e Vestuario Virtuat esta baseado nos conceitos de atendimento personalizado na Web. A Web par ser interativa permite 0 desenvolvimento de sites que podem ser personalizados de acordo com as gostos e prefer~ncias de cada um dos visitantes. E um meio perfeito para 0 desenvolvimento de estrategias de CRM OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Criar um ambiente de atendimento ao cliente, onda ele possa se visualizar via Web como a roupa ficou em seu corpo, trazendo assim melhorias de atendimento ao cliente e novas perspectivas de lucros para as empresas OBJETIVO ESPECiFICO Estudar as estrategias de CRM no atendimento personalizado dos clientes em ambiente Web. Desenvolver um prot6tipo de urn provador via Web, para personalizayao na compra de roupas masculinas onde 0 cliente possa ver as medidas definidas a partir do seu corpo, montadas em um manequim vestido com a roupa escolhida. 1.2 JUSTIFICATIVAS Na Internet a grande maioria dos sites de vestuario n~o apresentam uma OP'180 de compra de roupas masculinas a partir das medidas do corpo do cliente e sim. apenas sites com vendas de roupas padronizadas que muilas vezes nao se

11 adaptam ao corpo do cliente, e n~o apresentar um canal de comunicac;ao baseados na caracteristicas do CRM.

12 2. REVISAo DA L1TERATURA 2.1. TEORIA DE CRM OUE E CRM? Embora muito utilizado, 0 termo CRM (Cus/omer Relationship Management) nunca foi formalmente definido. Segundo 0 Gartner Group, citado por Peppers (2001): " era! C lima (,.Jrralcgitt de Ir{'gacia l"ollnda ad atcmlimclflq c it tuifccip<l(,(io dns m:ccssi(/adcs do.'i C/iC'llfCJ al/tais c potellciaij de Ilma C'l/IprCSfl. Do polito de l'isla I cli%gled, era! CItl'O"yo caplurar 0,'1tim/os do eli IIle no follgo de 10da (l cmprt:.'w, collsolidar IOdos os dado. ctj/)tllrados ;11/(',.,,0 C exfc'nulmclllc t!1ii 11m ballco dr:- dodos eel/ira!. (llia/i$(/1' os dados coli.w/idados. dijtriblli,. m r(,sllllad().~ ril',no ami/1st' (105 \'(1";05 pollio.'! d(~colllalo com 0 c/il'lilt' t! li.far {.'SS(Iill!orl1lm;liu (to ijiil'ragir com 0 elfcl//t! alran:s de qlla/qllcr POfllO de CQlltaro com (l ~liiprcsa" (PEPPERS,2001, p.53). CRM tern a ver com captura, processamento, analise e distribuic;c30 de dados (0 que ocorre em todos os tipos de sistemas) mas com total preocupac;c3o com 0 cliente (0 que nao ocorre nos sistemas tradicionais) (PEPPERS,2001, p.54).

13 CRM COMO ESTILO DE MARKETING? Antigamenle 0 comercio era one to one (marketing personalizado), ou seja, conhecia-se as clientes pelo nome, cnde viviam. que tipo de produtos necessitavam e quando as necessitavam. Conscientemente au nao, dividia-se as clientes em grupos de maior e menor valor para neg6cio da empresa. Dessa forma, personalizava-se as serviyos e produtos, para que fassem adequados as necessidades e ao valor de cada clienle (PEPPERS,2001, p.03). Sendo assim, utilizavam-se as conhecimentos a respeito do cliente, para mant~-io fiel a empresa, pais em Qutras palavras se a cliente quisesse mudar para urn concorrente, este nad poderia oferecer 0 mesmo tipo de produto ou servi,o personalizado (PEPPERS,2DD1,p.D5). Desta forma as clientes S8 tornavam fieis a empresa, trazendo assim rnais seguranqa para os neg6cios realizado entre ambos. Foram feitos negocios desta forma par milhares de anos - ate que a tecnologia permitiu produzir bens e servi90s, para mercados de massa. De urn dia para outro, esqueceram de praticar CRM. Em vez de vender para clientes de forma individual, passaram a lutar por maior participa<;ao no mercado. Em vez de falar com 0 clienle de forma individual para conhecer suas necessidades, come<;aram a realizar pesquisas de mercado, segmenta90es, modelos estatisticos que permitisse predizer tendlmcias e pad roes de compras. A produ<;ao em massa criou uma grande riqueza e trouxe niveis nunca vistas de prosperidade a muitas regioes do mundo. Mas como consequemcia, a competi,ao global for,ou muilas empresas a baixar seus pre,os e essa guerra mundial de "descontos" beneficiou algumas empresas em curto prazo, mas ao

14 longo do tempo 0 resultado e a diminui,ao da lucratividade, a que produziu feridas profundas. Assim, hoje, as empresas estao buscando nova mente criar vinculos mais fortes com as clientes, desenvolvendo a fidelidade dos clientes mais valiosos e assim aumentando sua lucratividade (BRETZKE, 2001) PROCESSO DE IMPLANTA9AO DO CRM. Urn programa de marketing CRM, pode ser pensado como urn serie de quatro passos basicos: (1) Identificar, (2) Diferenciar, (3) Interagir e (4) Personalizar. Esses passos 8stao organizados per grau de dificuldade e complexidade, ainda que S8 possa encontrar areas comuns entre eles (PEPPERS, 2001,07). (1) Identificar seus clientes: E absolutamente critico "conhecer" as clientes individualmente, com 0 maior numero de detalhes passivel e ser capaz de reconhece-ios em todos as pontcs de cantata, em todos os locais e em todas as divisoes. Se a empresa nao tern uma forma de identificar pelo menes uma parcela consideravel de seus melhores clientes, ela nao esta preparada para lan~ar uma iniciativa de CRM. (2) Diferenciar seus clientes: as clientes podem ser diferenciados de duas maneiras: pelo nivel de valor para a empresa (ou seja, alguns clientes trazem maio res lucros para empresa e outros nem tanto) e pelas necessidades que tern de produtos e servic;os da empresa. Assim, uma vez tendo identificado seus clientes, a proximo passo e diferencia-ios de maneira a: priorizar seus esforf;:os em clientes de maior valor, personalizar 0 comportamento de sua empresa, fixar

15 nas necessidades individuais de seus clientes. Mas isso tambem significa que a empresa deve comec;ar categorizando os clientes por suas diferentes necessidades, e preparar-se para tratar seus diferentes clientes de forma diferente. (3) Interagir com seus clientes: Melhorar a eficiencia e a eficaci8 de suas interac;oes com seus clientes, nad somente das formas mais baratas e automaticas de intera9ao, mas tambam a rna is util em termos de produc;ao de informay80 que possa fortalecer suas rela90es com os clientes. Toda interayao com 0 clienle deve eslabelecer-se denlro do ccnlexto de todas as intera~5es, isto e, a nova intera9ao deve iniciar~se onde a ultima terminou nao importando se ela ocorreu ontem a noite ou ha um mes, atraves do Call Center, da Web, ou no escrit6rio do cliente quando visitado por urn vendedor. (4) Personalizar: a comportamento da empresa quando personalizado favorece um rnelhor atendimento aos clientes. Para incentivar os clientes a manter uma relay80 continua de atualizay80 dos seus dados, a empresa precisa adaptar-se as necessidades individuais expressas pelo cliente. Para a empresa ser vercladeiramente CRM, seus produtos ou servi90s devem ser capazes de tratar urn cliente particular de forma diferente, de acordo com 0 que aquele cliente disse durante sua ultima intera'<iio. Aplicados de formas diferentes, esses quatro passos bastante simples de implementar - Identificar, Diferenciar, Interagir e Personalizar - podem ser usados com urn checklist para por em pratica virtual mente qualquer iniciativa de CRM. A primeira vista, transformar a empresa em uma empresa CRM e urn esfor90 muito grande e caro. E importante ressaltar, mais uma vez, que CRM nao ~ ~ ::.:;~ir.o(/'? $ ~ C/;, Jf',,:,' =., I ~. " ~.lri91l\

16 e para todos os c1ientes e sim, para os melhores clientes, ou seja, os de melhor valor e de maior potencial. Para os outros clientes, deve seguir-se utilizando a abordagem comum, ditada pet a cultura de servic;o da organizac;ao, e para outros, os piores, simplesmente atender, de forma relativa, mas sem nenhum tipo de trabalho. Entretanto vale a pena enfatizar que a diferenciac;ao de clientes nao quer dizer tratar mal quajquer cliente. Outro ponto importante e que 0 CRM nao e uma iniciativa do tipo tudo ou nada. 0 inicio deve ser com pouces cjientes e, a medida que a cultura val sendo assimitada pet a empresa e as resultados vao sendo comprovados, avanc;a-se tenta e graduatmente, ate chegar ao ponto da empresa atender todos seus ctientes de forma totalmente personalizada dentro das caracteristicas de CRM (PEPPERS, 2001, p.21). A grande maioria das empresas argumenta que 0 desenvolvimento e a implementa~ilo de urn projeto de marketing CRM envolve altos custos. Mas 0 dinheiro que se economiza com os dentes de baixo valor, a longo prazo, paga a impjementac;ao de programas para os clientes de alto valor. Outro item importante a destacar e que a maioria das empresas trabalha com foco em produtos. Ou seja, como produtos absolutamente padronizados, nao ha diferencia~ao de clientes (PEPPERS, 2001, p.23). Ja no marketing de CRM 0 foco deve ser dado aos clientes, ou seja, as empresas reatmente focadas em clientes utilizam a personalizac;ao em massa para criar pacotes de servir;os e produtos de forma a methor satisfazer as necessidades especificas de cada urn de seus clientes. A personalizar;ao em massa consiste na disponibitizar;ao de urn produto bilsico cercado de opr;oes. As empresas de telefonia celular, por exemplo, colocam ao redor do servic;obasico (a

17 liga<;;;o de telefonia) outros servi<;os como correio de voz. mensagens dig ita is, liga<;80 de espera, identificador de numero etc.. (BRETZKE, 2001). Outre item importante a S8 destacar durante a migrayao para 0 marketing de CRM e a participa<;ao do cliente versus mercado. Onde na empresa "one to one", a participay80 no mercado emends importante que a participa9ao no cliente. Quando S8 busea a participay80 no mercado a qualquer Gusto, concentra- S8 em atender urna necessidade especifica de urn grupo muito grande de clientes. Dessa forma, atraves de urn prod uta unico que visa satisfazer e5sa necessidade, atinge-se todo 0 mercado de massa. Ja quando S8 busea a participa<;:ao no cliente, identifiea-s8 os clientes de maior valor e potencial, outras necessidades relacionadas ou nao a necessidade basica que as levou a fazer negocios canasco. 0 objetivo e ampliar 0 numero de necessidades para as quais se fornecem produtos e serviyos. E por fim, deve-sa desenvolver com as melhores clientes 0 que chamamos de rela<;ao de aprendizado (uma atualiza<;80 continua dos dados do cliente, para um melhor aprendizado da empresa sobre aquele cliente). Nessa relac;ao, 0 cliente participa ativamente com reclamacoes. sugestoes e retroalimentadio. Com isso, as ac;oes da empresa serao conduzidas pelas necessidades dos clientes, respondendo a essas necessidades, e muitas vezes antecipando novas necessidades. Esse tipo de rela<;ao torna-se cada vez mais importante e faz com que a cliente invista seu tempo e muitas vezes seu dinheiro para preserva-ia. No mundo CRM a unica vantagem competitiva real e a informac;3o que temos do cliente e que os concorrentes nao tern. Essas informac;oes tern de vir do cliente atraves do dialogo. 0 dialogo que desenvolve-se com os clientes e unico, ao longo de toda rela<;ao com eles. Cada nova conversa e baseada na anterior,

18 10 construindo urn lango e unico dialogo. lndependentemente do meio utilizado pelo ciiente para contatar a empresa (PEPPERS, 2001,p.27) IMPLEMENTAC;:OES EM SISTEMAS DE CRM Implementar CRM (Administra,aa de Relacianamenta ao Cliente), muitas vezes e confundido com implementar sistema integrado de gestao empresarial (ERP), que em 70% falha au tern problemas serios. A chance de falhas em projetos de CRM e ainda maior do que nos projetos assim chamados "tradicianais" (PEPPERS,2001, p.52). Observando-se as empresas que implementaram sistemas ERP, os principais fatores que levaram essas empresas a adotarem esta tecnologia foram madisma au latares palitica-institucianais (SRETZKE, 2000, p.53). 0 resultada dessas implementac;oes fcram a mel haria da eficiencia empresarial e a redw;ao de custos, ou seja, 0 foco desses sistemas nao foi a eficacia empresarial. Esse caminho tern sido seguido tambem pel a adoyao do CRM nas empresas, 0 que nao e um bam sinal. Com 0 CRM, as empresas deveriam buscar trazer valor para seus neg6cios e nao meramente obter ganhos de processos, muitas vezes sem lazer a caisa certa (SRETZKE, 2000, p.53). Outro grande latar a ser destacada nas implementa~oes de projetas de CRM eo que um grande numero de projetos ja implementados pouco tem aver com 0 cliente. A empresa sempre esta preocupada, inicialmente, em reduzir seus custos e "fidelizar" seus clientes, porque assim fica melhor e mais barato para a empresa. E claro que nao se pode perder de vistas os beneficios da empresa,

19 II mas a foco tern de estar nos beneficios para 0 cliente e, como consequ~ncia, virao os beneficios para a empresa (PEPPERS,2001, p.54). o CRM tern a ver corn urn conceito mais profundo onda cada cliente e distinto, diferente, e deve ser tratado de forma diferente. Portanto, para a implementa,ao de sistemas de CRM, e necessario a implenmenta,ao de tres fases: CRM analiticq, operacional e colaborativo. o CRM analitico, fonte de toda a inteligencia do processo, serve para 0 ajuste das estrategias de diferencia~ao de clientes, bern como para acompanhamento de seus habitos, com a objetivo de identificar suas necessidades. Poucas empresas estao investindo em CRM analftico, a que anula todos as esfor~osde investimento no CRM operacional. o CRM operacional trata dos aspectos operacionais da rela<;ao com 0 cliente como os sistemas de Call Center, exemplo: quando e usado como ferramenta SAC (Servi~o de atendimento aos clientes), sistema de automayao de vendas, que facilitam a vida dos vendedores e gerentes. a CRM colaborativo engloba todos os pontos de contato com a cliente onde ocorre interaybo entre ele e a empresa. as varios canais de contato devem estar preparados nao 56 para permitir essa interay80 como tam bern para garantir o fluxo adequado dos dado resultantes dela para 0 resto da organiza9bo. A implementa~ao de projetos de CRM deve sempre ter como linha-mestra a mudanya nos processos que envolvem 0 cliente, ou seja, ver a empresa com os olhos criticos dos melhores clientes. Sem isso, nao se esta implantando CRM, e sim mais urn pacote de software (PEPPERS,2001, p.54).

20 OBSTAcULOS PREVISivEIS NA IMPLEMENTAc;:Ao DE SISTEMAS CRM o projeto de CRM e pdr definic;03o urn projeto corporativd, que envolve todas as areas da empresa, embora geralmente comeee em uma area especifica e seja desenvolvida em etapas. Urn dos principais obstaculos durante a implementa«ao e a falta de compromisso da alta direc;ao da empresa. Onde CRM tern a ver com uma nova forma de ver e tratar 0 cliente e, portanto, tern mais a ver corn a mudanc;8 de cultura do que com a implementac;ao de urn novo sistema. A alta administrayao da empresa deve estar com pro met ida desde as rases iniciais, para garantir 0 rumo do projeto e 0 total enga;amento de todos os niveis gerenciais e operacionais (BRETZKE, p.68). Par envolver a relac;ao com 0 cliente, muitas vezes a area de marketing e eleita como "mae" de iniciativa. E claro que ela tem importancia fundamental, mas deixar tudo nas maos de uma 56 pessoa au de uma 56 area e receita certa para 0 fracasso. Em muitos projetos de CRM inicia-se pel a escolha da tecnologia de software e/ou de hardware. Nao ha forma mais segura de garantir 0 fracasso. E impossivel repetir demasiadamente que CRM e uma filosofia de trabalho e que a tecnologia e fundamental, mas esta longe de ser 0 foco para a empres8. Ela e secunda ria aos objetivos de neg6cio. Uma parte importante da iniciativa de CRM e a automatiza,ao da equipe de vend as. Como um dos canais mais importantes de contata com os clientes, a area de vendas deve ser envolvida no projeto. Exatamente nessa area e onde encontramos 0 maior numero de problemas na implementac;:ao de sistemas de CRM. 0 cliente sempre foi tradicionalmente do vendedor e nao da empresa. A

21 13 principal mudanya nessa nova realidade e que 0 cliente vai passar a ser da empresa. Em algumas empresas, por exemplo, os vendedores registram os dados de seus clientes em planilhas ad final do dia gravam em seus disqueles e levam embora para casa, acreditando que S8 a organizactao tivesse aqueles dados, as prejudicaria. A (mica maneira de resolver 8ssa questao e envolver precoce e tolalmente a area de venda, para que desde 0 comec;:o os vendedores perce bam que a iniciativa [hes vai ser uti! para atingirem seus objetivos. Na maioria dos projetos de CRM nao e dada a importancia adequada ao treinamento e suporte. 0 treinamento adequado da equipe e tao ou mais importante que a lase de implementa<;aodo sistema. EsI'; se lidando com muitos usuarids que nao tern experiencia na utilizac;ao de computadores e que vao ter uma resistencia natural a essa utiliza\f20. Sem 0 treinamento adequado toda a iniciativa nao funciona. 0 suporte ao usuario, atraves de helpdesk e outras ferramentas, garante a continuidade do projeto e e um excelente canal para a retroalimenta9ao e a melhoria continua do sistema. As condi<;iies ideais para implanta<;ao de CRM, deve comeyar entre a integra<;a.o de todas as areas, desde a alta administrac;:ao ate a mais baixa, levando-os a uma mudan<;ade cultura e engajando-os em todas as etapas do projeto, treinando adequadamente todas as areas que iraq auxiliar no projeto para um melhor uso da tecnologia. o treinamento de todas as areas da empresa e um item muito importante para que 0$ aspectos operacionais de rela\fao com 0 cliente estejam em perieita harmonia.

22 CRM NA WEB A Web trouxe mudan~as em todas as areas de neg6cio. A utilizayao de urn meio tao poderoso e que esta sempre (au quase sempre) disponivel causou uma revolu<;ao na maneira de se ter acesso a informa'10es e de se fazer neg6cios. Do ponto de vista tecnol6gico, a integrac;:8o de dados e 0 grande desafio. Param, ao se conceber urn site de comercio eletr6nico deve~seter em mente que estamos na realidade abrindo urn canal extremante poderoso para a cria<tao e 0 desenvolvimento de relac;aocom os clientes (PEPPERS, 2001,p.65) PONTOS IMPORTANTES PARA DESENVOLVER UM SITE: a site e urna pagina virtual na Internet, com as informac;oes de empresas, pessoas, produtos e servi<fos. Para desenvolver urn site devem ser seguidas as fases abaixo segundo Peppers (PEPPERS, 2001, p.68): 1. Proteger a privacidade dos clientes e informa-ios desta protec;ao, para que as mesmas se sintam seguros a continuar mantendo urna relac;ao com a empresa. 2. Explicar os motivos da relac;ao do cliente com a empresa, definindo quais as beneficios deste relacionamento. 3. Organizar 0 site por necessidades dos clientes, nao por produtos, onde ista permite que os clientes encontrem rapidamente a que precisam. 4. Permitir que os clientes tenham controle sobre seus dados, permitindo que os mesmos possam fazer atualiza es de seus dados pessoais.

23 15 5. Motivar os clientes e incentivar a colaboray8o, au seja, manter 0 relacionamento com a empresa. Para obtenc;;80 do sucesso na utiliz8c;;ao do marketing CRM, a empresa tern que S8 preocupar sempre em identificar, diferenciar, interagir e personalizar seus clientes. Pais tode 0 processo de implantact~o e implementa<;ao gira em torna destas fases (PEPPERS, 2001, p.07). Os canais de comunicayao com as clientes devem apresentar uma motiv8yao para novas cantatas e interayl)es, pais assim a empresa poden~) S8 preparar para futuros contatos de forma mais personalizada. Toda a empresa tern que estar engajada no processo de implantac;:8o para urn efetivo sucesso e evitar as principais obstaculos com Quiros departamentos da empresa. o usa da comunica~ao do cliente via Web deve ser 0 melhor possivel pais a interac;ao poderc3 ser total do cliente com a empresa. o CRM analitico tern func;ao fundamental dentro do projeto ou seja diferenciar seus clientes pelo valor e potencial, mostrando para a empresa a grupo de clientes com maior valor, para que a mesma possa focar todos as seus esforyos em um atendimento personalizado definido dentro de CRM TEORIA DE MEDIDAS MASCULINAS ESTABELECIMENTO DE TABELAS DE MEDIDAS Na produc;ao em serie, 0 corpo do cliente e visto isoladamente, deixando de ser referencia para a confecc;ao de vestuario. Em seu lugar encontra-se um

24 16 conjunto de tipos humanos 5uficientemente representatives da constituic;80 fisica de uma determinada populayiio. Desde a antiguidade que se fazem estudos sobre as medidas do corpo humano, mas nesta altura, as investigac;oes deveriam incidir em especial sobre a proporcionalidade das suas diferentes partes e devenam ser, sobretudo, de ordem estetic8. Um escultor grego, Polideto, estabeleceu as propore;5esdo corpo humane em 7 Cabe({8S e meia de altura ou 30 partes iguais ao comprimento do nariz. Lisipo, por seu lado, acrescentou-ihes mais 2 partes, perfazendo 32 narizes au 8 cabet:;;as. Durante seculos, seriam essencialmente deste tipo as refer mcias basicas que teriamos sabre as medidas e as propor es do corpo humane (SOUZA, 1989, pa8). A partir do renascimento, avan9a-se muito com rela9ao a melhor compreensao da geometna e das propor95es do corpo humane (SOUZA, 1989, pa8). No seculo XVIII, generalizou-se a constitui9ao dos exercitos de estado, sendo esse processo acompanhado pela regulamentac;bo muito rigida dos varios uniformes militares. Tal fato permitiu a sua fabricac;ao em grande eseala e 0 estabelecimento de tabelas de medidas, embora ainda incipientes. Tratava-se, no entanto, de um caso especifico, nao extensivel a toda a popula9ao. (SOUZA, 1989, pa8) PRINCiPtO DAS REGRAS DE ESCALA Baseando-se na oscila9ilo venficada na apura9ao de medidas, ficou determinada certa medida de peito como numero verdadeiro e para nao

25 17 desequilibrar 0 modele, considerando haver numeros aeirna dessa media. trabalhou-se a partir dai com pequenas folgas tanto em medidas de circunferencias quanto em medidas de alturas. (SOUZA,1989, p.49) Onde S8 0 Mhomem-tipo" difinido par Campaign, partindo de urn principia de proporcionalidade, obtinha os diferentes tamanhos. (SOUZA,1989, p.49) Continuadores de Campaign, ao longo do seculo XIX, criaram cada qual, novos sistemas de modelagem, mas todos baseados nesta proporcionalidade a partir de um ponto base. (SOUZA.1989, p.49) Em 1869, urn mate matico alem~o publicou uma notavel obra tratando das prupo,,6es ideais do corpo humano. Este trabalho, de alto rigor cientifico, veio trazer uma base mais s61ida ao principia da gradu8980 a partir de uma normatipo. Ao longo de todo 0 seculo XIX, os dados acumulados determinaram 0 estabelecimento de tabelas empiricas, cujos tamanhos variavam de quatro em quatru centimetrus. (SOUZA,1989, p.49) No inicio do nossa secula, nos diversos catalogos de vestuario, as indicac;oesde tamanho sao ja em func;aodas medidas do torax para 0 caso masculino ou do busto para 0 casa feminino. 0 principia de Campaign estava, enlao, generalizado. 0 vestuario infantil, por sua vez, era classificado em fun9ao da idade, atitude nao muito correta, dado que a rapidez e as varia90es de desenvolvimento de Criany8S sao absolutamente diferentes de individuo para individuo. Como se pode observar, desde os prim6rdios nao tern sido tarefa das mais faceis estabelecer um padrao de medidas que atenda a necessidade de variados mercados consumidores. Essa dificuldade acentuou-se a partir da universaliz8<;:80 do consumo. Assim como ad lango dos tempos sempre se fez necessaria 0

26 18 trabalho de adaptac;08s au ajustes as tabelas de medidas existentes, hoje, mais ainda, se verifiea essa necessidade, quanta mais em urn pais como 0 Brasil, de dimensoes continentais de t~o rica variedade etnica. (SOUZA,1989, p.50) COMO OBTER MEDIDAS DO CORPO HUMANO E necessario especificar, passo a passo, como se da a mensurac;ao do corpo humane quando se lem par objetivo a confecc;:ao de vestuario. E necessaria, em primeiro lugar, que 0 corpo de prova esteja livre de roupas pesadas ou muito volumosas, preferencialmente deve estar em roupas intimas au quaisquer Qutras colantes, desde que nao adulterem a forma natural do corpo. A - colorlnho B t6rox C - clnturo coillorimento de mango E comprlmento do oolet6 F - OIllbro a ombro estaturo H - comprlmento do C011,;0.1,,I' lit Figura 1 ( Vila Romana, 2001 ) Abaixo sao apresentadas algumas h;,cnicaspara obtenc;aodas medidas do corpo humane:

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT

CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT O resultado prático para as empresas que adotam esse conceito de software, baseado no uso da tecnologia é conseguir tirar proveito dos dados de que dispõem para conquistar

Leia mais

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS 3.INTERNET 3.1. Internet: recursos e pesquisas 3.2. Conhecendo a Web 3.3. O que é um navegador?

Leia mais

DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP. VitorFariasCoreia

DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP. VitorFariasCoreia DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP VitorFariasCoreia INFORMAÇÃOECOMUNICAÇÃO Autor Vitor Farias Correia Graduado em Sistemas de Informação pela FACITEC e especialista em desenvolvimento de jogos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN José Agostinho Petry Filho 1 ; Rodrigo de Moraes 2 ; Silvio Regis da Silva Junior 3 ; Yuri Jean Fabris 4 ; Fernando Augusto

Leia mais

World Wide Web e Aplicações

World Wide Web e Aplicações World Wide Web e Aplicações Módulo H O que é a WWW Permite a criação, manipulação e recuperação de informações Padrão de fato para navegação, publicação de informações e execução de transações na Internet

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

Conteúdo Programático de PHP

Conteúdo Programático de PHP Conteúdo Programático de PHP 1 Por que PHP? No mercado atual existem diversas tecnologias especializadas na integração de banco de dados com a WEB, sendo o PHP a linguagem que mais se desenvolve, tendo

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

DHTML - MÓDULO 1: VISÃO GERAL E INTRODUÇÃO Por Marcelo Camargo Visão geral

DHTML - MÓDULO 1: VISÃO GERAL E INTRODUÇÃO Por Marcelo Camargo Visão geral Apostila retirada de http://www.ibestmasters.com.br DHTML - MÓDULO 1: VISÃO GERAL E INTRODUÇÃO Por Marcelo Camargo Visão geral A tecnologia DHTML (Dynamic HTML) foi apresentada inicialmente como um conjunto

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br IntroduçãoàTecnologiaWeb TiposdeSites ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br TiposdeSites Índice 1 Sites... 2 2 Tipos de Sites... 2 a) Site

Leia mais

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo Prefeitura de Belo Horizonte Sistema de Controle de Protocolo Relatório apresentado para concorrer ao 2º Prêmio Inovar BH conforme Edital SMARH nº 001/2014 Belo Horizonte Julho de 2014 Resumo Sendo grande

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar o que é uma Aplicação Rica para Internet Contextualizar tais aplicações na Web e os desafios

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

O papel do CRM no sucesso comercial

O papel do CRM no sucesso comercial O papel do CRM no sucesso comercial Escrito por Gustavo Paulillo Você sabia que o relacionamento com clientes pode ajudar sua empresa a ter mais sucesso nas vendas? Ter uma equipe de vendas eficaz é o

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 6 ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí. Conteúdo do Curso. 40% de aula teórica 60% de aula prática. O que veremos neste semestre?

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí. Conteúdo do Curso. 40% de aula teórica 60% de aula prática. O que veremos neste semestre? Curso de PHP FATEC - Jundiaí Conteúdo do Curso 40% de aula teórica 60% de aula prática O que veremos neste semestre? Linguagem PHP Banco de Dados - PostgreSQL PHP - Introdução ao PHP - Estrutura de um

Leia mais

Planejando o aplicativo

Planejando o aplicativo Um aplicativo do Visual FoxPro geralmente inclui um ou mais bancos de dados, um programa principal que configura o ambiente de sistema do aplicativo, além de uma interface com os usuários composta por

Leia mais

Sistemas de Produtividade

Sistemas de Produtividade Sistemas de Produtividade Os Sistemas de Produtividade que apresentaremos em seguida são soluções completas e podem funcionar interligadas ou não no. Elas recebem dados dos aplicativos de produtividade,

Leia mais

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA Você deve ter em mente que este tutorial não vai te gerar dinheiro apenas por você estar lendo, o que você deve fazer e seguir todos os passos

Leia mais

Os rumos do Email Marketing

Os rumos do Email Marketing Marketing Os rumos do Email Marketing Confira alguns pontos que podem fazer a diferença na utilização desta ferramenta, como um maior investimento na equipe De 1 a 3 de fevereiro, tive a oportunidade de

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

O CONCEITO DE TDD NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

O CONCEITO DE TDD NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE O CONCEITO DE TDD NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Renan Leme Nazário, Ricardo Rufino Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR - Brasil renazariorln@gmail.com, ricardo@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

1.2.4. Organizar a estrutura do site

1.2.4. Organizar a estrutura do site 1.2.4. Organizar a estrutura do site 1 Organizar a estrutura do site A organização da estrutura do site passa pela definição das ligações entre as páginas que o compõem Esta organização deve ser intuitiva

Leia mais

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Fabrício Viero de Araújo, Gilse A. Morgental Falkembach Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção - PPGEP Universidade

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES Alexandre Egleilton Araújo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil araujo.ale01@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

Clarion 7 Gold Julio Cesar Pedroso

Clarion 7 Gold Julio Cesar Pedroso Clarion 7 Gold Algumas considerações Desde o dia 13 de abril estamos trabalhando e testando a versão Gold do Clarion 7, que foi liberado, de maneira muito cautelosa pela SoftVelocity, sem grandes alardes,

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi.

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi. Capítulo 1 O Que é o Delphi Diferenças entre Delphi Client/Server do Delphi for Windows Características que compõem o Integrated Development Invironment (IDE) Como o Delphi se encaixa na família Borland

Leia mais

PARA QUE SERVE O CRM?

PARA QUE SERVE O CRM? Neste mês, nós aqui da Wiki fomos convidados para dar uma entrevista para uma publicação de grande referência no setor de varejo, então resolvemos transcrever parte da entrevista e apresentar as 09 coisas

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS PARA O DESENVOLMENTO DE INTERFACES WEB

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS PARA O DESENVOLMENTO DE INTERFACES WEB TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS PARA O DESENVOLMENTO DE INTERFACES WEB Marcelo Rodrigo da Silva Ribeiro 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil marcelo.rodrigo@live.com,

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Objetivo. O objetivo da disciplina é conhecer os princípios da programação de

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Aula 1 Ementa Fases do Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software, apresentando como os métodos, ferramentas e procedimentos da engenharia de software, podem

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET WEBSITE MUNDO MULHER GABRIELA DE SOUZA DA SILVA LUANA MAIARA DE PAULA SILVA

Leia mais

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria Agentes Financiadores Notícias e atualidades sobre Agentes Financiadores nacionais e internacionais página inicial A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores

Leia mais

QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44)

QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44) QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44) 28) A orientação a objetos é uma forma abstrata de pensar um problema utilizando-se conceitos do mundo real e não, apenas, conceitos computacionais. Nessa perspectiva, a adoção

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas.

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Autoatendimento Digital Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Oferece aos clientes as repostas que buscam, e a você,

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

Formas de Aumentar a Lucratividade da Sua Empresa com o Big Data

Formas de Aumentar a Lucratividade da Sua Empresa com o Big Data 9 Formas de Aumentar a Lucratividade da Sua Empresa com o Big Data Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores Sua empresa sabe interpretar os dados que coleta? Para aumentar

Leia mais

CRM. Costumer Relationship Management. Gestão de Relacionamento com o Cliente. Ismar Vicente

CRM. Costumer Relationship Management. Gestão de Relacionamento com o Cliente. Ismar Vicente CRM Costumer Relationship Management Gestão de Relacionamento com o Cliente Ismar Vicente Gestão do Relacionamento com o Cliente palestra com Prof Ismar Num ambiente descontraído o professor Ismar mostra,

Leia mais

Transformação do call center. Crie interações com o cliente mais lucrativas e agregue valor adicionando insights e eficiência em todas as chamadas.

Transformação do call center. Crie interações com o cliente mais lucrativas e agregue valor adicionando insights e eficiência em todas as chamadas. Transformação do call center Crie interações com o cliente mais lucrativas e agregue valor adicionando insights e eficiência em todas as chamadas. Lucre com a atenção exclusiva de seus clientes. Agora,

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

O que é Benchmarking?

O que é Benchmarking? BENCHMARKING Sumário Introdução Conhecer os tipos de benchmarking Aprender os princípios do bechmarking Formar a equipe Implementar as ações Coletar os benefícios Exemplos Introdução O que é Benchmarking?

Leia mais

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP CAPÍTULO 1 O melhor do PHP Este livro levou bastante tempo para ser feito. Venho usando agora o PHP por muitos anos e o meu amor por ele aumenta cada vez mais por sua abordagem simplista, sua flexibilidade

Leia mais

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Amarildo Aparecido Ferreira Junior 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil aapfjr@gmail.com

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web

Introdução à Tecnologia Web Introdução à Tecnologia Web JavaScript Histórico e Características Índice 1 JAVASCRIPT... 2 1.1 Histórico... 2 1.2 Aplicações de JavaScript... 2 a) Interatividade... 2 b) Validação de formulários... 2

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Estruturas de Sistemas Operacionais Um sistema operacional fornece o ambiente no qual os programas são executados. Internamente,

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP 2ª Edição Juliano Niederauer Novatec Copyright 2009, 2011 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução

Leia mais

Conceitos Básicos de Rede. Um manual para empresas com até 75 computadores

Conceitos Básicos de Rede. Um manual para empresas com até 75 computadores Conceitos Básicos de Rede Um manual para empresas com até 75 computadores 1 Conceitos Básicos de Rede Conceitos Básicos de Rede... 1 A Função de Uma Rede... 1 Introdução às Redes... 2 Mais Conceitos Básicos

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM. Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec

SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM. Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec Teoria geral do Sistemas O Sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido O Microsoft OneNote 2013 parece diferente das versões anteriores, por isso criamos este guia para ajudar você a minimizar a curva de aprendizado. Alterne entre a entrada por toque

Leia mais

Partner Network. www.scriptcase.com.br

Partner Network. www.scriptcase.com.br www.scriptcase.com.br A Rede de Parceiros ScriptCase é uma comunidade que fortalece os nossos representantes em âmbito nacional, possibilitando o acesso a recursos e competências necessários à efetivação

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 Eduardo Laguna Rubai, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR- Brasil eduardorubay@gmail.com, bonetti@unipar.br Resumo.

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

CRM. Customer Relationship Management

CRM. Customer Relationship Management CRM Customer Relationship Management CRM Uma estratégia de negócio para gerenciar e otimizar o relacionamento com o cliente a longo prazo Mercado CRM Uma ferramenta de CRM é um conjunto de processos e

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

Manual de Vendas. Chegou a oportunidade de aumentar os lucros com o Windows Server 2012 R2

Manual de Vendas. Chegou a oportunidade de aumentar os lucros com o Windows Server 2012 R2 Manual de Vendas Chegou a oportunidade de aumentar os lucros com o Windows Server 2012 R2 O Windows Server 2012 R2 fornece soluções de datacenter e de nuvem híbrida de classe empresarial que são simples

Leia mais

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Julho / 2.012 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/07/2012 1.0 Versão inicial Ricardo Kiyoshi Página 2 de 11 Conteúdo 1. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N Technologies. Todos os Direitos

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

BANCO DE DADOS CONTEÚDO INFORMÁTICA. Prof.: MARCIO HOLLWEG mhollweg@terra.com.br BANCO DE DADOS SGBD TABELA CONCEITOS BÁSICOS

BANCO DE DADOS CONTEÚDO INFORMÁTICA. Prof.: MARCIO HOLLWEG mhollweg@terra.com.br BANCO DE DADOS SGBD TABELA CONCEITOS BÁSICOS CONTEÚDO HARDWARE - 2 AULAS SISTEMA OPERACIONAL - 2 AULAS INFORMÁTICA Prof.: MARCIO HOLLWEG mhollweg@terra.com.br APLICATIVOS OFFICE - 3 AULAS INTERNET - 1 AULA REDE - 2 AULA SEGURANÇA - 1 AULA BANCO DE

Leia mais

Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing)

Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing) Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing) Transforme suas comunicações mais lidas em participações multicanais altamente direcionadas que reduzem custos, aumentam a satisfação do cliente e geram

Leia mais

Plano de Parcerias BuenitStore

Plano de Parcerias BuenitStore Plano de Parcerias Agências, Desenvolvedores e Designers 18.03.2015 v.2 Objetivo Apresentar ao mercado de criação digital a nossa proposta de parceria e colaboração técnica para criação de projetos de

Leia mais

Como sua empresa pode

Como sua empresa pode Como sua empresa pode [ O guia de segmentação por IP ] Tecnologia de Inteligência de IP e de geolocalização O método de encontrar a localização física e geográfica de um usuário com base unicamente em

Leia mais

ESTUDO SOBRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO HOSPEDEIRAS SUPORTADAS PELA FERRAMENTA HTML. Aluno: Rodrigo Ristow Orientador: Wilson Pedro Carli

ESTUDO SOBRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO HOSPEDEIRAS SUPORTADAS PELA FERRAMENTA HTML. Aluno: Rodrigo Ristow Orientador: Wilson Pedro Carli ESTUDO SOBRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO HOSPEDEIRAS SUPORTADAS PELA FERRAMENTA HTML Aluno: Rodrigo Ristow Orientador: Wilson Pedro Carli Objetivo; Roteiro da Apresentação Visão Geral sobre Internet,

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM

Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM Fábio Pires 1, Wyllian Fressatti 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil pires_fabin@hotmail.com wyllian@unipar.br RESUMO. O projeto destaca-se

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (AULA 04)

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (AULA 04) Prof. Breno Leonardo Gomes de Menezes Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (AULA 04) 1 CRM Sistema de Relacionamento com clientes, também

Leia mais

XHTML 1.0 DTDs e Validação

XHTML 1.0 DTDs e Validação XHTML 1.0 DTDs e Validação PRnet/2012 Ferramentas para Web Design 1 HTML 4.0 X XHTML 1.0 Quais são os três principais componentes ou instrumentos mais utilizados na internet? PRnet/2012 Ferramentas para

Leia mais

Sistemas de Canais Sistemas de Informação

Sistemas de Canais Sistemas de Informação É necessário o entendimento de como os produtos chegam aos clientes, o que ocorre por meio de uma série de entidades de Marketing conhecidas como canais. Os Sistemas de Canais são todos os sistemas envolvidos

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

O sucesso da WWW. Atualização de Hiperdocumentos. Atualização de Hiperdocumentos. Cuidados. Exemplo. Passos. Motivos :

O sucesso da WWW. Atualização de Hiperdocumentos. Atualização de Hiperdocumentos. Cuidados. Exemplo. Passos. Motivos : Atualização de Hiperdocumentos Links Estrutura lógica Estruturas de apresentação Conteúdo (textual, imagens paradas, imagens em movimento e sons) Conclusões O sucesso da WWW Motivos : Facilidade de utilização

Leia mais

Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB

Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N

Leia mais

A Evolução dos Sistemas Operacionais

A Evolução dos Sistemas Operacionais Capítulo 3 A Evolução dos Sistemas Operacionais Neste capítulo, continuaremos a tratar dos conceitos básicos com a intensão de construirmos, agora em um nível mais elevado de abstração, o entendimento

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado.

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. TECNICAS E TECNOLOGIAS DE APOIO CRM Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. Empresas já não podem confiar em mercados já conquistados. Fusões e aquisições

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 1 OBJETIVOS 1. Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações e transações empresariais?

Leia mais

Conceitos de Banco de Dados

Conceitos de Banco de Dados Conceitos de Banco de Dados Autor: Luiz Antonio Junior 1 INTRODUÇÃO Objetivos Introduzir conceitos básicos de Modelo de dados Introduzir conceitos básicos de Banco de dados Capacitar o aluno a construir

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais