MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DA EDITORA GLOBO NA PRODUÇÃO DE ANÚNCIOS

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1 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DA EDITORA GLOBO NA PRODUÇÃO DE ANÚNCIOS

2 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DA EDITORA GLOBO NA PRODUÇÃO DE ANÚNCIOS A Editora Globo recomenda que o trabalho final de montagem dos anúncios publicitários deva ser feito em versões atualizadas de aplicativos especializados de paginação tais como o Adobe InDesign e QuarkXPress. Nesses programas podem ser reunidos todos os elementos gerados pelos aplicativos auxiliares (textos, imagens, ilustrações, fontes tipográficas etc), conforme o layout e o projeto gráfico desejados. Cuidados no Layout É importante observar alguns cuidados básicos na construção das páginas, cuja observância minimiza a possibilidade do surgimento de problemas nas etapas posteriores da geração do arquivo PDF/X-1a ou mesmo na correta impressão das revistas. Tamanho das páginas: As páginas dos anúncios devem ser construídas nos aplicativos de paginação já com as medidas exatas do tamanho de corte final das publicações às quais se destinam, os anúncios, conforme a tabela abaixo: Anúncios de página dupla: Os anúncios que ocupem páginas duplas devem ser montados em documentos com o tamanho final da dupla de páginas faceadas lado-a-lado (facing pages), com marcas de corte completas nas bordas externas e marca de dobra pontilhada na medianiz, conforme o esquema e as medidas abaixo. marcas de corte marca de dobra Época, Época São Paulo, Auto Esporte, Criativa, Casa e Jardim, Crescer, Galileu, Globo Rural e Pequenas Empresas Grandes Negócios Páginas de miolo 20,2 x 26,6 1ª, 2ª, 3ª e 4ª capas 20,2 x 26,6 2/3 página vertical 13,4 x 26,6 1/2 página horizontal 20,2 x 13,3 1/3 página vertical 6,7 x 26,6 Quem Acontece Páginas de miolo 22,5 x 31,0 1ª, 2ª, 3ª e 4ª capas 22,5 x 31,0 2/3 página vertical 15,0 x 31,0 1/2 página horizontal 22,5 x 15,5 1/3 página vertical 7,5 x 31,0 Marie Claire, Criativa Noivas, Monet, Época Negócios e Revista do Fantástico Páginas de miolo 20,8 x 27,4 1ª, 2ª, 3ª e 4ª capa 20,8 x 27,4 2/3 página vertical 14,0 x 27,4 1/2 página horizontal 20,8 x 13,7 1/3 página vertical 7,0 x 27,4 largura da página dupla Época, Época São Paulo, Auto Esporte, Criativa, Casa e Jardim, Crescer, Galileu, Globo Rural e Pequenas Empresas Grandes Negócios Páginas duplas 2ª capa + página 3 Páginas duplas 2ª capa + página 3 Quem Acontece 40,4 x 26,6 45 x 31,0 Marie Claire, Criativa Noivas, Monet, Época Negócios e Revista do Fantástico Páginas duplas 2ª capa + página 3 41,6 x 27,4 altura da página dupla 2

3 Manual de Boas Práticas da Editora Globo na produção de anúncios Anúncios de página dupla em revistas de lombada quadrada com texto no centro da página deverão ter um recuo de 3 mm de cada lado, totalizando 6 mm sendo que o tamanho médio da lombada é de 5 mm. recuo de 3 mm (6 mm total) EDITOR A GLOBO Atenção: ao escolher a opção pré-defi nida PDF/ X1-a:2001 no módulo de exportação direta de PDFs do Adobe InDesign é preciso confi gurar manualmente as opções de inserção de marcas de corte (crop marks) e a área de sangria (bleed). No site da Editora Globo estão disponíveis arquivos já confi gurados de predefi nições de exportação de PDF (Adobe PDF presets) para o Adobe InDesign CS2, CS3 e CS4. Folders e encartes com formatos especiais: Os arquivos devem ser montados em documentos com o medidas no tamanho final do folder contratado, com marcas de corte completas nas bordas externas e marcas pontilhadas indicando as dobras das páginas. No caso de encartes, é recomendável a entrega antecipada à editora de um protótipo de avaliação do material, preferencialmente produzido em papel do mesmo tipo e gramatura do que será utilizado no produto final. Marcas de corte: As marcas de corte (crop marks) nunca devem ser incluídas manualmente dentro da página que está sendo montada no aplicativo. Elas devem ser inseridas automaticamente pelos aplicativos no processo de fechamento dos arquivos. Recomenda-se o uso de marcas de corte com espessura de 0,1 mm (ou 1/4 de ponto tipográfico), posicionadas com 3,5 mm (ou 10 pontos tipográficos) de afastamento da borda de corte e aplicadas nas quatro cores de impressão (registration color). Se possível, prefira utilizar marcas de corte simples, indicando apenas o limite de corte das páginas. Evite o uso de marcas de corte duplas (orientais) e/ou marcas de sangria (bleed marks) que podem dar margem a erros no posicionamento dos anúncios. CORRETA Página dupla 3,5 mm 3,5 mm espessura 0,1 mm NÃO RECOMENDADAS Margens de segurança: Quaisquer elementos que estejam muito próximos das bordas das páginas correm o risco de serem refilados pelo corte da guilhotina, devido a uma eventual variação de alguns milímetros no processo de dobra e montagem dos cadernos em offset rotativa. Por isso, é recomendável a manutenção de uma margem mínima de segurança de 5 mm em relação às linhas de corte. Sangrias: No caso de anúncios que possuam imagens, ilustrações ou cores de fundo, esses elementos devem ser cortados pela guilhotina, de forma que não haja risco do surgimento de filetes brancos nas bordas exteriores. Para isso, é preciso deixar uma área de sobra na parte externa da página (para fora dos limites do corte) conhecida como sangria. A Editora Globo solicita uma sangria mínima de 5 mm nos quatro lados da página. Fios, bordas e filetes: A espessura mínima dos fios nunca deve ser inferior a 0,05 mm (o equivalente a cerca de 0,15 ponto tipográfico), caso contrário a impressão pode ficar comprometida. Esse valor refere-se a fios impressos em uma única cor e sem o uso de retícula (preenchimento a 100%). No caso de impressão com mais de uma cor e/ou com uso de percentuais (por exemplo 100% de amarelo e 50% de magenta) a espessura deve ser de, no mínimo, 1 mm ou 3 pontos tipográficos. Fontes tipográficas Sangria de 5 mm A melhor maneira de evitar problemas com fontes nos trabalhos gráficos é utilizar uma única coleção de fontes de boa qualidade. Para assegurar que a gráfica ou o birô de serviço irão usar exatamente a mesma fonte que foi empregada na paginação dos arquivos (e não uma fonte com o mesmo nome), a inclusão das fontes utilizadas é obrigatória nos arquivos PDF/X-1a Existem três tecnologias de fontes para editoração eletrônica: PostScript, TrueType e OpenType. 3

4 Padrão PostScript Manual de Boas Práticas da Editora Globo na produção de anúncios Conhecidas como fontes Tipo 1 (Type 1) ou fontes Adobe (um equívoco, já que hoje diversas empresas as produzem), as fontes PostScript são as mais seguras para trabalhar com arquivos destinados a impressão. Além disso, elas não possuem mecanismos que impeçam a inclusão em arquivos: toda fonte Tipo 1 pode ser incorporada nos PDF/X-1a. Observação: há uma variante no formato PS Tipo 1, conhecida como Multiple Masters, hoje em desuso. A Editora Globo não aceita arquivos PDF com uso de fontes MM. Padrão TrueType Fontes do tipo TrueType são encontradas como fontes de sistema (que acompanham o Windows e o Mac OS) e em boa parte dos aplicativos não especializados em editoração eletrônica. Boa parte das TrueType tem qualidade inferior, e há razões técnicas para que seu uso seja evitado na produção de anúncios, já que tais fontes nem sempre interagem bem com os sistemas de pré-impressão das gráficas. Por fim, muitas TrueType possuem sistemas de proteção que impedem sua incorporação nos arquivos PDF. Atenção: Editora Globo não recomenda a utilização de fontes TrueType nos anúncios, e não se responsabiliza por eventuais problemas de compatibilidade que o seu uso possa gerar. Padrão OpenType Fontes OpenType seguem um padrão mais moderno e são bem aceitas pelas novas versões dos aplicativos de paginação. No entanto, algumas dessas fontes podem oferecer restrições à sua incorporação nos arquivos PDF/X-1a. A Editora Globo não faz restrições ao uso de Fontes OpenType, desde que sejam de boa qualidade e desenvolvidas por fornecedores confiáveis. Conversão de textos em curvas Uma opção utilizada com muita freqüência por usuários de programas de ilustração vetorial é a conversão dos textos em curvas ou outlines antes do fechamento dos arquivos. Essa opção faz com que os textos se transformem em desenhos vetoriais e, com isso, deixa de ser necessária a inclusão das fontes no documento. No entanto, esse recurso apresenta graves inconvenientes técnicos (em especial em fontes True Type) e pode gerar dificuldades no processamento dos anúncios na pré-impressão. A Editora Globo recomenda que a opção de converter para curvas seja utilizado apenas em pequenos segmentos de texto tais como logotipos, títulos, cabeçalhos etc e, preferencialmente, quando forem construídos em corpos maiores que 12 pontos. Grandes blocos de texto devem ser mantidos como tal, com uso de fontes tipográficas de boa qualidade. Outras opções como a de substituir automaticamente fontes TrueType por fontes Tipo 1 devem ser desativadas para evitar surpresas no resultado final. Eventuais fontes problemáticas devem ser descartadas e substituídas manualmente na produção dos anúncios, e não no momento da geração do PDF/X-1a. Cores CMYK e cores especiais Todas as publicações da Editora Globo usam tintas de seleção CMYK (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto) nos padrões da norma ISO , uma técnica conhecida como quadricromia. Cores especiais também conhecidas como cores Pantone não podem ser utilizadas nos anúncios e devem ser obrigatoriamente convertidas para equivalentes CMYK antes da geração do arquivo PDF/X-1a. Para definir as cores CMYK com precisão é recomendável que o designer use uma escala de cores impressa com o mesmo padrão de tintas, o mesmo tipo de papel e condições de produção iguais ou semelhantes às que serão empregadas nas revistas da Editora Globo. Por isso, o uso de tabelas de cores e outras escalas de referência CMYK deve ser feito com critério. Caso se deseje escolher as cores diretamente em um aplicativo de computador, é recomendável que o monitor esteja calibrado e que o sistema de gerenciamento de cores dos aplicativos estejam ajustados, com emprego dos perfis de cores ICC no padrão ISO/ECI adotados pela Editora Globo. Fonte Times Roman PS Tipo 1 convertida para curvas Fonte Times New Roman TrueType convertida para curvas Padrões de Cor e Perfis ICC A Editora Globo adota como referências colorimétricas padrão para a impressão offset os perfis de cor ICC padrão ISO disponibilizados pela European Color Initiative - ECI. O pacote completo de perfis ICC ECI Offset 2008 está disponível gratuitamente na área de downloads do site da ECI (www.eci.org). Dentre eles, a Editora Globo adota os seguintes ISO Coated V2 (ECI) - baseado na caracterização FOGRA 39L, para papéis revestidos de gradação ISO nº 1 e 2 (couché brilho e fosco); 4

5 Manual de Boas Práticas da Editora Globo na produção de anúncios ISO Web Coated - baseado na caracterização FOGRA 28L, para papéis revestidos de gradação ISO nº 3 (LWC - Low Weight Coated); SC Paper ECI - baseado na caracterização FOGRA 40L para papéis do tipo SC - Super Calandrado. Espaço de trabalho CMYK Recomenda-se que os perfis acima sejam instalados e configurados como espaço de trabalho CMYK (CMYK working space) nas configurações de cores do Adobe Photoshop e dos demais aplicativos de editoração eletrônica, Uma vez instalados no computador, o perfil ICC mais apropriado deve ser utilizado no tratamento de imagens de cada publicação, conforme a tabela abaixo. Cuidados com imagens Existem dois tipos básicos de imagens digitais: as vetoriais, que são compostas por objetos cujos limites são matematicamente definidos por meio de equações; e as bitmap, constituídas de um mosaico de microscópicos elementos quadrados os pixels que têm resolução pré-definida, determinada pelo número de pixels utilizados para construí-las. PAPEL PERFIL ICC PUBLICAÇÕES Couché g Couché 90 g LWC 65 g SC 56g ISO Coated v2 (ECI) ISO Coated v2 (ECI) ISO Web Coated SC Paper ECI Capas de todas as revistas Miolo das revistas Marie Claire, Criativa e Monet Miolo das demais revistas mensais e da semanal Quem Acontece Miolo da revista semanal Época Para a correta utilização dos padrões de impressão acima, nos arquivos fornecidos à editora as imagens não devem ultrapassar os valores máximos de somatória de tintas sobrepostas (total ink coverage) sugeridos pelas especificações ISO/ECI para os papéis utilizados, a saber: 270% para trabalhos em papel Super Calandrado 300% para trabalhos em papéis LWC; 330% para trabalhos em papéis Couché Espaço de trabalho Grayscale O espaço de trabalho grayscale define a simulação do resultado impresso das imagens monocromáticas, como as fotos preto e branco, que são impressas utilizando apenas a tinta preta da impressão CMYK. É preciso ajustar esse espaço de cor com as informações dos perfis ICC de referência de impressão adotados pela Editora Globo. Nos aplicativos da Adobe, isso é feito por meio da opção carregar cinza (load gray) do espaço de cores Gray. Na janela que se abre, basta encontrar e selecionar o perfil ICC na pasta onde o mesmo fica arquivado. Carregado o perfil ISO Coated v2, por exemplo, a janela irá mostrar como opção de Gray Tinta Preta - ISOCoated v2 (Black Ink - ISOCoated v2). O mesmo ajuste de grises pode ser feito para os demais perfis ICC (ISO Web Coated e SC Paper ECI) IMAGEM BITMAP Imagens vetoriais IMAGEM VETORIAL As imagens vetoriais podem ser criadas e editadas em aplicativos de ilustração, como o Illustrator, FreeHand e CorelDRAW e não tem uma resolução pré-definida. Essas imagens só são transformadas em pontos no momento da impressão, quando um equipamento de RIP (Raster Image Processor) interpreta as equações matemáticas e gera uma imagem utilizando toda a resolução disponível no dispositivo de saída. Por isso, as imagens vetoriais são escaláveis : podem ser ampliadas e reduzidas sem problemas de qualidade. Além de poderem ser usadas qualquer tamanho, essas imagens funcionam bem tanto em impressoras laser de 300 dpi como em gravadoras de chapas offset (platesetters) de dpi. Para evitar problemas na geração dos arquivos PDF e também no RIP, é importante que as imagens vetoriais sejam construídas de modo simples. Alguns cuidados: 1. Evite a construção de elementos muito complexos ou com excesso de nós comuns em ilustrações vetoriais sofisticadas que incluem fractais, texturas, sombras, transparências e muitos detalhes. Não é recomendável utilizar elementos que possuam mais que pontos de ancoragem (nós) dentro das curvas. 2. O uso de filtros, lentes e atributos de transparências nas imagens vetoriais recursos comuns nas últimas versões dos aplicativos de ilustração podem gerar problemas e resultados inesperados na interpretação pelo RIP. 3. Procure evitar a inclusão de imagens bitmap embutidas (embedded ou nested) dentro de programas vetoriais. Essas imagens são fonte potencial de problemas, em especial quando sofrem correções de cor ou aplicações de efeitos no ilustrador. 5

6 Manual de Boas Práticas da Editora Globo na produção de anúncios 4. Ilustrações vetoriais que trazem esses complicadores demandam muito processamento na conversão dos arquivos para PDF e no RIP. É mais recomendável convertê-las para imagens bitmap tão logo estejam definidos o tamanho e a resolução necessária para a impressão. Isso é feito com facilidade no Photoshop ou salvando no programa ilustrador em formato TIFF. Lembre-se de que os programas de ilustração não são adequados para lidar com grandes volumes de texto. Oferecem menos recursos tipográficos (ajustes finos de hifenização e justificação) e transformam grandes massas de texto em elementos complexos, se convertidas para curvas. Aplique os textos em programas de paginação. Imagens bitmap Imagens bitmap são formadas por um mosaico de microscópicos quadrados conhecidos como pixels. Podem ser fotos obtidas por meio de câmeras digitais ou digitalizadas com scanners a partir de negativos, cromos, ampliações ou desenhos. Também podem ser criadas, desenhadas e pintadas no próprio computador. Todas as imagens bitmap têm resolução pré-definida, determinada pelo número de pixels que compõem a imagem e podem ser editadas e retocadas em programas especializados, como o Adobe Photoshop. O número de pixels dessas imagens define sua resolução : quanto mais pixels, maior a quantidade de detalhes e informações presentes e maior o formato no qual a imagem pode ser ampliada antes que a estrutura de pixels se torne visível (quando uma imagem bitmap é ampliada, o tamanho dos pixels cresce). A resolução de uma imagem pode ser expressa de modo absoluto (por exemplo, X pixels) ou relativamente a uma medida linear (300 pixels por polegada, 100 pixels por cm etc). Existem três tipos básicos de imagens bitmap, e cada um exige cuidados específicos: a traço, em tons de cinza e coloridas. Imagens a traço Imagens a traço não possuem meio-tons: são formadas apenas por cores chapadas, como ilustrações bico de pena, desenhos a nanquim e fotografias em alto contraste. TRAÇO 1200 PPI TRAÇO 300 PPI Podem ser impressas em preto ou em cor, mas não possuem tons intermediários que exijam o uso de retículas. Em teoria, imagens a traço devem ser utilizadas com resolução igual à do dispositivo de impressão. No caso das gravadoras de fotolito e de chapas, a resolução fica entre e pontos por polegada (dpi). Na prática, não existe ganho de qualidade visível em usar resoluções maiores que ppi. Imagens a traço são, normalmente, impressas na cor preta 100%. Se houver necessidade de colorir uma ilustração a traço, o ideal é utilizar tonalidades chapadas, tais como C100 M100. O uso de percentuais de cores (C30 M50, por exemplo) obriga o RIP a aplicar retículas de meio-tom no desenho, gerando problemas nos traços finos e detalhes. Imagens em tons de cinza São imagens monocromáticas que, como as fotografias preto-e-branco, possuem nuances de meio-tom (grayscale). Os arquivos normalmente empregam 8 bits por pixel, o que permite 256 variações de tom (preto + branco cinzas) que são simulados na impressão por meio das retículas. Não há ganho significativo em utilizar imagens com 16 bits e a maior parte dos sistemas RIP só suporta imagens de 8 bits. Normalmente, recomenda-se que esse tipo de imagem seja utilizado com resolução de 300 pixels por polegada (ppi), mas a prática demonstra que valores mais baixos podem ser empregados sem perda de qualidade. Tendo como base as retículas de impressão utilizadas pela Editora Globo, valores de resolução entre 250 e 300 ppi são suficientes para proporcionar bons resultados. Imagens coloridas Imagens bitmap coloridas são formadas por uma sobreposição de três (RGB) ou quatro (CMYK) canais de cor. Do ponto de vista da resolução necessária, valem as mesmas regras das imagens grayscale (entre 250 e 300 ppi). A fidelidade da reprodução de suas cores, entretanto, depende dos equipamentos e procedimentos adotados na captura da imagem, de um tratamento adequado na preparação dos arquivos e da qualidade do sistema de provas de cor. Todo scanner ou câmera digital captura imagens coloridas em arquivos RGB. A conversão para CMYK deve ser feita de acordo com as características do processo de impressão e do papel empregado. A maioria dos sistemas RIP modernos é capaz de fazer a conversão dos elementos RGB para CMYK segundo parâmetros definidos pelo operador. Mas essa conversão pode gerar perda de detalhes nas imagens ou resultados inesperados, que só serão vistos no impresso. É preferível que a conversão seja feita no Adobe Photoshop (ou aplicativo equivalente) configurado para o tipo de papel a ser utilizado na impressão por meio dos perfis ICC constantes na tabela da página 3 desse manual. O Photoshop permite pré-visualizar o resultado da conversão e fazer os ajustes necessários. 6

7 Formatos de arquivo Manual de Boas Práticas da Editora Globo na produção de anúncios Um fator importante no manuseio de imagens digitais em editoração eletrônica sejam elas vetoriais ou do tipo bitmap é a escolha de um formato de arquivo adequado para salvá- las. Imagens vetoriais No caso de imagens vetoriais, a opção mais usual é o formato EPS (Encapsulated PostScript), que garante sua compatibilidade com todos os aplicativos de paginação e também com os RIPs de saída. É preciso cuidado na geração do EPS: o usuário deve embutir no arquivo uma imagem de baixa resolução (preview) para posicionamento, e incorporar as fontes utilizadas (ou convertê-las para curvas). Para facilitar a geração de arquivos PDF/X-1a adequados, não é recomendável a utilização de recursos de compactação JPEG em arquivos EPS, nem a incorporação de perfis de cor ICC, informações de retícula ou funções de transferência (transfer functions). Mais recentemente, os programas de ilustração vetorial passaram a oferecer a opção de salvamento no formato PDF, o que pode ser uma boa opção caso seu aplicativo de paginação lide adequadamente com a importação desse formato. Valem para o PDF os mesmos cuidados descritos para o EPS. Uma opção não recomendada é salvar as imagens nos formatos nativos dos aplicativos, tais como AI (do Illustrator ) ou CDR (do CorelDRAW ). Poucos aplicativos de paginação importam tais formatos e podem surgir problemas na conversão do arquivo final para PDF/X-1a, ou no RIP. Imagens bitmap a traço Em imagens bitmap a traço, o formato usual é o TIFF, que é aceito nos aplicativos de paginação e não gera problemas. Evite o uso de camadas e de recursos de compactação (como o LZW) que podem causar problemas em alguns RIPs. Não há inconvenientes em salvar imagens à traço como EPS, embora essa não seja a opção usual. Imagens bitmap coloridas e grayscale No caso de imagens bitmap grayscale e coloridas, as opções tradicionais são os formatos TIFF e EPS. Não existe diferença de qualidade em salvar uma fotografia em TIFF ou em EPS, desde que o equipamento de saída (fotolito, gravadora de chapas, impressora etc) seja compatível com PostScript. Arquivos bitmap TIFF e EPS são iguais, apenas codificados de modo diferente. Os EPS recebem no cabeçalho uma imagem RGB de baixa resolução que funciona como preview para posicionamento em aplicativos que não conseguem interpretar o PostScript. Valem para essas imagens EPS e TIFF as regras de não utilizar recursos de compactação (JPEG ou LZW), não utilizar camadas e não incorporar perfis de cor, informações de retícula e funções de transferência. O salvamento em formato JPEG tem se tornado comum, em função da economia de espaço. Não existe impedimento técnico de utilizar o JPEG nas versões atuais dos aplicativos de paginação em especial quando o objetivo é gerar um arquivo PDF/X-1a mas é preciso algum critério. A compactação dessas imagens gera uma perda de qualidade controlada pelo usuário: quanto maior a compressão, mais visível é a perda. Cada vez que a imagem é editada e salva os cálculos são refeitos e uma nova perda é introduzida. Por isso, as imagens JPEG devem ser salvas com um fator de compactação baixo (qualidade alta), o que proporciona compactações menores. Nunca utilize JPEG em imagens que ainda estão sendo tratadas, pois degradação se acumula a cada salvamento: salve em JPEG apenas no final do processo. Outras opções possíveis são o PDF e o formato nativo do software de edição (como o PSD, do Photoshop). No entanto, como nem todos os aplicativos de paginação lidam bem com esses formatos, eles não são opções recomendáveis. Geração do PDF/X-1a PDF/X-1a:2001 são arquivos digitais do tipo Adobe PDF (Portable Document File) com características restritas, adequadas ao uso gráfico profissional. Esses arquivos podem ser gerado de duas maneiras: a) Convertidos a partir de um arquivo fechado do tipo PostScript, nomalmente com uso da ferramenta Acrobat Distiller; b) Exportados diretamente a partir das versões mais recentes dos aplicativos profissionais de paginação. Arquivos PDF convertidos costumam ser mais seguros e menos propensos a problemas de pré-impressão. No entanto, PDFs exportados por aplicativos confiáveis, como as últimas versões do Adobe InDesign e o QuarkXpress, também atendem plenamente aos requisitos da norma PDF/X-1a:2001, e são aceitos pela Editora Globo. Norma técnica e configuração Arquivos no padrão PDF/X1-a:2001 devem atender aos requisitos da norma técnica NBR ISO :2006 Tecnologia gráfica - Intercâmbio de dados digitais de préimpressão - Uso de PDF - Parte 1: Intercâmbio completo usando dados CMYK e de cor especial (PDF/X-1a). O texto integral da norma, traduzida para o português, pode ser obtido no site da Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT (www.abntnet.com.br). A Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica-ABTG desenvolveu em 2002 uma cartilha em que são explicados os passos básicos para a geração adequada de arquivos PDF/X1-a. Essa cartilha está disponível para download no site da Editora Globo. No site da editora também estão disponíveis arquivos de Predefinições de Exportação de PDF (Adobe PDF presets) para o Adobe InDesign CS2, CS3 e CS4. 7

8 Manual de Boas Práticas da Editora Globo na produção de anúncios PDFs convertidos para bitmap A Editora Globo não aceita arquivos PDF do tipo bitmap, sejam eles gerados diretamente dos aplicativos de paginação ou convertidos para bitmap no aplicativo Adobe Photoshop. Esses arquivos geram problemas de pré-impressão e frequentemente produzem impressões de baixa qualidade gráfica. No entanto, alguns birôs e prestadores de serviços possuem sistemas de fluxo de trabalho gráfico que permitem converter arquivos PDFs normais em equivalentes bitmap. Para isso, interpretam os PDFs convencionais e geram arquivos especiais que fundem imagens em meio tom com resolução mais baixa (300 ppi) e imagens a traço com resolução mais alta (1.200 ppi). Semelhantes aos arquivos TIFF-IT e CT/LW muito empregados nos sistemas de pré-impressão esses arquivos PDF raster gerados por sistemas especializados de workflow não apresentam maiores problemas no uso gráfico. No entanto, são arquivos grandes e que só podem ser gerados em RIPs profissionais, exigem grande capacidade de processamento, mídias de transporte espaçosas e estruturas de transmissão adequadas. Por isso, em geral estão fora do alcance da maioria dos usuários comuns e são impraticáveis para o envio dos anúncios pela Internet. Além disso, podem haver algumas complicações decorrentes dessa opção. Um problema comum em PDFs bitmap é, por exemplo, a falta de aplicação de trapping nos encaixes das tintas e a impressão do texto e fios pretos em todas as quatro cores CMYK (em vez de só na tinta preta). Além das dificuldades de registro, os textos surgem reticulados em todas as cores, prejudicando a leitura. Analisando prós e contras, a Editora Globo avalia que o uso de arquivos rasterizados no envio de anúncios é uma opção desvantajosa. Por isso recomenda a geração adequada dos documentos no formato padrão PDF/ X-1a:2001 que, além de confiável, normalmente gera arquivos menores que os equivalentes rasterizados. Novembro de

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