Implementação de projetos - Siebel Versão 2.0 / Jan-2013

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1 Implementação de projetos - Siebel Versão 2.0 / Jan-2013 DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 1 de 12

2 Controlo de Versões Versão Descição da Versão Data Responsável V 1.0 Criação de documento Rui Miguel (DSI) V 2.0 Correção do portugues com o novo acordo ortográfico Rui Miguel (DSI) Direitos Autorais Documento inédito com todos os direitos reservados. A inscrição COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA foi atribuída a este documento para, em caso de publicação acidental, proteger os direitos da Galp Energia SA. Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sob qualquer forma, inclusive fotocópia ou transmissão electrónica para qualquer computador, sem o prévio consentimento escrito da Galp Energia SA. Confidencialidade As informações contidas neste documento são confidenciais e da propriedade exclusiva da Galp Energia SA, não podendo ser utilizadas, divulgadas, ou cedidas a terceiras partes, sem o prévio consentimento escrito da Galp Energia SA. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 2 de 12

3 Table of Contents 1 Introdução Arquitectura Introdução Desenho e Desenvolvimento Cuidados a ter com o desenho TFS Team Foundation Server Plataformas de Integração Integração - Logging de Actividades e Erros Integração Siebel versus Tibco Documentação Introdução Documentos referência Normas, standards e melhores práticas Guia de Integração... 9 Normas e Regras... 9 Deployment Templates Software Introdução DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 3 de 12

4 1 Introdução Este documento tem como objectivo apresentar um breve enquadramento das principais vertentes da arquitectura da plataforma de CRM existente na Galp Energia, de modo a facilitar futuros desenvolvimentos/projecto por parte de novos fornecedores de serviços. Os projectos com componentes de CRM na plataforma Siebel devem seguir as directivas definidas na Galp Energia. Estas directivas acompanham todo o ciclo de vida do projecto, desde a identificação da necessidade até ao seu deployment em produção. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 4 de 12

5 2 Arquitectura 2.1 Introdução A plataforma de crm, Siebel 8.1, está instalada em 3 ambientes ( Desenvolvimento, qualidade e Produção), sendo os ambientes compostos pela seguinte infra-estrutura: A Galp Energia dispõe, em complemento aos ambientes supra, de um ambiente de formaçã que se destina à formação dos utilizadores da plataforma, em especial para os que prestam serviço nos Contact- Center s. Adicionalmente o ambiente de qualidade em termos lógicos comporta o ambiente de qualidade isolado e o ambiente de qualidade consolidado. Para a realização de desenvolvimentos por parte de um projecto o mesmo terá que criar um ambiente próprio para esse efeito. A utilização do ambiente de desenvolvimento da Galp Energia, só será possível de utilizar pelos projectos em casos muito especiais. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 5 de 12

6 3 Desenho e Desenvolvimento 3.1 Cuidados a ter com o desenho O desenho de novos projectos deverá ter como objectivo a reutilização e composição de objectos já disponibilizados, devendo-se evitar, sempre que possível a duplicação de objectos com funcionalidades muito semelhantes. O desenho deverá ser efectuado tendo por base os processos de negócios, tal como definido pela área de Análise Funcional, e efectuando o deltalhe dos mesmos ao nível técnico desde uma perspectiva mais alto nível até ao desenho do objecto. 3.2 TFS Team Foundation Server A disponibilização dos objectos ( código) é efectuado via TFS. Para isso, no início do projecto é criada uma pasta de projecto no TFS por forma a ser disponibilizada à equipa as sources que a equipa tem autorização para modificar. Nota: A documentação do projecto é gerido noutra área (ao nível do site do projecto e ao nível do site da Arquitectura e Análise Funcional). 3.3 Plataformas de Integração Para os processos/fluxos de integração do Siebel com outras aplicações são disponibilizadas duas tecnologias: Plataforma de ETL Informática, a qual deverá ser utilizada fundamentalemente em processos batch e/ou grande volumes de dados; Plataforma de EAI TIBCO, a qual deverá ser utilizada fundamentalmente em processo transaccionais e com baixo volume de dados; 3.4 Integração - Logging de Actividades e Erros Independentemente da solução de integração que seja utilizada a mesma deverá efectuar logging das actividades para a componente transversal de logging. Esta componente disponibiliza um conjunto de mecanismos, os quais se poderão encontrar exemplos já desenvolvidos, de interacção com o Siebel nesta vertente,e que passa simplemente pelo envio de um conjunto de dados para um a queue de JMS. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 6 de 12

7 EAI_LOG_HEADER PK LogID TrackingID Step UserName Component ComponentName Domain Type Service Action StartTime EndTime ecode edescription ncode ndescription Trace EAI_LOG_KEYS PK,FK1 LogID Field Values EAI_LOG_DEBUG PK,FK1 LogID startmsg endmsg Figure 1 Schema de Base de Dados utilizado para registo de logs Cockpit de Integração 3.5 Integração Siebel versus Tibco O processo de integração entre o Siebel e o Tibco deverá ser efectuada através da criação de serviços no Siebel de forma a que o Tibco não tenha que conhecer a lógica dos dados que o Siebel pretende enviar\receber. O Siebel para o Tibco deverá ser visto como uma caixa negra. Nota: Pretende-se com esta abordagem reduzir, tanto quanto possível, a utilização do adaptador TIBCO para o Siebel. Esta alteração tem, entre outros, como objectivo garantir uma melhor despistagem dos problemas em caso de erro. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 7 de 12

8 4 Documentação 4.1 Introdução De forma a sistematizar a informação associada aos desenvolvimentos efectuados na plataforma Siebel, foi produzido um conjunto de documentação de suporte e respectivos templates. Esta documentação deverá servir de base para o desenvolvimento, instalação e monitorização dos desenvolvimentos efectuados. A documentação e templates encontram-se disponíveis no portal do colaborador mygalp, sob a categoria Arquitectura e Análise Funcional, mediante atribuição de acesso. cional/default.aspx 4.2 Documentos referência Normas, standards e melhores práticas. Os documentos que deverão ser compreendidos numa primeira abordagem encontram-se listados no mygalp ( Arquitectura e Análise Funcional> 01. Guias e Normas> 02. Arquitectura> 02. Siebel ). Eles são: DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 8 de 12

9 Guia de Integração PIGEND306 Guia de Integração O documento consolida a visão da Galp Energia em termos da plataforma Siebel, da documentação e dos templates que a suportam. Normas e Regras PIARQD103 Standards de Programação Este documento os suportes orientadores de standards de programação a serem usados. PIARQD303 - Normas Funcionais e Técnicas de Integração Este documento define um conjunto de normas funcionais e técnicas que pretendem assegurar uma correcta implementação das capacidades na plataforma. PIARQD321 - Galp Regras de Promoção entre Ambientes Este documento define como é que estão montados os vários ambientes (Desenvovlimento, Qualidade, Produção, etc.) na Galp Energia e quais a regras e processos a seguir para que os desenvolvimentosejam promovidos de ambiente. PIARQD322 - Galp Regras utilização do TFS Este documento define como é que a ferramenta de gestão de versões está montada e respectivas regras de utilização. Deployment PIARQD314 Regras de Deployment Este documento define como é efectuado o deployment das capacidades nos diferentes ambientes, respectivos pré-requisitos e responsabilidades. PIGENT022 CheckList Deploy Contém a lista de passos a executar/verificar antes e durante o do deployment. 4.3 Templates Além dos documentos de referência, também existem templates no mygalp em: (1) Arquitectura e Análise Funcional> 01. Guias e Normas> 99. Templates> 00. Transversais e em (2) Arquitectura e Análise Funcional> 01. Guias e Normas> 99. Templates> 05. Siwebel, que deverão ser utilizados aquando do desenvolvimento de projectos. De notar que a entrega desta documentação, por parte da Equipa de Projecto, é fundamental para se assegurar a total aceitação do sistema por parte do da equipa de Arquitectura Aplicacional e pelo Outsourcer, e que servirá de base ao bom cumprimento das suas funções. Apresenta-se de seguida alguns dos documentos que os projectos terão que produzir: DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 9 de 12

10 PIARQT011 Checklist de Projecto Identifica os serviços/interfaces a serem usados/criados/alterados pelo projecto e serve de controlo à documentação a produzir pelo projecto (que tem que ser produzida e respectivo estado de aceitação pela Galp). PIGENT004 Análise de Gap s Usado em projectos de grande dimensão servindo para avaliar o Gap existente entre o que está implementado e as necessidades futuras. PIGENT005 Inventário de Requisitos Identificação detalhada dos requisitos funcionais e técnicos. PIGENT010 Desenho Funcional Neste documento é efectuada a especificação da solução. PIGENT312 Definição Desenho Técnico da Solução Neste documento é efectuada a especificação da arquitectura técnica nas suas várias componentes de uma forma detalhada, e é efectuado o desenho dos vários processos e das suas componentes. PIGENT319 Especificação do Serviço Cada Documento conterá o desenho funcional/técnico e regras específicas do Serviço/objecto. PIGENT015 Inventário de erros e de avisos Identificação dos erros e avisos que podem ser gerados e respectivas acções a serem efectuadas pela várias áreas intervenientes, em especial manutenção aplicacional. PIGENT022 Checklist Deploy Deverá ser criado com as acções de todas as equipas para se assegurar que nenhum ponto seja esquecido aquando a passagem a qualidade/produção. PIGENT314 Deployment Deverá ser preenchido sempre que um projecto passe de ambiente (Qualidade e Produção). Este documento conterá regras, variáveis e nomenclaturas adicionais que não se encontrem já definidas no documento de Deployment Global PIARQD314. PIGENT313 Modelo de Entidades Modelo Entidade/Associação utilizado. PIGENT319 DocumentServer Template Documento com a especificação dos templates a usar pelo document server. PIQAST001 Plano de Abordagem aos testes Documento com a especificação dos requisitos para a realização dos testes e como os mesmos vão ser executados. Este documento só é necessário caso a complexidade dos testes obrigue à disponibilização de condições fora do normal. Caso contrário, o PIQAST003 é suficiente. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 10 de 12

11 PIQAST003 Plano de Testes Documento com a especificação dos testes a serem executados: Condições de Teste; Ciclos de Teste; Cenários de Teste; Script de Teste; Gestão de erros Controlo da resolução das anomalias identificadas. Este documento inclui cenários de: testes funcionais, testes técnicos (ex: falhas de componentes) e testes de carga. PIGENT326 Manual de Exploração Documento com as instruções que permitam à equipa de manutenção efectuar acções de manutenção sobre as capacidades implementadas,nomeadamente: Monitorizações; Parametrizações; Acções de limpeza de dados; Etc. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 11 de 12

12 5 Software 5.1 Introdução A versão de Siebel utilizada na Galp Energia sã é o Siebel 8.1.1, com o Quick Fix QF0030, base de dados Oracle SO hp-ux. O sistema operativo do Siebel é o Windows 2003 Entreprise DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 12 de 12

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