SOBREVIVÊNCIA, CRESCIMENTO E ATIVIDADE DE ENZIMAS DIGESTIVAS EM JUVENIS DE ROBALO-PEVA Centropomus paralellus EM DIFERENTES SALINIDADES

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SOBREVIVÊNCIA, CRESCIMENTO E ATIVIDADE DE ENZIMAS DIGESTIVAS EM JUVENIS DE ROBALO-PEVA Centropomus paralellus EM DIFERENTES SALINIDADES"

Transcrição

1 SOBREVIVÊNCIA, CRESCIMENTO E ATIVIDADE DE ENZIMAS DIGESTIVAS EM JUVENIS DE ROBALO-PEVA Centropomus paralellus EM DIFERENTES SALINIDADES Laboratório de Piscicultura Marinha - LAPMAR, Departamento de Aqüicultura Universidade Federal de Santa Catarina Florianópolis, SC, Brasil

2 INTRODUÇÃO DISTRIBUIÇÃO HABITAT DIFERENTES AMBIENTES SALINOS IMPORTÂNCIA Centropomus parallelus POTENCIAL E SITUAÇÃO DE CULTIVO - tecnologia produção de juvenis disponível - engorda pequenos produtores (não quantificada) /água salgada, salobra e doce

3 Robalo-peva: peixe eurihalino VIABILIDADE E POTENCIAL DE CULTIVO NESTES AMBIENTE NÃO FOI AVALIADO

4 SALINIDADE QUANTIDADE DE ENERGIA PARA CRESCIMENTO (REGULAÇÃO IÔNICA E OSMÓTICA) Crescimento Salinidade (0-9 ppt) Crescimento Salinidade intermediária (10-19 ppt) Crescimento Salinidade (20-55 ppt) ATIVIDADE ENZIMAS DIGESTIVAS

5 OBJETIVO: Avaliar efeito da salinidade na sobrevivência, crescimento e atividade de enzimas digestivas em juvenis de robalopeva MATERIAL E MÉTODOS: LOCAL: Laboratório de Piscicultura Marinha, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil ANIMAIS: Juvenis de robalo-peva obtidos em laboratório por indução hormonal (Ferraz et al., 2002), cultivados segundo Alvarez-Lajonchère et al. (2002) CONDIÇÕES MANUTENÇÃO: 25 o C, 35 ppt, fotoperíodo natural, ração comercial (50% PB; 7% lipídios).

6 DESENHO EXPERIMENTAL: Juvenis 76 DAE (0,35 ± 0,0 g; 33,6 ± 0,2 mm; média ± EP), TRATAMENTOS: 0, 5, 15 e 35 ppt (triplicata), 50 dias Aclimatação à salinidade Densidade estocagem: 35 peixes/tanque (0.6 peixe L-1). ALIMENTAÇÃO: à saciedade (2X dia) BIOMETRIAS: 0 dias (76 DAE), 30 dias (106 DAE) e 50 dias (126 DAE) CÁLCULOS: Conversão alimentar (CA) = alimento fornecido (g)/ ganho em biomassa (g) Taxa Crescimento Específico (TCE) = 100 (ln Pf-ln Pi) / T (%/dia)

7 ATIVIDADE ENZIMÁTICA: 50 Dias Experimento: Dissecados tratos digestórios (n=2), por réplica de cada salinidade. Tecidos homogeneizados, na proporção de 1:16 (peso:volume), em água destilada gelada, e o sobrenadante da centrifugação foi usado como extrato enzimático. Atividade da amilase total hidrólise do amido solúvel (Aquilar- Quaresma & Sugai, 2005). Os produtos da atividade amilolítica, açúcares redutores, foram determinados utilizando maltose como padrão. Atividade de proteinase alcalina total hidrólise de azocaseína (Garcia- Carreño et al., 1997). A quantidade de proteína solúvel do extrato enzimática (método de Lowry et al., 1951) usando albumina sérica bovina. ANÁLISE ESTATÍSTICA: ANOVA one-way, subseqüente teste Tukey (sobrevivência, crescimento, taxa de conversão alimentar, atividade de enzimas digestivas). P<0,05.

8 RESULTADOS

9 PARÂMETROS DA QUALIDADE DA ÁGUA: Mantidos em níveis desejáveis e não variaram entre os tratamentos e replicatas (P<0,05). Temperatura: 24,7 ± 0,3 o C(média± EP) ph: 7,4 ± 0,6 Oxigênio dissolvido: 5,8 ± 0,8 mg/l Amônia não ionizada (NH3-N): 0,01 0,03 ± 0,01 mg/l.

10 Tabela 1. Sobrevivência, crescimento e conversão alimentar de juvenis do robalo-peva cultivado em 30 e 50 dias em diferentes salinidades.

11 P<0,05 Figura 1: Atividade da amilase total e proteinase alcalina no trato digestório de juvenis de robalo-peva cultivados em 5, 15 e 35 ppt. Atividade específica da amilase total = micromol acúcares redutores. ml -1. min -1. mg -1 proteína em ph 6,8 e 37 ºC). Atividade específica da proteinase alcalina total = absorbância 366 nm.min -1.mL -1.mg -1 proteína. Dados apresentados como média ± EP.

12 DISCUSSÃO

13 Elevada sobrevivência em 5, 15 e 35 ppt eurihalinidade da espécie Mortalidade massiva 0 ppt estresse manipulação e aclimatação em água doce Ao final do experimento: - peso e taxa de crescimento específico = 5-35 ppt - comprimento total e padrão 15 ppt (comparado a 5 ppt) - vários autores observam > crescimento em salinidades intermediárias (Lambert et al.,1994; Woo & Kelly, 1995; Martinez- Palácios et al., 2004) Peixes marinhos regulam íons plasmáticos de forma que fluidos corpóreos sejam mantidos em ppt (Brett, 1979; Jobling, 1994) HIPÓTESE: CUSTO ENERGÉTICO PARA OSMORREGULAÇÃO É < EM MEIO ISOSMÓTICO (GRADIENTES ENTRE SANGUE E ÁGUA SAO MINIMOS), E A ENERGIA SALVA É SUFICIENTE PARA AUMENTAR CRESCIMENTO

14 Estudos mostram que transferência de peixes para diferentes salinidades pode alterar a atividade de enzimas digestivas (Moutou et al. 2004) Influenciar digestão e absorção de nutrientes Em robalo-peva: > atividade da proteinase alcalina total em 15 ppt, comparado a 35 e 5 ppt > crescimento (comprimento total e padrão) em 15 ppt (condição isosmótica)

15 HÁBITO ALIMENTAR X ATIVIDADE DE ENZIMAS DIGESTIVAS Robalo-peva: relação proteinase alcalina total: amilase total 7,7 (15 ppt); 3,0 (35 ppt) e 3,0 (5 ppt) hábito carnívoro Juvenis de robalo-peva possuem alto potencial (2,5X) para digerir proteínas do que carboidratos da dieta, em condições de salinidade isosmótica (15ppt) Baixa (1,3) conversão alimentar em peixes cultivados a 15 ppt, comparado com 35 e 5 ppt

16 Juvenis de robalo-peva cultivados a 15 ppt: potencial para uma mais eficiente digestibilidade e absorção de nutrientes/ demanda energética é provavelmente reduzida pelo meio isosmótico > crescimento Em termos de custos de produção, gastos com ração podem ser reduzidos devido a melhor conversão alimentar e eficiência digestiva em 15 ppt. Isto é um fato relevante quando se considera que gastos com alimentação em peixes carnívoros podem representar até 60% dos custos totais de uma fazenda

17 OBRIGADA! THANK YOU!

DEJETOS DE SUÍNOS COMO FONTE PROTÉICA. DE PIAUÇU (Leporinus p macrocephalus).

DEJETOS DE SUÍNOS COMO FONTE PROTÉICA. DE PIAUÇU (Leporinus p macrocephalus). DEJETOS DE SUÍNOS COMO FONTE PROTÉICA ALTERNATIVA PARA ALEVINOS DE PIAUÇU (Leporinus p macrocephalus). ) LUCIENE DE MORAES GARCIA LUCIENE DE MORAES GARCIA MSc em Ciência Ambiental / UFF lmoraesgarcia@yahoo.com.br

Leia mais

CRIAÇÃO DE BIJUPIRÁ EM SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA

CRIAÇÃO DE BIJUPIRÁ EM SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA CRIAÇÃO DE BIJUPIRÁ EM SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA Luís André Sampaio Universidade Federal do Rio Grande - FURG Instituto de Oceanografia Laboratório de Piscicultura Estuarina e Marinha sampaio@mikrus.com.br

Leia mais

Densidade de estocagem de alevinos no cultivo de lambaris

Densidade de estocagem de alevinos no cultivo de lambaris Densidade de estocagem de alevinos no cultivo de lambaris Xister, Renan 1 ; Moreira, Luiz Sérgio 2 ; Ferreira, Mario 3 ; Jatobá, Adolfo 3 1,2,3 IFCatarinense, Araquari/SC INTRODUÇÃO Existem cerca de cem

Leia mais

Sub-projeto: Alternativas para alimentação de peixes da Amazônia: uso de subprodutos agroflorestais e resíduos de pescado.

Sub-projeto: Alternativas para alimentação de peixes da Amazônia: uso de subprodutos agroflorestais e resíduos de pescado. Rede: Conservação e Manejo de Espécies de Peixes de Água Doce da Amazônia. Sub-projeto: Alternativas para alimentação de peixes da Amazônia: uso de subprodutos agroflorestais e resíduos de pescado. Instituição:

Leia mais

ENGORDA DE LAMBARIS, DO RABO VERMELHO E AMARELO, EM DOIS DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO 1

ENGORDA DE LAMBARIS, DO RABO VERMELHO E AMARELO, EM DOIS DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO 1 ENGORDA DE LAMBARIS, DO RABO VERMELHO E AMARELO, EM DOIS DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO 1 Meliza Mercedes Uller Antunes 2 ; Karen da Cruz Hartman 3 ; Luis Sérgio Moreira 4 ; Adolfo Jatobá 5 INTRODUÇÃO

Leia mais

Qualidade da Água para a Aquicultura

Qualidade da Água para a Aquicultura Qualidade da Água para a Aquicultura Perila Maciel Rebouças Mestranda em Engenharia Agrícola UFC Engenharia de Sistemas Agrícolas - Ambiência Agrícola (Piscicultura) 11/01/2013 Definições Aqui = água e

Leia mais

Benefícios e Desafios da Intensificação da Carcinicultura em Águas Interiores

Benefícios e Desafios da Intensificação da Carcinicultura em Águas Interiores Benefícios e Desafios da Intensificação da Carcinicultura em Águas Interiores Clélio Fonseca Eng. de Pesca Consultor Técnico MCR Aquacultura FENACAM 2016 FORTALEZA CE www.mcraquaultura.com.br Fontes de

Leia mais

O papel da suplementação na Pecuária Leiteira

O papel da suplementação na Pecuária Leiteira O papel da suplementação na Pecuária Leiteira Nutrição e Suplementação... São a mesma coisa? Nutrição / Desnutrição Nutrição / Desnutrição Nutrição / Desnutrição Nutrição É o processo biológico pelo qual

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE AQUICULTURA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AQUICULTURA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE AQUICULTURA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AQUICULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE AQUICULTURA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AQUICULTURA Desempenho de juvenis de robalo-peva (Centropomus parallelus) e robalo-flecha

Leia mais

SISTEMA DIGESTÓRIO MÓDULO 7 FISIOLOGIA

SISTEMA DIGESTÓRIO MÓDULO 7 FISIOLOGIA SISTEMA DIGESTÓRIO MÓDULO 7 FISIOLOGIA SISTEMA DIGESTÓRIO O sistema digestório, responsável pela quebra dos alimentos e absorção dos nutrientes, é composto pelo tubo digestório e pelas glândulas anexas.

Leia mais

Energia: medidas e. necessidade

Energia: medidas e. necessidade Energia: medidas e necessidade Bioenergética Energia é quantitativamente o item mais importante da dieta do animal. Todos os padrões alimentares se baseiam nas necessidades energéticas. Definição => energia

Leia mais

23/11/2009 A LARVICULTURA E ALEVINAGEM DO BIJUPIRÁ

23/11/2009 A LARVICULTURA E ALEVINAGEM DO BIJUPIRÁ A LARVICULTURA E ALEVINAGEM DO BIJUPIRÁ O ciclo de produção de alevinos do Bijupirá tem início nos tanques de maturação, onde as fêmeas e os machos são mantidos em instalações adequadas e altamente controladas.

Leia mais

Biometria de peixes, variáveis de desempenho e organização dos dados

Biometria de peixes, variáveis de desempenho e organização dos dados Biometria de peixes, variáveis de desempenho e organização dos dados Daniel Rabello Ituassú, M.Sc. Embrapa Agrossilvipastoril Sistema de produção aquícola Nutrição de peixes Introdução Introdução Produção

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ UNIVALI CARLOS EDUARDO NEMITZ DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ UNIVALI CARLOS EDUARDO NEMITZ DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ UNIVALI CARLOS EDUARDO NEMITZ DE OLIVEIRA INFLUÊNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NO DESENVOLVIMENTO DO ROBALO-PEVA Centropomus parallelus (POEY, 1860), DURANTE O PERÍODO DE PRÉ-ENGORDA,

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Aquicultura LABNUTRI Nutrição de Espécies Aquícolas UFSC

Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Aquicultura LABNUTRI Nutrição de Espécies Aquícolas  UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Aquicultura LABNUTRI Nutrição de Espécies Aquícolas www.aqi.ufsc.br UFSC Tópicos a serem abordados Necessidade do conhecimento das exigências nutricionais

Leia mais

AGÊNCIA PAULISTA DE TECNOLOGIA DOS AGRONEGÓCIOS ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE SALMONICULTURA

AGÊNCIA PAULISTA DE TECNOLOGIA DOS AGRONEGÓCIOS ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE SALMONICULTURA AGÊNCIA PAULISTA DE TECNOLOGIA DOS AGRONEGÓCIOS ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE SALMONICULTURA Dr ASCÂNIO DE FARIA Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento de Campos do Jordão SP PARA SE CRIAR TRUTA ARCO-ÍRIS é fundamental

Leia mais

Mecanismo de ação do cortisol Ação genômica

Mecanismo de ação do cortisol Ação genômica Mecanismo de ação do cortisol Ação genômica Efeitos metabólicos do cortisol Hormônio catabólico ou anti-anabólico Mobilização de combustível Ação direta ou permissiva Metabolização Transporte transcortina

Leia mais

Esta avaliação é composta de 13 questões, das quais você deverá escolher apenas 10 para responder.

Esta avaliação é composta de 13 questões, das quais você deverá escolher apenas 10 para responder. 2º EM Biologia B Marli Av. Trimestral 30/10/15 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta prova

Leia mais

PALESTRA CALIDAD DE AGUA

PALESTRA CALIDAD DE AGUA PALESTRA CALIDAD DE AGUA Paulo Sérgio Ceccarelli - CEPTA 10-11 de julio del 2015- Santa Cruz, Bolivia Fatores físico-químicos QUALIDADE DE AGUA DADOS HIDROLÓGICOS -TEMPERATURA -OXIGÊNIO DISSOVILDO -PH

Leia mais

PROJETO BIJUPIRÁ BAHIA. (Rachycentron canadum)

PROJETO BIJUPIRÁ BAHIA. (Rachycentron canadum) PROJETO BIJUPIRÁ BAHIA (Rachycentron canadum) PANORAMA GERAL SOBRE A BAHIA PESCA Empresa vinculada à Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária da Bahia que tem a finalidade de fomentar a aqüicultura

Leia mais

RESULTADOS PRELIMINARES DO CULTIVO DE CAMARÃO MARINHO (LITOPENAEUS VANNAMEI) EM REJEITO DE DESSALINIZADOR Estudo de caso.

RESULTADOS PRELIMINARES DO CULTIVO DE CAMARÃO MARINHO (LITOPENAEUS VANNAMEI) EM REJEITO DE DESSALINIZADOR Estudo de caso. RESULTADOS PRELIMINARES DO CULTIVO DE CAMARÃO MARINHO (LITOPENAEUS VANNAMEI) EM REJEITO DE DESSALINIZADOR Estudo de caso. M. C. Carneiro*, C. M. Tomyioshi, Clara E. L. Lourenço, H. do N. Melo Júnior &

Leia mais

Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho (UESPI)

Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho (UESPI) Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho (UESPI) Visão termodinâmica Alfred J. Lotka trabalhou populações e comunidades em sistemas termodinâmicos. Cada sistema apresenta um conjunto de transformações e

Leia mais

NUTRIENTES. Profª Marília Varela Aula 2

NUTRIENTES. Profª Marília Varela Aula 2 NUTRIENTES Profª Marília Varela Aula 2 NUTRIENTES NUTRIENTES SÃO SUBSTÂNCIAS QUE ESTÃO INSERIDAS NOS ALIMENTOS E POSSUEM FUNÇÕES VARIADAS NO ORGANISMO. PODEM SER ENCONTRADOS EM DIFERENTES ALIMENTOS, POR

Leia mais

MONITORIZAÇÃO DA DEGRADAÇÃO DO GLICOGÉNIO

MONITORIZAÇÃO DA DEGRADAÇÃO DO GLICOGÉNIO MONITORIZAÇÃO DA DEGRADAÇÃO DO GLICOGÉNIO 1. Objectivo Neste trabalho, ir-se-á observar a degradação do glicogénio ao longo tempo: i) em meio ácido e à temperatura de 100ºC (degradação química); ii) em

Leia mais

FISIOLOGIA GERAL INTRODUÇÃO

FISIOLOGIA GERAL INTRODUÇÃO FISIOLOGIA GERAL INTRODUÇÃO FISIOLOGIA Fisiologia (do grego physis = natureza, função ou funcionamento; e logos =estudo) A fisiologia: - estuda as funções mecânicas, físicas e bioquímicas nos seres vivos.

Leia mais

ABSORÇÃO IÔNICA RADICULAR

ABSORÇÃO IÔNICA RADICULAR ABSORÇÃO IÔNICA RADICULAR 1 Aspectos gerais Definições: a) Absorção b) Transporte ou translocação c) Redistribuição 2 Aspectos anatômicos da raiz Tecidos envolvidos: Epiderme (pêlos absorventes) Parênquima

Leia mais

DESEMPENHO DE JUVENIS DE ROBALO-PEVA Centropomus parallelus COM DIFERENTES DIETAS COMERCIAIS E FREQÜÊNCIAS ALIMENTARES

DESEMPENHO DE JUVENIS DE ROBALO-PEVA Centropomus parallelus COM DIFERENTES DIETAS COMERCIAIS E FREQÜÊNCIAS ALIMENTARES DESEMPENHO DE JUVENIS DE ROBALO-PEVA Centropomus parallelus COM DIFERENTES DIETAS COMERCIAIS E FREQÜÊNCIAS ALIMENTARES Mônica Yumi TSUZUKI 1 ; Alexander Câmara BERESTINAS 1 RESUMO O efeito de duas rações

Leia mais

Produção de juvenis de robalo-flecha (Centropomus undecimalis) em sistema de recirculação em diferentes densidades

Produção de juvenis de robalo-flecha (Centropomus undecimalis) em sistema de recirculação em diferentes densidades UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE AQUICULTURA CURSO DE ENGENHARIA DE AQUICULTURA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2014.2 Martim Kaway Produção de juvenis

Leia mais

Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP

Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP Biomassa de Banana Verde Polpa - BBVP INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 91 4,55 Carboidratos 21,4 7,13 Proteínas 2,1 2,80 Gorduras

Leia mais

Fisiologia: Digestão, Respiração e Circulação

Fisiologia: Digestão, Respiração e Circulação Fisiologia: Digestão, Respiração e Circulação Fisiologia: Digestão, Respiração e Circulação 1. Um laboratório analisou algumas reações ocorridas durante o processo de digestão do amido em seres humanos.

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA - 32

RELATÓRIO DE PESQUISA - 32 RELATÓRIO DE PESQUISA - 32 USO DE TREONINA NA DIETA PARA DIMINUIR A PROTEÍNA BRUTA E SEU EFEITO SOBRE O DESEMPENHO E RENDIMENTO DE CARCAÇA DE FRANGOS DE CORTE ESTUDO 2 Introdução Objetivo No relatório

Leia mais

TÉCNICAS DE MANEJO DA ENGORDA DO

TÉCNICAS DE MANEJO DA ENGORDA DO TÉCNICAS DE MANEJO DA ENGORDA DO PIRARUCU João L. Campos Eng. Agrônomo, M. Sc. Aquicultura Brasília/DF, 09 de novembro de 2016 Projeto Estruturante Pirarucu da Amazônia Projeto de conhecimento e tecnologia

Leia mais

ABSORÇÃO DE NUTRIENTES E SÓDIO PELO CAUPI EM SOLOS SALINO-SÓDICOS CORRIGIDOS COM GESSO

ABSORÇÃO DE NUTRIENTES E SÓDIO PELO CAUPI EM SOLOS SALINO-SÓDICOS CORRIGIDOS COM GESSO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DO SOLO DISCIPLINA: SEMINÁRIO II PROFº: MARIO DE ANDRADE LIRA JR. Ciência do Solo ABSORÇÃO DE NUTRIENTES E SÓDIO PELO CAUPI EM SOLOS SALINO-SÓDICOS

Leia mais

1- TURMA A. Biologia. a) proteínas. b) glicídios. c) lipídios. d) lipídios e glicídios. e) lipídios e proteínas.

1- TURMA A. Biologia. a) proteínas. b) glicídios. c) lipídios. d) lipídios e glicídios. e) lipídios e proteínas. Biologia Atividade de classe Gabarito 2 os anos Tatiana mar/12 1- TURMA A 1- (PUCCamp modificada) Os fenilcetonúricos têm falta de uma enzima responsável pelo metabolismo do aminoácido fenilalanina. Para

Leia mais

Produtividade. Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho (UESPI)

Produtividade. Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho (UESPI) Produtividade Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho (UESPI) Estudo de energia do ecossistema Foram iniciados em 1942 por R. L. Lindeman The trophic dynamic aspect of ecology A idéia geral foi converter

Leia mais

ALBUMINA. Proteína do ovo como suplemento

ALBUMINA. Proteína do ovo como suplemento ALBUMINA Proteína do ovo como suplemento INTRODUÇÃO Composto 100% natural, obtido da pasteurização e da secagem instantânea da clara de ovo, sem qualquer tipo de conservantes. A proteína é o elemento fundamental

Leia mais

Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus. Glândulas Anexas: Glândulas Salivares Fígado Pâncrea

Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus. Glândulas Anexas: Glândulas Salivares Fígado Pâncrea Sistema Digestório Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus Glândulas Anexas: Glândulas Salivares Fígado Pâncrea A maioria dos mamíferos mastiga o alimento

Leia mais

Aplicações tecnológicas de Celulases no aproveitamento da biomassa

Aplicações tecnológicas de Celulases no aproveitamento da biomassa IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIAS E TRATAMENTO DE RESÍDUOS - ECOS DE VENEZA 09 Novembro 2011 Casa da Ciência UFRJ - RJ Aplicações tecnológicas de Celulases no aproveitamento da biomassa Luzia T.A.S.Semêdo,

Leia mais

CULTIVO, NUTRIÇÃO E MEIOS DE CULTURA UTILIZADOS NO CRESCIMENTO DE MICRORGANISMOS

CULTIVO, NUTRIÇÃO E MEIOS DE CULTURA UTILIZADOS NO CRESCIMENTO DE MICRORGANISMOS CULTIVO, NUTRIÇÃO E MEIOS DE CULTURA UTILIZADOS NO CRESCIMENTO DE MICRORGANISMOS CULTIVO: CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CRESCIMENTO MICROBIANO CULTIVO: CONDIÇÕES FÍSICAS PARA O CRESCIMENTO MICROBIANO CULTIVO:

Leia mais

Fisiologia: Digestão, Respiração, Circulação, Excreção, Coordenação e Reprodução

Fisiologia: Digestão, Respiração, Circulação, Excreção, Coordenação e Reprodução Fisiologia: Digestão, Respiração, Circulação, Excreção, Coordenação e Reprodução Fisiologia: Digestão, Respiração, Circulação, Excreção, Coordenação e Reprodução 1. A figura representa os sistemas digestivos

Leia mais

Metabolismo energético e digestão de amido em gado de leite: o que se sabe e que ferramentas podem melhorar o desempenho

Metabolismo energético e digestão de amido em gado de leite: o que se sabe e que ferramentas podem melhorar o desempenho Metabolismo energético e digestão de amido em gado de leite: o que se sabe e que ferramentas podem melhorar o desempenho MARCOS NEVES PEREIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS Curva de lactação e consumo

Leia mais

FOMENTAR e APOIAR a ORGANIZAÇÃO e o DESENVOLVIMETO da CADEIA PRODUTIVA da AQUACULTURA

FOMENTAR e APOIAR a ORGANIZAÇÃO e o DESENVOLVIMETO da CADEIA PRODUTIVA da AQUACULTURA CÂMARA TÉCNICA SETORIAL da AQUACULTURA Objetivo FOMENTAR e APOIAR a ORGANIZAÇÃO e o DESENVOLVIMETO da CADEIA PRODUTIVA da AQUACULTURA Prof. Aluísio Pimenta Coordenador Assessoria do Governador A Aquacultura

Leia mais

Piscicultores e técnicos discutem os custos de produção de tilápia em viveiro escavado em Tubarão SC

Piscicultores e técnicos discutem os custos de produção de tilápia em viveiro escavado em Tubarão SC Edição 23 2016 Piscicultores e técnicos discutem os custos de produção de tilápia em viveiro escavado em Tubarão SC No dia 2 de junho de 2016, no Centro de Treinamento da Epagri de Tubarão - CETUBA, no

Leia mais

FISIOLOGIA DAS MEMBRANAS. Composição da membrana plasmática. Transporte através da membrana.

FISIOLOGIA DAS MEMBRANAS. Composição da membrana plasmática. Transporte através da membrana. FISIOLOGIA DAS MEMBRANAS Composição da membrana plasmática. Transporte através da membrana. FUNÇÕES DA MEMBRANA PLASMÁTICA Isolamento físico Regulação de trocas Comunicação celular Suporte estrutural Modelo

Leia mais

Cultivo misto de camarão e tilápia: oportunidades, benefícios e desafios. Fernando Kubitza Acqua Imagem

Cultivo misto de camarão e tilápia: oportunidades, benefícios e desafios. Fernando Kubitza Acqua Imagem Cultivo misto de camarão e tilápia: oportunidades, benefícios e desafios. Fernando Kubitza Acqua Imagem Disponibilidade de água doce na maior parte do Nordeste está limitada aos grandes açudes / reservatórios.

Leia mais

ALIMENTOS E NUTRIENTES. 8º ano Profª Daniela

ALIMENTOS E NUTRIENTES. 8º ano Profª Daniela ALIMENTOS E NUTRIENTES 8º ano Profª Daniela Os alimentos como veículos de nutrientes É Importante sabermos diferenciar o significado de alimento do nutriente. Alimentos são os produtos que ingerimos. Nutrientes

Leia mais

Desempenho zootécnico e econômico de juvenis de robalo peva alimentados com dietas contendo diferentes concentrações proteicas

Desempenho zootécnico e econômico de juvenis de robalo peva alimentados com dietas contendo diferentes concentrações proteicas 190 J.H. de Souza et al. Desempenho zootécnico e econômico de juvenis de robalo peva alimentados com dietas contendo diferentes concentrações proteicas José Humberto de Souza (1), Débora Machado Fracalossi

Leia mais

A MEDIERVAS é um laboratório farmacêutico especializado em suplementos para atletas e produtos naturais.

A MEDIERVAS é um laboratório farmacêutico especializado em suplementos para atletas e produtos naturais. A MEDIERVAS é um laboratório farmacêutico especializado em suplementos para atletas e produtos naturais. Com mais de uma década de existência, e mais de 200 produtos no mercado, a MEDIERVAS teve como ponto

Leia mais

culturas Milho 19,30 4,60 1,95 12,70 65,80 Batata 94,10 28,3 17,78 50,90 54,10 Trigo 14,50 1,88 0,73 11,90 82,10

culturas Milho 19,30 4,60 1,95 12,70 65,80 Batata 94,10 28,3 17,78 50,90 54,10 Trigo 14,50 1,88 0,73 11,90 82,10 FISIOLOGIA VEGETAL Conceito de estresse: Estresse Abiótico em Plantas É um fator externo que exerce uma influência desvantajosa sobre a planta Estresse abiótico em plantas Plantas sob estresse apresenta:

Leia mais

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA A NUTRIÇÃO DE CÃES E GATOS

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA A NUTRIÇÃO DE CÃES E GATOS CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA A NUTRIÇÃO DE CÃES E GATOS Prof. Roberto de Andrade Bordin DMV, M.Sc. Setor de Nutrição e Metabolismo Animal Medicina Veterinária Universidade Anhembi Morumbi São Paulo, Brasil.

Leia mais

Nicho Ecológico. Elton (1927) O nicho de um animal é o local no ambiente biótico, suas relações com o alimento e inimigos.

Nicho Ecológico. Elton (1927) O nicho de um animal é o local no ambiente biótico, suas relações com o alimento e inimigos. Nicho Ecológico Elton (1927) O nicho de um animal é o local no ambiente biótico, suas relações com o alimento e inimigos. Nicho Ecológico Hutchinson (1957) O nicho de um organismo é um hipervolume n-dimensional

Leia mais

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA PRODUÇÃO DE LEITE EM SISTEMAS PASTORIS

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA PRODUÇÃO DE LEITE EM SISTEMAS PASTORIS VANTAGENS E DESVANTAGENS DA PRODUÇÃO DE LEITE EM SISTEMAS PASTORIS Fatores que determinam o sistema de produção de leite Terra área/limitações Capital investimento/tecnologia Mão de obra capacitação/tecnologia

Leia mais

Piscicultores e técnicos discutem os custos de produção de tilápia em viveiro escavado na região da Mogiana SP

Piscicultores e técnicos discutem os custos de produção de tilápia em viveiro escavado na região da Mogiana SP Edição 26 2016 Piscicultores e técnicos discutem os custos de produção de tilápia em viveiro escavado na região da Mogiana SP No dia 27 de julho de 2016, no Sindicato Rural de Mococa, no nordeste do estado

Leia mais

PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DE BIOMASSA MICROALGAL

PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DE BIOMASSA MICROALGAL Universidade Federal do Rio Grande Universidade Federal do Rio Grande Escola de Química e Alimentos Laboratório de Engenharia Bioquímica PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DE BIOMASSA MICROALGAL Adriano Seizi

Leia mais

Produção em tanques-rede em Represa Rural. Célia M. D. Frascá-Scorvo João D. Scorvo Filho APTA REGIONAL-Pólo Leste Paulista

Produção em tanques-rede em Represa Rural. Célia M. D. Frascá-Scorvo João D. Scorvo Filho APTA REGIONAL-Pólo Leste Paulista Produção em tanques-rede em Represa Rural Célia M. D. Frascá-Scorvo João D. Scorvo Filho APTA REGIONAL-Pólo Leste Paulista VANTAGENS Menor custo de implantação Ocupação de áreas já existentes na propriedade

Leia mais

AGRICULTURA I Téc. Agroecologia

AGRICULTURA I Téc. Agroecologia AGRICULTURA I Téc. Agroecologia CULTURA DO MILHO IFSC CÂMPUS LAGES FENOLOGIA DO MILHO Etapas de desenvolvimento: 1.Germinação e emergência: Semeadura até o efetivo aparecimento da plântula, Duração pode

Leia mais

V Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí V Jornada Científica 19 a 24 de novembro de 2012

V Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí V Jornada Científica 19 a 24 de novembro de 2012 Efeito dos diferentes níveis de adubação fosfatada sobre as características anatomo fisiológicas da cunhã (Clitoria ternatea L.) cultivada em um latossolo vermelho distrófico Arnon Henrique Campos ANÉSIO¹;

Leia mais

Água, Sais e Carboidratos

Água, Sais e Carboidratos Água, Sais e Carboidratos A Bioquímica estuda as reações químicas dos organismos vivos e tem revelado inúmeras substancias presentes nas células e em outras que ela participa. A bioquímica estuda as moléculas

Leia mais

03/01/2016. Proteína INTRODUÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA RIO GRANDE DO NORTE CADEIA PROTÉICA FUNÇÕES FUNÇÕES BIOLÓGICAS

03/01/2016. Proteína INTRODUÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA RIO GRANDE DO NORTE CADEIA PROTÉICA FUNÇÕES FUNÇÕES BIOLÓGICAS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA RIO GRANDE DO NORTE Disciplina: Química e Bioquímica de Alimentos Componentes principais Proteína INTRODUÇÃO Proteínas Macromoléculas compostas de vários

Leia mais

QUALIDADE DA ÁGUA E DESEMPENHO DE JUVENIS DE TAMBAQUI CRIADOS EM SISTEMA DE AQUAPONIA

QUALIDADE DA ÁGUA E DESEMPENHO DE JUVENIS DE TAMBAQUI CRIADOS EM SISTEMA DE AQUAPONIA QUALIDADE DA ÁGUA E DESEMPENHO DE JUVENIS DE TAMBAQUI CRIADOS EM SISTEMA DE AQUAPONIA Munir de Araújo Ibrahim 1 ; Fábio de Jesus Castro 2 ; Wallace Henrique de Oliveira 3 1 Aluno do Curso de Medicina Veterinária;

Leia mais

Análise da condutividade elétrica e do ph em água salobra no cultivo de tilápias

Análise da condutividade elétrica e do ph em água salobra no cultivo de tilápias 423 Análise da condutividade elétrica e do ph em água salobra no cultivo de tilápias Análise da condutividade elétrica e do ph em água salobra no cultivo de tilápias Electrical conductivity and ph range

Leia mais

Dog Star Foods Natural 15kg

Dog Star Foods Natural 15kg Dog Star Foods Natural 15kg Proteína Bruta Extrato Etéreo Matéria Mineral (Mín.) 23% (Mín.) 10% (Máx.) 8% Matéria Fibrosa (Máx.) 4,5% Cálcio (Máx.) 2% Fósforo (Mín.) 1% Cereais Integrais Probióticos Carne

Leia mais

Departamento de Bioquímica. Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N. Professores. Carlos Takeshi Hotta

Departamento de Bioquímica. Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N. Professores. Carlos Takeshi Hotta Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N 2013 Professores Carlos Takeshi Hotta Guilherme Menegon Arantes 1 1. O ácido dinitrosalicílico (DNS) pode

Leia mais

Vinícius Reis Batista Acadêmico do 4 período de Medicina Orientador: Wanderson Tassi

Vinícius Reis Batista Acadêmico do 4 período de Medicina Orientador: Wanderson Tassi Vinícius Reis Batista Acadêmico do 4 período de Medicina Orientador: Wanderson Tassi O fígado É o maior órgão interno do corpo humano; 2,5 a 4,5% da massa corporal total do corpo com um peso médio de

Leia mais

Enox de Paiva Maia M.Sc.

Enox de Paiva Maia M.Sc. AVALIAÇÃO ECONÔMICA DO POLICULTIVO DE CAMARÃO E TILÁPIA Alternativa Para As Áreas de Risco. Enox de Paiva Maia M.Sc. ABCC Assoc. Bras. Criadores de Camarão. NATAL-RN-BRASIL, JUNHO DE 2013. FUNDAMENTOS

Leia mais

SISTEMA DIGESTÓRIO. 8º ano/ 2º TRIMESTRE Prof Graziela Costa 2017

SISTEMA DIGESTÓRIO. 8º ano/ 2º TRIMESTRE Prof Graziela Costa 2017 SISTEMA DIGESTÓRIO 8º ano/ 2º TRIMESTRE Prof Graziela Costa 2017 Tubo Digestório Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus Glândulas Anexas: Glândulas Salivares

Leia mais

Produção de peixes nativos: vocação do estado mato-grossense. Darci Carlos Fornari Genetic Fish Rise

Produção de peixes nativos: vocação do estado mato-grossense. Darci Carlos Fornari Genetic Fish Rise Produção de peixes nativos: vocação do estado mato-grossense Darci Carlos Fornari --------------------- Genetic Fish Rise Produção de proteína no mundo: Produto Produção (Mil ton) Exportação** (mil ton)

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Química IQ USP Exame de Capacidade 1º Semestre de Prova de Conhecimentos Gerais em Química

Programa de Pós-Graduação em Química IQ USP Exame de Capacidade 1º Semestre de Prova de Conhecimentos Gerais em Química Programa de Pós-Graduação em Química IQ USP Exame de Capacidade 1º Semestre de 2014 Prova de Conhecimentos Gerais em Química Nome do candidato: Instruções: Escreva seu nome de forma legível no espaço acima.

Leia mais

Necessidades de Energia. Leylliane Leal

Necessidades de Energia. Leylliane Leal Necessidades de Energia Leylliane Leal Necessidade de energia É o nível de ingestão de energia a partir do alimento que irá equilibrar o gasto de energia quando o indivíduo possui um tamanho e composição

Leia mais

Sistemas de Produção de peixe. Eduardo Gianini Abimorad Centro Avançado do Pescado Continental Instituto de Pesca

Sistemas de Produção de peixe. Eduardo Gianini Abimorad Centro Avançado do Pescado Continental Instituto de Pesca Sistemas de Produção de peixe Eduardo Gianini Abimorad Centro Avançado do Pescado Continental Instituto de Pesca Extensivo Produção: Até 2000 kg/ha/ano Técnicas e insumos usados * Sem uso de fertilizante

Leia mais

FISIOLOGIA VEGETAL 24/10/2012. Respiração. Respiração. Respiração. Substratos para a respiração. Mas o que é respiração?

FISIOLOGIA VEGETAL 24/10/2012. Respiração. Respiração. Respiração. Substratos para a respiração. Mas o que é respiração? Respiração Mas o que é respiração? FISIOLOGIA VEGETAL Respiração É o processo pelo qual compostos orgânicos reduzidos são mobilizados e subsequentemente oxidados de maneira controlada É um processo de

Leia mais

Organismos autótrofos - produzem o próprio alimento (ex: bactérias, cianobactérias, algas e plantas).

Organismos autótrofos - produzem o próprio alimento (ex: bactérias, cianobactérias, algas e plantas). INTRODUÇÃO Alimentos - fonte de matéria e energia Organismos autótrofos - produzem o próprio alimento (ex: bactérias, cianobactérias, algas e plantas). Organismos heterótrofos - obtém alimentos de forma

Leia mais

DESEMPENHO DE JUVENIS DE ROBALO-FLECHA E ROBALO-PEVASUBMETIDOS A DIFERENTES DENSIDADES DE ESTOCAGEM EM ÁGUA DOCE*

DESEMPENHO DE JUVENIS DE ROBALO-FLECHA E ROBALO-PEVASUBMETIDOS A DIFERENTES DENSIDADES DE ESTOCAGEM EM ÁGUA DOCE* DESEMPENHO DE JUVENIS DE ROBALO-FLECHA E ROBALO-PEVASUBMETIDOS A DIFERENTES DENSIDADES DE ESTOCAGEM EM ÁGUA DOCE* Fernanda LIEBL 1 ; Hilton AMARAL Jr 2 ; Silvano GARCIA 2 ; Luís Ivan Martinhão SOUTO 3

Leia mais

Descrição do produto. Categoria Fiscal ANVISA. MS: RDC 27/2010 / Anexo 1. Características. Pó de cor bege-marrom, solúvel em água.

Descrição do produto. Categoria Fiscal ANVISA. MS: RDC 27/2010 / Anexo 1. Características. Pó de cor bege-marrom, solúvel em água. Vida Forte Ind. e Com. de Prod. Naturais Ltda. Descrição do produto Ficha Técnica de TERMO PLUS Sabores: Frutas Vermelhas Laranja Limão Termo Plus é um produto para auxiliar na redução de gordura com ingredientes

Leia mais

IV Simpósio de Ciências da UNESP Dracena. V Encontro de Zootecnia Unesp Dracena

IV Simpósio de Ciências da UNESP Dracena. V Encontro de Zootecnia Unesp Dracena DIFERE TES ALIME TOS O CRESCIME TO I ICIAL DO ACARÁ- BA DEIRA (Pterophyllum scalare). DADOS PRELIMI ARES DIFFERE T FEEDS O I ITIAL GROWTH OF A GELFISH (PTEROPHYLLUM SCALARE). I ITIAL DATA. Elane Cristine

Leia mais

Constituintes químicos dos seres vivos

Constituintes químicos dos seres vivos REVISÃO Bioquímica Constituintes químicos dos seres vivos S A I S I N O R G Â N I C O S CARBOIDRATOS São denominados: açúcares, hidratos de carbono, glicídios ou glicosídeos Energia para o trabalho celular

Leia mais

AVALIAÇÃO FÍSICA, QUÍMICA E MICROBIOLÓGICA DA QUALIDADE DA AGUA PARA FINS DE PISICULTURA

AVALIAÇÃO FÍSICA, QUÍMICA E MICROBIOLÓGICA DA QUALIDADE DA AGUA PARA FINS DE PISICULTURA AVALIAÇÃO FÍSICA, QUÍMICA E MICROBIOLÓGICA DA QUALIDADE DA AGUA PARA FINS DE PISICULTURA SPERLING,Caio 1 ; ROTH, Alfredo 1 ; RODRIGUES, Silvana 1 ; NEBEL, Álvaro Luiz Carvalho 2 ; MILANI, Idel Cristiana

Leia mais

TRABALHO DE BIOLOGIA A Química da Vida

TRABALHO DE BIOLOGIA A Química da Vida TRABALHO DE BIOLOGIA A Química da Vida Nomes: Leonardo e Samuel Turma: 103 Para iniciar o estudo das células (citologia) devemos primeiramente ter uma noção das estruturas básicas da célula ou as estruturas

Leia mais

Piscicultores e demais agentes da cadeia produtiva discutem os custos de produção da tilápia em Felixlândia

Piscicultores e demais agentes da cadeia produtiva discutem os custos de produção da tilápia em Felixlândia Edição 20 2016 Piscicultores e demais agentes da cadeia produtiva discutem os custos de produção da tilápia em Felixlândia No dia 31 de março de 2016, em Felixlândia, região central do estado de Minas

Leia mais

PROTEÍNAS. São compostos que fazem parte de nosso corpo e também nos alimentamos delas. Representam cerca de 50 a 80% do peso seco.

PROTEÍNAS. São compostos que fazem parte de nosso corpo e também nos alimentamos delas. Representam cerca de 50 a 80% do peso seco. PROTEÍNAS São compostos que fazem parte de nosso corpo e também nos alimentamos delas. Representam cerca de 50 a 80% do peso seco. Classificação: Proteínas simples e Proteínas conjugadas. - Proteínas simples

Leia mais

Aula III Protozoários

Aula III Protozoários ZOOLOGIA E PARASITOLOGIA Aula III Protozoários Professora: Luciana Alves de Sousa REINO PROTISTA Protozoa: grego Proto = primeiro Zoon = animal Características gerais Organismos unicelulares, eucariontes,

Leia mais

CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS. voltar índice próximo CIÊNCIAS. Unidade º ANO» UNIDADE 1» CAPÍTULO 3

CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS. voltar índice próximo CIÊNCIAS. Unidade º ANO» UNIDADE 1» CAPÍTULO 3 HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS CIÊNCIAS Unidade 41 www.sejaetico.com.br 8º ANO ALIMENTAÇÃO E DIGESTÃO NO SER HUMANO Índice ÍNDICE Por que nos alimentamos? www.sejaetico.com.br 3 Por que nos alimentamos? Os

Leia mais

a) A digestão enzimática de carboidratos só se inicia no duodeno. b) O meio ácido do estômago inativa todas as enzimas digestivas.

a) A digestão enzimática de carboidratos só se inicia no duodeno. b) O meio ácido do estômago inativa todas as enzimas digestivas. Nome: Nº Ano: 8º Turma: Ensino Fundamental II 2ª Etapa Data: ATIVIDADE DE INTERVENÇÃO - CIÊNCIAS Profª.: Luciana Cardinali QUESTÃO 1 (MACK - adaptada) Assinale a alternativa correta a respeito do processo

Leia mais

TRABALHO DE BIOLOGIA QUÍMICA DA VIDA

TRABALHO DE BIOLOGIA QUÍMICA DA VIDA TRABALHO DE BIOLOGIA QUÍMICA DA VIDA Água Sais minerais Vitaminas Carboidratos Lipídios Proteínas Enzimas Ácidos Núcleos Arthur Renan Doebber, Eduardo Grehs Água A água é uma substância química composta

Leia mais

a) De qual região do tubo digestivo foi extraída a secreção? b) Que enzima atuou no processo? Justifique sua resposta.

a) De qual região do tubo digestivo foi extraída a secreção? b) Que enzima atuou no processo? Justifique sua resposta. Sistema Digestório 1) As proteínas alimentares são digeridas em etapas, até que seus produtos finais, os aminoácidos, possam ser absorvidos. O gráfico abaixo mostra a relação entre a quantidade de aminoácidos

Leia mais

Apostila de Biologia 06 Sistema Excretor Fábio Henrique

Apostila de Biologia 06 Sistema Excretor Fábio Henrique 1.0 Excreção Apostila de Biologia 06 Sistema Excretor Fábio Henrique É a Eliminação de subprodutos do metabolismo celular. 1.1 Homeostase É uma condição na qual o meio interno do corpo permanece dentro

Leia mais

Exercícios de Água, Sais, Lipídios e Glicídios

Exercícios de Água, Sais, Lipídios e Glicídios Exercícios de Água, Sais, Lipídios e Glicídios 1. (Enem 2005) A água é um dos componentes mais importantes das células. A tabela a seguir mostra como a quantidade de água varia em seres humanos, dependendo

Leia mais

Quem vence é o que melhor se adapta

Quem vence é o que melhor se adapta Quem vence é o que melhor se adapta Tecnologia dos Óleos Funcionais em Ruminantes Dra Juliane Diniz Magalhães Gerente de Ruminantes da Oligo Basics Região Sul São Paulo-SP Junho de 2016 Perfil dos confinamentos

Leia mais

UERJ 2015 (Questões 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10)

UERJ 2015 (Questões 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10) (Questões 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10) 1. (Questão 1) Nos vegetais, uma parede celular envolve a membrana plasmática. Cite o principal tipo de carboidrato que compõe a parede celular dos vegetais, bem

Leia mais

Sérgio Domingos SIMÃO¹; Adriano GERALDO²; Angélica Santana CAMARGOS³; Luiz Carlos MACHADO 4 ; Tiago Antonio SANTOS³.

Sérgio Domingos SIMÃO¹; Adriano GERALDO²; Angélica Santana CAMARGOS³; Luiz Carlos MACHADO 4 ; Tiago Antonio SANTOS³. Inclusão de enzimas em rações de poedeiras semipesadas para diminuição dos custos de produção e seus efeitos sobre o desempenho. Sérgio Domingos SIMÃO¹; Adriano GERALDO²; Angélica Santana CAMARGOS³; Luiz

Leia mais

QBQ 0316 Bioquímica Experimental. Carlos Hotta. Apresentação da disciplina

QBQ 0316 Bioquímica Experimental. Carlos Hotta. Apresentação da disciplina QBQ 0316 Bioquímica Experimental Carlos Hotta Apresentação da disciplina 12/08/2016 Objetivos Abordar de forma prática conceitos que são apresentados de forma teórica em outras disciplinas Exercitar a

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE MONITORAR A QUALIDADE DA ÁGUA NA PISCICULTURA

A IMPORTÂNCIA DE MONITORAR A QUALIDADE DA ÁGUA NA PISCICULTURA A IMPORTÂNCIA DE MONITORAR A QUALIDADE DA ÁGUA NA PISCICULTURA Por se desenvolver no ambiente aquático, a aquicultura pode ser considerada uma das atividades produtivas de maior complexidade nas interações

Leia mais

Sustentabilidade da aquacultura semi-intensiva no sul da Europa:

Sustentabilidade da aquacultura semi-intensiva no sul da Europa: Sustentabilidade da aquacultura semi-intensiva no sul da Europa: projecto SEACASE Luis Conceição, A. Ramalho Ribeiro, J. Dias, F. Soares, P. Vaz-Pires, M. Falcão, M.E. Cunha, L. Valente, M.T. Dinis Julho

Leia mais

27/12/2015 AMBIENTES MARINHOS E HIPERSALINOS OSMOCONFORMADORES MARINNHOS

27/12/2015 AMBIENTES MARINHOS E HIPERSALINOS OSMOCONFORMADORES MARINNHOS Animais osmoconformadores: mantêm seus fluidos corporais isosmóticos com o ambiente. Animais osmorreguladores: mantêm a osmolaridade corporal independente da ambiental. ADIÇÃO ELIMINAÇÃO Água ingerida

Leia mais

Monitoria 10 - Biomoléculas

Monitoria 10 - Biomoléculas Monitoria 10 - Biomoléculas 1. O modelo chave-fechadura, ilustrado no mangá, é uma analogia bem-sucedida para explicar a maneira como as enzimas interagem com os substratos. Explique de maneira simples,

Leia mais

Biorremediação de efluentes agroindustriais mediada por microalgas

Biorremediação de efluentes agroindustriais mediada por microalgas Biorremediação de efluentes agroindustriais mediada por microalgas Catarina Viegas (1), Margarida Gonçalves (1), Luísa Gouveia (2), Benilde Mendes (1) (1) METRICS, FCT-UNL Mechanical Engineering and Resources

Leia mais

Ecologia. introdução, fluxo de energia e ciclo da matéria. Aula 1/2

Ecologia. introdução, fluxo de energia e ciclo da matéria. Aula 1/2 Ecologia introdução, fluxo de energia e ciclo da matéria ANEXO CAPÍTULO 1 Importância da Ecologia Níveis de organização Componentes de um ecossistema Cadeia e teia alimentar Aula 1/2 Hábitat e nicho ecológico

Leia mais

Piscicultores e demais agentes da cadeia produtiva discutem os custos de produção da tilápia em Morada Nova de Minas

Piscicultores e demais agentes da cadeia produtiva discutem os custos de produção da tilápia em Morada Nova de Minas Edição 21 2016 Piscicultores e demais agentes da cadeia produtiva discutem os custos de produção da tilápia em Morada Nova de Minas No dia 01 de abril de 2016, em Morada Nova de Minas, região central de

Leia mais

GOIÂNIA, / / PROFESSOR: FreD. DISCIPLINA: Ciências da Natureza SÉRIE: 1º. ALUNO(a): Lista de Exercícios 3º bimestre P2

GOIÂNIA, / / PROFESSOR: FreD. DISCIPLINA: Ciências da Natureza SÉRIE: 1º. ALUNO(a): Lista de Exercícios 3º bimestre P2 GOIÂNIA, / / 2016 PROFESSOR: FreD DISCIPLINA: Ciências da Natureza SÉRIE: 1º ALUNO(a): Lista de Exercícios 3º bimestre P2 No Anhanguera você é + Enem Antes de iniciar a lista de exercícios leia atentamente

Leia mais