PERFIL DOS TRABALHADORES DA COPEL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PERFIL DOS TRABALHADORES DA COPEL"

Transcrição

1 PERFIL DOS TRABALHADORES DA COPEL Curitiba, 31 de maio de 2011

2 PERFIL DOS TRABALHADORES DA COPEL INTRODUÇÃO Este estudo tem como objetivo apresentar um perfil dos trabalhadores da Copel com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais 1 RAIS referentes ao ano de A RAIS é constituída a partir de um registro administrativo obrigatório por lei: toda organização que mantenha vínculos empregatícios deve preencher o registro e anualmente enviá-lo ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e por ser um registro obrigatório, tem caráter censitário, o que a torna uma importante base de dados sobre o mercado de trabalho formal brasileiro. Como o preenchimento é realizado pelos empregadores, está sujeita a omissões, atrasos e erros. Na Copel, notamos que as informações tabuladas pelos dados da RAIS são muito semelhantes às informadas pela companhia em suas demonstrações financeiras. Para atingir o objetivo de mensurar a quantidade de trabalhadores existentes na Copel, utilizamos de várias desagregações, como a classificação de natureza jurídica da empresa, ou seja, a empresa é classificada como sociedade anônima fechada, localizada na cidade de Curitiba, e ainda, tamanho do estabelecimento (foram utilizadas as seguintes faixas: de 250 a 499 vínculos ativos, de 500 a 999 vínculos ativos e ou mais vínculos ativos dependendo do ano e do segmento analisado). Também foi utilizado a desagregação da Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) 2, sendo utilizadas as seguintes classes de atividades econômicas: geração de energia elétrica (35115), transmissão de energia elétrica (35123), distribuição de energia elétrica (35140) e telecomunicações por fio (61108), esta última a partir de 2006, em função das alterações ocorridas na CNAE. Verificamos que no período de 1995 até 2001, todos os trabalhadores da Copel estavam no segmento de produção e distribuição de energia elétrica (classe 40100, segmento que foi desativado, a partir da criação de novas classes de atividade econômica). Nos anos de 2002 e 2003, os trabalhadores estava localizados em três classes (geração, transmissão e distribuição), já ano ano de 2004 vemos que os trabalhadores da geração e da transmissão foram classificados dentro da transmissão. Em 2005 e 2006, voltou-se a classificação em três classes (geração, transmissão e distribuição), sendo que em 2006, a classe de telecomunicações por fio passou a ser utilizada. Notamos também que a partir de 2007, não foi possível encontrar trabalhadores da empresa na classe de atividade econômica de transmissão de 1 A divulgação dos dados da RAIS é realizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e financiada com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador FAT. 2 Para maiores informações acessar:

3 energia elétrica, isto resultada da unificação dos segmentos de geração de energia elétrica e transmissão de energia elétrica ocorridos na Copel. Devido as alterações ocorridas na CNAE nos período recente, não foi possível construir um painel contínuo das evoluções ocorridas nas classes de atividade econômica. Somente na classe de distribuição de energia elétrica pôde-se analisar o comportamento desde 2002 sem interrupções, alterações na forma de declaração ou mudanças metodológicas. Tabela 1 Emprego formal e salário médio (dez), Copel, por classe de atividade econômica 1995 a 2010 Geração de energia elétrica Transmissão de energia elétrica Distribuição de energia elétrica Telecomunicações por fio Emprego Sal.Médio Emprego Sal.Médio Emprego Sal.Médio Emprego Sal.Médio Emprego Sal.Médio , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,73 Variação Percentual 2002/ ,64 68, / ,84-2,18 30,82-4, ,38-1, /2009 9,35-2, ,56-1,47 22,82-5,40 4,03-1, / ,36 6, ,79 11,23 51,95-3,78 7,04 10, / ,43 8, ,90 6, / ,85 130,16 Elaboração: DIEESE / SS SENGE-PR Total EMPREGO Na tabela 2, apresentamos a evolução do número de trabalhadores da Copel de 1995 até 2010, verificamos que entre 1995 e 2002 o número de tralhadores se reduziu em quase 40% (36,64%), saindo de para 5.595, este queda é reflexo das políticas de redução dos investimentos do estado na Copel, diminuindo o número de trabalhadores e preparando a empresa para venda, porém, devido a luta dos trabalhadores da companhia e também em função da força da população paranaense a Copel não foi privatizada. No período recente, o número de trabalhadores na empresa tem aumentado de forma significativa, entre 2003 e 2010, ocorreu um crescimento de quase 50% (47,90%), onde o total de trabalhadores salta de para Se considerarmos o período de 1995 a 2010, notaremos que o crescimento no número de trabalhadores foi de apenas 0,85%. Mas vale salientar que somente em 2010 foi ultrapassado o número de trabalhadores que a

4 Copel tinha em Através da tabela abaixo, verificamos também o crescimento de 18% do número de mulheres na empresa, de para 1.775, assim, a participação destas saiu de 16,89% em 1995 para 19,93% em 2010, enquanto a participação dos homens caiu de 83,11% para 80,07%. Ainda assim, os postos de trabalho na Copel são ocupados majoritariamente por homens. No quesito remuneração, entre 1995 e 2010, os salários dos trabalhadores tiveram crescimento de 130%, considerando que neste período a inflação oficial (IPCA) teve variação de 156,83 % e o índice utilizado na maioria das negociações coletivas (INPC) variou 162,66%, os trabalhadores tiveram perdas de 11,67% e 14,20% respectivamente, dependendo do indexador utilizado. Tabela 2 Emprego formal e salário médio (dez), Copel 1995 a 2010 Masculino Feminino Total Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Sal.Médio , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , * , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,73 Variação Percentual: 2002/ ,65-0,03 67,86-36,55 0,13 73,15-36,64 68, / ,55 0,13-2,95 33,58-0,59 9,25 34,38-1, /2009 2,96-1,03-1,87 8,56 4,36 3,40 4,03-1, /2007 4,15-2,71 10,60 20,50 12,57 16,18 7,04 10, / ,98-2,65 4,92 66,04 12,27 25,19 47,90 6, /1995-2,85-3,67 132,31 19,05 18,04 136,10 0,85 130,16 Elaboração: DIEESE / SS SENGE-PR Pôde-se notar que desde 1995, os salários médios das mulheres cresceram 136,10%, já os dos homens aumentou 132,31%, porém, o aumento dos salários das mulheres ligeiramente acima do dos homens não foi suficiente para reduzir as diferenças salarias existentes. Em 1995, a remuneração média das mulheres equivalia a 64,52% da dos homens, já em 2010, o percentual atingiu 65,57%. Desta maneira, em 2010, as mulheres recebiam em média 34,43% menos do que os homens. FAIXA ETÁRIA Observamos que 53,10% dos trabalhadores da Copel tinham 40 anos ou mais em 2010, sendo que cerca de um terço dos empregados estavam situados na faixa etária de 40 a 49 anos. No

5 tocante a remuneração segunda as faixas etárias, observa-se uma tendência que demonstra que à medida em que os trabalhadores são mais velhos seus rendimentos são maiores, exceto para o intervalo de idade de 65 anos ou mais, onde ocorre uma redução dos rendimentos. Porém, deve-se considerar que existiam apenas 6 empregados na faixa citada o que pode provocar distorções no cálculo da remuneração média. Tabela 3 Emprego formal e salário médio (dez), Copel, por faixa etária 2009 e Variação (%) 2010/2009 Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Até 17 anos 65 0,76 293, ,74 312,36 1,54-2,4 6,29 18 a 24 anos 441 5, , , ,80 9,30 5,06 7,53 25 a 29 anos , , , ,11 12,55 8,19 1,94 30 a 39 anos , , , ,88 15,40 10,93 0,26 40 a 49 anos , , , ,52-3,46-7,2 0,66 50 a 64 anos , , , ,03-1,94-5,74 0,98 65 ou mais 10 0, ,99 6 0, ,61-40,00-42,32 19,20 Total , , , ,73 4,03 0-1,49 Elaboração: DIEESE / SS SENGE-PR Através da tabela 2, verificamos também o crescimento de 15,40% nos trabalhadores da faixa etária de 30 a 39 anos (maior avanço), e avanço da remuneração média em 19,20% dos empregados da faixa etária de 65 anos ou mais. GRAU DE INSTRUÇÃO Através dos dados da RAIS verificamos que os trabalhadores da empresa têm escolaridade elevada. Sendo que ao final de 2010, 96% dos empregados da Copel possuíam no mínimo ensino médio completo, onde 47,50% do total dos empregados tinham ensino médio completo; 7,03% ensino superior incompleto; e 41,58% ensino superior completo. Constatamos que os trabalhadores que tinham maiores rendimentos são exatamente aqueles com maior grau de escolaridade, ou seja, são os trabalhadores com ensino superior completo com remuneração média de R$ 5.991,36. É possível observar a tendência na empresa da redução do número de trabalhadores nas faixa de grau de instrução fundamental até o médio incompleto, enquanto avança a participação dos trabalhadores com ensino médio completo ou ensino superior completo.

6 Tabela 4 Emprego formal e salário médio (dez), Copel, por faixa de remuneração em dezembro 2009 e Variação (%) 2010/2009 Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Até o 5ª ano Incompleto do Ensino Fundamental 7 0, ,36 7 0, ,44 0,00-3,87-18,51 5ª ano Completo do Ensino Fundamental 27 0, , , ,58-18,52-21,68 2,16 Do 6ª ao 9ª ano Incompleto do Ensino Fundamental 111 1, , , ,60-18,02-21,19-10,62 Ensino Fundamental Completo 134 1, , , ,38-17,16-20,37 7,37 Ensino Médio Incompleto 135 1, , , ,40-14,81-18,12-9,45 Ensino Médio Completo , , , ,00 6,36 2,24-5,00 Educação Superior Incompleta 655 7, , , ,62-4,43-8,13 3,34 Educação Superior Completa , , , ,36 5,38 1,30 0,20 Total , , , ,73 4,03 0,00-1,49 Elaboração: DIEESE/ SS SENGE-PR FAIXA DE REMUNERAÇÃO MÉDIA Através da tabela 4 verificamos um avanço expressivo no número de trabalhadores situados na faixa de remuneração de 1,51 a 2 salários mínimos no período de 2009 a Observou-se que nesta faixa salarial houve um crescimento de 112,70%, fazendo com que a participação destes trabalhadores na empresa crescesse de 1,47% para 3,01%. Por outro lado, a faixa de remuneração que apresentou o maior avanço da remuneração média de seus trabalhadores foi a compreendida no intervalo de 4,01 a 5,00 salários mínimos com aumento de 12,09%. A faixa de remuneração onde está localizada uma maior parcela dos empregados da Copel é a de 7,01 a 10 salários mínimos com 19,98% do total, com remuneração média de R$ 4.265,22. A segunda maior faixa é de 10,01 a 15 salários mínimos com 17,62% e a terceira de 5,01 a 7 salários mínimos com 17,51%. Nestas três faixas salariais estão localizados 55,1% dos trabalhadores da empresa. Fazendo um outro recorte, notamos que dois terços (65,86%) dos copelianos possuíam remuneração média de até 10 salários mínimos em 2010, e 32,69% recebiam acima de 10,01 salários mínimos e para 1,45% dos trabalhadores não haviam informações referentes a faixa de remuneração. Devemos acrescentar a estas informações os dados constantes no Balanço Social 3 da companhia, onde indicam que a relação entre a maior remuneração e a menor remuneração na empresa é de 39 vezes, assim, o salário mais alto da empresa é 39 vezes maior do que o mais baixo, no ano de 2009, esta relação era de O Balanço social da Copel está localizado nas Demonstrações Financeiras Anuais Completas, disponíveis em:

7 Tabela 5 Emprego formal e salário médio (dez), Copel, por faixa de remuneração em dezembro 2009 e Variação (%) 2010/2009 Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Até 0,5 salário mínimo 9 0,11 200,97 8 0,09 206,90-11,11-14,55 2,95 De 0,51 a 1,00 salário mínimo 79 0,92 306, ,82 325,37-7,59-11,17 6,22 De 1,01 a 1,50 salários mínimos 4 0,05 622,86 3 0,03 686,08-25,00-27,91 10,15 De 1,51 a 2,00 salários mínimos 126 1,47 891, ,01 970,89 112,70 104,46 8,87 De 2,01 a 3,00 salários mínimos , , , ,01 12,68 8,32 11,66 De 3,01 a 4,00 salários mínimos 355 4, , , ,44 33,80 28,62 8,79 De 4,01 a 5,00 salários mínimos 595 6, , , ,66 15,46 10,99 12,09 De 5,01 a 7,00 salários mínimos , , , ,81 21,04 16,35 9,08 De 7,01 a 10,00 salários mínimos , , , ,22 2,24-1,72 9,33 De 10,01 a 15,00 salários mínimos , , , ,77-9,04-12,57 8,24 De 15,01 a 20,00 salários mínimos 736 8, , , ,35-14,95-18,24 9,60 Mais de 20,00 salários mínimos , , , ,05-18,08-21,25 7,40 Ignorado 130 1,52 0, ,45 0,00-0,77-4,61 0,00 Total , , , ,73 4,03 0,00-1,49 Elaboração: DIEESE/ SS SENGE-PR TEMPO DE EMPREGO Notamos que o maior avanço na divisão dos trabalhadores por faixa de tempo de emprego ocorreu na faixa até 2,9 meses, com crescimento de 129,81%, seguida da faixa de 3,0 a 5,9 meses que cresceu 89,50%. Já nas faixas de 24 a 35,9 meses e de 36 a 59,9 meses foram encontradas as maiores quedas, 33,18% e 31,81% respectivamente. Apesar da redução observada, a faixa de tempo de emprego com maior contingente de trabalhadores continua sendo a faixa de 120 meses ou mais, com quase metade dos empregos com 47,67%. Notamos ainda que a participação dos trabalhadores com 5 anos ou mais e também acima se manteve estável, saindo de 62,55% em 2009 para 63,54% em 2010 (o resultado é a soma das faixas de 5 anos ou mais e 10 anos ou mais). Tabela 6 Emprego formal e salário médio (dez), Copel, por faixa de tempo de emprego 2009 e Variação (%) 2010/2009 Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Ate 2,9 meses 265 3, , , ,28 129,81 120,91 189,91 De 3,0 a 5,9 meses 181 2, , , ,80 89,50 82,16 3,36 De 6,0 a 11,9 meses 301 3, , , ,23 53,16 47,22 11,89 De 12,0 a 23,9 meses 335 3, , , ,54 69,25 62,70-13,16 De 24,0 a 35,9 meses 443 5, , , ,26-33,18-35,77 1,40 De 36,0 a 59,9 meses , , , ,15-31,81-34,45 9,21 De 60,0 a 119,9 meses 823 9, , , ,36 71,69 65,04 4, meses ou mais , , , ,72-11,34-14,78 3,42 Total , , , ,73 4,03 0,00-1,49 Elaboração: DIEESE/ SS SENGE-PR

8 CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO) 4 Na sequência serão apresentadas informações a respeito dos trabalhadores da Copel distribuídos por família ocupacional, desagregação da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Verificamos que há uma concentração dos trabalhadores em poucas ocupações. Se somarmos as 10 primeiras, notaremos que nestas estão localizados 92,73% dos trabalhadores, com destaque para instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados e também agentes, assistentes e auxiliares administrativos onde estão 29,84% e 29,55% do total de trabalhadores da companhia. Se somarmos estas duas ocupações chegaremos a uma participação de 60% sobre o total. Fazendo o recorte por gênero verificamos que aproximadamente um terço dos homens (36,52%) está localizada na ocupação de instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados. Por outro lado, mais de 2/3 (69,41%) das mulheres estão empregadas na ocupação de agentes, assistentes e auxiliares administrativos. Vemos que foram encontradas 44 ocupações na Copel, destas em apenas 6, os salários médios recebidos pelas mulheres foram maiores do que os dos homens. Notamos também que em 15 ocupações só existiam trabalhadores do sexo feminino (6) ou do masculino (9), assim, não foi possível realizar comparações salariais. E por fim, em 23 ocupações os salários recebidos pelos mulheres são menores do que o dos homens. 4 Para maiores informações acessar:

9 Tabela 7 Emprego formal e salário médio (dez) em uma empresa geração, transmissão, distribuição e telecomunicações por fio, sociedade anônima fechada, em Curitiba, por família ocupacional e por gênero 2010 Família Ocupacional Masculino Feminino Total Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Emprego Part.(%) Sal.Médio Instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados , , , , , ,52 Agentes, assistentes e auxiliares administrativos , , , , , ,63 Técnicos em eletricidade e eletrotécnica , , , , , ,31 Engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins 538 7, , , , , ,63 Analistas de tecnologia da informação 174 2, , , , , ,54 Técnicos em eletrônica 208 2, , , , , ,36 Administradores 103 1, , , , , ,68 Profissionais de relações públicas, publicidade, mercado e negócios 81 1, , , , , ,31 Contadores e afins 65 0, , , , , ,68 Engenheiros civis e afins 71 1, , , , , ,55 Técnicos em construção civil (edificações) 55 0, , , , , ,32 Técnicos mecânicos na fabricação e montagem de máquinas, sistemas e instrumentos 66 0, ,30 4 0, , , ,81 Economistas 52 0, , , , , ,70 Técnicos em eletromecânica 69 0, ,11 0 0,00 0, , ,11 Técnicos em segurança no trabalho 61 0, ,88 6 0, , , ,01 Advogados 28 0, , , , , ,88 Engenheiros mecânicos e afins 45 0, ,22 0 0,00 0, , ,22 Técnicos em telecomunicações 31 0, ,31 1 0, , , ,02 Técnicos florestais 18 0, ,08 4 0, , , ,30 Técnicos em geomática 20 0, ,10 1 0, , , ,58 Assistentes sociais e economistas domésticos 2 0, , , , , ,33 Engenheiros agrossilvipecuários 14 0, ,90 1 0, , , ,25 Engenheiros agrimensores e engenheiros cartógrafos 5 0, ,84 5 0, , , ,36 Biólogos e afins 3 0, ,20 5 0, ,67 8 0, ,50 Médicos clínicos (Criada em 11/04/2011) 4 0, ,55 3 0, ,01 7 0, ,32 Técnicos e auxiliares de enfermagem 5 0, ,02 2 0, ,56 7 0, ,60 Engenheiros químicos e afins 3 0, ,96 2 0, ,52 5 0, ,58 Profissionais da informação 0 0,00 0,00 5 0, ,62 5 0, ,62 Técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes 5 0, ,55 0 0,00 0,00 5 0, ,55 Técnicos em aqüicultura 5 0, ,97 0 0,00 0,00 5 0, ,97 Enfermeiros e afins 0 0,00 0,00 4 0, ,89 4 0, ,89 Geólogos, oceanógrafos, geofísicos e afins 3 0, ,69 0 0,00 0,00 3 0, ,69 Arquitetos e urbanistas 0 0,00 0,00 3 0, ,79 3 0, ,79 Engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins 3 0, ,90 0 0,00 0,00 3 0, ,90 Programadores, avaliadores e orientadores de ensino 1 0, ,22 2 0, ,38 3 0, ,99 Psicólogos e psicanalistas 0 0,00 0,00 3 0, ,50 3 0, ,50 Técnicos em construção civil (obras de infraestrutura) 2 0, ,86 1 0, ,07 3 0, ,93 Técnicos agrícolas 3 0, ,33 0 0,00 0,00 3 0, ,33 Profissionais de estatística 1 0, ,18 1 0, ,37 2 0, ,28 Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica 1 0, ,90 1 0, ,10 2 0, ,50 Agentes fiscais metrológicos e de qualidade 0 0,00 0,00 2 0, ,75 2 0, ,75 Engenheiros ambientais e afins 1 0, ,65 0 0,00 0,00 1 0, ,65 Técnicos químicos 0 0,00 0,00 1 0, ,44 1 0, ,44 Desenhistas téc. em eletricidade, eletrônica, eletromecânica, calefação, ventilação e refrigeração 1 0, ,70 0 0,00 0,00 1 0, ,70 Total , , , , , ,73 Elaboração: DIEESE/ SS SENGE-PR TERCEIRIZAÇÃO Como foi visto acima o número de trabalhadores na Copel aumentou de modo significativo nos últimos anos, porém, de forma preocupante também verificamos o avanço da terceirização na empresa. Segundo informações do Balanço Social anual da Copel, o número de trabalhadores

10 terceirizados saltou de em 2001 para em Se considerarmos o total da força de trabalho (quadro próprio + terceirizados), a porcentagem de terceirizados sobre o total subiu de 20,36% para 38,27% neste período. O total de terceirizados existentes na Copel cresceu 250%, em contrapartida, o quadro próprio cresceu apenas 52,15%. Em estudo divulgado em 2010 pelo DIEESE intitulado Terceirização e morte no trabalho: um olhar sobre o setor elétrico 5 foi possível verificar que o avanço da terceirização no setor elétrico tem como consequências à diminuição de salários, redução de benefícios sociais, diminuição da qualificação da força de trabalho, jornadas de trabalho mais extensas, piora das condições de saúde e de segurança no ambienta laboral e ainda a desorganização da representação sindical. Segundo dados do estudo, em 2008, 55,5% da força de trabalho no setor era terceirizada. Como resultado do processo de aumento e terceirização avançam no setor os acidentes e também as mortes, foi concluído que as incidência de mortes no trabalho para terceirizados chega a ser quatro vezes e meia maior do que para trabalhadores do quadro próprio entre 2006 e Em 2008, ocorreram 75 mortes no setor elétrico, sendo que 60 foram entre terceirizados e 15 no quadro próprio. 5 O estudo está disponível em: https://www.dieese.org.br/assinante/download.do? arquivo=esp/estpesq50tercerizacaoeletrico.pdf

11 Gráfico 1 - Evolução do número de trabalhadores, Copel a Empregados Terceirizados Total Elaboração: Fabiano Camargo da Silva Economista Técnico DIEESE Subseção SENGE-PR

Cargo: 1 - Administrador (Região Metropolitana)

Cargo: 1 - Administrador (Região Metropolitana) GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Cargo: 1 - Administrador (Região Metropolitana) 2 E LíNGUA PORTUGUESA

Leia mais

A presença feminina no mercado de trabalho do Distrito Federal 2016

A presença feminina no mercado de trabalho do Distrito Federal 2016 A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DO DISTRITO FEDERAL MARÇO 20 MARÇO - 2017 A presença feminina no mercado de trabalho do Distrito Federal 2016 Entre 2015 e 2016, o nível de ocupação no Distrito

Leia mais

Emprego formal de nível superior Região Metropolitana de Curitiba. Lenina Formaggi

Emprego formal de nível superior Região Metropolitana de Curitiba. Lenina Formaggi Emprego formal de nível superior Região Metropolitana de Curitiba Lenina Formaggi Percurso da apresentação Justificativa do tema; Fontes de informações; Perfil do emprego: Evolução do número de trabalhadores

Leia mais

A inserção das mulheres no mercado de trabalho do Distrito Federal

A inserção das mulheres no mercado de trabalho do Distrito Federal A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DO DISTRITO FEDERAL MARÇO - 2014 MARÇO - 2012 A inserção das mulheres no mercado de trabalho do Inúmeras têm sido as abordagens sobre a crescente presença feminina

Leia mais

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2012 A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A sociedade brasileira comemora, no próximo dia 20 de novembro, o Dia da

Leia mais

A população negra ainda convive com patamares de desemprego mais elevado

A população negra ainda convive com patamares de desemprego mais elevado OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2011 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A população negra ainda convive com patamares de desemprego mais elevado A população

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO EM 2011

O MERCADO DE TRABALHO EM 2011 OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DO DISTRITO FEDERAL Novembro de 2012 O MERCADO DE TRABALHO EM 2011 Em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra Os dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego podem

Leia mais

MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC EM 2013 *

MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC EM 2013 * MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC 1 MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC EM 2013 * As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Região do ABC, em 2013, mostram crescimento do nível de ocupação,

Leia mais

ANEXO I AO EDITAL Nº 001/QUADRO-GERAL/2012, DE 04 DE MAIO DE 2012

ANEXO I AO EDITAL Nº 001/QUADRO-GERAL/2012, DE 04 DE MAIO DE 2012 1 ANEXO I AO EDITAL Nº 001/QUADRO-GERAL/2012, DE 04 DE MAIO DE 2012 CARGO/ÁREA Relação de Cargos e Vagas Cargos de Nível Superior PERFIL QUANT. TOTAL VAGAS CADASTRO DE RESERVA REMUNERAÇÃO Cargo 1: Administrador

Leia mais

A INSERÇÃO DOS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO EM 2012

A INSERÇÃO DOS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO EM 2012 OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO NO DISTRITO FEDERAL NOVEMBRO DE 2013 A INSERÇÃO DOS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO EM 2012 Em comemoração ao dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, data consagrada

Leia mais

Relatório Informativo: Análise do Mercado de Trabalho Formal da Região Metropolitana de Campinas RAIS 2008

Relatório Informativo: Análise do Mercado de Trabalho Formal da Região Metropolitana de Campinas RAIS 2008 OBSERVATÓRIO DO TRABALHO DE CAMPINAS Relatório Informativo: Análise do Mercado de Trabalho Formal da Região Metropolitana de Campinas RAIS 2008 Termo de Contrato Nº. 65/2009 2009 EXPEDIENTE DA SECRETARIA

Leia mais

COMPANHIA DE ÁGUAS E ESGOTOS DO RIO GRANDE DO NORTE CONCURSO PÚBLICO 2010 GABARITOS PROVAS DO DIA 25/4/2009

COMPANHIA DE ÁGUAS E ESGOTOS DO RIO GRANDE DO NORTE CONCURSO PÚBLICO 2010 GABARITOS PROVAS DO DIA 25/4/2009 NÍVEL MÉDIO: ASSISTENTE AGENTE ADMINISTRATIVO TIPO 1 C D E D A E B C A C D B * A B E D A C E D C A C E B E A C C B E B E C D A D D B 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 A E E C D A D B D B D C B D E A C A E

Leia mais

MENOR TAXA DE DESEMPREGO DA SÉRIE HISTÓRICA DA PESQUISA

MENOR TAXA DE DESEMPREGO DA SÉRIE HISTÓRICA DA PESQUISA MERCADO DE TRABALHO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE Divulgação ano 2008 BALANÇO DE 2008 MENOR TAXA DE DESEMPREGO DA SÉRIE HISTÓRICA DA PESQUISA 1. Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego, em 2008, a População

Leia mais

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO Estado: Apresentação BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Distrito Federal Dada a constância e intensidade da movimentação do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, as políticas públicas

Leia mais

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL ABRIL DE Ocupação cresce ligeiramente e taxa de desemprego permanece praticamente estável

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL ABRIL DE Ocupação cresce ligeiramente e taxa de desemprego permanece praticamente estável PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL ABRIL DE 2011 Ocupação cresce ligeiramente e taxa de desemprego permanece praticamente estável De acordo com as informações captadas pela Pesquisa de

Leia mais

PERFIL DO MICROEMPREENDEDOR

PERFIL DO MICROEMPREENDEDOR PERFIL DO MICROEMPREENDEDOR do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, DEZEMBRO DE 2011 06 2011 PANORAMA GERAL Os microempreendedores

Leia mais

A PRESENÇA FEMININA NO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC EM 2015

A PRESENÇA FEMININA NO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC EM 2015 A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Março de 2016 A PRESENÇA FEMININA NO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO EM 2015 A taxa de participação das mulheres no mercado

Leia mais

MULHERES SOFREM MAIS COM O DESEMPREGO E GANHAM MENOS QUE OS HOMENS NA RMBH

MULHERES SOFREM MAIS COM O DESEMPREGO E GANHAM MENOS QUE OS HOMENS NA RMBH A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE MARÇO - 2008 MULHERES SOFREM MAIS COM O DESEMPREGO E GANHAM MENOS QUE OS HOMENS NA RMBH A inserção ocupacional feminina no mercado

Leia mais

OS PEQUENOS NEGÓCIOS NO RIO DE JANEIRO

OS PEQUENOS NEGÓCIOS NO RIO DE JANEIRO Estabelecimentos, emprego formal e rendimentos: NOTA CONJUNTURAL NOVEMBRO DE 2013 Nº26 OS PEQUENOS NEGÓCIOS NO RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL NOVEMBRO DE 2013 Nº26 PANORAMA GERAL Esta nota analisa o perfil

Leia mais

FEVEREIRO DE 2014 * Aumenta a taxa de desemprego

FEVEREIRO DE 2014 * Aumenta a taxa de desemprego MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO FEVEREIRO DE 2014 * Aumenta a taxa de desemprego Nível de ocupação diminui nos Serviços, na Indústria de Transformação e na Construção e se eleva

Leia mais

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO Estado: Apresentação BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Rondônia Dada a constância e intensidade da movimentação do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, as políticas públicas de emprego,

Leia mais

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL MARÇO DE Em comportamento típico para o período, taxa de desemprego assinala aumento

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL MARÇO DE Em comportamento típico para o período, taxa de desemprego assinala aumento PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL MARÇO DE 2011 Em comportamento típico para o período, taxa de desemprego assinala aumento Em março, a Pesquisa de Emprego e Desemprego captou crescimento

Leia mais

SETEMBRO DE LIGEIRO RECUO DA TAXA DE DESEMPREGO

SETEMBRO DE LIGEIRO RECUO DA TAXA DE DESEMPREGO MERCADO DE TRABALHO METROPOLITANO 1 SETEMBRO DE 2013 2 LIGEIRO RECUO DA TAXA DE DESEMPREGO As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego revelam ligeira redução da taxa de desemprego e

Leia mais

Confira o perfil de cada um dos setores segundo a divisão adotada pela CNM/CUT/CUT:

Confira o perfil de cada um dos setores segundo a divisão adotada pela CNM/CUT/CUT: Mapeamento do Emprego e Desempenho da Indústria Metalúrgica do Brasil 1 O presente trabalho, elaborado pelos Técnicos da Subseção do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos),

Leia mais

Classificação Brasileira de Ocupações. Ministério do Trabalho e Emprego

Classificação Brasileira de Ocupações. Ministério do Trabalho e Emprego Classificação Brasileira de Ocupações Ministério do Trabalho e Emprego c 2010 - Ministério do Trabalho e Emprego 1 a Edição: 1994-2 a Edição: 2002-3 a Edição: 2010 Ministro de Estado do Trabalho e Emprego

Leia mais

MERCADO DE TRABALHO METROPOLITANO 1

MERCADO DE TRABALHO METROPOLITANO 1 MERCADO DE TRABALHO METROPOLITANO 1 (nova série com a RM Fortaleza) SETEMBRo 2 DE 2012 RELATIVA ESTABILIDADE DA TAXA DE DESEMPREGO Divulgação N o 68 As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego

Leia mais

25/11/2016 IBGE sala de imprensa notícias PNAD 2015: rendimentos têm queda e desigualdade mantém trajetória de redução

25/11/2016 IBGE sala de imprensa notícias PNAD 2015: rendimentos têm queda e desigualdade mantém trajetória de redução PNAD 2015: rendimentos têm queda e desigualdade mantém trajetória de redução fotos saiba mais De 2014 para 2015, houve, pela primeira vez em 11 anos, queda nos rendimentos reais (corrigidos pela inflação).

Leia mais

BOLETIM DO EMPREGO DE SANTA ROSA

BOLETIM DO EMPREGO DE SANTA ROSA BOLETIM DO EMPREGO DE SANTA ROSA Ano 3 - N 9 Setembro 216 Curso de Ciências Econômicas Laboratório de Economia Aplicada Projeto de Extensão: Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais Este

Leia mais

A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO-NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO, NO PERÍODO

A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO-NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO, NO PERÍODO OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE Novembro de 2009 A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO-NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO, NO PERÍODO As informações captadas pela Pesquisa de

Leia mais

ABRIL DE Taxa de desemprego mantém-se praticamente estável

ABRIL DE Taxa de desemprego mantém-se praticamente estável MERCADO DE TRABALHO DO DISTRITO FEDERAL Ano 21 - Número 04 ABRIL DE 2012 Taxa de desemprego mantém-se praticamente estável Em abril, a Pesquisa de Emprego e Desemprego captou relativa estabilidade da taxa

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO FORMAL DA ENGENHARIA EM MINAS GERAIS

O MERCADO DE TRABALHO FORMAL DA ENGENHARIA EM MINAS GERAIS 2 FONTE DE REFLEXÃO E MATÉRIA-PRIMA PARA NOSSA INTERVENÇÃO Com esta publicação, o Sindicato de Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG) cumpre, mais uma vez, a tarefa de atualizar os dados relativos

Leia mais

Desempenho do mercado de trabalho ampliou a formalização do emprego feminino em 2013

Desempenho do mercado de trabalho ampliou a formalização do emprego feminino em 2013 1 A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE MARÇO 2014 Desempenho do mercado de trabalho ampliou a formalização do emprego feminino em 2013 O mundo do trabalho

Leia mais

DESEMPENHO DO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE EM 2016

DESEMPENHO DO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE EM 2016 MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE EM 2016 Ano 25 - Número Especial DESEMPENHO DO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE EM 2016 Em 2016, de acordo com as

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004

Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana do Rio de Janeiro Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2004 REGIÃO

Leia mais

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO Estado: Apresentação BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Roraima Dada a constância e intensidade da movimentação do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, as políticas públicas de emprego,

Leia mais

ÍNDICE ASCENSÃO DAS MULHERES NO SETOR EMPREGO FORMAL... 03

ÍNDICE ASCENSÃO DAS MULHERES NO SETOR EMPREGO FORMAL... 03 CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE Nº 04 ABRIL 2016 1 ÍNDICE ASCENSÃO DAS MULHERES NO SETOR... 02 1 EMPREGO FORMAL... 03 1.1 SALDO MENSAL DE EMPREGO NA CONSTRUÇÃO CIVIL DO ESTADO DO PARÁ... 04 1.2 SALDO ANUAL

Leia mais

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO Estado: Apresentação BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Sergipe Dada a constância e intensidade da movimentação do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, as políticas públicas de emprego,

Leia mais

no mercado de trabalho

no mercado de trabalho A Desigualdade de Gênero no mercado de trabalho Eugenia Troncoso Leone 1 Agradeço ao GT Gênero da Abep a oportunidade de participar desta mesa redonda e agradeço, principalmente, a Moema Guedes que me

Leia mais

A PRESENÇA FEMININA NO MERCADO DE TRABALHO NAREGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO 2015

A PRESENÇA FEMININA NO MERCADO DE TRABALHO NAREGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO 2015 A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Março de 2016 A PRESENÇA FEMININA NO MERCADO DE TRABALHO NAREGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO 2015 Em 2015, a taxa de participação

Leia mais

Taxa de desemprego continua ascendente em três regiões

Taxa de desemprego continua ascendente em três regiões Taxa de desemprego continua ascendente em três regiões MAIO DE 2016 As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego revelam que a taxa de desemprego cresceu no Distrito Federal, em Salvador

Leia mais

PESQUISA MENSAL DE EMPREGO

PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE AGOSTO DE REGIÃO METROPOLITANA DE RECIFE Taxas de atividade e desocupação estáveis Em agosto de havia 3.081 mil pessoas em idade ativa na Região Metropolitana de Recife. Deste

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2010 MULHER NO MERCADO DE TRABALHO: PERGUNTAS E RESPOSTAS A Pesquisa Mensal de Emprego PME, implantada em 1980, produz indicadores

Leia mais

O TRABALHO DAS MULHERES NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO EM 2013: MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS

O TRABALHO DAS MULHERES NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO EM 2013: MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO MARÇO - 2012 MARÇO - 2012 MARÇO 2013 O TRABALHO DAS MULHERES NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO EM 2013: MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS

Leia mais

Taxa de desemprego registra comportamento de relativa estabilidade em todas as regiões

Taxa de desemprego registra comportamento de relativa estabilidade em todas as regiões Taxa de desemprego registra comportamento de relativa estabilidade em todas as regiões OUTUBRO DE 2016 As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego revelam que a taxa de desemprego apresentou

Leia mais

Panorama do Mercado de Trabalho Brasileiro

Panorama do Mercado de Trabalho Brasileiro Brasileiro Centro de Políticas Públicas do Insper Março de 2014 Panorama Educacional Apresentação Com o objetivo de ampliar o debate sobre a economia brasileira e o mercado de trabalho e difundir informações

Leia mais

O TRABALHADOR NEGRO NO MERCADO DE TRABALHO METALÚRGICO

O TRABALHADOR NEGRO NO MERCADO DE TRABALHO METALÚRGICO O TRABALHADOR NEGRO NO MERCADO DE TRABALHO METALÚRGICO 18 de novembro de 2013 De acordo com os dados do Ministério do Trabalho e Emprego mais recentes, a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS/MTE)

Leia mais

Taxa de desemprego em relativa estabilidade

Taxa de desemprego em relativa estabilidade PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC 1 PED ABC JUNHO 2 DE 2016 DIVULGAÇÃO N o 62 Taxa de desemprego em relativa estabilidade Aumenta o nível de ocupação nos Serviços e se reduz na Indústria

Leia mais

Taxa de desemprego registra comportamento diverso entre as regiões

Taxa de desemprego registra comportamento diverso entre as regiões Taxa de desemprego registra comportamento diverso entre as regiões AGOSTO DE 2016 As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego revelam que a taxa de desemprego cresceu em Porto Alegre

Leia mais

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO Estado: Apresentação BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Rio de Janeiro Dada a constância e intensidade da movimentação do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, as políticas públicas de

Leia mais

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO Estado: Apresentação BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Tocantins Dada a constância e intensidade da movimentação do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, as políticas públicas de emprego,

Leia mais

AS DESIGUALDADES ENTRE HOMENS E MULHERES NÃO ESTÃO A DIMINUIR EM PORTUGAL

AS DESIGUALDADES ENTRE HOMENS E MULHERES NÃO ESTÃO A DIMINUIR EM PORTUGAL A situação da mulher em Portugal Pág. 1 AS DESIGUALDADES ENTRE HOMENS E MULHERES NÃO ESTÃO A DIMINUIR EM PORTUGAL RESUMO DESTE ESTUDO No 8 de Março de 2008, em que se comemora o Dia Internacional da Mulher,

Leia mais

Subsidiar a implementação de um conjunto de ações orientadas para a prevenção e erradicação do trabalho de crianças e adolescentes no estado da

Subsidiar a implementação de um conjunto de ações orientadas para a prevenção e erradicação do trabalho de crianças e adolescentes no estado da O TRABALHO INFANTO- JUVENIL NO ESTADO DA BAHIA Destaques do relatório preparado por Inaiá Maria Moreira de Carvalho e Cláudia Monteiro Fernandes para a OIT Brasil Março de 2010 1 Objetivo Geral Subsidiar

Leia mais

CARREIRAS DE JOVENS ENGENHEIROS NO BRASIL

CARREIRAS DE JOVENS ENGENHEIROS NO BRASIL CARREIRAS DE JOVENS ENGENHEIROS NO BRASIL RECENTE Bruno César Araújo Pesquisador do IPEA Nos anos 2000, valeu a pena ser engenheiro no Brasil. Esse cenário é bastante distinto do que aconteceu nos anos

Leia mais

Panorama do Mercado de Trabalho PNAD Contínua. Centro de Políticas Públicas do Insper

Panorama do Mercado de Trabalho PNAD Contínua. Centro de Políticas Públicas do Insper Panorama do Mercado de Trabalho PNAD Contínua Centro de Políticas Públicas do Insper Dezembro de 2016 Apresentação Com o objetivo de ampliar o debate sobre a economia brasileira e o mercado de trabalho

Leia mais

Mercado de Trabalho nas Regiões Metropolitanas em 2016

Mercado de Trabalho nas Regiões Metropolitanas em 2016 Mercado de Trabalho nas Regiões Metropolitanas em 2016 As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego mostram que a taxa de desemprego cresceu nas regiões metropolitanas pesquisadas. O DIEESE

Leia mais

A INSERÇÃO DOS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO EM 2012

A INSERÇÃO DOS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO EM 2012 OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE NOVEMBRO DE 2013 A INSERÇÃO DOS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO EM 2012 Em comemoração ao dia 20 de novembro, Dia da Consciência

Leia mais

MAIO DE Deteriora-se a situação do mercado de trabalho da RMPA

MAIO DE Deteriora-se a situação do mercado de trabalho da RMPA MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE Ano 18 - Número 05 MAIO DE 2009 1 Deteriora-se a situação do mercado de trabalho da RMPA As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego

Leia mais

As Mulheres nos Mercados de Trabalho Metropolitanos

As Mulheres nos Mercados de Trabalho Metropolitanos As Mulheres nos Mercados de Trabalho Metropolitanos Taxa de participação feminina tem comportamento diverso nas regiões E ntre 2014 e 2015, a proporção de mulheres com dez anos ou mais inseridas no mercado

Leia mais

Taxa de desemprego mantém-se relativamente estável

Taxa de desemprego mantém-se relativamente estável MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Resultados de janeiro de 2015 Taxa de desemprego mantém-se relativamente estável RESULTADOS DO MÊS 1. As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego

Leia mais

1 Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal//SUPLAV

1 Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal//SUPLAV O perfil das mulheres de 10 anos e mais de idade no Distrito Federal e na Periferia Metropolitana de Brasília - PMB segundo a ótica raça/cor 2010 Lucilene Dias Cordeiro 1 1 Secretaria de Estado de Educação

Leia mais

Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados

Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados 1 RAIS: 1. A RAIS - Relação Anual de Informações Sociais é um Registro Administrativo criado pelo Decreto nº 76.900/75, com declaração

Leia mais

Em movimento esperado para o período, aumenta a taxa de desemprego

Em movimento esperado para o período, aumenta a taxa de desemprego PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC 1 MArÇo 2 DE 2014 DIVULGAÇÃO N o 35 Em movimento esperado para o período, aumenta a taxa de desemprego Cresce o nível ocupacional nos Serviços e na Indústria

Leia mais

OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015

OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS E m comemoração ao 20 de novembro, consagrado como o Dia da Consciência Negra, o DIEESE

Leia mais

MERCADO DE TRABALHO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE

MERCADO DE TRABALHO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE MERCADO DE TRABALHO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE Abril/2013 Para abril de 2013, taxa de desemprego apresenta redução 1. Em abril, as informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego de mostraram redução na

Leia mais

INSERÇÃO DAS MULHERES COM ESCOLARIDADE SUPERIOR NO MERCADO DE TRABALHO

INSERÇÃO DAS MULHERES COM ESCOLARIDADE SUPERIOR NO MERCADO DE TRABALHO São Paulo, março de 2011 nº 22 INSERÇÃO DAS MULHERES COM ESCOLARIDADE SUPERIOR NO MERCADO DE TRABALHO Inserção feminina no mercado de trabalho em 2010 principais resultados A inserção das mulheres com

Leia mais

Outubro de 2014 * ELEVAÇÃO DA TAXA DE DESEMPREGO

Outubro de 2014 * ELEVAÇÃO DA TAXA DE DESEMPREGO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE Ano 23 - Número 10 Outubro de 2014 * ELEVAÇÃO DA TAXA DE DESEMPREGO As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana

Leia mais

MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC EM

MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC EM MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC¹ Número especial 1 MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC EM 2014 2 As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Região do ABC, em 2014, mostram relativa estabilidade

Leia mais

ANEXO IV AO EDITAL Nº 001/QUADRO-GERAL/2012, DE 04 DE MAIO DE 2012

ANEXO IV AO EDITAL Nº 001/QUADRO-GERAL/2012, DE 04 DE MAIO DE 2012 1 ANEXO IV AO EDITAL Nº 001/QUADRO-GERAL/2012, DE 04 DE MAIO DE 2012 Distribuição das vagas dos PNE s nos Municípios MUNICIPIO CARGO PERFIL QTD TOTAL VAGAS CADASTRO RESERVA ALVORADA ASSISTENTE ADMINISTRATIVO

Leia mais

MERCADO DE TRABALHO NO RJ: uma análise da PNAD de 2012

MERCADO DE TRABALHO NO RJ: uma análise da PNAD de 2012 MERCADO DE TRABALHO NO RJ: NOTA CONJUNTURAL OUTUBRO DE 2013 Nº25 uma análise da PNAD de 2012 NOTA CONJUNTURAL OUTUBRO DE 2013 Nº25 PANORAMA GERAL Ao acompanhar a evolução dos pequenos negócios no Estado

Leia mais

Mês: Dezembro/2016 Edição Especial: 62ª Ano: (16) (11) (21)

Mês: Dezembro/2016 Edição Especial: 62ª Ano: (16) (11) (21) Mês: Dezembro/2016 Edição Especial: 62ª Ano: 6 +55 (16) 3397.0226 +55 (11) 3280.0226 +55 (21) 3942.0226 até 3,00 79,97% 79,97% 76,74% 76,74% 75,24% 75,24% 77,46% 77,46% de 3,01 até 5,00 12,27% 92,23%

Leia mais

Desenvolvimento Socioeconômico na NOTA CONJUNTURAL MAIO DE 2013 Nº23

Desenvolvimento Socioeconômico na NOTA CONJUNTURAL MAIO DE 2013 Nº23 Desenvolvimento Socioeconômico na NOTA CONJUNTURAL MAIO DE 2013 Nº23 METRÓPOLE E NO INTERIOR DO RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL MAIO DE 2013 Nº23 PANORAMA GERAL O Estado do Rio de Janeiro (ERJ) é caracterizado

Leia mais

A inserção do negro no mercado de trabalho no Distrito Federal

A inserção do negro no mercado de trabalho no Distrito Federal PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL A inserção do negro no mercado de trabalho no Novembro de 2011 A discussão sobre trabalho decente, capitaneada pela Organização Internacional do Trabalho

Leia mais

DIA MANHÃ

DIA MANHÃ DIA 03.07.2016 MANHÃ NÍVEL FUNDAMENTAL INCOMPLETO - Cargos: AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS, AUXILIAR OPERACIONAL, OPERADOR DE SISTEMAS ALTERNATIVOS, VIGIA 3 A 4 D 5 D 6 C 7 C 8 D 9 B 10 C 11 A 1 15 B 16 A

Leia mais

A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA

A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA MARÇO - 2012 DINAMISMO DO MERCADO DE TRABALHO ELEVA A FORMALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO DE HOMENS E MULHERES, MAS A

Leia mais

Compreende os municípios de Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.

Compreende os municípios de Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC 1 Novembro 2 DE 2011 DIVULGAÇÃO N o 7 Taxa de desemprego em relativa estabilidade Aumenta o nível de ocupação na Indústria, no Comércio e no agregado Outros

Leia mais

GABARITOS DEFINITIVOS

GABARITOS DEFINITIVOS SUDENE - GABARITOS PROVAS DO DIA 5/09/203 Agente Administrativo Tipo E A A B C D A C B E E A E B D E C C C D E C D * A B D E D A B A C C E A E E C D B C D A A D C E B D A D C A B D C A D E Agente Administrativo

Leia mais

MERCADO DE TRABALHO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE

MERCADO DE TRABALHO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE MERCADO DE TRABALHO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE Setembro/2013 registra a sua menor taxa de desemprego 1. Conforme as informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego para os residentes em, a taxa

Leia mais

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO OUTUBRO Desemprego diminui pelo segundo mês consecutivo

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO OUTUBRO Desemprego diminui pelo segundo mês consecutivo PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO OUTUBRO 2011 Desemprego diminui pelo segundo mês consecutivo 1. As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego PED, realizada pela

Leia mais

Desempenho do mercado de trabalho em 2014 interrompe processo de formalização do emprego feminino

Desempenho do mercado de trabalho em 2014 interrompe processo de formalização do emprego feminino A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE MARÇO 2015 Desempenho do mercado de trabalho em 2014 interrompe processo de formalização do emprego feminino O mundo

Leia mais

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS. Regime de Contratação Outros 1 Psicólogo do trabalho C.L.T. Caraguatatuba Graduação 3

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS. Regime de Contratação Outros 1 Psicólogo do trabalho C.L.T. Caraguatatuba Graduação 3 Setor da Economia Qtde Vagas Ocupação Regime de Contratação Local de Trabalho Escolaridade Outros 1 Psicólogo do trabalho C.L.T. Caraguatatuba Graduação 3 Outros 1 Professor de história no ensino médio

Leia mais

Taxa de desemprego permanece estável

Taxa de desemprego permanece estável PESQUISA DE EMRPEGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC¹ 1 Resultados de novembro 2 de 2014 Taxa de desemprego permanece estável 1. As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego PED, realizada pela Fundação

Leia mais

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO Estado: Apresentação BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Pernambuco Dada a constância e intensidade da movimentação do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, as políticas públicas de emprego,

Leia mais

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Março de 2015 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Taxa de desemprego aumenta, em comportamento típico para o período

Leia mais

PED ABC. Novembro 2 DE Taxa de desemprego em relativa estabilidade PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC 1.

PED ABC. Novembro 2 DE Taxa de desemprego em relativa estabilidade PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC 1. PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC 1 Novembro 2 DE 2012 DIVULGAÇÃO N o 19 Taxa de desemprego em relativa estabilidade Nível de ocupação se reduz nos Serviços e na Indústria de Transformação

Leia mais

EXPECTATIVA DE EMPREGO

EXPECTATIVA DE EMPREGO EXPECTATIVA DE EMPREGO Dihego Pansini de Souza Nívia Cavatti Maciel Em maio de 2011, foi publicado pelo Instituto Jones Santos Neves os investimentos previstos para os próximos 05 anos no estado do Espírito

Leia mais

Saldo de Empregos no Setor Bancário Janeiro a maio de 2017 Analise do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho

Saldo de Empregos no Setor Bancário Janeiro a maio de 2017 Analise do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho Saldo de Empregos no Setor Bancário Janeiro a maio de 2017 Analise do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho Nos primeiros cinco meses de 2017, já foram fechados 9.621 postos

Leia mais

ESTRUTURA E DINÂMICA DO SETOR PROVEDOR DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS EMPREGOS E SALÁRIOS NA DÉCADA DE 1990

ESTRUTURA E DINÂMICA DO SETOR PROVEDOR DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS EMPREGOS E SALÁRIOS NA DÉCADA DE 1990 Isabel Caldas Borges Mestranda do Programa de Pós Graduação em Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Marconi Gomes da Silva Professor Doutor do Departamento de Economia da Universidade

Leia mais

Mapeamento da concentração regional do setor paranaense de celulose e papel Parte II

Mapeamento da concentração regional do setor paranaense de celulose e papel Parte II INFORME TÉCNICO Technical Report Mapeamento da concentração regional do setor paranaense de celulose e papel Parte II A Parte I deste informe técnico foi publicada na edição de outubro/09. Autores*: Adriane

Leia mais

Boletim PNAD Resultados da PNAD 2011 Mercado de trabalho Janeiro de 2013

Boletim PNAD Resultados da PNAD 2011 Mercado de trabalho Janeiro de 2013 Boletim PNAD Resultados da PNAD 211 Mercado de trabalho Janeiro de 213 RESULTADOS DA PNAD 211 MERCADO DE TRABALHO Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento (Seplan) José Sergio

Leia mais

Empresa Gerencial de Projetos Navais Concurso Público Edital 02/2010

Empresa Gerencial de Projetos Navais Concurso Público Edital 02/2010 IPERÓ 30172222 Almoxarife 7 IPERÓ 63072222 Analista de Projetos Militares IPERÓ 63172222 Analista de Sistemas 2 IPERÓ 63372222 Analista Técnico IPERÓ 53172222 Arquiteto 40 CR IPERÓ 30472222 Assistente

Leia mais

A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO-NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO, NO PERÍODO

A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO-NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO, NO PERÍODO OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE Novembro de 2009 A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO-NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO, NO PERÍODO 2004 2008 No Dia da Consciência Negra,

Leia mais

Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados: CEARÁ

Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados: CEARÁ MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados: CEARÁ O número de empregos formais no estado alcançou 1,552 milhão em dezembro de 2014, representando

Leia mais

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL JANEIRO DE 2007

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL JANEIRO DE 2007 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL JANEIRO DE 2007 Taxa de desemprego registra variação negativa, devido a saída de pessoas do mercado de trabalho. As informações captadas pela Pesquisa

Leia mais

A inserção feminina no mercado de trabalho da RMPA

A inserção feminina no mercado de trabalho da RMPA A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE MARÇO - 2011 A inserção feminina no mercado de trabalho da RMPA De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

Setor de Bens de Capital 1

Setor de Bens de Capital 1 Setor de Bens de Capital 1 A indústria de Bens de Capital (BC) que produz máquinas e equipamentos é tradicionalmente reconhecida como um componente estratégico de um padrão de desenvolvimento rápido e

Leia mais

taxa Indicadores IBGE Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Fevereiro de 2016 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

taxa Indicadores IBGE Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Fevereiro de 2016 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE taxa Indicadores IBGE Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Fevereiro de 2016 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidente da República Dilma Rousseff Ministro do Planejamento,

Leia mais

Algumas características da inserção das mulheres no mercado de trabalho

Algumas características da inserção das mulheres no mercado de trabalho 1 Pesquisa Mensal de Emprego Algumas características da inserção das mulheres no mercado de trabalho Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre 2003-2008 Rio de Janeiro

Leia mais

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO

BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO O EMPREGO NO SEU TERRITÓRIO: RELATÓRIO DE MOVIMENTAÇÃO Estado: Apresentação BOLETIM MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Santa Catarina Dada a constância e intensidade da movimentação do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, as políticas públicas de

Leia mais

Diretoria de Pesquisas - DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS Gerência de Indicadores Sociais - GEISO 17/12/2014

Diretoria de Pesquisas - DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS Gerência de Indicadores Sociais - GEISO 17/12/2014 2014 Diretoria de Pesquisas - DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS Gerência de Indicadores Sociais - GEISO 17/12/2014 Indicadores Sociais Construção baseada em observações geralmente

Leia mais

RELAÇÃO DOS SERVIDORES POR CARGO Regime Jurídico Único HU/UFSC

RELAÇÃO DOS SERVIDORES POR CARGO Regime Jurídico Único HU/UFSC RELAÇÃO DOS SERVIDORES POR CARGO Regime Jurídico Único HU/UFSC RELAÇÃO DOS SERVIDORES POR GARGO TOTAL Administrador 8 Analista de Tecnologia da Informação Armador 1 Armazenista 2 Arquiteto e Urbanista

Leia mais