PROJECTO DE INVESTIMENTO

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1 Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 5.º ANO 1.º SEMESTRE ECONOMIA & GESTÃO 2001/ º TRABALHO ANÁLISE DE UM PROJECTO DE INVESTIMENTO Trabalho elaborado por: Turma: 5EEC12(T) Joel Pedro Peixoto de Carvalho José Ângelo Rebelo Sarmento Eng.º Gil Gonçalves Dezembro 2001

2 OBJECTIVO Com este trabalho pretende-se que adquiramos alguma sensibilidade e conhecimentos teóricos no que diz respeito á análise de projectos de investimento. ELEMENTOS DA POLITICA FINANCEIRA Numa empresa, as escolhas financeiras não podem ser autónomas do seu seio, uma vez que se encontram integradas num processo estratégico e portanto ligadas a uma envolvente política geral por ela seguida. A decisão de investimento torna-se portanto essencial neste sentido. Para além da natureza e do conteúdo dos bens investidos, implica o aspecto financeiro na sua influencia evidente sobre a rentabilidade da empresa. O equilíbrio financeiro é também objecto de escolha. A cobertura das necessidades financeiras coloca questões quanto ao volume, á repartição e quanto ao escalonamento no tempo das diversas fontes de financiamento utilizadas. Estas decisões tomam-se no quadro do plano de investimentos e financiamento. Através destas escolhas, entra em jogo a solvabilidade futura da empresa. A SELECÇÃO DOS INVESTIMENTOS A decisão de investimento esta na base das opções de desenvolvimento da empresa. Trata-se de uma decisão fundamental pois orienta a actividade da empresa num longo prazo. Em particular esta decisão condicionará directamente a sua rentabilidade futura. Esta decisão de investimento deve então ser uma escolha feita com o máximo de rigor e informação. Esta informação é importantíssima uma vez que um erro trará possivelmente consequências irreversíveis. O objectivo desta análise será obviamente verificar se a escolha passa ou não pelo filtro da rentabilidade. Um investimento, é portanto a afectação de dinheiro a uma dada aplicação duradoura. O retorno desta imobilização de dinheiro será feito de maneira intervalada no tempo. É assim privilegiado o fluxo de receitas e de despesas. A grande dificuldade consiste antes de tudo na avaliação dedos rendimentos futuros, e depois na sua confrontação com as despesas iniciais com o fim de prever a rentabilidade ou não de toda a operação. Economia & Gestão 2001/ / 12

3 O ESTUDO FINANCEIRO DO PROJECTO DE INVESTIMENTO Para avaliação de qualquer projecto de investimento é necessário proceder aos seguintes estudos: - Estudo de mercado permite conhecer qual a capacidade da empresa colocar determinado produto junto dos potenciais clientes - Estudo técnico permite definir as bases tecnológicas de um projecto bem como as suas condições de laboração e técnicas em geral - Quantificação do investimento permite, após definida a tecnologia e o mercado, estimar parâmetros básicos que posteriormente serão utilizados na avaliação do projecto. - Estudo do financiamento consiste na análise de como a empresa ira obter os fundos necessários para fazer face aos encargos com a aquisição de bens imobilizados e ao impacto que eventualmente o projecto terá sobre outras rubricas do activo Qualquer projecto financeiro submetido á analise financeira é caracterizado por cinco elementos: - Capital investido é necessário considerar as despesas sem impostos uma vez que o que importa é o custo liquido das despesas após os impostos. Estas despesas iniciais devem incluir os investimentos induzidos em activos circulantes. É usual, que aquando de um acréscimo de actividade se dê um aumento do fundo de maneio que se torna necessário cobrir. Se o projecto de investimento em estudo prevê a utilização de um activo já pertencente á empresa, é necessário considerar o seu valor actual como despesa inicial. Utilizando este bem, a empresa modifica-lhe a afectação e priva-se de rendimentos potenciais. - Receitas e despesas de exploração são todas as receitas que derivam directamente do projecto para empresa. É aqui necessário estimar todos os custos em que a empresa incorre de forma a que se tornem possíveis as vendas estimadas. Alguns dos aspectos a ter em conta nesta estimativa são: a Periodificação, os Custos antes dos encargos financeiros e as Amortizações. - Período de vida útil é o período durante o qual a empresa pode esperar estar em produção e portanto gerar tanto proveitos como custos para a empresa Economia & Gestão 2001/ / 12

4 - Valor residual(vr) no final da sua utilização económica, os bens investidos tem apenas um valor residual. Este valor representa o que a empresa receberá pela venda dos activos imobilizados. - Custo de capital/custo de oportunidade de capital - este valor deverá corresponder á estimativa da empresa qual a taxa de juro de mercado a que se irá financiar. No nosso caso, é-nos dito para arbitrar este valor como 12%, sendo este o custo de oportunidade de capital mínimo que o empreendedor está disposto a aceitar. Refira-se que este valor será mais tarde usado como Taxa de Actualização (TA). OS CRITERIOS DE ANALISE DE INVESTIMENTO As formas mais frequentes de medir o mérito de um projecto, utilizadas alternativa ou simultaneamente são: - Análise custo-beneficio (C/B) entende-se por custos, os valores aplicados no projecto, sendo os benefícios os valores dos recursos recuperados com a actividade do projecto, mais a compensação que se espera obter em virtude da inutilidade enfrentada em consequência da aplicação de recursos no projecto. O saldo final destes dois fluxos não é mais do que o cash-flow global do projecto. Se C=B Se C>B Se C<B indiferente implementar do ponto de vista da rendibilidade Projecto não compensa Projecto Compensa Ao rácio B/C também se chama índice de rentabilidade(ir) pelo que a condição de aprovação do projecto é B/C>1. No nosso caso, esta análise resume-se à confirmação de que, para um ano normal de exploração, o montante de vendas supera os custos operacionais. - Tempo de recuperação do capital (TRC) É o período necessário para que no período de exploração sejam recuperados os recursos aplicados no período de investimento. O seu calculo consiste apenas num somatório cronológico de receitas e despesas de investimento e de exploração do projecto até o momento em que elas se igualam, isto é, até que o saldo acumulado de exploração iguale as despesas de investimento. É de facto um Economia & Gestão 2001/ / 12

5 critério muito simplista e adequado á avaliação de projectos em contextos de grande risco ou com ciclos de vida curta, mas de forma alguma é um critério adequado ao estudo em causa uma vez que a avaliação requerida é de muito longa duração. O TRC pode ser obtido pela formula a seguir: N CFt 0 = INV 0 + INVt + t ( 1+ TA) ( + TA) N t= 1 1 Vr em que : - INV 0 investimentos efectuados antes de o projecto entrar em funcionamento - CF t Cash Flow no ano t - INV t investimentos efectuados durante o ano t - TA Taxa de actualização - Vr valor residual, é o valor liquido das amortizações no ano em causa - Valor actual liquido(val) o VAL é também conhecido como cash-flow actualizado, representa o valor liquido adicional actualizado resultante da implementação e exploração de um projecto durante um determinado período de tempo correspondente á vida útil. Pode ser obtido da seguinte forma: N CFt VAL = INV 0 + INVt + t ( 1+ TA) ( + TA) N t= 1 1 Vr Se VAL>0 Se VAL<0 projecto rentavel deve ser rejeitado - Taxa interna de rendibilidade(tir) O TIR é a taxa de actualização para a qual o VAL é nulo. Diferente dos critérios precedentes o TIR não necessita do TA(Taxa de actualização) uma vez que esta é precisamente o parâmetro a calcular aqui. O TIR pode ser obtido conforme abaixo: N CFt 0 = INV 0 + INVt + t ( 1+ TA) ( + TA) N t= 1 1 Vr se TIR > Custo de oportunidade de capital aceita-se o projecto se TIR < Custo de oportunidade de capital recusa-se o projecto Economia & Gestão 2001/ / 12

6 PARA CALCULAR OS INDICADORES REFERIDOS ANTERIORMENTE, NECESSITAMOS DOS SEGUINTES ELEMENTOS: 1. Plano de financiamento 2. Mapa de amortizações 3. Plano de Investimento 4. Plano de Exploração 1. PLANO DE FINANCIAMENTO É-nos dito que o financiamento do projecto será realizado com um capital próprio de Euro, sendo o restante obtido em montantes idênticos através de um subsídio e de um empréstimo bancário, de Euro cada. Com base nisto, elaboramos o plano de financiamento para o nosso projecto, tendo em conta as características (número de pagamentos, taxa de juro, etc.) do empréstimo/subsídio, como se apresenta de seguida: Subsídio: Capital em Dívida Encargos (R+J) Reembolso (R) Juros (J) S ,61 0,00 0,00 0,00 2S ,61 0,00 0,00 0, S ,61 0,00 0,00 0,00 2S ,61 0,00 0,00 0, S ,61 0,00 0,00 0,00 2S ,61 0,00 0,00 0, S , , ,48 0,00 2S , , ,48 0, S , , ,48 0,00 2S , , ,48 0, S , , ,48 0,00 2S , , ,48 0, S , , ,48 0,00 2S , , ,48 0, S , , ,48 0,00 2S , , ,48 0, S , , ,48 0,00 2S , , ,48 0, S , , ,48 0,00 2S , , ,48 0, S , , ,48 0,00 2S , , ,48 0, S , , ,48 0,00 2S , , ,48 0,00 Economia & Gestão 2001/ / 12

7 Empréstimo: Capital em Dívida Encargos (R+J) Reembolso (R) Juros (J) T , ,02 0, ,02 2T , ,02 0, ,02 3T , ,02 0, ,02 4T , ,02 0, , T , ,02 0, ,02 2T , , , ,02 3T , , , ,52 4T , , , , T , , , ,52 2T , , , ,02 3T , , , ,52 4T , , , , T , , , ,52 2T , , , ,02 3T , , , ,52 4T , , , , T , , , ,52 2T , , , ,02 3T , , , ,52 4T , , , , T , , , ,52 2T , , , ,02 3T , , , ,51 4T , , , , T , , , ,51 2T , , , ,01 3T , , , ,51 4T , , , , T , , , ,51 2T , , , ,01 3T , , , ,51 4T , , , , T , , , ,51 2T , , , ,01 3T , , , ,51 4T , , , , T , , , ,51 2T , , , ,01 3T , , , ,51 4T , , , , T , , , ,51 2T , , , ,01 3T , , , ,51 4T , , , , T , , , ,50 2T , , , ,00 3T , , , ,50 4T , , , , T , , , ,50 Economia & Gestão 2001/ / 12

8 2T , , , ,00 3T , , , ,50 4T , , , , T , , , ,50 Consolidado: Mapa de dívida até 2015 Ano Capital em Dívida Encargos (R+J) Reembolso (R) Juros (J) , ,09 0, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,50 2. MAPAS DE AMORTIZAÇÕES Conforme descrito no guião, temos 3 "classes" de amortizações, conforme a duração dos diferentes investimentos. Consideramos que a amortização é feita a uma taxa anual fixa correspondente ao quociente do investimento pela sua duração. O único outro pormenor a ter em atenção é o dos Transformadores e Compensadores: estes equipamentos, comprados em 2002, amortizam em 10 anos, portanto em 2012 estarão já completamente amortizados. Contudo, como o seu tempo previsto de vida útil é de 10 anos, é necessário comprar novos equipamentos em 2013 (note-se que a exploração começa em 2003, portanto 10 anos de vida útil implica investimentos em 2013), a um preço correspondente ao original apenas actualizado da taxa de inflação em vigor. Estes novos equipamentos amortizarão também em 10 anos, portanto até ao fim de Em 25 anos: Fundações Edifícios e Estradas Amortizações Valor bruto Acumuladas do Exercício Valor líquido , , , , , , , ,75 Ano 1 Economia & Gestão 2001/ / 12

9 , , , ,71 Ano , , , ,68 Ano , , , ,65 Ano , , , ,62 Ano , , , ,58 Ano , , , ,55 Ano , , , ,52 Ano , , , ,49 Ano , , , ,45 Ano , , , ,42 Ano , , , ,39 Ano , , , ,36 Ano , , , ,32 Ano , , , ,29 Ano , , , ,26 Ano , , , ,23 Ano , , , ,19 Ano , , , ,16 Ano 19 Valor Residual , , , ,13 Ano , , , , , , , , , , , , , , ,03 0,00 Em 10 anos: Compensadores Transformadores Amortizações Valor bruto Acumuladas do Exercício Valor líquido , , , , , , , ,82 Ano , , , ,97 Ano , , , ,12 Ano , , , ,27 Ano , , , ,41 Ano , , , ,56 Ano , , , ,71 Ano , , , ,85 Ano , , ,85 0,00 Ano ,53 Ano , , , ,62 Ano , , , ,00 Ano , , , ,37 Ano , , , ,75 Ano , , , ,12 Ano , , , ,50 Ano , , , ,87 Ano , , , ,25 Ano , , , ,62 Ano , , ,62 0,00 Ano 20 Economia & Gestão 2001/ / 12

10 Em 10 anos: Equipamentos Cablagem interna Amortizações Valor bruto Acumuladas do Exercício Valor líquido , , , , , , , ,19 Ano , , , ,04 Ano , , , ,89 Ano , , , ,75 Ano , , , ,60 Ano , , , ,45 Ano , , , ,30 Ano , , , ,15 Ano , , ,15 0,00 Ano 9 Em 3 anos: Transportes, Seguros, Despesas afins Montagem de equipamento Estudos, elaboração do projecto e consultoria Estimativas de gastos imprevistos Amortizações Valor bruto Acumuladas do Exercício Valor líquido , , , , , , , ,23 Ano , , ,23 0,00 Ano 2 MAPA GLOBAL DE AMORTIZAÇÕES Amortizações Valor bruto Acumuladas do Exercício Valor líquido , , , , , , , ,99 Ano , , , ,73 Ano , , , ,69 Ano , , , ,66 Ano , , , ,62 Ano , , , ,59 Ano , , , ,55 Ano , , , ,52 Ano , , , ,49 Ano , , , ,45 Ano , , , ,05 Ano , , , ,39 Ano , , , ,73 Ano , , , ,07 Ano 14 Economia & Gestão 2001/ / 12

11 , , , ,42 Ano , , , ,76 Ano , , , ,10 Ano , , , ,44 Ano , , , ,79 Ano , , , ,13 Ano PLANO DE INVESTIMENTOS No nosso caso, as despesas de investimento reduzem-se às apresentadas nos estudos preliminares como necessárias ao regular funcionamento do parque em 2002, e às novas despesas com Transformadores e Compensadores em Dada a grande dimensão da tabela, incluímo-la em anexo. 4. PLANO DE EXPLORAÇÃO Para os custos de exploração, limitamo-nos a extrapolar as despesas estimadas para o primeiro ano de exploração, actualizando ano após ano de acordo com a inflação. Nos anos em que o resultado antes de impostos seja negativo, considerámos que não há pagamento nem "recebimento" de imposto; na realidade, talvez uma parte do prejuízo num ano pudesse ser deduzida ao imposto do ano seguinte, mas não consideramos aqui esse factor. Dada a grande dimensão da tabela, incluímo-la em anexo. ÍNDICES DE AVALIAÇÃO Para o cálculo da Taxa Interna de Rentabilidade (TIR) e do Tempo de Recuperação do Capital (TRC), usámos um processo iterativo, por aproximações sucessivas, tomando como "coeficiente" de aproximação o Valor Actualizado Líquido (VAL) na iteração anterior. Dada a grande dimensão da tabela, incluímo-la em anexo. Aqui apresentamos apenas os valores obtidos: VAL ,49 TIR=14.7% (aprox.) TRC=15 anos Verificamos que o VAL é positivo para 20 anos de exploração à taxa de actualização pretendida, pelo que o projecto será rentável. Economia & Gestão 2001/ / 12

12 ANÁLISE DE SENSIBILIDADE O VAL obtido no cenário esperado é positivo, pelo que apenas se torna necessário analisar os cenários pessimistas; para um cenário optimista, obteríamos simplesmente um VAL e uma TIR superiores aos calculados, e um TRC menor. Os parâmetros a variar num cenário pessimista são a energia vendida anualmente (14000GWh/ano e não 20000GWh/ano), e o tempo de vida útil do projecto (15 anos e não 20 anos). Variando o tempo de vida útil, obtemos: VAL ,98 Pelo que se conclui que o projecto não é sensível à variação deste parâmetro. Variando agora a quantidade de energia vendida (e considerando o tempo de vida útil "original" de 20 anos), obtemos: VAL ,43 (Analogamente aqui, as tabelas com as diversas parcelas usadas no cálculo destes parâmetros seguem no anexo). Pelo que o projecto será sensível a este parâmetro. O VAL obtido neste cenário é aliás bastante negativo, o que nos permite "estimar", por uma simples interpolação linear, que vendendo menos de 16500GWh por ano teremos, para uma duração prevista de 20 anos, prejuízo. Cabe ao investidor ponderar o risco relativo deste cenário relativamente aos outros, e a sua preferência, sempre subjectiva, face à relação potencial lucro/potencial prejuízo.. Economia & Gestão 2001/ / 12

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