CONCEITO DE EMPRESÁRIO

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1 DIREITO EMPRESARIAL NO DIREITO DO TRABALHO DR. JOSÉ RODRIGO DORNELES VIEIRA 1. CARACTERIZAÇÃO DO EMPRESÁRIO Conceito de empresário A questão do registro 2. ESPÉCIES DE EMPRESÁRIO Empresário individual Sociedades empresárias EIRELI CONCEITOS ELEMENTARES DE DIREITO EMPRESARIAL Empresário Pessoa (física ou jurídica), sujeito de direito (art. 966). * Eu sou um empresário. Estabelecimento Complexo de bens, patrimônio, objeto de direito (art ) * Eu tenho um estabelecimento. Empresa Atividade econômica organizada, complexo de relações, ato jurídico * Eu exerço uma empresa. 1

2 CONCEITO DE EMPRESÁRIO Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. Art. 966 do Código Civil 2

3 Não recolhe tributos Não possui CNPJ Não assina CTPS Não pode ser ME/EPP Livros não têm eficácia probatória Empresário Irregular Não tem conta bancária Responde ilimitadamente Não tem direito Recuperação Judicial Crime Falimentar Não participa de licitações EXCLUÍDOS DO REGIME JURÍDICO EMPRESARIAL 1) Sujeito que não exerce atividade econômica organizada (art. 966, caput) * Exceção: S/A (art. 982, único) e MEI (art. 18-A, 18-C e 68 LC 123/05). 2) Sujeito que exerce profissão intelectual (art único) * Exceção: Exercício da profissão constituir elemento de empresa (art. 966, único). 3) Sujeito que exerce atividade rural (art. 971) * Exceção: Caracterização econômica + Registro na Junta Comercial (art. 971). 4) Cooperativa (art. 982, único) * Observação: Regime jurídico próprio (art a Lei 5.764/71). Empresário Individual Pessoa física que exerce atividade econômica organizada Sociedade Empresária Pessoa jurídica, formada por duas ou mais pessoas EIRELI Pessoa jurídica criada pela vontade de uma única pessoa física 3

4 EMPRESÁRIO INDIVIDUAL É a pessoa física que exerce atividade econômica organizada Não há sócios Tem CNPJ Não é pessoa jurídica Nome empresarial é baseado no nome civil (sem Ltda. e sem S/A) Responsabilidade patrimonial integral (art. 391 CC e art. 591 CPC) CRIAÇÃO DE UMA SOCIEDADE OCORRE A PARTIR DE Ato de manifestação de vontade de DUAS ou mais pessoas Exceção: sociedade unipessoal Originária Derivada Elevado grau de comprometimento dos agentes Titulariza direitos e assume deveres Propósito de criar um novo ente Dotado, ou não, de personalidade jurídica Uma finalidade econômica Toda sociedade visa o lucro, embora nem todas sejam empresárias GÊNERO (NATUREZA) DAS SOCIEDADES: 1) Empresária * Exerce atividade própria de empresário sujeito a registro (art. 982) * Ato constitutivo arquivado perante a Junta Comercial (art ) * Submete-se ao processo de falência (Lei /05) 2) Simples * Sociedades de profissionais liberais, cooperativas (art. 982) * Ato constitutivo arquivado no Registro Civil das Pessoas Jurídicas (art ) * Submete-se ao processo de insolvência civil (art. 748 ao 786 CPC) 4

5 Espécies de Empresário REGIME JURÍDICO DA ATIVIDADE ECONÔMICA NO BRASIL Empresário individual Simples (art. 966, único CC) Soc. Simples (art. 997 a 1038) Soc. Cooperativa (art a Lei 5.764/71) Tipo empresarial (art. 983) Sociedade Soc. em Comum (art. 986 a 990) EIRELI Empresária (art. 966, caput c/c art. 982, caput CC) Soc. em Conta de Participação (art. 991 a 996) Soc. em Nome Coletivo (art a 1044) Soc. em Comandita Simples (art a 1051) Soc. Limitada (art a 1087) Soc. Anônima (art a Lei 6.404/76) Soc. em Comandita por Ações (art a 1092) CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DOS TIPOS SOCIETÁRIOS CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DOS TIPOS SOCIETÁRIOS 5

6 CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DOS TIPOS SOCIETÁRIOS CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DOS TIPOS SOCIETÁRIOS RESPONSABILIDADE PESSOAL SUBJETIVA (DOLO/CULPA) POR VIOLAÇÃO À LEI/CONTRATO SOCIAL OU ESTATUTO Art CC = Deliberação contrária à lei ou ao contrato social Art CC Administradores respondem perante terceiros por culpa no exercício de suas funções Art. 158 LSA Administradores respondem pelos prejuízos que causar quando agir com culpa/dolo ou violação da lei/estatuto Art. 135 CTN Excesso de poder e infração lei/contrato/estatuto 6

7 Subjetiva = fraude/abuso prova do dolo TEORIA MAIOR Credores Negociais Objetiva = fraude presumida -Confusão patrimonial (Art. 50 CC) -Desvio de finalidade (Art. 50 CC) -Dissolução irregular -Subcapitalização -Inversa -Trabalhista TEORIA MENOR Credores Não Negociais Objetiva = basta mero inadimplemento -Consumidor -Ordem Econômica -Ambiental RESPONSABILIDADE PESSOAL OBJETIVA (SOLIDARIEDADE LEGAL) BASTA O MERO INADIMPLEMENTO Trabalhistas Sem norma legal Consumidor Art. 28, 5º CDC Ordem Econômica Art. 16 Lei nº 8.884/94 Ambiental Art. 4º Lei nº 9.605/98 EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA - EIRELI: 1) Pessoa Jurídica que exerce atividade econômica organizada * Figura intermediária entre o empresário individual e a sociedade 2) Constituída por uma única pessoa física * Uma única EIRELI por pessoa 3) Capital social não inferior a 100 (cem) salários-mínimos * Único exemplo de capital social mínimo 4) Responsabilidade limitada ao capital * Aplica-se subsidiariamente as regras das Ltda s. * Nome empresarial é firma ou denominação 7

8 Da Falência e da Recuperação Judicial Procedimentos da Lei nº /05 - Lei de Falências (LF): 1) recuperação extrajudicial: negociação direta com credores sem participação do judiciário (homologa o plano) preserva a empresa 2) recuperação judicial: negociação com credores, com participação do judiciário preserva a empresa 3) falência: pode haver a cessão (mudança de titular) ou a liquidação (não continuidade) da empresa. a) objetivo de viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira, permitir a manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e interesses dos credores, promover a preservação da empresa e função social; b) Requisitos = i) exercer a atividade há mais de 2 anos; ii) não ser falido; iii) não ser condenado crime falimentar e não ter obtido recuperação há 5 anos; c) Petição inicial: i) causas crise; ii) demonstrações contábeis; iii) rol de credores, ações e empregados; iv) certidão Junta; v) relação bens sócios e adm.; vi) extratos; vii) protestos d) prazos e condições estabelecidos por credores / devedor (flexibilidade); e) todos credores; 8

9 EFEITOS DA DECISÃO QUE DEFERE O PROCESSAMENTO Nomeia o administrador judicial Administradores permanecem, com restrições (demonstrativos mensais) Suspensão de todas as ações contra o falido, prazo 180 dias Suspensão da prescrição Apresentação do Plano de Recuperação, prazo 60 dias Habilitação dos créditos, prazo 15 dias Devedor não pode desistir do pedido, salvo autorização da AGC Continuidade da empresa depende dos credores Ante-sala da falência * Meios de recuperação judicial = alteração de controle; cisão, incorporação, fusão ou transformação; aumento do capital social; redução salarial e jornada, compensação de horários; venda parcial de bens; usufruto da empresa; * Recuperação judicial especial para micro e pequena empresa: i) abrange só créditos quirografários; ii) parcelados em até 36 meses; iii) corrigidas monetariamente e juros de 12%a.a.; iv) 1ª parcela paga no prazo de 180 dias da distribuição do pedido de recuperação judicial; Juiz Defere o Processamento de Recuperação Judicial e Publica no DOE 60 dias Há objeções Juiz convoca A G C Não Aprovado Falência Apresentação Plano pelo Devedor Publica-se Edital de Aviso aos Credores (30 dias) para objeções Aprovado ou Cram Down Não há objeções Juiz Concede Recuperação 9

10 APROVAÇÃO DE PROPOSTAS Mais da metade do valor dos créditos presentes à assembléia Exceto nas deliberações Sobre o Plano de Recuperação (votação por classe) Classe dos titulares de créditos trabalhistas (maioria simplespresente) Classe dos titulares de créditos com garantia real (maioria simplespresente e mais da metade do valor créditos presente) Classe dos titulares de créditos privilégio especial, privilégio geral, quirografários e subordinados (maioria simples presente e mais da metade do valor créditos presente) A Composição do Comitê de Credores (votação por classe) Forma alternativa de realização do ativo (2/3 dos créditos presentes) EFEITOS DA DECISÃO QUE CONCEDE A RECUPERAÇÃO Pressupõe apresentação de CND Novação das dívidas Período de supervisão judicial, prazo 2 anos Convolação em falência, durante período de supervisão Formação de título executivo judicial, após encerrada Exceção à regra da sucessão empresarial Convolação em Falência HIPÓTESES DE CONVOLAÇÃO Deliberação da assembléia-geral de credores Não apresentação do Plano de Recuperação, no prazo de 60 dias Quando houver sido rejeitado o Plano de Recuperação Descumprimento de qualquer obrigação prevista no Plano 10

11 Etapa pré-falencial/preliminar - do pedido à sentença de quebra. Etapa cognitiva ou de sindicância - atos de administração dos bens da massa pelo administrador, arrecadação, verificação de livros e dos atos dos responsáveis legais, convocação de credores, exame de créditos, elaboração do Quadro Geral de Credores. Etapa de satisfação ou de liquidação - atos de realização do ativo e pagamento do passivo Princípios: * Preservação e maximização do patrimônio do falido (art. 75, caput) * Economia e celeridade processual (art. 75, parágrafo único c/c 79) * Unidade, indivisibilidade e universalidade do Juízo Falimentar * Par conditio creditorum - tratamento igualitário aos credores; Etapa Pré-falencial = (petição inicial até sentença). PEDIDO DE FALÊNCIA: 1) Impontualidade (art. 94, I) 2) Execução frustrada (art. 94, II) 3) Atos de falência ( art. 94, III) AUTOFALÊNCIA: 1) Próprio devedor (art. 105) 11

12 Etapa Pré-falencial = (petição inicial até sentença). DEFESA DO DEVEDOR 1) Contestação (art. 98) 2) Depósito elisivo (art. 98, parágrafo único) 3) Recuperação Judicial ( art. 95) SENTENÇA: Fixa o termo legal (90 dias antes do 1º protesto) (ação revocatória); Nomeia administrador (pessoa física/jurídica responsabilidade 5%) Explicita o prazo para habilitação do crédito (15 dias) Etapa Cognitiva = (sentença até o alienação dos bens). Arrecadação dos bens (pedido de restituição) Verificação e classificação dos créditos Reserva de expectativa de crédito Formação do Quadro Geral de Credores: I - os créditos trabalhistas e acidentários (até 150 s.m.); II - créditos com garantia real; III - créditos tributários, exceto multas; IV - créditos com privilégio especial; V - créditos com privilégio geral VI - créditos quirografários (saldo trabalhistas que excederem 150 s.m.); VII - as multas contratuais e as penas pecuniárias por infração das leis penais ou administrativas, inclusive as multas tributárias; VIII - créditos subordinados Etapa Satisfativa = (alienação até o encerramento). Realiza o ativo apurado Paga o passivo admitido créditos trabalhistas, natureza salarial vencidos nos 3 meses anteriores à falência, até o limite de 5 s.m. por trabalhador, serão pagos tão logo haja disponibilidade em caixa Modalidadesde Alienação judicial I leilão por lances orais; II propostas fechadas; III pregão. IV modalidades de alienação judicial diversas aprovadas pela AGC. 12

13 ORDEM DE PAGAMENTO NA FALÊNCIA Créditos trabalhistas, vencidos 3 meses anteriores à quebra (art. 151) Pedido de restituição (art. 85) Créditos extraconcursais (art. 84) Ordem de classificação dos créditos (art. 83) Reabilitação do Falido: I o pagamento de todos os créditos; II o pagamento, depois de realizado todo o ativo, de mais de 50% dos créditos quirografários, sendo facultado ao falido o depósito da quantia necessária para atingir essa porcentagem; III o decurso do prazo de 5 (cinco) anos, do encerramento da falência, se o falido não tiver sido condenado por crime falimentar; IV o decurso do prazo de 10 (dez) anos, do encerramento da falência, se o falido tiver sido condenado por crime falimentar. 13

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