ESTUFA DE BAIXO CUSTO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUFA DE BAIXO CUSTO"

Transcrição

1 Infrme Técnic, 33 ESTUFA DE BAIXO CUSTO MODELO PESAGRO-RIO SECRETARIA DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, PESCA E ABASTECIMENTO Ediçã especial Niterói-RJ abril/2010

2 PESAGRO-RIO Empresa de Pesquisa Agrpecuária d Estad d Ri de Janeir Alameda Sã Baventura, Fnseca Niterói - RJ Tel.: (21) Telefax: (21) Gvernadr d Estad d Ri de Janeir Sérgi Cabral Secretári de Agricultura, Pecuária,Pesca e Abasteciment Albert Messias Mfati Diretria da PESAGRO-RIO Sílvi Jsé Elia Galvã Presidente Aluísi Granat de Andrade Diretr Técnic Maria da Cnceiçã Andrade de Suza Diretra de Administraçã Editraçã Mari Jsé Gmes Saraiva Assistente Técnic LEAL, M. A. de A.; CAETANO, L. C. S.: FERREIRA, J. M. Estufa de baix cust: mdel PESAGRO- RIO. 2. ed. Niterói: PESAGRO-RIO, p. (PESAGRO-RIO. Infrme Técnic, 33). 1 CD-ROM. Estufa; Mdel; Prjet. CDD

3 INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS MODELO DE 8 METROS DE LARGURA MODELO DE 5 METROS DE LARGURA ESQUEMAS PARA MONTAGEM

4 ESTUFA DE BAIXO CUSTO MODELO PESAGRO-RIO Marc Antôni de Almeida Leal Luiz Carls Sants Caetan Jsé Márci Ferreira INTRODUÇÃO Atualmente, existem várias atividades agríclas e cmerciais que dependem de estruturas cm cbertura de plástic transparente - as chamadas estufas. Entre essas atividades, as mais imprtantes sã: cultiv prtegid de leríclas e rnamentais, prduçã de mudas, hidrpnia, secagem de grãs e cmérci de plantas. Muitas vezes, fatr que limita iníci u a expansã dessas atividades é alt cust das estufas. Além diss, muitas estufas cmerciais nã sã adaptadas às cndições climáticas de regiões trpicais. Visand slucinar esses prblemas, a PESAGRO-RIO desenvlveu um mdel de estufa cm as seguintes qualidades: Cust reduzid, de três a cinc vezes inferir a cust de uma estufa cmercial. Adaptada a clima de regiões trpicais. Dimensões flexíveis para se adaptarem a quaisquer necessidades. Larguras de 5 u de 8 metrs. Cmpriment e altura variáveis. Fácil cnstruçã, nã necessitand de mã- de-bra especializada. Utiliza materiais facilmente encntrads na prpriedade agrícla u n cmérci lcal. A estrutura também pde ser utilizada cm galpã para diversas atividades: depósit, criaçã animal, área de trabalh e utras. Para tant, deve ser cberta cm plástic de dupla face (Duplaln ), send a face branca vltada para cima e a face preta vltada para baix. 1 Engenheir Agrônm, ex-pesquisadr da PESAGRO-RIO/Estaçã Experimental de Serpédica. BR 465, km Serpédica - RJ. 2 Engenheir Agrônm, ex-pesquisadr da PESAGRO-RIO/Estaçã Experimental de Camps. Av. Francisc Lameg, Camps ds Gytacazes - RJ. 3 Engenheir Agrônm, Pesquisadr da PESAGRO-RIO/Estaçã Experimental de Camps.

5 CARACTERÍSTICAS A estrutura da estufa pde ser de madeira serrada (perna de três de massaranduba u aparaju) u madeira rliça (eucalipt), cm arcs feits em vergalhã embutid em mangueiras de brracha. A madeira serrada é mais fácil de encntrar n cmérci lcal e tem mair vida útil. Além de utilizar materiais simples, esse mdel tem baix cust, pis a sua estrutura é travada cm arame, cm uma barraca de camping, que permite mair espaçament entre esteis e também us de vergalhã n lugar de tubs de ferr galvanizad. Sua vida útil, n entant, é inferir à ds mdels cmerciais, variand cnfrme a qualidade da madeira utilizada e s cuidads cm a sua manutençã. A estufa é cmpsta pr móduls. O mdel de 8 metrs de largura pssui móduls de 3,50 metrs e mdel de 5 metrs de largura pssui móduls de 3,00 metrs. O cmpriment varia em funçã d númer de móduls cnstruíds. Seu desenh permite excelente aeraçã, send que a altura d pé direit pde ser aumentada u reduzida, de acrd a necessidade. Estufas altas permitem mair aeraçã e menres temperaturas, mas além d mair cust, sã mais sujeitas a dans causads pr vendavais. Para se bter uma estrutura durável e eficiente é necessári seguir crretamente alguns detalhes de cnstruçã, que serã explicads psterirmente. É imprtante que cnstrutr tenha cnheciments sbre alinhament de estruturas e carpintaria. Cas cntrári, é necessári cntratar um carpinteir u mestre de bras. A manutençã da estufa é feita mantend-se s arames de travament sempre esticads, substituind-se s arames arrebentads e as madeiras quebradas. Inicialmente, será apresentad prjet de cnstruçã d mdel de 8,00m de largura, que exige maires detalhes. Em seguida, será mstrad prjet d mdel de 5,00m de largura, que aprveitará a mairia ds detalhes d mdel de largura mair.

6 MODELO DE 8 METROS DE LARGURA O prjet apresentad nas Figuras 1, 2, 3 e 4 é de uma estufa de 2 280m (10 móduls de 3,50m), cm 2,50m de pé direit. Material e Custs MATERIAL Peças nº 1 e 2: 15 pernas de três (6,0 x 7,5cm) de massaranduba cm 4,50m Peça nº 3: 22 pernas de três (6,0 x 7,5cm) de massaranduba cm 3,00m Peça nº 4: 10 caibrs (3,0 x 7,5cm) de massaranduba cm 3,50m (u 5 caibrs de 7,00m) Peça nº 5: 18 peças (5,0 x 2,5cm) de massaranduba cm 2,30m Peça nº 6: 9 peças (5,0 x 2,5cm) de massaranduba cm 2,00m Peça nº 7: 8 caibrs (3,0 x 7,5cm) de massaranduba cm 2,50m Peça nº 8: 20 caibrs (3,0 x 7,5cm) de massaranduba cm 3,50m 22 ripas (3,0 x 1,5cm) de eucalipt u cedrinh cm 4,00m 11 varas de vergalhã 1/2 cm n mínim 10m de cmpriment CUSTO (R$) 405,00 396,00 115,50 74,50 32,40 66,00 231,00 43,00 462, metrs de mangueira de plietilen 3/4 72,00 20 kg de arame nº12 110,00 3 kg de preg 19 x 36 18,00 2 kg de preg 15 x 15 15, metrs de plástic agrícla de 100 micra e 4,00m de largura 485,00 TOTAL 2.525,40

7 Observações As pernas de três de massaranduba pdem ser substituídas pr eucalipt rliç cm 25cm de diâmetr, e s caibrs da cumeeira pr eucalipt rliç cm 10cm de diâmetr. Os preçs fram levantads em dezembr de 2004 n Ri de Janeir. A mã-de-bra necessária para a cnstruçã da estufa é de, aprximadamente, 20 dias/hmem. N rçament nã estã incluíds s custs da tela lateral e de utrs acessóris. As peças n 5, 6 e 7 pdem ser de qualquer utra madeira (cedrinh, pr exempl), desde que nã rachem facilmente a serem pregadas. O pinh nã é recmendável pr ser muit atacad pr cupins. As ripas, pr levarem muits pregs, devem ser de madeira macia (cedrinh u eucalipt) para nã racharem. A mangueira de plietilen nã precisa ser nva. Pdem ser usadas mangueiras velhas, já furadas, u mangueiras baratas, de plástic reciclad. Nã usar cnduítes sanfnads. O plástic utilizad é de 100 micra de espessura e 4,00m de largura, devend ser tratad cntra rais ultravileta para nã rasgar rapidamente. O plástic é facilmente encntrad em ljas de insums agrpecuáris. N cas de se usar plástic de dupla face, deve ter 150 micra de espessura. É imprtante que, n tp da cumeeira, nã existam pregs u saliências que pssam rasgar plástic. Psicinament da estufa Em regiões trpicais, a psiçã da estufa em relaçã a sl tem influência muit pequena n seu desempenh. É melhr psicinar a estufa n sentid de menr declividade d terren, u que s vents frtes percrram a estufa n sentid da cumeeira. Em lcais de vents frtes, é recmendável travar s esteis laterais da estufa cm esticadres de arame, d mesm md que é feit cm s esteis frntais.

8 A estufa pde ser cnstruída em terrens de pequena inclinaçã, mas esta deve ser n sentid d cmpriment e nunca n sentid da largura. Pde haver desnível entre s móduls, mas s esteis de um mesm módul devem estar sempre em nível. Deve-se também bservar certs cuidads na clcaçã d plástic. Quand desnível médi entre cada módul fr mair que 0,10m, é necessári usar plástic de 6,00m de largura para a cbertura da estufa. Fixaçã ds esteis Em primeir lugar, é necessári determinar a prfundidade em que se fixarã s esteis. N prjet apresentad, s esteis estã fixads cm 0,50m de prfundidade. Em terrens slts, é necessári aumentar a prfundidade (aumentand-se também tamanh ds esteis, principalmente ds esteis centrais). A altura d pé direit pde ser alterada mdificand-se tamanh das peças n 1, 2 e 3. Jamais deve ser alterad tamanh das peças n 5 e 6, que impedirá a frmaçã d arc da estufa. Lembrar que a tesura (peças n 5 e 6) cmeça na mesma altura d pé direit. Os esteis devem ser fixads cnfrme a Fig. 4, alinhads e nivelads. Mntagem d arc O próxim pass é fazer as tesuras (Fig. 3). As peças n 5 devem ser clcadas de frma que sua mair largura fique vltada para baix. A peça n 6 deve ser clcada de frma que sua mair largura fique vltada para a frente. Em seguida, deve ser clcad vergalhã dentr das mangueiras de plietilen. Cm a funçã da mangueira é evitar cntat d vergalhã cm plástic, ela deve ter 8,80m de cmpriment. O arc (vergalhã revestid cm a mangueira) deve ser fixad na cumeeira, nas pntas da tesura e ns esteis laterais. Cuidad para nã deixar algum preg saliente que pderá rasgar plástic na hra de sua clcaçã.

9 A fixaçã ds caibrs laterais, n cas de se usar madeira rliça, deve ser feita de frma que entre eles haja um espaç nde ficará vergalhã (Fig. 5). Recmenda-se que se faça uma pequena cava ns esteis nde s caibrs serã pregads. N cas de se usar madeira serrada, cm estei (pernas de três) é muit fin, nã é pssível pregar s caibrs. Eles devem ser unids fra d estei (Fig. 6). Para tant, é necessári cmprar uma quantidade mair de caibrs. Recmenda-se que a fixaçã ds caibrs nas pernas de três seja feita cm parafuss. As peças n 7 (caibrs que ficam n iníci e n final da estrutura) devem ser fixadas na parte superir ds esteis. O próxim pass é a clcaçã d arame, que deve ser fixad nas peças n 2 u ns caibrs. A passar pel arc, arame deve dar uma vlta. Além dessa vlta, arame deve ser travad n arc cm utr pedaç de arame. Cuidad para nã deixar pntas que pderã rasgar plástic. A cntrári das peças n 1 e 3, as peças n 2 estã apenas n iníci e n final da estufa. Prtant, nã estã travadas entre si. Cm recebem grande carga prveniente ds arames, elas tendem a se curvar para dentr da estrutura, devend também ser travadas. Além diss, s arames que crrem pr dentr da estufa devem ficar muit bem fixads nas peças n 2 u ns caibrs. É muit imprtante que iss seja feit, pis se as peças n 2 entrtarem u s arames sltarem, plástic ficará frux, frmand blsas de água durante as chuvas e rasgand rapidamente. Existem duas maneiras de travar essas peças: a primeira é através de mãs francesas internas, embra esta pçã prvque a perda de espaç intern. A segunda pçã, mais recmendável, é travament cm esticadres externs, feits cm fis de arame n 12 (Fig. 7). Clcaçã d plástic Este mdel de estufa exige que plástic fique bem esticad, necessitand da frça de, n mínim, seis hmens para que plástic fique na tensã adequada.

10 Em primeir lugar, é precis crtar as ripas n tamanh crret. As ripas d mei devem ter 4,00m, tamanh da largura d plástic. Usand-se plástic de 6,00m, as ripas também devem ter 6,00m. A primeira e a última ripa devem ter 3,75m, para que sbre 0,25m de plástic para fra da estufa. O plástic é crtad n tamanh de 9,50m. Clca-se plástic pr cima da estrutura, de md que fique sbrand 0,25m para cada lad d arc (n primeir e n últim arc sbrará para fra da estufa). N cas de estufas cnstruídas em terrens inclinads, a mair parte d plástic deve sbrar para lad d arc mais alt. A enrlar plástic na ripa, deve-se bservar se a quantidade (tamanh) de plástic a ser enrlada é a mesma para as duas pntas da ripa. A ripa deve ser enrlada a partir d interir d plástic (Fig. 8). A primeira pnta d plástic a ser pregada nã necessita de muita tensã. Imprtante a pregar a ripa n caibr, é que esta fique inclinada, cm uma pnta na parte inferir d caibr e a utra na parte superir. Assim, a ripa d próxim plástic terá espaç para ser pregada, embaix de nde está a pnta da ripa d plástic anterir (Fig. 9). Iss facilita muit a clcaçã d plástic. Prega-se cada pnta d plástic de uma vez. Tda a tensã de que plástic necessita deve ser aplicada a se pregar a segunda pnta d plástic. É necessári puxar plástic e enrlá-l na ripa até que a frça de seis hmens nã cnsiga mais esticá-l. Sempre pregar a ripa de md que a pnta da próxima ripa se encaixe abaix da pnta da ripa anterir. Pregar muit bem as ripas, pis vents frtes pdem sltá-las, que destruiria plástic da estufa.

11 MODELO DE 5 METROS DE LARGURA O prjet apresentad nas Fig. 10, 11, 12 e 13 é de uma estufa 2 de 60m (4 móduls de 3,00m) cm 1,80m de pé direit. Material e Custs MATERIAL Peças n 1 e 2: 7 pernas de três (6,0 x 7,5 cm) de massaranduba cm 3,70m Peça n 3: 10 pernas de três (6,0 x 7,5 cm) de massaranduba cm 2,50m Peça n 4: 2 caibrs (3,0 x 7,5 cm) de massaranduba cm 6,00m Peça n 5: 8 caibrs (3,0 x 7,5 cm) de massaranduba cm 1,70m Peça n 6: 8 caibrs (3,0 x 7,5 cm) de massaranduba cm 3,00m 8 ripas de eucalipt u cedrinh (3,0 x 1,5cm) cm 4,00m 5 varas de vergalhã 3/8 cm 10m de cmpriment CUSTO (R$) 168,00 150,00 39,60 52,80 79,20 15,00 117,50 30 metrs de mangueira de plietilen 3/4 21,60 5 kg de arame n 12 27,50 2 kg de preg 19 x 36 12,00 1 kg de preg 15 x 15 7,50 30 metrs de plástic agrícla de 100 micra e 4,00 m de largura 145,50 TOTAL 836,20 Observações As pernas de três de massaranduba pdem ser substituídas pr eucalipt rliç cm 25cm de diâmetr, e s caibrs da cumeeira pr eucalipt rliç cm 10cm de diâmetr.

12 Os preçs fram levantads em dezembr de 2004 n Ri de Janeir. A mã-de-bra necessária para a cnstruçã desta estufa é de aprximadamente 5 dias/hmem. N rçament nã estã incluíds s custs da tela lateral e de utrs acessóris. A cnstruçã desta estufa é muit parecida cm a da estufa de 8,00m de largura (ver detalhes), send diferente, apenas, em alguns aspects: - Neste mdel nã existe tesura ns esteis centrais. Smente em lcais de muit vent é recmendável a sua clcaçã. - O plástic é clcad cm muit mens tensã, necessitand da frça de apenas três hmens para ser esticad. - Para cnstruir esta estufa em terrens cm inclinações, nã é necessári usar plástic de 6,00m de largura. - Os pedaçs de mangueira para encapar vergalhã devem ter 6,00m. - As ripas nde plástic ficará enrlad terã tamanh de 4,00m n mei da estufa, sbrand 0,50m de plástic para cada lad d arc. As primeiras e últimas ripas devem ter 3,50m, para sbrar 0,50m de plástic para fra da estufa. - O plástic é crtad n tamanh de 7,00m. - Cm s esteis centrais sã clcads a cada 6,00m, este mdel exige que sempre se cnstrua um númer par de móduls. - Cm nã existem tesuras ns esteis centrais, é precis certs cuidads para que s arcs fiquem bem frmads. Primeir deve-se mntar s arcs inicial e final. Depis, mntam-se s arcs centrais, seguind a mesma curvatura ds arcs inicial e final. Para iss, pdem ser usadas linhas de nível. O vergalhã que frma arc deve ficar muit bem pregad à cumeeira para que nã crra de um lad para utr da estufa, defrmand arc.

13 Figura 1 2 Estufa de 8,00 x 35,00m (280m )

14 Figura 2 Vista frntal Vergalhã - manguei ra 3 4" (8,70 m d e arc) Cumeei ra (peça nº 4) Fi d e ara me n º 12 Peça nº 7 Peça nº 1 Pe ça n º 2 4,00 3,65 Peça nº 3 0,50 2,50 2, 00 2, 00 2, 00 2, 00 8, 00

15 0,50 2,50 3,05 4,00 Figura 3 Módul intermediári Cumeeira (peça nº4) Peça nº 6 Peça nº 5 Fi de arame nº 12 Vergalhã + mangueira 3 4" Caibr Vergalhã 1 2" Caibr Peça nº 1 Va la de 20 x 20 cm

16 8,0 2,0 2,0 2,0 2,0 Figura 4 Psicinament ds esteis 3,5 35,0 Peça Nº 3 Peça Nº 2 Peça Nº 1

17 Figura 5 Fixaçã d vergalhã e ds caibrs laterais (madeira rliça) Arc ( vergalh ã + mangueira) Caibr Espaç pa ra vergalhã Vergalhã

18 Figura 6 Fixaçã d vergalhã e ds caibrs laterais (madeira serrada) Caibr Emenda d caibr Pern a de três

19 Figura 7 Travament através de esticadres externs Aram e ( ti p simples) Esticad r d e f i dup l d e arame Peça nº2 Sl Esticadr d e f i dup l de arame

20 Figura 8 Clcaçã d plástic (enrlament da ripa cm plástic) Plástic Caibr Ripa n a part e intern a d plástic Estei Lateral Sl

21 Figura 9 Clcaçã d plástic (pregament das ripas)

22 Figura 10 2 Estufa de 5,00 x 12m (60m )

23 0,50 2,90 Figura 11 Vista frntal Vergalh ã + mangueir a 3 4" F i de ara me n º 12 Peça nº 1 Peça nº 2 Peça nº 3 1,05 1,45 1, 45 1,05 5,00

24 Figura 12 Vista central Fi de arame nº 12 Pe ça nº 1 0,50

25 5,00 1,05 1,45 1,45 1,05 Figura 13 Psicinament ds esteis 12,00 3,00

ESTUFAS DE BAIXO CUSTO MODELO PESAGRO-RIO (Informe Técnico 29, ISSN 0101-3769)

ESTUFAS DE BAIXO CUSTO MODELO PESAGRO-RIO (Informe Técnico 29, ISSN 0101-3769) 1 ESTUFAS DE BAIXO CUSTO MODELO PESAGRO-RIO (Informe Técnico 29, ISSN 0101-3769) Marco Antonio de Almeida Leal Luiz Carlos Santos Caetano José Márcio Ferreira INTRODUÇÃO Atualmente existem várias atividades

Leia mais

Caixas Ativas e Passivas. SKY 3000, SKY 2200, SKY 700, SKY 600 e NASH Áreas de Cobertura e Quantidade de Público

Caixas Ativas e Passivas. SKY 3000, SKY 2200, SKY 700, SKY 600 e NASH Áreas de Cobertura e Quantidade de Público Caixas Ativas e Passivas SKY 3000, SKY 00, SKY 700, SKY 600 e NASH 144 Áreas de Cbertura e Quantidade de Públic www.studir.cm.br Hmer Sette 18-07 - 01 A área cberta pelas caixas acima, em funçã d psicinament

Leia mais

Sistema Alveolar Leve. Ecotelhado com. membrana dupla com. vegetação rústica

Sistema Alveolar Leve. Ecotelhado com. membrana dupla com. vegetação rústica Sistema Alvelar Leve Ectelhad cm membrana dupla cm vegetaçã rústica ECOTELHADO Sluções em Infraestrutura Ltda Rua Erechim 330 Bairr Nnai - Prt Alegre RS site: www.ectelhad.cm.br email: ectelhad@ectelhad.cm.br

Leia mais

TELADO PARA PRODUÇÃO DE FOLHOSAS MODELO PESAGRO RIO

TELADO PARA PRODUÇÃO DE FOLHOSAS MODELO PESAGRO RIO 1 Informe Técnico 31 ISSN 0101-3769 TELADO PARA PRODUÇÃO DE FOLHOSAS MODELO PESAGRO RIO Marco Antonio de Almeida Leal Introdução A produção de hortaliças folhosas é uma importante fonte de renda para muitos

Leia mais

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1 OBMEP Nível 3 ª Fase Sluções QUESTÃO. Quincas Brba uniu quatr blcs retangulares de madeira, cada um cm 4 cm de cmpriment, cm de largura e cm de altura, frmand bjet mstrad na figura. A) Qual é vlume deste

Leia mais

INSTALAÇÃO DE PURGAS NA REDE SECUNDÁRIA DE POLIETILENO

INSTALAÇÃO DE PURGAS NA REDE SECUNDÁRIA DE POLIETILENO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 604 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 604 Revisã n.º 2 1 de fevereir de 2011 Revisã n.º 2 Página 2 de 8 ÍNDICE Regist das revisões... 3 Preâmbul... 4 1. Objetiv... 4 2. Âmbit... 4 3. Referências...

Leia mais

Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar:

Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar: IFS - ampus Sã Jsé Área de Refrigeraçã e ndicinament de r Prf. Gilsn ELEENTS E GEETRI Gemetria significa (em greg) medida de terra; ge = terra e metria = medida. nss redr estams cercads de frmas gemétricas,

Leia mais

VOLUMES: - Folha Informativa -

VOLUMES: - Folha Informativa - VOLUMES: - Flha Infrmativa - Para medir vlume de qualquer figura tridimensinal é necessári medir espaç que ela cupa. Assim, ter-se-á que esclher uma unidade de vlume que, pr cnveniência, pderá ser um cub

Leia mais

A grandeza física capaz de empurrar ou puxar um corpo é denominada de força sendo esta uma grandeza vetorial representada da seguinte forma:

A grandeza física capaz de empurrar ou puxar um corpo é denominada de força sendo esta uma grandeza vetorial representada da seguinte forma: EQUILÍBRIO DE UM PONTO MATERIAL FORÇA (F ) A grandeza física capaz de empurrar u puxar um crp é denminada de frça send esta uma grandeza vetrial representada da seguinte frma: ATENÇÃO! N S.I. a frça é

Leia mais

articuladores índice Linha SC Kinvaro Lift 85º Pistão a gás ALL-IN-1

articuladores índice Linha SC Kinvaro Lift 85º Pistão a gás ALL-IN-1 Revisã - Març 0 articuladres índice Linha SC 03 Kinvar 0 Lift 85º 0 Pistã a gás 08 ALL-IN- 0 articuladres linha SC LD-SC Sistema de amrteciment integrad (sft clsing) Cm suprte de fixaçã para mlduras Dispensa

Leia mais

DETECTOR FOTOELÉTRICO ATIVO, DE 3 FEIXES, COM CONVERSÃO DIGITAL DE FREQUÊNCIA MANUAL DE INSTALAÇÃO

DETECTOR FOTOELÉTRICO ATIVO, DE 3 FEIXES, COM CONVERSÃO DIGITAL DE FREQUÊNCIA MANUAL DE INSTALAÇÃO DETECTOR FOTOELÉTRICO ATIVO, DE 3 FEIXES, COM CONVERSÃO DIGITAL DE FREQUÊNCIA MANUAL DE INSTALAÇÃO Faixas de alcance de cada mdel, cnfrme tip de instalaçã: ABE-50 Interna: 150 m; Externa : 50 m ABE-75

Leia mais

A conceção deste dispositivo pertence à Mundo Reader, S.L. e foi registada junto do IHMI.

A conceção deste dispositivo pertence à Mundo Reader, S.L. e foi registada junto do IHMI. bq.cm/warranty Regists industriais A cnceçã deste dispsitiv pertence à Mund Reader, S.L. e fi registada junt d IHMI. Precauções de segurança Utilize seu dispsitiv de frma respnsável. Antes de utilizar,

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS ECONÔMICAS E 3/0/06 As grandezas P, T e V sã tais que P é diretamente prprcinal a T e inversamente prprcinal a V Se T aumentar 0% e V diminuir 0%, determine a variaçã

Leia mais

Ajuste Fino. Por Loud custom Shop Guitars SERIE FAÇA VOCÊ MESMO LOUD CUSTOM SHOP GUITARS

Ajuste Fino. Por Loud custom Shop Guitars SERIE FAÇA VOCÊ MESMO LOUD CUSTOM SHOP GUITARS Ajuste Fin Pr Lud custm Shp Guitars SERIE FAÇA VOCÊ MESMO LOUD CUSTOM SHOP GUITARS AJUSTE FINO Uma das cisas mais bacanas n mund da guitarra é fat de nã existir cert u errad. Sempre irá existir muitas

Leia mais

Guia de customização de template FWK... 1 GERAL... 3 Favicon (geral)... 3 Cor principal... 3 Cor secundária... 5 Cor de texto escuro...

Guia de customização de template FWK... 1 GERAL... 3 Favicon (geral)... 3 Cor principal... 3 Cor secundária... 5 Cor de texto escuro... 1 Guia de custmizaçã de template FWK... 1 GERAL... 3 Favicn (geral)... 3 Cr principal... 3 Cr secundária... 5 Cr de text escur... 6 Cr de text clar... 7 Cr das barras... 8 Cr de destaque das barras...

Leia mais

Manual do Produto. Painel Chamador de Senhas Contact

Manual do Produto. Painel Chamador de Senhas Contact Manual d Prdut Painel Chamadr de Senhas Cntact Cntact SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. CONTEÚDO DA EMBALAGEM... 2 3. VISÃO GERAL... 2 4. OPERAÇÃO... 3 4.3. AJUSTE DO VOLUME... 4 5. INSTALAÇÃO... 4 5.1.

Leia mais

DE SUSPENSÃO A CONTENÇÃO E GADO

DE SUSPENSÃO A CONTENÇÃO E GADO M. A. - E. P. E. In titut ~e Pes~uisas e hperimenta~ã Anrpecuárias ~ Nrte (IPEAN) CIRCULAR N O 15 A CA DE SUSPENSÃO A CONTENÇÃO E GADO s Bnneterre Guimarães e a sa d Nasciment BEL!:M- PARA- BRASIL 1969

Leia mais

QUESTÕES DISCURSIVAS

QUESTÕES DISCURSIVAS QUESTÕES DISCURSIVAS Questã 1 Um cliente tenta negciar n banc a taa de jurs de um empréstim pel praz de um an O gerente diz que é pssível baiar a taa de jurs de 40% para 5% a an, mas, nesse cas, um valr

Leia mais

KIT PARA O REPARO DO CIRCUITO ELETRÔNICO DOS PROCESSADORES RI3172 / RI3173

KIT PARA O REPARO DO CIRCUITO ELETRÔNICO DOS PROCESSADORES RI3172 / RI3173 KIT PR O REPRO DO IRUITO ELETRÔNIO DOS PROESSDORES RI3172 / RI3173 Em funçã da descntinuidade de frneciment da placa de circuit ds prcessadres RI3172 e RI3173 e devid a grande quantidade de aparelhs existentes

Leia mais

Análise da Paisagem Pedreira "Mané"

Análise da Paisagem Pedreira Mané Legenda Curvas de nível EN 246 Caminh de Ferr Estradas Nacinais Hipsmetria 240-250 250,0000001-260 260,0000001-270 270,0000001-280 280,0000001-290 290,0000001-300 300,0000001-310 EN 243 Fntes: Cartas Militares

Leia mais

VISIBILIDADE DA LUA. FASES E ECLIPSES OBSERVAÇÃO E EXPLICAÇÃO. Lua Nova

VISIBILIDADE DA LUA. FASES E ECLIPSES OBSERVAÇÃO E EXPLICAÇÃO. Lua Nova Astrnmia na Praça, na Rua e na Escla Flhet 1 Francisc de Brja López de Prad Astrnmia na Praça, na Rua e na Escla Flhet 1 Francisc de Brja López de Prad Nas atividades 6 e 7 a cabeça da pessa representa

Leia mais

Diagramas líquido-vapor

Diagramas líquido-vapor Diagramas líquid-vapr ara uma sluçã líquida cntend 2 cmpnentes vláteis que bedecem (pel mens em primeira aprximaçã) a lei de Rault, e prtant cnsiderada cm uma sluçã ideal, a pressã de vapr () em equilíbri

Leia mais

MATEMÁTICA 1 o Ano Duds

MATEMÁTICA 1 o Ano Duds MATEMÁTICA 1 An Duds 1. (Ufsm 011) A figura a seguir apresenta delta d ri Jacuí, situad na regiã metrplitana de Prt Alegre. Nele se encntra parque estadual Delta d Jacuí, imprtante parque de preservaçã

Leia mais

Modelo - Octo Blocos Estruturais

Modelo - Octo Blocos Estruturais Mdel - Oct Blcs Estruturais A alvenaria estrutural pde ser armada, u seja, refrçada cm armadura passiva u até mesm armadura ativa e a nã-armada, encntrada em edificações mais baixas, geralmente até 04

Leia mais

FICHA TÉCNICA DE PRODUTO Folha: 1/5

FICHA TÉCNICA DE PRODUTO Folha: 1/5 FICHA TÉCNICA DE PRODUTO Flha: 1/5 Divisã: Varej e Última Revisã: é um verniz impermeabilizante inclr, que frma uma barreira cm acabament brilhante, que pssui alta resistência a abrasã, pressões hidrstáticas

Leia mais

Sistema Modular Hexa. Ecotelhado

Sistema Modular Hexa. Ecotelhado Sistema Mdular Hexa Ectelhad CNPJ: 94.179.082/0001-27 - Inscriçã Estadual: 096 / 3403761 Rua Erechim 330 Bairr Nnai - Prt Alegre RS Fne: (51) 3242.8215 site: www.ectelhad.cm.br email: cntat@ectelhad.cm.br

Leia mais

Administração AULA- 7. Economia Mercados [3] Oferta & Procura

Administração AULA- 7. Economia Mercados [3] Oferta & Procura Administraçã AULA- 7 1 Ecnmia Mercads [3] Oferta & Prcura Prf. Isnard Martins Bibligrafia: Rsseti J. Intrduçã à Ecnmia. Atlas 06 Rbert Heilbrner Micr Ecnmia N.Gregry Mankiw Isnard Martins Pag - 1 Oferta,

Leia mais

Sondagem do Bem-Estar

Sondagem do Bem-Estar 1 PERCEPÇÃO SOBRE A QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS NO RIO DE JANEIRO E EM SÃO PAULO A crescente demanda pr melhria ds serviçs públics n Brasil ganhu ainda mair evidência ns dis últims ans, quand a recessã

Leia mais

Comunicado Cetip n 091/ de setembro de 2013

Comunicado Cetip n 091/ de setembro de 2013 Cmunicad Cetip n 091/2013 26 de setembr de 2013 Assunt: Aprimrament da Metdlgia da Taxa DI. O diretr-presidente da CETIP S.A. MERCADOS ORGANIZADOS infrma que, em cntinuidade às alterações infrmadas n Cmunicad

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO E CERTIFICADO DE GARANTIA

MANUAL DE UTILIZAÇÃO E CERTIFICADO DE GARANTIA MANUAL DE UTILIZAÇÃO E CERTIFICADO DE GARANTIA GRUPO MEG Rd. BR 470 KM 04, nº 4001 Machads Fne/Fax: (47) 21034150 CEP: 88375000 Navegantes Santa Catarina www.grupmeg.cm.br INDÚSTRIA BRASILEIRA GRUPO MEG

Leia mais

Descrição do serviço. Visão geral do serviço. Escopo dos serviços Copilot Optimize. Copilot Optimize CAA-1000. Escopo

Descrição do serviço. Visão geral do serviço. Escopo dos serviços Copilot Optimize. Copilot Optimize CAA-1000. Escopo Descriçã d serviç Cpilt Optimize CAA-1000 Visã geral d serviç Esta Descriçã d serviç ( Descriçã d serviç ) é firmada pr vcê, cliente, ( vcê u Cliente ) e a entidade da Dell identificada na fatura de cmpra

Leia mais

Sistema FlexNEC SS. Componentes e acessórios modulares para soluções em sistemas industriais de movimentação.

Sistema FlexNEC SS. Componentes e acessórios modulares para soluções em sistemas industriais de movimentação. Sistema FlexNEC SS Cmpnentes e acessóris mdulares para sluções em sistemas industriais de mvimentaçã. 11/2012 Esquema de mntagem Sistema FlexNEC SS Cmpnentes e acessóris para esteiras transprtadras Imagem

Leia mais

DIFERENÇA NO TEMPO DE QUEDA ENTRE DOIS OBJETOS DE MASSA DIFERENTE EM QUEDA LIVRE

DIFERENÇA NO TEMPO DE QUEDA ENTRE DOIS OBJETOS DE MASSA DIFERENTE EM QUEDA LIVRE DIFERENÇA NO TEMPO DE QUEDA ENTRE DOIS OBJETOS DE MASSA DIFERENTE EM QUEDA LIVRE Eliézer Sbrinh Ferreira¹, Heli Lurenç Esperidiã Ferreira¹, Reginald de Oliveira¹, Paul Rx Barja² ¹ Aluns, FCC, Universidade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO ATIVIDADE DIDATICA

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO ATIVIDADE DIDATICA Universidade Federal Rural d Semi-Árid 1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO ATIVIDADE DIDATICA 1. Se irriga pr gtejament um cultiv de melã,

Leia mais

Cartografia e Geoprocessamento Parte 2. Projeção Cartográfica

Cartografia e Geoprocessamento Parte 2. Projeção Cartográfica Cartgrafia e Geprcessament Parte 2 Prjeçã Cartgráfica Recapituland... Geide; Datum: Planimétrics e Altimétrics; Tpcêntrics e Gecêntrics. Data ficiais ds países; N Brasil: Córreg Alegre, SAD69 e SIRGAS

Leia mais

Manual de Instruções SKYMSEN METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. LINHA DIRETA

Manual de Instruções SKYMSEN METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. LINHA DIRETA METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Manual de Instruções METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. METAL RGICA SIEMSEN LTDA. Rua Anita Garibaldi, nº 262 Bairr: S Luiz CEP: 88351-410 Brusque Santa Catarina Brasil Fne: +55 47 3255

Leia mais

Normas de segurança para equipamentos de parques infantis

Normas de segurança para equipamentos de parques infantis Nrmas de segurança para equipaments de parques infantis Este dcument descreve as nrmas de segurança para inspecções após a instalaçã e inspecções anuais de parques infantis públics. Assume-se que utilizadr

Leia mais

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO MT Tecnologias para melhoria e sustentabilidade do algodão brasileiro.

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO MT Tecnologias para melhoria e sustentabilidade do algodão brasileiro. SISTEMAS DE PRODUÇÃO DO ALGODÃO NO MT Tecnlgias para melhria e sustentabilidade d algdã brasileir. Evald Kazushi Takizawa Engenheir Agrônm Cnsultr Ceres CONSIDERAÇÕES INICIAIS O amadureciment da ctnicultura

Leia mais

Transdutor de temperatura ou resistência (analógico)

Transdutor de temperatura ou resistência (analógico) Transdutr de temperatura u resistência (analógic) Revisã 2.3 14/1/214 [1] Intrduçã Os transdutres de temperatura e resistência têm pr finalidade, respectivamente, cnverter temperatura (pr mei de sensres,

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍI UNIERSIDDE TÓLI DE GOIÁS DEPRTMENTO DE MTEMÁTI E FÍSI Prfessres: Edsn az e Renat Medeirs EXERÍIOS NOT DE UL II Giânia - 014 E X E R Í I OS: NOTS DE UL 1. Na figura abaix, quand um elétrn se deslca

Leia mais

Cartografia e Geoprocessamento Parte 1. Geoide, Datum e Sistema de Coordenadas Geográficas

Cartografia e Geoprocessamento Parte 1. Geoide, Datum e Sistema de Coordenadas Geográficas Cartgrafia e Geprcessament Parte 1 Geide, Datum e Sistema de Crdenadas Gegráficas Cartgrafia e Geprcessament qual a relaçã? Relaçã através d espaç gegráfic; Cartgrafia representa espaç gegráfic; Geprcessament

Leia mais

CATÁLOGO DE APLICAÇÕES Geração de Guias para ST, DIFAL e FCP

CATÁLOGO DE APLICAÇÕES Geração de Guias para ST, DIFAL e FCP CATÁLOGO DE APLICAÇÕES Geraçã de Guias para ST, DIFAL e FCP 1. Objetivs Gerar títuls n cntas a pagar cm ttal de ICMS-ST, DIFAL e/u FCP das ntas fiscais de saída. Página 2 de 6 2. Requisits 2.1. RF01 Geraçã

Leia mais

Organização de Computadores Digitais. Cap.10: Conjunto de Instruções: Modos de Endereçamento e Formatos

Organização de Computadores Digitais. Cap.10: Conjunto de Instruções: Modos de Endereçamento e Formatos Organizaçã de Cmputadres Digitais Cap.10: Cnjunt de Instruções: Mds de Endereçament e Frmats Mds de endereçament Os mds de endereçament sã um aspect da Arquitetura d cnjunt de instruções ns prjets das

Leia mais

CIRCULAR TÉCNICA N o 42 GUIA PRÁTICO

CIRCULAR TÉCNICA N o 42 GUIA PRÁTICO CIRCULAR TÉCNICA N 42 PBP/1.10.2 PROPAGAÇÃO VEGETATIVA DE Pinus POR ENXERTIA GUIA PRÁTICO 1. INTRODUÇÃO Admir Lpes Mra * Gilmar Bertlti * Antni Riyei Higa ** Para dar cntinuidade a prgrama de melhrament

Leia mais

SIMPLES DEMONSTRAÇÃO DO MOVIMENTO DE PROJÉTEIS EM SALA DE AULA

SIMPLES DEMONSTRAÇÃO DO MOVIMENTO DE PROJÉTEIS EM SALA DE AULA SIMPLES DEMONSTRAÇÃO DO MOVIMENTO DE PROJÉTEIS EM SALA DE AULA A.M.A. Taeira A.C.M. Barreir V.S. Bagnat Institut de Físic-Química -USP Sã Carls SP Atraés d lançament de prjéteis pde-se estudar as leis

Leia mais

Terremotos e Ressonância

Terremotos e Ressonância Ntas d Prfessr Terremts e Ressnância Pergunta em fc Cm mviment d sl causad pr um terremt afeta a estabilidade de edifícis de diferentes alturas? Ferramentas e materiais Dis pedaçs quadrads de madeira,

Leia mais

NOTA TÉCNICA nº 14 Complementar do Regulamento Geral de SCIE Ref.ª VII.V.02/2007-05-31

NOTA TÉCNICA nº 14 Complementar do Regulamento Geral de SCIE Ref.ª VII.V.02/2007-05-31 FONTES ABASTECEDORAS DE ÁGUA RESUMO NOTA TÉCNICA nº 14 Cmplementar d Regulament Geral de SCIE Ref.ª VII.V.02/2007-05-31 FONTES ABASTECEDORAS DE ÁGUA Enunciar s tips de fntes de alimentaçã de água permitids

Leia mais

Neste capítulo será demonstrado como analisar e construir estratégias em jogos. Para tanto é necessário definir um jogo com estratégias na linguagem

Neste capítulo será demonstrado como analisar e construir estratégias em jogos. Para tanto é necessário definir um jogo com estratégias na linguagem 6 Análise e Cnstruçã de Estratégias Neste capítul será demnstrad cm analisar e cnstruir estratégias em jgs. Para tant é necessári definir um jg cm estratégias na linguagem RllGame (seçã 4.5) e utilizar

Leia mais

O primeiro passo é explicar o processo de captação de doadores no ambiente online. Abaixo são exemplificados os três passos:

O primeiro passo é explicar o processo de captação de doadores no ambiente online. Abaixo são exemplificados os três passos: O um e qual sua imprtância para a captaçã recurss? Dm, 23 Agst 2015 00:00 Durante Festival ABCR, muitas rganizações stinaram qual seria uma frma interessante e barata captar nvs dadres individuais utilizand

Leia mais

Actividade Laboratorial Física 12º Ano Condensador Plano

Actividade Laboratorial Física 12º Ano Condensador Plano Actividade Labratrial Física 12º An Cndensadr Plan 1. Questã prblema a. Verificar cm varia a capacidade de um cndensadr cm a distância entre as armaduras. b. Verificar cm varia a capacidade de um cndensadr

Leia mais

Roteiro-Relatório da Experiência N o 3 RESSONÂNCIA SÉRIE E SELETIVIDADE

Roteiro-Relatório da Experiência N o 3 RESSONÂNCIA SÉRIE E SELETIVIDADE Rteir-Relatóri da Experiência N 3 1. COMPONENTES DA EQUIPE: AUNOS NOTA 1 3 4 Prf.: Cels Jsé Faria de Araúj 5 Data: / / : hs. OBJETIVOS:.1. Nesta experiência será mntad um circuit RC série ressnante, a

Leia mais

Novo processo de devolução de peças para garantia Mudanças na aplicação web ewarranty e no processo de devolução de peças

Novo processo de devolução de peças para garantia Mudanças na aplicação web ewarranty e no processo de devolução de peças Nv prcess de devluçã de peças para garantia Mudanças na aplicaçã web ewarranty e n prcess de devluçã de peças Públic-alv e bjetiv Esse curs destina-se a cncessináris e ficinas envlvids n prcess de gerenciament

Leia mais

REGULAMENTO CIRCUITO FEDEESP DE GINÁSTICA ARTÍSTICA

REGULAMENTO CIRCUITO FEDEESP DE GINÁSTICA ARTÍSTICA REGULAMENTO CIRCUITO FEDEESP DE GINÁSTICA ARTÍSTICA I. OBJETIVO: Difundir a ginástica artística e incentivar sua prática nas diversas faixas etárias e níveis de habilidade através de um trabalh de base.

Leia mais

Descarte de Pilhas e Baterias: Nós podemos contribuir. Segundo o IBGE, o consumo mundial de pilhas, em 2010, foi de

Descarte de Pilhas e Baterias: Nós podemos contribuir. Segundo o IBGE, o consumo mundial de pilhas, em 2010, foi de Descarte de Pilhas e Baterias: Nós pdems cntribuir Segund IBGE, cnsum mundial de pilhas, em 2010, fi de aprximadamente 10 bilhões de unidades. Iss demnstra quant fazems us desse prdut e a tendência é cresciment

Leia mais

Profa. Dra. Silvia M de Paula

Profa. Dra. Silvia M de Paula Prfa. Dra. Silvia M de Paula Espelhs Esférics Certamente tds nós já estivems diante de um espelh esféric, eles sã superfícies refletras que têm a frma de calta esférica. Em nss ctidian ficams diante de

Leia mais

As propriedades do gás estelar

As propriedades do gás estelar As prpriedades d gás estelar Estrelas sã massas gassas mantidas gravitacinalmente cm uma frma quase esférica e que apresentam prduçã própria de energia. A definiçã acima, além de nã ser a mais precisa

Leia mais

Extrator de Sucos Modelo

Extrator de Sucos Modelo O PREÇO ALIADO À QUALIDADE METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Rua: Anita Garibaldi, nº 22 - Bairr: Sã Luiz - CEP: 8851-10 Brusque - Santa Catarina - Brasil Fne: +55 (0 )7 211 000 / 255 2000 Fax: +55 (0 )7 211 020

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA FOLHA DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA FOLHA DE QUESTÕES CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC FOLH DE QUESTÕES 007 1 a QUESTÃO Valr: 1,0 Um hmem está de pé diante de um espelh plan suspens d tet pr uma mla. Sabend-se que: a distância entre s lhs d hmem

Leia mais

Por bloco, entenda-se a unidade, e por peça, um bloco ou conjunto de blocos.

Por bloco, entenda-se a unidade, e por peça, um bloco ou conjunto de blocos. Resum das Regras: Nta: Este resum nã dispensa a cnsulta d restante Manual, nde se encntram figuras e descrições detalhadas. Preparaçã: dividind tabuleir em quatr quadrantes simétrics, preencha cada quadrante

Leia mais

LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE

LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE Algumas sentenças nã pdem ser expressas apenas cm us de símbls prpsicinais, parênteses e cnectivs lógics exempl: a sentenç a Para td x, x >0

Leia mais

a Estrutural Blocos de Concreto Celular Precon - contato RS Porto Alegre Rep. Comercial.

a Estrutural Blocos de Concreto Celular Precon - contato RS Porto Alegre Rep. Comercial. a Estrutural Blcs de Cncret Celular Precn - cntat RS Prt Alegre - 51 9829 0119 Rep. Cmercial. www.cncretcelular.cm.br Areia, cal e ciment cnstituem as matérias de base d cncret celular. Misturads em prprções

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PERDAS NA COLHEITA DO TRIGO PELO MÉTODO DA ARMACAO DE PANO E COPO MEDIDOR

AVALIAÇÃO DE PERDAS NA COLHEITA DO TRIGO PELO MÉTODO DA ARMACAO DE PANO E COPO MEDIDOR (c;) EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÃRIA -EMBRAPA Viculada a Miistéri da Agricultura, CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DE SOJA Rdvia Cels Gareia Cid - Km 375 Fes (0432) 26-1917 e 26-1159 (PABX) Tele:

Leia mais

Observação de fenômenos astronômicos. Como e Para Quê A TERRA NA SUA ÓRBITA

Observação de fenômenos astronômicos. Como e Para Quê A TERRA NA SUA ÓRBITA Observaçã de fenômens astrnômics Cm e Para Quê A TERRA NA SUA ÓRBITA Crdenadas: Latitude e Lngitude Duraçã ds dias e das nites nas Estações d an Sl 3 Sl Desenh fra de escala Francisc de Brja López de Prad

Leia mais

POLÍGONOS DE REULEAUX E A GENERALIZAÇÃO DE PI

POLÍGONOS DE REULEAUX E A GENERALIZAÇÃO DE PI artig POLÍGONOS DE REULEAUX E A GENERALIZAÇÃO DE PI Jsé Luiz Pastre Mell Sã Paul SP Um mecanism muit cnhecid desde s temps antigs para transprtar blcs de pedra cnsiste em apiá-ls sbre cilindrs rlantes.

Leia mais

As várias interpretações dos Números Racionais

As várias interpretações dos Números Racionais As várias interpretações ds Númers Racinais (Algumas das tarefas apresentadas a seguir fram retiradas u adaptadas da Tese de Dutrament de Maria Jsé Ferreira da Silva, cuj text se encntra n seguinte endereç:

Leia mais

Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella

Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella Cœlum Australe Jrnal Pessal de Astrnmia, Física e Matemática - Prduzid pr Irineu Gmes Varella Criad em 1995 Retmad em Junh de 01 An III Nº 01 - Junh de 01 REFRAÇÃO ATMOSFÉRICA - I Prf. Irineu Gmes Varella,

Leia mais

nddcargo Manual de Utilização Portal Gratuito

nddcargo Manual de Utilização Portal Gratuito nddcarg 4.2.6.0 Manual de Utilizaçã Prtal Gratuit Históric de alterações Data Versã Autr Descriçã 15/04/2014 1 Deiviane F. R. de Suza Criaçã d dcument. 2 1. Intrduçã... 4 2. Funcinalidades d Prtal nddcarg...

Leia mais

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 3 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 19/06/09

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 3 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 19/06/09 RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 3 ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 9/0/09 PROFESSOR: CARIBÉ Td mund quer ajudar a refrescar planeta. Viru mda falar em aqueciment glbal. É precis nã esquecer que s recurss

Leia mais

Criando um site com análise de vídeo de autoaprendizagem Avigilon 1

Criando um site com análise de vídeo de autoaprendizagem Avigilon 1 Criand um site cm análise de víde de autaprendizagem Avigiln As câmeras e s equipaments HD da Avigiln cm análise de víde de autaprendizagem sã fáceis de instalar e vcê pde bter resultads de análise psitivs

Leia mais

MTA MANUAL TÉCNICO DE APLICAÇÃO DO PRODUTO

MTA MANUAL TÉCNICO DE APLICAÇÃO DO PRODUTO MTA MANUAL TÉCNICO DE APLICAÇÃO DO PRODUTO 1. OBJETIVO Este prcediment visa estabelecer cndições para aplicaçã d micr revestiment cerâmic TOP COLOR. 2. NORMAS E REGULAMENTOS UTILIZADOS Devem ser aplicadas

Leia mais

01) 2 02) 2,5 03) 3 04) 3,5 05) 4. que se pode considerar AP = 2x e PB = 3x. Assim 2x + 3x = 20 5x = 20. RESPOSTA: Alternativa 05

01) 2 02) 2,5 03) 3 04) 3,5 05) 4. que se pode considerar AP = 2x e PB = 3x. Assim 2x + 3x = 20 5x = 20. RESPOSTA: Alternativa 05 PROVA APLICADA ÀS TURMAS DO 3 O ANO DO ENSINO MÉDIO DO COLÉGIO ANCHIETA EM MARÇO DE 009. ELABORAÇÃO: PROFESSORES OCTAMAR MARQUES E ADRIANO CARIBÉ. PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA 1. O segment AB pssui,

Leia mais

Sistema FM. Conceitos introdutórios. Exemplos de Orientação aos pais de crianças com deficiência auditiva

Sistema FM. Conceitos introdutórios. Exemplos de Orientação aos pais de crianças com deficiência auditiva Sistema FM Cnceits intrdutóris Exempls de Orientaçã as pais de crianças cm deficiência auditiva Prduçã: Camila Medina (Tecnlgia Educacinal FOB-USP) Bauru 2015 Autres: Fga. Ms. Raquel Franc Stuchi Siagh

Leia mais

Como ajustar o projeto para integrá-lo com o Moodle

Como ajustar o projeto para integrá-lo com o Moodle Cm ajustar prjet para integrá-l cm Mdle Prjet Cm cadastrar um prjet de curs presencial u à distância O prcediment para cadastrar um prjet de curs é igual a prcediment de cadastr tradicinal de prjets, cm

Leia mais

Lançamento Coberto de Opções

Lançamento Coberto de Opções Lançament Cbert de Opções RENDA FIXA UTILIZANDO OPÇÕES? ANALISTA RESPONSÁVEL: FABIO FRANCISCO GONCALVES CNPI-P BANRISUL S.A. CORRETORA DE VALORES MOBILIÁRIOS E CÂMBIO Rua Caldas Junir, 108 Prt Alegre -RS

Leia mais

Lançamento Coberto de Opções

Lançamento Coberto de Opções Lançament Cbert de Opções RENDA FIXA UTILIZANDO OPÇÕES? ANALISTA RESPONSÁVEL: FABIO FRANCISCO GONCALVES CNPI-P BANRISUL S.A. CORRETORA DE VALORES MOBILIÁRIOS E CÂMBIO Rua Caldas Junir, 108 Prt Alegre -RS

Leia mais

DIRETORIA DE SERVIÇOS INTERNOS

DIRETORIA DE SERVIÇOS INTERNOS 1 DIRETORIA DE SERVIÇOS INTERNOS Cnhecida cm a cmissã da sciabilidade u a primeira cmissã de serviçs rtáris; Peça fundamental para bm funcinament d clube; Respnsável pel desenvlviment d cmpanheirism cm

Leia mais

Granalha De Aço Sablacier

Granalha De Aço Sablacier INFORMES TECNICOS Granalha De Aç Sablacier IKK d Brasil, a mair fabricante de Granalha de aç da América Latina, realizu extensivs testes, para avaliar a perfrmance de diferentes abrasivs (metálics e nã

Leia mais

Estudo do efeito de sistemas de forças concorrentes.

Estudo do efeito de sistemas de forças concorrentes. Universidade Federal de Alagas Faculdade de Arquitetura e Urbanism Curs de Arquitetura e Urbanism Disciplina: Fundaments para a Análise Estrutural Códig: AURB006 Turma: A Períd Letiv: 2007 2007-2 Prfessr:

Leia mais

Sinopse das entrevistas realizadas aos agentes sociais ligados à velhice (Dirigentes, técnicos e auxiliares de acção directa)

Sinopse das entrevistas realizadas aos agentes sociais ligados à velhice (Dirigentes, técnicos e auxiliares de acção directa) Sinpse das entrevistas realizadas as agentes sciais ligads à velhice (Dirigentes, técnics e auxiliares de acçã directa) Dimensã 1 Experiência e trabalh n lar Prblemáticas Entrevistad A19 Análise Temp de

Leia mais

3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO

3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 47 48 3.1. VISÃO DE FUTURO DO MAIS RN PARA 2035 A classe empresarial ptiguar apresenta para a sciedade uma Visã de Futur usada e desafiadra.

Leia mais

Fritadeiras Elétricas

Fritadeiras Elétricas METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Fne: +55 (0 )47 255 2000 - Fax: +55 (0 )47 255 2020 Rua: Anita Garibaldi, nº 262 - Bairr: Sã Luiz - CP: 52 CEP: 88351-410 - Brusque - Santa Catarina - Brasil E-mail: siemsen@siemsen.cm.br

Leia mais

Resultados 4º Trimestre de de Fevereiro de 2017

Resultados 4º Trimestre de de Fevereiro de 2017 Resultads 4º Trimestre de 2016 24 de Fevereir de 2017 Resultads 4º Trimestre de 2016 24 de Fevereir de 2017 Faturament d segment Alimentar atinge R$ 45 bilhões em 2016, cresciment de 11,7%, acelerand para

Leia mais

XXXIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO

XXXIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO XXXIII OLIMPÍD RSILEIR DE MTEMÁTI PRIMEIR FSE NÍVEL (Ensin Médi) GRITO GRITO NÍVEL ) 6) ) D 6) D ) ) 7) D ) 7) D ) D ) 8) ) 8) D ) ) 9) ) 9) ) D ) E 0) D ) D 0) E ) E ada questã da Primeira Fase vale pnt.

Leia mais

1 - Introdução. 2 - Desenvolvimento

1 - Introdução. 2 - Desenvolvimento Desenvlviment e Otimizaçã de Hidrciclnes Frente a Mdificações de Variáveis Gemétricas e de Prcess Hérmane Mntini da Silva 1 Gilssaha Franklin Maciel 2 Orientadra: Ph.D. Andréia Bicalh Henriques RESUMO

Leia mais

FACULDADE AGES CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS ADMINISTRAÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM

FACULDADE AGES CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS ADMINISTRAÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM FACULDADE AGES CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS ADMINISTRAÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM As Práticas Educativas serã realizadas em hráris pré-determinads n períd diurn para aluns regularmente

Leia mais

Extrator de Sucos. ES-100 Plus METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. SIEMSEN MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS

Extrator de Sucos. ES-100 Plus METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. SIEMSEN MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Fne: +55 (0 )7 255 2000 - Fax: +55 (0 )7 255 2020 Rua: Anita Garibaldi, nº 262 - Bairr: Sã Luiz - CP: 52 CEP: 8851-10 - Brusque - Santa Catarina - Brasil E-mail: siemsen@siemsen.cm.br

Leia mais

UFRJ / POLI / DEL - Laboratório de Eletrônica III AULA PRÁTICA #4 OSCILADORES SENOIDAIS EM PONTE DE WIEN

UFRJ / POLI / DEL - Laboratório de Eletrônica III AULA PRÁTICA #4 OSCILADORES SENOIDAIS EM PONTE DE WIEN AULA PRÁTICA #4 OSCILADORES SEOIDAIS EM POTE DE WIE Obs: Prnuncia-se pnte de in. O nme vem d pesquisadr alemã Max Karl Werner Wien (866-938), que estudu a pnte RC que realimenta amplificadr, que leva seu

Leia mais

Procedimentos para Parceiros

Procedimentos para Parceiros Prcediments para Parceirs Base Unificada para Sistemas de Varej... 2 Parceirs de Bibliteca Agregads... 2 Parceirs Puxadres... 2 Parceirs Puxadres Embutids (Prtas)... 2 Prtas padrões n Cnstrutr... 3 Parceirs

Leia mais

REGULAMENTO DA 4ª OLIMPÍADA DE EMPREENDEDORISMO UNIVERSITÁRIO

REGULAMENTO DA 4ª OLIMPÍADA DE EMPREENDEDORISMO UNIVERSITÁRIO REGULAMENTO DA 4ª OLIMPÍADA DE EMPREENDEDORISMO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CATEGORIA 1 EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS Outubr de 2017 REGULAMENTO CATEGORIA 1 EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS

Leia mais

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. alternativa E. alternativa A. ver comentário. alternativa E

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. alternativa E. alternativa A. ver comentário. alternativa E Questã TIPO DE PROVA: A N primeir semestre deste an, a prduçã de uma fábrica de aparelhs celulares aumentu, mês a mês, de uma quantidade fixa. Em janeir, fram prduzidas 8 000 unidades e em junh, 78 000.

Leia mais

TELHADOS COBERTURAS. Elementos e tipos para se definir a Planta de Cobertura. Profª Dayane Cristina Alves Ferreira

TELHADOS COBERTURAS. Elementos e tipos para se definir a Planta de Cobertura. Profª Dayane Cristina Alves Ferreira TELHADOS COBERTURAS Elementos e tipos para se definir a Planta de Cobertura. Profª Dayane Cristina Alves Ferreira dayengcivil@yahoo.com.br Cobertura O TELHADO é uma categoria de COBERTURA, em geral caracterizado

Leia mais

GUIA DO USUÁRIO. Termômetros Portáteis. Modelos TM20, TM25 e TM26. Termômetro TM20 Sonda Padrão. Termômetro TM25 Sonda de Penetração.

GUIA DO USUÁRIO. Termômetros Portáteis. Modelos TM20, TM25 e TM26. Termômetro TM20 Sonda Padrão. Termômetro TM25 Sonda de Penetração. GUIA DO USUÁRIO Termômetrs Prtáteis Mdels TM20, TM25 e TM26 Termômetr TM20 Snda Padrã Termômetr TM25 Snda de Penetraçã Termômetr TM26 Snda de Penetraçã cm Certified NSF Refletr de Sm Intrduçã Obrigad pr

Leia mais

1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor

1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor ( MATEMÁTICA - Gabarit Grups I e J a QUESTÃO: (,0 pnts) Avaliadr Revisr A figura abaix exibe gráfic de uma funçã y = f (x) definida n interval [-6,+6]. O gráfic de f passa pels pnts seguintes: (-6,-),(-4,0),

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados 1 Lista de Exercícios 2

Algoritmos e Estruturas de Dados 1 Lista de Exercícios 2 Algritms e Estruturas de Dads 1 Lista de Exercícis 2 Prfessr Paul Gmide Parte Teórica 1 Analisand as 2 estruturas mdificadras d flux de execuçã da linguagem C cnhecidas cm estruturas de seleçã ( ifelse

Leia mais

BEXIGAS PARA ACUMULADOR

BEXIGAS PARA ACUMULADOR 18.1 Generalidades A cnstruçã da bexiga em uma única peça sem emendas, u uniã vulcanizada, segue um prcediment riginal da HT que vem se aperfeiçand a lng de muit temp, é a característica especial deste

Leia mais

Catálogo de Aplicações. Catálogo de Aplicaciones

Catálogo de Aplicações. Catálogo de Aplicaciones Índice AUDI CHERY CITROËN FIAT EFFA FORD GENERAL MOTORS GURGEL HONDA HYUNDAI JAC KIA MAZDA MITSUBISHI NISSAN PEUGEOT RENAULT SEAT SUZUKI TOYOTA TROLLER VOLKSWAGEN RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS 01 01 01 01 01

Leia mais

PROJETO-AVICULTURA COLONIAL AVIÁRIO PARA 500 AVES DE CORTE

PROJETO-AVICULTURA COLONIAL AVIÁRIO PARA 500 AVES DE CORTE PROJETO-AVICULTURA COLONIAL AVIÁRIO PARA 500 AVES DE CORTE CLIENTE-EMBRAPA CLIMA TEMPERADO ONSTRUÇÃO Projeto - Avicultura Colonial Aviário para 500 aves de corte Cliente Embrapa Clima Temperado Junho,

Leia mais

Substituição de descodificadores antigos

Substituição de descodificadores antigos Substituiçã de descdificadres antigs De md a assegurar a dispnibilizaçã cntínua da tecnlgia mais recente as seus subscritres a MultiChice África irá realizar um prcess de actualizaçã ds descdificadres

Leia mais

E"a. A Polinização da Casta n hei ra-do-brasi I. GCNPq C I<I<MI.~'" A POLINIZACAO d FO-PP-01096

Ea. A Polinização da Casta n hei ra-do-brasi I. GCNPq C I<I<MI.~' A POLINIZACAO d FO-PP-01096 Para mais infrmações acesse: http://www.plinizadresdbrasil.rg.br/ u http://www.plinizadresdbrasil.rg.br/index.php/ptlredes/ rede-castanha-d-brasil/apresentaca A Plinizaçã da Casta n hei ra-d-brasi I A

Leia mais